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A Comissão Nacional da Verdade realizou ontem, em
São Paulo, a primeira reunião do novo grupo de trabalho que vai investigar a
atuação das igrejas cristãs -católicas e protestantes- durante a ditadura
militar (1964-1985).
Coordenado pelo membro da Comissão Nacional da Verdade Paulo Sérgio Pinheiro, o grupo pretende investigar tanto casos de apoio e colaboração com o regime como de resistência à repressão. No encontro de ontem, foi definido o cronograma de trabalho para os próximos meses. A mobilização para apurar a atuação das igrejas ocorreu após o depoimento do ex-preso político Anivaldo Padilha -pai do ministro da Saúde, Alexandre Padilha- à Comissão Nacional da Verdade, em setembro. "A comissão não havia percebido até então que gente das igrejas fazia o jogo dos órgãos da repressão", diz o professor Leonildo Silveira Campos, da Universidade Metodista de São Paulo, um dos integrantes do novo grupo. Em fevereiro de 1970, Anivaldo foi preso após ser delatado por um pastor e um bispo da Igreja Metodista que frequentava em São Paulo. Na época, ele dirigia o Departamento Nacional de Juventude da igreja e participava da Ação Popular, movimento da esquerda cristã. Em 1971, Anivaldo se exilou e só voltou ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia. Havia deixado no país a mulher, grávida de Alexandre Padilha, que só conheceu o pai aos oito anos de idade. O ex-preso político também é um dos integrantes do grupo de trabalho que vai apurar a atuação das igrejas. Ele diz acreditar que haverá resistência às investigações. Além de casos como o de Anivaldo, o grupo pretende investigar episódios como o fechamento de escolas com orientação religiosa, demissão de professores e perseguição a grupos religiosos. Fonte: Folha de São Paulo/ folhagospel |
sábado, 10 de novembro de 2012
Comissão da Verdade começa a investigar igrejas na ditadura
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Raabe e sua justificação
"O SENHOR, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será
contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes."
(Dt 31:8)
"Não to mandei eu?
Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o SENHOR, teu
Deus, é contigo, por onde quer que andares." (Js 1:9)
"Porque os meus
pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus
caminhos, diz o SENHOR.
Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus
caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais
altos do que os vossos pensamentos." (Is 55:8-9)
Raabe conhecia muito bem a
terra onde ela morava.
Um dono de hotel, de motel, de bar, ou mesmo de um bordel, conhece muito bem a
cidade e os arredores de onde ele instala o seu comércio.
E Raabe tinha um estabelecimento comercial nos arredores da cidade de Jericó.
Jericó não era uma cidadezinha, era um centro importante e rico, rodeado por
altas e poderosas muralhas, essa cidade tinha um rei, que tinha também um
serviço de inteligência, além de um valoroso exército.
Os israelitas eram um povo que vivia em tribos, recém libertos do jugo de
faraó, depois de quatrocentos anos sob jugo servil.
Nossa história sempre é contada, entendida e reforçada pelos anos.
"E, olhando o filisteu e
vendo a Davi, o desprezou, porquanto era jovem ruivo e de gentil aspecto.
Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus?
E o filisteu amaldiçoou a Davi, pelos seus deuses.
Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e
às bestas do campo." (1 Sm 17:42-44)
O povo que acabara de sair do
jugo de faraó, não sabia mandar, sabia apenas obedecer, sabia apenas trabalhar,
podemos dizer que era um povo que gostava de ser mandado.
Não sabia esse povo guerrear, pois um povo que vive durante quatrocentos anos
na condição de escravo, passa até pela genética a filhos e netos o que é que o
espera, que é o ser escravo.
Eles não sabiam ser livres e muito menos tinham a verdadeira noção do que
significa ser livre.
Já Raabe, era uma dona de um comércio, e um comércio bastante lucrativo, a
prostituição.
Ela sabia perfeitamente quais os riscos que estava correndo quando resolveu
ajudar os espias.
"Porém aquela mulher
tomou a ambos aqueles homens, e os escondeu, e disse: É verdade que vieram
homens a mim, porém eu não sabia de onde eram.
E aconteceu que, havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, aqueles homens
saíram; não sei para onde aqueles homens se foram; ide após eles depressa,
porque vós os alcançareis.
Porém ela os tinha feito subir ao telhado e os tinha escondido entre as canas
do linho, que pusera em ordem sobre o telhado." (Js 2:4-6)
Ela sabia que o seu ato
poderia resultar na sua morte e de toda a sua família.
mas ela resolveu atender à voz do espírito santo de deus.
"e disse aos homens: Bem
sei que o SENHOR vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que
todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós.
Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós,
quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Seom e a
Ogue, que estavam dalém do Jordão, os quais destruístes.
Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por
causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e
embaixo na terra." (Js 2:9-11)
E nisto tudo vemos que raabe
usou da esperteza adquirida em seu comércio para enganar aos homens do rei, mas
não que isso fosse necessário para a obra de Deus, não, não era.
O que era necessário para a obra de deus, e foi isso que deus avaliou aqui, foi
o quanto raabe era submissa a deus, dada a importância de raabe na genealogia
de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré.
Era muito importante que a linhagem davídica contivesse pessoas de diferentes
pesos, e principalmente uma prostituta.
Cremos que um dos objetivos principais é mostrar que somente pela eterna graça
é que somos salvos, e não por nossos méritos.
Ao contrário do que muitos pensam que podem conquistar, deus nos mostra aqui o
que ele faz com um povo que sequer sabe viver livremente e que ganha a proteção
de uma prostituta. assim observamos que deus de fato não necessita de qualquer
um de nós.
E que nunca busca, buscou ou buscará em nós quaisquer sinais de merecimento.
"Porque este
Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu
ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;
a quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por
interpretação, rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida,
mas, sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para
sempre." (Hb 7:1-3)
Notamos que as glórias
procuradas pelo homem - a sede de conhecimento, a sede de massagem no ego pelos
aplausos e reconhecimentos humanos - apenas nos afastam e nos afastarão mais e
mais do grande, poderoso, eterno e misericordioso Deus de israel.
Lmbremo-nos de Balaão a quem Deus não permitiu que fosse honrado pelo rei:
"Agora, pois, foge para
o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o SENHOR te
privou desta honra." (Nm 24:11)
No entanto muito maior honra
teve balaão ao poder profetizar acerca do cristo do altíssimo, acerca das
coisas que viriam e de coisas que ainda virão.
"Vê-lo-ei, mas não
agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, e um
cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas e destruirá todos os
filhos de Sete.
E Edom será uma possessão, e Seir também será uma possessão hereditária para os
seus inimigos; pois Israel fará proezas.
E dominará um de Jacó e matará os que restam das cidades." (Nm 24:17-19)
"Mas tu, ó homem de
Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a
paciência, a mansidão.
Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste
chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que
diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão,
que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso
Senhor Jesus Cristo;
a qual, a seu tempo, mostrará o bem-aventurado e único poderoso Senhor, Rei dos
reis e Senhor dos senhores;
aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem
nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno.
Amém." (1 Tm 6:11-16) - (igreja evangélica santo dos santos - msn:elysilmarvidal@gmail.com - fones: 41-3338-6234 - (tim) 041-41-9820-9599 - (claro) 41-9821-2381 - (vivo) 41-9109-8374 - apóstolo ely silmar vidal -
mensagem 061112 - raabe e sua justificação)
Que o Espírito Santo do
Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o
caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
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(ficaremos muito gratos que,
ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
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Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos." (Is 55:8-9)
Um dono de hotel, de motel, de bar, ou mesmo de um bordel, conhece muito bem a cidade e os arredores de onde ele instala o seu comércio.
E Raabe tinha um estabelecimento comercial nos arredores da cidade de Jericó.
Jericó não era uma cidadezinha, era um centro importante e rico, rodeado por altas e poderosas muralhas, essa cidade tinha um rei, que tinha também um serviço de inteligência, além de um valoroso exército.
Os israelitas eram um povo que vivia em tribos, recém libertos do jugo de faraó, depois de quatrocentos anos sob jugo servil.
Nossa história sempre é contada, entendida e reforçada pelos anos.
Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu amaldiçoou a Davi, pelos seus deuses.
Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1 Sm 17:42-44)
Não sabia esse povo guerrear, pois um povo que vive durante quatrocentos anos na condição de escravo, passa até pela genética a filhos e netos o que é que o espera, que é o ser escravo.
Eles não sabiam ser livres e muito menos tinham a verdadeira noção do que significa ser livre.
Já Raabe, era uma dona de um comércio, e um comércio bastante lucrativo, a prostituição.
Ela sabia perfeitamente quais os riscos que estava correndo quando resolveu ajudar os espias.
E aconteceu que, havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, aqueles homens saíram; não sei para onde aqueles homens se foram; ide após eles depressa, porque vós os alcançareis.
Porém ela os tinha feito subir ao telhado e os tinha escondido entre as canas do linho, que pusera em ordem sobre o telhado." (Js 2:4-6)
mas ela resolveu atender à voz do espírito santo de deus.
Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Seom e a Ogue, que estavam dalém do Jordão, os quais destruístes.
Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra." (Js 2:9-11)
O que era necessário para a obra de deus, e foi isso que deus avaliou aqui, foi o quanto raabe era submissa a deus, dada a importância de raabe na genealogia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré.
Era muito importante que a linhagem davídica contivesse pessoas de diferentes pesos, e principalmente uma prostituta.
Cremos que um dos objetivos principais é mostrar que somente pela eterna graça é que somos salvos, e não por nossos méritos.
Ao contrário do que muitos pensam que podem conquistar, deus nos mostra aqui o que ele faz com um povo que sequer sabe viver livremente e que ganha a proteção de uma prostituta. assim observamos que deus de fato não necessita de qualquer um de nós.
E que nunca busca, buscou ou buscará em nós quaisquer sinais de merecimento.
a quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hb 7:1-3)
Lmbremo-nos de Balaão a quem Deus não permitiu que fosse honrado pelo rei:
E Edom será uma possessão, e Seir também será uma possessão hereditária para os seus inimigos; pois Israel fará proezas.
E dominará um de Jacó e matará os que restam das cidades." (Nm 24:17-19)
Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão,
que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo;
a qual, a seu tempo, mostrará o bem-aventurado e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores;
aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (1 Tm 6:11-16) - (igreja evangélica santo dos santos - msn:elysilmarvidal@gmail.com - fones: 41-3338-6234 - (tim) 041-41-9820-9599 - (claro) 41-9821-2381 - (vivo) 41-9109-8374 - apóstolo ely silmar vidal - mensagem 061112 - raabe e sua justificação)
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Receita libera consulta ao 6º lote de IR 2012
A Receita Federal libera nesta quinta-feira (8), às 9h, a consulta
ao lote multiexercício do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), que diz
respeito ao sexto lote do exercício de 2012, além dos pagamentos residuais de
2011, 2010, 2009 e 2008.
No total, serão creditadas
restituições para um total de 544,6 mil contribuintes, totalizando R$ 1,09
bilhão.
Para o exercício de 2012, serão
creditados pagamentos para 468 mil contribuintes, em um total de R$ 944,2
milhões.
Todas as restituições de declarações
de IRPF 2012 sem pendências com a Receita até o mês de outubro de 2012 serão
liberadas no lote que será creditado em 16 de novembro.
Para o exercício de 2011, serão
creditadas restituições para um total de 37,7 mil contribuintes, totalizando R$
91,4 milhões, já acrescidos da taxa Selic (juro básico da economia) 15,65 %
(maio de 2011 a novembro de 2012).
Quanto ao lote residual do
exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 15,6 mil
contribuintes, totalizando R$ 23,6 milhões, já acrescidos da taxa selic de
25,80% (maio de 2010 a novembro de 2012).
Com relação ao lote residual do
exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 11,1 mil
contribuintes, totalizando R$ 17,7 milhões, já atualizados pela taxa selic de
34,26%, (período de maio de 2009 a novembro de 2012).
Referente ao lote residual de
2008, serão creditadas restituições para um total de 12,2 mil contribuintes,
totalizando de R$ 12,1 milhões, já atualizados pela taxa selic de 46,33%,
(período de maio de 2008 a novembro de 2012).
CONSULTA
Para saber se teve a declaração
liberada, o contribuinte pode acessar a página na Receita na internet ou entrar em contato pelo telefone
146.
A restituição ficará disponível
no banco por um ano. Após este período, o valor deve ser resgatado por meio de
formulário que deve ser preenchido no site, ou pelo e-CAC, página também do
site da Receita destinada especificamente às operações de IR.
Caso o valor não seja
creditado, a Receita informa que o contribuinte pode procurar diretamente o
Banco do Brasil, nas agências ou pelo telefone, para agendar o pagamento em
conta-corrente ou poupança pessoal. Ou ligar para central de atendimento pelos
telefones 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais localidades).
VEJA COMO EVITAR A MALHA
FINA
Quem ainda não teve a
declaração do Imposto de Renda liberada pode fazer a consulta pelo site da
Receita Federal e checar a sua situação. Em caso de problemas, é possível saber
o que precisará ser corrigido com uma declaração retificadora.
Em 2011, a maior parte dos
contribuintes (56%) caiu na malha por omissão de algum tipo de rendimento, seja
do titular, do dependente ou valor recebido de aluguéis.
Outro motivo que levou muitos
contribuintes à malha fina foi a divergência em relação a informações sobre despesas
médicas.
O extrato da declaração pode
ser retirado pelo sistema e-CAC. Para acessá-lo, é necessário utilizar o código
de acesso gerado na própria página da Receita ou ter um certificado digital
emitido por autoridade habilitada.
O acesso ao extrato permite ao
contribuinte identificar, entre outros detalhes, eventuais pendências que
acarretam a retenção da declaração em malha. É possível resolvê-las mediante a
apresentação de declaração retificadora.
Se houver pendências na
declaração, causadas por erros cometidos pelo contribuinte, ele poderá fazer
sua autorregularalização. Para isso, deve retificar a declaração, corrigindo os
erros apontados pela Receita.
Quanto mais cedo for efetuada a
correção, mais rapidamente será liberada a restituição.
Para documentos que não
apresentarem problemas, aparecerá a mensagem "em processamento" --o
que significa que ela já passou pela análise e não caiu na malha fina.
Se houver algum problema,
aparecerá a expressão "com pendências". O próprio programa e-CAC
apontará as divergências, que deverão ser corrigidas por meio de uma declaração
retificadora.
APLICATIVO
A Receita disponibiliza,
também, um aplicativo para smartphones e tablets pelo qual é possível consultar
a restituição do IR e a situação do CPF (Cadastro Pessoa Física).
O contribuinte ainda não
consegue retificar a declaração pelo aplicativo --isso só pode ser feito no
site da Receita Federal.
O aplicativo "Restituição
IRPF" funciona em smartphones com sistema operacional iOS ou Android e
pode ser baixado gratuitamente na Apple Store e na Google Play.
Mãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o Corão
por Leiliane Roberta Lopes
O caso aconteceu no Reino Unido e
chocou a comunidade internacional pela brutalidade
Uma reportagem do Daily Mail comenta a morte de um garoto de 7
anos que foi espancado pela mãe até a morte por não se dedicar ao estudo do
Corão.
O caso aconteceu no País de
Gales, no Reino Unido, e está sendo julgado pelos tribunais. Sara Ege, 32 anos,
é acusada de espancar, matar e queimar o filho de 7 anos, Yaseen, por estar
decepcionada com ele. A mãe teria matriculado o filho em uma mesquita local
para que ele se tornasse um hafiz, memorizador do Corão, tendo que decorar 35
páginas do livro sagrado dos muçulmanos a cada três meses.
Mas o garoto não se empenhava
nesse estudo, preferindo brincar com seus amigos. “Eu estava ficando mais e
mais frustrada”, disse Ege em seu depoimento, dizendo que em um ano o garoto
aprendeu apenas um capítulo.
Irritada com o menino, a mãe
passou a usar chinelos, martelos e até mesmo um rolo de madeira para castigar
Yaseen. Pelas investigações a mãe, com consentimento do pai, Yousef Ali Ege, de
38 anos, passou a espancar o menino que em julho de 2010 não resistiu às
torturas e morreu.
Os pais tentaram apagar os
vestígios da morte do garoto colocando fogo na casa, mas a perícia concluiu que
Yaseen morreu antes do incêndio e constatou também que no corpo do menino
haviam marcas de violência.
Para um médico, Sara Ege
confessou a morte do filho, dizendo que foi Shaitan – nome islâmico dado ao
diabo – que teria dito para que ela matasse a criança. Para o mesmo médico a
mãe acabou confessando que se sentiu muito melhor depois que ele morreu.
Ela também está sendo acusada
de trancar Yaseen no porão, amarrá-lo a uma porta e forçá-lo a fazer flexões. O
julgamento do casal pode levar dias. As
informações são de Paulo Lopes.
Fonte: Gospel Prime
domingo, 4 de novembro de 2012
Virgindade de meninas índias vale R$ 20 no Amazonas
KÁTIA BRASIL
ENVIADA ESPECIAL A SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM)
ENVIADA ESPECIAL A SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM)
No município amazonense de São Gabriel da
Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a
virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa
de marca e até com uma caixa de bombons.
A pedido das mães das vítimas, a
Polícia Civil apura o caso há um ano. No entanto, como nenhum suspeito foi
preso até agora, a Polícia Federal entrou na investigação no mês passado.
Doze meninas já prestaram depoimento.
Elas relataram aos policiais que foram exploradas sexualmente e indicaram nove
homens como os autores do crime.
Entre eles há empresários do comércio
local, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista.
As vítimas são garotas das etnias
tariana, uanana, tucano e baré que vivem na periferia de São Gabriel da
Cachoeira, que tem 90% da população (cerca de 38 mil pessoas) formada por
índios.
Entre as meninas exploradas, há as que
foram ameadas pelos suspeitos. Algumas foram obrigadas a se mudar para casas de
familiares, na esperança de ficarem seguras.
A Folha conversou com
cinco dessas meninas e, para cada uma delas, criou iniciais fictícias para
dificultar a identificação na cidade.
M., de 12 anos, conta que
"vendeu" a virgindade para um ex-vereado. O acerto, afirma a menina,
ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me
levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei
triste."
A menina conta que o homem é casado e
tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."
P., de 14 anos, afirma que esteve duas
vezes com um comerciante. "Ele me obrigou. Depois me deu um celular."
Já L., de 12 anos, diz que ela e outras
meninas ganharam chocolates, dinheiro e roupas de marca em troca da virgindade.
"Na primeira vez fui obrigada, ele me deu R$ 30 e uma caixa com
chocolates."
DEZ ANOS
Outra garota, X., de 15 anos, disse que
presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos.
"Eu vi meninas passando aquela
situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca
disso [da virgindade]."
P. aceitou depor na PF porque recebeu
ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando,
eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas
meninas menores", afirma.
Familiares e conselheiros tutelares que
defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem
a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.
sábado, 3 de novembro de 2012
Evolução ou regressão da Cultura?
Sei que no nosso País sempre teve musica com duplo sentido. Mas
ultimamente a coisa tem ficado feia. Lembro-me que na década de 90 a coisa
ficou foi piorando. Vieram uns grupos com um estilo musical de duplo sentido (ralando
na boquinha da garrafa, segura o Tchan e muitas outras).
E com o passar do tempo, a coisa tem piorado. Hoje que fazem
sucesso não tem conteúdo e quando tem conteúdo é conteúdo pornográfico. Se com
duplo sentido já era absurdo e agora com pornografia?
Musicas de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Zé Ramalho e
outros que posso citar aqui. Tem conteúdo. Mas o povão prefere musicas com
pornografia sem falar que muitas delas também induzem a sexualidade das
crianças cada vez mais cedo
Pior não é nada, os cantores são abestalhados. E fazem
sucesso.
Eu me pergunto: O que tem na cabeça desse povo que escuta
esse tipo de estilo musical?
E o povo escuta essas porcarias que fazem questão de
mostrarem que gosta disso, e seus vizinhos têm que ouvirem também mesmo não
gostando. Sem falar nos idiotas que ligam os celulares dentro dos ônibus para
os passageiros ouvirem essas porcarias.
Tudo é um efeito cascata, tem idiotas que cantam e compõem essas
porcarias (pior que chamar esses idiotas de cantores e compositores é um
insulto a grandes cantores da nossa musica). E tem outros idiotas que escutam e
querem que os outros escutem também, mesmo não gostando.
Essas musicas são um insulto à sociedade, uma falta de
respeito literalmente. E falo: é idiota quem escuta, e é idiota quem canta.
O pior que esses cantores tiram fotos se achando o máximo, e
é nítido que são idiotas mesmo.
Eu vejo que a pessoa ser um ser pensante, não é vantagem. A vantagem
é ser imbecil que faz sucesso.
Joabson João
Intolerância religiosa: um assunto de escola?
A Fundação Educação Superior à Distância e Divulgação Científica –
Cecierj – está oferecendo um curso sobre intolerância religiosa para
professores de ensino médio das escolas da rede estadual do Rio de Janeiro.
O professor do curso, Nilton Rodrigues Junior, que faz seu programa de
pós-doutorado sob minha supervisão no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais
da UFRJ sobre o tema em questão, contou como são essas aulas. Nilton Junior
organizou o curso em cinco módulos sobre vários temas relacionados. Para cada
tema abre-se um fórum de debates na internet. Os estudantes expõem suas ideias,
discutem e fazem perguntas, e o professor, com a ajuda de uma tutora, responde
e estimula o debate. São 114 alunos das várias disciplinas oferecidas no ensino
médio. A maioria dos alunos do curso se disse católica, mas há umbandistas,
espíritas, do candomblé e até uma budista.
Segundo Nilton Junior tem havido pouco debate entre as diversas posições
religiosas, mas há consenso sobre a necessidade do ensino religioso. Os
participantes do fórum dizem que o ensino religioso é bom porque transmite
valores éticos e humanos essências, como respeito e amor ao próximo, o que fará
o mundo melhor e as pessoas mais responsáveis e melhores cidadãos. Um dos
alunos do curso afirmou que é da essência humana crer em um deus superior e
abstrato. Outros, entretanto, são contra o ensino religioso porque a escola é
um espaço público que deve ser laico.
Nenhum dos alunos mencionou a intolerância quanto aos símbolos das
religiões de “matriz africana” nas escolas em que trabalham. Ninguém afirmou
que proibir os alunos de frequentarem aulas usando fios de conta do candomblé
seria uma forma de intolerância religiosa e a maioria acha normal a presença de
imagens de santos na escola.
Fiquei espantada com o relato porque na pesquisa por mim coordenada no
Núcleo de Antropologia – NaEscola –, o que vimos nas
instituições escolares da rede estadual foram debates acirrados nas salas de
professores sobre a questão religiosa. Muitos professores se recusam a discutir
a chamada lei 10.639, lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira, pois
consideram esta cultura maléfica para os alunos porque “fala de coisas do
demônio”. Nas escolas pesquisadas também vimos muitas imagens católicas e
frases bíblicas escritas em murais ou em cartolinas espalhadas pelos
corredores. Pouquíssimas escolas são verdadeiramente laicas. A decisão de expor
essas imagens e frases e até pequenos altares com velas é exclusivamente da
alçada dos diretores.
O espaço público acaba sendo invadido pelo mundo privado e não há
separação entre as duas esferas que deveriam reger a vida dos cidadãos.
Religião é uma questão de foro íntimo, mas por incrível que pareça no Rio de
Janeiro, além das mais de 12 matérias que o estudante tem de dar conta ao longo
dos três anos do ensino médio, há ainda o ensino religioso confessional, para o
qual foram contratados muitos professores.
As imagens e símbolos religiosos que vimos nas escolas podem ser aqui
apreciados neste conjunto de fotos e dão uma ideia do que se passa entre os
muros da escola em relação a este tema.
Felipe Gonçalves, foto publicada no jornal Extra em 26/01/2009, Felipe
foi expulso de sala de aula por sua professora de português porque estava com
seus "fios de conta".
Foto do jornal Extra de 26/01/2009 noticiando o caso
do estudante Felipe de uma escola técnica do Rio de Janeiro.
Diretoras de uma escola em sua sala. Ao fundo uma
imagem de Nossa Senhora, uma Bíblia, flores e um
berimbau dando a impressão de um pequeno altar.
Foto de Arquivo de Giselle Lage
Estudante de escola estadual segurando a bandeira da escola tendo ao
fundo uma imagem religiosa católica.
A diretora de uma escola em sua sala onde se vê uma imagem de Nossa
Senhora - Fotoo de Arquivo Yvonne Maggie
Fonte: G1
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
ENGANA QUE A GENTE PAGA
Sardenberg: De como os bancos e outros órgãos oficiais não fazem
propaganda de produtos — mas do governo. E com nosso dinheiro
"A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo"
"A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo"
ENGANA QUE A GENTE PAGA
Coisa de 200 anos atrás,
jornalistas do Times de Londres já utilizavam um critério original para saber o
que deviam ou não apurar e publicar. “Notícia, diziam, é tudo aquilo que alguém
não quer ver publicado; o resto é propaganda”.
Desse ponto de vista, tudo que
o governo fala, em qualquer país, deve ser entendido como propaganda e
marketing. Claro, não é mesmo? Os governantes só falam aquilo que gostariam de
ver publicado com o devido destaque.
No Brasil de hoje, isso faz
muito sentido. Os governos, em todos os níveis, carregam na propaganda, em
volume e conteúdo. Reparem, por exemplo, nos anúncios do Banco do Brasil e da
Caixa.
Tem financiamento barato para
todo mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou
abriu seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo:
não tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos,
ou desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil.
"(No Banco do Brasil e na
Caixa a propaganda passa a ideia de que) tem financiamento barato para todo
mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou abriu
seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo: não
tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos, ou
desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil"
Pode-se dizer que aqueles
bancos estão no mercado, disputando clientes com as outras instituições. Mas
não é bem assim. A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras
estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal
propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do
governo.
Regra do jogo, pode-se
argumentar. Trata-se de propaganda paga, o governo, como qualquer outro
anunciante, diz o que quer e ninguém é obrigado a acreditar.
Sabemos que não é bem assim.
Nem precisa argumentar muito. É intuitivo. Trata-se de dinheiro público, mesmo
no caso dos bancos comerciais, como BB e Caixa.
Eles não funcionam como os
privados. Recebem dinheiro do governo, já foram resgatados com injeções de
capital público mais de uma vez e todo mundo sabe que não vão quebrar porque o
governo, ou seja, o contribuinte, estará lá para cobrir eventuais buracos.
Necessariamente, portanto,
deveriam agir de modo diferente, como instituições públicas, e estas, como todo
governo, têm — deveriam ter — compromisso com a informação correta.
O que nos leva ao outro lado da
história. Hoje em dia, entende-se que mesmo empresas privadas têm compromisso
com o público. Propaganda enganosa não pode ser tolerada. Claro, é difícil
definir e apurar a tentativa de ludibriar o consumidor, mas é outro problema,
de regulação.
E se isso vale para empresas
privadas, por que não se aplica ao governo, suas empresas e suas repartições?
Na verdade, a propaganda enganosa pública é mais grave, porque o governo tem
também a obrigação de informar e, assim, orientar a sociedade.
Isso é especialmente importante
no caso da política econômica. O governo, ator decisivo em qualquer economia,
precisa dizer claramente o que vai fazer, prestar contas regularmente sobre o
que está fazendo, dar as regras do jogo, mostrar como vê o andamento da
situação e esclarecer o cenário com o qual trabalha.
Há rituais definidos para isso,
aqui no Brasil e em toda parte. Os ministérios da área econômica e o Banco
Central divulgam regularmente suas mensagens. Assim, em qualquer país
organizado, os agentes econômicos, ao planejar e agir, consideram os cenários
do governos para crescimento, inflação, arrecadação, gastos orçamentários, etc.
Por isso, quando o nosso
Ministério da Fazenda sustenta que o país crescerá 4,5%, quando todo mundo já
viu que não vai dar, isso é, sim, um tipo de propaganda enganosa. Idem quando o
Banco Central diz que cumpriu a meta de inflação quando o índice bateu em 6,5%,
dois pontos acima. Há mesmo uma confusão, que parece deliberada, entre meta,
centro da meta e margem de tolerância. Resultado: ficamos sem saber se o
objetivo de fato é uma inflação de 4,5% (a meta ou o centro) ou qualquer coisa
abaixo de 6,5% (o teto da margem de tolerância) ou até mais do que isso, como
ocorreu recentemente.
Do mesmo modo, é uma informação
enganosa quando o governo jura que vai cumprir a meta de superávit primário sem
truques. Nestes casos, a informação do governo causa menos danos porque todo
mundo já sabe que o cenário oficial não vai se realizar. Vale para todos os
anúncios do setor público, federal, estadual e municipal, que simplesmente
afirmam que tudo vai maravilhosamente bem.
Mas isso desmoraliza a
informação pública e cria o ambiente, negativo, de que é assim mesmo: o governo
mente e a gente não acredita ou deixa pra lá. Só que nós, cidadãos e
contribuintes, fazemos o papel de trouxa. Nós pagamos pela farsa
(Carlos Alberto Sardenberg) -
01/11/2012 - 16:00 - Política & Cia
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