Radio Evangélica

Mostrando postagens com marcador Trump. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trump. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de março de 2025

Dólar sobe para R$ 5,75 com tarifas de Trump e declarações de Haddad

Bolsa de valores cai 0,77% e volta a ficar abaixo dos 132 mil pontos

Pixabay
Após vários dias de trégua, o mercado financeiro iniciou a semana com turbulências. O dólar subiu com novas ameaças de tarifaços do presidente norte-americano Donald Trump e declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A bolsa de valores descolou-se do exterior e caiu quase 1%.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (24) vendido a R$ 5,752, com alta de R$ 0,035 (+0,61%). A cotação chegou a subir para R$ 5,77 por volta das 9h50, após declaração de Haddad sobre uma possível mudança de parâmetros do arcabouço fiscal, mas desacelerou e voltou a operar em torno de R$ 5,73 após o ministro prestar esclarecimentos na rede social X.

Perto do fim das negociações, no entanto, a moeda norte-americana acompanhou o mercado internacional e voltou a disparar, após Trump anunciar a intenção de sobretaxar em 25% países que comprem petróleo da Venezuela. O mandatário norte-americano também anunciou que o tarifaço previsto para vigorar a partir de 2 de abril afetará alumínio, automóveis e produtos farmacêuticos.

O mercado de ações também teve um dia agitado. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 131.321 pontos, com queda de 0,77%. O indicador chegou a operar na estabilidade no fim da manhã, mas aprofundou a queda durante a tarde, descolando-se das bolsas norte-americanas, que se recuperaram de baixas expressivas e subiram nesta segunda.

Em um dia de volume baixo, a bolsa foi afetada pela realização de lucros, quando os investidores vendem ações para embolsar ganhos recentes, após três semanas de alta. No entanto, a conjuntura internacional também afetou porque as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, os investimentos mais seguros do planeta, subiram nesta segunda. Isso estimula a fuga de capital de países emergentes, como o Brasil.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Dólar atinge R$ 5,91 após escolha de Gleisi e discussão na Casa Branca

Bolsa cai pela terceira vez na semana e fecha mês com queda de 2,17%

PixaBay
Em um dia de turbulência no mercado doméstico e internacional, o dólar voltou a superar a barreira de R$ 5,90 e atingiu o maior nível em mais de 1 mês. A bolsa de valores caiu pela terceira vez na semana e fechou o mês com recuo de mais de 2%.

O dólar comercial encerrou a sexta-feira (28) vendido a R$ 5,916, com alta de R$ 0,088 (1,5%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade durante a manhã, mas aproximou-se de R$ 5,90 após a nomeação da deputada federal Gleisi Hoffman (PT-PR) para a Secretaria de Relações Institucionais

Após o desentendimento público entre os presidentes Donald Trump e Volodymyr Zelenky, a cotação superou os R$ 5,90.

Após a turbulência desta sexta-feira, a moeda norte-americana, que acumulava queda em fevereiro, fechou a semana com ganho de 3,25% e o mês com valorização de 1,39%. A cotação está no maior valor desde 24 de janeiro.

Ibovespa

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.709 pontos, com recuo de 1,6%. O indicador refletiu tanto os fatores domésticos como a resiliência do núcleo da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que ficou em 0,3% em janeiro. 

A bolsa continuou a refletir a queda no lucro da Petrobras em 2024. A bolsa caiu 3,41% na semana e acumulou queda de 2,64% no mês.

A escolha de Gleisi Hoffman para coordenar a articulação política do governo foi recebida com preocupação por parte dos investidores. Isso porque a deputada federal criticou, por diversas vezes, a política monetária do Banco Central e os cortes no Orçamento do governo.

Em relação à discussão entre Trump e Zelensky, o dólar passou a subir em todo o planeta após a exibição do evento ao vivo no Salão Oval da Casa Branca. O índice que mede a cotação do dólar em relação às seis principais moedas internacionais subiu 0,22% após o incidente, revertendo a queda na maior parte da sessão.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Dólar tem leve queda e bolsa sobe quase 1% em dia de recuperação

 Mercado financeiro reage com estabilidade após novas tarifas dos EUA

Pixa Bay
O anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump, de uma tarifa adicional de 25% sobre o aço e o alumínio importados pelos Estados Unidos teve pouca influência no mercado financeiro. O dólar teve pequena queda, e a bolsa de valores subiu quase 1%, recuperando-se parcialmente das quedas recentes.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (10) vendido a R$ 5,785, com recuo de R$ 0,008 (-0,13%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,82 por volta das 9h15. No entanto, inverteu a trajetória e passou a cair ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 10h30, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,76.

Apesar de ter ensaiado uma nova alta no fim da manhã, a moeda norte-americana voltou a cair durante a tarde. Com o desempenho desta segunda-feira, a divisa acumula queda de 6,36% em 2025.

O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.572 pontos, com alta de 0,76%. O indicador chegou a subir 1,42% às 10h35, mas desacelerou ao longo da tarde. O avanço do petróleo e do minério de ferro no exterior favoreceu ações de petroleiras e mineradoras, que têm maior peso na bolsa brasileira.

Em relação ao dólar, o Brasil destoou da maioria dos países, onde a moeda norte-americana fechou em alta. A pressão de exportadores que venderam dólares após a cotação superar os R$ 5,80 ajudou a segurar a pressão sobre o câmbio no Brasil.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Trump impõe tarifas sobre aço e alumínio e afeta exportações brasileiras

Decisão do presidente dos EUA gera tensão comercial e impacto no mercado brasileiro

EFE/EFA/ANNA ROSE LAYDEN/POLL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10) a imposição de tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio para o país. A medida afeta diretamente o Brasil, um dos principais fornecedores desses produtos para o mercado norte-americano.

Segundo o Financial Times, membros da equipe de Trump afirmaram que as tarifas serão aplicadas a todas as importações dos EUA, sem exceções para produtos específicos. As novas tarifas entrarão em vigor a partir de 4 de março.

De acordo com autoridades americanas, a decisão é uma resposta ao aumento das exportações estrangeiras desses metais, que, segundo o governo, prejudicam os produtores de aço e alumínio dos Estados Unidos.

Impacto no Brasil e possível retaliação

O governo brasileiro ainda avalia quais medidas pode adotar em resposta às tarifas. Nesta manhã, surgiram especulações de que o Brasil poderia retaliar taxando empresas de tecnologia dos EUA, como Google, Amazon e Meta. No entanto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou essa possibilidade.

"Não é correta a informação de que o governo Lula deve taxar empresas de tecnologia se o governo dos Estados Unidos impuser tarifas ao Brasil", declarou Haddad na rede social X (antigo Twitter). O ministro destacou que qualquer posicionamento oficial será baseado em decisões concretas e não em anúncios que possam ser mal interpretados ou revistos.

Atualmente, os Estados Unidos representam 48% das exportações brasileiras de aço e 16% das de alumínio, totalizando US$ 5,7 bilhões em vendas em 2024.

Mercado reage à medida

Antes da oficialização das tarifas, as ações da Gerdau (GGBR4) operavam em alta, impulsionadas pela forte presença da empresa no mercado norte-americano, o que pode minimizar impactos tarifários. Por outro lado, CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e CBA (CBAV3) enfrentavam volatilidade devido à dependência de exportações para os EUA.

A decisão de Trump reforça a tendência de endurecimento da política comercial dos Estados Unidos. Na semana passada, o presidente já havia imposto uma tarifa de 10% sobre as importações chinesas e ameaçado Canadá e México com medidas semelhantes.

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Mercado financeiro reage a ameaças de Trump e dólar encosta em R$ 5,80

Bolsa amplia queda e fecha a semana em baixa com temor de novas tarifas comerciais

PixaBay
As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis elevações de tarifas comerciais levaram o mercado financeiro global a uma onda de instabilidade nesta sexta-feira (7). No Brasil, o dólar, que operava em queda, voltou a subir e fechou a R$ 5,793, enquanto a bolsa de valores ampliou suas perdas e registrou o primeiro recuo semanal de 2025.

A moeda norte-americana chegou a cair para R$ 5,74 ao longo do dia, mas disparou após uma reportagem da agência Reuters indicar que Trump pretende adotar tarifas recíprocas sobre produtos importados. No fim da tarde, a cotação ganhou novo impulso quando o presidente reafirmou a intenção ao lado do primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, em um evento na Casa Branca.

No mercado de ações, o Ibovespa encerrou em queda de 1,24%, aos 124.619 pontos, após operar estável no início da sessão. No acumulado da semana, o índice caiu 1,2%, refletindo a preocupação dos investidores com possíveis impactos da política protecionista dos EUA.

A adoção de tarifas comerciais recíprocas pode pressionar a inflação nos Estados Unidos, o que aumenta a chance de uma alta nos juros pelo Federal Reserve. Esse cenário tende a fortalecer o dólar globalmente e provocar a fuga de capital de mercados emergentes, como o Brasil.

Com informações da Reuters

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Trump anuncia ataque de precisão contra líderes do Isis na Somália

Presidente dos EUA afirma que operação eliminou terroristas sem ferir civis

PixaBay
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a realização de um ataque de precisão contra líderes do grupo terrorista Estado Islâmico (Isis) na Somália. A ação, segundo ele, teve como alvo militantes que representavam uma ameaça direta aos EUA e seus aliados.

"Estes assassinos, que encontrámos escondidos em grutas, ameaçaram os Estados Unidos e os nossos aliados. Os ataques destruíram as cavernas onde vivem e mataram muitos terroristas sem, de forma alguma, ferir civis", escreveu Trump nas redes sociais.

Além de destacar o sucesso da operação, Trump criticou o ex-presidente Joe Biden, acusando-o de não ter agido com rapidez suficiente no combate ao Isis. "As nossas forças armadas há anos que têm como alvo este membro do Isis, mas Biden e os seus amigos não agiram com a rapidez necessária para realizar o trabalho. Eu agi! A mensagem para o Isis e para todos os outros que querem atacar os americanos é: 'Vamos encontrar-vos e vamos matar-vos!'", afirmou.

Segundo informações preliminares divulgadas por veículos de comunicação locais, os ataques aéreos atingiram seis áreas nas montanhas de Al-Miskaad, incluindo as zonas de Qurac, Buqo, Wangable e Dhasaan.

A presença do Isis na Somália

O Estado Islâmico - Província da Somália é uma ramificação do grupo jihadista que opera principalmente na região montanhosa de Puntland. Surgido em 2015 a partir de uma dissidência do Al-Shabaab, chegou a capturar temporariamente o porto de Qandala em 2016.

Liderado pelo xeque Abdul Qadir Mumin, o grupo conta com uma força estimada entre 500 e 700 combatentes, incluindo estrangeiros, especialmente etíopes. Apesar de sua atuação na Somália, o Isis enfrenta forte rivalidade do Al-Shabaab, que o vê como uma ameaça à sua influência na região.

A operação anunciada por Trump reforça o compromisso dos EUA em desmantelar células terroristas e impedir novos ataques contra alvos americanos e aliados.

Fonte: Euronews Português

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Trump sacode o cenário internacional com declarações polêmicas

Ex-presidente mantém postura imprevisível e reforça polarização global

Ting Shen
Donald Trump ainda não retornou oficialmente à Casa Branca, mas já está provocando abalos no cenário internacional, reafirmando seu estilo direto e muitas vezes polêmico. Reconhecido por sua imprevisibilidade – que agora se tornou previsível para muitos líderes mundiais –, o ex-presidente eleito para um mandato não consecutivo demonstra que ainda é capaz de surpreender com suas declarações incisivas, desconcertando aliados e encantando sua base de apoio.

Recentemente, Trump ironizou o Canadá, aliado histórico dos Estados Unidos e membro da Otan, ao sugerir que o país deveria se tornar o 51º estado americano ou, alternativamente, pagar tarifas, estratégia de pressão recorrente do ex-presidente. Suas declarações, vistas por alguns como exageradas, são interpretadas por seus apoiadores como um meio de forçar negociações e resultados rápidos.

Em entrevista à ABC News, Mike Waltz, novo assessor de segurança nacional de Trump, afirmou que o ex-presidente “leva muito a sério as ameaças contra os Estados Unidos”, destacando a crescente influência da China no Canal do Panamá e o fortalecimento da Rússia no Ártico. Waltz reforçou que Trump manterá “todas as opções na mesa” para proteger os interesses americanos, em contraste com a abordagem de Joe Biden.

Estilo disruptivo e desafios diplomáticos

O retorno de Trump ao protagonismo político já rompeu com as transições presidenciais tradicionais. Em uma cena inédita, o emir do Catar – figura chave nas negociações de cessar-fogo em Gaza – se reuniu recentemente tanto com representantes de Trump quanto com membros do governo Biden, sinalizando a complexidade das dinâmicas diplomáticas atuais.

Embora o estilo de Trump permaneça marcado por declarações bombásticas, há indícios de que ele pode adotar abordagens mais tradicionais em algumas áreas. A nomeação de Keith Kellogg, tenente-general aposentado e respeitado, como enviado à Ucrânia, e de Marco Rubio como provável secretário de Estado, são exemplos de um possível alinhamento com as correntes tradicionais do Partido Republicano.

Trump, no entanto, mantém seu tom característico ao afirmar que poderia resolver a guerra na Ucrânia em um único dia, possivelmente pressionando Kiev a ceder território à Rússia. Apesar disso, Waltz sinalizou inicialmente o fortalecimento da Ucrânia para melhorar sua posição em futuras negociações, apontando para uma abordagem mais calculada.

Diplomacia em foco

Entre as reações internacionais, Lia Quartapelle, presidente do comitê de relações exteriores da Itália, comentou que encontrou “disposição para discussões construtivas” com os republicanos durante uma visita recente a Washington. A manutenção do apoio à Ucrânia por parte dos Estados Unidos foi um ponto central das conversas, o que, segundo ela, foi surpreendente diante da retórica combativa de Trump.

Enquanto aliados tentam decifrar suas estratégias, Trump segue energizando seu eleitorado com sua postura de “América em primeiro lugar”. Em um cenário global cada vez mais polarizado, sua influência continua a moldar tanto os rumos internos quanto as relações internacionais dos Estados Unidos.

Fonte: AFP

 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Trump denuncia "escória violenta" e critica política de fronteiras abertas nos EUA

Futuro presidente usa ataque em Nova Orleans para reforçar sua retórica contra a imigração ilegal; críticas ao governo Biden marcam o início de seu mandato

© JOSH EDELSON
Donald Trump denunciou, nesta quinta-feira (2), a "escória violenta" que, segundo ele, "se infiltrou" nos Estados Unidos devido a uma política de "fronteiras abertas", poucos dias antes de assumir novamente a presidência.

"Nosso país é um desastre, uma chacota no mundo inteiro. Isso é o que acontece quando há FRONTEIRAS ABERTAS, com uma liderança fraca, ineficaz e praticamente inexistente", afirmou o republicano em sua rede Truth Social.

Trump acusou o Departamento de Justiça, o FBI e promotores democratas de negligência: "Não fizeram seu trabalho. São incompetentes e corruptos, gastando todas as suas horas me atacando judicialmente, em vez de proteger os americanos da escória violenta externa e interna que se infiltrou no governo e na nação", disparou.

O presidente eleito também apelou à CIA, pedindo que a agência "se envolva AGORA, antes que seja tarde demais". Segundo Trump, os Estados Unidos enfrentam "uma erosão violenta da segurança, da proteção nacional e da democracia em toda a nossa nação".

A declaração veio após um ataque com uma caminhonete em Nova Orleans, supostamente cometido por Shamsud Din Jabbar, um americano nascido no Texas que teria se inspirado no grupo Estado Islâmico (EI). O incidente foi usado por Trump para criticar o presidente democrata Joe Biden e reforçar sua campanha contra a imigração ilegal.

De acordo com uma pesquisa do instituto Gallup, realizada entre 2 e 18 de dezembro, 68% dos adultos americanos acreditam que Trump conseguirá controlar a imigração ilegal.

O republicano também retomou suas críticas aos "criminosos estrangeiros" na rede X. "Quando disse que os criminosos que vêm para cá são muito piores do que os criminosos que já temos no país, os democratas e a mídia de notícias falsas refutaram, mas minha afirmação provou ser verdadeira. A taxa de criminalidade em nosso país está em um nível que ninguém viu antes", escreveu ele.

Apesar disso, estatísticas oficiais do FBI indicam que os crimes violentos nos EUA têm diminuído.

Com informações da AFP

 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Trump promete retomar pena de morte para crimes graves nos EUA

 Ex-presidente critica decisão de Biden e promete ação enérgica ao assumir o cargo

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (24), por meio de sua plataforma de mídia social Truth Social, que instruirá o Departamento de Justiça a "buscar vigorosamente" a pena de morte para crimes cometidos por "estupradores violentos, assassinos e monstros". A declaração veio após o anúncio do presidente atual, Joe Biden, na segunda-feira, de que comutou as sentenças de 37 dos 40 presos federais no corredor da morte, convertendo-as em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

"Assim que eu for empossado, instruirei o Departamento de Justiça a buscar vigorosamente a pena de morte para proteger as famílias e crianças americanas", afirmou Trump, reforçando sua postura de endurecimento no combate a crimes graves.

Durante seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, Trump reiniciou as execuções federais, que estavam suspensas há quase 20 anos. Em contrapartida, Biden, que assumiu a presidência em janeiro de 2021, adotou uma política contrária à pena de morte, suspendendo execuções federais e agora convertendo sentenças.

A equipe de transição de Trump criticou duramente a decisão de Biden, classificando-a como "abominável" e alegando que favorece criminosos "entre os piores assassinos do mundo".

O debate sobre a pena de morte nos Estados Unidos promete ser um tema central nos próximos meses, à medida que Trump se prepara para iniciar seu novo mandato em 20 de janeiro.

Imagem: Donald Trump em Phoenix 22/12/2024 REUTERS/Cheney Orr /© Thomson Reuters

Com informações da Reuters.