Radio Evangélica

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Apagão: racionamento de energia pode acontecer logo no país



A revista Veja desta semana traz reportagem sobre racionamento de energia que deve acontecer, principlamente, no sudeste do país. A falta de chuvas deixou o reservatório de água da usina hidrelétrica de Furnas, uma das principais fontes de eletricidade da Região Sudeste, em seu nível mais baixo desde 2001. A represa, que banha 34 municípios no sul de Minas Gerais, está com apenas 12% de sua capacidade.
O nível da água se encontra a 753,4 metros acima do nível do mar, 14,6 metros abaixo de seu máximo e apenas 3,4 metros acima do mínimo necessário para que a usina opere normalmente. Todas as nove réguas verticais usadas para medir a capacidade da represa estão expostas, fora d’água. A situação já é tão dramática quanto a de outubro de 2000. Se agora, com o início do verão, as chuvas não se intensificarem na bacia do Rio Grande, ficará comprometida a geração de energia de um total de doze usinas.
A estiagem não afetou apenas Furnas. No seu conjunto, os reservatórios das regiões Centro-Oeste e Sudeste estão com 30% de sua capacidade, o nível mais baixo em mais de uma década. A estação mais úmida do ano, nessa região, começa em dezembro e termina em abril, mas as chuvas costumam chegar já nos meses de setembro e outubro.
Foi o que ocorreu em 2011, mas não se repetiu neste ano. Modelos estatísticos utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a entidade responsável pelo controle da operação de geração e transmissão de energia, estimam que, se as chuvas vierem na intensidade prevista para os próximos meses, os reservatórios do Centro-Oeste e do Sudeste voltarão a se encher e chegarão ao período de seca com 68% de sua capacidade.
Mas como ter certeza? O país, mais uma vez, dependerá do imponderável da meteorologia. Em 2000, por exemplo, não choveu o suficiente e o racionamento fo inevitável.

Fonte: Veja/Verdade Gospel

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Capitalismo de espoliação


Durante anos, o Brasil chamou a atenção do mundo graças a seu novo ciclo de crescimento. No entanto seria interessante perguntar-se sobre o tipo de capitalismo que tal ciclo gerou, sobre qual a especificidade da experiência brasileira e seus limites.
Colocar tal questão é importante porque, se há algo que chama a atenção no caso brasileiro, é a maneira como aprofundamos um modelo econômico oligopolista, de baixa concorrência e alta concentração. No Brasil, o capitalismo mostrou uma de suas faces mais brutais. Pois não ocorreu aqui fenômenos de pulverização de atores econômicos por meio de ciclos de abertura de start-ups e de defesa estatal de ambientes de multiplicação de grupos de empreendedores.
Na verdade, tivemos, muitas vezes, uma diminuição no número de tais atores através de políticas estatais que produziram ou incentivaram involuntariamente a oligopolização da economia em nome da criação de "grandes players globais".
Setores como os frigoríficos e a produção de etanol são exemplares, nesse sentido. Em tais casos, em vez de lutar contra a tendência oligopolista,
o governo subvencionou a criação de grandes grupos exportadores que usaram, em várias ocasiões, dinheiro público para comprar concorrentes e concentrar o mercado.
O resultado foi aberrações em que oligopólios controlam serviços e produtos, oferecendo-os a preços exorbitantes e com baixa qualidade. A recente pesquisa sobre os preços da indústria automobilística nacional, por exemplo, demonstrou o que qualquer pessoa sensata já imaginava: nossos carros estão entre os mais caros do mundo não devido aos impostos ou ao custo Brasil, reclamações clássicas de empresários acostumados com a exploração de seus empregados.
Na verdade, eles estão entre os mais caros simplesmente porque a margem de lucro é uma das mais altas do mundo. Algo só possível em um mercado totalmente oligopolizado, sem concorrência real. Mercado onde a regra é a espoliação dos consumidores.
Durante certo tempo, ouvimos a pregação de que a abertura da economia nacional a empresas estrangeiras quebraria o ciclo de relações incestuosas entre poder público e burguesia nacional de baixa competividade. No entanto o que vimos nesses casos foi um primeiro momento virtuoso que logo dava lugar a um novo monopólio, só que agora com sotaque estrangeiro.
Ou seja, o Brasil tinha à sua frente o desafio de criar um sistema econômico no qual a intervenção estatal fosse organizada tendo em vista a quebra da natureza monopolista do capitalismo atual. Mas ele fez exatamente o contrário. Há de perguntar se isso não colabora para o atual estágio de baixo crescimento econômico.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/1206071-capitalismo-de-espoliacao.shtml

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Cemitério para quem deseja “ressuscitar primeiro” está ficando sem espaço



Mortos colocados no Monte das Oliveiras esperam ver o Messias antes

Durante os últimos 3.000 anos as famílias judaicas que acreditam que a vinda do Messias será sobre o Monte das Oliveiras, em Jerusalém, enterraram ali os seus mortos.
As Escrituras trazem uma profecia no livro de Zacarias dando conta que uma fenda se abrirá no Vale de Cedron entre os Montes do Templo e das Oliveiras, local por onde o Messias deve entrar pela Porta Dourada do Templo em Jerusalém.
A tradição diz que o próprio Zacarias pediu pra ser enterrado ali na expectativa de ser ressuscitado primeiro para ver a chegada do reino do Messias judeu. Desde então este local passou a ser um dos mais sagrados para a fé judaica.
“Todo mundo neste cemitério é enterrado com os pés de frente para o Monte do Templo, para que, ao serem levantados da morte nem sequer precisem se virar. Ninguém quer errar o rumo”, explica Ira Rappaport, 67 anos, que se mudou de Nova York para Israel há 41 anos e cujos pais estão enterrados no Monte.
As autoridades identificaram mais de 150 mil túmulos no local, mas os administradores dizem que novos lotes são impossíveis de achar. A grande maioria já está vendida e dentro de 10 anos estima-se que não haverá espaço para novas sepulturas.
Além de outros profetas da antiguidade, estão enterrados rabinos famosos e personalidades como o ex-primeiro-ministro israelense Menachem Begin.
Chananya Shachor, gerente da Sociedade Funerária de Jerusalém, a maior das 13 empresas que organizam funerais na Cidade Santa, explica que ser enterrado no local custa cerca de 45 mil reais, incluindo a cerimônia fúnebre e uma mortalha especial.
Shachor acredita que em breve terão fim os enterros no Monte, por isso inaugurou recentemente uma instalação de cinco andares, em outra parte de Jerusalém, mas tem dificuldade de convencer as famílias mais tradicionais. Traduzido de The Star.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 23 de dezembro de 2012

Cristãos chineses são presos por pregar sobre o Natal ao ar livre




Cerca de 40 policiais de Shenzhen, China, abordaram Cao Nandi e outros oito cristãos, dos quais, sete mulheres, incluindo uma senhora de 70 anos de idade, e os levaram detidos a uma delegacia próxima. O motivo? Eles pregavam sobre o verdadeiro significado do Natal em um parque no sul da cidade.
As mulheres são obreiras do Centro Guanai (Caring) e da Igreja Meilin. O único homem do grupo é membro da Igreja Associação Jovens da Paz.
Quando a esposa de Cao foi até a delegacia de polícia na manhã seguinte, cerca de oito horas depois, foi informada de que não poderia ver o marido.
Cao ama o Senhor apaixonadamente e queria contar aos outros sobre a graça salvadora do Senhor e as Boas Novas do Reino do Céu, mesmo que isso custasse ser odiado por outros e sofrer perseguição. Ele aceitou de bom grado esta punição injusta por compreender a Verdade de Deus e a missão do Pai de salvar as almas perdidas.
De acordo com os últimos relatórios recebidos pela agência de notícias China Aid (Ajuda à China, em tradução livre), todos os detidos já foram liberados.
Segundo Portas Abertas, é importante lembrar que, com a aproximação do Natal, a perseguição do governo aos cristãos deve aumentar. “Devemos orar para que os cristãos chineses respondam com sutileza, e continuem servindo fielmente. Para que diante da perseguição, não tenham medo e não recuem, de modo que conquistem a vitória nesta batalha espiritual”, orienta o ministério.

Crescimento em meio a perseguição
Apesar dos nomes dos novos líderes chineses terem sido anunciados oficialmente este mês, esse processo começou há cinco anos, quando Xi e Li foram ungidos como os sucessores de Hu Jintao e Wen Jiabao, nessa ordem. Todos os anos em decorrência serviram de preparação para que, no tempo determinado, eles possam assumir os postos da liderança do segundo país mais poderoso do mundo.
Há pouco espaço para qualquer mudança significativa repentina na política da China. O que mais se espera de uma nova liderança é que mantenha a continuidade, já que todas as alterações políticas essenciais – com planejamento de longo prazo – são tomadas por consenso, e, portanto, nenhum indivíduo tem o poder de tomar uma decisão importante isoladamente.
No que diz respeito à liberdade religiosa, é provável que a atitude do governo chinês quanto ao crescimento “sem controle” de igrejas casa se mantenha inalterada nos próximos anos. O movimento é composto por igrejas “não-oficiais” que operam fora das áreas controladas pelo governo, como o Movimento Patriótico das Três Autonomias e o Conselho Cristão da China.
Isso explica porque a Igreja Shouwang – que começou como um estudo bíblico caseiro, em 1993, cresceu e tornou-se uma das maiores congregações casa em 2007 – está sendo perseguida pelas autoridades. A igreja possui um piso na Torre de Tecnologia e Daheng Science na área noroeste de Beijing Zhongguancun (distrito tecnológico da China), mas as autoridades impediram o uso da propriedade para cultos. A igreja tem se reunido em um parque por mais de um ano, apesar de esporádica prisão e detenção de seus membros durante os cultos.

Resistência
o início deste mês, sete cristãos de uma igreja doméstica na província de Henan foram acusados de participar de atividades de Shouters (Gritadores, em tradução livre), um grupo fundado em 1960, nos Estados Unidos, que foi proibido, em 1980, pelo governo chinês, de cultuar a Deus, segundo a organização China Aid.
Autoridades se opõem até mesmo às igrejas oficiais que procuram resistir aos movimentos do governo. Recentemente foi negada a permissão para um protesto público contra o despejo planejado, supostamente ilegal, e a demolição de uma propriedade da igreja pelos desenvolvedores imobiliários, de acordo com informação da China Aid em 26 de novembro.
Ryan Morgan, gerente regional para o Sudeste Asiático do International Christian Concern, disse: “Nossa única escolha é adorar de forma ilegal e enfrentar a ameaça de assédio, detenção, tortura e prisão. Dezenas de milhões de cristãos na China sofrem com isso hoje. No entanto, as igrejas chinesas parecem ser fortes o suficiente para continuarem a crescer tanto em número quanto em profundidade espiritual em face à perseguição”.

Fonte: Portas Abertas/Verdade Gospel


sábado, 22 de dezembro de 2012

Bilionário transformou sua empresa em “agência missionária”


Um dos homens mais ricos do mundo diz que o segredo do seu sucesso é a fé

As lojas Hobby Lobby são parte de uma cadeia de varejo que soma 500 lojas de artesanato e artes em 41 estados norte-amercianos. Seu diferencial é que são liderados por uma família cristã. Fundada em uma garagem na cidade de Oklahoma, em 1972, a família Green só começou a Hobby Lobby depois de conseguir um empréstimo para abrir a sua primeira loja.

Green disse que sentia como um estranho ao entrar em varejo, pois seus pais eram pastores e ele cresceu achando que seria um também. No entanto, ele acredita que encontrou uma maneira de exercer seu ministério por meio de sua empresa.
“A Hobby Lobby sempre foi uma ferramenta para o trabalho do Senhor. Para mim e minha família, contribuir é igual a ministério, que é igual ao Evangelho de Jesus Cristo”, disse o CEO e fundador da empresa, David Green. “Nós sabemos que temos sido abençoados pela graça de Deus e acredito que é porque nós escolhemos viver nossas vidas e para operar nossos negócios de acordo com a Sua Palavra e nós somos muito gratos por isso”.
Na verdade, David Green insiste que Deus é o verdadeiro dono dos bilhões de dólares que a família possui. Atuando como um bom discípulo, Green se tornou o maior benfeitor evangélico do mundo, com planos de fazer doações sem precedentes quando seu testamento for aberto.
Perguntado pela revista Forbes sobre os segredos para o crescimento de sua empresa, o empresário de 70 anos de idade, evita qualquer crédito pessoal. Ele também não elogia seus executivos ou seus mais de 22.000 empregados, nem mesmo seus clientes, que vão consumir mais de US$ 3 bilhões em produtos de artesanato somente este ano. “Se você tem alguma coisa ou se eu tenho alguma coisa, é porque nos foi dada por nosso Criador”, diz Green.
“Então, desde o início eu aprendi a dizer: ‘Olha, isso é seu, Deus. É todo seu. Eu vou dar a você”.
Ele deve saber do que está falando, afinal está em 79 º lugar na nossa lista dos 400 americanos mais ricos, com um patrimônio pessoal estimado de US$ 4,5 bilhões. Mas o que poucos sabem é que ele atualmente é o maior doador individual para causas evangélicas dos Estados Unidos e provavelmente um dos 3 maiores do mundo.
“Só sei que Deus é o dono”, explica Green. ”Como faço para separar as coisas? Bem, é de Deus na igreja e é meu aqui? Eu tenho um propósito na igreja, mas eu não tenho um propósito aqui? Você não pode ter um sistema de crença no domingo e não vivê-lo durante os outros seis dias da semana.”, ensina.
Há muito poucos membros entre o ranking dos 400 da Forbes que falam sobre religião e trabalho. Green explica que seu “império” é uma grande organização missionária, o equivalente ao maior bazar de igreja do mundo. A cadeia Hobby Lobby investe quase metade do total de seus lucros em uma longa lista de ministérios evangélicos. Embora não divulgue o montante doado, a Forbes estima que ao longo de sua vida ele já doou mais de 500 milhões de dólares.
A riqueza da família Green sustenta dezenas de igrejas e universidades cristãs. Tudo começou em 1999, quando ele comprou o edifício de um antigo hospital na cidade de Little Rock, Arkansas, por US$ 600.000, reformou e doou para uma igreja. Desde então, comprou mais de 50 propriedades a um custo estimado de 300 milhões de dólares. Mas não é qualquer ministério que ele ajuda.
Ele contata constantemente a igreja ou projeto cristão que lhe procura, e só preenche os cheques após uma cuidadosa verificação doutrinária, que inclui perguntas sobre o nascimento virginal de Cristo. Até mesmo o conhecido pastor Rick Warren precisou passar pelo crivo pessoal de Green antes de receber uma propriedade de 170 hectares em agosto passado, que a igreja Saddleback usará como local de retiros.
A influência de Green, no entanto, é mais sentida nos investimentos nas universidades cristãs em todo o país que vem sofrendo com a crise financeira e teológica que os Estados Unidos atravessam nos últimos anos. A oferta mais vultuosa foi  de US$ 70 milhões em 2007 para a Oral Robert, considerada por ele uma “universidade saudável.”
Traduzido da Forbes 

Fonte: Gospel Prime

Brasil pode ser 1º país a derrotar a Aids'


JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA
Um brasileiro acaba de ser escolhido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, para coordenar as políticas públicas da Unaids (braço da organização contra a Aids).
Luiz Loures vai assumir em janeiro a vice-diretoria executiva dos programas da entidade e também um cargo mais político, o de secretário-geral assistente da ONU.
O médico foi um dos pioneiros no cuidado a pacientes com Aids no Brasil. Loures está há 16 anos na Unaids, hoje em Genebra.
Ele diz que espera ver o fim da epidemia da Aids em 15 anos.
Mas, para isso, é preciso quase dobrar o número de pessoas em tratamento, investir em diagnóstico precoce e no fim do preconceito.
O Brasil, opina, tem condições de ser o primeiro país a declarar o fim da Aids.
*
Folha - Que desafios estão postos nesse novo cargo?
Luiz Loures - A gente está mudando de fase na resposta à Aids. Começamos a falar do fim da epidemia.
O progresso científico permite isso. E estou sendo colocado neste posto para mudar e intensificar os programas e levar o maior número de países a essa meta que, agora, a gente pode começar a estimar.
Eu penso em 15 anos. A Aids vai continuar existindo provavelmente, a não ser que se consiga erradicar o vírus -o que é uma questão para o futuro muito mais distante.
Mas vamos poder dizer que não há mais epidemia. Talvez não em todos os países ao mesmo tempo.

Como o sr. vê o Brasil nesse cenário? Têm surgido críticas sobre a atual política...
Pelo panorama mundial, não tenho dúvidas de dizer que o Brasil é o país com as políticas de Aids mais avançadas e mais inclusivas. Isso do ponto de vista global, eu não estou dentro do Brasil.
Se eu tomo, por exemplo, as estatísticas de acesso ao tratamento no Brasil, as coberturas são as mais altas entre as mais altas do mundo, exatamente porque o Brasil foi o primeiro país a tratar.
Seguindo esse parâmetro, não tenho dúvida de dizer que o Brasil tem condições de ser o primeiro país a declarar o fim da Aids.

O primeiro?
Se o Brasil continuar suas políticas, intensificar onde é necessário. Claro que é um país continental, complexo.
E não que seja uma tarefa fácil, mas não foi fácil em nenhum momento. A trajetória do Brasil nessa área foi marcada pela coragem.
Agora, eu sei que existe um debate. É exatamente aí que está a fortaleza do programa brasileiro, no debate.

Que mudança de postura os países devem ter nessa fase?
É exatamente não mudar muito. O risco hoje, pela complacência, pela existência de outras prioridades, é colocar a Aids em plano secundário.
A humanidade conseguiu avançar tanto em relação à Aids que seria um erro histórico deixar as coisas irem para trás agora, quando a gente tem condição de ir avante.

E até chegar lá?
Há 8 milhões de pessoas em tratamento. Temos de tratar ao menos mais 7 milhões até 2015 para podermos falar que estamos no ritmo.
O teste de Aids tem de virar rotina. Não é bicho de sete cabeças, tem de haver mudança nesse sentido.
Qualquer pessoa no mundo tem o direito e tem de saber se está ou não infectada. É aí que começa o fim da Aids, começa com cada indivíduo.
Quem se trata não só cuida da sua saúde como corta a transmissão.
Além disso, a prevenção tem que ser intensificada. Há dois desafios fundamentais.
Um é nos grupos mais vulneráveis, como o homossexual masculino.
A discriminação ainda é o fator mais importante em muitos países, 78 países criminalizam a relação com o mesmo sexo.
Não tem como pensar que o homossexual vai procurar o serviço de saúde se tem o risco de ser pego.
A mesma coisa em relação ao usuário de droga.
A epidemia na Europa Oriental é a que me preocupa mais no panorama mundial.
A questão fundamental é o seguinte: o usuário de droga é um problema de saúde, não é um problema de polícia.

RAIO-X
LUIZ LOURDES

FORMAÇÃO
Cursou medicina na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), especializando-se em cuidados intensivos.
Tem diploma de MPH (equivalente a um mestrado em saúde pública) na Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA)

TRAJETÓRIA
Ajudou a diagnosticar e tratar as primeiras pessoas com Aids no Brasil nos anos 1980.
Tornou-se assessor especial do Ministério da Saúde, ajudando a formular a política nacional de combate à doença, inclusive pontos como o acesso universal a drogas antirretrovirais.
Passou a integrar a Unaids (agência da ONU para a Aids) em 1996

CARGO ATUAL
Vice-diretor executivo da Unaids

IDIOMAS
É fluente em inglês, espanhol e francês
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1205090-brasil-pode-ser-1-pais-a-derrotar-a-aids.shtml

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Premiação para campeões mundiais é ato populista



Pensei que já havia acabado tal ato populista do governo brasileiro. Os presentes dados (Fuscas) pelo prefeito Maluf aos tricampeões de 70, com o dinheiro dos nossos pais e avós, são exemplos clássicos deste tipo de conduta. Não vejo diferença nenhuma agora com o prêmio de 100 mil reais oferecidos pelo governo federal aos mesmos atletas que disputaram a Copa do México.
E os campeões de 94 e 2002? Não recebem nada? Eles são campeões também, não?
E os campeões mundiais de basquete? Não merecem também?
E o olímpico Ademar Ferreira da Silva (já falecido)? Os campeões do vôlei, judô, natação…
E os professores, médicos, operários, torneiros mecânicos, engenheiros, enfermeiros, dentistas, para citar alguns, que trabalharam até o fim da vida ou receberam uma insignificante aposentadoria? Eles ajudaram a construir esta nação também!!!
Os atletas que defenderam as seleções brasileiras campeãs mundiais de 58, 62 e 70 receberão, cada um, o prêmio especial de 100 mil reais, além de uma pensão mensal paga pelo INSS. O benefício está previsto na Lei Geral da Copa. No caso daqueles que morreram, as famílias serão agraciadas.
Tostão, tri em 70, hoje comentarista, já avisou que vai abrir mão do prêmio.
Os jogadores que participaram das três Copas são:
1958 (Suécia) - Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando (falecido), Nilton Santos, Zito, Didi (falecido), Garrincha (falecido), Vavá (falecido), Pelé, Zagallo, Castilho (falecido), Dino, Moacir, Zózimo (falecido), Mauro (falecido), De Sordi, Oreco (falecido), Joel, Mazzola, Dida (falecido) e Pepe.
1962 (Chile) - Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Bellini, Nílton Santos, Zito, Didi (falecido), Garrincha (falecido), Pelé, Zagallo, Vavá (falecido), Amarildo, Castilho (falecido), Jair Marinho, Altair (falecido), Zózimo (falecido), Jurandir (falecido), Zequinha, Mengálvio, Jair da Costa, Coutinho e Pepe.
1970 (México) - Félix (falecido), Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza, Everaldo (falecido), Clodoaldo, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Rivelino, Ado, Leão, Zé Maria, Marco Antônio, Baldochi, Fontana (falecido), Joel Camargo, Dario, Roberto Miranda, Paulo César Caju e Edu.

Fonte: http://blogdoquesada.blogosfera.uol.com.br/2012/12/20/premiacao-para-campeoes-mundiais-e-ato-populista/

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Polêmica: secretário de Saúde do Rio quer legalização das drogas






A legalização do uso de drogas ganhou um reforço nesta segunda-feira (17) no Rio de Janeiro. O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, defendeu o fim da proibição em um seminário internacional sobre drogas realizado na Fiocruz.
“Já passou da hora de mudar isso”, disse Côrtes ao jornal O Dia. O evento, que prosseguiu nesta terça-feira (18), foi organizado pelo Ministério da Saúde e pela Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia (CBDD). Côrtes pediu pressa na revisão da política de proibição das drogas no país.
“Tenho muitas dúvidas quanto à eficácia desta política e da criminalização do usuário. A repressão está funcionando? E mais: acho que temos que resolver logo este problema, colocar um prazo”, afirmou Côrtes.
O secretário disse defender uma reforma “extremamente criteriosa”, para que o tiro não saia pela culatra e para que a legalização, de fato, reduza os índices de violência e de consumo.
“Precisamos olhar caso a caso as experiências adotadas nos países que optaram pela legalização. Alguns tiveram experiências positivas, outros não. Temos de ver quais as drogas entrariam nesta política. Mas é preciso que seja rápido”, reiterou.
O antropólogo Rubem Cesar Fernandes, secretário executivo da ONG Viva Rio, que também participou do seminário na Fiocruz, disse que está otimista quanto à aceleração da discussão.
“A CBDD levou ao Congresso Nacional a proposta de discussão, mas não queríamos dar entrada este ano por conta do calendário eleitoral. Tudo indica que, a partir de fevereiro, a gente comece a discutir essa questão. Acho que em 2013 já teremos uma resposta positiva”, previu Rubem Cesar Fernandes.
Para o antropólogo, o maior desafio será unir a bancada religiosa em torno de tema tão polêmico: “Precisamos valorizá-los, trazê-los para junto de nós porque as igrejas também têm um papel fundamental neste processo. O problema afeta a todos nós”.

Países espelhos
O seminário na Fiocruz, em Manguinhos, reuniu especialistas que discutiram a possibilidade de uma nova política sobre as drogas.
Portugal, Canadá e Uruguai, países que têm conseguido estancar o aumento do consumo e reduzir índices de violência e mortes decorrentes do vício, estiveram representados no evento.
A ministra Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, acompanhou as conclusões do seminário.

Favoráveis a lei
O jornal O Dia também publicou matéria mostrando que existe uma liga formada por agentes da lei que acredita na legalização do consumo e na regulação da produção como medidas capazes de conter a violência causada pela luta entre Estado e narcotráfico.
A Agentes da Lei contra a Proibição (Leap Brasil) tem como integrantes o coronel Jorge da Silva, ex-chefe do Estado Maior da PM, o delegado Orlando Zaccone, da 18ª DP (Praça da Bandeira), e a juíza aposentada Maria Luiza Karam. “Legalizar não é promover o consumo. O consumo já há em qualquer esquina. A solução é regularizá-lo”, aponta Rubem Cesar Fernandes, diretor da ONG Viva Rio.

Fonte: O Dia/Verdade Gospel

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Governador da Paraíba anuncia pagamento do 13º do Bolsa família



RC anuncia pagamento do 13º salário do Bolsa família  para 2011; benefício é destinado apenas para alfabetizados

Em 2001 (No governo de Fernando Henrique Cardoso) foi implantado na esfera federal o programa Bolsa Escola, onde beneficiava famílias de baixa renda. Onde para as famílias teriam direito se seus filhos estivessem devidamente matriculados em escola publica, com frequência na escolar, etc.
Em 2003 (No governo Luís Inácio Lula da Silva) o programa evoluiu para Bolsa Família. Esse programa deveria ser uma complementação de renda, mas tem inúmeras famílias que tem esse programa como principal fonte de renda. Não querem mais trabalhar, pois alegam que o bolsa família é pouco, mas é seguro. Não são todos, mas a maioria está com esse pensamento.
O governo deveria investir melhor em educação. Investindo em educação veremos o resultado a longo prazo, e o bolsa família é uma forma do governo criar problema para ele mesmo, pois está se tornando uma bola de neve e uma dia vai ficar difícil de controlar.
Sabemos que nosso povo é sofrido, realmente precisa de um auxilio, mas tem que haver uma fiscalização maior para o programa e mais uma coisa: decimo terceiro salario é para quem trabalha registrado, podemos ver na constituição que decimo terceiro é uma gratificação natalina.
Podemos ver também que pessoas que moram em sítios tem famílias que tem direito a um auxilio (cerca de R$2.000,00) quando nasce uma criança na família. Tem gente que não está querendo mais trabalhar, pois já recebem um bolsa família e quando querem um dinheiro a mais de imediato a mulher engravida para nascer mais uma criança. Se esse dinheiro fosse para comprar algo para criança, tudo bem. Mas sempre são direcionados para outros meios.
Colocar criança no mundo virou uma oportunidade de negócios é tanto auxilio do incentivando o nascimento de crianças. Principalmente no meio das pessoas que mais humildes, tanto culturalmente quando financeiramente.
Vemos que no Nordeste é onde está registrado o maior numero de famílias que recebem esse beneficio do governo. Por que não investir em politicas fiscais para atrair empresas para nosso Nordeste para ser gerado emprego e renda? Será que está valendo a pena mesmo manter o bolsa família?

Joabson João 

Foto: pbagora

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Homem faz pentagrama com estilete nas costas do filho





Um morador do Texas de 39 anos disse às autoridades que marcou seu filho de 6 anos de idade com um pentagrama nas costas “porque é um dia santo”, em referência à data de 12-12-12.
A polícia prendeu Brent Troy Bartel, na cidade de Fort Worth, após uma ligação do próprio criminoso. Ele está na cadeia local e o juiz estipulou a fiança em meio milhão de dólares.  A acusação é de agressão grave a um membro da família com uma arma mortal.
Policiais que atenderam o número de emergência para o qual Brent ligou pouco depois da meia-noite ouviram o homem confessar: “Eu derramei um pouco de sangue inocente”.
Quando questionado pelo atendente sobre o que ocorrera, o homem respondeu: “Eu fiz um pentagrama no meu filho.” Ao ser perguntou pelo motivo disso, a resposta foi: “porque hoje é um dia santo”. Logo em seguida ele desligou o telefone.
Momentos depois, a polícia recebeu um telefonema da mãe do menino, que estava na casa de um vizinho. Chorando, ela pediu ajuda: “Ele está tentando machucar meu filho” e “Por favor, se apresse! Oh, Deus!”, são frases ouvidas na gravação divulgada pela polícia.
Ao chegar na casa, a polícia encontrou o menino  tremendo de frio, com um grande pentagrama desenhado em suas costas. Os policiais também encontraram um estilete, que acreditam ser a arma do crime.
O menino foi levado para um hospital de Fort Worth. Seus ferimentos foram profundos, mas  ”não fatais”, disse um porta voz da polícia.
O pentagrama é uma estrela de cinco pontas, geralmente associada ao satanismo. A data de  12-12-12 não era feriado, apenas foi considerada significativa por certas pessoas por causa da repetição incomum dos números.
A mãe de Brent, Lori Ponce, disse ao jornal Fort Worth Star-Telegram que não sabe o que acontecer com seu filho. “Brent não é um demônio… Ele ama esse menino”, disse ela. “Alguma coisa aconteceu. Não me digam que é um louco, pois ele não é.” Ela afirma que Brent não tem histórico de problemas mentais.
O padrasto disse ao jornal que o acusado ultimamente estava “imerso no Antigo Testamento” e pode ter interpretado errado alguma menção ao ato de colocar sangue no batente da porta, como o que a polícia encontrou no apartamento.  ”Se você conhece o Velho Testamento, sabe das marcas da comemoração feitas com um cordeiro sacrificado, mas certamente não com uma criança”, disse John Ponce.Traduzido de Charisma News.

Fonte: Gospel Prime