Radio Evangélica

domingo, 17 de janeiro de 2016

Angela Merkel trabalha para os russos?

A dependência crescente da Rússia está relacionada com a decisão de Merkel, após o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, de suprimir progressivamente o programa de energia nuclear da Alemanha.

Tendo aparentemente sido assegurado por Eric Holder, do Departamento de Justiça, que ele não irá enfrentar acusações de espionagem, ao contrário de sua fonte, Edward Snowden, Glenn Greenwald voltou para os EUA e está lucrando com sua notoriedade. Seu livro, 'No Place to Hide: Edward Snowden, the NSA, and the U.S. Surveillance State' (Sem Lugar para se Esconder: Edward Snowden, a NSA, e o Estado de Vigilância dos EUA, em tradução livre), será lançado em breve, e ele estará aparecendo em 15 de maio com um de seus heróis, Noam Chomsky, um membro líder dos subprodutos do Partido Comunista, os Comitês de Correspondência para a Democracia e o Socialismo.
No entanto, existe um estatuto de limitações de 10 anos, o que significa que a administração que suceder a Obama poderia acusar os cúmplices de mídia de Snowden de violar a Lei de Espionagem (Seção 798).
Amigo e mentor de Greenwald, Noam Chomsky, é um dos principais apoiandores do grupo terrorista Hezbollah, e opôs-se à morte de Osama bin Laden.
Greenwald e Chomsky estarão aparecendo em um evento patrocinado pela Harvard Book Store, que será realizado em uma igreja Unitária em Cambridge, Massachusetts.
A editora de Greenwald, Metropolitan Books, uma divisão da Macmillan, produziu títulos como 'Kill Anything That Moves' ('Mate Qualquer Coisa que se Mova', em tradução livre) uma "história surpreendente da guerra americana contra civis vietnamitas", e 'A Fighting Chance' ('Uma Chance de Lutar', em tradução livre) da senadora socialista Elizabeth Warren (D-MA).
O editor edita um blog para um de seus autores chamado "The American Empire Project (Projeto do Império Americano)", destinado a expor as "ambições imperiais" dos líderes norte-americanos.
Greenwald, é claro, tem falado publicamente em favor do "enfraquecimento" da América, dizendo que os ataques terroristas de 11 de Setembro da Al-Qaeda à América foram "muito mínimos em amplitude comparados ao nível de mortes que os Estados Unidos têm trazido para o mundo por décadas – desde o  Vietnam a guerras ilegais na América Central ..."
Ele descreveu Anwar al-Awlaki, o líder americano da Al-Qaeda morto em um ataque de drone, meramente como "alguém que o governo dos EUA odeia porque ele fala de forma eficaz para o mundo muçulmano sobre a violência que os Estados Unidos cometem regionalmente, bem como da responsabilidade dos muçulmanos em levantar-se contra essa violência." Al-Awlaki inspirou o massacre de Fort Hood, em que 13 foram mortos.
O registro de Greenwald também inclui a colaboração com grupos leninistas como a Organização Internacional Socialista e organizações islâmicas como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), uma frente da Irmandade Muçulmana.
Enquanto isso, o novo empreendimento de Greenwald, a intercepção, financiada pelo bilionário iraniano-americano Pierre Omidyar, está em outro relatório, mais uma vez alegando que a chanceler alemã Angela Merkel tem sido injustamente alvo da NSA. O que não é dito na peça é por que Merkel é um alvo óbvio.

Merkel-KGB
O analista JR Nyquist diz que Merkel era conhecida por ser suspeitamente pró-russa quando ela concorreu para o mais alto cargo na Alemanha, mas que o seu partido político, os democratas-cristãos, apresentaram a sua candidatura de qualquer maneira", e agora a Alemanha é mais dependente do gás natural russo do que nunca. A "chamada relação única da Alemanha" com a Rússia "significa que o país obtém 36 por cento das suas importações de gás natural e 39 por cento de suas importações de petróleo da Rússia”.

A dependência crescente da Rússia está relacionada com a decisão de Merkel, após o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, de suprimir progressivamente o programa de energia nuclear da Alemanha. A pressão para cancelar o programa nuclear da Alemanha tinha vindo do Partido Verde alemão.
Um membro proeminente do Partido Verde alemão, Hans-Christian Ströebele, reuniu-se com Edward Snowden em Moscou e deu-lhe um prêmio "whistleblower" (1). Anteriormente, atuou como advogado para os soviéticos e para o grupo terrorista Baader Meinhof, apoiado pela Alemanha oriental (também conhecido como a Facção do Exército Vermelho). Foi condenado a 10 meses de prisão, em 1982, pela criação de uma rede de comunicações entre os terroristas presos e ativistas fora das prisões.
Merkel, que cresceu na antiga Alemanha Oriental comunista e passou 35 anos de sua vida sob a ditadura, é o tema de um livro de Günther Lachmann e Ralf Georg Reuth, intitulado The First Life of Angela M. (A Primeira Vida de Angele M., em tradução livre), que sugere que ela teve laços mais profundos com o regime comunista do que anteriormente se sabia ou era reconhecido. Ela admitiu ter aderido à Juventude Alemã Livre, a organização da juventude comunista, e uma foto (abaixo) veio à tona mostrando-a em um uniforme comunista. Mas o livro argumenta que ela escondeu o seu papel no grupo de jovens como secretária para a agitação e propaganda. Ao invés disto descreveu a si mesma como alguém envolvida em assuntos "culturais".
Merkel em uniforme comunista.


Um dos defensores de Merkel disse que "não se lembrava se ela estava envolvida em agitação e propaganda".
O governante russo, Vladimir Putin, é claro, era um espião da KGB na Alemanha Oriental, e fala alemão.
Em um artigo de opinião para a Reuters, Jack Shafer escreveu sobre a polêmica criada pelo livro, A Primeira Vida de Angela M., e disse: "O interesse longitudinal pelos EUA em todas as coisas de Merkel pode ser informado pelo seu passado. Ela era uma cidadã da Alemanha Oriental antes da reunificação, e sua história pessoal tem sido controversa." Ele acrescentou: "Uma russófila ardente, Merkel prosperou na Alemanha Oriental, o que faz alguns a questionarem suas lealdades mais profundas."
Estranhamente, Merkel se queixou de vigilância da NSA, comparando a linha de frente da inteligência americana à polícia secreta da Alemanha Oriental, a Stasi.
O jornal Foreign Affairs (Assuntos Externos) do Conselho de Relações Exteriores (CFR), uma grande voz do establishment da política externa dos EUA, reagiu através da publicação de uma defesa de Merkel pelo professor da Universidade de Yale Marci Shore, que escreveu que "...todos os que viviam no mundo comunista participaram desse mundo e foram formados por ele. Ninguém saiu intacto."
Mas o CFR foi manchado também. Alger Hiss, um funcionário de alto escalão do Departamento de Estado, tinha sido um membro em boa posição do CFR. Ele foi para a prisão sob a acusação de perjúrio por negar que ele era um espião soviético.
A controvérsia sobre Merkel ficou tão intensa que a revista alemã Der Spiegel (uma via de saída para histórias sobre alguns dos documentos roubados de Snowden) tentou derrubar a "teoria da conspiração" de que "a chanceler alemã é uma espécie de "agente adormecida da KGB instalada por Moscou no final da Guerra Fria."
Mas a controvérsia não termina aí.
O ex-chanceler alemão Gerhard Schroeder foi trabalhar para a gigante de energia estatal russa Gazprom. Ele é descrito como um amigo pessoal de Vladimir Putin e uma vez chamou o presidente russo de um "democrata impecável". Ele defendeu a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Günter Guillaume, um dos principais assessores de Willy Brandt, outro ex-chanceler alemão, foi exposto como um espião para a Alemanha Oriental.
Angela e seu namorado nos tempos de Juventude Comunista.
Ele, agente conhecido da STASI, ela informante


Nota:
(1) A imprensa esquerdista norte-americana usa o termo “whistleblower”, que no português livre significa soprador de apito, ou na prática “denunciante de atos injustos e suspeitos” para classificar atos de traidores como Snowden.


Por CLIFF KINCAID publicado no America Survival - http://americasurvival.org

Tradução: William Uchoa


Copiado do site: Mídia Sem Máscara

sábado, 16 de janeiro de 2016

Pesquisadora do IOC/Fiocruz diz que há muito a esclarecer sobre o vírus Zika

A chefe do Laboratório de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Ana Maria Bispo, disse que desde a identificação de ligação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia, o Brasil saiu de uma fase de desinformação total sobre a ocorrência para cerca de 30%, mas admitiu que há um longo caminho pela frente para que pesquisadores e especialistas consigam conhecimento suficiente sobre os efeitos do vírus e os reflexos causados nos infectados. “Que fatores poderiam estar favorecendo para a invasão deste vírus? Atravessar a placenta e infectar o feto. Qual é a célula-alvo desse vírus no feto. Então, esse tipo de perguntas é que a gente precisa [esclarecer]”, completou.
Além da microcefalia, já foram comprovados problemas de alteração de visão nos bebês nascidos de mães infectadas com o vírus Zika. Ela acrescentou que um outro questionamento feito é por que o vírus ultrapassou a barreira placentária, enquanto os estudos indicavam até agora que isso não acontecia?
A pesquisadora revelou que a Fiocruz já vem fazendo testes com minicérebros produzidosin vitro, que são infectados com o vírus para acompanhar toda a evolução da infecção. “Tudo isso é um leque de estudos que temos pela frente, e não se sabe absolutamente nada sobre esse vírus. A cada dia é uma coisa nova. Não é só a microcefalia. A microcefalia é um dos problemas. Tem se observado uma série de sequelas nos bebês. A microcefalia é a mais gritante; aquela que chama mais atenção; mas tem uma série de outras sequelas”, disse ela.
Ana Maria Bispo foi a primeira pesquisadora a diagnosticar a presença do vírus Zika no líquido amniótico. O teste foi feito em duas gestantes de Campina Grande, na Paraíba, e comprovou a ligação da doença com a microcefalia. Ela alertou, no entanto, que nem todas as gestantes com resultado positivo de zika têm bebês com malformações. “Esta é mais uma pergunta. Por que algumas têm bebê com microcefalia e outras não? Tudo isso é motivo de investigação”, reforçou.
Ana Maria Bispo informou que por causa dessa abrangência de reflexos, alguns pesquisadores estão propondo que não haja referência única à microcefalia, mas seja nomeada de síndrome congênita de zika, a exemplo da síndrome congênita da rubéola. “Eles estão querendo chamar de síndrome porque é uma doença muito maior que apenas a microcefalia”, adiantou.
A pesquisadora defende que o Ministério da Saúde adote a notificação obrigatória para os casos de zika no país. Segundo ela, com isso será possível ter avaliação dos registros e números de pessoas infectadas no Brasil, o que também favorecerá os estudos nessa área. “Ainda faltam muitos dados para que a gente possa acompanhar a necessidade de estudos de caso e controle de gestantes que tenham bebês com microcefalia, [bem como] as que tenham tido zika e não conceberam bebês com microcefalia”, analisou.
Para a especialista, a falta de dados, por não haver notificação obrigatória de zika, vai ser reduzida com a utilização dos kits NAT Discriminatório para Dengue, Zika e Chikungunya, mas, mesmo assim, a notificação obrigatória é necessária. “O ministério vai ter o número de casos reais de zica, de dengue e de chikungunya, porque dengue e chikungunya já são casos de notificação obrigatória. Acredito que em pouco tempo o zika também, pela sua importância epidemiológica”, apontou.
Sobre a vacina, ela explicou que os estudos serão feitos no Instituto Bio-Manguinhos da Fiocruz, a partir de um vírus Zika isolado pelo Laboratório de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz. “A gente trabalha em parceria”, contou.
A pesquisadora acrescentou que ainda não é possível estimar quando a vacina ficará pronta, mas como o instituto já desenvolve estudos para uma vacina contra dengue, é possível usar a mesma plataforma. Além disso, há estudos em outros institutos no Brasil.


Fonte: Agência Brasil

Na Alemanha, Facebook censura críticas à invasão islâmica

O Facebook na Alemanha contratou os serviços da empresa Bertelsmann, cuja unidade especial chamada Arvato tem 100 funcionários que monitoram os chamados “discurso de ódio,” bullying e linguagem ameaçadora.

Uma reportagem do serviço noticioso Reuters explica que “discurso de ódio” tem a ver com “comentários anti-estrangeiros no Facebook e outras mídias sociais.” A explicação vaga, obviamente, encobre que a motivação do descontentamento do povo alemão é a invasão de mais de 1 milhão de muçulmanos só em 2015.
A chanceler Angela Merkel tem pressionado o Facebook, que já tem normas que protegem um multiculturalismo que beneficia o islamismo, a aplicar mais censura nos alemães descontentes com a invasão islâmica.
O Ministério da Justiça da Alemanha criou uma força-tarefa com o Facebook e outras redes sociais e provedores de internet com o objetivo de identificar postagens “racistas” — termo que é interpretado pelas leis alemãs como abrangendo as críticas dos alemães aos invasores islâmicos.
Apesar de que a Alemanha vem sofrendo um aumento de violência e estupros cometidos contra moças e mulheres alemãs por parte de homens muçulmanos imigrantes, o governo alemão vem se esforçando para acobertar esses eventos e censurar cidadãos alemãs descontentes.
As mães, esposas, filhas e irmãs dos alemães podem ser estupradas. O que eles não podem é reclamar dos estupradores islâmicos.
Com informações da Reuters.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Lewandowski manda soltar publicitário preso na Lava-Jato

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, mandou nesta sexta-feira, 15, soltar o publicitário Ricardo Hoffmann, acusado de ser um dos operadores da Lava Jato. Ao conceder o pedido de liminar em habeas corpus apresentado pela defesa do publicitário, Lewandowski acompanhou um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) enviado ao Supremo, e que indicava não haver motivo para mantê-lo na cadeia
Na decisão, o ministro afirma constatar "a existência de constrangimento ilegal" na manutenção da medida de restrição de liberdade contra Hoffmann, "uma vez que se mostram insuficientes os fundamentos invocados pelo juízo processante para demonstrar a incidência dos pressupostos autorizadores da decretação da preventiva". O ministro entende que a medida caracteriza cumprimento antecipado de pena, "o que é rechaçado pelo Supremo Tribunal Federal, pois refoge aos pressupostos da prisão preventiva", defende. Hoffmann deverá pagar fiança de R$ 957 144,04 e será encaminhado à prisão domiciliar, onde será monitorado por tornozeleira eletrônica.
O publicitário é o ex-vice-presidente da agência Borghi Lowe, e passou a ser investigado por supostamente ajudar no esquema em benefício do ex-deputado do PT, André Vargas. Ele está preso preventivamente no Paraná, onde aguarda o julgamento sobre processos relacionados ao esquema. Ele já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 12 anos e 10 meses de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. "A sentença condenatória não se afigura suficiente, por si só, para automaticamente chancelar o decreto prisional", explicou Lewandowski.

A manifestação da PGR, assinada pela vice-procuradora-geral Ela Wiecko, destaca que não há indícios de que, se posto em liberdade, Hoffmann voltará a cometer crimes. "Além de o paciente ter-se afastado das funções anteriormente exercidas na Borghi Lowe, os contratos tido como irregulares firmados por essa empresa foram encerrados. Não subsiste, pois, risco concreto de que os mesmos delitos continuarão a ser praticados caso revogada sua prisão preventiva".
O parecer de Wiecko reitera os argumentos do ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No voto proferido em dezembro, em favor da soltura de Hoffmann, Dantas descartou o fundamento apresentado por Moro para mantê-lo na prisão. Segundo o juiz, por ter outra agência de publicidade, Hoffmann poderia continuar cometendo crimes.
Em depoimento à Justiça Federal no Paraná, em agosto do ano passado, Hoffmann chegou a confessar que repassava créditos denominados bonificação de volume para empresas de fachada do ex-deputado André Vargas. Ele foi alvo da 11ª fase da Lava Jato, que teve como alvo contratos de publicidade com órgãos públicos.



Fonte: Correio Brasiliense / Agência Estado

Bolsa tomba 5% na semana, ao menor nível desde 2009; Petrobras despenca

Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (15) com queda de 2,36%, a 38.569,12 pontos. Esse é o menor valor de fechamento desde 9 de março de 2009, quando a Bovespa encerrou o dia a 36.741,35 pontuação.
Na véspera, a Bolsa havia subido 1,43%. Na semana, acumulou desvalorização de 5,03%.
A baixa de hoje foi influenciada pela Bolsa da China, que caiu 3,51% e encerrou a semana no menor nível desde dezembro de 2014.

Petrobras tomba

Após subir mais de 7% na véspera, a Petrobras voltou a cair nesta sessão. 
As ações preferenciais da estatal (PETR4), que dão prioridade na distribuição de dividendos, despencaram 9,14%, a R$ 5,17. Na semana, a queda acumulada foi de17,54%. As ordinárias (PETR3), com direito a voto em assembleia, perderam 7,19%, a R$ 6,71, com perdas de 14,63% na semana.
A baixa foi puxada pela queda nos preços do petróleo no mercado global, que voltaram a atingir o menor nível em quase 12 anos nesta sessão.
Também influenciaram as declarações de executivos de que a estatal só acessará o Tesouro Nacional em último caso e que o foco segue no plano de corte de gastos e venda de negócios.

 

Vale e bancos também caem

Os papéis ordinários da mineradora Vale (VALE3) recuaram 2,90%, a R$ 9,37, enquanto os preferenciais (VALE5) se desvalorizaram 3,06%, a R$ 7,29.
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) encerraram o dia com queda de 3,83%, a R$ 13,04. O Itaú Unibanco (ITUB4) caiu 2,61%, a R$ 23,92, e o Bradesco (BBDC4) teve baixa de 2,54%, a R$ 17,25.

Dólar volta a fechar acima de R$ 4

Depois de registrar queda nas três últimas sessões, o dólar comercial voltou a subir e fechou acima de R$ 4. A moeda norte-americana subiu 1,19%, a R$ 4,046 na venda. 

Na véspera, o dólar havia caído 0,31%. Na semana, a moeda acumulou valorização de 0,14%.

Bolsas internacionais

O principal índice de ações europeias, o FTSEurofirst 300, fechou em queda de 2,79% e atingiu o menor nível desde meados de dezembro de 2014. Com isso, as Bolsas da Europa também fecharam em baixa.
§  Espanha: -2,78%
§  Portugal: -3,78%;
§  Itália: -3,07%;
§  Alemanha: -2,54%;
§  França: -2,38%;
§  Inglaterra: -1,93%

As Bolsas da Ásia e do Pacífico também fecharam com desvalorização, com a China tombando 3,5%.
§  China: -3,51%;
§  Hong Kong: -1,5%;
§  Coreia do Sul: -1,11%;
§  Japão: -0,54%;
§  Cingapura: -0,52%;
§  Austrália: -0,31%;
§  Taiwan: -0,25%


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Militantes pedem saída de coordenador do Ministério da Saúde

Militantes de entidades que defendem tratamento de transtornos mentais fora de  manicômios fizeram hoje (14) ato público em frente ao Ministério da Saúde. Eles protestaram contra a nomeação de Valencius Wurch para o cargo de coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas. Os militantes alegam que ele tem posições incompatíveis com os avanços da reforma psiquiátrica brasileira.
De acordo com a psicóloga e representante do Movimento Pró-Saúde Mental-DF, Janisse Carvalho, o protesto marca um mês de ocupação da sala de coordenação-geral de Saúde Mental do ministério. Segundo ela, dez pessoas ocupam pacificamente duas salas do prédio na Esplanada dos Ministérios e pedem a exoneração de Wurch.
“Ele foi diretor, durante alguns anos, do maior hospital psiquiátrico da América Latina, a Casa de Saúde Doutor Eiras, no Rio de Janeiro. O coordenador sempre se mostrou contra a reforma psiquiátrica que vem acontecendo no Brasil desde a década de 80 e se constituiu na Lei 10.216, de 2001. Ele sempre se manifestou contra, se posicionou contra.”
O aposentado Carlos Henrique de Barros, 46 anos, veio de Uberlândia (MG) para prestar apoio à luta antimanicomial. Diagnosticado com esquizofrenia e epilepsia ainda jovem, ele chegou a ser internado 32 vezes – sete delas em hospitais psiquiátricos.
“Vi barbaridades. Ao longo dos anos, vi coisas que, se você visse hoje, não acreditaria que era um ser humano que fazia aquilo. E não me ajudou em nada, só atrasou a minha vida”, disse. Barros recebe tratamento em um Centro de Atenção Psicossocial e garante estar em situação bem melhor do que a que viveu nos manicômios.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que “o governo federal tem impulsionado a construção de um modelo humanizado, mudando o foco da hospitalização/segregação e promovendo tratamento às pessoas com transtornos mentais e decorrentes do uso de álcool e drogas, com base em um modelo de cuidados voltado para a reinserção social, a reabilitação e a promoção de direitos humanos”.
“A escolha do novo coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, o médico psiquiatra Valencius Wurch, vem reforçar essa política. Wurch participou das discussões que culminaram na reforma psiquiátrica, amplamente debatida pela sociedade e aprovada pelo Congresso Nacional. O Ministério da Saúde considera a reforma psiquiátrica uma conquista do setor e não admite retrocessos na política em desenvolvimento", garante o ministério.


Fonte: Agencia Brasil
Foto: Internet

Bíblias chegam nas áreas mais perigosas do México

Ministério cristão sobrevive em área de perseguição

Há mais de 50 anos, uma mulher chamada Pascuala, ainda adolescente, foi atacada por extremistas indígenas por ser uma seguidora de Cristo. Na época, milhares de cristãos foram expulsos da região de Chiapas, estado do México, e então formaram um ministério chamado Betânia, que existe até os dias de hoje, Pascuala lidera o grupo com seu marido.
Dentro do ministério, existe uma grande preocupação em acolher as mulheres que ficaram viúvas ou desabrigadas devido à perseguição. Um dos projetos mais importantes é ensinar a estas mulheres várias atividades para que possam se sustentar, entre elas a confecção de belas pulseiras de tecido, marcadores de Bíblia e diversos itens artesanais.
Além disso, o ministério Betânia mantém estudos bíblicos que são importantes para o crescimento espiritual dos participantes. Ao longo desse tempo, 16 igrejas foram fundadas. Pascuala e seu marido também entregam Bíblias em algumas das áreas mais perigosas do estado de Chiapas. "Sempre somos barrados pelos zapatistas, um grupo indígena mexicano, e eles nos perguntam se temos armas nas caixas, na esperança de aproveitá-las. Mas nós as abrimos e eles veem as Bíblias, e então eles nos deixam seguir em frente", conta Pascuala.
A cristã que serve de exemplo naquela região já está bem idosa e tem bisnetos. Seu marido Manuel está com alguns problemas de saúde, e por isso eles não conseguem entregar tantos materiais como antigamente. "Sou grata pelos enviados da Portas Abertas que durante todos estes anos vieram nos visitar e nos ajudar. Continuem orando pelas nossas vidas e por este ministério", finaliza Pascuala.


Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Estado admite possibilidade de ‘atraso’ na folha de pessoal

Começando o ano com queda de R$ 80 milhões nas receitas, em comparação com 2015, o Governo da Paraíba pode deixar de pagar a folha de pessoal dentro do mês trabalhado. Foi o que admitiu no começo da tarde desta terça-feira (12) ao Portal MaisPB o secretário das Finanças, Tárcio Pessoa.
“O nosso esforço é continuar pagar em dia, mas possibilidade é real de utilizarmos a última quota do mês do FPE para pagar o funcionalismo no mês subseqüente”, revelou Tárcio, em tom de lamento.
Pessoa evita falar em atraso na folha. Ele prefere chamar a nova realidade de “mudança de política de pagamento dentro”. O Estado tem até o quinto dia útil do mês posterior para quitar a folha.
“Estamos navegando no escuro”, disse Tárcio. A primeira parcela do FPE de janeiro foi de R$ 93 milhões. Em 2015 foram R$ 139 milhões e R$ 170 milhões em 2014.
A crise se soma ao crescimento vegetativo das despesas. Somente a implantação do novo salário mínimo implica em R$ 70 milhões a mais por ano.


Fonte: MaisPB

Cerveró cita Lula, Collor, Renan e caso no governo FHC

Depoimento envolve três ex-presidentes da República e o presidente do Senado em operações suspeitas na Petrobras

O ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró afirmou, em delação premiada realizada em 07 de dezembro do ano passado, que o ex-presidente Lula lhe deu o cargo de diretor financeiro e de serviço da BR Distribuidora, no ano de 2008, por “reconhecimento” na quitação de um empréstimo de R$ 12 milhões. A movimentação financeira é objeto de investigação da Operação Lava Jato. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Cerveró comandou a área internacional da Petrobras entre os anos de 2003 e 2008. Na sua gestão, a Schahin Engenharia foi contratada por R$ 1,6 bilhão para operar o navio-sonda Vitória 10.000.
O “reconhecimento” de Lula a Cerveró por este “ter viabilizado a contratação da Schahin como operadora da sonda” é, segundo a reportagem, “uma forma de o PT retribuir” o empréstimo de R$ 12 milhões, tomado alguns anos antes pelo fazendeiro José Carlos Bumlai no Banco Schahin.
Por meio de nota, o Instituto Lula afirmou ao jornal que não comentará “vazamentos ilegais, seletivos e parciais que alimentam a um mercado de supostas alegações sem provas em troca de benefícios penais”.

Collor
Nestor Cerveró também afirmou que Lula e, posteriormente, a presidente Dilma Rousseff concederam “influência na BR Distribuidora” ao senador Fernando Collor (PTB-AL).
Em 2013, o ex-diretor da Petrobras destaca que foi à Casa da Dinda, residência do parlamentar alagoano em Brasília, onde Collor afirmou, após conversa com Dilma, que “a presidência e todas as diretorias da BR Distribuidora”estavam à sua disposição. A Folha não localizou os advogados e a assessoria de Collor para comentar as declarações de Cerveró.

Renan
Cerveró também afirmou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), reclamou da “falta de repasse de propina” em 2012. Na ocasião, o delator era diretor da BR Distribuidora e alega ter dito ao peemedebista que não estava arrecadando propina. Ao saber disso, Renan afirmou, segundo Cerveró, que “a partir de então deixava de prestar apoio político”.
Em 2009, num encontro no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, Nestor Cerveró destaca que se reuniu com o então presidente da BR Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, disse quais os melhores caminhos para conseguir propina a Renan, ao senador Delcídio do Amaral (PT-MS) – preso há dois meses em Brasília – e a um representante do senador Fernando Collor, o ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos.
De acordo com o ex-diretor da estatal, as melhores formas de se obter propina na BR Distribuidora, relatadas no encontro, são: compra de álcool, aluguel de caminhão para transportar combustível e construção de base de distribuição de combustível.
Por meio de sua assessoria, Renan negou as acusações e destacou que “já prestou as informações requeridas”.

Governo FHC
O pagamento de propina na Petrobras também atingiu o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Em depoimento, Cerveró afirma que a compra da empresa argentina PeCom, durante a gestão tucana, rendeu pagamento de propina de US$ 100 milhões ao governo brasileiro.
Essa informação está presente em documentos apreendidos com o senador Delcídio do Amaral, que já pertenceu ao PSDB e fez parte do governo tucano. No entanto, ainda não se sabe que membros do governo FHC se beneficiaram desse pagamento.
Por meio de nota, FHC destacou que “afirmações vagas” e “sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação”.

Fonte: Congresso em Foco

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito

Todo político adora falar que defenderá "os direitos" dos trabalhadores custe o que custar, que jamais cederá, e que manterá os "benefícios conquistados".
A questão é: há realmente algum ganho para o trabalhador?  Ou há apenas ônus?
Na prática, ao impor encargos sociais e trabalhistas — todos eles custeados pelo próprio trabalhador, como será mostrado mais abaixo —, o governo está dizendo que sabe administrar melhor o dinheiro do que o próprio trabalhador.  
Mais ainda: se o trabalhador é obrigado a pagar por seus "direitos", então ele não tem um direito, mas sim um dever.
Os tais "direitos trabalhistas" nada mais são do que deveres impostos pelo governo ao trabalhador.  E, para arcar com esses deveres, a maior parte do salário do trabalhador é confiscada já na hora do pagamento.
Somente para bancar os benefícios básicos — férias, FGTS, INSS, encargos sobre aviso prévio — são confiscados R$ 927 mensais de um trabalhador que recebe em suas mãos salário mensal de R$ 1.200.
Um funcionário trabalhando em regime CLT, com um salário contratado de R$ 1.200, custará efetivamente ao seu empregador 80% a mais do que o seu salário. 

Confira a tabela abaixo:

Fonte: http://www.campesi.com.br/custofunc.htm

Ou seja, por causa dos encargos sociais e trabalhistas impostos pelo governo, o patrão tem um gasto de R$ 2.127 com o trabalhador, mas o trabalhador recebe apenas R$ 1.200.  Toda a diferença vai para o governo (exceto o item férias, o qual, por sua vez, será disponibilizado apenas uma vez por ano, e que seria mais bem aproveitado pelo trabalhador caso tal quantia fosse aplicada).
E há quem acredite que isso configura uma "conquista trabalhista" e um "direito inalienável do trabalhador".
Mais ainda: esses não são os únicos custos para o patrão.  Em primeiro lugar, os custos podem variar ainda mais conforme o sindicato de classe, o regime de apuração da empresa e o ramo de atividade.  Há ocasiões em que os encargos sociais e trabalhistas podem chegar a quase 102% do salário.  Adicionalmente, a empresa também tem de ter uma reserva para gastar em tribunais, pois sempre há funcionários saindo e acionando a empresa na Justiça do Trabalho.  Há também os custos de recrutamento de funcionários, os quais aumentaram muito em decorrência da política de seguro-desemprego e bolsa- família.  E quem paga todos esses custos são os trabalhadores.
Eu mesmo, na condição de empresário, preferiria pagar R$ 2.200 por mês para um funcionário em um país sem encargos e leis trabalhistas do que R$ 1.200 no Brasil.  Com esse salário mais alto eu teria, no mínimo, funcionários mais motivados.  Mas, como não sou uma fábrica de dinheiro, não tenho condições de fazer isso.
Mas a espoliação do trabalhador é ainda pior do que parece.  Veja, por exemplo, o que acontece com o FGTS.  Essa quantia, que poderia ser incorporada ao salário do trabalhador, é desviada para o governo e só pode ser reavida em casos específicos (ou após a aposentadoria).  
Na prática, o governo "pega emprestado" esse dinheiro do trabalhador e lhe paga juros anuais de míseros 3%.  Dado que a caderneta de poupança rende 7% ao ano, e a inflação de preços está em 7,2% ao ano, o trabalhador não apenas deixa de auferir rendimentos maiores, como ainda perde poder de compra real com a medida.  
E para onde vai o dinheiro do FGTS? Uma parte vai para subsidiar o BNDES e a outra vai para financiar a aquisição de imóveis — algo completamente sem sentido, pois a aplicação desse dinheiro na caderneta de poupança já permitiria ao trabalhar obter o dobro do rendimento e, com isso, ter mais dinheiro para comprar imóveis.
E vamos aqui dar de barato e desconsiderar as cada vez mais frequentes notícias de uso indevido desse dinheiro.  (R$ 28 bilhões de reais do FGTS foram investidos pelo BNDES em várias empresas, mas não há nenhuma informação sobre quais empresas receberam o dinheiro, quanto receberam, e quais as condições de pagamento).
No caso do INSS, R$ 398,46 são confiscados mensalmente com a promessa de que o trabalhador irá receber saúde (SUS), seguro de vida e previdência.  Não irei aqui comentar sobre a qualidade e a confiabilidade destes três.  Irei apenas dizer que, caso o trabalhador tivesse a opção de ficar com este dinheiro, ele poderia recorrer ao mercado privado e voluntariamente contratar um plano de saúde, um seguro de vida e previdência por R$ 300 e ainda receber um serviço melhor do que o do SUS.
(E, se o governo eliminasse os impostos sobre esses setores, bem como abolisse toda a regulamentação, o valor poderia baixar para R$ 200, e o trabalhador poderia obter um serviço de maior qualidade.)
Por fim, o aviso prévio faz com que muitas empresas demitam os funcionários sem necessidade.  Por exemplo, se uma empresa está passando por uma fase difícil e não tem certeza de que poderá manter o funcionário por mais de um mês, será mais racional demitir para não correr o risco de mantê-lo por mais tempo e, consequentemente, não poder honrar suas obrigações trabalhistas depois.  
O aviso prévio também trava as empresas, que podem se ver obrigadas a demitir um funcionário produtivo, mas que ainda está no período de experiência, e ao mesmo tempo manter um funcionário improdutivo, mas que já cumpriu o período de carência.  Tudo isso só para não pagar o aviso prévio.
Esse custo da improdutividade será descontado de todos os funcionários.
E tudo isso para não mencionar os outros impostos que incidem sobre as empresas e que afetam sobremaneira sua capacidade de investir, de contratar e de aumentar salários.  No Brasil, a alíquota máxima do IRPJ é de 15%, mas há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor.  Adicionalmente, há também aCSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%.  PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta.  Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média nacional beira os 20%, e o ISS municipal.  Não tente fazer a conta, pois você irá se apavorar.
O custo de todo esse sistema para o trabalhador é muito maior do que as eventuais vantagens que ele possa oferecer (se é que há alguma).  
Dado o atual arranjo, seria muito mais proveitoso tanto para o trabalhador quanto para as empresas dobrar o salário-mínimo e eliminar os encargos sociais e trabalhistas.  Haveria mais dinheiro nas mãos de cada trabalhador, haveria uma mão-de-obra mais motivada, e ainda atrairíamos muito mais empresas para o país, o que naturalmente forçaria ainda mais o aumento natural dos salários.  Isso, por si só, tornaria obsoleta a lei do salário-mínimo, levando à sua extinção.


Texto de Renato Furtado publicado no site: www.mises.org.br