Radio Evangélica

domingo, 21 de maio de 2017

Trump pede expulsão de extremistas islâmicos em viagem à Arábia Saudita

Imagem: Internet/Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a líderes árabes e islâmicos que combatam o “extremismo islâmico” durante um discurso neste domingo no qual fez um apelo enfático para que "expulsem" os terroristas, enquanto amenizou sua própria retórica dura sobre os muçulmanos.
Trump destacou o Irã como uma fonte-chave de financiamento e apoio a grupos militantes. Suas palavras alinharam-se com o ponto de vista de seus anfitriões da Arábia Saudita e enviaram uma mensagem difícil a Teerã no dia seguinte à vitória de Hassan Rouhani a um segundo mandato como presidente do país.
O presidente dos Estados Unidos não usou o termo "terrorismo islâmico radical", um sinal de que decidiu empregar um tom mais moderado na região depois de usar a frase repetidamente à época em que era candidato presidencial.
"O terrorismo se espalhou por todo o mundo. Mas o caminho para a paz começa aqui, neste solo antigo, nesta terra sagrada", disse Trump a líderes de dezenas de países de maioria muçulmana que representam mais de 1 bilhão de pessoas.
"Um futuro melhor só é possível se suas nações expulsarem os terroristas e expulsarem os extremistas. Retirem-os de seus lugares de peregrinação, expulsem-os de suas comunidades, expulsem-os da sua terra sagrada e retirem-os desta terra", afirmou.
O primeiro discurso de Trump no exterior proporcionou uma oportunidade de demonstrar sua força e determinação, em contraste com a luta para conter um escândalo gigantesco em casa após a saída do ex-diretor do FBI James Comey, há quase duas semanas.
Com um tom enérgico, ele deixou claro que Washington seria parceiro do Oriente Médio, mas esperava mais ação em troca.
"Ainda há muito trabalho a fazer. Isso significa enfrentar honestamente a crise do extremismo islâmico... o terror islâmico de todos os tipos", disse em seu discurso.
O discurso é parte de um esforço para restabelecer laços com o mundo islâmico após Trump ter atacado frequentemente os muçulmanos durante a campanha eleitoral no ano passado e ter tentado barrar a entrada deles aos EUA.
Lutando para conter um crescente escândalo político em casa, Trump iniciou sua primeira viagem ao exterior pela Arábia Saudita.
Trump teve uma recepção calorosa dos líderes árabes, que ignoraram sua retórica de campanha sobre muçulmanos e focaram em seu desejo de reprimir a influência do Irã na região, um compromisso que esperavam do ex-presidente Barack Obama.
Os EUA e os países do Golfo concordaram neste domingo em coordenar seus esforços contra o financiamento de grupos terroristas, um objetivo essencial para a Casa Branca.
O presidente também convocou o Conselho de Cooperação do Golfo, composto por seis países, como parte de seus esforços para conter o Irã com uma força árabe aos moldes da Otan.
Trump e os líderes estabelecerão um centro com o objetivo de reprimir a capacidade de militantes islâmicos de disseminar sua mensagem.


A Luz que elimina a escuridão

Nossa mente colabora conosco no dia a dia trazendo-nos a imagem da palavra dita, portanto ao falarmos cadeira, imediatamente nos vem à mente de nossos arcabouços interiores, uma ou variadas imagens do referido objeto, portanto teremos à vista de nossa mente algumas coisas que conhecemos por cadeira. E assim sucederá à palavra garfo, meia, chuveiro, etc…
Deus não fica distante disso, quando ouvimos essa palavra, imediatamente nos vem à mente figuras estereotipadas que nos remetem ao que nos foi inculcado como sendo a imagem do espelho mental que se iguala a Deus. Dessa forma, a grande maioria vê Deus como um velhinho de barbas brancas.
Apague então tudo o que te representa essa palavra e vamos verificar o que a palavra Deus quer dizer. Assim, teremos a Justiça, Amor, Paz, Cura, Esperança, Misericórdia, Verdade, Luz, enfim, chegaremos ao âmago de tudo que é a Vida!
Dito isso passamos a ver Deus de outra forma. O velhinho de barbas brancas passa agora a não representar mais o Deus de que falamos. O Deus de que falamos passa agora a ter para nós outras faces, que até então conhecemos, mas não associamos corretamente, às vezes até mesmo por puro preconceito.
Verificamos que são equivocados todos os conceitos, através dos quais lutamos para manter, como sendo então a personificação do que verdadeiramente nos parece querer significar a palavra Deus. Entendemos aqui, porque Deus, em conversa com Abraão, se auto denomina “Eu Sou”.
O objetivo desse intróito é apenas nos remeter ao debate do que representa verdadeiramente Deus.
Aos ateus, Deus e nada é a mesma coisa, no entanto ele crê na Ética, e nos valores adjacentes. Embora isso não seja o alvo desta conversa, vemos que o ateu comunga da necessidade dos mesmos princípios e valores.
E justamente a falta desses princípios e valores, e o conhecimento disso que trago como sendo Deus, é que está levando o nosso País à bancarrota, prova disso, que todos que estamos aqui, estamos com os mesmos objetivos, que acima nominei, como sendo Deus (Justiça, Amor, etc…)
Posso dizer claramente, tudo isso foi aviltado por cada um de nós, e cada um de nós temos nossa parcela de culpa em tudo isso que está acontecendo, e por isso agora é que estamos sendo usados como os propulsores para a volta da normalidade em nosso País.
Quando um dia furamos uma fila, ou enganamos a alguém, enfim, das mais diversas formas, fraudamos o princípio do que é puro, santo e sagrado e por isso somos penalizados. Trata-se exatamente da lei da ação e reação.
Por esse motivo ressalto aqui a necessidade de lutarmos para que todos nós respeitemos e cumpramos com nossos deveres, para reafirmar como diz o nosso amado dr. Hamilton “cumprindo nossos deveres, estaremos garantindo os direitos do outro”, e assim sucessivamente. Cada um de nós torna-se a garantia do direito do outro ao cumprir com seus deveres. Sem o dever cumprido não há direito a ser requisitado.
E encerrando, então, vemos a necessidade de nos voltarmos àquilo que nos é caro, para que então nossa terra seja sarada e curada e lavada e remida pelo Sangue do Cordeiro, e para que assim possamos vir a usufruir das benesses de viver bem e em harmonia com o todo.
Desejo a todos a Paz que excede a todo entendimento e que assim possamos seguir em frente, nos rumos da verdadeira harmonia que é o Eterno “YHVH”, ou o autodenominado “Eu Sou”.
Que Ele abençoe a cada um de nós, no nome Santo de Jesus, que é o Cristo de Nazaré, que confirmou na carne e no sangue, tudo o que está escrito, a fim de que tivessemos a revelação de que, Ele, Cristo, no princípio era o Verbo, a Palavra, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus e continua desde sempre e para sempre, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 180513 – A Luz que elimina a escuridão – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
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domingo, 30 de abril de 2017

Venezuela completa um mês de protestos nas ruas

Nuvens de gás lacrimogêneo, chuva de pedras e lojas saqueadas: a Venezuela completa na segunda-feira um mês de agitação marcado por grandes protestos contra o presidente Nicolás Maduro, que motivaram uma oferta renovada de mediação do papa Francisco.
Vinte e oito pessoas morreram e centenas ficaram feridas desde 1º de abril em incidentes violentos vinculados às manifestações, pelos quais o governo e a oposição se acusam mutuamente.
O governo negou neste sábado que a causa da morte de um jovem de 20 anos, na quarta-feira passada, durante protesto contra Maduro em Caracas tenha sido causada pelo impacto de uma bomba de gás lacrimogêneo, disparada por militares, como denuncia a oposição.
Frente à tensão crescente, o papa Francisco declarou neste sábado que o Vaticano está disposto a ajudar, mas com "condições muito claras".
O pontífice lembrou o fracassado processo de diálogo realizado em outubro passado, com o acompanhamento da Santa Sé, que a oposição abandonou em dezembro, acusando o chavismo de descumprir acordos.
"Não deu certo porque as propostas não eram aceitas ou se diluíam. Era um sim, sim, mas não, não", disse Francisco no avião papal, em viagem de volta a Roma após visita ao Egito.
A oposição descarta retomar as conversas, embora Maduro tenha insistido em voltar à mesa nos últimos dias.
As manifestações ocorrem em uma situação muito complexa. O país com as maiores reservas petrolíferas do mundo sofre uma severa escassez de alimentos e remédios, e com uma inflação, a mais alta do mundo, que o FMI estima em 720% para 2017.
"Quero que o meu país se livre desta 'ditadura'. Queremos comida, remédios, segurança", resumiu à AFP a cabeleireira Yoleida Viloria, de 42 anos, que mora no bairro popular Petare (leste de Caracas) e vai a todos os protestos.
Maduro diz que seus adversários fazem "terrorismo" para provocar um golpe de Estado e uma intervenção estrangeira. A oposição acusa o governo de reprimir violentamente as manifestações.
A queda de braço complica as relações internacionais da Venezuela, que na sexta-feira iniciou sua retirada da Organização dos Estados Americanos (OEA), acusando-a de apoiar essa "intervenção". Na terça-feira, buscará apoio em uma reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) em El Salvador.
"Um poço sem fundo"
Os protestos começaram depois que o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) assumiu no fim de março as funções da Assembleia Nacional, único dos poderes controlado pela oposição. Embora o Tribunal tenha voltado atrás com a decisão devido à forte pressão internacional, a centelha foi acesa.
Para lembrar o primeiro mês de manifestações, no 1º de maio, dia que sempre foi marcado por grandes manifestações chavistas, os opositores desafiarão o governo com grandes manifestações rumo às sedes do TSJ e o Conselho Nacional Eleitoral em todo o país.
"Resta no 1º de maio demonstrar que, depois de um mês de resistência, agora é que restam forças", desafiou neste sábado Freddy Guevara, vice-presidente do Parlamento.
A pressão não diminui. Um grupo de estudantes iniciou neste sábado uma vigília que terminará na madrugada de domingo em homenagem aos mortos, com velas e flores, em uma praça de Chacao, considerado um reduto da oposição em Caracas.
"Eleições já" é o slogan dos protestos, mas os opositores também exigem respeito à autonomia do Parlamento, a libertação de ativistas presos e um canal humanitário que alivie a grave escassez.
Maduro, cuja gestão é rejeitada por sete em cada dez venezuelanos, de acordo com pesquisas, pediu diálogo e diz que deseja eleições, embora esteja se referindo às de governadores que deveriam ter sido realizadas em 2016 e descartando uma antecipação das presidenciais de dezembro de 2018.
"É um poço sem fundo. Sem eleições, o que viria é a desgraça que muitos países viveram (...) O destino deste país, se a marcha em que está não for detida, é a violência e o caos", assegurou à AFP o analista Carlos Raúl Hernández.

"Tudo está conturbado"
Os protestos contínuos, que trouxeram à memória a lembrança das manifestações opositoras do começo de 2014, que deixaram 43 mortos, alteraram a vida cotidiana.
Durante as manifestações, o metrô e outros meios de transporte não funcionam, muitas lojas e escolas não abrem e algumas instituições e empresas trabalham em meio expediente.
"Tudo está conturbado. Não mando meu filho para a escola por medo de bombas de gás lacrimogêneo. Quase não trabalho porque não saio a comprar a linha que uso para costurar e buscar comida ficou mais difícil", contou à AFP Jaqueline Lalanne, de 46 anos.
Em meio à agitação política, grupos armados encapuzados têm semeado o pânico. Eles chegam em motos e às vezes em caminhonetes, após as manifestações, sobretudo à noite e de madrugada.
"Isto e terror (...) Atiram a esmo", relatou à AFP, sob a condição do anonimato, um homem de 34 anos, morador de El Valle, onde em uma única noite morreram 11 pessoas.
Não há indícios, por enquanto, de que a tensão vá diminuir. A oposição promete continuar nas ruas até obter um calendário eleitoral, enquanto Maduro pede a seus seguidores apoio "para o que vier".


domingo, 2 de abril de 2017

Professora acredita ser uma TransRacial

Vivemos num mundo onde tudo parece transitório, como bem observou Fernando Pessoa, um mundo “trans”. Nada parece ter forma fixa. Tudo parece fluído, em constante transformação. “Trans” virou sufixo constantemente usado para criar novas palavras. Temos não apenas os transexuais, mas também os transespecistas, estes são os que teoricamente transitam entre diferentes espécies. Temos o exemplo de uma jovem que acredita ser uma gata, ou o do brasileiro que alega ser um “sereio”. Há até os “transplanetários”, cujo exemplo recente é o do americano que gastou mais de R$ 150 mil para se parecer um ET. Além destes, temos agora mais uma palavra “trans” no vocabulário, os transraciais, que são os indivíduos que optam por pertencer a uma raça diferente de sua ancestralidade genética.
A questão dos transraciais foi levantada por Rachel Dolezal. Professora universitária de estudos africanos nos EUA, ela se apresentava como negra e liderava movimentos pela causa dos afrodescendentes. Com cabelos bem encaracolados e pele bronzeada, apesar dos olhos verdes, ela passava facilmente como tendo ancestralidade negra. Rachel inclusive chegou a apresentar um homem negro como sendo seu pai. Contudo, em 2015 seus verdadeiros pais vieram à mídia dizer que era tudo mentira. Rachel não tinha sangue negro. Era descendente de europeus alemães e tchecos. Fotos de sua juventude foram a público, e o que vemos é uma jovem de pele clara e lisos cabelos loiros. Revelada a verdade, a polêmica teve repercussões globais. Rachel perdeu seu emprego e seu cargo na liderança de um movimento negro. Agora ela afirma que está tendo dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Não é por menos, um caso assim mancha a biografia de qualquer um.
Esta semana Raquel Dolezal voltou a aparecer nos jornais. Ela diz ser uma transracial, ou seja, alguém que nasceu numa raça – no caso, a branca – mas optou ser de outra raça – a negra – porque não se identifica psicológica e socialmente como uma branca. Para Rachel o conceito de raça não é biológico, mas social. Portanto, uma pessoa pode mudar de raça ao longo da vida. O paralelo aqui com o argumento dos transexuais fica óbvio, como bem destaca a própria Rachel: “Eu acredito que a palavra transracial se tornou socialmente útil para se descrever a fluidez e a identidade racial. Eu acho a comparação útil – o gênero é compreendido, a discussão progrediu, evoluiu, as pessoas entenderam que gênero não é binário, não é nem mesmo biológico. A raça também não é um fator biológico – na verdade, a raça é ainda menos biológica do que o próprio gênero, se você pensar na história e nos nossos corpos.”
É evidente que o argumento é falho em sua origem pelo mesmo motivo que a Ideologia de Gênero é fundamentada numa mentira, ou seja, que o sexo é social, não biológico. E para sustentar uma mentira inventaram o conceito de gênero em oposição ao conceito de sexo. Mas a biologia não mente. Em cada célula do corpo o DNA prova que a diferença entre homem e mulher é fundamentada na biologia. O sujeito que nasceu homem pode depois achar que é mulher, mas isso não muda seu DNA. Alguém pode achar igualmente que é um gato, um cachorro ou até espécies imaginárias, como sereia e ET. A crença individual não muda os fatos objetivos da vida: a genética não muda por vontade do indivíduo. A realidade se impõe. A pós-modernidade, contudo, vive a brigar contra a realidade, inventando nessa batalha realidades paralelas, fictícias. Parecem odiar a realidade. Alguém pode se sentir um urso, mas isso não o fará hibernar. Alguém pode querer voar, mas isso não transformará seus braços em asas. Uma mulher pode querer ser homem, mas a pura vontade não fará seu corpo produzir esperma.
Pessoas devem ser reconhecidas por seus atos, não por sua raça ou sexo. A militância, contudo, faz com que o centro de gravidade da vida se volte para o sexo e para a raça. Isto é que faz a militância feminista, a militância gay, o movimento negro e até a militância da supremacia branca. Todas essas militâncias reduzem o ser humano. Uma pessoa nasce negra ou branca, mulher ou homem. Estes não são fatores de orgulho, nem devem orientar a vida. Os negros conquistaram sua liberdade, as mulheres seus direitos. O movimento negro e o feminista, portanto, se esvaziaram. Cumpriram seu papel histórico e não são mais necessários.
O conceito de transracialismo, pensando bem, é bem menos fascista do que as políticas de cotas raciais que herdamos da era PT. Com as cotas em vestibulares e concursos, muitos brancos passaram a se declarar negros para ter acesso ao privilégio da cota. Para evitar isso, comitês foram criados para avaliar se o sujeito é mesmo negro. Temos aqui um sistema nazista. Num país tão miscigenado como definir quem é negro ou não? E um mulato, concorre à cota apenas pela sua metade negra? E sua metade branca não ganha a cota? E alguém que aparenta ser branco, mas possui um bom percentual de ancestralidade negra, ganha a cota? Muito mais simples e menos fascista é o conceito de Raquel Dolezal de transracialidade. Se o individuo se considera negro, que assim seja para questões de cota racial. Engano meu, cotas raciais, transracialidade, ideologia de gênero, feminismo e tantas outras invenções pós-modernas são baseadas em erros e mentiras, em radicalismos políticos; são frutos de um tempo que perdeu a conexão com a realidade concreta.
(Professora acredita ser uma TransRacial – Sobre o autor: Antonio Pinho é mestre, bacharel e licenciado em Letras pela UFSC, e atua como professor e escritor – 31/03/2017 – publicado pelo Instituto Liberal)
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Manual de como Dialogar com um PeTista

Manter diálogo com um petista é uma tarefa desafiadora que requer preparo, jogo de cintura e sobretudo bastante controle emocional. O primeiro passo é conhecer bem o perfil do interlocutor. O biotipo ‘homo petistus’ deve ser compreendido dentro da totalidade de seu universo particular.
Inicialmente, devemos saber se a pessoa em questão é de fato um autêntico exemplar da espécie. Há maneiras empiricamente comprovadas de identificá-lo em poucos segundos. Faça um teste simples. Fale com ele sobre “os benefícios da Operação Lava Jato para o país”, “a falta de liberdade em Cuba” ou “a morte de Celso Daniel”. Se ele mudar de assunto, pode apostar: é petista! Um método menos constrangedor é perguntar-lhe casualmente qual o último presidente eleito: se responder que foi a “PRESIDENTA” Dilma, entregou o jogo: petista!
Obviamente, ninguém nasce petista. As pessoas nascem ‘normais’, sem rótulos, crescem, fazem escolhas durante a vida, desenvolvem-se. Ao petista, esses passos são sempre mais difíceis pois são acompanhados de julgamentos críticos e sentimentos de culpa. Ao contrário dos demais mortais, o petista é desprovido do dom do livre arbítrio que lhe é retirado durante a fase escolar. Desde cedo, o noviço que só queria brincar, namorar e ser feliz é aterrorizado e subjugado por questões dramáticas como a “influência nefasta da globalização nos mercados emergentes” ou “os efeitos negativos do neoliberalismo sobre a distribuição de renda”.
Os conceitos embutidos pelos educadores (petistas) em seu cérebro cristalizam-se e transformam-se em verdades absolutas. Para ele, a diversidade, celebrada em questões raciais ou sexuais, é inadmissível do ponto de vista político, onde questionamentos são inconcebíveis.
O pensamento binário do petista pode ser sintetizado em dois princípios básicos: 1) todo tucano é inimigo, 2) todo inimigo é tucano. Nem tente argumentar que a realidade é mais complexa. Ele não vai processar essa informação.
A intolerância aos tucanos se contrapõe à condescendência a políticos de estirpe diversa como Sarney, Maluf ou Collor, poupados por terem sido aliados de ocasião. No universo petista não existe motivação lógica, ideológica ou epistemológica. A questão se resume ao preceito: mais vale um aliado corrupto do que um desafeto íntegro. Ou, em outras palavras, “quem não está por nós, está contra nós”.
E dá-lhe votar contra tudo que não é obra do PT: Constituição de 88? Foram contra. Plano Real? Contra. Lei de Responsabilidade Fiscal? Contra. E já podemos antever: Reforma na previdência? Serão contra. Reforma política? Contra. Reforma tributária? Contra. Reforma do judiciário? Contra. Reforma trabalhista? Contra. Reforma penal? Contra. Contra, contra, contra. São apenas a favor deles mesmos.
Para combater o purismo petista, seja tolerante e agregador. Não seja “contra” eles. É uma forma de mostrar-lhes que o mundo pode ser mais interessante quando incorporamos alternativos pontos de vistas.
De nada adiantará deixá-los irritados, lembrando maldosamente que, em 2014, os petistas votaram em Temer para vice. Dizer que o Lula está sendo investigado por corrupção, então, é motivo de rompimento definitivo de relações. Jamais mencione isso. Seria o mesmo que pedir a um muçulmano para admitir que Maomé é imperfeito. Há dogmas que não devem ser profanados.
Também não incorra no erro comum de tentar entender o PT como partido político, o que só provoca estéreis discussões ideológicas. Entenda o PT como uma seita ou um time de futebol. E seus correligionários como sua torcida organizada. O petista empunha bandeira, veste orgulhoso sua camiseta vermelha e encara seus integrantes como ídolos a serem venerados. Pouco importa sua idoneidade moral ou seu pensamento político. O que interessa é que ele joga no seu time. Você já tentou convencer um membro da Gaviões da Fiel que o Palmeiras pode ser melhor opção do que o Corinthians? É o mesmo. Não lhe peça uma reflexão ou uma autocrítica. Seria exigir demais da criatura.
Compreenda-o como uma criança birrenta e trate-o com amor para abrandar seu ódio perene. Ele tem qualidades. É aguerrido, perseverante e tem sensibilidade artística latente (embora nunca abra mão de exercer o patrulhamento ideológico dos ídolos). Aprecia bons filmes (com conteúdo social) e bons livros (de autores de esquerda). Um diálogo construtivo com esse ente pode ser gratificante para ambas as partes.
Não se furte a reconfortá-lo nesse momento difícil para ele. Não é só por causa da queda da Dilma. Seus ídolos também se tornaram escassos e medíocres. Antes louvava Guevara e Mao Tse Tung, hoje só tem Maduro e Kim Jong-un. Admirava Celso Furtado e Darcy Ribeiro, hoje cultua Jean Wyllys e Ciro Gomes. Antes recitava Adorno e Marcuse, hoje cita a Mídia Ninja e o blog do Sakamoto. Sua leitura de cabeceira era O Capital, hoje é a Carta Capital. Preconizava a revolução do proletariado, hoje defende o bolsa-família.
Um último recado: embora a maioria deles se declare ateu, não leve a sério. Eles acreditam sim em Deus. Para eles, deus vive entre nós e tem barba. E só quatro dedos na mão esquerda.
(Manual de como Dialogar com um PeTista – Sergio Sayeg)
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sábado, 1 de abril de 2017

E a abortista expõe um argumento contundente contra o… aborto!

Participei ontem à noite, na Câmara de Vereadores de Londrina, de audiência pública sobre projeto de implantação do Dia do Nascituro.
O autor do projeto é Péricles Deliberador. A proposta inclui o incentivo a escolas públicas e particulares para que no Dia do Nascituro, caso aprovado, haja debates sobre a vida, etc.
Ministério Público e OAB se manifestaram contrariamente, por motivos técnicos.
Defensores do aborto eram minoria, mas ruidosos e, pela sincronia das manifestações, haviam ensaiado, e muito bem, a participação.
Houve momentos de tensão, provocados por essa turma, que queria se impor pelo grito e constranger o presidente da comissão, Filipe Barros.
Esses defensores eram na maior parte mulheres ligadas a movimentos de esquerda, ditos sociais e LGTB. Travestis engrossavam o grupo e alguns chegaram a exibir os peitos siliconados, numa afronta a seus opositores.
Que eram – e estavam do lado oposto da galeria – religiosos (católicos principalmente) e casais, alguns com seus filhos. Um deles portador de lesão cerebral.
O lugar-comum da argumentação dos abortistas era o “direito da mulher sobre seu corpo”, como se o feto fosse parte do corpo dela – não é: é um apêndice inoculado durante a relação sexual. Alegam também – outro argumento recorrente – que não há unanimidade da ciência sobre o momento em que o feto torna-se um ser vivo.
Os abortistas recorrem à ciência para anistiar a mulher que expele o feto, pisoteando, assim, o mais elementar princípio do direito: In dubio pro reo. Se na dúvida sobre a culpa o réu deve ser absolvido, na dúvida sobre o momento em que a vida se origina, preserve-se o feto, portanto. In dubio pro fetu!
Uma “médica do PSOL”, movendo-se com nervosismo, dedo em riste e gritando (*), acusou de “fascista” o vereador Barros por tentar submeter o plenário às normas da audiência e, segundo ela, por ser o responsável – devido a críticas em rede social ao seu ativismo pró-aborto – pelas “ameaças de morte” que teria recebido.
Sem querer, ela expôs um forte argumento contra o aborto, pois, ao se insurgir contra as “ameaças de morte” de que se diz vítima, apelou para o instinto de sobrevivência, inerente ao ser humano. O feto não tem essa chance. Ele é totalmente indefeso contra aquele que se dispõe a matá-lo.
Se a abortista tem o direito de se defender, que crueldade impedir que o feto o faça! E sua única defesa é a criminalização do aborto desde o momento da concepção, observando-se as exceções.
Mas numa coisa os abortistas foram coerentes: ameaçaram recorrer à Justiça para impedir a divulgação das imagens do grupo, mesmo estando em local público e numa audiência pública. Quiseram, assim, abortar o registro histórico da apologia do assassinato.
(*) É ela, cujo nome desconheço, em sua primeira manifestação, quando se comportou com urbanidade.
(E a abortista expõe um argumento contundente contra o… aborto! – José Pedriali – Jornalismo com alma – 28/03/2017)
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quinta-feira, 30 de março de 2017

O melhor vídeo que já vi para ilustrar a ineficácia do desarmamento civil

“As leis que proíbem o porte de armas desarmam apenas aqueles que não estão inclinados ou determinados a cometer crimes.”
“The Laws that forbid the carrying of arms disarm only those who are neither inclined, nor determined to commit crimes.” – (Thomas Jefferson)
Desarmamento civil, sim ou não?
Responda você mesmo a essa pergunta, mas antes veja o vídeo com bastante atenção e analise todas as propostas que te são postas à mão no momento que te propõem o referido desarmamento.
Se optar por ele, sabe que terá que carregar um buquê de flores, como o usará, não sei.

(O melhor vídeo que já vi para ilustrar a ineficácia do desarmamento civil)
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Carta de ex-funcionária da VARIG ao aPedeuTa

No ano de 2015, temos uma carta aberta escrita por Angel Nunes, uma ex-comissária da Varig, que não escreveu somente esta, mas também outras cartas.
Nesta, ela demonstra sua decepção na atuação do canalha mor, LULA estrela PTralha, por ter beneficiado um concorrente da VARIG, a GOL, ao negligenciar o fato, de que a falência da VARIG levaria inúmeros funcionários e ex-funcionários a problemas nunca antes sonhados.
Lembrando que a GOL era de propriedade de um “amigo”, cupincha, comparsa, sei lá, do aPedeuTa.

A seguir, o rico texto:
“Lula… a sua prisão, nunca trará de volta os sonhos que perdi.
Os anos que envelheci.
As lagrimas que chorei.
As noites que não dormi.
A casa que não comprei.
O conforto que não usufrui.
A paz que me deixou.
A preocupação, a ansiedade, a depressão, por medo do mês seguinte.
As doenças somáticas que adquiri.
A suspensão de todo e qualquer lazer.
E tudo que não pude dar aos meus filhos.
Quando você não pagou à Varig, a quantia bilionária que devia.
Quando você bateu a porta do BNDES na nossa cara, nos negando crédito, enquanto financiava o metrô de Caracas.
Quando você não nos recebeu ou nos ouviu.
Quando você não se importou ou se interessou pelo destinos das milhares de famílias dos funcionários.
Quando todos os setores do governo e da imprensa caçoavam de nós, dizendo que éramos maus gestores e estávamos pagando o preço, sem que dessem a saber que havia uma dívida ganha na justiça que até hoje não foi paga.
Você quis nos quebrar para se locupletar.
Tinha poder e conseguiu!
A sociedade nunca saberá a realidade dos fatos nem a desgraça que foi para as nossas vidas tê-lo como presidente.
Foi e é, pois sua pupila reza na mesma cartilha.
Você passará vergonha, mas não passará necessidade como nós passamos.
Você terá seu orgulho quebrado, mas não se atirará do décimo andar ou dará um tiro na cabeça como alguns de nós que se suicidaram.
Você será desprezado, mas nunca sentirá o desespero de ter um poder monumental, o poder de um governo, te massacrando, te tirando o pão da boca e da boca de seus filhos.
Em memória a todos que partiram em aflição e em honra daqueles que continuam cambaleantes, batendo com o braço fraco mas persistente, nas portas do intrincado judiciário brasileiro, onde teus seguidores recorrem protelatoriamente sem nos pagar, para que morramos um por um sem receber nossos direitos trabalhistas e previdenciários.
Pois bem, de 2006 pra cá, 1.200 de nós já morreram, mas 8.800 continuam lutando.
Somos teimosos e orgulhosos da nossa história, de nossas honradas profissões, e do patrimônio histórico que representaremos sempre na aviação brasileira.
Não seremos ressarcidos nunca.
Somos pessoas de bem, não nos dá prazer o seu mal.
Tudo que queríamos era um homem bom e justo como presidente.
Tudo poderia ter sido diferente para nós.
Tudo poderia ser diferente para você.
Mas, a escolha foi sua.
Que a justiça seja feita!
Ainda que parcial.” – (Angel Nunes)

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 250317 – Carta de ex-funcionária da VARIG ao aPedeuTa – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
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terça-feira, 28 de março de 2017

“Daria para fazer umas três Lava Jato”, diz procuradora sobre novas provas obtidas

Na semana que passou, a força-tarefa da Operação Lava Jato completou três anos. De lá para cá, foram 38 fases, 198 prisões, sendo que 23 seguem na cadeia, R$ 10,3 bilhões recuperados aos cofres públicos, 127 acordos de delação premiada, 260 inquéritos policiais instaurados, quatro mil policiais federais envolvidos e 30 procuradores da República dedicados exclusivamente aos casos. Gaúcha de Ijuí, a procuradora Jerusa Burmann Viecili está entre os integrantes da força-tarefa. Ressalta que diante dos últimos acordos fechados com executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht, não há estimativa de prazo para conclusão dos trabalhos.
“A quantidade de provas que se têm, daria para fazer umas três Lava Jato”, destaca.
A procuradora lembra que de nada adianta o esforço dos procuradores e policiais, se os resultados não aparecerem de forma prática.
“Precisamos passar para a sociedade que a corrupção não vale a pena. Combate à combate tem que valer para todos. A corrupção tem raízes profundas e grandes galhos que abraçam grande número de órgãos públicos”, afirma.
Jerusa destaca que a Operação Lava Jato está no auge, mas diz que pouca coisa mudou.
“A Lava Jato fez um retrato da corrupção profunda no país. Mas é muito pouco diante de tudo que tem que ser feito”.
Diante dos números impressionantes e da repercussão mundial dos trabalhos do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, admite que “ninguém imaginava que tomaria essa proporção”.
Sobre a rotina de trabalho, Jerusa conta que os procuradores trabalham em dupla ou trio. Mas que muitos dos fatos se entrelaçam e precisam ser divididos com mais gente. A divisão também é por empresas envolvidas no esquema e/ou fatos. Sobre o movimento político para anistiar o caixa 2, sustenta que trata-se de uma discussão falsa.
“Na verdade, o que se pretende é uma anistia ampla aos delitos de corrupção e de lavagem de dinheiro que foram praticados”, reforça.
(GAÚCHA – Eduardo Matos – eduardo.matos – Foto: Arquivo pessoal, gaúcha de Ijuí, a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili integra a força-tarefa – 19/03/2017)
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domingo, 26 de março de 2017

Ditadura Comunista Venezuelana Começa a Sentir Pressão do Governo Trump

A Venezuela sofre a maior crise econômica e social de toda sua história, causada por anos de políticas socialistas que destruíram a economia do país e resultaram em uma completa desagregação de seu tecido social. No entanto, na esfera política tem-se de um lado um regime de ditadura socialista ligado ao narcotráfico, e de outro uma suposta oposição de viés social-democrata ocupada unicamente com cálculos eleitorais, e cujo horizonte limita-se a promover reformas e melhorias no regime socialista.
Mas a despeito desses impasse políticos interno, o regime começou a sentir pressão com a chegada de Donald Trump à Casa Branca. As mudanças na orientação política e diplomática do governo americano em relação à Venezuela começaram a ser percebidas logo nos primeiros dias da nova administração da Casa Branca, quando a ditadura narco-comunista venezuelana solicitou ao novo governo americano que revogasse a medida que classifica a Venezuela como uma ameaça aos Estados Unidos.
Em resposta a esse pedido, o governo americano aumentou as pressões contra o vice-presidente venezuelano Tarek El Aissami, pois os serviços norte-americanos de inteligência e de combate ao narcotráfico têm evidências o bastante das ligações do vice-presidente venezuelano com o tráfico internacional de drogas. As evidências apontam que o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro estão diretamente relacionadas à violência política do regime de ditadura socialista venezuelana.
O chavismo, versão latino-americana do movimento comunista internacional engendrado no Foro de São Paulo e estritamente ligado ao narcotráfico, transformou a Venezuela em um narco-estado, fato seguramente sabido pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos. Um narco-estado socialista que reduziu o país à pobreza e à miséria, transformando a Venezuela no país mais pobre e violento do continente latino-americano.
O governo de Donald Trump já definiu o regime chavista venezuelano como sendo um regime autoritário, devido à falta de liberdade política, a repressão e prisão de opositores, e a falta de independência dos poderes legislativo e judiciário.
Se o governo americano mantiver essa orientação política e diplomática em relação à ditadura narco-socialista venezuelana, cumprindo assim uma das promessas de campanha de Donald Trump, o regime chavista poderá no médio prazo não resistir à pressão. E dessa forma possivelmente os venezuelanos poderão conseguir aquilo que até agora não conseguiram em mais de dez anos de mobilizações de rua: pôr um fim a uma ditadura narco-socialista que arruinou o país.
(por Paulo Eneas – editor do -:/.criticanacional.com.br/2017/03/24/ditadura-comunista-venezuelana-comeca-a-sentir-pressao-do-governo-trump/ – e – Emma Sarpentier correspondente do Crítica Nacional em Caracas)
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