segunda-feira, 7 de outubro de 2013
“Ainda que eu dê aos pobres tudo... e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valer.” (1 Co 13.3)
Preocupo-me quando apregoamos espiritualidade sem amor,
quando a Igreja não chora com os que choram ou quando os relacionamentos se tornam cada vez mais utilitários. Preocupo-me quando o mundo age com mais misericórdia do que o povo de Deus, quando a Igreja passa a definir a experiência de fé a partir de ajuntamentos solenes e não de relacionamentos sinceros. Preocupo-me quando não amamos.
Estes versos confrontam minha vida ao afirmar que podemos ter dons espirituais, tamanha fé ou praticar toda sorte de ações sociais, porém, sem amor nada será aproveitado. Nem sermões ou liturgias cúlticas. Nem ações missionárias ou projetos
sociais. O amor, aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos de Jesus quando buscamos amar.
Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve que o amor é perceptível, deixa marcas. É prático, notável e visível, paciente esperando pela hora oportuna. É benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo.
Texto extraído do Facebook da Igreja Presbiteriana do Brasil
domingo, 6 de outubro de 2013
A filiação de Marina Silva ao PSB
Após não obter sucesso com a
fundação do partido Rede de Sustentabilidade a ex-senadora Marina Silva resolveu
filiar-se ao PSB e apoiar a candidatura de Eduardo Campos a Presidente do
Brasil nas próximas eleições. É tanto que a decisão para ser vice na chapa de
Campos foi adiada.
Eu mesmo levantei a teoria de uma
aliança composta por Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB), mesmo sabendo
da dificuldade dessa aliança ocorrer. Mas na minha visão a aliança de ambos
seria forte para derrubar o governo do PT. Ainda continuo com a teoria de que
essa aliança seria forte e com o apoio da ex-senadora Marina Silva seria uma
força extra. Pois nas pesquisas a mesma era a única que ameaçaria o atual
governo e segundo as pesquisas Marina Silva sempre se apresentou em segundo
lugar, ficando apenas atrás da atual presidente (Dilma).
Joabson João
A um ano da eleição, veja os cenários para os presidenciáveis
A um ano da próxima eleição presidencial e no dia em que se
encerrou o prazo para a criação ou mudança de partidos pelos candidatos, os
contornos políticos para 2014 ganharam um elemento novo, que pode acirrar a
disputa.
Com a decisão de filiar-se ao PSB após a Justiça negar o registro de sua Rede Sustentabilidade, a ex-ministra Marina Silva selou uma aliança inesperada com o presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Com o apoio de Marina, Campos ganha um novo impulso para uma provável disputa contra a presidente Dilma Rousseff e o senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
As movimentações dos prováveis candidatos já tiveram impacto em alianças partidárias nos Estados e na base do governo federal, que perdeu o PSB de Campos.
Veja como os principais presidenciáveis têm se preparado para a disputa e os maiores desafios que enfrentam.
Dilma Rousseff (PT)
Depois de ver sua popularidade despencar durante a recente onda de protestos pelo Brasil, a presidente tem recuperado parte das perdas e se reafirmado como provável favorita na eleição.
De acordo com a última pesquisa do Ibope, Dilma lidera a corrida com 35% das intenções de voto. Sua vantagem em relação à segunda colocada nas pesquisas, Marina Silva, que chegou a 8 pontos em julho, ampliou-se para 22 pontos.
A aliança entre Marina e Campos pode se configurar como um obstáculo importante para os planos de reeleição da presidente.
Segundo analistas, Dilma vai precisar de um cenário sem imprevistos, como uma nova onda de protestos que volte a sacudir o país, a possibilidade de falhas graves na organização da Copa de 2014 ou escândalos no governo, para manter uma dianteira confortável até a eleição.
A presidente tem a seu favor a grande exposição do cargo e deve dedicar boa parte do resto de seu mandato a divulgar ações de seu governo voltados à educação ou à saúde. Um de seus focos principais deverá ser o programa Mais Médicos, que busca sanar falta de profissionais de saúde em periferias e no interior do Brasil.
Sua candidatura poderá se fortalecer ainda mais a partir do início da campanha, já que, por causa da ampla coalizão governista, ela terá mais tempo de propaganda na TV que qualquer rival.
Mas a movimentação de Marina em direção ao PSB pode aumentar as chances de um segundo turno e a possibilidade de que os demais candidatos se unam contra a presidente em um bloco opositor.
Eduardo Campos e Marina Silva (PSB e Rede Sustentabilidade)
O governador pernambucano Eduardo Campos - hoje com 4% das intenções de voto, segundo o Ibope - já era apontado nos últimos anos como uma importante novidade no cenário nacional e ganha um novo impulso com a adesão de Marina Silva a seu partido.
Ao decidir se filiar ao PSB neste sábado, Marina se afastou dos planos de se candidatar à Presidência, mas conseguiu mesmo assim reforçar sua importância como um elemento crucial das eleições, mesmo depois de a Justiça eleitoral recusar a criação da Rede Sustentabilidade.
Apesar de não confirmar a possibilidade de ser vice em uma chapa liderada por Campos, a ex-ministra carrega consigo a força de quem surgiu como segunda colocada na última pesquisa (16%) e ainda sente os efeitos do bom desempenho na eleição de 2010, quando obteve 20 milhões de votos (quase 20% do total).
Resta saber, no entanto, como os eleitores de Marina reagirão à sua decisão de se aliar ao PSB, depois das críticas ao atual modelo partidário durante a campanha pela criação da Rede Sustentabilidade.
Além de cacife político, o apoio do grupo de Marina Silva pode dar a Campos mais tempo de propaganda eleitoral gratuita, embora nesse quesito PT e PSDB ainda levem vantagem. Para ampliar o tempo, há relatos de que o PSB também deve tentar se coligar com PDT, PTB e PPS.
Para pavimentar a candidatura de Campos, o PSB entregou nos últimos dias seus cargos no governo federal. A ruptura desagradou dois caciques pessebistas, os irmãos Ciro e Cid Gomes, que resolveram deixar o partido.
Por outro lado, a decisão abriu o caminho para que o PSB negociasse alianças com partidos da oposição em disputas estaduais. Há discussões para que o partido integre coligações rivais ao PT em 20 Estados, entre os quais São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Campos também negociou um pacto de não agressão com Aécio e, a exemplo do mineiro, tem tentado conquistar o apoio de empresários. Mas o desafio do pernambucano agora é conciliar as novas alianças com o pacto pelas bandeiras de Marina, como um modelo de desenvolvimento menos predatório ao meio ambiente.
Aécio Neves (PSDB)
Terceiro na última pesquisa do Ibope, com 11%, o senador mineiro recebeu nos últimos dias uma notícia alentadora para suas intenções de disputar a Presidência. O também tucano José Serra, que ameaçava deixar a sigla para poder participar da disputa presidencial outra vez, anunciou que ficará no PSDB.
A saída de Serra poderia enfraquecer o apoio a Aécio, ao dividir eleitores tradicionais do PSDB. No entanto, segundo analistas, a permanência de Serra não põe fim à desunião do PSDB nem garante que o tucano paulista abrirá mão da disputa.
Há relatos de que, para ficar no PSDB, Serra teria exigido de Aécio que prévias definam o candidato do partido. Caso a votação no PSDB ocorresse hoje, Aécio - que recentemente se tornou presidente nacional do PSDB - seria o favorito.
Mesmo que se torne o candidato tucano, porém, não está claro se Aécio terá o apoio de Serra e do governador tucano Geraldo Alckmin em São Paulo, maior colégio eleitoral do país.
Enquanto a disputa interna tucana se desenrola, Aécio tem viajado pelo Brasil para tornar-se mais conhecido e costurar alianças para 2014. A julgar por suas falas mais recentes, sua campanha terá como base a defesa de um novo modelo econômico e o enxugamento da máquina pública.
Aécio tem criticado o baixo crescimento econômico no governo Dilma, que atribui ao esgotamento de um modelo que privilegiaria políticas "assistencialistas", e defendido uma atitude mais amigável em relação a investidores. Com a postura, também busca o apoio de grandes empresários que estariam insatisfeitos com a presidente por julgá-la inflexível em negociações com o setor.
Fonte: Notícias Uol
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Israel alerta o mundo “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”
Discurso de primeiro-ministro na ONU
pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.
Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da
população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre
foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu,
Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia
1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois
terços de seu discurso.
Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi
dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi
a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram
considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi
os minutos finais do discurso.
Em suma, o primeiro-ministro acredita que o
Irã não é confiável e
seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse
momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo
com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre
o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha
que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou
ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança
do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que
dizimaram centenas.
Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do
Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500
anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o
retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém.
Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando
ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde
então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de
Israel, as nações árabes.
Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa
nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos
neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento
de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em
condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que
Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.
A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a
Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que
realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.
Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a
Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer
outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não
Proliferação, do qual o Irã é signatário.
Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os
grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A
partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que
haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado
reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma
nação próspera com capacidade de se defender”.
Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas
estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas
as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão
as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu
vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua
terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o
Senhor].
Após repetir os versos no original em hebraico, emendou
“Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela
ser arrancado”.
Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado
ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve
como a Guerra de Gogue e Magogue. Haverá grandes nações do
mundo unidas na batalha contra Israel:
1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império
Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).
Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os
outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de
Israel que eles lutam. Com
informações de Times of Israel.
Para saber mais, assista:
Fonte: Gospel Prime
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Será o enfraquecimento do PMDB na Paraíba?
O PMDB paraibano está perdendo fortes filiados. Depois de
Fernando Milanez e João Almeida mostrarem interesse em sair do partido, o
sobrinho do ex-governador e atual presidente do partido José Maranhão Benjamim
Maranhão, Benjamin Maranhão anunciou a saída do partido e está indo para o
partido recém-criado Partido da Solidariedade (PS).
Outro nome de peso que também anunciou a saída do PMDB é a
filha do ex-senador Humberto Lucena, Iraê Lucena, a mesma ainda não afirmou seu
destino político, mas pretende concorrer uma vaga na Câmara Federal e ressaltou
que Benjamin Maranhão a chamou para o PS. Mas ela tem conversado com o PSB e
afirmou que pretende se filiar ao um partido que ofereça uma base para apoiar a
sua candidatura como deputada federal.
Iraê Lucena anunciará até a Quinta seu novo partido.
Vemos que o PMDB não anda muito bem. Pois essas duas pessoas
(Iraê e Benjamin) são nomes fortes e tem histórico no partido.
Joabson João
terça-feira, 1 de outubro de 2013
O crime organizado na Paraíba
Andando em algumas comunidades não só na capital paraibana,
mas em toda a região metropolitana vejo alguns jovens e até mesmo crianças se
orgulhando por pertencerem a uma facção paraibana ou a outra. Não vou citar
nome de nenhuma das duas, pois não quero promove-las, mas vemos jovens de
várias idades cantando músicas que fazem apologia ao crime e enaltece a facção
que eles pertencem.
É um absurdo que essas facções tenham até canal no youtube
para se promoverem e publicarem músicas que fazem apologia ao crime e as enalteça.
Onde estão as autoridades que não fazem nada para acabar ou pelo menos diminuir
com essa criminalidade?
E o pior é que essas facções estão recrutando crianças para
entrarem cada vez mais cedo no mundo do crime, vemos por aí verdadeiras
crianças que se orgulham de participar de facção tal.
E na maioria dos crimes cometidos tem sempre um menor
envolvido, onde o mesmo assume a autoria do crime. Pois o menor é protegido por
lei.
E tem mais: os traficantes locais das comunidades são
verdadeiros heróis para as crianças. A criança tem esses indivíduos como
espelho para suas vidas.
O que esperar do futuro de uma sociedade que hoje está
assim?
Joabson João
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Importação de mais profissionais
Eu já havia comentado antes
sobre a questão dos médicos cubanos e até falei que se a moda se pega iriam
importar mais profissionais. E parece que minha teoria estava certa. Pois na
coluna de Ricardo Setti (colunista da Veja) tem a informação que o Ministro da
Educação, Aloizio Mercadante anunciou que também poderá lançar em sua pasta um
sucedâneo do programa de Padilha, o novo programa “Mais Professores”.
Interessante é que os
defensores do programa Mais Médicos usam o argumento de que os médicos
brasileiros não querem trabalhar em certos locais e como emergência os cubanos
são bem vindos. Tudo bem.
Mas quero saber agora.
Será que irão defender também a vinda de professores estrangeiros? A matéria
tem como título a pergunta: De onde será que virão os
professores que Mercadante quer importar? Também de Cuba? De países de língua
portuguesa? Da China?
Será que realmente
também faltam professores no Brasil? Será que os que estão no Brasil também não
querem trabalhar em certos locais? E como será o critério de avaliação dos
mesmos para lecionarem no Brasil?
Primeiro médicos, agora já
tem a ideia de professores. E quais serão os próximos profissionais? Será que
vão pegar guerrilheiros cubanos para atuarem como policiais?
Joabson João
domingo, 29 de setembro de 2013
Espero que não seja preciso para ocorrer outro acidente para as autoridades tomarem algumas providencia no transporte publico
No sábado (28/09/2013) por volta das 05h00 um ônibus
da empresa rodoviária Santa Rita que faz a linha Tibiri até o Distrito Industrial
de João Pessoa sofreu um grave acidente. Foram apresentadas algumas versões do
que teria provocado o acidente, uma delas é que o motorista perdeu o controle
porque faltou freio.
Uma coisa bem revoltante foi alguns vândalos se aproveitando
da tragédia para saquearem o ônibus, vidas ali precisando de ajuda e os indivíduos
aproveitando a situação para saquearem.
Mas voltando para ao assunto: segundo a diretora de
transporte do DER (Nilza Magalhães) o ônibus é do ano de 2006, ou seja, não é “tão
velho”. A população de Santa Rita clama por um transporte de qualidade, pois a
cidade sofre com a má qualidade do transporte, principalmente os moradores dos
bairros de Tibiri, Eitel Santiago e Marcos Moura, pois ônibus é uma raridade
nesses bairros. O mais interessante é que no carnaval tem ônibus para Lucena a
cada 30 minutos, a empresa alega que está falida devido ao transporte
alternativo. Mas a cidade de Cabedelo também tem transporte alternativo e nem
por isso a empresa que faz a linha de Cabedelo está quebrada, nem muito menos
presta um mau serviço a população.
Agora foi preciso um acidente como esse para a mídia local
focar o mau serviço da empresa. Espero que abram os olhos também para o
transporte publico de Bayeux, pois os ônibus estão sucateados e as empresas
também prestam um mau serviço.
Espero que não ocorra em Bayeux um acidente como esse, nem
muito menos parecido. Que as autoridades locais procurem resolver o problema de
Bayeux o mais rápido possível para que não ocorra algo desse tipo, nem parecido.
Onde vidas foram ceifadas e inúmeras pessoas ficaram feridas.
Joabson João
Foto: Site Bayeux em Foco
sábado, 28 de setembro de 2013
Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay
Vitória conservadora na
Carolina do Norte contra uniões gays impulsiona Obama a declarar apoio ao
“casamento” gay
Julio Severo
Finalmente, Obama
confessa que é a favor do “casamento” gay. “Acabo de concluir que para mim
pessoalmente, é importante ir em frente e afirmar que penso que as duplas de
mesmo sexo têm o direito de se casar”, Obama disse nesta tarde numa entrevista
para Robin Roberts, jornalista da ABC News.
Ninguém ficou
surpreso com a declaração de Obama, pois seu governo, desde o início, vem promovendo e
impondo a agenda gay com agressividade fenomenal. Em dezembro
do ano passado, seu governo ordenou que todas as embaixadas e órgãos dos EUA no
exterior fizessem da agenda gay prioridade absoluta. Essencialmente, o decreto
de Obama transforma os EUA em uma poderosa agência
policial mundial a favor do homossexualismo.
Antes de chegar à
presidência, Obama era um senador esquerdista que apoiava publicamente o
“casamento” gay. Mas desde a primeira eleição presidencial, ele tem se mantido
em discrição e “silêncio”, dando a entender que mudou de ideia, embora suas
ações descaradamente pró-homossexualismo deixassem claro que sua “mudança” era
só de lábios.
O que parece ter
arrancado Obama do armário da incoerência entre seus lábios e ações foi a
vitória que o povo da
Carolina do Norte obteve recentemente contra os supremacistas gays.
Esquerdistas de peso como o ex-presidente Bill Clinton entraram na votação do
estado americano que estava decidindo proibir ou não o “casamento” gay, a união
civil gay e todo tipo de parceria gay.
Billy Graham, o maior
evangelista do mundo, entrou na briga, e saíram perdendo Bill Clinton e todos
os supremacistas gays. Diante do quadro lúgubre para os extremistas, Obama, num
momento de muita emoção e revolta contra a derrota decisiva na Carolina do
Norte, não se conteve e saiu do armário, determinado a mostrar para o público
americano e mundial que o “casamento” gay é certo e que Billy Graham e o povo
da Carolina do Norte estão errados.
Contudo, ele não
deixou transparecer tal motivação. O que ele apontou como motivação foi sua
“fé”, usando como exemplo a declaração onde Jesus diz que devemos tratar os
outros como gostaríamos de ser tratados. Ele disse: “Pensamos acerca da nossa
fé, que está na raiz de nossas convicções, não só de Cristo se sacrificando em
nosso favor, mas também de nos amarmos uns aos outros”.
Mencionar Jesus hoje
para apoiar qualquer ideia ou prática perversa não traz consequências. Mas
Obama, o grande defensor do islamismo como “religião de paz”, jamais ousaria
dizer que a base para seu apoio ao “casamento” gay é Maomé. O mundo islâmico
inteiro se levantaria em brados e bombas.
Entretanto, ofender
os cristãos, ou insultando Cristo ou usando o nome dEle profanamente para
promover ideias e práticas contra a natureza dEle, é conduta normal de
esquerdistas.
No passado, os homens
que viviam em aberrações confessavam que a base de seus atos era Satã ou
Satanás. Mas hoje, homens desse tipo perderam a vergonha, usando e abusando do
nome de Jesus em defesa de suas pérfidas escolhas. Só não ousam usar e abusar
do nome de Maomé ou do Corão com o mesmo objetivo.
Com sua confissão em
reação à derrota
esquerdista na Carolina do Norte, Obama se torna o primeiro
presidente dos Estados Unidos a declarar apoio público ao “casamento” gay.
Com informações de LifeSiteNews.
Fonte: www.juliosevero.com
Cotado para ministério, senador usa verba de gabinete para pagar site
PATRÍCIA BRITTO
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
Cotado para assumir o Ministério da Integração Nacional, o senador
Vital do Rêgo (PMDB-PB) usou parte de sua verba de gabinete para pagar um site
que produz notícias favoráveis a ele.
De janeiro a julho de 2013, o
senador paraibano pagou R$ 14 mil ao site PB Agora, com sede em seu Estado de
origem. O valor, repassado em parcelas mensais de R$ 2.000, foi reembolsado
pelo Senado como despesa destinada à "divulgação da atividade
parlamentar".
Nesse período, o PB Agora
publicou dezenas de reportagens que destacam o senador. Somente em setembro, a
reportagem da Folha encontrou, por meio do sistema de
busca do site, 30 notícias que destacam o nome do senador no título.
Entre elas, "Vital
comemora aprovação de minirreforma eleitoral", do dia 11, "Cotado
para ser ministro, Vitalzinho comemora 50 anos de vida", do dia 21, e
"Lideranças nacionais destacam Vital", do dia 22.
Em sua maioria, as notícias
descrevem a atuação do senador em tom elogioso. Um dos trechos afirma que o
congressista "tem conseguido muito destaque na política e prestígio no
Congresso Nacional e com seu partido, o PMDB".
Em outra notícia, afirma que
"o líder da bancada federal paraibana, o deputado federal Manoel Junior,
ressaltou a trajetória brilhante do parlamentar campinense [de Campina Grande (PB)]".
Desde que o PSB anunciou a
saída do governo federal, com a entrega dos cargos que ocupa na Esplanada, a
vaga do ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) é cobiçada pelas
bancadas do PT e do PMDB.
O nome do senador Vital do Rêgo
foi escolhido pelo PMDB para ser o indicado ao ministério. O partido aguarda
manifestação da presidente da República.
Dilma pediu a Bezerra que ele
ficasse na pasta até definir o seu substituto. A presidente ainda não anunciou
se o cargo ficará com o PMDB.
OUTRO LADO
O diretor do site PB Agora,
Fábio Targino, afirmou que a empresa, com sede em João Pessoa, presta serviços
de "divulgação da atividade parlamentar" e que não há irregularidade
na atividade.
O uso da verba de gabinete para
pagar reportagens na imprensa, prática comum entre deputados e senadores, não é
proibido pelas normas do Congresso Nacional.
O Ato da Comissão Diretora do
Senado que define as regras para o uso da cota parlamentar define que ela se
destina ao ressarcimento das despesas, entre outras, com "divulgação da
atividade parlamentar, exceto nos 180 dias que antecedem à data das eleições de
âmbito federal, estadual e municipal, salvo se o parlamentar não for candidato
à eleição".
Segundo Targino, parte das
notícias sobre o senador é produzida pela própria equipe de reportagem do site,
enquanto outra é enviada pela assessoria de comunicação do congressista.
"As notícias normais a
gente cobre naturalmente. De algumas matérias de divulgação a gente tem um
acompanhamento mais detalhado", disse.
Procurado pela reportagem, o
senador Vital do Rêgo ainda não respondeu às questões encaminhadas a seus
assessores.
Fonte: Folha Uol
Foto: Google
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