Radio Evangélica

domingo, 17 de outubro de 2021

Aziz adia para quarta-feira a leitura do relatório da CPI

A votação do texto está prevista para ocorrer no dia 26

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), adiou em um dia a leitura do relatório final do colegiado. Prevista inicialmente para ocorrer na terça-feira (19), a leitura será feita na quarta-feira (20). Já a votação do relatório, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), está marcada para a terça-feira da semana seguinte, dia 26. A decisão pelo adiamento foi do presidente da comissão.

Os integrantes da CPI ainda terão mais um dia de oitivas nesta segunda-feira (18). Pela manhã, será ouvido o integrante do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Nelson Mussolini. À tarde, serão ouvidas pessoas que perderam amigos e parentes para a covid-19. Todas as regiões do país serão representadas entre os depoentes.

Ao longo de seis meses de duração, a CPI ouviu integrantes do governo federal e alguns de seus apoiadores, empresários, ex-ministros da Saúde, deputados, médicos e cientistas. O objetivo da CPI é apontar as responsabilidades, tanto do governo federal quanto de empresas que atuaram no combate à pandemia, em eventuais omissões que provocaram mortes.

Fonte: Agência Brasil - Imagem: Pedro França/Agência Senado


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Bolsonaro diz que pandemia "complicou" mexer na tabela do IR

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira em conversa com apoiadores que gostaria de fazer a correção da tabela do Imposto de Renda, lembrando que era uma de suas promessas de campanha, mas ressalvou que não esperava ter de enfrentar uma pandemia.

“Eu queria mexer na tabela do imposto de renda, os caras me cobram como política de campanha, mas eu não esperava essa pandemia pela frente, nos endividamos em aproximadamente 700 bilhões de reais, complicou mexer nisso aí” disse o presidente.

Mais cedo, Bolsonaro já havia citado que gostaria de ter alterado a tabela do Imposto de Renda, ao dizer que o Brasil está “quebrado” e que, por causa disso, não consegue fazer nada do que gostaria.

Bolsonaro tem pintado um retrato negativo da situação da economia brasileira nos últimos dias. No fim de 2020, o presidente afirmou por mais de uma vez que o país chegou ao “limite do endividamento” por causa das medidas adotadas para fazer frente aos impactos da pandemia.

Bolsonaro também voltou a dizer que considera “menos ruim” ter alguma inflação ao país passar por um desabastecimento, citando as recentes altas de preços em produtos como arroz e óleo de soja.

Fonte: Reuters – Imagem: REUTERS/Adriano Machado

PM reforça combate a grupos criminosos ligados ao tráfico na Grande João Pessoa

A Polícia Militar intensificou o combate aos grupos ligados ao tráfico de drogas, na Grande João Pessoa, e apreendeu uma arma que estaria sendo usada em um tiroteio, na noite dessa segunda-feira (4), na cidade de Bayeux. Na ação, um homem de 25 anos, suspeito de integrar um dos grupos, foi preso em flagrante.


Ele foi interceptado em um carro, saindo da Rua dos Canos, no bairro da Imaculada, onde teria acontecido um tiroteio entre dois grupos já identificados. A arma foi apreendida abandonada na localidade. Dentro do veículo do preso, foram encontrados estojos de munições de dois calibres diferentes. Ele estava ferido de raspão na orelha e foi levado para receber atendimento no Hospital de Trauma da Capital.

A PM tem intensificado as ações em pelo menos seis bairros da grande João Pessoa para prender os integrantes de grupos criminosos que estariam envolvidos em tiroteios e homicídios.

Operação Cometa 

No mês passado, pelo menos 14 armas de vários calibres foram apreendidas com integrantes desses grupos criminosos, principalmente na cidade de Bayeux, com o reforço da Operação Cometa, que conta com a atuação de equipes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Mais de 20 prisões foram contabilizadas de pessoas com algum tipo de vínculo com os grupos que atuam na Grande João Pessoa.

A prisão dessa segunda-feira (4), em Bayeux, foi registrada na 6ª Delegacia Distrital, em Santa Rita.

Fonte: Polícia Militar da Paraíba

Polícia Militar prende mais um suspeito de tráfico em Bayeux

A Polícia Militar segue no combate ao tráfico de drogas na região metropolitana de João Pessoa e, no início da tarde desta terça-feira (05), mais um suspeito foi preso (foto acima ilustrativa). Dessa vez, a prisão aconteceu no bairro Alto da Boa Vista, na cidade de Bayeux, resultando na apreensão de entorpecentes e dinheiro.

O suspeito, de 23 anos de idade e que já tinha passagem pelo crime de roubo, foi preso pelos policiais da 4ª Companhia Independente ao tentar fugir de uma abordagem. Com ele, policiais encontraram porções de drogas em uma sacola. Do local onde ele havia fugido, nas proximidades de uma casa abandonada, outros entorpecentes e materiais do tráfico também foram localizados.

Ao todo, a ação da PM apreendeu um tablete de substância semelhante à maconha com 400 gramas, 91 porções da mesma droga e de crack, uma balança de precisão e dinheiro.

Todo o material e o suspeito preso foram apresentados na 5ª Delegacia Distrital, onde ele foi autuado pelo crime de tráfico de drogas. A ação da PM contou com apoio da Coordenadoria de Inteligência da corporação.

Fonte: Polícia Militar da Paraíba

 

Procon-SR constata variação de R$ 0,34 no preço da gasolina; confira pesquisa completa

O PROCON-SR esteve na manhã desta terça-feira (05) realizando fiscalização e pesquisa de preço em todos os postos de combustíveis do município, com o objetivo de averiguar denúncias de abusividade dos preços.

Na fiscalização, são solicitadas aos fornecedores as cópias das notas fiscais dos meses de dezembro/2020 e janeiro/2021, possibilitando que o órgão de defesa do consumidor identifique eventual prática de preços abusivos nos estabelecimentos.

O consumidor que se deparar com alguma irregularidade tanto em relação ao preço de combustíveis da cidade como em relação a outros produtos e serviços pode registrar sua denúncia junto ao PROCON-SR de maneira presencial ou por meio do endereço proconsantaritapb@gmail.com e do telefone (83) 98654-7512.

Confira a pesquisa completa:


Fonte: santarita.pb.gov.br


Banco Mundial vê expansão de 3% do PIB brasileiro em 2021, mas faz alerta sobre fim de estímulos

O Banco Mundial melhorou as projeções para a economia brasileira para 2021, vendo continuação da recuperação no consumo privado e investimentos, mas alertou que ao longo deste ano o ímpeto da atividade pode perder força à medida que forem retirados estímulos monetário e fiscal.

O Banco Mundial prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 3,0% em 2021, 0,8 ponto percentual acima do prognóstico divulgado em junho.

A expansão da economia neste ano ocorrerá após contração de 4,5% em 2020, número 3,5 pontos percentuais melhor que a estimativa passada.

Para 2022, a expectativa do Banco Mundial é que a atividade econômica registre aumento de 2,5%.

Dentre as 27 nações da América Latina e Caribe listadas pelo Banco Mundial em seu relatório Perspectivas Econômicas Globais, o Brasil deverá mostrar apenas a vigésima maior taxa de crescimento tanto para 2021 quanto 2022. Já em 2020 o país deverá ficar entre as menores quedas do PIB, superado apenas por Uruguai (-4,3%), Haiti (-3,8%), Guatemala (-3,5%), Paraguai (-1,1%) e Guiana (+23,2%).

“No Brasil, a recuperação do consumo privado e do investimento no segundo semestre de 2020 deve prosseguir no início de 2021, apoiada por melhora da confiança e por condições benignas de crédito, levando o crescimento para 3 por cento em 2021”, disse o Banco Mundial no relatório.

Mas o organismo calcula que a retomada será “desigual” entre os setores, com indústria e agricultura se expandindo mais rapidamente do que o setor de serviços, conforme um persistente receio entre consumidores afeta viagens, turismo e restaurantes, em particular.

“Espera-se que o ímpeto (da recuperação) diminua à medida que o ano transcorrer, em parte devido à retirada de estímulos monetário e fiscal, reduzindo o crescimento para 2,5% em 2022.”

No mesmo relatório, o Banco Mundial projetou que a economia global deve crescer 4% em 2021, depois de encolher 4,3% em 2020. Mas o organismo alertou que o aumento das infecções por Covid-19 e atrasos na distribuição das vacinas podem limitar a recuperação para apenas 1,6% neste ano.

Fonte: Reuters – Imagem: REUTERS/Pilar Olivares

Sem receber pedido emergencial até agora, Anvisa trabalhará com prazo limite para início de vacinação dia 20

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai ter que trabalhar sob pressão do prazo de 10 dias, já que não recebeu até esta terça-feira (5) nenhum pedido para uso emergencial de vacinas contra a Covid-19, para liberar o governo federal a iniciar em 20 de janeiro o processo de imunização, como prometido no melhor cenário.

Esperava-se que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apresentasse a solicitação até quarta-feira, mas pedidos adicionais de informações por parte da Anvisa a respeito da vacina desenvolvida pela AstraZeneca, a ser importada da Índia, adiaram essa data para até sexta-feira.

Uma vez que o Ministério da Saúde informou que iniciará a vacinação em até cinco dias após a Anvisa aprovar algum imunizante, a agência de vigilância precisará analisar qualquer pedido que receber antes dos 10 dias de prazo estipulado para que o governo federal consiga iniciar a vacinação no dia 20 de janeiro -- o que foi apresentado pelo Ministério da Saúde como melhor cenário.

No pior cenário, o início da vacinação foi previsto para 10 de fevereiro.

“Vejo com a maior preocupação a situação em que estamos, porque é muito curioso um governo que está preocupado em retomar a economia o tempo inteiro, que quer abrir as atividades para voltar ao normal, no momento que o mundo sabe que a vacina é necessária para isso, não tem uma iniciativa para garantir as vacinas”, disse à Reuters Cristina Bonorino, integrante do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia. “Parece que tem mais a ver com a negação da pandemia. Está difícil encontrar uma lógica”, acrescentou.

Inicialmente prevista para começar apenas em março, a campanha nacional de imunização teve a previsão de início antecipada para o final deste mês, após o governo federal ser pressionado pelo anúncio feito pelo governo de São Paulo de que começaria a vacinar no Estado em 25 de janeiro. Além disso, diversos países do mundo, incluindo Argentina, Chile e México, já iniciaram suas vacinações.

Para acelerar o cronograma, a Fiocruz acertou com a AstraZeneca a importação de 2 milhões de doses prontas da vacina desenvolvida pela farmacêutica produzidas no Instituto Serum, da Índia. A intenção é usar essas doses enquanto a Fiocruz inicia o processo de fabricação própria do imunizante a partir de insumos importados da AstraZeneca.

No entanto, o fato de a vacina a ser importada ter origem diferente daquela que está em estudo clínico no Brasil, e que será produzida pela Fiocruz posteriormente, levou a Anvisa a solicitar informações adicionais à fundação para comparar as duas, além de dados de qualidade e condições de boas práticas de fabricação e controle.

“Para a autorização, a agência precisa avaliar os estudos de comparabilidade entre a vacina do estudo clínico, que é fabricada no Reino Unido, com a vacina fabricada na Índia, bem como os dados de qualidade e condições de boas práticas de fabricação e controle. Ou seja, é necessário entender se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido e que teve os dados clínicos aprovados”, disse a Anvisa em nota.

O fato de o imunizante da AstraZeneca que a Fiocruz vai importar ser produzido na Índia não estava nas tratativas iniciais entre a Fiocruz e a Anvisa, segundo uma fonte com conhecimento direto do assunto.

Por isso, nas reuniões técnicas entre Anvisa e Fiocruz está sendo realizado um checklist que segue um padrão internacional para verificar características como a planta da produção, uso de equipamentos de biossegurança, procedência e qualidade dos insumos, envase e conservação da vacina e transporte até chegar ao Brasil, segundo a fonte.

O detalhismo tem por objetivo que a Fiocruz apresente um pedido robusto para que a autorização para uso emergencial da vacina saia antes dos 10 dias de prazo, acrescentou a fonte.

“Quanto mais refinado o pedido, melhor para todo mundo”, disse, ao lembrar que um pedido pouco embasado pode demorar caso “caia em exigência”.

Apesar desse pente-fino, o Serum não é desconhecido da Anvisa. Ao contrário, a fábrica indiana já recebeu no primeiro semestre do ano passado uma certificação de boas práticas da agência para um outro produto.

CRONOGRAMA

Questionada sobre os prazos apertados para que seja cumprido o cronograma do governo para o começo da vacinação em 20 de janeiro, a Anvisa disse que “não é possível falar sobre prazos de processos que ainda não foram apresentados à Anvisa. Tratamos apenas de informações oficiais”.

Em nota separada, a Fiocruz informou que aguarda o recebimento das informações necessárias, a serem enviadas pela AstraZeneca e o Serum, e a finalização das tratativas, para formalizar o pedido à Anvisa de autorização para seu uso emergencial.

“O objetivo do alinhamento é garantir que os dados sejam submetidos de acordo com os requisitos estabelecidos pela agência, para que a avaliação ocorra o mais rapidamente possível”, disse a Anvisa.

Além das exigências adicionais da Anvisa, a importação das doses prontas depende da conclusão das negociações com o Serum. Na segunda-feira, o Ministério da Relações Exteriores foi acionado para auxiliar, depois que o instituto indiano anunciou que primeiramente atenderia à demanda interna para só então realizar exportações.

Nesta terça-feira (5), o Itamaraty afirmou em nota conjunta com o Ministério da Saúde que o governo da Índia não tem qualquer proibição de exportação de vacinas para outros países, e a expectativa é que a importação de doses do imunizante da AstraZeneca produzidos no país asiático cheguem ao Brasil em meados deste mês.

PFIZER E CORONAVAC

Além da vacina da AstraZeneca, havia a expectativa desde o final do ano passado de um pedido de autorização de uso emergencial pelo laboratório Pfizer, o que, no entanto, ainda não aconteceu, enquanto prossegue um impasse nas negociações para venda de vacinas ao governo federal.

O presidente Jair Bolsonaro, que já afirmou que não tomará vacina contra Covid-19, tem atacado a empresa por exigir isenção de qualquer responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina e por se recusar a ser julgada nos tribunais do país. Ele afirmou que são os laboratórios que precisam correr atrás de registros de vacinas para vender ao Brasil.

Do outro lado, a Pfizer diz que ainda não pediu o registro emergencial porque, segundo a empresa, o contrato para fornecimento do imunizante com o governo brasileiro ainda não foi fechado.

Terceiro imunizante no plano de vacinação do governo federal, a CoronaVac, desenvolvida pela chinesa Sinovac e que será produzida pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, também sofreu um atraso no cronograma previsto para pedido de aprovação à Anvisa.

O pedido estava previsto para 23 de dezembro, quando também seria divulgada a eficácia da vacina pelo Butantan, mas até o momento não houve anúncio de eficácia nem pedido à Anvisa. De acordo com o instituto, a Sinovac pediu prazo adicional para analisar os dados.

O anúncio agora está previsto para quinta-feira, e há a expectativa de que seja seguido pelos pedidos à Anvisa tanto para uso emergencial quanto para registro definitivo da vacina. O governo paulista tem insistido que começará a vacinação em 25 de janeiro com a CoronaVac, apesar do adiamento. Segundo o Butantan, há 10,8 milhões de doses da vacina já no Brasil.

Enquanto segue sem vacina, o Brasil caminha para superar a trágica marca de 200 mil mortes por Covid-19. Até o momento, são mais de 196 mil vítimas fatais da doença, que tem mais de 7,7 milhões de casos confirmados no país. Apenas os EUA registraram mais mortes por Covid-19.

 

Fonte: Reuters – Imagem: REUTERS/Charles Platiau

CFC envia ofício à Receita Federal solicitando alterações no programa Gfip/Sefip

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) enviou um ofício ao Secretário Especial da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), José Barroso Tostes Neto, nessa segunda-feira (4), para reportar alguns problemas percebidos na versão 8.4_24_12_2020 do programa Gfip/Sefip. A referida versão está em desconformidade com as orientações do manual de usuários.  No documento, o Conselho solicita a reconsideração quanto à decisão de mudança nos manuais e pede alterações no Programa Validador que permitam a inclusão de valor no campo “Base de Cálculo da Previdência Social” para os afastamentos com código P1.

A conselheira do CFC, contadora Angela Dantas, pontuou os problemas encontrados. “A falta de coerência entre o manual e a última atualização do Sefip no que se refere ao comportamento do afastamento P1. Além deste ponto, foi diagnosticado erro na Sefip, código 150 e 155 e no afastamento acidentário - versão corrigida disponibilizada dia 30 de dezembro”, explicou.

De acordo com o Ofício n.º 002/2021 CFC-Direx, as instruções apresentadas no Manual da Gfip/Sefip 8.4, sobre o modo de utilização dos códigos de afastamentos a serem utilizados, não foram contempladas no Programa Validador. Essas informações são referentes à contribuição previdenciária patronal para os afastamentos de maternidade e a não tributação da parte patronal dos primeiros quinze dias de afastamento por motivo de doença. “O manual do Sefip orienta preencher o afastamento temporário por motivo de doença, por período superior a 15 dias, com código P1 e indicar a base de contribuição previdenciária no campo ‘Base de Cálculo da Previdência Social’. Porém, quando se trata de código P1, o validador não aceita valores nesse campo, não permitindo, portanto, a indicação do cálculo previdenciário menor para gerar o cálculo nos termos do referido parecer”, esclarece o documento assinado pelo presidente do CFC, Zulmir Breda.

O texto ainda destaca que é de conhecimento do Conselho a possibilidade de modificação do manual, com a inclusão de novas regras de envio dos eventos de afastamento. A partir dessa mudança, haveria a exigência do envio de um código P3 ou O3, relativo aos primeiros 15 dias, mesmo para afastamentos maiores que 60 dias, e intermediários quando o primeiro for inferior a 15 e outro evento relativo aos dias superiores.

De acordo com o ofício, o CFC considera que uma nova metodologia “seria necessária e imprescindível, visto que o manual não destacou o que era necessário fazer”. Contudo, no documento, o Conselho explica que uma solução poderia ser alcançada com uma alteração do Programa Validador, que permita a indicação de valor no campo “Base de Cálculo da Previdência Social” para o código P1. 

A conselheira Angela Dantas destaca os benefícios de se manter os manuais já utilizados e da realização de apenas modificações no Programa Validador. “Não precisar alterar a regra já aplicada nos softwares de folha há mais de 20 anos e não mudar a dinâmica de lançamento dos atestados aos usuários do sistema” informou.

O CFC ainda lembrou que as mudanças de regras também exigiriam que todas as empresas desenvolvedoras do país realizassem alterações em todos os sistemas de softwares de pagamento, o que impactaria não apenas esse grupo, como os usuários do sistema.    

Fonte: Conselho Federal de Contabilidade


segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Sine-JP inicia a primeira semana de 2021 com a oferta de 151 oportunidades de emprego

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-JP) oferece 151 novas vagas de emprego, na semana na primeira semana do ano, que compreende de 4 a      8 de janeiro de 2021. Há oportunidades para pessoas com todos os níveis de escolaridade, com ou sem experiência na função.

As funções com maior número de oportunidades são as de operador de telemarketing (20 vagas) exigindo Ensino Médio completo, sem experiência em Carteira de Trabalho, com habilidade com digitação, residir em João Pessoa. Vaga para home office, necessário possuir computador em casa. Vendedor de consórcio (20 vagas), exigindo Ensino Médio completo, sem experiência em Carteira de Trabalho, para trabalho interno.

Há também vagas para pizzaiolo (2 vagas), garçom (5 vagas), operador de caixa (2 vagas), segurança (6 vagas), entre outras.

O Sine-JP funciona na Avenida Cardoso Vieira, 85, Varadouro, e atende das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. O trabalhador deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br.

Contato

As empresas que tenham interesse em anunciar vagas de empregos devem enviar seus dados e as exigências das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. Os telefones para contato do setor de captação de vagas são: (83) 3214-1712; (83) 3214-3214 ou (83) 3214-1809. O serviço é gratuito.

Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa – Imagem: Gilberto Firmino

Ibovespa fecha 1º pregão de 2021 em queda após renovar recorde

O Ibovespa fechou com uma queda discreta o primeiro pregão do ano, novamente sem conseguir se sustentar acima dos 120 mil pontos, patamar que superou mais cedo ao bater recorde intradia, com as perdas em Nova York ditando um ajuste.

Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa terminou esta segunda-feira com baixa de 0,14%, a 118.854,71 pontos. O volume financeiro somou 30,3 bilhões de reais.

Antes dos primeiros quinze minutos de pregão, o Ibovespa bateu 120.353,81 pontos, na esteira do otimismo com a vacinação contra a Covid-19 no exterior e um ambiente de expressivos estímulos monetários no mundo todo.

A deterioração em Nova York, porém, mudou tudo. O Dow Jones e o S&P 500 chegaram a renovar máximas na abertura, mas receios sobre o desfecho das eleições na Geórgia esta semana abriram espaço para uma correção em Wall St.

O persistente crescimento de casos de coronavírus nos EUA também minou o apetite por risco, em um contexto de receios sobre novas medidas de restrição para frear a disseminação da doença e seus efeitos na recuperação das economias.

Na Europa, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou um novo lockdown nacional na Inglaterra por causa da Covid-19.

O estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, também citou “posição técnica ruim” e os “valuations esticados” para explicar a queda nas bolsas.

“Era tudo o que o mercado precisava para uma correção”, afirmou no Twitter.

Na mínima da sessão, o Ibovespa chegou a 118.061,77 pontos.

As perspectivas para 2021, porém, continuam favoráveis para a bolsa brasileira, com estrategistas do Itaú BBA apostando em um cenário mais favorável para os mercados emergentes.

Entre as motivações para tal prognósticos, Fabio Perina e equipe citam a recuperação econômica global, menores riscos de políticas econômicas nos EUA, onde o banco central tem viés estimulativo.

DESTAQUES

- VALE ON subiu 4,59%, diante do fluxo de notícias ainda positivo para o setor de mineração e siderurgia desde 2020, o que também ajudou CSN ON, que avançou 7,28%. GERDAU PN fechou com elevação de 6,5% e USIMINAS PNA valorizou-se 2,26%.

- PETROBRAS PN avançou 2%, mesmo com a piora dos preços do petróleo no exterior, com o Brent fechando em queda de 1,37%. No setor, PETRORIO ON saltou 6,57%.

- ITAÚ UNIBANCO PN caiu 2,26% e BRADESCO PN recuou 2,62%, com o setor de bancos no vermelho. Pesquisa da Febraban estimou alta de 7% na carteira total de crédito no Brasil em 2021, ante expansão de 13,7% prevista para 2020.

- EMBRAER ON cedeu 5,42%, entre os destaques de baixa, assim como GOL PN e AZUL PN, que perderam 3,93% e 3,99%, respectivamente, na esteira de notícias sobre mais restrições relacionadas ao coronavírus, que afetaram fortemente o setor em 2020.

- IGUATEMI ON perdeu 4,55%, com ações de shopping centers na ponta negativa do índice, após dados fracos de vendas do setor no Natal e medidas restritivas em São Paulo. MULTIPLAN ON caiu 4,16% e BRMALLS ON recuou 3,74%.

Fonte: Reuters – Imagem: REUTERS/Kim Kyung-Hoon