Radio Evangélica

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Governo publica medida provisória que autoriza saque do FGTS

Medida vale para quem aderiu ao saque-aniversário e foi demitido

O governo publicou nesta sexta-feira (28), em edição extra do Diário Oficial da União, a Medida Provisória 1.290, que autoriza a movimentação da conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelos trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos sem justa causa. 

De acordo com o governo, a medida beneficiará 12,1 milhões de trabalhadores dispensados desde janeiro de 2020 até hoje, data da publicação da MP, e injetará R$ 12 bilhões na economia. 

De acordo com a medida provisória, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o pagamento será feito da seguinte forma: 

Saque de até R$ 3 mil do saldo disponível: 

  • em 6 de março, para os trabalhadores com conta bancária previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS;
  • conforme calendário a ser divulgado pela Caixa Econômica Federal para os trabalhadores sem conta bancária previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS;

Valores remanescentes do saldo disponível:

  • em 17 de junho para os trabalhadores com conta bancária previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS
  • conforme calendário a ser divulgado pela Caixa Econômica Federal para os trabalhadores sem conta previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS.

trabalhador demitido desde 2020 que aderiu ao saque-aniversário não terá de sair da modalidade para sacar o saldo retido no FGTS.

A partir de amanhã (1º de março), aqueles que aderirem ao saque-aniversário e forem demitidos terão seus saldos bloqueados novamente, podendo sacar apenas a multa rescisória.

Fonte: Agência Brasil

IBGE divulga rendimentos domiciliares per capita de 2024: Maranhão tem menor valor e DF o maior

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (28) os valores dos rendimentos domiciliares per capita referentes a 2024 para o Brasil e suas unidades da federação. O levantamento, baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, revelou que a média nacional do rendimento domiciliar per capita foi de R$ 2.069, com variações significativas entre os estados. O Maranhão registrou o menor valor, de R$ 1.077, enquanto o Distrito Federal apresentou o maior rendimento, de R$ 3.444.

A divulgação desses dados atende à Lei Complementar 143/2013, que define critérios para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Além disso, os valores são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo dos fatores de rateio baseados no inverso do rendimento domiciliar per capita.

Diferenças regionais marcam levantamento

Os dados demonstram disparidades regionais expressivas. No Nordeste, além do Maranhão, estados como Ceará (R$ 1.225), Piauí (R$ 1.350) e Alagoas (R$ 1.331) também registraram rendimentos abaixo da média nacional. Já no Sudeste, São Paulo (R$ 2.662) e Rio de Janeiro (R$ 2.490) tiveram valores mais elevados. No Sul, os estados mantiveram patamares semelhantes, com Santa Catarina (R$ 2.601) e Rio Grande do Sul (R$ 2.608) liderando na região.

Metodologia do cálculo

O rendimento domiciliar per capita foi calculado dividindo-se o total dos rendimentos domiciliares pelo total de moradores do domicílio. Foram considerados rendimentos do trabalho e de outras fontes, abrangendo inclusive pensionistas, empregados domésticos e seus parentes. Os valores foram obtidos a partir dos rendimentos brutos mensais efetivamente recebidos no período de referência da pesquisa, considerando as informações das primeiras visitas da PNAD Contínua ao longo dos quatro trimestres de 2024.

A PNAD Contínua, realizada pelo IBGE desde 2012, acompanha trimestralmente a evolução da força de trabalho e outros indicadores socioeconômicos. Durante a pandemia de COVID-19, entre 2020 e 2022, houve alterações na coleta de dados, impactando os cálculos do rendimento domiciliar per capita. No entanto, desde 2023, o instituto retomou sua metodologia tradicional, utilizando as informações da primeira visita aos domicílios.

Com essa divulgação, o IBGE reforça o papel dos dados estatísticos para formulação de políticas públicas e para a compreensão das desigualdades regionais no país. Os números também servirão de base para decisões governamentais e análise do desenvolvimento socioeconômico brasileiro.

 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Taxa de desocupação sobe para 6,5% no trimestre encerrado em janeiro, aponta IBGE

Aumento reflete crescimento da população desocupada em relação ao trimestre anterior, mas mantém queda na comparação anual

A taxa de desocupação no Brasil atingiu 6,5% no trimestre encerrado em janeiro de 2025, registrando uma alta de 0,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao período de agosto a outubro de 2024, quando estava em 6,2%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação anual, o índice apresentou queda de 1,1 p.p., já que no mesmo trimestre móvel de 2023-2024 a taxa era de 7,6%.

O levantamento do IBGE revelou que a população desocupada cresceu 5,3% no trimestre, passando de 6,8 milhões para 7,2 milhões de pessoas. No entanto, em relação ao mesmo período do ano anterior, houve uma queda de 13,1%, o que representa 1,1 milhão de pessoas a menos na condição de desocupadas.

Ocupação e rendimento

A população ocupada totalizou 103 milhões de pessoas, registrando um recuo de 0,6% (641 mil pessoas) no trimestre. No entanto, em relação ao ano anterior, o contingente aumentou 2,4% (mais 2,4 milhões de pessoas). O nível da ocupação caiu para 58,2%, com queda trimestral de 0,5 p.p., mas alta anual de 0,9 p.p.

O rendimento médio real habitual cresceu 1,4% no trimestre e 3,7% no ano, atingindo R$ 3.343. Já a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 339,5 bilhões, permanecendo estável no trimestre, mas com um aumento anual de 6,2% (R$ 19,9 bilhões a mais).

Subutilização e informalidade

A taxa composta de subutilização ficou estável no trimestre, passando de 15,4% para 15,5%, mas apresentou queda de 2,0 p.p. no ano. O número de pessoas subutilizadas foi estimado em 18,1 milhões, sem variação significativa no trimestre, mas com uma redução de 11% no ano.

A informalidade atingiu 38,3% da população ocupada, o que representa 39,5 milhões de trabalhadores informais. No trimestre encerrado em outubro, a taxa era de 38,9% (40,3 milhões), e no mesmo período do ano anterior, era de 39% (39,2 milhões).

Setores e perspectivas

No setor privado, o número de empregados com carteira assinada permaneceu estável no trimestre, totalizando 39,3 milhões de pessoas. Já os empregados sem carteira assinada somaram 13,9 milhões, apresentando queda trimestral de 553 mil pessoas, mas crescimento de 3,2% no ano.

O setor público registrou redução de 2,8% no número de empregados no trimestre, mas alta de 2,9% no ano, totalizando 12,5 milhões de pessoas. O número de trabalhadores por conta própria permaneceu estável em ambas as comparações, enquanto o de trabalhadores domésticos caiu 2,4% no trimestre, sem variação anual.

Contas externas têm saldo negativo de US$ 8,7 bilhões em janeiro

Investimentos diretos no país somaram US$ 6,5 bilhões

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As contas externas do país tiveram saldo negativo em janeiro de US$ 8,655 bilhões, informou nesta quinta-feira (23) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2024, o déficit foi de US$ 4,407 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

A piora na comparação interanual é resultado da queda de US$ 4,3 bilhões no superávit comercial, em razão, principalmente, do aumento das importações. Também contribuiu para o resultado negativo nas transações correntes, o déficit em serviços, que aumentou em US$ 1 bilhão. Em contrapartida, o déficit em renda primária (pagamento de juros e lucros e dividendos de empresas) recuou em US$ 1,1 bilhão.

Em 12 meses encerrados em janeiro, o déficit em transações correntes somou US$ 65,442 bilhões, 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), ante o saldo negativo de US$ 61,194 bilhões (2,79% do PIB) no mês anterior. Já em relação ao período equivalente terminado em janeiro de 2024, o aumento no déficit foi maior, com o resultado em 12 meses negativo em US$ 24,490 bilhões (1,11% do PIB).

De acordo com o BC, as transações correntes têm cenário bastante robusto e vinham com tendência de redução nos déficits em 12 meses, que se inverteu a partir de março de 2024. Ainda assim, o déficit externo está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país, que têm fluxos e estoques de boa qualidade.

Balança comercial e serviços

As exportações de bens totalizaram US$ 25,371 bilhões em janeiro, uma redução de 5,9% em relação a igual mês de 2024. Enquanto isso, as importações atingiram US$ 24,148 bilhões, o maior valor para meses de janeiro da série histórica iniciada em 1995, com elevação de 12,8% na comparação com janeiro do ano passado.

Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 1,223 bilhão no mês passado, ante o saldo positivo de US$ 5,563 bilhões em janeiro de 2024. A redução é de 78%.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, a queda nas exportações se deu em razão da redução dos preços internacionais dos bens exportados pelo Brasil, enquanto as quantidades estão estáveis. No caso das importações, o valor recorde se deve ao aumento nas quantidades importadas pelos brasileiros.

“O volume de bens importados aumentou 19,5% em janeiro. Se você separa as importações entre quantidade e preços, a demanda interna por bens importados cresceu ainda mais que o aumento expresso em valor”, explicou Rocha.

O déficit na conta de serviços – viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros – somou US$ 4,552 bilhões em janeiro, ante os US$ 3,531 bilhões em igual mês de 2024, crescimento de 28,9%.

Segundo o BC, há crescimento na corrente de comércio de serviços, com diversificação na conta. Na comparação interanual, uma das maiores altas, de 53,6%, foi nas despesas líquidas com transporte, somando US$ 1,442 bilhão, resultado dos aumentos na corrente de comércio e no preço dos fretes internacionais.

Outro destaque foi no déficit em serviços de propriedade intelectual, ligados a serviços de streaming, totalizando US$ 768 milhões, aumento de 29,1%. Serviços de telecomunicação, computação e informações, também puxados por operações por plataformas digitais, chegaram a US$ 998 milhões, alta de 22%.

No caso das viagens internacionais, em janeiro, o déficit na conta fechou com alta de 13,1%, chegando a US$ 979 milhões, resultado de US$ 805 milhões nas receitas (que são os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil) e de US$ 1,784 bilhão nas despesas de brasileiros no exterior.

Rendas

Em janeiro de 2024, o déficit em renda primária - lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários – chegou a US$ 5,613 bilhões, 16,2% abaixo do registrado em janeiro do ano passado, de US$ 4,371 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.

A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 287 milhões no mês passado, contra superávit US$ 258 milhões em janeiro de 2024.

Financiamento

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) caíram 28,4% na comparação interanual, explicado pelos reinvestimentos de lucro por parte das empresas que já estão no país. O IDP somou US$ 6,501 bilhões em janeiro, ante US$ 9,080 bilhões em igual período de 2024, resultado de ingressos líquidos de US$ 4,726 bilhões em participação no capital e de US$ 1,776 bilhão em operações intercompanhia.

O IDP acumulado em 12 meses totalizou US$ 68,491 bilhões (3,16% do PIB) em janeiro, ante US$ 71,070 bilhões (3,25% do PIB) no mês anterior e US$ 66,581 bilhões (3% do PIB) no período encerrado em janeiro de 2024.

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve saída líquida de US$ 715 milhões em janeiro, composta por retirada líquida de US$ 2,370 bilhões em títulos da dívida e entrada líquida de US$ 1,655 bilhão em ações e fundos de investimento. Nos 12 meses encerrados em janeiro, os investimentos em carteira no mercado doméstico somaram saídas líquidas de US$ 8,5 bilhões.

estoque de reservas internacionais atingiu US$ 328,303 bilhões em janeiro, redução de US$ 1,426 bilhão em comparação ao mês anterior.

Fonte: Agência Brasil 

IGP-M sobe 1,06% em fevereiro e acumula alta de 8,44% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 1,06% em fevereiro, marcando uma alta expressiva em relação a janeiro, quando havia registrado elevação de 0,27%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 1,33% no ano e 8,44% nos últimos 12 meses. No mesmo período do ano anterior, o IGP-M havia registrado uma queda de 0,52% no mês, acumulando uma redução de 3,76% em 12 meses.

Preços ao produtor e consumidor impulsionam o índice

De acordo com Matheus Dias, economista do FGV IBRE, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) foi influenciado pela alta nos preços de ovos e café, reflexo da forte elevação das temperaturas, que reduziu a produtividade e limitou a oferta. Além disso, a proximidade da Quaresma intensificou a pressão sobre a disponibilidade de ovos.

No Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a alta foi impulsionada por reajustes na gasolina e tarifas de energia elétrica, que refletiram o aumento do ICMS e a retirada do bônus de Itaipu. Em fevereiro, o IPC registrou variação de 0,91%, contra 0,14% em janeiro. Entre as principais altas, destacaram-se os grupos Habitação (-1,65% para 1,49%), Transportes (0,44% para 1,46%) e Despesas Diversas (0,29% para 0,81%). Já os preços de Alimentação e Vestuário apresentaram desaceleração.

Construção civil desacelera

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,51% em fevereiro, abaixo do avanço de 0,71% em janeiro. O grupo Materiais e Equipamentos manteve a taxa de 0,43%, enquanto o grupo Serviços subiu de 0,41% para 0,68%, e o grupo Mão de Obra recuou de 1,13% para 0,59%.

Para mais detalhes sobre a evolução do IGP-M e seus desdobramentos, consulte o estudo completo disponível no site da FGV IBRE.

 

Entenda como funcionará Pix por aproximação

 Oferta da ferramenta será obrigatória a partir desta sexta

A partir desta sexta-feira (28), as instituições financeiras serão obrigadas a oferecer mais uma modalidade de transferência via Pix que dispensa a necessidade de digitar a senha bancária. A oferta do Pix por aproximação passa a ser obrigatória, neste momento apenas para celulares Android.

Com a funcionalidade, basta o cliente encostar o celular na maquininha de cartão e fazer o Pix por meio da tecnologia Near Field Communication (NFC). Nas compras pela internet, o Pix será concluído com apenas um clique, sem a necessidade de captar o Código QR ou usar a função Copia e Cola do Pix. O processo será executado dentro do site da empresa vendedora.

O valor máximo por transação será R$ 500. O cliente poderá diminuir o limite por operação e criar um valor máximo por dia para essa modalidade do Pix.

O procedimento é semelhante ao utilizado com cartões de crédito e de débito, cujos pagamentos por aproximação têm se expandido no país. Em setembro do ano passado, 65% dos pagamentos presenciais foram feitos por aproximação, por cartões ou outros dispositivos, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Até agora, o Pix por aproximação estava em fase de testes. Entre os bancos e instituições de pagamento que testavam a tecnologia estão Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, C6, Itaú, PicPay e Santander. Um total de 12 marcas de maquininhas firmaram parceria com o Google para estender o pagamento por aproximação ao Pix: Azulzinha, Bin, Cielo, Fiserv, Getnet, Mercado Pago, Pagbank, Rede (que pertence ao Itaú), Safra Pay, Sicredi, Stone e Sumup.

Com a obrigatoriedade da oferta, todas as instituições financeiras associadas ao open finance, que envolve o compartilhamento de dados entre elas, terão de estar no Google Pay (carteira digital do Google) e ofertar o Pix por aproximação. Isso ocorre porque, até o momento, apenas o Google Pay está cadastrado no Banco Central (BC) como iniciadora de pagamento.

Como a Apple Pay e a Samsung Pay não estão registradas no BC, o Pix por aproximação estará disponível apenas para os dispositivos móveis do sistema Android, que usam o Google Pay. Pelo menos dois bancos, Bradesco e Banco do Brasil, oferecem a tecnologia dentro de seus aplicativos. A expectativa é que outros bancos passem a oferecer a funcionalidade em seus aplicativos a partir desta sexta.

Como habilitar o celular e o Google Pay

•    Habilitar a tecnologia NFC no celular, na abas “Configurações” e, em seguida, “Conexões” ou “Dispositivos conectados;

•    Abrir o aplicativo Carteira do Google;

•    Clicar em “Adicionar à carteira”, na parte inferior do aplicativo;

•    Clicar em “Cartão de pagamento”;

•    Clicar em “Novo cartão de débito ou de crédito”;

•    Seguir as demais instruções.

Como usar o Pix por aproximação com carteira digital

•    Com a conta bancária associada ao Google Pay, pedir o pagamento via Pix ao estabelecimento com maquinhas que ofereçam a tecnologia;

•    Aproximar o celular desbloqueado do Código QR exibido na maquininha;

•    Confirmar a transação na tela do celular;

•    Confirmar a proteção cadastrada no celular – impressão digital, reconhecimento facial, senha do celular ou chave de segurança;

•    Transação concluída.

Como usar o Pix por aproximação no aplicativo do banco

•    Abrir o aplicativo do banco e escolher a opção “Pix por aproximação”;

•    Aproximar o celular do Código QR exibido na maquininha;

•    Seguir as demais instruções do aplicativo;

•    Procedimento pode variar conforme a instituição financeira. No Banco do Brasil, o aplicativo pedirá a senha bancária para transações acima de R$ 200.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Reflexão sobre Efésios 1:5 – A Maravilhosa Adoção em Cristo

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Efésios 1:5 declara: "e nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade." (ARA). Esse versículo revela uma verdade essencial sobre a redenção e o amor incondicional de Deus por nós.

Adoção: Um Ato de Graça e Amor

A Bíblia de Estudo de Genebra enfatiza que a adoção espiritual mencionada por Paulo não é baseada em nosso merecimento, mas na livre e soberana vontade de Deus. Assim como na cultura romana a adoção conferia plenos direitos e herança ao filho adotado, Deus nos incorpora em Sua família com todos os direitos e bênçãos espirituais.

No contexto romano da época, a adoção era uma prática legal comum, especialmente entre famílias nobres e senadores, que adotavam herdeiros para garantir a continuidade do nome e do patrimônio familiar. Diferente da concepção moderna de adoção, no mundo romano o adotado adquiria imediatamente todos os direitos e privilégios de um filho legítimo, sendo tratado como um verdadeiro descendente do adotante. Essa realidade jurídica traz uma rica analogia à nossa adoção espiritual em Cristo: somos feitos co-herdeiros com Ele, recebendo plena cidadania no Reino de Deus.

A cidade de Éfeso, onde a igreja destinatária dessa carta estava localizada, era uma metrópole influenciada pelas leis e costumes romanos. A menção da adoção por Paulo fazia sentido para seus leitores, pois eles compreendiam bem o peso legal e social desse conceito. Ao utilizar essa metáfora, Paulo enfatiza que nossa filiação divina não é simbólica, mas legítima e irrevogável.

A Bíblia de Estudo Thompson destaca que essa adoção ocorre através de Jesus Cristo. Não podemos nos tornar filhos de Deus por nossos esforços; é unicamente pela graça divina, manifesta na obra redentora de Cristo, que somos recebidos como filhos.

Já a Bíblia de Aplicação Pessoal reforça a dimensão prática dessa adoção: Deus nos escolheu antes da fundação do mundo para sermos parte de Sua família. Isso significa que nossa identidade não é definida por erros passados, mas pela nova relação que temos com Deus.

Vivendo Como Filhos de Deus

Se fomos adotados, precisamos viver de acordo com essa nova identidade. Isso implica confiar no amor do Pai, andar em santidade e refletir Sua natureza ao mundo. Como filhos de Deus, não estamos mais presos à escravidão do pecado, mas somos chamados a viver em obediência e gratidão.

A adoção divina também nos ensina sobre comunidade. Assim como Deus nos aceitou em Sua família, devemos acolher uns aos outros com amor, construindo relações baseadas na graça. Essa adoção também nos dá segurança e esperança, pois sabemos que nosso Pai celestial cuida de nós e nos conduz em Sua vontade perfeita.

Um Chamado à Reflexão e Gratidão

Essa verdade nos leva a refletir sobre nossa resposta ao amor de Deus. Se fomos feitos filhos, devemos buscar viver de maneira digna dessa filiação, honrando nosso Pai em todas as áreas da vida. Nossa identidade em Cristo nos encoraja a viver em amor, perdoando e servindo ao próximo, assim como Deus nos amou primeiro.

Conclusão

Efésios 1:5 é um lembrete poderoso de que nossa salvação não é um acaso, mas parte de um plano divino de amor. Deus nos escolheu, nos chamou e nos tornou filhos através de Jesus Cristo. Que essa verdade transforme nossa maneira de viver, inspirando-nos a refletir a glória dAquele que nos adotou para Si. Que possamos viver com gratidão, confiança e propósito, sabendo que pertencemos à família de Deus por toda a eternidade.

 

Varejistas estão cautelosos e menos otimistas com a economia

Índice de confiança em fevereiro caiu 2,1% na comparação com janeiro

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Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou em fevereiro queda de 2,1% na comparação com janeiro e de 5,4% em relação a fevereiro do ano anterior, atingindo 103,7 pontos. Ainda assim, o indicador segue acima do nível de satisfação (acima de 100 pontos).

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a pesquisa evidencia o clima menos otimista no varejo diante de um cenário econômico mais desafiador.

Segundo a entidade, o resultado é reflexo da queda de quase todos os componentes analisados, com peso maior para “condições atuais da economia”, que caiu 6,5% na variação mensal e 18,7% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. O único subíndice em crescimento foi o de “intenções de investimento em estoque”, que subiu 0,1% nos dois cenários em retrospecto.

“A redução da confiança é coerente com o ambiente de juros elevados e de trajetória mais complexa do que no início de 2024. Esses fatores seguem impactando as decisões do empresariado e exigindo cautela na condução dos negócios nos próximos meses. É algo a ser acompanhado de perto, já que o otimismo do setor é essencial para impulsionar os investimentos e gerar crescimento para o país”, afirmou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Contribuiu para o saldo negativo do Icec a retração de todos os segmentos observados, principalmente pelas lojas do varejo de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, com variação negativa mensal de 3,3%. Roupas, calçados, tecidos e acessórios recuaram 1,7%, enquanto o segmento de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis e decorações, cine/foto/som, materiais de construção e veículos tiveram uma queda de 2,7%.

“Os comerciantes têm sentido muito o impacto da Selic alta, com a tendência de novos aumentos. A prova disso é que na percepção atual do comércio, as atividades que englobam os bens de maior valor agregado (eletroeletrônicos, móveis e decorações, cine/foto/som, materiais de construção e veículos) caíram 5,3% em relação a janeiro porque são eles os mais afetados pela evolução dos juros”, disse o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Fonte: Agência Brasil

Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cresce 19% em janeiro

Segundo a Abimaq, venda no mercado doméstico impulsionou resultado

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indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou em janeiro R$ 20,4 bilhões em receita líquida de vendas, montante 19,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

De acordo com a entidade, o avanço das vendas no mercado doméstico impulsionou os resultados, com a receita interna atingindo R$ 15,6 bilhões, um aumento de 32,3% em relação a janeiro de 2024. 

As exportações do setor, em janeiro, sofreram uma retração significativa, totalizando US$ 818 milhões, uma queda de 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abimaq, a retração foi causada principalmente pela redução das exportações para os Estados Unidos, Singapura e México.

Já as importações cresceram 19,3% no comparativo anual, atingindo US$ 2,7 bilhões, o maior volume já registrado para um mês de janeiro. A China é a principal fornecedora de equipamentos ao país, respondendo por 36% das máquinas importadas.

“Os dados reforçam a tendência de recuperação iniciada no segundo semestre de 2024 e indicam perspectivas otimistas para o setor ao longo do primeiro semestre de 2025”, disse a entidade, em nota.

Fonte: Agência Brasil

Dólar supera R$ 5,80 após Caged e ameaças de Trump

Bolsa cai 0,96% e fecha abaixo dos 125 mil pontos

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Num dia de instabilidade no mercado interno e externo, o dólar superou os R$ 5,80 e atingiu a maior cotação desde o início do mês. A bolsa de valores recuou quase 1%.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (26) vendido a R$ 5,803, com alta de R$ 0,048 (+0,83%). A cotação chegou a iniciar o dia em queda, chegando a R$ 5,74 por volta das 10h, mas passou a subir após a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou a criação de 137,3 mil postos formais de trabalho em janeiro.

A cotação operou em firme alta durante toda a tarde e ultrapassou a barreira de R$ 5,80 perto do fim das negociações, após o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçar impor tarifas de 25% a produtos da União Europeia e anunciar que as tarifas para México e Canadá só entrarão em vigor em abril.

O mercado de ações também teve um dia tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.769 pontos, com queda de 0,96%. Além do mercado interno, o indicador foi influenciado pela queda no preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo desempenho das bolsas norte-americanas.

No cenário doméstico, a divulgação de que a economia brasileira criou mais empregos com carteira assinada que o esperado reacendeu as expectativas de que o Banco Central (BC) eleve a Taxa Selic (juros básicos da economia) mais que o previsto. Isso impacta negativamente a bolsa porque estimula a migração de recursos das ações, investimentos de maior risco, para a renda fixa, motivada pelos juros altos.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil