Radio Evangélica

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Oposição venezuelana aumenta pressão internacional por referendo contra Maduro

AFP/Federico Parra
A oposição venezuelana redobrou nesta quinta-feira a pressão internacional para abrir caminho a um referendo revogatório contra o presidente Nicolás Maduro, que prepara as forças militares para iniciar exercícios de defesa sob o estado de exceção.
O líder da oposição Henrique Capriles e o presidente do Parlamento - de maioria opositora -, Henry Ramos Allup, e outros deputados se reuniram com o ex-presidente do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e com o ex-presidente panamenho Martín Torrijos.
"Foram revisados todos os problemas do país, o referendo, a economia. Há uma enorme preocupação mundial com o tema venezuelano (...) lamentavelmente se vê que não há a sensatez necessária", declarou o chefe da bancada opositora, Julio Borges.
Maduro se reuniu na noite de quarta-feira com Torrijos e Zapatero, que informou nesta quinta que uma comissão da Unasul iniciará gestões para alcançar um diálogo entre o governo e a oposição.
"Pedirei à comunidade internacional que apoie este objetivo de um grande diálogo nacional e que possamos ter em um prazo razoável uma agenda", declarou Zapatero, que lidera a missão, em uma coletiva de imprensa.
Na quarta-feira, os opositores exigiram o revogatório em protestos em 23 cidades, que deixaram trinta detidos e sete policiais feridos. Durante a noite foram ouvidos panelaços em vários setores de Caracas.
A oposição, reunida na Mesa da Unidade Democrática (MUD), exige que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado de ser aliado do regime, acelere a revisão de um mínimo de 200.000 assinaturas - exigidas por lei - de um total de 1,8 milhão entregues no dia 2 de maio como requisito para ativar o referendo revogatório.
A MUD pressiona para que o revogatório ocorra em 2016 e sejam realizadas eleições, já que, se ele for realizado após 10 de janeiro de 2017 - quando são completados quatro anos do atual mandato - e Maduro perder, os dois anos restantes ficariam a cargo do vice-presidente, designado pelo presidente.
De acordo com a empresa de pesquisas Datanálisis, 70% dos venezuelanos apoiam uma mudança de governo. Para revogar Maduro, a oposição precisa de uma votação de mais de 7,5 milhões de pessoas, número com o qual o governante foi eleito em abril de 2013.
Militares preparados
Sob estado de exceção, 519.000 militares e milicianos farão exercícios de defesa na sexta-feira e no sábado, classificados pelo ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, de "sem precedentes" por seu "alcance e natureza".
"Este exercício não é para causar nenhum alarme no país", manifestou o ministro, justificando-no no fato de que a "Venezuela neste momento está ameaçada"
AFP/Federico Parra
O cientista político Benigno Alarcón, da Universidade Católica Andrés Bello, estimou que estas "grandes mobilizações militares" buscam gerar temor no povo: "Realizá-las com a desculpa das ameaças externas é uma boa maneira de demonstrar que está" a postos, afirmou.
Após os protestos, Maduro advertiu ter preparado um decreto de "comoção interna" que será utilizado se forem desencadeados atos "golpistas violentos", o que implicaria restrições às liberdades civis.
Embora os protestos não tenham atraído multidões, nas ruas aumenta o mal-estar diante da dramática escassez de comida e do alto custo da vida, já que a Venezuela tem a inflação mais alta do mundo (180,9% em 2015 e projetada pelo FMI em 700% para 2016).
"Esta situação é muito crítica, parece que não tem solução, isso demora a se acomodar. Eu assinei (para pedir o referendo), mas não fui ao protesto, prefiro ficar protegida", afirmou uma empregada doméstica de 55 anos que pediu para ter sua identidade preservada.
Ainda estão frescas na memória as manifestações de 2014 - quando 43 pessoas morreram - convocadas pelo líder opositor radical, Leopoldo López, condenado a 14 anos de prisão.
No foco internacional
Maduro sustenta que a oposição busca justificar uma intervenção dos Estados Unidos, e para isso pretende gerar violência, propagar a ideia de que na Venezuela há uma crise humanitária e faz lobby no exterior.
AFP/Anella Reta, Gustavo IZUS
Uma comissão de deputados pediu nesta quinta-feira em Washington ao secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que invoque com urgência a Carta Democrática Interamericana, mecanismo que a entidade pode ativar em caso de ruptura do marco democrático em algum Estado membro.
Em uma forte troca de declarações, Almagro disse na quarta-feira que Maduro será um "ditadorzinho" se bloquear o referendo, levando o líder venezuelano a chamá-lo de "lixo".
Ao reagir a esta polêmica, o ex-presidente do Uruguai (2010-2015) José Mujica, que foi muito próximo ao chavismo, disse que Maduro está "louco como uma cabra".


AFP

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Presidente do TRE-PB apresenta estratégias para melhoria nas eleições 2016

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargador José Aurélio da Cruz, apresentará na próxima quinta-feira (19), em sessão administrativa, aos Membros da Corte, relatório das estratégias adotadas em sua última visita ao Tribunal Superior eleitoral (TSE), onde o magistrado acompanhado da equipe multidisciplinar do TRE-PB, assegurou uma quantidade expressiva de novas urnas eletrônicas com vistas a substituição dos modelos de urnas eletrônicas que foram pivô dos problemas ocorridos no Pleito de 2014 em João Pessoa, igualmente repassará os assuntos abordados na reunião ocorrida em 13 de maio passado, com o Ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE.
José Aurélio está confiante com o bom relacionamento do TRE-PB e os novos dirigentes do TSE.
Na mesma sessão o juiz membro Tércio Chaves de Moura se despede da Corte Eleitoral, tendo cumprido seu segundo biênio em 21 de maio. Tércio Chaves ocupou por dois anos a Corregedoria Regional Eleitoral da Paraíba.

Assessoria 

Vimos em: www.paraiba.com.br

Cristãos ainda enfrentam ataques contínuos

A liderança política não se preocupa muito com a situação das minorias religiosas já que o governo professa a fé islâmica

Níger (49º país na atual Classificação da Perseguição Religiosa) é um dos países da África Ocidental onde os cristãos enfrentam forte perseguição. Sua localização faz fronteira com a Argélia (37º) e a Líbia (10º). A liderança política não se preocupa muito com a situação das minorias religiosas já que o governo professa a fé islâmica. Nos últimos meses, houve um aumento acelerado do extremismo no país, principalmente através da violência do Boko Haram que tem sido forçado a sair da Nigéria, e seus militantes estão se espalhando pelo Chade, Camarões e Níger.
De acordo com relatórios da agência de notícias Reuters, o presidente Mahamadou Issoufou, que havia prometido lutar contra os grupos jihadistas na região, como uma de suas maiores prioridades, não cumpriu com a promessa. Depois de ser reeleito, ele priorizou o desenvolvimento socioeconômico. "Infelizmente, Mahamadou está focado na prioridade errada. O aumento de militantes jihadistas vai levar o país ao subdesenvolvimento socioeconômico. Não adianta lutar por uma causa sem antes combater o problema que é a raiz de todos os demais problemas. O país precisa de estabilidade no momento", comenta um dos analistas de perseguição.
Enquanto isso, os cristãos continuam sofrendo com ataques contínuos e as forças de segurança do país já perderam o controle, ficando impossibilitadas de defender todas as regiões nigerenses. A maioria daqueles que se decidem pelo cristianismo enfrentam a morte e os que sobrevivem são apontados como infiéis pela sociedade, sendo rejeitados até mesmo pelos seus familiares e amigos. Lembrando que o Níger é uma das nações que foram inseridas recentemente na Classificação da Perseguição Religiosa, onde a violência anticristã já chegou arrasando igrejas, principalmente depois do atentado terrorista ao jornal satírico francês, Charlie Hebdo, em Paris, que gerou sérias consequências nos países onde a fé islâmica predomina. Em suas orações, interceda pelos nossos irmãos nigerenses.


Portas Abertas

segunda-feira, 16 de maio de 2016

RC não acredita em vetos de Temer a pedidos de empréstimos aprovados no governo Dilma

Em entrevista na noite desta segunda-feira (16) a uma emissora de televisão de João Pessoa, o governador Ricardo Coutinho (PSB) disse não acreditar em represálias do governo Michel Temer (PMDB) em relação aos recursos destinados à Paraíba. 
De acordo com o governador, está em andamento um empréstimo, junto ao Banco do Brasil, no valor de R$ 112 milhões que será destinado para obras no estado.
"Seria inaceitável não ser autorizado. É um empréstimo para o povo da Paraíba, que tem visto o dinheiro dele ser usado com responsabilidade e eficiência", disse o governador.
Ainda segundo Coutinho, o empréstimo do Banco do Brasil, já está na mesa do ministro da Fazenda apenas para ser assinado porque já consta os pareceres favoráveis da Procuradoria Geral da República (PGR) e do próprio banco.
O governador da Paraíba foi um dos filiados do PSB que defendeu a presidente Dilma no processo de admissibilidade do impeachment, mas, apesar disso afirmou que manterá uma relação institucional respeitosa com Temer.


PB Agora

Temer quer apresentar proposta de reforma da Previdência em 30 dias em parceria com sindicatos

Comissão da reforma será criada a partir de quarta-feira (18) e presidida por Eliseu Padilha 

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
O presidente interino Michel Temer vai criar uma comissão, com participação de centrais sindicais, para discutir a reforma da Previdência, afirmou nesta segunda-feira (16) o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, líder da Força Sindical, após reunião de cerca de duas horas e meia com Temer no Palácio do Planalto. 
A comissão deve fazer sua primeira reunião já nesta quarta-feira (18)  às 9h. Em 30 dias, Temer espera ter uma proposta de reforma previdenciária para apresentar ao Congresso. 
A comissão será presidida pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e terá participação também do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
De acordo com Paulinho, todas as centrais sindicais serão convidadas a participar do órgão e cada uma terá o direito a duas cadeiras.
— O presidente garantiu que objetivo não é tirar direitos adquiridos, mas que tem urgência na reforma porque acredita que a Previdência é uma das grandes responsáveis pelo déficit nas contas públicas. Nossa posição é de que não aceitaremos em nenhuma hipótese que retirem direitos de quem já está no mercado trabalho. Mas podemos discutir uma outra Previdência para o futuro, para quem ainda vai entrar no sistema. Se não tiver acordo na comissão, o governo pode mandar proposta para o Congresso e vamos discutir lá.
Para o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto, a proposta já apresentada pela presidente afastada Dilma Roussef que estabelece a o fator previdenciário 90/100 progressivamente até 2026 (soma do tempo de contribuição com a idade para mulheres e homens respectivamente) já é suficiente.
 — Já foi feita a maldade. Com a proposta vigente, nenhuma homem se aposentará com menos de 65 anos e nenhuma mulher com menos de 60, fora 35 anos de contribuição, a partir de 2026. Por isso acreditamos que não é necessária uma reforma que inclua uma idade mínima, por exemplo, que penalizaria os mais pobres que começam a trabalhar mais cedo e teriam que permanecer mais tempo no mercado.
O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lamentou a ausência da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB) na reunião. Embora convidadas, elas optaram por não comparecer. Mais cedo, o presidente da CUT, Vagner Freitas, divulgou nota dizendo a central, a maior do País, não reconhece a legitimidade do governo Temer e vai dar a resposta em manifestações nas ruas contra as possíveis medidas anunciadas.     
— Vamos tentar sensibilizar as centrais sindicais ausentes porque, querendo ou não querendo, o novo governo está ai e se não houver debate que sairá prejudicado são todos os trabalhadores. Precisamos do diálogo para superar essa crise que já tem 11 milhões de desempregados.  

Jogos de azar e filantropia
Os líderes sindicais devem sugerir na comissão algumas medidas que acreditam que seriam suficientes para estabilizar as contas da Previdência sem mexer em benefícios dos trabalhadores ou implantar medidas como a criação de uma idade mínima para aposentadoria, proposta pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Entre elas estão: 

1. A divisão da Previdência em três partes a serem tratadas individualmente. Uma apenas dos trabalhadores do setor privado, que segundo o sindicalista não tem déficit e gera excedente, outra dos setor rural e uma terceira do setor público; as duas últimas, segundo Paulinho, responsáveis pelo rombo no sistema.

2. A revisão das chamadas filantropias, empresas que contam com isenção previdenciária devido à natureza da sua atividade. "É o caso de faculdades particulares que cobram caro dos alunos e deixam de contribuir adequadamente", diz o líder da Força.
3. O fim das desonerações fiscais implantadas durante o governo Dilma para alguns setores da Economia, que segundo levantamento dos sindicalistas, gerou uma déficit previdenciário de R$ 21 bilhões apenas nos primeiro quatro meses de 2016.
4. Um levantamento do governo sobre a sonegação de impostos.
5. A aprovação do projeto que tramita no Congresso para legalizar os jogos de azar como cassinos e bingos. Para os sindicalistas, a cobrança de tributos sobre a atividade poderia gerar de R$ 25 a 30 bihões por ano para a Previdência.    
 



Por Gustavo Heidrich para o R7

Ministro da Defesa critica organização da Rio 2016.

 Jungmann chamou gestão Dilma de ‘desatenta’ na inteligência e na infraestrutura.

Foto: EBC
O novo ministro da Defesa, Raul Jungmann, criticou nesta segunda-feira, 16, o governo da presidente Dilma Rousseff em relação à organização das Olimpíadas. Segundo ele, o governo petista foi "muito desatento" com o evento que está a pouco mais de 80 dias de ser realizado.
Para Jungmann, entre os maiores problemas estão a inteligência e a infraestrutura na cidade do Rio de Janeiro. Ele classificou a situação como “preocupação maior no curtíssimo prazo”.
“Há um déficit de atenção do governo federal até aqui, já que grande parte dos compromissos tem sido arcados pela Prefeitura do Rio e o Estado do Rio está enfrentando graves dificuldades financeiras”, disse o ministro. “O governo federal é o que tem o principal déficit e temos de, rapidamente, tentar suprir tudo isso”, completou.
O ministro listou problemas de transporte e de deslocamento dos cerca de cem signatários previstos para virem ao Brasil com suas delegações na cidade. Afirmou ainda que as dificuldades se estendem às áreas de energia e comunicações, além de questões de segurança não só no Rio, mas em São Paulo, Manaus, Salvador e Belo Horizonte, onde serão realizados alguns jogos.
Quando à área de inteligência, Raul Jungmann informou que as carências desta área levaram os demais países que poderiam cooperar mais com o Brasil a se afastarem. “Houve uma retração nos órgãos de inteligência dos outros países em relação a nós porque não havia atenção federal para este setor”, declarou o ministro.
O presidente em exercício Michel Temer convocou uma reunião para esta segunda-feira às 18 horas, no Palácio do Planalto, com todos os ministros envolvidos com o evento, para tomar pé da situação. 


Diário do Poder

domingo, 15 de maio de 2016

Temer e ministros passam fim de semana em reuniões

Imagem: Internet/Reprodução
O primeiro fim de semana da equipe do presidente interino Michel Temer tem poucos compromissos públicos, mas será intenso no que diz respeito a negociações e trabalhos internos. Como os ministros tomaram posse na quinta-feira (12) e passaram essa sexta-feira (13) em reuniões no Palácio do Planalto e entrevistas coletivas, a expectativa é de que passem neste momento a tomar conhecimento da situação de suas pastas para que a gestão se inicie logo no começo da semana.
Com a orientação do presidente interino para que não haja desperdício de tempo, alguns ministros reúnem sua equipe neste sábado (14) e domingo (15) com o objetivo de preparar as primeiras ações. As conversas estão sendo feitas de modo informal, já que parte das equipes escolhidas pelos empossados por Temer não foram ainda sequer nomeadas. Durante essa rápida transição, o governo afastado da presidenta Dilma Rousseff designou um secretário de cada pasta para auxiliar os substitutos nos procedimentos e repassar informações.
A agenda pública de Temer não prevê compromissos para este sábado. Ele permanecerá no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, mas não está descartada a possibilidade de ir para São Paulo no fim do dia. Na secretaria de Governo, o novo ministro Geddel Vieira Lima determinou que a equipe que vai assessorá-lo trabalhe nos próximos dias para que algumas atividades já estejam organizadas.
Já o titular de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, marcou uma reunião em pleno domingo(15). Ele coordena, às 17h, no prédio do ministério, em Brasília, uma “ampla reunião” com associações do setor energético, de acordo com sua assessoria de imprensa.
Com data marcada para anunciar os presidentes do Banco Central e dos bancos públicos, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, continua se inteirando da situação econômica do país. Ele passa o fim de semana em São Paulo, onde ainda mora, e deve prosseguir as conversas finais para definir os nomes. Na segunda-feira (16), o novo ministro fará o anúncio dos quadros que, segundo ele, já “estão encaminhados”. Na sexta-feira (13), ele passou o dia na capital federal, conversando com técnicos do ministério e analisando números em busca do que chamou de “real situação das contas públicas.

Por Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Edição: Fernando Fraga

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ricardo reúne secretários para discutir situação financeira da Paraíba

O governador Ricardo Coutinho (PSB)  se reuniu, no final da tarde desta sexta-feira (13), com todos os secretários do Estado para discutir a situação financeira da Paraíba após o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
No encontro, o governador também discutiu como ficarão as demandas da Paraíba junto ao Governo Federal na gestão do presidente interino, Michel Temer (PMDB).
Marcada para as 15h, a reunião teve início com meia hora de atraso. O local não foi confirmado.


MaisPB

Chefe do Estado Islâmico é morto em ataque aéreo no Iraque

Shakir Wahib é figura conhecida na imprensa internacional por ter divulgado vários vídeos sobre suas aptidões para o combate

Um porta-voz do Pentágono anunciou nesta segunda-feira (9) a morte de um dos comandantes mais importantes do Estado Islâmico (EI) no Iraque.
Identificado como Abu Wahib, também conhecido como Shakir Wahib, o homem era a principal autoridade militar do grupo terrorista na província de Anbar.
As informações do Pentágono, dadas pelo porta-voz Peter Cook, afirmam que o ataque foi feito contra o veículo que transportava o extremista perto da cidade de Rutba.
Com a morte de Wahib, espera-se que a capacidade do EI de conduzir operações na província ocidental sejam limitadas, pois ele era o grande responsável por planejar os ataques militares.
Em 2014 os terroristas tomaram grandes áreas em Anbar, mas nos últimos meses as forças de segurança iraquianas estão reconquistando algumas cidades, inclusive Ramadi e Hit.
Wahib é uma figura conhecida na imprensa internacional, por diversas vezes ele divulgou vídeos promovendo suas aptidões para o combate.
Ele tinha cerca de 30 anos, era programador de computadores e segundo a BBC era obsessivo com a própria imagem. A emissora britânica também afirma que Wahib foi declarado morto falsamente por diversas vezes.
Antes de fazer parte do EI, o homem era membro da Al Qaeda, sendo capturado pelas forças dos Estados Unidos nos anos 2000, chegando a receber sentença de morte. Mas após ser transferido para uma prisão iraquiana, em 2011, Wahib fugiu e já no ano seguinte executou um grupo de caminhoneiros sírios que viajavam pelo Iraque.
Sobre a morte do líder terrorista o porta-voz do Pentágono anunciou: “É perigoso ser um chefe do grupo no Iraque e na Síria atualmente, e por uma boa razão”. Com informações Veja


Por Leilane Roberta Lopes para o Gospel Prime

Paulinho da Força diz serem 'estapafúrdias' ideias de Meirelles sobre Previdência

Criticado por aliado de Temer, ministro disse que a prioridade do momento é o equilíbrio fiscal e defendeu idade mínima para aposentadorias

BRASÍLIA - Um dos principais articuladores do processo de impeachment e aliado do presidente em exercício, Michel Temer, o deputado Paulo Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, considerou nesta sexta-feira, 13, de "estapafúrdias" as ideias do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a Previdência.

Foto: Site Estadão
"A Força Sindical repudia qualquer tentativa de se fazer uma reforma da Previdência que venha a retirar direitos dos trabalhadores. As afirmações do ministro da economia, Henrique Meirelles, divulgadas hoje em veículos de comunicação, revelando a intenção de implantar a idade mínima para as aposentadorias, são inoportunas", diz por meio de nota o deputado que é presidente da Força Sindical.
"A estapafúrdia ideia defendida pelo atual ministro é inaceitável porque prejudica quem ingressa mais cedo no mercado de trabalho, ou seja, a maioria dos trabalhadores brasileiros. Vale lembrar que o último governo já fez mudanças no regime da Previdência que só resultaram em prejuízos para os trabalhadores", acrescenta o dirigente.
Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 13, em sua primeira entrevista coletiva à frente da Pasta, que a prioridade do momento é o equilíbrio fiscal para estabilizar o crescimento da dívida pública. Ele afirmou ter pressa para conhecer a situação dos contas do País. 
O ministro também citou a necessidade de reformar as regras da Previdência. "A reforma da Previdência é uma necessidade. A Previdência tem que ser autossustentável ao longo do tempo", disse. Mais cedo, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, ele havia defendido uma idade mínima para as aposentadorias.  


Por Erich Decat – O Estado de São Paulo