Radio Evangélica

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Escrava cubana que atuava no “Mais Médicos” do candidato Padilha deserta, é perseguida pela PF de Dilma, que atua a serviço dos irmãos Castro, e pede asilo no gabinete de Caiado, deputado do DEM. Ou: Contrato de médica pode ser indício de caixa dois eleitoral


Que título forte, não é, colegas? Será que exagero? Acho que não. O caso é complicado mesmo. Vou lhes contar uma história que envolve trabalho escravo, tirania política e, não sei não, podemos estar diante de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil. Vamos com calma.
O busílis é o seguinte. Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, é uma médica cubana, que está em Banânia por causa do tal programa “Mais Médicos” — aquele que levou Alexandre Padilha a mandar a ética às favas ao transmitir o cargo a Arthur Chioro. Ela atuava em Pacajá, no Pará. Como sabemos, cada médico estrangeiro custa ao Brasil R$ 10 mil. Ocorre que, no caso dos cubanos, esse dinheiro é repassado a uma entidade, que o transfere para o governo ditatorial da ilha, e os tiranos passam aos doutores apenas uma parcela do valor — cerca de 30%. Os outros 70%, na melhor das hipóteses, ficam com a ditadura. Na pior, nós já vamos ver.
Pois bem. No caso de Ramona, ela disse receber o correspondente a apenas US$ 400 (mais ou menos R$ 968). Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — engordam o caixa dos tiranos (e pode não ser só isso…). Devem atuar hoje no Brasil 4 mil cubanos. Mantida essa proporção, a ilha lucra por mês, depois de pagar os médicos, R$ 30,320 milhões — ou R$ 363,840 milhões por ano. Como o governo Dilma pretende ter 6 mil cubanos no país, essa conta salta para R$ 545,760 milhões por ano — ou US$ 225,520 milhões. Convenham: não é qualquer país que amealha tudo isso traficando gente. É preciso ser comuna! Mas vamos ao caso.
Ramona fugiu, resolveu desertar. Não consegue viver no Brasil com os US$ 400. Sente-se ludibriada. Ocorre que os cubanos que estão por aqui, o que é um escárnio, obedecem às leis de Cuba. Eles assinam um contrato de trabalho em que se obrigam a não pedir asilo ao país — o que viola leis nacionais e internacionais. Caso queiram deixar o programa, não podem atuar como médicos no Brasil — já que estão proibidos de fazer o Revalida e só podem atuar no Mais Médicos — e são obrigados a cair nos braços dos irmãos Castro. A deportação — é esse o nome — é automática.
Pois bem. Ramona quis cair fora do programa. Imediatamente, segundo ela, passou a ser procurada pela Polícia Federal do Brasil. Acabou conseguindo contato com o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), que é médico, e está agora refugiada em seu gabinete — na verdade, no gabinete da Liderança do DEM. Ali, ela está a salvo da ação da Polícia Federal. Não poderão fazer com ela o que fizeram com os pugilistas cubanos quando Tarso Genro era ministro. Eles foram metidos num avião cedido por Hugo Chávez e devolvidos a Cuba.
Vejam que coisa… Ramona sabia, sim, que receberia apenas US$ 1 mil pelo serviço — só US$ 400 aqui. Até achou bom, coitada! Afinal, naquele paraíso de onde ela veio, cantado em prosa e verso pelo petismo, um médico recebe US$ 25 por mês. A economia, como se sabe, se movimenta no mercado negro. Ocorre que a médica, que é clínica geral, disse não saber que o custo de vida no Brasil era tão alto.


A contratante

O dado que mais chama a atenção nessa história toda, no entanto, é outro. Até esta terça-feira, todos achávamos que os médicos cubanos eram contratados pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), que é um órgão ligado à OMS (Organização Mundial de Saúde), da ONU. Sim, a Opas é uma das subordinadas ideológicas do regime dos Castro. Está lotada de comunistas, da portaria à diretoria. De todo modo, é obrigada a prestar contas a uma divisão das Nações Unidas. Ocorre que o contrato da médica que desertou é celebrado com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos”.
Que estrovenga é essa, de que nunca ninguém ouviu falar? Olhem aqui: como Cuba é uma tirania, a entrada e a saída de dinheiro são atos de arbítrio; dependem da vontade do mandatário. Quem controla a não ser o ditador, com a colaboração de sua corriola? Assim, é muito fácil entrar no país um dinheiro como investimento do BNDES — em porto, por exemplo —, e uma parcela voltar ao Brasil na forma, deixem-me ver, de doação eleitoral irregular. E o mesmo vale para o Mais Médicos. Nesse caso, a tal Opas podia atrapalhar um pouco, não é? Mas eis que entra em cena essa tal “Sociedade Mercantil Cubana”, seja lá o que isso signifique.
A Polícia Federal não poderá entrar na Câmara para tirar Ramona de lá. O contrato com os cubanos — e, reitero, é ilegal — não prevê asilo político. A Mesa da Câmara também não pode fazer nada porque o espaço da liderança pertence ao partido.
Vamos ver no que vai dar. O primeiro fio que tem de ser puxado nessa meada é essa tal “Sociedade Mercantil”, que não havia aparecido na história até agora. Quantos médicos vieram por intermédio dela? O que isso significa em valores? Quem tem o controle sobre esse dinheiro?

Por Reinaldo Azevedo


domingo, 2 de fevereiro de 2014

PT e PSDB escalam equipes para início de 'guerrilha virtual'


É da avenida Indianópolis, na zona sul da capital paulista, que uma equipe monitora diariamente as menções na internet ao governador paulista, Geraldo Alckmin, e à sua administração.
Do diretório estadual do PSDB, um grupo acompanha quais são as principais palavras ligadas ao tucano e se as referências a ele são "positivas, negativas ou neutras".
Esse mesmo grupo diz à direção do partido – e, consequentemente, à cúpula do governo do Estado– quando é preciso reagir aos "ataques virtuais". Na última semana, a equipe trabalhou para tentar minimizar comentários negativos à atuação da Polícia Civil na cracolândia.
Enquanto críticos de Alckmin disseminavam comentários sobre a violência dos agentes, seus defensores promoviam uma "agenda positiva", divulgando a sanção da lei que proíbe testes de cosméticos em animais.
Na região central da cidade (bairro da Bela Vista), uma equipe faz basicamente o mesmo trabalho, só que para o PT. Comandado pelo sociólogo Sérgio Amadeu e pelo jornalista Renato Rovai, o grupo usa um software para monitorar temas que interessam aos petistas e indicar como eles estão sendo tratados. "Mensalão", "PT" e "Dilma" são as palavras-chave mais buscadas hoje.
A equipe produz relatórios que indicam a temperatura das discussões e o número de menções a cada assunto. A qualidade das referências é descrita em detalhes. Esse trabalho é feito para o partido, mas será usado na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff e também na do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo de São Paulo.

BOATOS
Em Brasília, a Pepper (empresa que presta serviço de comunicação para o PT) já faz o rastreamento de rumores negativos para o governo federal, além do monitoramento de perfis falsos da presidente Dilma.
Entre os tucanos, Xico Graziano, um dos principais assessores do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, vai montar a equipe de internet da campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Graziano encomendou um levantamento da "reputação digital" de Aécio, nome que se dá ao estudo da origem e qualidade das menções feitas a alguém nas redes. Sua principal missão é medir o alcance de boatos que são vinculados ao nome de Aécio. "O PT tem uma rede de blogueiros em seu bolso, que se dedica a dizer que ele não passa de um 'bon vivant'. Meu trabalho é mostrar o Aécio gestor", diz Graziano.
Mas há quem queira colocar pimenta no discurso oficial. Pedro Guadalupe, um jovem mineiro considerado prodígio em redes sociais, está entre os mais cotados para integrar a equipe de Aécio.
Em 2012, ele trabalhou com o marqueteiro do PT, João Santana, contra o candidato de Aécio em Belo Horizonte. Agora, quer fechar negócio com o senador. Para isso, criou um "cartão de visitas" que entra no ar hoje.
Intitulado "Dilma mente", o site parece, à primeira vista, um sítio da pré-campanha petista. Mas, como o nome entrega, é crítico à presidente. "Jogo em alto nível. Ela é presidente e merece respeito. Mas sou mineiro, profissional, e acho que será ótimo trabalhar com Aécio", afirma.
O PT, por sua vez, quer profissionalizar a militância. Na Semana Santa vai promover uma espécie de "Campus Party" em diversas cidades do Estado para articular uma atuação integrada na rede. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

CALMA, POR QUE TODA ESSE ESTRESSE?


A vida não se desenrola num parque de diversões, mas num campo de lutas. As pressões externas são grandes e os temores internos não são menores. Se você armazenar toda essa tensão ficará ansioso e estressado. Isso, porém, vai minar sua saúde, debilitar sua fé e tirar sua alegria. Entregue seus cuidados a Deus. Lance aos pés do Senhor toda a sua ansiedade. Acalme seu coração e viva sem estresse.

Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"O casamento acabou. Agora falta arrumar as malas", diz líder do PT no Rio após ruptura com Cabral

O presidente regional do PT no Rio de Janeiro,  Washington Quaqua, acertou nesta segunda-feira (27), após reunião com o governador Sérgio Cabral, o fim da aliança entre PT e PMDB na administração estadual, e a exoneração imediata dos secretários Carlos Minc (Meio Ambiente) e Zaqueu Teixeira (Assistência Social e Direitos Humanos).
Por ordem da direção regional do partido, cerca de 350 petistas que ocupam outros cargos no Executivo também devem pedir demissão. O motivo da ruptura é a pré-candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao governo do Estado na eleição deste ano. O PMDB tentará eleger o atual vice-governador, Luiz Fernando Pezão. "O casamento acabou. Agora só falta arrumar as malas", disse Quaqua, que é prefeito da cidade de Maricá.
"A reunião hoje foi muito mais de cortesia. Ela serviu para mostrar que manteremos uma relação de diálogo. O PMDB é um aliado nacional, e é importante que se mantenha. Mas, no Rio, teremos duas candidaturas ao governo do Estado, uma do PT e outra do PMDB. A nossa saída é a efetivação disso. A saída está consolidada. Os dois secretários vão ser exonerados imediatamente", completou.
Quaqua disse ainda ter convocado uma reunião interna, nesta segunda, às 17h, para formalizar junto aos correligionários a retirada da administração estadual. "A determinação da direção do partido é que seja feita a exoneração imediata. Em todos os escalões, ou seja, todos os petistas devem sair do governo. (...) Se houver descumprimento, há sanções regimentais. A decisão do partido é para ser cumprida por todos", declarou.
Quaqua afirmou não estar receoso quanto ao futuro político dos petistas que possuem cargos no Executivo fluminense: "O pessoal vai se alocar no mercado. Tem alguns que são deputados e vão acabar tirando vaga de alguns. Mas as eleições estão aí e vai todo mundo se organizar. Muitos ou são candidatos ou estão apoiando alguém".
O presidente regional do PT afirmou também que a ruptura no âmbito estadual não vai atrapalhar a aliança nacional, e que o governador Sérgio Cabral fará parte da "sustentação da campanha da presidente Dilma no Rio", apesar do embate entre Pezão e Lindbergh.
"Dilma tem quatro candidaturas no Rio [além de Pezão e Lindbergh, os pré-candidatos Anthony Garotinho e Marcelo Crivella também apoiam Dilma Rousseff]. Nós teremos o nosso palanque. Quanto mais palanque para a presidente, melhor para a eleição dela", declarou.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica

sábado, 25 de janeiro de 2014

Instalação em Davos simula campo de refugiados da Síria


De repente, uma forte explosão. O lugar se esfumaçou. Ouviram-se gritos histéricos de homens e mulheres. Depois, berros de soldados. A escritora Merel Bakker, mulher de um alto executivo, presidente do Conselho Mundial Empresarial para Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), se encolheu no chão...

... com sua elegante calça comprida de lã cinza, cabelos louros impecáveis e unhas feitas. Antes de chegar ao campo, Merel foi obrigada a entregar seus anéis de ouro.

Uma mulher era carregada ferida. De repente, soldados surgiram ameaçando a todos com seus rifles:
- Saia da minha frente, agora! No chão, e não quero ouvir sua voz!

Estamos num campo de refugiados na Síria, em plena guerra. Mas a “guerra”, na realidade, aconteceu na rica estação de esqui de Davos, na Suíça, no porão de uma escola de Ensino Médio. No dia em que os principais atores do conflito da Síria se reuniram em Montreux para discutir o fim da guerra, ativistas promoveram para executivos reunidos em Davos uma simulação do horror nos campos de refugiados - tudo como parte do programa oficial do Fórum Econômico Mundial.

Para fazer os participantes sentirem o drama da guerra e dos refugiados, o australiano David Begbie, ativista da Crossroads Foundation e da Global Hand, não mediu esforços: importou 700 quilos de material de guerra, como armas falsas, arame farpado, tendas e até lixo.

Mulheres foram “selecionadas” para serem “estupradas”, homens eram “torturados”, e a corrupção correu solta na simulação. Os olhos azuis de Merel Bakker se encheram de lágrimas quando ela contou o que sentiu.
- Foi aterrador. Nunca havia vivido uma violência como esta antes - disse ela ao GLOBO.

Begbie ouviu, um a um, a reação dos participantes e disse:
- Meus amigos, vocês passaram por isso durante apenas 20 minutos. Mas esta é a realidade! Felizmente, nenhum de vocês pisou numa mina explosiva de verdade.

Rafael, que simulou um soldado malvado, acrescentou drama ao contar que era, na vida real, um refugiado da República Democrática do Congo:
- Soldados tiravam nosso dinheiro, comida... Esta é a vida nos campos.

Imtiaz Pater, executivo-chefe da Multichoice, uma empresa da África do Sul, foi jogado contra a parede na simulação. Ele jogou o jogo. E depois revelou sua simpatia aos refugiados: sua família foi perseguida no apartheid. Ontem, em Davos, ele reviveu o temor do passado racista da África do Sul.

O Jornal das Dez, da GloboNews, divulgou imagens da simulação. Assista ao vídeo.

Fonte: O Globo



Vi no: http://www.portasabertas.org.br/



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Marco civil da internet continua na pauta, mas sem acordo


Neutralidade de rede e armazenamento de dados de empresas estrangeiras no Brasil são alguns dos pontos polêmicos da proposta em análise na Câmara.
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, já anunciou para fevereiro a votação do marco civil da internet (PL 2126/11), mas ainda há parlamentares resistentes à aprovação do projeto, que também enfrenta forte oposição de empresas do setor.
O marco civil será uma espécie de constituição da internet, regulamentando seu funcionamento no País. Entre os pontos que têm impedido a votação está a proibição de as empresas de internet venderem pacotes com diferenças de conteúdo de acordo com o preço pago pelo consumidor, a chamada neutralidade da rede. Também não há acordo quanto à obrigatoriedade de as empresas de internet estrangeiras armazenarem no País os dados dos usuários brasileiros.
O relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirma que tem negociado com os adversários do projeto e acredita que as recentes modificações na proposta vão permitir sua aprovação. Quem é contra a proposta acredita que a neutralidade da rede vai causar prejuízos às empresas e seria uma ingerência indevida do Estado na iniciativa privada.

Para contornar essa objeção, o relator acrescentou em seu texto que será garantida a liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet, desde que não conflitem com os demais princípios estabelecidos na lei.

"Nós acrescentamos sugestões de várias bancadas, que aperfeiçoam o projeto, não interferem negativamente em nenhum dos princípios do projeto e garantem uma ampla maioria para que ele seja votado", explica Alessandro Molon.
Arquivo no Brasil
As empresas também estão resistentes à regra que permite ao Poder Executivo exigir que uma empresa estrangeira, de acordo com seu porte, mantenha estrutura no Brasil para armazenar determinadas informações dos usuários de internet no País.

Os empresários reclamam que essa exigência seria muito dispendiosa. Mas para o relator, a revelação de que os Estados Unidos, com o auxílio de empresas de internet violaram o sigilo de milhões de pessoas e até de chefes de estado, mostram que isso é imprescindível. "[Essa exigência serve] para garantir que a legislação brasileira, que protege a privacidade dos brasileiros, seja aplicada e não a legislação, de um outro país, que não nos protege em nada."
De acordo com o novo texto, os serviços como Google, Outlook e redes sociais deverão guardar os registros de acesso a aplicativos e serviços por seis meses.
Votação pendente
O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), defendeu nesta terça-feira (21), a definição de uma pauta mínima de votação para este ano. O marco civil da internet está entre os projetos sugeridos por Vargas para integrar essa pauta mínima.

A proposta tramita em regime de urgência e está trancando a pauta de votações do Plenário da Câmara desde o fim de outubro do ano passado


Fonte: http://www2.camara.leg.br/

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Onde está nossa liberdade de expressão?


Vi a notícia: http://www.folhapolitica.org/2013/05/blogueira-censurada-poder-ter-que-pagar.html e fiquei mais indignado com o nosso País. A data no site é de 23 de Maio de 2013 e o mais interessante é que a blogueira no Amapá, Alcinéia Cavalcante Costa de 57 que é professora aposentada anos não falou nada sobre Sarney.
Em 2006 na campanha eleitoral ela fez uma brincadeira em seu blog onde sugeriu que os internautas fizessem um adesivo com a frase: “o carro que melhor combina comigo é o camburão da polícia” e colassem no carro de algum candidato.
A mesma afirmou que a notícia era voltada para candidatos ao governo, um leitor do seu blog disse que o adesivo seria para Sarney e depois disso vários leitores saíram falando nomes de candidatos a governo ou a deputado federal.
Mas o único que não gostou foi Sarney já os demais não deram importância. E por determinação da justiça a postagem foi retirada, mas ela criou novas postagens relatando o caso onde daí surgiu outro processo e cada notícia publicada onde era comentado o fato era alvo de processo até chegar a dois milhões.
O que constituição fala sobre liberdade de expressão:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Interessante que na postagem de 21 de Dezembro de 2013 no link: http://www.folhapolitica.org/2013/12/homem-e-condenado-pagar-r5-mil-por.html fala que um homem foi condenado a pagar cinco mil reais por falar em conversa privada que filho de Lula é um idiota. E interessante ainda teve gente que falou que o valor da multa foi pouco e o mesmo deveria pagar mais.
Quando se fala em uma intervenção militar no País muitos criticam as pessoas que defendem a mesma. Mas estamos vivendo em uma ditadura ideológica nos últimos dias, poucos estão enxergando isso os que enxergam e expõe são chamados de alienados.
Sutilmente está sendo colocada uma mordaça na sociedade, onde não poderá mais expor os pensamentos e os oprimidos estão adotando o método coitadíssimo para serem as vítimas na história.

Joabson João


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Voo com Roberto Marinho recebe ameaça de bomba


A aeronave saiu de Brasília rumo à Boa Vista, mas em Manaus a PF precisou inspecionar o avião

O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) estava no voo da TAM que precisou ser vistoriado pela Polícia Federal sob ameaça de bomba.
O voo JJ 3540 saiu de Brasília rumo à Boa Vista (AC), mas ao pousar em Manaus os passageiros foram orientados a descer da aeronave para que os policiais fizessem a varredura.
O assessor de Feliciano, Roberto Marinho, relatou que o avião ficou parado na pista por 50 minutos até que o comandante deu a notícia da ameaça de bomba. “O comandante pediu calma a todos que a situação estava sob controle, mas houve pânico principalmente quando as aeromoças começaram a apressar os passageiros gritando ‘corre, corre, rápido venham rápido’”, relatou.
Ao UOL a TAM informou ter recebido “um alerta sobre suposta presença de bomba” e por isso precisou acionar a PF. A Polícia Federal avisou que a ameaça de bomba foi pichada no banheiro do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek, onde se lia que a aeronave que faria o voo para Manaus iria “para o ares”.
“Saímos todos do avião sem levar nossos pertences de mão e fomos conduzidos pela Polícia Federal para uma sala onde fizemos uma nova revista através do Raio X”, disse Marinho.
Depois de quase duas horas a polícia descartou a ameaça e os passageiros puderam seguir viagem


Fonte: Gospel Prime

domingo, 19 de janeiro de 2014

Os rolezinhos devem ser coibidos? Sim!



No sábado, a Folha publicou um excelente artigo de Andrea Matarazzo (PSDB), vereador em São Paulo, explicando por que os relesinhos devem ser coibidos. Reproduzo.
*
Os “rolezinhos” tornaram-se o assunto deste verão. Os encontros de um número expressivo de jovens em shoppings de São Paulo são considerados por muitos como uma espécie de continuação das manifestações de desencanto e indignação de junho passado. Há, de fato, aspectos em comum. Como as passeatas a céu aberto contra a péssima gestão do Estado brasileiro, os “rolezinhos” reúnem participantes que marcam o encontro previamente pelas redes sociais. Em ambos, grupos oportunistas de vários matizes ideológicos procuram pegar carona na notoriedade desses movimentos. No caso dos “rolezinhos”, comerciantes e frequentadores dos shoppings e, depois, a sociedade foram pegos de surpresa. Pois, assim como as manifestações de inverno, a moda do verão surgiu inesperadamente e se tornou o tema predominante das últimas semanas.
Mas há diferenças que não podem ser desprezadas. O rastilho de pólvora das manifestações foi o aumento do preço do transporte urbano e, depois, o movimento ganhou corpo com outras reclamações difusas. Não há, no caso atual, um discurso unificado de reivindicações. Não há sequer uma reivindicação expressamente declarada. Recentemente, jovens marcaram um “rolê” em Itaquera a pretexto de diversão. Houve reação dos proprietários de shoppings e das autoridades. Isso acendeu o debate com vezos políticos e ideológicos. Muitos a favor, muitos contra. A sensação que fica é que apoiar os “rolês” é de esquerda e condená-los é de direita. Isso é ridículo, pois interdita o debate, não traz solução. Aliás, é o que vem ocorrendo em diversas frentes: o debate morre, reduzido a ideologia de almanaque ou a meras disputas entre quem é o “bonzinho” e quem é o “mauzinho”.
Não faz sentido ideologizar ou politizar os “rolezinhos”. Ser ou não ser politicamente correto não é nem deve ser a questão. O que temos de defender é a integridade física das pessoas que frequentam locais públicos ou privados de uso coletivo. Também não se pode deixar de lado evidências como o fato de que grupos de mil jovens ou mais (independentemente da classe social, credo ou bairro) em espaços inadequados podem provocar se não depredações e agressões, como já ocorreu, sustos, correrias e atropelos.
A sociedade demanda códigos e padrões de comportamento para que os direitos de todos sejam assegurados. Da mesma forma que não se deve andar de skate em hospitais nem conversar durante um espetáculo, não é aceitável superlotar casas de eventos para não se repetirem tragédias como a da boate Kiss. Em recintos fechados, não é razoável dar margem a tumultos que ponham em risco a segurança das pessoas.
A liberdade de marcar encontros pela internet é uma novidade que demanda cuidados. Uma chamada pode reunir 20 ou 20 mil pessoas. Como controlar uma multidão sem um mínimo de planejamento e organização? Em São Paulo, qualquer evento que reúna determinada quantidade de pessoas, por lei, exige ação da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), do Corpo de Bombeiros, do Samu (Serviço Atendimento Médico de Urgência) e da Polícia Militar.
Eventos sem as medidas de cautela necessárias podem provocar desastres. Como esvaziar um shopping lotado em caso de incêndio? Em caso de tumulto, como evitar acidentes com pessoas mais velhas ou com alguma deficiência? Como proteger as crianças? Como prevenção, é preciso, com bom senso, coibir aglomerações e correrias em qualquer local sem a estrutura necessária.
Ou seja: seu “rolezinho” termina onde começa o do outro, pois a liberdade de cada cidadão é delimitada pela dos demais.
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

QUANDO A DOR PULSA EM NOSSO PEITO


Há momentos em que a dor na alma é tão grande que parece que o ar nos falta, um peso imenso nos esmaga e o brilho dos nossos olhos se vai. Nessas horas não conseguimos sequer falar; apenas gememos. Quando, porém, perdemos as forças, o ânimo, e somos apertados por todos os lados por uma angústia avassaladora, podemos olhar para cima e saber que Deus nos ama e cuida de nós. Do meio da escuridão, Deus acende-nos uma luz e dá-nos um sinal do seu favor. Não há outro refúgio para nós. Não há outro socorro para a nossa alma. Só em Deus nossa alma encontra abrigo nessa tempestade da dor.

Hernandes Dias Lopes.