Pela primeira vez em João Pessoa - PB, o desfile cívico
realizado no dia 7 de Setembro realizado na Avenida Duarte da Silveira, contou
com a presença de membros da OIB - PB (Organização Império do Brasil – Núcleo Paraíba)
que pedem a volta da Monarquia. Onde foi promovido um bandeiraço.
O grupo organizou o encontro através das redes sociais.
O que chamou atenção grupo do foi a falta de informação
de algumas pessoas que estavam presente no desfile, pois teve gente que chegou
a perguntar a alguns integrantes do grupo se a bandeira Monárquica se tratava
da bandeira da Paraíba.
O movimento contou com uma pequena quantidade de pessoas.
Os integrantes afirmaram que o encontro foi um sucesso, pois as pessoas ainda
não conhecem o movimento monarquista.
Além do bandeiraço, os integrantes também entregaram
panfletos, com o objetivo de esclarecer a população quanto ao movimento
monarquio e réplicas da bandeira monárquica aos espectadores do desfile.
Os integrantes do grupo contam com a adesão de mais
pessoas nos próximos anos, pois afirmaram que o movimento vem ganhando força.
“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor
Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do
vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra,
quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha
a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se
opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que
se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.” (2 Ts
2:1-4)
Todos nós a todo tempo ouvimos dizer que Cristo está à
porta, e que Cristo já está voltando, enfim, isso que vem sendo dito já desde
aquela época.
Então o apóstolo nesta epístola busca orientar o povo, a fim de que ninguém se
engane. Se alguém chega para você falando que Jesus está vindo ali, ou que está
na outra esquina, que ninguém te engane, afinal de contas, antes da gloriosa
vinda, existe a necessidade de que se cumpram dois pontos, um é a apostasia, e
o outro é a vinda do anti-cristo, antes do dia da vinda do Senhor.
“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de
Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer
juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas
obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que
ímpios pecadores disseram contra ele.” (Jd 1:14-15)
Como podemos observar, Enoque já no Antigo Testamento, já
testificava acerca da vinda do Senhor, que já naquela época era aguardada. E
nessa passagem de 2 Ts o apóstolo nos adverte a que ninguém nos engane, pois
muitos murmuradores, e pessoas sem o menor discernimento espiritual, ficam
especulando a todo instante que Jesus está chegando. Sim, de fato Ele está
chegando, mas como diz a palavra:
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do
céu, mas unicamente meu Pai.” (Mt 24:36)
“Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera,
e à hora em que ele não sabe,” (Mt 24:50)
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que
estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Mc 13:32)
“Virá o senhor daquele servo no dia em que o não espera,
e numa hora que ele não sabe, e separá-lo-á, e lhe dará a sua parte com os
infiéis.” (Lc 12:46)
Portanto, que ninguém vos engane, antes atenta ao que
está escrito, porque é a tua bússola e quando o Senhor vier, em poder e grande
glória, todo olho o verá, e todos saberemos instantaneamente.
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se
esperam, e a prova das coisas que se não vêem. Porque por ela os antigos
alcançaram testemunho.” (Hb 11:1-2)
Que tenhamos nós essa fé que conduziu nossos antepassados
pelos caminhos que deviam caminhar, a fim de que alcançassem a graça e a
misericórdia, através da qual foram salvos, e que assim também, sejamos salvos
porque cremos que o sangue de Jesus tem todo poder e por Ele entramos na
presença do Pai, que é Eterno e Todo-Poderoso. Amém e amém!
Leitura do capítulo 2 da 2 Epístola de Paulo aos
Tessalonicenses. (versículos 11-15 em árabe e 16-17 em francês)
“E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para
que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a
verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos
ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do
Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para
alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas,
seja por palavra, seja por epístola nossa.
E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em
graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, Console os vossos
corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra.” (2 Ts 2:11-17)
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) –
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110817 – A vinda do Senhor e os falsos alarmes – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para
que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil
a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja
preservada a fonte)
“Certamente o Senhor JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter
revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Am 3:7)
Conforme tomamos conhecimento neste dia 06/07/17, foi
dado o tiro de misericórdia contra os trabalhos da Lava Jato, e como não
poderia deixar de ser, isso foi feito por membros do alto escalão do atual
governo.
Mais claro e evidente de que a força tarefa atingiu o nervo central da força
corruptiva é impossível, pois somente por essa linha condutora é que podemos
entender o porque de tão dura e conclusiva, como foi a fala do Gilmar Mendes
durante seu voto.
Claro está porém, que temos uma sociedade atuante e pesarosa por estar pagando
tão caro, pela brincadeira proposta pela Elite dominante. A proposta foi: “Nós
gastamos, e vocês pagam a conta!” Mas a sociedade cansou da brincadeira e agora
está querendo ver os irresponsáveis na cadeia. Se você concorda, colabore
conosco.
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comunicar a seus servos os profetas – imagens da internet)
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que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
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É assim que as quadrilhas agem, sempre na penumbra,
sempre no apagar das luzes. De forma sorrateira, eles vão agindo sem dar a
menor chance ao revide.
E é claro que estaremos sempre andando na contra-mão do desenvolvimento, não
somente destruindo nosso país, como também apoiando a destruição de outros
países que foram envolvidos no mar de lamas que nossos últimos governos vêm
envolvendo os governantes desses outros países.
Já estamos vendo que ao cidadão de bem está dado o direito de morrer de fome,
inanição, ou mesmo de bala perdida. Onde estão nossas defesas?
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
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das luzes – imagens da internet)
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Comediante Michael Palin sobre uma estátua de Lênin em Addis-Adeba, Etiópia.
Há cerca de dez anos, publiquei um livro, A
Estranha Morte do Marxismo, que argumentava vigorosamente que a esquerda
atual não é marxista, mas pós-marxista. Ao contrário dos marxistas tradicionais
e dos socialistas democráticos europeus, o tipo de esquerda que ganhou terreno
desde e até mesmo antes da queda do império soviético é culturalmente radical,
mas apenas secundariamente interessada na mudança econômica.
Nossa esquerda atual faz as pazes com a iniciativa
privada e até com as grandes corporações, de forma que ela possa impor sua
ideia de transformação social e cultural a cidadãos cada vez mais impotentes e
seus respectivos filhos, cada vez mais doutrinados.
Não que essa esquerda seja particularmente amigável com
qualquer coisa que seja privada, incluindo transações econômicas. Mas ela trata
a economia como algo que pode influenciar sem ter de nacionalizar, evitando,
assim, aquelas políticas desastrosas que governos socialistas do passado
tentaram decretar.
Nossa própria elite intelectual esquerdista concluiu com
sensatez que é melhor permitir que as forças de mercado operem ao mesmo tempo
que se asseguram de que a administração pública possa usurpar os lucros, sempre
que houver um pretexto. Além disso, essa elite intelectual constantemente
intimida o povo a acompanhá-la em orientações comportamentais cada vez mais
complicadas, supostamente destinadas a lutar contra a “discriminação”.
É a cultura, e apenas instrumentalmente o governo, que a
esquerda pós-marxista procura dominar; e o tipo de estado administrativo que se
expandiu de forma explosiva em todos os países ocidentais desde a década de
1960 é um instrumento eficaz pelo qual engenheiros sociais e comissários
da sensibilidade podem fazer o seu trabalho.
Embora eu não tenha mudado minha visão sobre como a
esquerda se transformou desde que escrevi meu livro, parece que, de certa
forma, tem havido mais continuidade entre o velho e o novo esquerdista, como
sugeri.
Os antigos marxistas, aqui e na Europa, tornaram-se
multiculturalistas quase que da noite para o dia, enquanto nossos esquerdistas
atuais ainda admiram comunistas do passado (como Fidel Castro) e associam
anticomunistas ao fascismo. Além disso, após assistir à histeria organizada
anti-Trump, que tem cativado a indignação das massas, das autointituladas
indústrias de entretenimento e da mídia desequilibrada, torna-se óbvio que a
esquerda multicultural politicamente correta está seguindo a velha e mais
cerebral esquerda marxista em três aspectos críticos.
1 –
Como os comunistas e também como os fascistas italianos, a esquerda
multicultural nunca se vê ocupando posições de autoridade e/ou sendo capaz de
forçar a falta de vontade em cumprir com suas exigências. Embora a esquerda
compreenda a situação, está sempre se esforçando para tomar o poder. Também
quando parece estar chegando a algum lugar (como na América de Obama), ainda
corre o risco de ser esmagada por forças hostis. Exatamente como a (velha)
esquerda certa vez argumentou, que nenhuma revolução socialista jamais havia
sido plenamente realizada e que os países comunistas ainda estavam “no caminho
para se tornarem socialistas”, também os regimes politicamente corretos de
hoje, como vistos por seus defensores, são apenas os primeiros passos em direção
à superação do passado. São os primeiros passos da longa marcha para o poder;
mesmo que esses passos tenham sido ameaçados quando Hillary Clinton não
conseguiu chegar à presidência.
2 –
Não há meios da esquerda abrir mão das mudanças que já implementou na sociedade
sem que toda a estrutura de mudança esteja em perigo. Isto corresponde à
fórmula de Trotsky de que se a revolução é feita para recuar do estágio D ao
estágio C, então toda a marcha para a nova sociedade poderia ser revertida. Por
conseguinte, a marcha para fora do passado sombrio e repressivo deve ser
seguida incondicionalmente, e qualquer deslize será equivalente a uma
contra-revolução — ou em um discurso esquerdista amedrontador, fazendo com que
as mulheres sejam forçadas a fazer abortos em becos, re-impondo a segregação
racial, e aprisionando homossexuais. Este tipo de pensamento faz todo sentido,
se alguém começa a supor que está em uma situação de “tudo ou nada”.Também não
importa que o presidente Obama tenha cancelado os voos do Iraque para os EUA em
2011 ou que Bill Clinton tenha falado em um discurso do Estado da União em 1994
sobre a interrupção da presença de ilegais nos EUA. Também não devemos perceber
que o predecessor de Donald Trump tenha sido contrário ao “casamento” gay na época
em que foi eleito para a presidência. É nosso, segundo os esquerdistas, o dever
proteger qualquer revolução que esteja em andamento em seu estágio mais
avançado.
3 –
Qualquer um que ameace o processo ainda frágil e reversível de mudança, deve
ser desumanizado. Não pode haver desentendimentos honestos com aqueles que por
desígnio ou por perigosa ignorância estejam trabalhando contra a “esperança e
mudança”. Portanto, é justificado condenar esses reacionários como os mais vis
e malignos dos seres. Como os comunistas, a esquerda atual, particularmente na
Europa Ocidental, caracteriza seus oponentes como “fascistas”. Note que para a
velha esquerda o “fascismo” tinha um significado quase científico. Referia-se
aos defensores de uma forma de capitalismo tardio, que já havia atingido um
ponto de crise mortal. “Fascistas” reprimiram a revolução socialista criando
ditaduras nacionalistas de direita. No processo, os falsos revolucionários
“fascistas” expulsaram os verdadeiros revolucionários de esquerda.
Para a esquerda multicultural, em contrapartida, o termo
“fascista”, utilizado antigamente pelos marxistas foi reduzido a um borrão.
Agora ele diz respeito àqueles que a esquerda está combatendo, isto é, aqueles
que discordam de todos ou de algum aspecto da agenda social da esquerda.
Aqueles que se opõem a essa agenda podem ou talvez devam ser atacados como
nazistas e até mesmo negadores do Holocausto (que um conhecido meu recentemente
me chamou por votar em Donald Trump). Se as pessoas sob ataque não negarem
explicitamente os crimes nazistas, sua visão de “justiça social” será tão
irremediavelmente negativa que se presumirá que eles teriam endossado
entusiasticamente a Hitler. O que mais deve-se pensar de alguém que está
tentando nos empurrar de volta para a idade das trevas, quem sabe para 2008?
Paul Gottfried é “Distinguished Senior Fellow” em
Civilização Ocidental e História das Idéias no The Inter-American Institute, fundado
por Olavo de Carvalho. Passou os últimos trinta anos escrevendo livros e
gerando hostilidade entre “conservadores” aprovados pela mídia mainstream. Seu
trabalho mais recente é a sua autobiografia Encounters. Atualmente prepara um
longo estudo sobre Leo Strauss e seus discípulos para Cambridge University
Press. Suas obras vendem melhor em traduções romenas, espanholas, russas e
alemãs do que no inglês original. A tradução alemã de seu livro
‘Multiculturalism and the Politics of Guilt’ obteve um elogio do Frankfurter
Allgemeine Zeitung em 2004 como “um dos livros mais notáveis do ano”.
PeTista e incoerência não são sinônimos, mas quando
analisamos o cognitivo dos membros dessa seita vemos que se os tratarmos como
sinônimos, não estaremos cometendo nenhum atentado à lógica, porque eles mesmos
não respeitam seu ontem, menos ainda seu hoje, e do amanhã nunca se sabe o que
se pode esperar, da latrina que trazem sobre os ombros; infelizmente, quem dera
poder tratá-los como seres normais!
Mas eles mesmos procuram ostentar uma cloaca sobre os ombros a céu aberto, e
exigem que os respeitemos.
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
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ontem e hoje – imagens da internet)
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O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, denunciou
formalmente o presidente Michel Temer por corrupção passiva, transformando-o no
primeiro chefe de Estado da história do país acusado por este crime.
"Entre os meses de março a abril de 2017, com
vontade livre e consciente, o Presidente da República Michel Miguel Temer
Lulia, valendo-se de sua condição de chefe do Poder Executivo (...), recebeu
para si (...) por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures vantagem
indevida de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) ofertada por Joesley Mendonça
Batista, presidente da sociedade empresarial J&F Investimentos S.A.",
controladora da gigante agroalimentar JBS, diz o pedido da acusação difundido
pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A mediação teria sido feita através do então deputado e
ex-assessor do presidente Rodrigo Rocha Loures, atualmente preso.
A denúncia abre um processo no Supremo, que poderá
afastar Temer do cargo, pouco mais de um ano depois de assumir o poder após o
impeachment de Dilma Rousseff.
No entanto, a denúncia deve ser validada por dois terços
da Câmara dos Deputados, onde o presidente tem uma maioria que poderá salvá-lo.
Janot tem prazo até a última hora de terça-feira para
apresentar mais denúncias dentro das investigações por corrupção, organização
criminosa e obstrução da Justiça contra o presidente.
Pouco antes, a Polícia Federal (PF) entregou um relatório
que aponta Temer como suspeito de obstrução da Justiça no âmbito de um provável
esquema de formação de quadrilha.
A Presidência da República informou a correspondentes
brasileiros que Temer não se pronunciaria imediatamente sobre o caso.
Rocha Loures foi filmado em março carregando uma mala com
500.000 reais que, segundo delações de ex-executivos da gigante JBS,
correspondiam ao pagamento de propinas para favorecer a empresa.
A transferência teria sido acordada em conversa entre
Temer e Joesey Batista, que a gravou secretamente para entregá-la à Justiça, no
âmbito de um acordo de delação premiada.
"A narrativa" dos fatos "destaca a prática
de crime de corrupção em coautoria", diz o pedido da acusação, destacando
que se trataria de corrupção passiva.
Se Temer cair, a Constituição diz que o Congresso deve
eleger o novo presidente em um prazo de 30 dias, para concluir o mandato até o
fim de 2018.
Em Croatá, distrito do município de São Gonçalo do
Amarante, no Ceará, está sendo construída a primeira smart city social do
Brasil, uma cidade inteligente que atenderá área com forte déficit habitacional
e de outros serviços. Será o primeiro protótipo real de uma cidade inteligente
para população de baixa renda. Lotes residenciais custam a partir de R$
24.300,00, que podem ser pagos em 120 vezes, corrigidos pelo INCC e, após a
entrega, pelo IGPM.
A nova cidade se chama Croatá Laguna Ecopark e é uma
iniciativa conjunta de duas organizações italianas, Planeta Idea e SocialFare –
Centro para Inovação Social, com a StarTAU, Centro de Empreendedorismo da
Universidade de Tel Aviv, que compartilham esforços para gerar impacto social e
tecnológico, e outras três empresas privadas israelenses: Magos, fabricante de
radares para segurança, GreenIQ,
sistema que controla a irrigação com base na previsão do tempo, economizando
até 50% de água, e Pixtier,
plataforma em nuvem que fornece mapas em 3D, permitindo planejamento e
gerenciamento eficientes das cidades.
Em sua primeira fase, a cidade contará com espaço residencial
para 150 casas, além de um porto (que até 2025 deve ser o segundo maior do
Brasil!) e áreas destinadas ao lazer, comércio, serviços públicos e indústria.
Entre outros benefícios, o empreendimento terá:
– corredores verdes ao longo de toda a cidade;
– ciclovias de ponta a ponta do município;
– tratamento de águas residuais;
– aproveitamento de águas pluviais;
– coleta inteligente de resíduos;
– produção de energia solar e eólica;
– praças com equipamentos esportivos que geram energia por meio dos movimentos
dos cidadãos;
– monitoramento da qualidade do ar e da água;
– redes inteligentes de eletricidade e água;
– iluminação pública inteligente;
– aplicativos para serviços de mobilidade compartilhada – como carros, motos e
bikes;
– hortas compartilhadas espalhadas por toda a cidade;
– infraestrutura digital com wi-fi grátis para todos os moradores.
A tecnologia também oferecerá ajuda para desenvolver
programas sociais, como cursos de prevenção médica, nutrição, alfabetização
digital e hortas compartilhadas.
A ideia da smart city social insere-se em um contexto
internacional que identifica, sobretudo nos países emergentes, dois fenômenos:
1) os fluxos migratórios dos campos levarão a população que vive nas cidades
dos atuais 50% a um percentual de 80% nos próximos 25 anos; 2) 27% da população
mundial têm menos de 15 anos. Isso quer dizer que, nos próximos anos, essas
pessoas entrarão para o mercado de trabalho e precisarão de casas e serviços.
“Essa tipologia de cidade nasce para gerir de forma ordenada tais fluxos com
serviços inovadores”, disse Gianni Savio, diretor geral da Planet Idea, à
revista Comunità
Italiana.
Os seis pilares da smart city social são: planejamento
urbano e organização, arquitetura além das regras tradicionais da habitação
social, tecnologia dedicada, mobilidade inteligente, vida comunitária, energia
limpa.
O
verdadeiro aprendizado sempre ocorre fora da sala de aula
Em 2006, o educador e autor de livros Ken Robinson proferiu uma palestra
para a TED intitulada
"Será
que as escolas matam a criatividade?". Com mais de 45 milhões de
visualizações, esta continua sendo a palestra mais visualizada da história da
TED.
A premissa de Robinson é simples: nosso atual sistema
educacional acaba com a criatividade e a curiosidade naturais dos jovens ao
forçá-los a se configurar dentro de um molde acadêmico unidimensional. Esse
molde pode funcionar bem para alguns — principalmente, como diz ele, para
aqueles que querem se tornar professores universitários.
Porém, para a maioria de nós, nossas paixões e
habilidades inatas são, na melhor das hipóteses, ignoradas. Na pior, são
prontamente destruídas pelo sistema educacional moderno.
Em sua palestra na TED, Robinson conclui:
Creio
que nossa única esperança para o futuro é a adoção de uma nova concepção
de ecologia humana, uma em que começamos a reconstituir nossa
concepção da riqueza da capacidade humana. Nosso sistema educacional
explorou nossas mentes como exploramos a terra: em busca de um recurso
específico. E, para o futuro, isso não serve. Temos de repensar os
princípios fundamentais em que baseamos a educação de nossas crianças.
Educação pela força
Robinson
estava apenas ecoando as preocupações de vários educadores que acreditam que o
atual modelo de escola compulsória solapa a vibrante criatividade das crianças
e as obriga a suprimir seus instintos auto-educativos.
Em seu livro Livre
para Aprender, o doutor Peter Gray, professor de psicologia do Boston
College, mostra que todas as crianças adoram aprender e avidamente exploram o
mundo ao seu redor com grande entusiasmo e dedicação. Mas tudo isso acaba
quando entram na escola.
Em suas pesquisas sobre crianças que não entraram no
sistema de educação em massa e foram para formas alternativas de educação, o
doutor Gray descobriu que a curiosidade humana e o comprometimento para com o
aprendizado se manteve até muito além do início da infância.
Esta
incrível vontade de aprender e esta enorme capacidade de aprendizado não são
desligadas quando a criança faz 5 ou 6 anos de idade. Nós é que as desligamos
por meio de nosso coercitivo sistema de educação compulsória. A maior e mais
duradoura lição trazida pelo nosso sistema escolar é que aprender é algo
maçante, que deve ser evitado ao máximo possível.
Mas esta observação do doutor Gray não é nenhuma novidade. Décadas
atrás, o conhecido educador e defensor do ensino doméstico (homeschooling) John Holt escreveu em seu
livro — hoje best-seller —Como as Crianças Aprendem:
Queremos acreditar que
estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar.
Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada.
Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar
e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente
usamos.
Ainda pior do que tudo isso: nós tentamos convencê-las de
que, ao menos dentro da escola, ou mesmo em qualquer situação em que palavras,
símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos, elas simplesmente não podem
pensar. Devem apenas repetir.
Por meio deste processo de educação compulsória e massificada, a
curiosidade infantil e o impulso natural pelo aprendizado são continuamente
substituídos por um sistema de controle social que ensina às crianças que seus
interesses e observações não mais importam.
Ainda segundo o
doutor Gray:
Em
nome da educação, estamos cada vez mais roubando das crianças o tempo e a
liberdade de que necessitam para se educarem por conta própria por meio de seus
próprios métodos. Criamos um arranjo educacional no qual as crianças devem
suprimir seus instintos naturais — os quais as estimulam a estar no controle do
próprio aprendizado — para, em vez disso, simplesmente seguirem automaticamente
métodos e caminhos criados para elas por adultos, e os quais não levam a lugar
nenhum.
Criamos
um sistema educacional que está literalmente enlouquecendo jovens e tornando-os
incapazes de desenvolver a autoconfiança e as habilidades necessárias para as
responsabilidades da vida adulta.
Sobre isso, pesquisas convincentes mostram que, quando se
permite que as crianças aprendam naturalmente, sem instruções coercitivas
vindas de cima para baixo, o aprendizado é mais profundo e muito mais criativo
do que quando as crianças são passivamente ensinadas. A professora Alison Gopnik, da Universidade de
Berkeley, Califórnia, descobriu em seus estudos com
crianças de quatro anos de idade, bem como em estudos similares
feitos pelo MIT, que o aprendizado direcionado a si próprio — em oposição à
instrução coerciva — elevam a criatividade, a capacidade de pensar e a própria
qualidade do aprendizado.
As pesquisas de Gopnik envolveram crianças novas
aprendendo a como manipular um brinquedo específico, o qual emitiria
determinados sons ou exibiria determinadas figuras em uma certa sequência.
Ela descobriu que, quando as crianças eram diretamente
ensinadas a como usar o brinquedo, elas conseguiam replicar os resultados e
rapidamente chegavam à "resposta certa" por conta própria ao apenas
imitar o que a professora demonstrava. Porém, quando, em vez disso, as crianças
tinham a liberdade de aprender sem qualquer instrução direta — brincar
livremente com o brinquedo, explorar livremente suas características, e
descobrir seus recursos por conta própria —, elas conseguiam chegar à "resposta
certa" mais rapidamente (em menos etapas) do que as crianças ensinadas.
Estas crianças que fizeram o "aprendizado
direcionado a si próprio" também descobriram outras partes e
características do brinquedo que podiam fazer coisas interessantes — as quais
as crianças ensinadas não descobriram.
Gopnik resumiu essa pesquisa em um artigo para
a revista Slate dizendo:
A instrução direta talvez possa ajudar as crianças a aprender
fatos e habilidades específicas. Mas e quanto à curiosidade e à criatividade —
capacidades estas que, no longo prazo, são ainda mais importantes para o
aprendizado?
Ao passo que aprender com um professor pode ajudar as crianças a
obter uma resposta específica mais rapidamente, tal método também faz com que
elas sejam menos propensas a descobrir informações novas sobre um problema e a
criar novas e inesperadas soluções.
Aprendendo, e não doutrinando
A conformidade
e a submissão podem ter sido os objetivos sociais e econômicos dos arquitetos
do modelo escolar compulsório criado no século XIX, feito para funcionar de
cima para baixo. Mas a economia do século XXI exige criatividade e adaptação.
Hoje, acima de tudo, é necessário um modelo voltado para o aprendizado, que
privilegie a capacidade de raciocínio próprio e a criatividade, e não um modelo
de ensino compulsório voltado para escola.
Comodisseo antigo CEO da Google, Eric Schmidt,
"a cada dois dias criamos o mesmo volume de informações que foi criado
desde o surgimento da humanidade até 2003".
É impossível
acreditar que um modelo arcaico de ensino forçado pode se adaptar às exigências
de uma nova economia saturada de informações e cada vez mais voltada para a
tecnologia, a qual requer agilidade, inventividade, colaboração e um contínuo
compartilhamento de conhecimento. Um modelo educacional verdadeiramente
transformador para o século XXI é aquele que cultiva e estimula, e não esmaga e
abole, a criatividade humana.
Este é o tempo para que os cristãos se destaquem na
multidão.
Como verdadeiros seguidores d`Aquele que é a Verdade.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a
vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo 14: 6)
Assim sendo, somos sempre conclamados e ordenados a
“falar a verdade uns aos outros”.
“Eis as coisas que deveis fazer: falai verdade cada um
com o seu companheiro; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas;”
(Zc 8:16)
Como seguidores d`Aquele que é amor.
“Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é
caridade.” (1 Jo 4: 8)
Assim que somos ordenados a fazê-lo “em amor”.
“Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo
naquele que é a cabeça, Cristo,” (Ef 4:15)
Como seguidores do “Rei dos reis e Senhor dos senhores”.
“E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS
REIS E SENHOR DOS SENHORES.” (Ap 19:16)
Somos ordenados a respeitar os que estão em autoridade,
“Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade
da circuncisão?” (Rm 13: 1)
ao mesmo tempo que servimos a nossa autoridade suprema.
“Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai
vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não
podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” (At 4: 19-20)
Uma carta do segundo século de um autor desconhecido a
uma pessoa chamada Diognetus descreve como os primeiros cristãos distinguiam-se
de sua cultura:
“Os cristãos são indistinguíveis dos outros homens, seja
por nacionalidade, língua ou costumes, não habitam cidades separadas, nem falam
um dialeto estranho, nem seguem um modo de vida estranho … Com relação à roupa,
comida, e modo de vida em geral, seguem os costumes de qualquer cidade em que
vivem, seja ela grega ou estrangeira.”
“Contudo há algo extraordinário em suas vidas, eles vivem
em seus próprios países como se eles estivessem apenas de passagem, eles
desempenham seu papel completo como cidadãos, mas trabalham todas as
deficiências de estrangeiros. Qualquer país pode ser sua pátria mas, para eles,
sua pátria, qualquer que seja, é um país estrangeiro. Como os outros, casam e
têm filhos, mas não os matam. Compartilham as suas refeições, mas não as suas
esposas. Eles não são governados pelos desejos da carne, passam seus dias na
terra, mas são cidadãos do céu. Obedientes à lei, contudo eles vivem em um
nível que transcende a lei.”
“Falando em termos gerais, podemos dizer que o cristão é,
para o mundo, o que a alma é para o corpo. Como a alma está presente em todas
as partes do corpo, permanecendo distinta dela, assim os cristãos são
encontrados em todas os cidades do mundo, mas não podem ser identificados com o
mundo.”
À medida que a turbulência política continua, vamos ser
pessoas cujo discurso racional, sincero e gracioso nos diferencia. O que mais
importa não é o que os outros pensam de nós ou mesmo do presidente. O que mais
importa é o que eles pensam de Jesus.
E o mundo julga Cristo pelos cristãos.
(Como os cristãos devem reagir às turbulências políticas?
– Dr. Jim Denison – 18/05/17)