Rick Warren disse que se você quer saber por que está
aqui neste planeta, você tem que começar com Deus. Você nasceu por seu
propósito e para seu propósito. João Calvino começa as suas Institutas
mostrando que o conhecimento do homem, sua origem e propósito só pode ser
compreendido quando começamos com o conhecimento de Deus. Você não descobre o
significado da vida, como muitos livros de auto-ajuda ensinam, olhando para
dentro, mas olhando para o alto. O propósito da vida não está na
especulação dos milhares de filósofos, mas na revelação divina. Você não é um
acidente. Seu nascimento não foi um engano. Seus pais podem não ter planejado
você, mas Deus planejou. Deus não ficou surpreso por seu nascimento, antes o
esperou. Antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de
Deus. Ele planejou cada detalhe do seu corpo (Salmo 139). Deus determinou os
talentos naturais que você possuiria e também sua personalidade. Deus
determinou o tempo da sua vida sobre a terra. Deus determinou onde você nasceria:
sua nacionalidade, filiação, temperamento, cultura. Sua nacionalidade não é
arbitrária. Deus determinou como você iria nascer. Enquanto há pais ilegítimos,
não há filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados por seus pais, mas
foram planejados por Deus. Deus pensou em você antes de criar o mundo. Você foi
criado para ser um mordomo de Deus.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
Bolsonaro troca PP por PSC e deve disputar a Presidência em 2018
Militar da reserva, de 60 anos,
entrará em um partido que é independente, ao contrário do PP que é da base
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| Bolsonaro troca PP por PSC e deve disputar presidência em 2018 Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados / CP |
Deputado federal mais votado no Rio de Janeiro e terceiro
colocado no País, com 464,5 mil votos, Jair Bolsonaro (PP) é um dos
parlamentares que mais, de forma estridente, faz oposição ao governo da
presidente Dilma Rousseff e ao PT.
Com o mesmo entusiasmo, marcado por ironias e comparações exageradas, ataca o
casamento gay, o Estatuto do Desarmamento, a Comissão Nacional da Verdade, o
Movimento dos Sem Terra (MST) e publicações sobre educação sexual e diversidade
destinadas a crianças e adolescentes. Militar da reserva, de 60 anos, está a
caminho do PSC, com a perspectiva de disputar a Presidência em 2018. O PP,
partido atual, é da base de Dilma, mas tem vários parlamentares de oposição. O
PSC já foi governista e tornou-se independente.
"Não vou disputar a prefeitura (em 2016) porque tenho medo de ganhar. Não
sei como estão as finanças do Rio, imagina se eu, eleito prefeito, tiver que
negociar com a Dilma presidente. Não dá", disse o deputado.
Na metralhadora verbal de Bolsonaro, sobram tiros também para o PSDB, maior
partido de oposição. "O Estatuto do Desarmamento começou com Fernando
Henrique Cardoso e eles também ajudaram na Comissão da Verdade. Nesses
assuntos, o PSDB é genérico do PT. Eles são a favor, eu sou contra",
declarou.
O deputado diz que votou para presidente nos tucanos Aécio Neves, José Serra e
Geraldo Alckmin, a quem critica pela aproximação com o MST. "É terrível.
Ao reconhecer o valor do MST, Alckmin condenou o agronegócio. Se dependesse de
mim, cada proprietário de terra teria um fuzil, porque a propriedade é um
direito sagrado."
O estilo beligerante fica mais ameno quando o tema é o presidente da Câmara,
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigado na Operação Lava Jato por suspeita de
envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás e no Conselho de Ética da
Câmara, por ter omitido ser beneficiário de contas bancárias na Suíça. Cunha se
diz inocente de todas as acusações. O STF apreciará pedido do procurador geral
da República, Rodrigo Janot, para que ele seja afastado do cargo.
"Cunha está em situação embaraçosa. Estou sendo elegante, o que não é do
meu estilo", reconhece Bolsonaro, eleitor do peemedebista para presidente
da Câmara. "Se tem corrupto é porque tem corruptor. Não pode só crucificar
o Cunha. Se for para sair, primeiro as damas. Sai a Dilma Rousseff e depois o
Cunha", disse. Procurado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", o
Palácio do Planalto não quis comentar as declarações de Bolsonaro.
Fonte: Correio do Povo
Colômbia: o autoritarismo vaidoso de Santos e a cessão da Isagén
O
equilíbrio estratégico do que a Colômbia necessita para seu desenvolvimento
industrial e comercial foi rompido, pois ele fica agora nas mãos de um distante
grupo canadense que não pensa na Colômbia nem em sua bio-diversidade.
O presidente Santos fez, de novo, o que queria. Cedeu a
uma multi-nacional canadense, por um punhado de dólares, um elemento capital da
independência energética da Colômbia. A venda da Isagén não foi só uma
“privatização”, como pretende a claque governante. Essa venda, que inclui as
caras instalações de cinco plantas hidrelétricas e uma térmica, mais de 11.000
hectares de bosques, lagoas e rica bio-diversidade (com 92 espécies ameaçadas
ou em vias de extinção), é uma operação administrativa irresponsável que terá
repercussões políticas. É, em última instância, o maior crime que um mandatário
tenha podido cometer contra a autonomia industrial, social e climática de seu
próprio país.
Santos fez isso como faz com o resto dos temas de seu
governo: sem ouvir ninguém, sem respeitar as opiniões das autoridades de
controle, sem atender ao clamor popular e sem levar em conta as previsões mais
elementares sobre o que exige o futuro elétrico do país. Fez, como está fazendo
com o chamado “processo de paz”: de maneira autoritária e passando por cima de
todos.
Santos faz um e outro porque decidiu favorecer uma agenda
pessoal, rechaçando de maneira displicente o que a Procuradoria Geral da Nação
e a Controladoria Geral advertiram, fazendo caso omisso do que diziam os
experts, os partidos e muitos congressistas e, sobretudo, o que explicava a
oposição parlamentar, de esquerda e de centro-direita. Santos varreu de uma
vassourada só o pronunciamento da Assembléia de Santander, as estimativas de
veteranos dirigentes empresariais, as pesquisas de opinião e as ações massivas
dos usuários (apagões e plantões de protestos).
Há na linha de Santos sobre Isagén um frescor de ardente
autoritarismo. O laço que unia teórica e sentimentalmente o mandatário com a
nação, a crença de que este era o presidente de todos os colombianos, que ouvia
argumentos, foi jogado à terra pelo interessado. El Mundo, de Medellín,
disse com razão que a venda de Isagén “afetou a confiança do público na
democracia das instituições republicanas”.
Bom negócio fez a firma Brookfield Asset Management que,
por apenas dois milhões de dólares, se apoderou de 57,6% das ações de Isagén,
uma empresa em excelentes condições que vale o dobro e que, junto à EPM, produz
45% da eletricidade da Colômbia (só Isagén gera 16% da eletricidade que o país
consome). Ao vendê-la assim, Santos deu de presente a este investidor mais de
500 milhões de dólares, como demonstrou Eduardo Sarmento Palacio em sua nota de
3 de janeiro passado. O equilíbrio estratégico do que a Colômbia necessita para
seu desenvolvimento industrial e comercial foi rompido, pois ele fica agora nas
mãos de um distante grupo canadense que não pensa na Colômbia nem em sua
bio-diversidade, nem nas perturbações climáticas trazidas pelo fenômeno El
Niño, senão nos interesse de seus acionários.
Após esse passo, o que segue é o aprofundamento do caos
santista: mais insolência e poderes especiais ao chefe de Estado, mais
bonapartismo caprichoso e míope, mais amargura da população, mais aumentos de
impostos, agravamento dos índices de corrupção no setor da construção e,
sobretudo, maior manipulação das consciências mediante a agitação da utopia da
paz com as FARC armadas e entronizadas na vida política.
Santos impôs sua linha inepta de ceder a Isagén (a perda
patrimonial com essa operação é evidente pois a rentabilidade dela é muito
superior à das futuras rodovias), com o pretexto de melhorar a rede viária
nacional. Porém, Fabio Echeverri, ex-presidente de Ecopetrol, assinalou com
cifras na mão que esse plano de construção de vias se podia fazer sem alienar
Isagén. Na realidade, Santos optou por essa venda apressada ante sua falta de
liquidez para financiar os acordos de co-governo com as FARC.
Desafortunadamente, a oposição de centro-direita, apesar de sua militância
parlamentar abnegada, constante e lúcida, porém algo desorganizada, foi incapaz
de unir e mobilizar o país em torno de uma palavra-de-ordem (Não à venda da
Isagén) e fechar a passagem a essa bofetada.
Esse triunfo de Santos sobre a oposição é um mal
presságio para a nova contenda política que vem entre Santos e o país: a do
plebiscito de aceitação ou rechaço dos escandalosos “acordos de paz” entre o
governo e o bando narco-terrorista FARC. A oposição uribista será capaz de ir
além de seu eleitorado para mobilizar as maiorias patrióticas em uma frente com
uma só palavra-de-ordem: votar NÃO no plebiscito contra a paz de Santos, quer
dizer, contra uma falsa paz sem justiça e sem sistema democrático?
ESCRITO POR EDUARDO MACKENZIE para o site mídia sem máscara
| 24 JANEIRO 2016
Tradução: Graça
Salgueiro
sábado, 23 de janeiro de 2016
Deputado ironiza inteligência de Hervázio: “tem um QI acima do normal”
Após as declarações do líder do governo na Assembleia
Legislativa da Paraíba (ALPB), Hervázio Bezerra (PSB), de que o senador Cássio
Cunha Lima (PSDB) só faz “acusação e pancada o tempo inteiro” no governador
Ricardo Coutinho (PSB), e ainda complementou dizendo que o adversário contribui
muito pouco para o Estado, o deputado José Aldemir (PEN) saiu em defesa do
líder tucano na Paraíba.
Aldemir afirmou que, na bancada de situação, apenas
Hervázio teria capacidade cognitiva para exercer a função de líder. Claro, num
tom irônico.
“Meu caro amigo Hervázio Bezerra é inteligente e tem um
QI acima do normal. Só ele e ninguém mais tem coragem e capacidade pra defender
o indefensável Ricardo Coutinho. Deve ganhar um prêmio por ratificar as
mentiras do governador. Mas Hervásio defende intransigentemente. Isso é
líder!”, declarou.
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado
estadual Hervázio Bezerra (PSB), defendeu o governador Ricardo Coutinho (PSB),
lamentando as acusações da oposição ao ato governamental nº5, que onde se foi
criada uma Câmara de Conciliação para repensar licitações e contratos do
Estado.
“O governador é cauteloso, cuidadoso com sua vida, com
sua história, ele tomou algumas medidas antipáticas para manter o equilíbrio
econômico do estado, pagou 13º salário, o mês de dezembro, vem pagando em dia
aos fornecedores e não existe obra paralisada”, afirmou.
O parlamentar criticou o deputado Dinaldo Wanderley Filho
(PSDB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), em que acusavam o atual Governo de
“quebrar” o Estado.
“Dinaldinho e Cássio, que é o maior algoz do governo
federal e do governo do estado, têm consciência da crise e quer tirar proveito
de uma situação nacional e ele (Cássio) tem colaborado muito pouco com o
governo central, só vem com acusação e pancada o tempo inteiro”, assegurou.
Fonte: Paraíba Já
Eleições 2016: Rumo ao tucanocídio
A
disputa interna no PSDB pela candidatura à prefeitura de São Paulo chega ao
pior nível em quase uma década e pode beneficiar Haddad na eleição
Em briga pela indicação do candidato do PSDB à prefeitura
de São Paulo, os tucanos estão próximos de conseguir algo até há pouco tido
como impossível: levar o prefeito Fernando Haddad (PT) ao segundo turno. A
administração do petista é rejeitada por um em cada dois paulistanos (49% a
consideram ruim ou péssima, segundo a pesquisa mais recente do Datafolha).
Haddad tem a terceira pior avaliação da história entre os prefeitos de São
Paulo, atrás apenas de Jânio Quadros (1986-1989) e Celso Pitta (1997-2000), que
chegou a ser afastado do cargo em meio a um escândalo de corrupção que envolvia
vereadores e fiscais da prefeitura. No último levantamento sobre a eleição
deste ano, o prefeito apareceu com apenas 12%. Mas a situação pode mudar. Desde
2008, o PSDB não chegava tão dividido à eleição para a prefeitura de São Paulo.
Naquele ano, Geraldo Alckmin, que tinha recebido 37,5 milhões de votos contra
Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial de 2006, não
passou nem sequer para o segundo turno. O beneficiado de então foi Gilberto
Kassab, aliado informal de parte dos tucanos e que acabou eleito prefeito.
Agora, o racha no partido - que analistas e até
dirigentes partidários já têm chamado de "tucanocídio", numa
referência ao aparente impulso autodestrutivo que acomete a sigla a cada
eleição - pode beneficiar Fernando Haddad.
No campo tucano, nenhum pré-candidato - João Doria Jr.,
Andrea Matarazzo e Ricardo Tripoli - alcança mais que 5% nas sondagens até
agora. Para piorar, nas últimas semanas, as disputas internas entre os três
envolveram acusações pesadas nos bastidores. "Desse jeito, vai ser
impossível juntar os cacos no 'day after' das prévias", afirma um
dirigente partidário que não é diretamente ligado a nenhuma das três pré-candidaturas.
Publicidade
O principal alvo dos ataques é Doria, amigo de Alckmin há
mais de trinta anos, mas sem nenhum apoio na "máquina partidária" -
ou seja, não tem ligação com os diretórios regionais nem com seus militantes. O
empresário entrou na disputa no fim de agosto do ano passado e, em dezembro,
ganhou uma declaração de apoio do governador - que agora diz ter sido apenas um
elogio, não uma chancela à candidatura. Desde então, Matarazzo, por exemplo,
nunca mais falou com Alckmin, nem sequer por telefone. Políticos ligados a
Matarazzo e a Tripoli já avisaram ao Palácio dos Bandeirantes que, se Doria for
o vencedor das prévias, com segundo turno marcado para 20 de março, não farão
absolutamente nada para ajudar na campanha tucana - isso se não decidirem
atrapalhar.
O líder disparado nas pesquisas até agora é o deputado
federal Celso Russomanno (PRB), com 34% das intenções de voto. Russomanno,
apontam as sondagens, tem agradado sobretudo a eleitores que moram na periferia
da cidade, estudaram menos e ganham pouco. É por motivos como esse que a briga
entre os tucanos tende a beneficiar principalmente Haddad. Embora tenha perdido
o pouco apoio que restava ao PT nas áreas mais afastadas, levantamentos indicam
que o prefeito se sai melhor entre os eleitores mais instruídos (20% de
intenção de voto, contra a média geral de 12%) e de maior renda (23%) -
justamente os segmentos da população que tendem a votar no PSDB. É também em
função dessa divisão dos votos que a ex-prefeita Marta Suplicy (ex-PT, hoje no
PMDB) deve brigar muito mais com Celso Russomanno do que com Haddad e o tucano
que sobreviver às prévias. A ex-prefeita ainda detém forte apoio na periferia,
ao mesmo tempo em que enfrenta alta rejeição no centro expandido.
Nas seis eleições desde que foi instituído o segundo
turno, em 1992, São Paulo jamais escolheu seu prefeito na primeira rodada de
votação. Se o "tucanocídio" abrir caminho para que Haddad chegue lá
contra Russomanno, o debate será para decidir quem é o candidato menos odiado,
já que os dois têm rejeição nas alturas. Na última vez em que uma situação
parecida ocorreu, em 2000, na disputa entre Marta e Paulo Maluf (PP), deu PT.
Fonte: veja.com.br
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
CNC: número de famílias endividadas cai em 2015, mas inadimplência aumenta
O ano de 2015 teve uma redução de 1,3% no número médio de
famílias com dívidas, divulgou hoje (22) a Confederação Nacional de Comércio de
Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a CNC, no entanto, o número de famílias
com dívidas e contas em atraso (inadimplentes) aumentou 8,4% em relação a 2014,
chegando a 20,9%.
Pela primeira vez, desde 2010, ocorre aumento no número
de famílias com contas atrasadas. No ano passado, 19,4% das famílias estavam
nessa situação.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e
Inadimplência do Consumidor (Peic) e apontam aumento da inadimplência. O número
de famílias que reconheceram não ter perspectiva de pagar suas contas atrasadas
subiu 23,2% e chegou a 7,7% do total. Em números absolutos, havia mais de 1,1
milhão de famílias nessa situação em 2015, contra 899 mil em 2014.
A redução do número de famílias com dívidas, para a CNC,
está ligada a fatores desfavoráveis ao consumo, como aumento da inflação e
desaquecimento do mercado de trabalho.
A pesquisa também aponta que a renda das famílias
brasileiras está mais comprometida com o pagamento de dívidas. O percentual
médio da renda usada para este fim subiu de 30,4% para 30,6% – a maior taxa da
série iniciada em 2010.
Crédito
Segundo a pesquisa, o encarecimento do crédito causado
pelo aumento das taxas de juros contribuiu para um maior comprometimento da
renda, que teve queda em valores reais no ano passado.
Um percentual de 12,4% das famílias se consideravam muito
endividado em 2015, contra 11,6% em 2014. A parcela que acredita estar pouco
endividada caiu de 26,6% para 26,2%.
As famílias com renda de até dez salários mínimos estão
mais endividadas (62,4%) e também apresentam percentuais maiores quando
perguntadas se têm contas em atraso (23,4%) e se estão sem condições de
pagá-las (9%).
Para as famílias que ganham mais de dez salários mínimos,
o endividamento está em 54,8%, 20,1% têm dívidas atrasadas e 2,8% declaram que
não vão ter condições de quitá-las.
Fonte: Agência Brasil
Defesa pede que réu na Zelotes dispense depoimento de Lula
Lula foi chamado como testemunha em investigação
sobre venda de MPs.
Para advogados, Lula já disse tudo sobre o assunto em outro depoimento.
A defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva
apresentou nesta sexta-feira (22), em audiência da 10ª Vara Federal do Distrito
Federal, pedido para que a defesa de um dos réus da Operação Zelotes desista de
exigir depoimento do petista na ação penal que investiga venda de medidas
provisórias. O depoimento está marcado para ocorrer na próxima segunda (25), em
Brasília.
Lula foi arrolado como testemunha do réu Alexandre Paes
dos Santos, lobista que teria atuado de forma ilegal na aprovação da MP 471 de
2009, que prorrogou por cinco anos benefícios tributários ao setor
automotivo.Os advogados de Lula argumentaram que o ex-presidente já falou tudo
o que sabe sobre o caso em depoimento anterior, do dia 6 janeiro, na
Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Na ocasião, ele foi ouvido pela força-tarefa da Operação
Zelotes na condição de
colaborador. Segundo a assessoria do Instituto Lula, ele depôs como informante,
não como investigado nem testemunha.
O advogado Marcelo Leal, que representa o réu Alexandre
Paes dos Santos, disse que analisaria o depoimento dado por Lula para decidir
se o dispensa ou não. “Se a acusação contra o meu cliente é de compra e venda
de uma MP editada no governo Lula. E se a lei diz que a edição de medida
provisória é prerrogativa do presidente da República, é natural que a defesa
queira ouvi-lo”, afirmou.
Ele destacou que insistirá em ouvir Lula se o depoimento
dado por ele à Polícia Federal for inconsistente. “Se o depoimento não me
servidor, vou insistir na oitiva. Vou brigar por cada centímetro de direito do
meu cliente”, afirmou.
A Operação Zelotes investiga a suspeita de negociação da
MP 471, de 2009, e da MP 512, de 2010, as duas editadas no governo Luiz Inácio
Lula da Silva. A outra medida provisória investigada é da gestão Dilma
Rousseff, a MP 627, de 2013. Já foram denunciados 15 réus suspeitos de
participar da negociação, a maioria lobistas e empresários que defenderiam
interesses de clientes negociando alterações nas medidas provisórias em troca
de propina.
A presidente Dilma Rousseff também foi notificada para
depor no processo da Zelotes, mas poderá responder por escrito e dizer que nada
tem a esclarecer sobre o fato.
Ela foi arrolada como testemunha pelo empresário e advogado Eduardo
Valadão, que também é acusado de integrar o esquema de venda de MPs. O juiz
Vallisney de Souza Oliveira, que conduz a ação penal, autorizou o depoimento da
presidente sob o argumento de que é direito do réu escolher suas testemunhas.
Operação Zelotes
Deflagrada em março pela Polícia Federal, a Operação Zelotes investiga venda de
medidas provisórias e supostas irregularidades em julgamentos do Conselho
Administrativo de Recursos Federais (Carf). Em 4 de dezembro, 15 pessoas
suspeitas de participar do esquema se tornaram réus depois que a Justiça
Federal aceitou denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal.
Segundo as investigações, empresas teriam atuado junto a
conselheiros do órgão para que multas aplicadas a elas fossem reduzidas ou
anuladas. Na denúncia, o MP pediu que o grupo, composto por advogados, lobistas
e servidores, devolva aos cofres públicos R$ 2,4 milhões, por conta de
benefícios fiscais concedidos a empresas do setor automobilístico, mas
aprovadas mediante pagamento de propina.
Inicialmente voltada à apuração de supostas
irregularidades no Carf, a Zelotes descobriu que uma das empresas que atuava no
órgão recebeu R$ 57 milhões de uma montadora de veículos entre 2009 e 2015 para
aprovar emenda à Medida Provisória 471 de 2009, que rendeu a essa montadora
benefícios fiscais de R$ 879,5 milhões. Junto ao Carf, a montadora deixou de
pagar R$ 266 milhões.
Além de integrantes dessas empresas, a denúncia também
acusa membros de outra companhia. Entre os 16 denunciados, há também uma
servidora do Executivo e um servidor do Senado. De todos os acusados, sete
permanecem em prisão preventiva, decretada no fim de outubro.
Fonte: G1
Imagem: Internet
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Procurador-geral rebate declarações de Cássio e diz que gestão tucana "foi um desastre"
As declarações dadas pelo senador Cássio Cunha Lima
criticando a gestão do governador Ricardo Coutinho continuam repercutindo de
maneira negativa no estado. Cássio alegou que Ricardo Coutinho (PSB) teria
“quebrado o estado” e logo teve suas declarações rebatidas pelo procurado-geral
do Estado da Paraíba, Gilberto Carneiro.
Durante entrevista concedida a TV Arapuan, o procurador fez questão de destacar
que diante do cenário de crise econômica nacional, a administração do
governador Ricardo Coutinho tem mantido as contas estáveis. Gilberto Carneiro
analisou os dois modelos de gestão e disse que os paraibanos escolheram pelo
trabalho. “Na própria campanha a população identificou quem engana e quem
realmente trabalha. Cássio não tem moral para falar sobre gestão pública”,
disse.
Sobre a gestão tucana, o procurador foi direto em sua opinião: “As duas gestões
dele foram um desastre, ele precisou fazer empréstimo para fazer pagamento de
servidor, isso numa época em que não havia crise. Em 2006 teve crescimento de 3%
do PIB, nós estamos em momento de recessão com crescimento negativo de 3,5% e
mesmo assim o Estado continua mantendo todas as obrigações em dia e fazendo os
investimentos que todos veem.”
Gilberto lembro que toda a população pode ter acesso a receita do estado,
através do Portal da Transparência. “Os dados estão no Sagres, qualquer cidadão
tem acesso, como também pelo Portal da Transparência. Podem consultar pelo
Sagres os boletins que são encaminhados bimestralmente para efeito de
publicação. Por lá se vê a receita do estado e pode se tirar as conclusões”,
explicou.
Fonte: PB Agora
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Cristãos indonésios são atacados novamente
As
perseguições vindas de grupos radicais islâmicos estão aumentando a cada dia
Na Indonésia, pelo menos sete pessoas morreram e outras
seis ficaram gravemente feridas, durante os ataques ocorridos na última semana,
em Jacarta, capital do país. Houve uma série de atentados à bomba e um tiroteio
que atingiu cinco dos agressores, que também morreram. A polícia local já
confirmou que eles estavam envolvidos com o Estado Islâmico e agora continua em
busca dos outros membros do grupo.
O Departamento de Polícia Nacional disponibilizou reforço
para a segurança de várias cidades próximas, incluindo aeroportos e prédios do
governo. O presidente, Joko Widodo, declarou que condena o ataque e pediu a
todos os cidadãos para manter a calma e que não tenham medo de ataques
terroristas. O povo, porém, não se sente seguro com as palavras do líder que só
decepcionou desde que foi eleito.
Para os cristãos, que fazem parte das minorias religiosas
do país, a situação é ainda pior. "As perseguições vindas de grupos
radicais islâmicos estão aumentando a cada dia, além disso, há muita burocracia
para que uma igreja cristã seja registrada, podendo nem dar certo ou então
sofrer ataques violentos. Desde 2014, mais de 50 igrejas foram atacadas, muitas
delas até destruídas por esses grupos", comenta um dos analistas de
perseguição. Ore pelos cristãos indonésios.
Fonte: Portas Abertas
PSB concorda com famílias e vê falha na investigação do acidente com Campos
Famílias
dos tripulantes e de Eduardo Campos acreditam que as autoridades deveriam
investigar possíveis falhas técnicas do jato e pretendem entrar com ação na
Justiça contra a Cessna
Em nota assinada pelo presidente do partido, Carlos
Siqueira, o PSB disse nesta quarta-feira (20), concordar com a família do
ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos em relação a falhas na investigação
do acidente aéreo que matou o então candidato a presidente, em agosto de 2014,
e mais seis ocupantes do jato Cessna Citation 560 XL.
De acordo com relatório do Centro de Investigação de
Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgado pela Força Aérea Brasileira (FAB), a
indisciplina em voo, as péssimas condições meteorológicas na hora do acidente,
o cansaço do piloto Marcos Martins e do copiloto Geraldo Magela Barbosa e a
falta de treinamento deles naquele modelo levaram a uma possível
"desorientação espacial" - que fizeram a tripulação perder o controle
da aeronave, levando à queda. As investigações descartaram falha técnica da
aeronave.
Tanto as famílias dos tripulantes quanto a de Eduardo
Campos, porém, acreditam que as autoridades deveriam avançar nas investigações
de possíveis falhas técnicas do modelo usado pelo então candidato presidencial
e pretendem entrar com ação na Justiça dos Estados Unidos contra a Cessna,
fabricante do jato. A nota divulgada nesta quarta pelo PSB diz que o partido
"expressa sua concordância com as ponderações feitas pela família de
Campos a respeito das conclusões do trabalho".
"O PSB entende que o Cenipa deveria ter considerado
outros acidentes e incidentes envolvendo aeronaves da mesma família, Citation,
de fabricação norte-americana, e realizado durante a investigação um teste de
simulador de voo", diz o texto assinado por Siqueira, ex-braço direito de
Eduardo Campos. A nota termina ao afirma que "se espera, por ora, a
conclusão da apuração a cargo da Procuradoria da República e da Polícia
Federal".
Fonte: Click PB
Foto: Divulgação
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