domingo, 19 de abril de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Quinze muçulmanos são detidos por atirarem cristãos para fora de barco
A polícia italiana anunciou nesta quinta-feira (16) ter detido 15 imigrantes muçulmanos africanos depois de testemunhas relatarem que eles haviam atirado 12 passageiros cristãos borda fora. Os 15 homens foram acusados de "múltiplo homicídio agravado motivado por ódio religioso
As vítimas eram "de fé cristã, ao passo que os seus atacantes eram de fé muçulmana", disse a polícia de Palermo em comunicado, indicando que os 15 imigrantes, detidos na quarta-feira à chegada à Sicília, a bordo do navio Ellensborg, que os recolheu, são de nacionalidade costa-marfinense, maliana e senegalesa.
Os 15 homens foram nesta quinta-feira acusados de "múltiplo homicídio agravado motivado por ódio religioso". O drama ocorreu no estreito da Sicília e, segundo testemunhos fornecidos à polícia por uma dezena de refugiados nigerianos e ganeses que se encontravam a bordo da embarcação, a disputa deveu-se a razões religiosas.
Os sobreviventes explicaram que tinham partido na terça-feira da costa líbia num barco pneumático transportando, no total, uma centena de passageiros.
"Durante a travessia, os nigerianos e os ganeses, em minoria, foram ameaçados de serem atirados à água por uma quinzena de passageiros", indicou a polícia no comunicado.
O motivo da ira dos agressores "seria a profissão da fé cristã pelas vítimas, ao contrário da fé muçulmana professada pelos atacantes".
"As ameaças teriam, em seguida, se concretizado, e 12 pessoas, todas nigerianas e ganesas, sucumbiram nas águas do Mediterrâneo", descreveu a polícia.
"Os sobreviventes conseguiram resistir pela força à tentativa de afogamento, formando, em alguns casos, uma verdadeira corrente humana", referia o comunicado, dando conta de "pormenores horríveis" relatados por "testemunhas em lágrimas".
Segundo fontes judiciais citadas pela imprensa, esses "testemunhos coincidentes" permitiram reconstituir os factos. Algumas fotografias teriam sido tiradas a bordo.
Outros responsáveis poderão ser identificados. A polícia enviou um relatório ao Ministério Público de Palermo, que tem 48 horas para confirmar as detenções.
Detenções por este motivo são inéditas na Itália. Já houve casos de barqueiros detidos por terem maltratado imigrantes ou os terem deixado morrer a bordo, mas não devido a "ódio religioso".
Fonte: CNN
Vimos no Portas Abertas
As vítimas eram "de fé cristã, ao passo que os seus atacantes eram de fé muçulmana", disse a polícia de Palermo em comunicado, indicando que os 15 imigrantes, detidos na quarta-feira à chegada à Sicília, a bordo do navio Ellensborg, que os recolheu, são de nacionalidade costa-marfinense, maliana e senegalesa.
Os 15 homens foram nesta quinta-feira acusados de "múltiplo homicídio agravado motivado por ódio religioso". O drama ocorreu no estreito da Sicília e, segundo testemunhos fornecidos à polícia por uma dezena de refugiados nigerianos e ganeses que se encontravam a bordo da embarcação, a disputa deveu-se a razões religiosas.
Os sobreviventes explicaram que tinham partido na terça-feira da costa líbia num barco pneumático transportando, no total, uma centena de passageiros.
"Durante a travessia, os nigerianos e os ganeses, em minoria, foram ameaçados de serem atirados à água por uma quinzena de passageiros", indicou a polícia no comunicado.
O motivo da ira dos agressores "seria a profissão da fé cristã pelas vítimas, ao contrário da fé muçulmana professada pelos atacantes".
"As ameaças teriam, em seguida, se concretizado, e 12 pessoas, todas nigerianas e ganesas, sucumbiram nas águas do Mediterrâneo", descreveu a polícia.
"Os sobreviventes conseguiram resistir pela força à tentativa de afogamento, formando, em alguns casos, uma verdadeira corrente humana", referia o comunicado, dando conta de "pormenores horríveis" relatados por "testemunhas em lágrimas".
Segundo fontes judiciais citadas pela imprensa, esses "testemunhos coincidentes" permitiram reconstituir os factos. Algumas fotografias teriam sido tiradas a bordo.
Outros responsáveis poderão ser identificados. A polícia enviou um relatório ao Ministério Público de Palermo, que tem 48 horas para confirmar as detenções.
Detenções por este motivo são inéditas na Itália. Já houve casos de barqueiros detidos por terem maltratado imigrantes ou os terem deixado morrer a bordo, mas não devido a "ódio religioso".
Fonte: CNN
Vimos no Portas Abertas
terça-feira, 14 de abril de 2015
Plenário exclui empresas públicas de projeto que amplia terceirização
O Plenário da Câmara dos Deputados retirou as empresas públicas,
sociedades de economia e suas subsidiárias da proposta que amplia a
terceirização para todas as áreas da empresa (PL 4330/04). O projeto valerá
apenas para a iniciativa privada.
Assim, no caso das
empresas públicas e sociedades de economia mista, como Caixa Econômica Federal,
Banco do Brasil e Petrobras, valerá o concurso público para as carreiras de
atividade-fim e fica autorizada a terceirização para serviços especializados e
atividades de segurança, limpeza e manutenção. Esse é o entendimento atual da
Justiça do Trabalho.
A retirada das empresas
públicas e sociedades de economia foi aprovada por 360 votos a 47, a pedido do
PSDB, mas com apoio da base governista. O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG)
explicou que o partido apresentou o destaque para manter o concurso público
como principal forma de ingresso na carreira das empresas públicas e sociedades
de economia mista, sem permitir a terceirização de todas as áreas dessas
empresas. "Temos de manter o concurso para as carreiras, para não dar
espaço para apadrinhamento", disse.
A exclusão das empresas
públicas foi apoiada pelo relator da proposta, deputado Arthur Oliveira Maia
(SD-BA). Ele explicou que a inclusão foi um pedido do governo, não dele.
"Se o PT, que tem mais compromisso com o governo, encaminha contra a
medida, mudo de posição", disse.
Adiamento
Um acordo entre líderes partidários adiou para quarta-feira (15), às 14 horas, a votação de grande parte dos destaques apresentados ao projeto. A proposta teve o texto-base aprovado na semana passada, mas, como os destaques só foram divulgados no começo da tarde desta terça, os líderes pediram o adiamento para reunir as bancadas e analisar os pontos a serem discutidos.
Um acordo entre líderes partidários adiou para quarta-feira (15), às 14 horas, a votação de grande parte dos destaques apresentados ao projeto. A proposta teve o texto-base aprovado na semana passada, mas, como os destaques só foram divulgados no começo da tarde desta terça, os líderes pediram o adiamento para reunir as bancadas e analisar os pontos a serem discutidos.
"Como queremos
terminar a votação do projeto e não atropelarmos a votação, vou acatar a
sugestão e adiar para amanhã”, disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
A proposta recebeu 27
destaques e 6 emendas aglutinativas, que unem outros destaques em um só texto.
Tipo de atividade
As maiores polêmicas ficaram para esta quarta-feira. Entre elas está o destaque do PT que pretende proibir a terceirização em todas as áreas da empresa, principal mudança feita pelo projeto.
As maiores polêmicas ficaram para esta quarta-feira. Entre elas está o destaque do PT que pretende proibir a terceirização em todas as áreas da empresa, principal mudança feita pelo projeto.
Hoje, uma súmula do
Tribunal Superior do Trabalho (TST) limita as terceirizações a atividades-meio,
como segurança, vigilância e serviços especializados. A emenda coloca na lei o
entendimento da Justiça do Trabalho.
O líder do PT, deputado
Sibá Machado (AC), disse que vê com muita preocupação a liberação das terceirizações
para qualquer área da empresa. “O empregado de um banco não pode ser colocado
em risco de ser demitido amanhã para ser contratado por uma empresa
terceirizada”, disse.
Para o líder do governo,
deputado José Guimarães (PT-CE), este é o cerne do projeto. O deputado disse
ser contra o dispositivo, mas reconheceu que esta não é a posição de toda a
base governista. “A base tem posições diferentes, a minha opinião é apenas de
se limitar a terceirização a atividades-meio”, disse.
O líder do DEM, deputado
Mendonça Filho (PE), defendeu a ampliação do alcance da terceirização. Retirar
este ponto, segundo ele, seria “ferir de morte” a proposta.
O relator do projeto,
Arthur Oliveira Maia, também defende a terceirização em todas as áreas. “O
entendimento do Supremo Tribunal Federal já declarado é de que esta distinção
entre atividade-meio e atividade-fim feita pela Justiça do Trabalho é uma
intromissão indevida na livre iniciativa e, para mim, esta é a interpretação
jurídica mais correta”, argumentou.
Responsabilidade
Outro ponto controverso, já discutido pelos líderes nesta terça-feira, trata da responsabilidade das empresas no recolhimento de tributos e direitos trabalhistas devidos aos trabalhadores. Hoje, a responsabilidade é subsidiária, ou seja, o empregado só pode acionar a empresa que contrata a mão de obra depois de processar a terceirizada.
Outro ponto controverso, já discutido pelos líderes nesta terça-feira, trata da responsabilidade das empresas no recolhimento de tributos e direitos trabalhistas devidos aos trabalhadores. Hoje, a responsabilidade é subsidiária, ou seja, o empregado só pode acionar a empresa que contrata a mão de obra depois de processar a terceirizada.
Pelo projeto, a
responsabilidade será subsidiária se a empresa contratada fiscalizar o
recolhimento de tributos pela terceirizada. Caso contrário, poderá ser acionado
antes da terceirizada (responsabilidade solidária).
Há destaque para que a
responsabilidade seja solidária em todos os casos. Os líderes do PCdoB,
deputada Jandira Feghali (RJ); e do PR, deputado Maurício Quintella Lessa (AL),
já declararam voto favorável ao destaque. “Somos a favor da responsabilidade
solidária porque não podemos deixar o trabalhador com o risco de não ter seus
direitos trabalhistas pagos”, disse Quintella Lessa.
Acordo
Arthur Oliveira Maia disse que aceitou mudar alguns pontos do seu relatório depois de reunião com o governo na manhã desta terça-feira. O relator vai apoiar uma emenda que aceita algumas reivindicações do Executivo: impedir que cooperativas e entidades sem fins lucrativos terceirizem mão de obra; obrigar o recolhimento de alguns tributos pela empresa contratante; e alterar a regra sobre uso de créditos tributários.
Arthur Oliveira Maia disse que aceitou mudar alguns pontos do seu relatório depois de reunião com o governo na manhã desta terça-feira. O relator vai apoiar uma emenda que aceita algumas reivindicações do Executivo: impedir que cooperativas e entidades sem fins lucrativos terceirizem mão de obra; obrigar o recolhimento de alguns tributos pela empresa contratante; e alterar a regra sobre uso de créditos tributários.
Não houve acordo sobre o
pagamento de contribuição previdenciária, segundo Maia. O governo pretendia
incluir todas as empresas na regra de contribuição sobre o faturamento, mas as
discussões não avançaram.
Câmara Federal
Vimos no: http://www.paraiba.com.br/
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Ex-vereador e especialista em T.I coloca em xeque auditoria das urnas do TRE
Consultor em Tecnologia da Informação (TI)
desde os anos oitenta, o ex-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa,
Severino Paiva, duvidou, nesta segunda-feira (13), que a auditoria do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) em urnas das eleições 2014 na Paraíba, mude resultado
do pleito no Estado.
“A minha avaliação sobre essas auditorias do TSE é que
são uma mera formalidade para validar o processo. É auditoria para inglês
ver”, declarou Paiva em contato com o Portal
MaisPB.
No entanto, o
especialista em informática alertou que os equipamentos eletrônicos utilizados
para o registro e computação dos votos dos eleitores são susceptíveis
à fraude.
“Continuo
achando que as urnas são vulneráveis, bastando ter a oportunidade as condições
para melar o processo”, sustentou.
A
auditoria na urnas do TRE acontecerá a pedido do PSDB.
Professor
Paiva, como é conhecido, é bacharel em computação e mestre em informática
pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), autor de livros na
área de informática sobre programação de computadores pela Editora Ciência
Moderna e ocupou mandato de parlamentar na Capital paraibana entre 2002 e 2006.
Roberto Targino – MaisPB
domingo, 12 de abril de 2015
Frente da Família prioriza combate à pedofilia e exploração sexual de crianças
“Vamos apresentar e
dar apoio a todos os projetos de lei que visam ampliar a proteção às nossas
crianças e jovens", afirma o presidente da frente.
Frente parlamentar em defesa da família e apoio à vida, que tem
como presidente o senador Magno Malta (PR-ES), está retomando com força total
projetos de lei contra a pedofilia e a exploração sexual de crianças e
adolescentes no Brasil.
Magno
Malta assumiu recentemente a presidência da Frente da Família e estabeleceu
como prioridades a defesa das crianças e dos adolescentes brasileiros que, de
acordo com o senador, hoje estão vulneráveis, principalmente na internet, a
pedófilos e exploradores.
“Vamos
apresentar e dar apoio a todos os projetos de lei que visam ampliar a proteção
às nossas crianças e jovens. Existem redes de pedófilos agindo no Brasil e é
necessário, inclusive, haver um monitoramento maior disso na internet”,
defendeu Magno.
Um
dos projetos de lei que tem o apoio da Frente da Família é o PL 1404/2011 que
prevê a infiltração de agentes da polícia na internet com o fim de investigar
crimes contra a liberdade sexual de criança ou adolescente.
O projeto diz que a infiltração de agentes de polícia na
internet será precedida de autorização judicial devidamente circunstanciada e
fundamentada, que estabelecerá os limites do referido meio de obtenção de
prova, ouvido o Ministério Público.
Outra
iniciativa relevante neste sentido é o PL-08040/2014, que aguarda aprovação. O
projeto permite a requisição de dados cadastrais de usuários da internet
diretamente pela autoridade policial, para fins de combate à exploração sexual.
Contra o
infanticídio
O
senador Magno Malta apresentou ainda emendas ao texto do projeto de lei que
cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência para incluir nela a defesa da vida
das crianças indígenas, que são sacrificadas conforme rituais simbólicos e
motivos culturais.
Magno
apresentou a emenda aditiva ao PLS 06/2003 prevendo a proteção de crianças,
jovens e adultos indígenas com deficiência visando evitar o sacrifício de
crianças com deficiência por motivação cultural.
“Não
se pode admitir que crianças indígenas sejam sacrificadas por motivos
culturais, como se a vida delas fosse menos importante do que as tradições do
lugar onde nasceram. É uma situação trágica que precisa ser mudada”, declarou
Magno.
Fonte: Gospel Prime
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Aliados deram quase 60% dos votos à terceirização
A base aliada derrotou o governo na
votação do projeto de lei que amplia as possibilidades de terceirização no
mercado de trabalho. Quase 60% dos votos favoráveis à proposta, considerada
prejudicial aos trabalhadores pelo Palácio Planalto, foram dados por deputados
de partidos governistas. Dos 324 votos a favor da terceirização, 189 foram
distribuídos por parlamentares de nove legendas que apoiaram a reeleição da
presidenta Dilma ou ocupam cargos no Executivo. O único aliado inteiramente
fiel ao governo nessa votação foi o PT: os 61 petistas presentes votaram pela
derrubada da medida, o que representa 44% dos 137 votos contrários ao projeto
de lei.
Na primeira grande votação após o
vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumir o papel de coordenador político do
Planalto, o PMDB se posicionou em trincheira oposta ao governo. Ao todo, 54
peemedebistas votaram a favor da proposta, apenas seis se manifestaram contra:
Hermes Parcianello (PR), João Arruda (PR), Lúcio Mosquini (RO), Marinha Raupp
(RO), Osmar Terra (RS) e Vitor Valim (CE).
Partido com maior número de políticos
sob investigação na Operação Lava Jato, o PP deu 34 votos a favor das novas
regras para a terceirização. Somente Jorge Boeira (PP-SC), Marcelo Belinati
(PP-PR) e Nelson Meurer (PP-PR), um dos investigados na Lava Jato, votaram
contra a proposta. Depois do PMDB e do PP, o PSD, do ministro das Cidades,
Gilberto Kassab, foi o terceiro aliado a render mais votos contra a orientação
do governo. Dos 30 parlamentares do PSD, 27 votaram a favor do projeto. Somente
Danrley de Deus (RS) e Sóstenes Cavalcante (RJ) se posicionaram contra. O
Delegado Eder Mauro (PA) se absteve.
O PR, que comanda o Ministério dos
Transportes, somou 23 votos favoráveis à proposta. Apenas seis deputados da
legenda votaram pela rejeição ao projeto: Cabo Sabino (CE), Clarissa Garotinho
(RJ), João Carlos Bacelar (BA), Lincoln Portela (MG), Silas Freire (PI) e
Tiririca (SP). Zenaide Maia (RN) se absteve.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Efraim diz que fusão PTB/DEM não é “prego batido e ponta virada”
O
deputado estadual Efraim Filho (DEM), declarou, em entrevista ao Portal MaisPB,
na noite desta quarta-feira (8), que acredita ainda em na fusão do Democratas
com o PTB no Brasil. No entanto, Efraim informa que a discussão sobre a fusão
continua e ainda não existe nada definido.
“Eu acredito que ela deve acontecer. Mas, ainda não é prego
batido e ponta virada. Ela ainda está em andamento. Se vier será melhor para o
Democratas. Se não vier continuaremos nessa luta como está. A única
coisa que não vai acontecer é prejuízo, destacou o parlamentar.
Efraim Filho considerou que a junção com o PTB seria boa
para o seu partido e também para a oposição no Brasil.
“É boa para o Democratas porque nós é
que estamos trazendo o PTB para a ala da oposição. Reforça a ala da oposição
e dar mais envergadura partidária ao grupo sendo que seríamos a quarta
maior bancada no país, ficando atrás apenas de PT, PMDB e PSDB”, afirmou
Efraim.
Roberto Targino – MaisPB
segunda-feira, 6 de abril de 2015
A grande polêmica da redução da maioridade penal
Um dos argumentos das pessoas que são contra a redução da maioridade penal
é: menos de 1% dos crimes são comedidos por adolescentes. Mas quero saber se
conta a parte onde junta um grupo de marginais maiores e entre eles um menor,
onde cometem o crime e o menor é quem sempre assume, são sempre bucha de
canhão, isso sempre é premeditado sabendo, pois a pena para o menor é branda.
Outro argumento é falar que eles são vítimas da sociedade e falta
investimento em educação e toda conversa bonita. Fico analisando a questão da
educação se realmente falta investimento mesmo: na época que era estudava em
escola pública apenas os estudantes do ensino fundamental recebiam livro e
tinham que comprar caderno, caneta entre outros. Hoje em dia tem livro para o
ensino fundamental e médio. Por sinal já tive acesso aos livros que são dados
aos estudantes do ensino médio e são ótimos. Os alunos também recebem
fardamento e até mesmo caderno, caneta, lápis grafite, lapiseira, caderno de
desenho, etc. Com tudo isso, falta investimento em educação mesmo?
O problema é que os alunos não tem interesse em aprender mesmo, os
pais não estão preocupados com o aprendizado dos filhos o que importa é eles
estarem matriculados na escola para não perderem benefícios do governo. E
quando são reprovados vão para um tal de conselho escolar para os mesmos serem
aprovados e entrarem nas estatísticas do governo.
Em escola pública conta-se nos dedos os alunos que tem algum interesse
em aprender algo e os que não querem aprender vão para escola fazer baderna na
sala e se o professor repreender é ameaçado.
Também fui aluno de escola pública e não faz muito tempo, tive
inúmeras dificuldades, na minha época as coisas não eram fáceis. Mas nem por
isso me tornei um marginal por ser um e sempre respeitei professores. Não tive
essas inúmeras vantagens que essa molecada tem hoje em dia. Não passei em todos
os vestibulares que fiz, mas tive sucesso em alguns simplesmente por ter acesso
limitado a conteúdos na época. Mas hoje depois de muito esforço sou Bacharel em
Ciências Contábeis e Jornalista.
Assim como hoje tem professores que não tem interesse em passar
conteúdos aos alunos na minha época também tinha. A diferença é que eu corri
atrás, diferente dessa molecada de hoje que estão matriculados apenas para
estatísticas. E quando aprotam sempre vem esse tal de conselho tutelar para
defender, direitos humanos e tudo quanto é órgão governamental para defender
marginal.
Esse argumento de falar que falta investimento em educação que muitos
estão falando é furado. Bem que eu queria que na época de ensino médio eu
tivesse acesso aos livros que essa molecada tem hoje dia.
Falam que a solução para diminuir a marginalidade seria a criação de
escola integral. Mas se os alunos não tem interesse de estarem na escola em um
turno terão algum interesse de estudarem dois?
O que na verdade acontece é que os pais não podem incentivar os jovens
a trabalhar, começa até mesmo pelos pais que o governo ensina os mesmos a
ficarem dependentes do mesmo. Se os pais tentarem ensinar os filhos a
trabalharem vem esses órgãos com intenção de “defender” o jovem falando que é
exploração infantil.
Uma coisa é certa: quem eu conheço que sempre trabalhou desde cedo até
mesmo ajudou os pais com pequenas tarefas não se tornou marginal. Meu pai é um
exemplo que começou a trabalhar aos 6 anos de idade e hoje é um homem integro.
Eu já o ajudava quando tinha 8 anos de idade em seu pequeno comércio.
O certo não seria diminuir a
maioridade penal de 18 para 16 anos e sim não existir esse negócio de idade
para responder seus crimes. O certo seria responder pelo crime que cometeu independente
da idade. Essa história de medida sócio educativa é na prática não funciona. A
partir do momento que o individuo começar a ser tratado como verdadeiro
criminoso pelos seus atos, possivelmente ele vai pensar inúmeras vezes antes de
cometer crimes, nem muito menos irão servir de bucha de canhão para os
criminosos adultos e assumirem crimes dos mesmos por terem certeza da
impunidade.
Joabson João
domingo, 5 de abril de 2015
Deputados expõem pontos de vista sobre redução da maioridade penal
Uma das principais pautas da semana foi a
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna admissível a redução da
maioridade penal para os 16 anos, aprovada na Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ) da Câmara Federal, em Brasília. Dos 12 deputados paraibanos, nove
votaram à favor da proposta, dois foram contra e um (o deputado Aguinaldo
Ribeiro) se absteve.
Com a
repercussão do assunto, os parlamentares se posicionaram, em entrevistas,
releases enviados à imprensa ou mesmo postando em redes sociais, justificando
suas posturas diante da pauta.
Para o
deputado Efraim Filho (DEM), reduzir a maioridade penal significa dar
responsabilidade a quem tem capacidade para assumi-la. "Se o jovem de 16
anos pode votar e eleger o presidente, pode casar e constituir família, abrir
uma empresa e gerir seu próprio negócio, pode e deve responder por eventuais
crimes que cometer. Não podemos ter uma legislação que signifique certeza de
impunidade para o jovem delinquente", disse.
O
entendimento foi o mesmo para o deputado Pedro Cunha Lima, que afirmou ser a
favor da redução da maioridade penal, mesmo levando em consideração os
argumentos de que isto não reabilitaria os presos. “Entendo que a redução não
enfrenta o problema em sua raiz, não enfrenta a principal causa dessa triste
realidade, mas não posso deixar de reconhecer que o adolescente tem sido
tratado como inimputável e essa mensagem tem gerado sentimento de impunidade e
isso só facilita o crime", argumentou.
Mesmo
sendo adversários políticos em Campina Grande, Pedro Cunha Lima e Veneziano
Vital são consonantes quanto se trata deste tema. O ex-prefeito se posicionou
favoravelmente à admissibilidade da proposta que prevê a diminuição da
maioridade penal, de 18 anos para 16 anos. "É matéria Constitucional”, postou
nas redes sociais.
Do outro
lado do debate estão os deputados Damião Feliciano (PDT) e Luiz Couto (PT),
este último bastante ligado às comissões de direitos humanos. Couto utiliza
pesquisas do Ministério da Justiça para afirmar que "menores com idades
entre 16 e 18 anos são responsáveis por 0,9% dos crimes no Brasil. Se
considerados apenas homicídios e tentativas de homicídios, esse índice cai para
0,5%”. Ampliando a área de atuação, ele diz, ainda, que em países como os
Estados Unidos, "a experiência da aplicação das penas previstas para
adultos em adolescentes foi mal sucedida e teria resultado no agravamento da
violência".
Já Damião
Feliciano diz que é contra a redução porque isso pode colocar menores em
presídios e defende que haja mais investimentos em educação para que
possibilite oportunidades aos adolescentes.
Fonte: Parlamentopb
Com informações do Sistema Correio
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Alguns fiéis da Igreja Universal acreditam que o Templo de Salomão abrigará o anticristo.
Um artigo publicado por fiéis da Igreja Universal do
Reino de Deus (IURD) sobre a construção da réplica do Templo de Salomão afirma
que a edificação abrigará o anticristo.
“A Igreja Universal está reconstruindo, estabelecendo o templo de
Jerusalém, aqui no Brasil. E isso é terrível porque biblicamente trata-se do
Templo onde se assentará o Anticristo”, diz o artigo do blogEvangelistas da
IURD.
O texto usa passagens bíblicas de Mateus e Marcos, além de citações do
profeta Daniel, no Velho Testamento, para organizar o argumento de que o Templo
de Salomão da Universal será a casa do anticristo.
“A maioria dos teólogos afirmam que o 3° Templo descrito na Bíblia (onde
o Anticristo se assentará) será erguido em Israel, porém as escrituras não
mencionam em nenhuma passagem o nome do lugar onde este será reconstruído.
Porém ela nos dá pistas valiosíssimas de onde será erguido o Templo. Podemos
encontrar a profecia referente ao Templo no sermão profético de Jesus no Livro
de Marcos e Mateus”, introduz o artigo.
Segundo a linha de interpretação do autor, que não é identificado, “essa
é a profecia de Jesus sobre o Templo de Salomão e que está se cumprindo hoje
diante dos nossos olhos mas a maioria não desperta para isso”
O texto de Marcos 13: 14 diz: “Quando vocês virem ‘o sacrilégio
terrível’ no lugar onde não deve estar — quem lê, entenda — então, os que
estiverem na Judéia fujam para os montes”. Essa citação usa a tradução da
Bíblia Sagrada Nova Versão Internacional. Em outras traduções, o termo
“sacrilégio terrível” é substituído por “abominação da desolação” ou
“abominação do assolamento”.
A interpretação apregoada pelo artigo dos Evangelistas da IURD enfatiza
que Jesus se referia à construção de um templo fora de Israel: “A abominação da
desolação que Jesus em seu sermão profético se referiu é a profanação do Templo
de Jerusalém (TEMPLO DE SALOMÃO). Jesus profetizou que a abominação da
desolação (Templo de Salomão) estaria onde não deveria estar”, pontua.
Há ainda uma citação ao texto de Mateus 24: 15,16 que acrescenta “lugar
santo” ao conteúdo da profecia, e no artigo, isso é apontado como indício de
que a construção do Templo é o cumprimento de uma profecia bíblica.
“A maioria das pessoas interpretam erradamente esse texto justamente por
causa da expressão ‘lugar santo’. Elas atribuem isso a Israel mas esquecem que
Jesus disse: ‘Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí
estou eu no meio deles’. Ou seja se duas ou três pessoas no Brasil ou em outro
lugar se reunir em nome de Jesus Ele passa a estar no meio, e, se Deus está no
meio, não seria também esse lugar santo? Certamente que sim. A concepção de
lugar santo não está restrita a Israel [...] O termo hebraico para santo partiu
de um conceito primitivo de separação ou remoção do sagrado do profano. O termo
para ‘santo’ é encontrado em sentido religioso e usualmente contém um
significado fundamental de ‘separado’, ou ‘fora’ do uso comum [...] Podemos então
ler assim: ‘Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o
profeta Daniel, está no lugar ‘separado’ (quem lê, que entenda). O Templo de
Salomão aqui no Brasil cumpre essa profecia porque está SEPARADO de Israel
estando onde não deveria estar”, sugere o texto.
A construção da réplica do Templo de Salomão é vista com maus olhos pela
comunidade judaica. Em 2010, o rabino Chaim Richamn, integrante do Instituto do
Templo, em Jerusalém, condenou a iniciativa da Igreja Universal do Reino de
Deus: “A mega igreja planejada pelo Bispo Macedo é uma usurpação e um abuso ao
espaço sagrado e ao conceito de Templo Santo que é representado na Bíblia, e
também é uma brusca forma de se apropriar de valores sagrados do Judaísmo. A
Divina Presença de Deus não pode ser copiada ou simplesmente usurpada e
transportada para outro lugar. Isso não é nada mais que uma tentativa sínica e
manipuladora da Igreja Universal do Reino de Deus de encaixar a mensagem
universal da Bíblia em sua própria agenda”, criticou, numa entrevista ao Israel
National News.
O que achou?
Fonte: Blog Gospel Atualidades
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