Radio Evangélica

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Revista aponta mais 4 políticos delatados por ex-diretor da Petrobras




Além dos nomes já conhecidos de políticos envolvidos no pagamento de propinas feitos pela Petrobras, a edição desta semana da revista IstoÉ traz que também foram delatados pelo ex-diretor da petrolífera Paulo Roberto Costa: o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o governador do Ceará, Cid Gomes; e os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Francisco Dornelles (PP-RJ).

A reportagem diz ainda que o "propinoduto" instalado na Petrobras para abastecer políticos aliados do governo Dilma Rousseff mostra que os repasses financeiros nem sempre guardam relação com o perfil econômico dos Estados.

* fonte: radioestado

Vimos no: Paraíba online

domingo, 14 de setembro de 2014

Antigo manuscrito bíblico pode revelar “segredos”



Especialistas acreditam que livro mostre fatos inéditos sobre transmissão da fé

Diferentes especialistas e líderes cristãos esperam revelar um texto “oculto” no Codex Zacynthius, antigo manuscrito do Novo Testamento, datado do sexto ou sétimo século.
Durante mais de 200 anos o Codex estava no museu da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, que decidiu vende-lo recentemente para arrecadar fundos. A Biblioteca da Universidade de Cambridge pagou 1.700.000 dólares por ele.
Agora, os peritos da universidade se dedicam a analisar suas 176 páginas. Cerca de 700 anos após ser escrito, partes do texto do Evangelho de Lucas desapareceram e novas entradas foram feitas sobre o original. Eles acreditam que a análise com a tecnologia atual oferecerá revelações sobre como o evangelho foi transmitido.
Conhecido desde 1861, quando foi traduzido pela primeira vez, acredita-se que continha erros e partes dele foram raspadas e reescritas no século 13. Embora fosse prática comum numa época em que era rara a redação desse tipo, agora poderá mostrar que tipo de modificação foi feita nas suas folhas de couro de animal tratado.
“A descoberta e identificação do texto apagado é uma fascinante história de detetive,” disse o Dr. Rowan Williams, ex-líder da Igreja da Inglaterra. “Ao analisar o manuscrito, esperamos que técnicas de imagem multiespectrais permitam que os estudiosos recuperem totalmente o texto oculto”. O que faz o Codex Zacynthius ser tão valioso é o fato de ser o mais antigo manuscrito do Novo Testamento com um comentário ao lado do texto, que poderá lançar uma nova luz sobre o desenvolvimento e a interpretação do Evangelho de São Lucas. Com informações The Blaze.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 13 de setembro de 2014

Licença para roubar: delação premiada (Petrobras)




Com base nos viciados costumes sociais, políticos e mercantilistas tradicionais da nossa história, a sensação nítida que brilha como o sol do meio dia é a de que alguns donos do poder concederam a si mesmos a liberdade impudica e despudorada para roubar impunemente. Por roubar, em sentido amplo, devemos compreender o corromper (e ser corrompido), o furtar, o extorquir, o parasitar, o se enriquecer ilicitamente etc. Em lugar da moral, prudência, moderação, trabalho, estudo, aplicação, dedicação e afinco, toda nossa história está paradigmaticamente marcada pela corrupção, temeridade, intemperança, ociosidade, ignorância, dissipação e degeneração.
Costumamos atribuir esses deploráveis vícios somente para a política e os políticos, porém, verdade seja dita, da arena política essas máculas saltaram também para as relações sociais (para a sociedade civil, ou vice-versa). De qualquer modo, não há como não reconhecer que o singular mundo político, no extravasamento exuberante de todos os vícios citados, conta com a dianteira, porque habituados à falsificação de atas e de urnas, à fraude da lei, às artificiosidades das chicanas judiciais, à traição dos amigos, à renegação dos princípios, ao rebaixamento dos níveis mínimos das posturas éticas, ao aviltamento dos costumes, resumindo toda a moral no triunfo e no bom êxito eleitoral, que se transformou de meio em fim (veja Jornal de Timon, de João Francisco Lisboa, p. 309-10).
A escola indecorosa e degradante da vida política brasileira, irrigada pela infindável falta de escrúpulos de alguns mancomunados agentes econômicos e financeiros, conta com fronteiras cinzentas, surpreendendo a cada dia no avanço dos seus horizontes: os vícios e os crimes têm se multiplicado de uma forma espantosa e abominável, eliminando-se todo tipo de discernimento entre o lícito e o ilícito, entre o justo e o injusto, entre o moral e o imoral, tudo como fruto de um embotamento ético assaz preocupante.
De vez em quando, particularmente quando o desvio do dinheiro público se torna ostensivo ou abusivamente excessivo, o esquema adredemente planejado (de imunidade dos donos do poder) foge do controle. É nesse momento que a polícia apresenta algum seletivo êxito.
Quando o malfeito é descoberto, toda a cumplicidade criminosa entre os partidos e o mundo empresarial é posta em xeque. Rompe-se a regra geral do silêncio conivente, sobretudo e primordialmente por meio da delação premiada, da qual agora está fazendo uso in extenso o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
A delação premiada, na medida em que implica uma traição e “deduragem” de terceiras pessoas, é (eticamente) uma imoralidade, mas que se tornou útil e até mesmo necessária (dizem seus sectários) naqueles países com capacidade investigativa falida ou sensivelmente enfraquecida (como o Brasil). Quando os países se sentem impotentes para descobrir em toda sua extensão os mais hediondos e nefastos crimes contra a coletividade, sobretudo dos poderosos, eles se juntam ao criminoso, para captar a sua prestimosa colaboração.
A colaboração premiada, prevista na nova lei do crime organizado (12.850/13), da qual a delação é uma espécie, permite ao delator quatro tipos de premiação: 1) perdão judicial, 2) diminuição de 2/3 da pena, 3) sua substituição por penas restritivas de direito ou 4) abstenção do início do processo.
É preciso que a delação seja efetiva, ou seja, que produza concreto resultado positivo durante a investigação ou no curso do processo (identificação de coatores ou revelação da estrutura do crime organizado ou localização de vítima ou recuperação total ou parcial do produto ou proveito do crime). O prêmio é aferido conforme a efetividade da colaboração.
Todos os resultados práticos citados são relevantes, mas especial atenção deve merecer a restituição do “roubado”, por quem tem condições e bens para fazer a restituição. Quem se apropria do alheio deve ser privado do próprio (já dizia Beccaria, em 1764 – veja nosso livro Beccaria 250 anos, Saraiva -, que sinaliza e benfazeja a pena de empobrecimento como adequada para essas situações).
Quem desse tema cuidou com acuidade invejável, no entanto, foi o padre Antônio Vieira (1608-1697), autor de uma vastíssima obra moral-religiosa, de notável e distinguido cunho crítico. No seu festejado Sermão do Bom Ladrão, o autor nos deixou como legado um veemente discurso a respeito da ladroagem que grassava em seu tempo (e que não se arrefeceu com o passar dos tempos). Para ele o ladrão que tem bens com que restituir o que roubou (como é o caso do Paulo Roberto Costa, cujas contas bancárias na Suíça ascendem a mais de US$ 25 milhões de dólares), toda a sua fé e toda a sua penitência não bastam para o salvar, se não restituir.
Recorda P. Antônio Vieira (segundo sua lógica moralista-religiosa) que nem mesmo Cristo, na cruz, prometeria o Paraíso ao ladrão sem que restituísse (podendo) o que surrupiou. Cristo, para Dimas, disse: Hoje serás comigo no Paraíso. Para Zaqueu afirmou: Hoje entrou a salvação nesta tua casa. A salvação do ladrão Dimas foi instantânea; a do larápio Zaqueu foi adiada. Qual a diferença?
P. Antônio Vieira explica: “Dimas era ladrão pobre e não tinha com que restituir o que roubara; Zaqueu era ladrão rico, e tinha muito com que restituir; Dimas era ladrão condenado, e se ele fora rico, claro está que não havia de chegar à forca; porém Zaqueu era ladrão tolerado, e a sua mesma riqueza era a imunidade que tinha para roubar sem castigo, e ainda sem culpa” (Sermão do Bom Ladrão, p. 27). Zaqueu somente foi perdoado quando prometeu restituir o roubado em quádruplo. Moral da história: “A salvação [do ladrão rico] não pode entrar [não pode acontecer] sem se perdoar o pecado, e o pecado não se pode perdoar sem se restituir o roubado”.

Por Flávio Gomes. Publicado no Jusbrasil

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Juízes do Rio querem auxílio mensal de R$ 7 mil para bancar estudo dos filhos




Os juízes do Rio de Janeiro querem o direito de receber um auxílio mensal de R$ 7 mil par bancar estudo dos filhos. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (11) na coluna de Fernando Molica do jornal O Dia. O projeto, que também beneficia desembargadores, já foi aprovado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça e enviado à Assembleia Legislativa. A maioria dos juízes e desembargadores recebe mais de R$ 30 mil mensais brutos. Na mensagem enviada à Alerj, a desembargadora Leila Mariano, presidente do Tribunal de Justiça, solicitou que o projeto seja votado em regime de urgência.

Fonte: Radio Globo
Vimos no site: Verdade Gospel

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A farsa do plebiscito pelo aparelhamento estatal de campanha. E que raios o Pastor Everaldo está fazendo ali?



Os leitores devem ter notado que eu praticamente não falei sobre o Plebiscito da Constituinte que os coletivos não-eleitos do PT e seus aliados da extrema-esquerda organizavam.
Por que eu teria feito isso? Por que como era um evento privado, eles podiam fazer o que quiser. Eu não poderia aparecer aqui e escrever que “tem um bando de socialistas aparelhados votando um plebiscito particular”. Quer dizer, eles podem fazer o que quiserem. Seria o mesmo que se fossem votar sobre quem tem o melhor derrière (Andressa Urach ou Nicole Bahls).
Só que agora a brincadeira ficou séria e os sovietes começaram a apurar os votos (até o dia 21 deste mês – o que nos leva a imaginar a “seriedade” da coisa). A pergunta feita no Plebiscito (que eles dizem ter levado quase 10 milhões de pessoas a votar, o que duvido muito) era: “Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o sistema político?”. Teve até voto pela Internet. Em suma, um circo.
A encenação de votação, porém, tem um intuito: pressionar o Legislativo a fazer a Constituinte para a reforma política. Qual o cui bono? Mudar as regras do jogo eleitoral e criar regras para favorecer o PT, especialmente pelo uso do aparelho do estado. Por exemplo, com o fim do financiamento privado de campanhas, o PT poderia continuar usando as estatais para financiar suas campanhas. Eles não são bestas. Bobos são os outros. Ou por que você acha que eles estariam tão motivados em prol de criar um falso plebiscito?
Agora nos resta pressionar o Legislativo para que não caia nessa palhaçada e, se os sovietes começarem com muita pressão, devemos acusar a presidente (que endossa essa baixaria) de traição à pátria e iniciar imediatamente um processo de impeachment. Já que eles estão avacalhando, é nesse mesmo tom que devem ser tratados. Essa turma do plebiscito é igual separatista da Ucrânia. Deram mole no início e hoje vemos o resultado.
E como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada. Se hoje mesmo eu quebrei minha regra e elogiei um posicionamento do Pastor Everaldo, agora não dá para perdoar.
O que esse sujeito está fazendo nesse plebiscito da extrema-esquerda? Agora, o Pastor Everaldo deve uma resposta a todos os seus eleitores (eu não me incluo entre eles), pois que raios ele faz em uma armação produzida pelo PT? Qual é o motivo? Qual a paga?
Eu queria ver que argumentos ele arruma para se defender agora…
Fonte: http://lucianoayan.com

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Os desavergonhados

É o feitiço do tempo.
É o passado que não quer passar
É o peso das gerações mortas, como diria um pensador que os petistas apreciavam antigamente, oprimindo o cérebro dos vivos.
É a miséria moral se fingindo de resistência.
É o assalto ao Estado brasileiro e às suas instâncias.
É o novo patrimonialismo roubando o futuro dos brasileiros.
Enquanto o país se espantava com a bandalheira do mensalão — aquele esquema em que um partido, banqueiros e altos funcionários da administração se organizavam numa quadrilha para criar um Congresso paralelo —, outra maquinaria criminosa, em tudo semelhante e com boa possibilidade de ter movimentado quantidade ainda maior de dinheiro, vigorava na Petrobras, a principal empresa brasileira.
Não, senhores! Seus promotores e operadores não se intimidaram. Talvez escarnecessem do país: “Vejam lá aqueles se estapeando por causa de pouco dinheiro, e nós, aqui, a operar uma máquina de corrupção bilionária”.
Sim, leitores, por mais que o mensalão petista tenha movimentado uma fábula, o valor é troco de pinga na comparação com os recursos que passaram pelo “Petrolão”. Só a compra da refinaria de Pasadena — uma das operações da máfia que tomou conta da Petrobras, segundo Paulo Roberto Costa — gerou aos cofres da empresa um prejuízo de US$ 792 milhões nas contas do TCU — ou R$ 1,8 bilhão.
Segundo o engenheiro da Petrobras Paulo Roberto Costa, que está preso, ao contratar obras de empreiteiras, a Petrobras pagava propina a um grupo de políticos do PT, do PP e do PMDB. Entre os principais nomes implicados na lambança, está o de João Vaccari Neto, homem que cuida das finanças do petismo.
O esquema da Petrobras, que chamo aqui de Petrolão, em tudo reproduz o mensalão. Não é diferente nem mesmo a postura do Poder Executivo, da Presidência da República. Dilma repete, ainda que de modo um tanto oblíquo, o conteúdo da frase célebre de seu antecessor: “Eu não sabia”, ainda que, no comando da Petrobras, durante os oito anos de governo Lula e em quase dois da atual gestão, estivesse José Sérgio Gabrielli, um medalhão do PT, o principal responsável pela compra da refinaria de Pasadena.
Nada, nada mesmo, lembra tanto a velha política como a gestão miserável que tomou conta da Petrobras. Infelizmente para o país, o nome de Eduardo Campos, antecessor de Marina Silva na chapa presidencial do PSB, aparece no centro do escândalo. As falas de petistas e peessebistas se igualavam na desconversa até ontem. Nesta segunda, Marina Silva mudou um pouco o tom (ver post seguinte),
Para arremate da imoralidade, um ministro como Gilberto Carvalho (ver post) vem a público para atribuir a corrupção desavergonhada ao sistema de financiamento de campanha. Segundo ele, caso se acabem com as doações privadas, isso desaparecerá. Trata-se de uma falácia espantosa. Ao contrário: se e quando as doações de empresas forem extintas, mais as estatais estarão entregues à sanha dos partidos.
Escreverei isto aqui pela enésima vez: é claro que o PT não inventou a corrupção. Os larápios já aparecem em textos bíblicos; surgem praticamente junto com a civilização. Mas nenhum outro partido na história da democracia (e até das ditaduras), que eu me lembre, buscou naturalizar a prática corrupta como mera necessidade, como uma imposição dos fatos, como tática de sobrevivência.
Até quando?

Por Reinaldo Azevedo