Radio Evangélica

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Um ano antes das eleições, política econômica está no centro do palanque...


Discussões de temas como juros, câmbio e inflação chegaram ao debate político mais cedo que em eleições anteriores, com os pré-candidatos tentando convencer o mercado de que têm a solução para a retomada do crescimento econômico sustentado  

Débora Bergamasco e João Villaverde - O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - Um ano antes das eleições presidenciais, a economia já subiu no palanque e virou o terreno de disputa entre o governo Dilma Rousseff e a oposição. Na busca por empresários e por apoio do mercado, cada pré-candidato vem tentando de todas as formas convencer que os tempos de crescimento econômico vão voltar em 2015.
No governo, os sinais são de que a "era Dilma II" começará sem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e terá um aprofundamento da estratégia de redução das taxas de juros e desvalorização cambial. Os tucanos, por outro lado, defendem uma forte abertura comercial, o fim das desonerações tributárias a setores específicos, como o atual governo vem fazendo, e o retorno de uma visão mais liberal na economia.
Já o grupo em torno de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva busca se chancelar como alternativa de política econômica. Para isso, aponta para a recuperação do "tripé macroeconômico clássico" (superávit primário, meta de inflação e câmbio flutuante) e desenvolvimento sustentável.
Segundo Campos afirmou ao Estado, as propostas econômicas serão devidamente explicadas em um documento que será editado pelo PSB e por militantes da Rede recém-filiados aos socialistas. "Há uma crise de expectativa em relação ao atual governo", diagnosticou ele (leia mais na página B3).
Além disso, o grupo de Marina conta com economistas desenvolvimentistas, descontentes com a gestão Dilma, como Paulo Sandroni, da FGV-SP, e liberais antes ligados ao PSDB, como André Lara Resende (um dos formuladores do Plano Real) e Eduardo Giannetti da Fonseca.
Um dos principais conselheiros de Lula e também da presidente Dilma, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo avisa: "A questão realmente importante agora é saber como será o cenário para os investimentos a partir de 2015. Os empresários, que são os que contratam trabalhadores e investem em tecnologia, produção e serviços, querem saber quem pode assegurar que haverá terreno para se investir fortemente, e isso fará o crescimento deslanchar."
Crescimento. Ao Estado, o presidente nacional do PSDB, senador e virtual candidato Aécio Neves (MG), afirmou que uma mudança na condução da economia, que faça o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) voltar para um patamar de 4% ou mais, só ocorrerá com a volta dos tucanos ao poder federal.
"Uma vitória do PSDB sinaliza o encerramento de um ciclo de pouca capacidade gerencial, de privilégios setoriais e de uma economia extremamente fechada e ancorada nos bancos públicos; será a mudança para uma coisa diferente, nova", disse Aécio, que esteve em Nova York para encontro com investidores estrangeiros, há duas semanas, e voltou animado: "Todos querem mudança", disse.
O candidato presidencial tucano da última eleição, José Serra (SP), por sua vez, criticou os últimos leilões realizados pelo governo Dilma, que fez das concessões de empreendimentos e obras de infraestrutura ao setor privado sua principal estratégia para recuperar o crescimento econômico.
"O governo interfere ao máximo nas licitações que propõe", afirmou Serra, segundo quem "não dá para interferir na taxa de retorno do empresário; o que se deve fazer é fixar parâmetros e condições mínimas, e então leiloar", disse.


domingo, 27 de outubro de 2013

A moral do Brasil


 Escrito por Olavo de Carvalho | 18 Outubro 2013
 Artigos - Cultura

 kohlbergSe você quer entender e não tem medo de perceber em que tipo de ambiente mental está metido nesse nosso Brasil, nada melhor do que estudar um pouco a Teoria do Desenvolvimento Moral de Lawrence Kohlberg. Enunciada pela primeira vez em 1958 e depois muito aperfeiçoada, ela mede o grau de consciência moral dos indivíduos conforme os valores que motivam as suas ações, numa escala que vai do simples reflexo de autopreservação natural até o sacrifício do ego ao primado dos valores universais.

 Kohlberg, que foi professor de psicologia na Faculdade de Educação em Harvard, desenvolveu alguns testes para avaliar o desenvolvimento moral, mas os críticos responderam que isso só media a interpretação que os indivíduos testados faziam de si mesmos, não a sua motivação efetiva nas situações reais. Essa dificuldade pode ser neutralizada se em vez de testes tomarmos como ponto de partida as condutas reais, discernindo, por exclusão, as motivações que as determinaram.

 Os graus admitidos por Kohlberg são seis. No mais baixo e primitivo, em que a conduta humana faz fronteira com a dos animais, a motivação principal das ações é o medo do castigo. É o estágio da “Obediência e Punição”. No segundo (“Individualismo e Intercâmbio”), o indivíduo busca conscientemente a via mais eficaz para satisfazer a seus próprios interesses e entende que às vezes a reciprocidade e a troca são vantajosas. No terceiro (“Relações Interpessoais”), os interesses imediatos cedem lugar ao desejo de captar simpatia, de ser aceito num grupo, de sentir que tem “amigos” e distinguir-se dos estranhos, dos concorrentes e inimigos. No quarto (“Manutenção da Ordem”), o indivíduo percebe que há uma ordem social acima dos grupos e empenha-se em obedecer as leis, em cumprir suas obrigações. No quinto (“Contrato Social e Direitos Individuais”), ele se torna sensível à diversidade de opiniões e entende a ordem social já não como um imperativo mecânico, mas como um acordo complexo necessário à convivência pacífica entre os divergentes, No sexto e último (“Princípios Universais”), ele busca orientar sua conduta por valores universais, mesmo quando estes entram em conflito com os seus interesses pessoais, com a vontade dos vários grupos ou com a ordem social presente.

 Essas seis motivações refletem três níveis de moralidade: os dois primeiros expressam a “moralidade pré-convencional”; os dois intermediários a “moralidade convencional”, os dois últimos a “moralidade pós-convencional”.

 Se não atentamos para os discursos, mas para as escolhas reais que as pessoas fazem na vida, não é preciso observar muito para notar que os indivíduos que nos governam, bem como os seus porta-vozes na mídia e nas universidades, não passam do terceiro estágio, o mais baixo da moralidade convencional, em que a identidade, a coesão e a solidariedade interna do grupo prevalecem sobre a ordem social, as leis, os direitos dos adversários e quaisquer valores universais que se possa conceber (e que desde esse nível de consciência são mesmo inconcebíveis, embora nada impeça que sua linguagem seja macaqueada como camuflagem dos desejos do grupo).

 Duas condutas típicas atestam-no acima de qualquer dúvida possível. De um lado, a mobilização instantânea e geral em favor dos condenados do Mensalão. O instinto de autodefesa grupal predominou aí de maneira tão ostensiva e tão pública sobre as exigências da lei e da ordem, que até pessoas identificadas ideologicamente ao partido governante se sentiram escandalizadas diante dessa conduta.

 De outro lado, não havendo nenhum movimento político “de direita” que se oponha ao grupo dominante, este dirige seus ataques contra meros indivíduos e movimentos de opinião sem a menor expressão política, fingindo e depois até sentindo ver neles uma ameaça eleitoral ou o perigo de um golpe de Estado. Aí o instinto de autodefesa grupal assume as dimensões de uma fantasia persecutória que se traduz na necessidade de calar por todos os meios qualquer voz divergente, por mais débil e apolítica que seja.

 Também não é preciso nenhum estudo especial para mostrar que essa conduta, normal na adolescência, quando a solidariedade do grupo é uma etapa indispensável na consolidação da identidade pessoal, não é de maneira alguma aceitável em cidadãos adultos investidos de prestígio, autoridade e poder de mando. Aí ela passa a caracterizar precisamente a associação mafiosa, a solidariedade no crime.

 É evidente que, numa sociedade onde essa é a mentalidade do grupo dominante, os níveis superiores de consciência moral (pós-convencionais) se tornam cada vez mais abstratos e inapreensíveis, de modo que o máximo de moralidade que se concebe é o quarto grau, o apego à lei e à ordem. Os indivíduos cuja conduta evidencia essa motivação tornam-se então emblemas do que de mais alto e sublime uma sociedade moralmente degradada pode imaginar, e são quase beatificados. O ministro Joaquim Barbosa é o exemplo mais típico.

 Os dois graus superiores da escala são exemplificados por um número tão reduzido de pessoas, que já não têm nenhuma presença ou ação na sociedade e passam a existir apenas em versão caricatural, como fornecedores de chavões para legitimar e embelezar as condutas mais baixas. A autopreservação paranóica do grupo dominante envolve-se com freqüência na linguagem dos “direitos humanos” (quinto grau), e qualquer imbecil que tenha lido a Bíblia já sai usando a Palavra de Deus (sexto grau) como porrete para atemorizar os estranhos e impor a hegemonia do grupo “fiel” sobre os “infiéis” e “hereges”.

 Isso, e nada mais que isso, é a moralidade nacional. - (Publicado no Diário do Comércio)
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14610-a-moral-do-brasil.html

sábado, 26 de outubro de 2013

REPRIMIR O DESEJO SEXUAL FAZ MAL?

Sempre recebo comentários de alguns leitores de que a abstinência sexual defendida por mim e outros escritores e pastores provoca nos jovens evangélicos traumas e neuroses. Ou seja, passar a adolescência e a mocidade sem ter relações sexuais faz com que os evangélicos fiquem traumatizados, perturbados mental e espiritualmente, reprimidos e recalcados.

Esse raciocínio tem sua origem mais recente nas idéias do famoso Sigmund Freud. Para ele, o sexo era o fator dominante na etiologia das neuroses e o desejo sexual era a motivação quase que exclusiva para o comportamento das pessoas. No início, Freud falava que o ser humano, até biologicamente (todos os seres vivos, no final), viveria sua existência na tensão entre dois princípios, ou instintos, primordiais: o princípio do prazer (instintivo e ligado ao id, às vezes relacionado como a libido) e o princípio da realidade (a limitação do prazer para tornar a vida possível, princípio ligado mais ao amadurecimento e, às vezes, ao superego). Mais tarde (na publicação de Além do Princípio do Prazer, 1920), ele passou a falar em outros dois princípios mais amplos, o princípio de vida e o princípio de morte, os quais ele denominou eros e tanatos, como os dois princípios que geram a tensão que move o ego. De qualquer modo, tanto o princípio do prazer quanto eros (princípio de vida) eram, para Freud, princípios instintivos, ligados à preservação da vida e da espécie, e sempre conectados ao apetite sexual (ver Os Instintos e Suas Vicissitudes, 1915).

Nem as crianças estariam livres desse apetite sexual instintivo – elas desejavam sexualmente seus pais. Freud apelou aqui para o complexo de Édipo, em que o filho deseja sexualmente a mãe e o complexo de Eletra, a inveja que a menina tem do pênis do menino. Naturalmente, quando esses desejos sexuais eram interrompidos, resistidos, negados, o resultado eram as neuroses, os traumas. As obras mais conhecidas onde ele sustenta seus argumentos são Sobre as Teorias Sexuais das Crianças (1908) e Uma criança é espancada - uma contribuição ao estudo da origem das perversões sexuais (1919), onde ele defende o surgimento das neuroses como resultado da repressão do desejo sexual.

Em que pese a importância de Freud, seu modelo e suas idéias têm sido largamente criticados e rejeitados por muitos estudiosos competentes. Todavia, algumas de suas idéias – como essa de que a repressão sexual é a causa de todas as neuroses e distúrbios – acabou se popularizando e é repetida por muitos que nunca realmente se preocuparam em examinar o assunto mais de perto.

Vou dizer por que considero esse argumento apenas como mais uma desculpa dos que procuram se justificar diante de Deus, da igreja e de si mesmos pelo fato de terem relações sexuais antes e fora do casamento. Ou pelo menos, por defenderem essa idéia.

1. Esse argumento parte do princípio que os evangélicos conservadores são contra o sexo. Contudo, essa idéia é uma representação falsa da visão cristã conservadora sobre o assunto. Nós não somos contra o sexo em si. Somos contra o sexo fora do casamento, pois entendemos que as relações sexuais devem ser desfrutadas somente por pessoas legitimamente casadas (ah, sim, cremos no casamento também). Foi o próprio Deus que nos criou sexuados. E ele criou o sexo não somente para a procriação, mas como meio de comunhão, comunicação e prazer entre marido e mulher. Há muitas passagens na Bíblia que se referem às relações sexuais entre marido e mulher como sendo fonte de prazer e alegria. O livro de Cantares trata abertamente desse ponto. Em Provérbios encontramos passagens como essa:

Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias (Pv 5.18-19).

Não, não acredito que o sexo é somente para a procriação. Não, não sou contra planejamento familiar e o uso de meios preventivos da gravidez, desde que não sejam abortivos. Sim, o sexo é uma bênção, desde que usado dentro dos limites colocados pelo Criador.

2. Esse argumento, no fundo, acaba colocando a culpa em Deus, na Bíblia e na Igreja de serem uma fábrica de neuróticos reprimidos. Sim, pois a Bíblia ensina claramente a abstinência, a pureza sexual e a virgindade para os que não são casados, conforme argumentei no post Carta a Um Jovem Evangélico que Faz Sexo com a Namorada. Se a abstinência sexual antes do casamento traz transtornos mentais e emocionais, então, de acordo com os libertinos, deveríamos considerar esses ensinamentos da Bíblia como radicais, antiquados e inadequados. E, portanto, como meras idéias humanas de pessoas que viveram numa época pré-Freud – e como tais, devem ser rejeitadas e descartadas como palavra de homem e não Palavra de Deus. Ao fim, a contenção dos libertinos é mesmo contra a Bíblia e contra Deus.

3. Bom, para esse argumento ser verdadeiro, teríamos de verificá-lo estatisticamente, na prática. Pesquisa alguma vai mostrar que existe uma relação direta de causa e efeito entre abstinência antes do casamento e distúrbios mentais, neuroses e coisas afins. Da mesma forma que pesquisa alguma vai mostrar que os jovens que praticam sexo livre antes do casamento são equilibrados, sensatos, sábios e inteligentes. Pode ser que até se prove o contrário. Os tarados, estupradores e maníacos sexuais não serão encontrados no grupo dos virgens e abstinentes.Talvez fosse interessante mencionar nesse contexto o estudo conduzido na Universidade de Minessota por Ann Meir. De acordo com as pesquisas, o sexo estava associado a auto-estima baixa e depressão em garotas que iniciaram as relações sexuais (idade média de início 15-17 anos) sem relacionamento afetivo ou romântico.

4. A coisa toda é muito estranha. Funciona mais ou menos assim. Os libertinos tendem a considerar todo distúrbio que encontram como resultado de repressão dos desejos sexuais. Mas eles fazem isso não porque têm estatísticas, experiências ou históricos que provam tal teoria – mas porque Freud explica. Em vez de considerarem que esses distúrbios podem ter outras causas, seguem sem questionar a tese de Freud que tudo é sexo, desde o menininho de um ano chupando dedo até o complexo de Édipo.

O próprio Freud, na fase mais amadurecida de sua carreira, se questiona na obra Além do Princípio do Prazer (1920):

A essência de nossa investigação até agora foi o traçado de uma distinção nítida entre os “instintos do ego” e os instintos sexuais, e a visão de que os primeiros exercem pressão no sentido da morte e os últimos no sentido de um prolongamento da vida. Contudo, essa conclusão está fadada a ser insatisfatória sob muitos aspectos, mesmo para nós.

5. Embora a decisão de preservar-se para o casamento vá provocar lutas e conflitos internos no coração e mente dos jovens evangélicos, esses conflitos nada mais são que a luta normal que todo cristão verdadeiro enfrenta para viver uma vida reta e santa diante de Deus, mortificando o pecado e se revestindo diariamente de Cristo (Romanos 3; Colossenses 3; Efésios 4—5). Fugir das paixões da mocidade foi o mandamento de Paulo ao jovem Timóteo (2Timóteo 2:22). Essa luta contra a nossa natureza carnal não provoca traumas, neuroses, recalques e distúrbios. Ao contrário, nos ensina paciência, perseverança, a amar a pureza, a apreciar as virtudes e o que significa tomar diariamente a cruz, como Jesus nos mandou (Lucas 9:23). Os que não querem tomar o caminho da cruz, entram pela porta larga e vivem para satisfazer seus desejos e instintos.

Por esses motivos acima e por outros que poderiam ser acrescentados considero esse argumento – de que a abstenção das relações sexuais antes do casamento provoca complexos, neuroses, recalques – como nada mais que uma desculpa para aqueles que querem viver na fornicação. Não existe realmente substância e fundamento para essa idéia, a não ser o desejo de justificar-se ou desculpar-se diante de uma consciência culpada, da opinião contrária de outros ou dos ensinamentos da Escritura.

Os interessados em estudar mais esse assunto poderão aproveitar bastante o livro Sexo Não é problema – Lascívia, Sim – de Joshua Harris, pela Editora Cultura Cristã.


Augustus Nicodemus Lopes

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Governo com duas conversas



Todos nós sabemos que o Governo de FHC foi marcado por inúmeras privatizações. Isso durante as corridas eleitorais foi fruto de críticas pelos adversários do PT. Mas o Governo do PT não tem muita moral para criticar privatizações. Pois esse Leilão do Campo Libra é bem suspeito, pois a empresa que venceu o leilão arrematou com um lance só e mínimo.
Agora vamos esperar a campanha eleitoral e as trocas de acusações nos debates. Pois se o candidato do PT a presidência falar sobre as privatizações do PSDB o candidato do PSDB vai argumentar que nas privatizações não eram de um único lance.
Ainda tem outra questão das empresas públicas como podemos citar como exemplo da Empresa de Correio e Telégrafos que está deixando muito a desejar em seus serviços para com a população, pois a empresa está cada vez mais sucateada.
Outro exemplo também é a própria Petrobras uma empresa com o porte que ela tem e o governo a deixa chegar à situação que está. Pois é a empresa com mais dívidas no mundo. Veja em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,petrobras-e-a--empresa-com-mais--dividas-no-mundo-,1087347,0.htm
Quero ver nos debates presidenciais qual será o argumento do candidato do PT em relação a esses acontecimentos.
Quando foi falado sobre mensalão Lula “não sabia de nada”. E agora qual será o argumento?


Joabson João

União Europeia rejeita aborto como parte dos Direitos Humanos


Grupos cristãos comemoram a decisão

A União Europeia vinha discutindo uma resolução que teria declarado o aborto como um “direito humano”, o que na prática faria todos os países membros legalizarem a prática.
O Parlamento Europeu decidiu nesta terça (22) rejeitar a proposta conhecida como “Relatório Estrela de Saúde Sexual Reprodutiva e Direitos”. O assunto passará pela Comissão da Igualdade e dos Direitos da Mulher, para um estudo mais aprofundado.
O assunto gerou muito debate este ano entre lobistas de grupos cristãos e organizações “pró-vida”. Foram 351 votos de parlamentares a favor e 319 contrários, além de 18 abstenções.
Anthony Ozimic, da Sociedade Para Proteção das Crianças Não Nascidas, conta que foi feita uma grande pressão e apresentada pesquisas mostrando “que o lobby pró-aborto não tem tanta força, mesmo na cultura de morte que é tão forte hoje na Europa”.
Sophia Kuby, chefe da ONG Monitor da Dignidade Europeia disse após a votação que “A devolução à comissão dará tempo para investigar os inúmeros pontos problemáticos deste relatório, especialmente o fato de que foi orquestrado pela organização International Planned Parenthood”.
Nos EUA, a Planned Parenthood vive um conflito constantemente com grupos cristãos conservadores. O nome do relatório é por causa de sua autora, a deputada socialista Edite Estrela, de Portugal. Ela é uma espécie de Marta Suplicy europeia, e sua ideia era o reconhecimento do aborto como direito e recomendava a prestação de serviços de aborto de “alta qualidade” por todos os sistemas nacionais dos membros da União Europeia.
Ela também defendia a reeducação dos profissionais de saúde quanto ao assunto, o acesso à reprodução artificial por mulheres solteiras e lésbicas e uma educação sexual das crianças compulsória e “livre de tabus”, que ensinasse uma imagem “positiva” dos homossexuais e transexuais.
Opositores do relatório apontaram constantemente que não há um consenso internacional sobre a alegação de que o aborto seja um “direito humano”. Segundo a Federação Europeia das Associações Católicas Familiares, o programa de educação sexual também defendia a inclusão do ensino nas escolas sobre “masturbação na primeira infância”, para crianças de 0 a 4 anos. Segundo a Federação, as famílias cristãs estavam profundamente chocadas.
Roberta Metsola, uma deputada que representa Malta afirmo que o relatório “não foi o primeiro do tipo”, e outros similares devem surgir dentro de pouco tempo. Com informações Life Site News.


Fonte: Gospel Prome

terça-feira, 22 de outubro de 2013

38 Generais em um Alerta

Postado por um militar aposentado,

“Povo brasileiro, não votem no PT, são 38 Generais que se negam a se subordinar ao Ministério da Defesa, e em caso de ser eleito qualquer que seja o candidato petista, não chegará sequer a comemorar a vitória, não aceitamos e nem correremos o risco de que o Brasil adote um sistema de governo Bolivariano”.

Alertam ainda para que o povo retome nas mãos o direito e o dever democrático agindo contra o STF, mensaleiros e o Planalto.

Pode não parecer nada 38 pessoas, mas são 38 generais que comandam as Forças Armadas e que segundo o post vão agir em caso de reeleição ou eleição de qualquer que seja o candidato petista.

Caso o povo não se manifeste e acabe com as falcatruas, no Executivo e no Judiciário eles entrarão em ação. Destituirão Presidente e Ministros do STF assim como efetuarão as prisões de todos os ladrões do erário público que continuam impunes e não condenados e presos como manda a lei.

Obs: Onde estava esse post, fui o único a votar, ler e comentar, a menos que esteja postado em outros lugares além de onde vi, quem postou foi um militar aposentado e o post ficou no ar por exatamente uma semana, após isso foi deletado.

Estou repassando a mensagem e tudo que falei acima estava nesse post, nada adicionei.

Aurélio

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Animal também tem sentimentos


                Não faço parte de nenhum órgão de proteção aos animais, mas gostaria de saber o que passa na cabeça de algumas pessoas que criam animais.
Sempre vejo pessoas que criam animais e tem certo amor pelo mesmo. Cuidam do dele e muitos tratam como um membro da família leva no veterinário constantemente.
Mas em compensação gostaria de saber o que passa na cabeça de algumas pessoas que tratam os animais como objetos. Brincam com ele o quanto podem, mas quando os mesmos adoecem simplesmente jogam fora, em um terreno baldio, em um mercado público, etc. E com isso procuram outro animal para criar e no futuro fazem a mesma coisa.
Será que se um parente dessa pessoa adoecer ela vai ter a coragem de fazer isso com o parente? E se essa pessoa ficasse doente será que acharia bom ser jogada fora pelos seus entes queridos?


Joabson João 

domingo, 20 de outubro de 2013

Punição por ler a bíblia na Arábia Saudita -

Trituração de dedos, amputação de pés ou mãos, chicoteadas e até a morte por pessoas que leem a bíblia na Arábia Saudita



As punições a quem for pego com a bíblia sagrada na mão são. aputação de dedos, pês, chicoteadas e a trituração da mão conforme imagem acima. São cerca de 2500 pessoas punidas por não seguirem essa lei.
Na Arábia Saudita a maior parte da população seguem a religião islamica e todos que não seguem essa religião corre o risco de ser castigado, isso é lei lá na Arábia Saudita.

A única forma que os cristãos fazem para ler a bíblia por lá é de forma totalmente secreta, para que nem os vizinhos saibam, pois correm o risco de serem punidos.

Para você enteder melhor o porque dessa lei, você precisa mehor entender a religião islamica. Para o islamismo só existe um Deus chamado por Ala e Jesus era um simples profeta, Maomé (Muhammad) é considerado o profeta no qual foi revelada essa religião, também são conhecidos os que seguem essa religião de mulçumanos. Eles não tem a bíblia como livro doutrinário, a doutrina deles veio do Anjo Gabriel que entregou a Maomé (Muhammad) todos os preceitos bãsicos que constituem o Islã.

Maomé (Muhammad) foi o último profeta enviado por Deus para disseminar entre os homens os ensinamentos sagrados.

Essa religião é considerada a segunda maior do planeta, são mais de 935 milhões de seguidores, os países que mais seguem essa doutrina são, Indonésia, Paquistão, Índia, Bangladesh, Turquia, Egito, Nigéria, Irã e Arábia Saudita. Então esse países querem o minimo de outra religião e é por isso que fazem esse tipo de punição.

Bom amigos leitores oremos pelos cristãos que estão sofrendo por lá, pois não podem pregar o evagelho, isso é um indício de que o fim está próximo.


sábado, 19 de outubro de 2013

Governo vai ao FMI para rever conta da dívida

Adriana Fernandes | Agência Estado

Num momento em que a política econômica é alvo de ataques dos opositores da presidente Dilma Rousseff nas eleições, o Brasil vai enviar missão técnica a Washington para discutir com o Fundo Monetário Internacional (FMI) mudanças no cálculo da dívida bruta brasileira.
O grupo será liderado pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland. A visita ocorrerá dos dias 20 a 26 de outubro, segundo despacho publicado ontem (18) no Diário Oficial da União.
Em julho deste ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, enviou correspondência à diretora-gerente do Fundo, Christine Lagarde, pedindo a mudança. Pelos critérios oficiais brasileiros, a dívida bruta do País fechou 2012 com o valor equivalente a 58,7% do Produto Interno Bruto (PIB), mas nas contas do FMI esse porcentual chegou a 68%.
A diferença está na forma como são contabilizados os papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. O governo brasileiro quer que apenas uma parte deles seja considerada na dívida do País.
O governo brasileiro está empenhado nessa mudança porque o aumento da dívida bruta, impulsionado pelos aportes de empréstimos do Tesouro ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal tem sido motivo de crítica dos economistas, principalmente das agências internacionais de classificação de risco.
A dívida bruta tem tido forte alta nos últimos anos por causa desses aportes, e hoje é ponto de desconfiança em relação à política fiscal brasileira. Mantega, inclusive, já prometeu injetar menos dinheiro do Tesouro nos dois bancos.
Carta ao FMI
"O governo brasileiro entende que critérios padronizados para estatísticas nacionais são importantes para o FMI", disse o ministro na carta. "Porém, dado que o critério corrente distorce a estimativa da dívida bruta brasileira, solicitamos a revisão da metodologia." Em outro trecho, o documento afirma que os dados do FMI estão "substancialmente superestimados", e que isso prejudica a percepção sobre a situação fiscal brasileira.
Mantega explicou, na carta, que a metodologia de apuração da dívida bruta foi alterada em 2008 para dar um retrato mais fiel
sobre a situação das contas nacionais.
Ele informou que, desde 2000, por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, o Banco Central está proibido de emitir títulos.
Porém, possui em carteira um volume elevado de papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. No fim de 2012, somava 20,6% do PIB.
Excesso de liquidez
Diferentemente do FMI, que considera todos os papéis emitidos pelo Tesouro como dívida bruta, o governo brasileiro só
contabiliza como endividamento a parcela dos títulos que são utilizados em operações compromissadas, "dado que esse valor é
associado à dívida do Tesouro Nacional em poder do público".
Essas operações são realizadas pelo Banco Central com o objetivo de retirar o excesso de liquidez do mercado. A parcela correspondia a 11,9% do PIB em dezembro de 2012. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como podem ateus inteligentes ser enganados por Joseph Atwill?

Joseph Atwill é esse cara que diz ter provas de que Jesus não foi real: o cristianismo foi um astucioso produto de uma conspiração imperial romana, projetado intencionalmente para aplacar os judeus problemáticos, e ele diz ter uma confissão romana que vai revelar amanhã.
Eu acho que alguns muitos ateus estão vendo essas notícias sobre o Joseph Atwill e pensando ‘nossa! Deve ser um cara muito estudado e acadêmico que sabe do que está falando’ e não estão pensando mais profundamente do que isso. A ideia é ridícula
A ideia romana de engenharia social era implementar uma fortaleza legionária, ou levar um grupo de legionários a uma área que eles queriam pacificar. Incorporar deuses regionais em seu panteão por assimilá-los? É claro; rebuscar planos de longo prazo que exigiriam séculos para amadurecer em um resultado tangível? Não.
Já houve uma religião que foi criada por um governo que realmente se desenvolveu? A maioria das religiões morrem jovens, pois têm uma baixa taxa de sucesso. Não é um investimento inteligente – é como comprar um bilhete de loteria. Se romanos tivessem estado neste jogo de inventar religiões para conquistar os nativos ao catolicismo, veríamos mais exemplos de fracassos do que sucesso a longo prazo.
O que você pensaria de um teórico da conspiração que anunciou que Joseph Smith tinha sido um agente secreto do governo com a missão de convencer um grande número de pessoas para povoar esse estéril território do Utah? Ou que L. Ron Hubbard foi o filho de J. Edgar Hoover, que faz parte de um plano para fornecer uma alternativa do Partido Comunista para jovens impressionáveis? Há sempre pessoas a quem a teoria da conspiração é atraente, mas as pessoas mais racionais apenas iriam rir dessa ideia.
Finalmente, como Russell Glasser disse, os verdadeiros estudiosos não lançam as evidências sobre seus públicos pela imprensa ou por palestra pública – são inicialmente analisadas por estudiosos independentes para que a autenticidade seja atestada.
Se você é um dos muitos ateus que entusiasticamente me encaminham essa notícia do Atwill ou a mencionam no twitter … Olha lá. Acho que você já conheceu o grande amigo de tantos malucos meia-boca no mundo: o viés de confirmação.