Radio Evangélica

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Para juristas, governo compra apoios

Protesto a favor do impeachment da presidente Dilma reuniu cerca de 3 mil pessoas, segundo organizadores, no Largo São Francisco

Ato de juristas pelo impeachment 
no Largo do São Francisco, SP 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Marcos da Costa, também se pronunciou durante o protesto e disse que a grande maioria da classe é pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Resistência. A advogada Maristela Basso afirmou que se o impeachment não for aprovado na Câmara dos Deputados, o processo será via Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e "se mesmo assim o impeachment não acontecer nós vamos sitiar Brasília até que cada petista seja tirado do poder". Maristela explicou que o ato acontece do lado de fora da faculdade – diferente do ato contra o impeachment – porque querem que "represente o povo, represente toda a sociedade".
Autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff participaram nesta segunda-feira de um ato na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. A advogada Janaína Pascoal, o promotor aposentado Hélio Bicudo e o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior defenderam a saída da petista do cargo e acusaram o atual governo de comprar votos no Congresso Nacional.
O ato a favor do impeachment reuniu cerca de 3 mil pessoas, segundo os organizadores. "Os deputados precisam escolher entre o bolso e a honra", afirmou Reale Jr., que discursou do parlatório do Largo São Francisco. Em tom engajado, o jurista disse também que é difícil ver "que o impeachment depende de 20 deputados sendo cooptados pelo PT". Ele ainda chamou o PT de “quadrilha” e puxou o coro de fora Dilma bradado pelos manifestantes.
Em seu discurso, Bicudo disse que “nunca viu tantos desmandos no Brasil”. Para o jurista, inclusive, "nenhum deputado ou senador tem o direito de ir contra o desejo popular, não tem o direito de manter Dilma e o PT no poder".
Aos gritos de "acabou a 'República da cobra'" – referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –, Janaína Pascoal fez um discurso que inflamou a plateia presente ao ato. "Não existe isso de alto ou baixo clero. O que existem são deputados. E as cobras que usurparam o poder estão usando das fraquezas humanas dos deputados para se segurarem no poder", disse. Ainda segundo ela, é hora de discutir a quem o Brasil quer servir. “Queremos servir à uma cobra ou ao dinheiro? Nenhuma dessas alternativas. O Brasil não é a ‘República da Cobra’”, afirmou.
No dia 4 de março, quando foi levado a depor coercitivamente pela Polícia Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em discurso, que "se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo". Além de falar que a jararaca estava viva, como sempre esteve, Lula ainda afirmou que se sentia ultrajado por ter sido obrigado a depor na 23.ª fase Operação da Lava Jato.
Sérgio Moro. O professor de direito Marco de Lucca fez um discurso em apoio ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato na 1.ª instância. Ele disse já ter chegado "até a escrever poemas para Lula", mas, agora, conforme afirmou durante o protesto, pretende ver o ex-presidente preso.
O tom dos discursos continuou forte, com a mestre de cerimônias puxando coros do tipo "Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro". Em seu discurso, por exemplo, o advogado Modesto Carvalhosa comparou os petistas a Joseph Goebbels. "Eles querem passar uma ideia de que todos são ladrões. Não somos não! Os petistas é que são ladrões e quadrilheiros", afirmou o advogado durante o ato de ontem em São Paulo Goebbels ocupou o influente cargo de ministro da propaganda do governo alemão durante os anos em que o país foi comandado por Adolf Hitler.


Por Gilberto Amêndola  - O Estado de São Paulo

domingo, 3 de abril de 2016

Efraim Filho questiona Dilma por reajuste de medicamentos

Deputado Federal Efraim Filho
O deputado federal Efraim Filho (Democratas), informou que estará questionando formalmente o Governo Federal pela Resolução da Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), órgão do governo formado por representantes de vários ministérios, que fixou em 12,5% o reajuste permitido aos fabricantes na definição dos preços dos medicamentos. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” nesta sexta-feira dia 1°.
A regulação é válida para um universo de mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo.
Segundo Efraim, em 2015 o reajuste máximo autorizado foi de 7,7%. Em 2014, o reajuste foi de 5,68%, e este ano o Governo Federal permite um reajuste acima da inflamação, algo inaceitável.
“O aposentado, o mais necessitado, aquele que consome o seu salario com aquisição de medicamentos será o que mais irá sentir esse reajuste descabido e inaceitável, é mais uma afronta desse desgoverno, iremos usar as nossas prerrogativas como deputado federal para questionar esse reajuste.” Concluiu.


Mais PB

Quem realmente promove a violência?

Nos últimos dias o Palácio no Planalto se tornou palanque eleitoral. Todo evento a presidente dá um discurso que parece está em um comício com seus cabos eleitorais.
Na ultima sexta (01/04) foi realizado uma cerimonia de assinatura de atos para a reforma agrária e comunidades quilombolas com representantes de diversos movimentos sociais.
No final do evento Aristides Santos, secretário da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), defendeu a invasão de terras e especificamente as fazendas dos Deputados que são a favor do impeachment e falou de maneira agressiva. E esse individuo invasor de terras se intitula de trabalhador.
E irônico é após o discurso agressivo a Presidente falar a seguinte frase: nós não defendemos a violência, eles defendem, eles exercem a violência, nós não.
Agora eu pergunto: Quem são eles?
Esse partido chegou ao poder e se mantem usando o discurso “nós contra eles”, e dividindo o povo brasileiro.

Segue abaixo o vídeo com a parte final do evento:



Joabson João

Que tipo de democracia o MST defende?

Uma pesquisa simples no google para procurar o significado de democracia encontro os seguintes significados:
  1. Governo em que o povo exerce a soberania.
  2. Sistema político em que os cidadãos elegem os seus dirigentes por meio de eleições periódicas.

Com a atual situação no Brasil, onde só se fala em golpe, que não vai ter golpe, temos que defender a democracia, pois querem tirar do cargo uma pessoa que foi eleita democraticamente e todo o belo discurso (não vou entrar no mérito do impeachment, que não é sobre isso que me refiro).
 Um dos que mais fala na democracia é o João Pedro Stédile que é presidente do MST. No próprio site do MST vi uma matéria: Pela democracia, mais de 150 mil trabalhadores ocupam as ruas da Bahia. Como sempre falando em democracia.
Mas o mesmo Stédile que fala em defender democracia em outro momento demonstrou que não a respeitaria. Ele prometeu guerra caso Aécio fosse eleito e prometeu protestos diários caso Marina fosse eleita,
Agora pergunto: Se Aécio ou Marina tivesse sido eleitos não teria sido democraticamente? Que tipo de democracia esse povo defende?
Só se fala em respeitar democracia quando querem justificar suas vontades. Caso contrário à mesma não é respeitada.


Joabson João

sábado, 2 de abril de 2016

Rômulo critica articulação para deputados não comparecerem à votação do impeachment: “É um gesto de covardia”

O deputado federal e presidente estadual do PSD, Rômulo Gouveia, condenou neste sábado (2), a articulação do governo federal no sentido de comprar apoio dos parlamentares contra o impeachment da presidente Dilma (PT).
O governo estaria oferecendo dinheiro e liberação de emendas parlamentares no valor de R$ 1 milhão para que deputados votem contra o impedimento ou não compareçam à votação.
Rômulo Gouveia classificou como absurda a estratégia e disse ao blog do Anderson Soares, que os deputados não podem faltar a uma sessão tão importante para o país. Segundo ele, a ausência simboliza covardia.
“Eu acho que é um absurdo, todos devem ir para votar sim ou não, se ausentar é um gesto de covardia. A recomendação do PSD é que nenhum deputado falte à votação”, afirmou.
Rômulo avaliou ainda o rompimento do PMDB com o governo. Para ele, a atitude de pode ser interpretada pela população como oportunista.
“Aparentemente para opinião pública, a forma que o PMDB saiu, de forma rápida, pode aparentar oportunismo. O tamanho do PMDB no governo era muito grande, possibilitou inclusive a Presidenta extinguir cargos na estrutura”, concluiu.


Blog do Anderson Soares

Donald Trump diz que lei de aborto vigorará até que seja modificada

Donald Trump
AFP/Rhona Wise
O pré-candidato republicano Donald Trump afirmou nesta sexta-feira que as leis de aborto nos Estados Unidos estão por ora em vigor, mas reiterou que considera essa prática um assassinato.
Trump fez essas declarações à rede CBS depois de ter sugerido que as mulheres que abortam deveriam ser castigadas.
"As leis estão estabelecidas neste momento, e assim vão permanecer até que sejam modificadas", afirmou Trump na entrevista que será difundida integralmente no domingo.
Trump foi criticado por defensores e detratores do direito ao aborto por não mostrar uma posição clara a este respeito.
Muitos republicanos se opõem fortemente ao aborto, quatro décadas depois de ser legalizado pela Suprema Corte em nível nacional.
Horas depois que exibido um trecho da entrevista, a porta-voz de campanha de Trump, Hope Hicks, negou que ele vá se retratar de sua oposição ao aborto.
"Trump deu uma explicação precisa da lei como é hoje em dia e deixou claro que deve permanecer desta maneira no momento, até que ele seja presidente", explicou Hicks.
Trump, que já disputou eleição nas fileiras democratas e independientes até entrar para as republicanas - era defensor do direito ao aborto, mas durante a campanha das primárias mudou de postura.
"Como Ronald Reagan, sou pró-vida, com algumas exceções", afirmou em um comunicado.


AFP

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PSB julga apoio de Ricardo Coutinho à Dilma como equivocado e dá ultimato ao governador

Nessa sexta-feira, 1, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, se manifestou sobre a postura do governador Ricardo Coutinho a respeito da situação da presidente Dilma Rousseff. Carlos julga equivocado o posicionamento de Ricardo visto que o partido rompera há mais de dois anos com o Governo e, apesar de ainda não ocorrida a reunião que decidirá sobre o posicionamento geral da legenda a respeito do impeachment, ele acredita que a maioria dos membros deve se posicionar favorável à saída da presidente.
“Estamos sendo empurrados para o impeachment, a população tem pressionado a classe política nessa direção, pois vivemos uma crise sem precedente por conta da irresponsabilidade de Dilma”, avaliou.
Siqueira disse gostar muito de Ricardo, mas vê erro na postura do governador, E já que ele insistiu que vai manter a linha de defesa da presidente, Carlos Siqueira deu um ultimato: o governador da Paraíba tem até o dia 10 de abril para definir sua situação, porque a Direção Nacional do PSB não irá tolerar uma posição contrária à orientação das instâncias partidárias.
E ainda mandou um recado, durante entrevista à Imprensa internacional: “É uma irresponsabilidade enorme afirmar que no Brasil há em curso um golpe de estado e a imprensa internacional tinha de ter uma versão daqueles que não entendem que o impeachment é um golpe. Ao contrário, o impeachment é um remédio que existe na Constituição e precisa ser respeitado.” Siqueira lembrou que o PT pediu o impeachment de todos os presidentes eleitos dos últimos 30 anos.
Siqueira afirmou que a reunião acontecerá ainda esse mês, embora ainda não haja data definida para tal. Deverão participar do encontro todos os governadores e os senadores e deputados com assento na executiva nacional.


Politica Mais Cedo 

Entidades chamam Moro de golpista e ameaçam invadir propriedades

A presidente Dilma Rouseff e o vice-presidente
Michel Temer
Foto: Alan Marques/Folhapress
Em evento no Palácio do Planalto, representantes de movimentos de luta pela reforma agrária criticaram nesta sexta-feira (1º) a atuação do juiz Sergio Moro e incitaram a invasão de latifúndios no país caso a regularização de terras para assentamentos não avance.
Durante a cerimônia, em que a presidente Dilma Rousseff assinou atos que autorizam a regularização de áreas rurais para a reforma agrária e para comunidades quilombolas, também pediram o combate à bancada dos ruralistas e da bala da Câmara dos Deputados.
"Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe", afirmou o secretário de finanças e administração da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Aristides Santos.
Em discurso duro, o coordenador nacional do MST (Movimento dos Sem-Terra), Alexandre Conceição, chamou Moro de golpista e disse que, com sua caneta de magistrado, ele faz "maldades contra o povo brasileiro".
Ele acusou o juiz de ter, há três anos, determinado a prisão de integrantes do movimento social. "O juiz Sergio Moro, esse golpista, prendeu nossos companheiros há três anos sem justificativa.Nós não cometemos crimes, quem comete crime é o latifúndio e o juiz Sergio Moro, que faz com a sua caneta maldades contra o povo brasileiro", disse.
Conceição também chamou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de "bandido" e criticou os veículos de imprensa.
Segundo ele, os meios de comunicação querem o impeachment da presidente para que a população mais rica chegue ao Palácio do Planalto.
"O Palácio do Planalto não pertence a 1% da população brasileira", disse. "Nós vamos ocupar as ruas em defesa de seu mandato, presidente. A senhora é uma mulher honrada e não pode ser julgada por um bandido como o Eduardo Cunha", disse.
Conceição cobrou ainda a liberação de mais recursos para o Incra e para o Ministério do Desenvolvimento Agrário. "É preciso que haja a recomposição efetiva do Incra e do MDA para que eles possam ajudar a construir um processo de agroindustrialização para que a nossa produção possa ser beneficiada e para que nossa juventude não precise mais sair do campo para viver com drogas nas cidades. O campo precisa ser um lugar excelente", disse.


Por Gustavo Uribe e Mariana Haubert para a Folha de São Paulo

quinta-feira, 31 de março de 2016

PEC concede adicional de periculosidade a policiais

Na avaliação do senador Cássio, os policiais exercem atividades penosas e perigosas e, por isso, precisam ser incluídos no rol daqueles que recebem esse adicional

Cássio justifica que é dever do Estado valorizar aqueles
que protegem a sociedade brasileira.
Foto: Walla Santos
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), aprovou nesta quarta-feira (30), por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 58/2015) de autoria do líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), que institui o adicional de periculosidade para os servidores policiais. A PEC segue agora parar ser apreciada pelo Plenário da Casa, onde será discutida e votada em dois turnos. Por se tratar de proposta de emenda à Constituição, vai precisar de quórum qualificado, ou seja, três quintos dos votos (49 votos).

Profissão perigosa
Na avaliação do senador Cássio, os policiais exercem atividades penosas e perigosas e, por isso, precisam ser incluídos no rol daqueles que recebem esse adicional.
“Os policiais desempenham a relevante função de preservação da ordem pública e da proteção às pessoas e ao patrimônio. O objetivo central da proposta é pagar o adicional de periculosidade aos policiais, já que eles estão expostos constantemente a ameaças a sua integridade física e psicológica, sujeitando-se a perigos permanentes em benefício de todos os cidadãos”, destaca o senador.

Emenda
Emenda de redação apresentada pelo relator da matéria, senador Magno Malta (PR-ES), ampliou a possibilidade de pagamento desse adicional de periculosidade para todos os servidores integrantes dos órgãos de segurança pública listados pela Constituição Federal, sejam eles da esfera civil ou militar. A alteração retirou a expressão “servidores policiais” do texto da PEC 58/2015, o que limitava o alcance do benefício.

Proteção à sociedade
Cássio justifica que é dever do Estado valorizar aqueles que protegem a sociedade brasileira. “São profissionais que saem para o trabalho e não sabem se voltarão para casa. Eles estão expostos ao maior perigo, que é a violência urbana, que mata mais do que guerra civil, logo é justo e urgente que os policiais recebam adicional de periculosidade”, defendeu o senador.

Categorias incluídas
A PEC do líder Cássio Cunha Lima lista os seguintes servidores policias que devem passar a receber o adicional remuneratório pelo desempenho de atividades perigosas: policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e bombeiros militares. A inserção de agente penitenciário na categoria de policial civil varia de Estado para Estado.


Click PB

Temer diz que é procurado, mas nega que “estaria negociando cargos”

Imagem: Internet/Reprodução
O vice-presidente Michel Temer disse que é “muito procurado”, mas não promove negociações de cargos em um possível governo, caso a presidenta Dilma Rousseff seja afastada pelo Congresso. Temer declarou que não trata “sequer do assunto, do que possa ou não possa acontecer”.
Eleito e reeleito na chapa de Dilma Rousseff, Michel Temer é o primeiro na linha sucessória, e assumirá a Presidência caso os parlamentares aprovem o impeachment por crime de responsabilidade, em tramitação no Congresso Nacional.
Ele é também presidente nacional do PMDB, partido que nesta semana anunciou rompimento com o governo e determinou entrega dos cargos que a legenda possui no Executivo federal.
Temer participou nesta quinta-feira de um encontro fechado com conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, em São Paulo.
Antes de fazer uma palestra, focada na área econômica, ele quis esclarecer notícias veiculadas sobre o que faria caso assumisse a Presidência. Parte das declarações de Temer foram reproduzidas em sua conta pessoal no Twitter.
Em resposta a rumores de que promoveria um “abafa” da Operação Lava Jato, o vice-presidente afirmou que “jamais haveria de influenciar em outro poder”.
“Dizer que eu poderia interferir em processo judicial, levado adiante em função da posição do Ministério Público, isso jamais eu faria”, afirmou, lembrando sua formação jurídica e de sua biografia como deputado constituinte.
"Outro registro que quero fazer é que eu estaria negociando cargos, recebendo parlamentares e partidos para fazer negociação de cargos. Sou muito procurado, mas não trato desse assunto. Não trato sequer do assunto, do que possa ou não possa acontecer", disse Temer.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

Edição: Beto Coura