Radio Evangélica

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terça-feira, 18 de março de 2025

Estátua da Liberdade no centro de polêmica entre França e EUA

Parlamentar francês sugere devolução do monumento; Casa Branca reage com críticas

PixaBay
A Estátua da Liberdade, um dos símbolos mais icônicos dos Estados Unidos, voltou ao centro do debate político internacional após declarações do eurodeputado francês Raphaël Glucksmann. O parlamentar sugeriu que os EUA deveriam devolver o monumento à França, argumentando que as políticas da administração de Donald Trump contradizem os valores que a estátua representa.

"Devolvam-nos a Estátua da Liberdade", disse Glucksmann durante um discurso em Paris, no domingo (16), direcionado aos apoiadores de seu partido, Place Public. Segundo ele, os EUA "escolheram passar para o lado dos tiranos", referindo-se às políticas de imigração e aos cortes de funcionários públicos promovidos pelo governo Trump.

A Casa Branca reagiu rapidamente às declarações. A assessora de imprensa Karoline Leavitt classificou Glucksmann como um político de "baixo nível" e relembrou o papel dos EUA na libertação da França durante a Segunda Guerra Mundial. "É apenas por causa dos Estados Unidos que os franceses não estão falando alemão neste momento. Eles deveriam ser gratos ao nosso grande país", afirmou.

A polêmica ocorre em um momento de crescente tensão entre os EUA e aliados europeus em relação a temas como imigração, democracia e governança.

A história da Estátua da Liberdade

A Estátua da Liberdade foi um presente da França aos Estados Unidos, inaugurado em 28 de outubro de 1886, para celebrar a independência americana e a amizade entre as duas nações. Projetada pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi e com estrutura interna do engenheiro Gustave Eiffel, a estátua simboliza liberdade e democracia, sendo uma homenagem aos ideais republicanos.

A ideia de presentear os Estados Unidos surgiu em 1865, quando o jurista francês Édouard René de Laboulaye propôs a criação de um monumento para reforçar os laços entre os dois países. A estátua foi construída na França e enviada desmontada para Nova York, onde foi erguida na Ilha da Liberdade, na entrada do porto da cidade.

Desde então, a estátua se tornou um símbolo global da liberdade e do acolhimento a imigrantes, sendo a primeira visão dos milhares de europeus que chegavam aos EUA em busca de novas oportunidades. A inscrição em sua base traz um poema de Emma Lazarus, destacando a mensagem de esperança: "Dai-me os seus fatigados, os seus pobres, suas massas encurraladas ansiando por respirar livres".

A recente polêmica levantada por Glucksmann reacende o debate sobre a atual postura dos EUA em relação aos princípios que a estátua representa. Enquanto para alguns a liberdade e a acolhida de imigrantes permanecem intactas, para outros, as políticas do governo Trump estariam desvirtuando esses ideais, gerando críticas e atritos diplomáticos.

Referências Bibliográficas

  • BARTHOLDI, Frédéric Auguste. Lettres et Documents sur la Statue de la Liberté. Paris: Éditions Hachette, 1886.
  • LAZARUS, Emma. The New Colossus. 1883. Disponível em: https://www.poetryfoundation.org. Acesso em: 18 mar. 2025.
  • LABOULAYE, Édouard René de. Histoire des États-Unis. Paris: Charpentier, 1865.
  • PEARL, Susan. Liberty Enlightening the World: The Story of the Statue of Liberty. New York: Harper & Row, 1984.
  • TRACHTENBERG, Alan. The Incorporation of America: Culture and Society in the Gilded Age. New York: Hill and Wang, 1982.
  • U.S. NATIONAL PARK SERVICE. Statue of Liberty History. Disponível em: https://www.nps.gov/stli/learn/historyculture. Acesso em: 18 mar. 2025.
  • EURONEWS. Político francês sugere devolução da Estátua da Liberdade aos EUA. 2025. Disponível em: https://www.euronews.com. Acesso em: 18 mar. 2025.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Dólar cai para R$ 5,70 com possibilidade de acordo entre EUA e China

 Bolsa sobe 0,23% e tem primeira alta após duas quedas

PixaBay
Em um dia de trégua no mercado internacional, o dólar caiu com a possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e China. A bolsa oscilou bastante ao longo do dia, mas teve a primeira alta após duas quedas seguidas.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (20) vendido a R$ 5,704, com recuo de R$ 0,022 (-0,38%). A cotação operou em baixa durante todo o dia. Na mínima da sessão, por volta das 14h45, chegou a R$ 5,68, mas um movimento de compra por investidores que se aproveitaram da cotação barata elevou a cotação para acima de R$ 5,70.

Com o desempenho desta quinta, a moeda norte-americana acumula queda de 2,28% em fevereiro. Em 2025, o recuo chega a 7,68%.

O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.606 pontos, com alta de apenas 0,23%. O indicador alternou altas e baixas ao longo do dia, mas fechou em leve alta apoiado por ações de mineradoras.

Sem notícias econômicas no Brasil, as negociações foram dominadas pelo mercado externo. O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou ser possível um novo acordo comercial com a China em entrevista a bordo do avião presidencial. Um acerto entre os dois países poderia significar atraso ou flexibilização do aumento de tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos.

A declaração trouxe mais alívio que outra fala de Trump, que disse pretender instituir uma tarifa de 25% sobre madeira e produtos florestais a partir de abril.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

 



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Dólar tem leve queda e bolsa sobe quase 1% em dia de recuperação

 Mercado financeiro reage com estabilidade após novas tarifas dos EUA

Pixa Bay
O anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump, de uma tarifa adicional de 25% sobre o aço e o alumínio importados pelos Estados Unidos teve pouca influência no mercado financeiro. O dólar teve pequena queda, e a bolsa de valores subiu quase 1%, recuperando-se parcialmente das quedas recentes.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (10) vendido a R$ 5,785, com recuo de R$ 0,008 (-0,13%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,82 por volta das 9h15. No entanto, inverteu a trajetória e passou a cair ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 10h30, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,76.

Apesar de ter ensaiado uma nova alta no fim da manhã, a moeda norte-americana voltou a cair durante a tarde. Com o desempenho desta segunda-feira, a divisa acumula queda de 6,36% em 2025.

O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.572 pontos, com alta de 0,76%. O indicador chegou a subir 1,42% às 10h35, mas desacelerou ao longo da tarde. O avanço do petróleo e do minério de ferro no exterior favoreceu ações de petroleiras e mineradoras, que têm maior peso na bolsa brasileira.

Em relação ao dólar, o Brasil destoou da maioria dos países, onde a moeda norte-americana fechou em alta. A pressão de exportadores que venderam dólares após a cotação superar os R$ 5,80 ajudou a segurar a pressão sobre o câmbio no Brasil.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

EUA Testam Arma a Laser em Navio de Guerra

Relatório da Marinha confirma experimento realizado em 2024, mas detalhes são mantidos sob sigilo

Divulgação/Marinha dos Estados Unidos
No último ano, o governo dos Estados Unidos (EUA) realizou um teste inédito com a arma a laser da Marinha do país. A informação foi divulgada recentemente em um relatório anual publicado no dia 31 de janeiro.

De acordo com o documento, a arma futurista conhecida como Helios foi testada contra um drone em movimento. O disparo foi realizado a partir do navio USS Preble, uma embarcação da frota norte-americana equipada com tecnologia de ponta para combate naval.

Digno de Cena de Filme!

Uma imagem divulgada pela Marinha dos EUA mostra um feixe de luz extremamente intenso sendo emitido pela embarcação. O registro, capturado com câmeras infravermelhas, lembra cenas de filmes de ficção científica, reforçando o avanço tecnológico do armamento.

Por fim, ainda segundo o relatório, o disparo atingiu com sucesso o alvo. No entanto, detalhes adicionais sobre o experimento, como a data exata do teste e os resultados específicos, não foram revelados pela Marinha norte-americana.

Fonte: PaiPee

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Trump denuncia "escória violenta" e critica política de fronteiras abertas nos EUA

Futuro presidente usa ataque em Nova Orleans para reforçar sua retórica contra a imigração ilegal; críticas ao governo Biden marcam o início de seu mandato

© JOSH EDELSON
Donald Trump denunciou, nesta quinta-feira (2), a "escória violenta" que, segundo ele, "se infiltrou" nos Estados Unidos devido a uma política de "fronteiras abertas", poucos dias antes de assumir novamente a presidência.

"Nosso país é um desastre, uma chacota no mundo inteiro. Isso é o que acontece quando há FRONTEIRAS ABERTAS, com uma liderança fraca, ineficaz e praticamente inexistente", afirmou o republicano em sua rede Truth Social.

Trump acusou o Departamento de Justiça, o FBI e promotores democratas de negligência: "Não fizeram seu trabalho. São incompetentes e corruptos, gastando todas as suas horas me atacando judicialmente, em vez de proteger os americanos da escória violenta externa e interna que se infiltrou no governo e na nação", disparou.

O presidente eleito também apelou à CIA, pedindo que a agência "se envolva AGORA, antes que seja tarde demais". Segundo Trump, os Estados Unidos enfrentam "uma erosão violenta da segurança, da proteção nacional e da democracia em toda a nossa nação".

A declaração veio após um ataque com uma caminhonete em Nova Orleans, supostamente cometido por Shamsud Din Jabbar, um americano nascido no Texas que teria se inspirado no grupo Estado Islâmico (EI). O incidente foi usado por Trump para criticar o presidente democrata Joe Biden e reforçar sua campanha contra a imigração ilegal.

De acordo com uma pesquisa do instituto Gallup, realizada entre 2 e 18 de dezembro, 68% dos adultos americanos acreditam que Trump conseguirá controlar a imigração ilegal.

O republicano também retomou suas críticas aos "criminosos estrangeiros" na rede X. "Quando disse que os criminosos que vêm para cá são muito piores do que os criminosos que já temos no país, os democratas e a mídia de notícias falsas refutaram, mas minha afirmação provou ser verdadeira. A taxa de criminalidade em nosso país está em um nível que ninguém viu antes", escreveu ele.

Apesar disso, estatísticas oficiais do FBI indicam que os crimes violentos nos EUA têm diminuído.

Com informações da AFP

 

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Dólar fecha estável com PEC dos Precatórios e dados de inflação

Bolsa encerra em alta pelo segundo dia consecutivo

A aprovação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios e a alta da inflação em outubro fizeram o dólar fechar o dia estável, apesar das pressões do mercado internacional. A bolsa de valores desacelerou perto do fim da sessão, mas teve alta pelo segundo dia seguido.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (10) vendido a R$ 5,50, com leve alta de 0,1%. A cotação passou a maior parte do dia em queda, chegando a R$ 5,43 na mínima do dia, por volta das 11h. No entanto, a alta da inflação nos Estados Unidos puxou a moeda para cima no fim das negociações.

A divisa acumula queda de 2,59% nos dez primeiros dias de novembro. No ano, a moeda norte-americana registra alta de 5,99%.

O mercado de ações teve um dia parecido, com as condições favoráveis que predominaram durante esta quarta-feira, perdendo força nas horas finais de negociação. O índice Ibovespa, da B3 (Bolsa de Valores), fechou aos 105.968 pontos, com alta de 0,41%. O indicador chegou 1,77% pouco antes das 14h, mas desacelerou com a queda dos preços internacionais do petróleo e com o desempenho negativo das bolsas norte-americanas.

Precatórios

A aprovação da PEC dos Precatórios, que agora passa a tramitar no Senado, foi bem recebida pelos investidores. Isso porque, embora o texto libere R$ 91,5 bilhões no Orçamento do próximo ano, o mercado considera que a rejeição da emenda poderia desencadear a edição de um decreto de calamidade pública com potencial de violar ainda mais o teto de gastos.

Em relação à inflação, a aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 1,25% em outubro aumentou as expectativas de que o Banco Central mantenha ou aumente o ritmo de alta dos juros. Taxas mais altas no Brasil tornam o país mais atraente para recursos estrangeiros.

O dólar só não fechou em baixa porque a inflação nos Estados Unidos também veio alta, atingindo 6,2% no acumulado de 12 meses, na maior variação anual desde novembro de 1990, pouco antes da Guerra do Golfo. Isso aumenta as apostas de que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) antecipe os aumentos dos juros da maior economia do planeta. Taxas elevadas no exterior estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

 

Fonte: Agência Brasil – Imagem: REUTERS/Lee Jae-Won/Direitos Reservados