Radio Evangélica

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Cristãos ainda enfrentam ataques contínuos

A liderança política não se preocupa muito com a situação das minorias religiosas já que o governo professa a fé islâmica

Níger (49º país na atual Classificação da Perseguição Religiosa) é um dos países da África Ocidental onde os cristãos enfrentam forte perseguição. Sua localização faz fronteira com a Argélia (37º) e a Líbia (10º). A liderança política não se preocupa muito com a situação das minorias religiosas já que o governo professa a fé islâmica. Nos últimos meses, houve um aumento acelerado do extremismo no país, principalmente através da violência do Boko Haram que tem sido forçado a sair da Nigéria, e seus militantes estão se espalhando pelo Chade, Camarões e Níger.
De acordo com relatórios da agência de notícias Reuters, o presidente Mahamadou Issoufou, que havia prometido lutar contra os grupos jihadistas na região, como uma de suas maiores prioridades, não cumpriu com a promessa. Depois de ser reeleito, ele priorizou o desenvolvimento socioeconômico. "Infelizmente, Mahamadou está focado na prioridade errada. O aumento de militantes jihadistas vai levar o país ao subdesenvolvimento socioeconômico. Não adianta lutar por uma causa sem antes combater o problema que é a raiz de todos os demais problemas. O país precisa de estabilidade no momento", comenta um dos analistas de perseguição.
Enquanto isso, os cristãos continuam sofrendo com ataques contínuos e as forças de segurança do país já perderam o controle, ficando impossibilitadas de defender todas as regiões nigerenses. A maioria daqueles que se decidem pelo cristianismo enfrentam a morte e os que sobrevivem são apontados como infiéis pela sociedade, sendo rejeitados até mesmo pelos seus familiares e amigos. Lembrando que o Níger é uma das nações que foram inseridas recentemente na Classificação da Perseguição Religiosa, onde a violência anticristã já chegou arrasando igrejas, principalmente depois do atentado terrorista ao jornal satírico francês, Charlie Hebdo, em Paris, que gerou sérias consequências nos países onde a fé islâmica predomina. Em suas orações, interceda pelos nossos irmãos nigerenses.


Portas Abertas

segunda-feira, 16 de maio de 2016

RC não acredita em vetos de Temer a pedidos de empréstimos aprovados no governo Dilma

Em entrevista na noite desta segunda-feira (16) a uma emissora de televisão de João Pessoa, o governador Ricardo Coutinho (PSB) disse não acreditar em represálias do governo Michel Temer (PMDB) em relação aos recursos destinados à Paraíba. 
De acordo com o governador, está em andamento um empréstimo, junto ao Banco do Brasil, no valor de R$ 112 milhões que será destinado para obras no estado.
"Seria inaceitável não ser autorizado. É um empréstimo para o povo da Paraíba, que tem visto o dinheiro dele ser usado com responsabilidade e eficiência", disse o governador.
Ainda segundo Coutinho, o empréstimo do Banco do Brasil, já está na mesa do ministro da Fazenda apenas para ser assinado porque já consta os pareceres favoráveis da Procuradoria Geral da República (PGR) e do próprio banco.
O governador da Paraíba foi um dos filiados do PSB que defendeu a presidente Dilma no processo de admissibilidade do impeachment, mas, apesar disso afirmou que manterá uma relação institucional respeitosa com Temer.


PB Agora

Temer quer apresentar proposta de reforma da Previdência em 30 dias em parceria com sindicatos

Comissão da reforma será criada a partir de quarta-feira (18) e presidida por Eliseu Padilha 

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
O presidente interino Michel Temer vai criar uma comissão, com participação de centrais sindicais, para discutir a reforma da Previdência, afirmou nesta segunda-feira (16) o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, líder da Força Sindical, após reunião de cerca de duas horas e meia com Temer no Palácio do Planalto. 
A comissão deve fazer sua primeira reunião já nesta quarta-feira (18)  às 9h. Em 30 dias, Temer espera ter uma proposta de reforma previdenciária para apresentar ao Congresso. 
A comissão será presidida pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e terá participação também do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
De acordo com Paulinho, todas as centrais sindicais serão convidadas a participar do órgão e cada uma terá o direito a duas cadeiras.
— O presidente garantiu que objetivo não é tirar direitos adquiridos, mas que tem urgência na reforma porque acredita que a Previdência é uma das grandes responsáveis pelo déficit nas contas públicas. Nossa posição é de que não aceitaremos em nenhuma hipótese que retirem direitos de quem já está no mercado trabalho. Mas podemos discutir uma outra Previdência para o futuro, para quem ainda vai entrar no sistema. Se não tiver acordo na comissão, o governo pode mandar proposta para o Congresso e vamos discutir lá.
Para o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto, a proposta já apresentada pela presidente afastada Dilma Roussef que estabelece a o fator previdenciário 90/100 progressivamente até 2026 (soma do tempo de contribuição com a idade para mulheres e homens respectivamente) já é suficiente.
 — Já foi feita a maldade. Com a proposta vigente, nenhuma homem se aposentará com menos de 65 anos e nenhuma mulher com menos de 60, fora 35 anos de contribuição, a partir de 2026. Por isso acreditamos que não é necessária uma reforma que inclua uma idade mínima, por exemplo, que penalizaria os mais pobres que começam a trabalhar mais cedo e teriam que permanecer mais tempo no mercado.
O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lamentou a ausência da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB) na reunião. Embora convidadas, elas optaram por não comparecer. Mais cedo, o presidente da CUT, Vagner Freitas, divulgou nota dizendo a central, a maior do País, não reconhece a legitimidade do governo Temer e vai dar a resposta em manifestações nas ruas contra as possíveis medidas anunciadas.     
— Vamos tentar sensibilizar as centrais sindicais ausentes porque, querendo ou não querendo, o novo governo está ai e se não houver debate que sairá prejudicado são todos os trabalhadores. Precisamos do diálogo para superar essa crise que já tem 11 milhões de desempregados.  

Jogos de azar e filantropia
Os líderes sindicais devem sugerir na comissão algumas medidas que acreditam que seriam suficientes para estabilizar as contas da Previdência sem mexer em benefícios dos trabalhadores ou implantar medidas como a criação de uma idade mínima para aposentadoria, proposta pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Entre elas estão: 

1. A divisão da Previdência em três partes a serem tratadas individualmente. Uma apenas dos trabalhadores do setor privado, que segundo o sindicalista não tem déficit e gera excedente, outra dos setor rural e uma terceira do setor público; as duas últimas, segundo Paulinho, responsáveis pelo rombo no sistema.

2. A revisão das chamadas filantropias, empresas que contam com isenção previdenciária devido à natureza da sua atividade. "É o caso de faculdades particulares que cobram caro dos alunos e deixam de contribuir adequadamente", diz o líder da Força.
3. O fim das desonerações fiscais implantadas durante o governo Dilma para alguns setores da Economia, que segundo levantamento dos sindicalistas, gerou uma déficit previdenciário de R$ 21 bilhões apenas nos primeiro quatro meses de 2016.
4. Um levantamento do governo sobre a sonegação de impostos.
5. A aprovação do projeto que tramita no Congresso para legalizar os jogos de azar como cassinos e bingos. Para os sindicalistas, a cobrança de tributos sobre a atividade poderia gerar de R$ 25 a 30 bihões por ano para a Previdência.    
 



Por Gustavo Heidrich para o R7

Ministro da Defesa critica organização da Rio 2016.

 Jungmann chamou gestão Dilma de ‘desatenta’ na inteligência e na infraestrutura.

Foto: EBC
O novo ministro da Defesa, Raul Jungmann, criticou nesta segunda-feira, 16, o governo da presidente Dilma Rousseff em relação à organização das Olimpíadas. Segundo ele, o governo petista foi "muito desatento" com o evento que está a pouco mais de 80 dias de ser realizado.
Para Jungmann, entre os maiores problemas estão a inteligência e a infraestrutura na cidade do Rio de Janeiro. Ele classificou a situação como “preocupação maior no curtíssimo prazo”.
“Há um déficit de atenção do governo federal até aqui, já que grande parte dos compromissos tem sido arcados pela Prefeitura do Rio e o Estado do Rio está enfrentando graves dificuldades financeiras”, disse o ministro. “O governo federal é o que tem o principal déficit e temos de, rapidamente, tentar suprir tudo isso”, completou.
O ministro listou problemas de transporte e de deslocamento dos cerca de cem signatários previstos para virem ao Brasil com suas delegações na cidade. Afirmou ainda que as dificuldades se estendem às áreas de energia e comunicações, além de questões de segurança não só no Rio, mas em São Paulo, Manaus, Salvador e Belo Horizonte, onde serão realizados alguns jogos.
Quando à área de inteligência, Raul Jungmann informou que as carências desta área levaram os demais países que poderiam cooperar mais com o Brasil a se afastarem. “Houve uma retração nos órgãos de inteligência dos outros países em relação a nós porque não havia atenção federal para este setor”, declarou o ministro.
O presidente em exercício Michel Temer convocou uma reunião para esta segunda-feira às 18 horas, no Palácio do Planalto, com todos os ministros envolvidos com o evento, para tomar pé da situação. 


Diário do Poder

domingo, 15 de maio de 2016

Temer e ministros passam fim de semana em reuniões

Imagem: Internet/Reprodução
O primeiro fim de semana da equipe do presidente interino Michel Temer tem poucos compromissos públicos, mas será intenso no que diz respeito a negociações e trabalhos internos. Como os ministros tomaram posse na quinta-feira (12) e passaram essa sexta-feira (13) em reuniões no Palácio do Planalto e entrevistas coletivas, a expectativa é de que passem neste momento a tomar conhecimento da situação de suas pastas para que a gestão se inicie logo no começo da semana.
Com a orientação do presidente interino para que não haja desperdício de tempo, alguns ministros reúnem sua equipe neste sábado (14) e domingo (15) com o objetivo de preparar as primeiras ações. As conversas estão sendo feitas de modo informal, já que parte das equipes escolhidas pelos empossados por Temer não foram ainda sequer nomeadas. Durante essa rápida transição, o governo afastado da presidenta Dilma Rousseff designou um secretário de cada pasta para auxiliar os substitutos nos procedimentos e repassar informações.
A agenda pública de Temer não prevê compromissos para este sábado. Ele permanecerá no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, mas não está descartada a possibilidade de ir para São Paulo no fim do dia. Na secretaria de Governo, o novo ministro Geddel Vieira Lima determinou que a equipe que vai assessorá-lo trabalhe nos próximos dias para que algumas atividades já estejam organizadas.
Já o titular de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, marcou uma reunião em pleno domingo(15). Ele coordena, às 17h, no prédio do ministério, em Brasília, uma “ampla reunião” com associações do setor energético, de acordo com sua assessoria de imprensa.
Com data marcada para anunciar os presidentes do Banco Central e dos bancos públicos, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, continua se inteirando da situação econômica do país. Ele passa o fim de semana em São Paulo, onde ainda mora, e deve prosseguir as conversas finais para definir os nomes. Na segunda-feira (16), o novo ministro fará o anúncio dos quadros que, segundo ele, já “estão encaminhados”. Na sexta-feira (13), ele passou o dia na capital federal, conversando com técnicos do ministério e analisando números em busca do que chamou de “real situação das contas públicas.

Por Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Edição: Fernando Fraga

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ricardo reúne secretários para discutir situação financeira da Paraíba

O governador Ricardo Coutinho (PSB)  se reuniu, no final da tarde desta sexta-feira (13), com todos os secretários do Estado para discutir a situação financeira da Paraíba após o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
No encontro, o governador também discutiu como ficarão as demandas da Paraíba junto ao Governo Federal na gestão do presidente interino, Michel Temer (PMDB).
Marcada para as 15h, a reunião teve início com meia hora de atraso. O local não foi confirmado.


MaisPB

Chefe do Estado Islâmico é morto em ataque aéreo no Iraque

Shakir Wahib é figura conhecida na imprensa internacional por ter divulgado vários vídeos sobre suas aptidões para o combate

Um porta-voz do Pentágono anunciou nesta segunda-feira (9) a morte de um dos comandantes mais importantes do Estado Islâmico (EI) no Iraque.
Identificado como Abu Wahib, também conhecido como Shakir Wahib, o homem era a principal autoridade militar do grupo terrorista na província de Anbar.
As informações do Pentágono, dadas pelo porta-voz Peter Cook, afirmam que o ataque foi feito contra o veículo que transportava o extremista perto da cidade de Rutba.
Com a morte de Wahib, espera-se que a capacidade do EI de conduzir operações na província ocidental sejam limitadas, pois ele era o grande responsável por planejar os ataques militares.
Em 2014 os terroristas tomaram grandes áreas em Anbar, mas nos últimos meses as forças de segurança iraquianas estão reconquistando algumas cidades, inclusive Ramadi e Hit.
Wahib é uma figura conhecida na imprensa internacional, por diversas vezes ele divulgou vídeos promovendo suas aptidões para o combate.
Ele tinha cerca de 30 anos, era programador de computadores e segundo a BBC era obsessivo com a própria imagem. A emissora britânica também afirma que Wahib foi declarado morto falsamente por diversas vezes.
Antes de fazer parte do EI, o homem era membro da Al Qaeda, sendo capturado pelas forças dos Estados Unidos nos anos 2000, chegando a receber sentença de morte. Mas após ser transferido para uma prisão iraquiana, em 2011, Wahib fugiu e já no ano seguinte executou um grupo de caminhoneiros sírios que viajavam pelo Iraque.
Sobre a morte do líder terrorista o porta-voz do Pentágono anunciou: “É perigoso ser um chefe do grupo no Iraque e na Síria atualmente, e por uma boa razão”. Com informações Veja


Por Leilane Roberta Lopes para o Gospel Prime

Paulinho da Força diz serem 'estapafúrdias' ideias de Meirelles sobre Previdência

Criticado por aliado de Temer, ministro disse que a prioridade do momento é o equilíbrio fiscal e defendeu idade mínima para aposentadorias

BRASÍLIA - Um dos principais articuladores do processo de impeachment e aliado do presidente em exercício, Michel Temer, o deputado Paulo Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, considerou nesta sexta-feira, 13, de "estapafúrdias" as ideias do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a Previdência.

Foto: Site Estadão
"A Força Sindical repudia qualquer tentativa de se fazer uma reforma da Previdência que venha a retirar direitos dos trabalhadores. As afirmações do ministro da economia, Henrique Meirelles, divulgadas hoje em veículos de comunicação, revelando a intenção de implantar a idade mínima para as aposentadorias, são inoportunas", diz por meio de nota o deputado que é presidente da Força Sindical.
"A estapafúrdia ideia defendida pelo atual ministro é inaceitável porque prejudica quem ingressa mais cedo no mercado de trabalho, ou seja, a maioria dos trabalhadores brasileiros. Vale lembrar que o último governo já fez mudanças no regime da Previdência que só resultaram em prejuízos para os trabalhadores", acrescenta o dirigente.
Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 13, em sua primeira entrevista coletiva à frente da Pasta, que a prioridade do momento é o equilíbrio fiscal para estabilizar o crescimento da dívida pública. Ele afirmou ter pressa para conhecer a situação dos contas do País. 
O ministro também citou a necessidade de reformar as regras da Previdência. "A reforma da Previdência é uma necessidade. A Previdência tem que ser autossustentável ao longo do tempo", disse. Mais cedo, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, ele havia defendido uma idade mínima para as aposentadorias.  


Por Erich Decat – O Estado de São Paulo

quinta-feira, 12 de maio de 2016

“Vamos abrir a caixa preta do BNDES”, diz Henrique Meirelles novo ministro da Fazenda

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) realizou durante os governos Lula e Dilma diversos empréstimos financeiros com a finalidade de promoção do desenvolvimento. Com a abertura de investigação por parte da Polícia Federal, através da Operação Lava Jato, surgiram suspeitas em relação a concessão desses empréstimos inclusive para aplicação no exterior.
Repasses de dinheiro destinados a Angola e Cuba foram debatidos amplamente pela Câmara dos Deputados principalmente quando a presidente afastada Dilma Rousseff colocou as informações desses repasses de dinheiro sob sigilo, impedindo a divulgação pública e o acesso aos dados para obtenção e destinação do dinheiro.
O novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, garantiu que o presidente em exercício Michel Temer quer uma varredura nas contas do BNDES para ter certeza da situação financeira do banco. Há, para eles, muita suspeita sobre a concessão de valores expressivos para aplicação em obras no exterior, ainda mais quando algumas empresas estão envolvidas em grandes esquemas de corrupção.
A caixa preta do BNDES deve esconder informações que poderão colocar o país em um novo patamar de líder em corrupção.


Brasil Verde e Amarelo

Paraguai respeita decisão institucional de afastamento de Dilma

AFP/Arquivos/Noberto Nogueira
O governo do Paraguai disse respeitar a decisão institucional do Congresso brasileiro sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff, que será submetida a um julgamento político - declarou o ministro paraguaio das Relações Exteriores, Eladio Loizaga.
O chanceler Loizaga reiterou que o governo de Horacio Cartes não se intromete nos assuntos internos de outros países.
"Respeitamos a decisão institucional da República Federativa do Brasil. A posição paraguaia foi sempre bem clara (...): a não intervenção nos assuntos internos de outros Estados", declarou o ministro, em entrevista coletiva.
Ao ser consultado sobre a declaração de Dilma Rousseff, que denunciou um "golpe", o ministro respondeu que "a posição do Paraguai é não interferir nas questões internas de outros Estados, assim como não queremos e não quisemos quando fizeram isso em um dado momento com o Paraguai".
Ele se referiu à decisão, em 2012, dos presidentes Cristina Kirchner (Argentina), José Mujica (Uruguai) e da própria Dilma de suspender o Paraguai do Mercosul, em represália à destituição do então presidente de esquerda Fernando Lugo "por mau desempenho".
A partir desse momento, as relações do presidente Cartes, que assumiu em 2013, com os três governantes se mantiveram no nível protocolar. Nesse sentido, Loizaga destacou hoje que as relações com o Brasil "seguem normais, sem qualquer inconveniente".


AFP