Radio Evangélica

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Dólar cai para R$ 5,56 e fecha no menor valor em oito dias

Bolsa subiu pela terceira sessão seguida e superou 105 mil pontos

Em dia de feriado nos Estados Unidos, o dólar voltou a cair e fechou no menor valor em oito dias. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida e alcançou o nível mais alto em duas semanas.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (25) vendido a R$ 5,565, com queda de R$ 0,03 (0,53%). A cotação operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas caiu durante a tarde, em dia de poucos negócios por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Com o desempenho desta quinta-feira, o dólar está no menor valor desde o dia 17, quando fechou a R$ 5,52. A moeda norte-americana acumula queda de 1,43% em novembro. Em 2021, a divisa registra alta de 7,24%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 105.811 pontos, com alta de 1,24%. O indicador atingiu o maior nível desde o dia 12.

As ações da Petrobras puxaram a alta, após a estatal divulgar o plano de negócios de 2022 a 2026. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 4,13%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram 4,41%.

Sem fatores internacionais, o mercado reagiu motivado pela economia brasileira. A divulgação de que a prévia da inflação oficial atingiu 1,17% em novembro, acima das expectativas, reforçou a pressão para que o Banco Central acelere o aumento da taxa Selic (juros básicos da economia). Taxas mais altas estimulam a aplicação de capitais internacionais no Brasil.

O fechamento de um acordo para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios na próxima terça-feira (30) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado também aliviou as pressões sobre o mercado. Apesar de a proposta liberar R$ 106,1 bilhões no Orçamento do próximo ano, os investidores acreditam que a PEC terá menos impacto que um eventual decreto de calamidade pública que permita gastos fora do teto.

 

Fonte: Agência Brasil – Imagem: Reuters/Lee-Jae-Won/Direitos Reservador


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Dólar fecha abaixo de R$ 5,60 com acordo sobre PEC dos Precatórios

Bolsa subiu 0,83% e fecha no maior nível em quase duas semanas

A definição de um acordo para a votação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios blindou o dólar das turbulências no mercado internacional e fez a moeda cair para abaixo de R$ 5,60. A bolsa de valores subiu pelo segundo dia consecutivo e está no maior nível em quase duas semanas.

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (24) vendido a R$ 5,595, com recuo de R$ 0,014 (-0,26%). A cotação chegou a R$ 5,62 na máxima do dia, pouco antes das 11h, mas desacelerou durante a tarde e fechou em queda, após o anúncio de que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado pretende votar a PEC dos Precatórios na terça-feira (30).

O real teve desempenho diferente das moedas dos países emergentes, que voltaram a ser afetadas pela alta do dólar por causa do mercado internacional. A ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), divulgada nesta quarta-feira, indicou que diversos diretores apoiam uma retirada mais rápida dos estímulos monetários concedidos desde o início da pandemia de covid-19.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 104.514 pontos, com alta de 0,83%. Numa sessão volátil, o indicador chegou a cair 1,13% no pior momento do dia, mas inverteu o movimento por causa do acordo para a votação da PEC dos Precatórios e da ajuda de ações de empresas mineradoras, beneficiadas pela valorização internacional do minério de ferro.

Apesar de a PEC dos Precatórios aumentar os gastos públicos em R$ 101,6 bilhões no próximo ano, os investidores acreditam que a aprovação da proposta evita soluções mais imprevisíveis. Para os analistas financeiros, um eventual decreto de calamidade pública abriria mais espaço para gastos além do teto.

 

Fonte: Agência Brasil – Imagem: Reuters/Jo Yong-Hak/Direitos Reservados


terça-feira, 23 de novembro de 2021

Dólar encosta em R$ 5,61, pressionado por mercado externo

Bolsa recupera-se e fecha no maior nível em uma semana

Pressionado pelo mercado externo, o dólar interrompeu a trégua e voltou a subir nesta terça-feira (23), encostando em R$ 5,61. A bolsa de valores recuperou-se das quedas recentes e fechou no maior nível em uma semana.

O dólar comercial fechou esta terça-feira vendido a R$ 5,609, com valorização de R$ 0,015 (+0,27%). Exceto pelos primeiros minutos de negociação, a cotação operou em alta no resto da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 5,66, mas desacelerou durante a tarde, até fechar próxima da estabilidade.

Com o desempenho desta terça-feira, a moeda norte-americana acumula queda de 0,66% em novembro. No ano, a divisa tem valorização de 8,1%.

O mercado de ações teve um dia recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 103.654 pontos, com alta de 1,5%. O indicador foi impulsionado por ações de mineradoras, beneficiadas pela valorização do preço internacional do minério de ferro, e pela Petrobras. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 4,81% nesta terça. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 5,96%.

Apesar da decisão do governo norte-americano de queimar estoques para baratear a cotação internacional do petróleo, atualmente em torno de US$ 78 o barril, os contratos futuros registraram alta nesta terça-feira. Isso beneficiou as ações de petroleiras, como a Petrobras, que tem os papéis mais negociados na bolsa brasileira.

Em relação ao dólar, a moeda teve a maior alta diária em oito meses contra as principais divisas de países emergentes. A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) antecipe o aumento de juros por causa da recuperação da economia norte-americana pressionou as cotações em todo o planeta. As novas restrições contra a covid-19 postas em prática por diversos países europeus também contribuíram para piorar o clima no mercado internacional.

No Brasil, o dólar só desacelerou nas horas finais de negociação após notícias de que o Senado está próximo de chegar a um acordo para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Apesar de o governo ter revisado para cima, de R$ 91,6 bilhões para R$ 106,1 bilhões, o impacto da PEC, os investidores consideram a proposta a saída menos ruim para aumentar os gastos públicos do que uma possível edição de um decreto de calamidade pública.


Fonte: Agência Brasil – Imagem: Reuters/Lee-Jae-Won/Direitos Reservador

 


segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Dólar sobe para R$ 5,54 com impasse sobre PEC dos Precatórios

 Bolsa ensaiou alta, mas terminou dia com pequena queda

As incertezas em torno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e altera o cálculo do teto de gastos fizeram o dólar subir e a bolsa cair nesta segunda-feira (8). A moeda norte-americana chegou a aproximar-se de R$ 5,60, mas desacelerou perto do fim do dia. A bolsa de valores ensaiou uma alta durante a manhã, mas terminou o dia com pequena queda.

O dólar comercial fechou esta segunda vendido a R$ 5,541, com alta de R$ 0,018 (+0,33%). A cotação chegou a R$ 5,59 na máxima do dia, pouco antes das 10h, mas arrefeceu ao longo do dia com o alívio no mercado externo.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 104.781 pontos, com recuo de apenas 0,04%. Por volta das 11h45, o indicador chegou a subir 0,82%, mas perdeu força durante a tarde, até inverter o movimento e passar a cair próximo do fim da sessão.

Nesta terça-feira (9), está prevista a votação em segundo turno da PEC dos Precatórios. Depois de passar com placar apertado no primeiro turno, com quatro votos a mais que o necessário, a proposta enfrenta incertezas na próxima votação após a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber conceder liminar suspendendo a execução das emendas de relator. O plenário do STF julgará o mérito do caso na quarta-feira (10).

O alívio no mercado internacional não conseguiu contrabalançar as tensões no mercado financeiro interno. O dólar caiu perante as principais moedas internacionais com a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) mantenha os juros da maior economia do planeta no menor nível da história por longo tempo, apesar de ter começado a diminuir a compra de títulos posta em prática durante a pandemia de covid-19.

O desempenho recorde da balança comercial chinesa em outubro também contribuiu para diminuir as pressões sobre países emergentes. No Brasil, ações de empresas exportadoras de commodities, como minérios e produtos agrícolas, subiram com o desempenho comercial chinês, atualmente o maior parceiro comercial do país.

 

Fonte: Agência Brasil – Imagem: REUTERS/Lee Jae-Won/Direitos Reservados