Radio Evangélica

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Alvo da operação Lava Jato, ministro Vital do Rêgo emite nota onde declara que terá inocência confirmada

Imagem: Reprodução
Na noite desta segunda-feira (05), o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, emitiu nota onde declara que terá sua inocência cofirmada no caso das acusações de uma nova fase da Operação Lava-Jato, deflagrada hoje.

Vital e o deputado federal Marco Maia (PT-RS) são suspeitos de terem negociado propinas com empreiteiros que estavam na mira da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, instalada no Congresso em maio de 2014. Naquela época, Vital era o presidente da CPMI, enquanto Maia era o relator, responsável por elaborar um relatório final sobre os trabalhos dos parlamentares.
De acordo com a nota, o ministro diz que tem respeito e comprensão ao trabalho das autoridades, mas que vai confirmar que jamais teve participação nos fatos que estão sendo apurados.


Confira:


NOTA À IMPRENSA


“Com relação à diligência ocorrida na manhã de hoje, quero manifestar meu respeito e compreensão ao trabalho das autoridades competentes no exercício de suas funções legais.


Tenho certeza que a medida, cumprida com eficiência e urbanidade, vai confirmar que jamais tive qualquer participação nos fatos em apuração.


Quero renovar meu compromisso de irrestrita colaboração com as autoridades, naquilo que for necessário, dentro do que determina o devido processo legal e as regras que regem o Estado Democrático de Direito.”


Ministro Vital do Rêgo


PB Agora

STF: Da frustração à depreciação

Temos um STF que não conheceu formação de quadrilha no mensalão.
Temos um STF onde não há uma única, singular e solitária voz que expresse convicções liberais ou conservadoras.

Imagem: Reprodução
Quando acontece de modo singular, tem-se a frustração. Quando se repete, a irritação. Quando se torna frequente, vem a depreciação. Lembremos. Ao concluir-se a votação do impeachment da presidente Dilma, a senadora Katia Abreu apresentou aquele famoso destaque propondo o fatiamento da pena para que o impeachment não acarretasse perda dos direitos políticos. Tratava-se de um arreglo tramado em sigilo, durante reuniões de elevada hierarquia, que acabou se transformando em decisão política com a qualidade jurídica de caderno de armazém. Quem discursou em favor da medida? Renan Calheiros, que justificou a providência com o consistente argumento segundo o qual aplicar o impeachment e sua consequência natural seria dar um coice depois da queda. E quem proporcionou aval jurídico àquela decisão (dizendo que não estava a fazer isso, como soe acontecer no STF)? O ministro Ricardo Lewandowski, que presidia o Senado transformado em tribunal. Ele argumentou que se aceita a dupla punição, a presidente estaria inabilitada até para ser merendeira de escola. E Dilma, que perdeu o mandato por crime de responsabilidade, para não incidir sobre ela o absurdo impedimento de não poder ser merendeira, ganhou o absurdo direito de, em tese, disputar novamente a presidência em 2018... Frustração!
Passaram-se 90 dias. Ontem pela manhã, no plenário do Senado, ocorreu uma sessão temática sobre o tema Abuso de Autoridade, objeto da controversa emenda ao projeto das medidas contra corrupção. Entre os convidados de Renan Calheiros, para um previsível antagonismo, o ministro Gilmar Mendes e o juiz Sérgio Moro. Ante um magistrado sereno e consistente em sua exposição, o ministro partiu para a arrogância e menosprezou os dois milhões de assinaturas populares às Dez Medidas contra a Corrupção. Disse: "Aprendi em São Paulo que quem contrata o sindicato dos camelôs, em uma semana consegue 300 mil assinaturas". Ficou visível ao lado de quem Gilmar Mendes estava, dois dias após as indecorosas deliberações do dia 30 na Câmara e o empenho de Renan em aprová-las no Senado horas mais tarde. Irritação!
Logo após a sessão temática, o STF se reuniu para deliberar sobre o pedido de abertura de ação penal contra Renan Calheiros. O MPF apontava evidências de cometimento de dois crimes, mas um deles ganhou o almejado prêmio da prescrição por decurso de prazo, tão desejado quanto frequente. Contudo, para desgosto de três ministros, a acusação de peculato prosperou e o seguimento da ação penal foi aprovado por 8 a 3. Quais três? Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Pois é.
Na sequência da mesma sessão, julgava-se, com seis votos favoráveis e nenhum contrário, a ação movida pela Rede sobre o impedimento de que réu em ação penal possa ocupar cargo na linha sucessória da Presidência da República (situação em que ficara Renan Calheiros pela decisão anterior). Com seis votos favoráveis, a questão já estava resolvida e Renan Calheiros podia começar a esvaziar as gavetas. A menos que...? A menos que Toffoli fizesse o que fez tão logo lhe coube falar, ou seja, pedisse vistas e levasse o processo para engavetá-lo sem prazo para devolver a seus pares. Depreciação!
A nação quer ir para um lado e o STF, em total dissintonia, vai para outro. É a isso que nos conduz um quarto de século de indicações autorrotuladas progressistas. Temos um STF que não conheceu formação de quadrilha no mensalão. Temos um STF onde não há uma única, singular e solitária voz que expresse convicções liberais ou conservadoras. Pode parecer amargo este texto, mas quanto mais complexos os sentimentos e mais difícil a tarefa de expressá-los, mais necessário se torna fazê-lo. 


domingo, 4 de dezembro de 2016

Rômulo e Eva buscam parceria para solução para crise hídrica em Campina

Deputado e a secretária aproveitaram para buscar parceria do Governo Federal com a Prefeitura de Campina Grande na implantação do Jardim Botânico na cidade

Imagem: Reprodução
O deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) avaliou, neste domingo (4) como positivo a reunião que teve com o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), na sexta-feira (2), em Brasília. Na pauta, o Jardim Botânico para Campina Grande e a crise hídrica que atinge a cidade. O parlamentar foi acompanhado pela secretária de Ação Social de Campina Grande, Eva Gouveia.
Gouveia compartilhou com o ministro e os técnicos a reunião que teve, em Israel, com Vítor Lewitus, presidente da Ionization, companhia de Israel que desenvolve projetos de captação de água em Israel e na China. O parlamentar se aprofundou na política de abastecimento de Israel durante missão internacional, em novembro, quando representou o Brasil na  4ª Conferência Internacional de Segurança.
Gouveia destacou que, apesar de Israel ter um território em sua maioria desértico, o país utiliza a tecnologia, a educação, o empreendedorismo e a inovação para vencer as adversidades naturais e garantir o abastecimento de água potável à sua população. Ele lembrou que o sul do país é desértico e o norte, a parte mais úmida, é similar ao semiárido brasileiro que enfrenta uma crise hídrica há anos. Porém, os israelenses desenvolvem a agricultura para abastecer o mercado interno e para a exportação graça as ações implantadas no país que é um modelo mundial no combate à seca.

Jardim Botânico -  O deputado e a secretária aproveitaram para buscar parceria do Governo Federal com a Prefeitura de Campina Grande na implantação do Jardim Botânico na cidade, próximo ao complexo habitacional Aluizio Campos, em construção.
A região da Mata do Louzeiro possui grande riqueza ambiental, assegurada pelo artigo 269, III, da Lei Orgânica do Município, que institui a Mata do Louzeiro como Área de Preservação Permanente, bem como o Art. 14, § 1º, da Lei Complementar 042 (Código Municipal de Meio Ambiente), que enquadra a mesma como Zona Especial de Preservação.
Diante disso, a Prefeitura de Campina Grande tem realizado o processo de negociação e desapropriação de algumas áreas da mata do Louzeiro, tendo garantido uma área de aproximadamente 18 hectares. Com a Lei Municipal Nº 6250/2015, a área localizada no Louzeiro foi destinada para a criação do Jardim Botânico de Campina Grande, servindo como sede de todos os estudos.



Extrema direita concede vitória na Áustria, depois de projeções apontarem vitória de independente

VIENA (Reuters) - O partido de extrema direita Liberdade concedeu a vitória nas eleições austríacas deste domingo ao antigo líder do Partido Verde, Alexandre Van der Bellen,que concorreu como independente, pouco depois das projeções apontarem a vitória de Bellen com cerca de 54 por cento dos votos.
A derrota inflinge um golpe considerável nas pretensões de seus rivais do partido Liberdade de se transformar no primeiro grupo de extrema-direita a eleger um chefe de estado em eleições livres desde a segunda guerra.
"Uma vez mais o establishment, que entrou para bloquear, para impedir as mudanças, venceu. Não funcionou como esperávamos", afirmou Herbert Kicki, gerente de campanha de Norbert Hofner, do Liberdade.
Confirmado o resultado da eleição, a segunda em seis meses, será um alívio para o política europeia e uma confirmação para Van der Bellen, que venceu Norbert Hofer, do partido anti-imigração Liberdade, por uma margem mínima no pleito de maio, antes que fosse ordenada uma nova eleição.
Van der Bellen tem uma clara vantagem sobre Hofer, de acordo com as projeções do instituto de pesquisa SORA para a tevê ORF. O candidato independente tem 53,6 por cento dos votos, e Hofer, 46,4 por cento, com uma margem de erro de 1,2 por cento.



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

As mulheres e suas expectativas amorosas

Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. (Friedrich Nietzsche)

Nós mulheres nos expandimos, nos desenvolvemos em praticamente todas as áreas, desbravamos muitos caminhos, abrimos espaço na sociedade, passamos a ocupar novas funções e cargos, fizemos uma grande revolução nas nossas vidas. Porém, apesar destas conquistas o desejo do casamento, dos filhos, da família, não se modificou, ainda sonhamos com o "príncipe" e com a felicidade para sempre. Desde pequena ouvimos através das histórias que um príncipe vai chegar. Vai despertar-nos com um beijo ou vai nos calçar um sapatinho de cristal. E assim viveremos em um castelo e seremos felizes para sempre. E se ele é um príncipe podemos esperar tudo dele. Ele vai atender todas as nossas expectativas e demandas de amor, atenção, cuidados, carinho e afeto. Só que estas necessidades começaram lá trás, mas acreditamos que ele vai dar conta de todas elas, que será capaz de resolver tudo nas nossas vidas.Porém ele não tem todos os recursos disponíveis para atender tantas expectativas, afinal, também tem as dele (é apenas outro ser humano), mas quando o escolhemos não percebemos isto, acreditamos que é muito forte, é quase um super-homem.E porque nos frustramos o transformamos em um sapo, e como tal ele perde as qualidades, se torna safado, insensível, sacana, o que só nos iludiu, nos enganou.Será mesmo? Ou fomos nós que nos iludimos e nos enganamos, projetando nele, como num espelho, tudo o que precisávamos?Vejo este drama diariamente em meu consultório, tantas mulheres bonitas, bem sucedidas e infelizes porque só se sentem inteiras com o olhar e o amor do outro. Tanto sofrimento por causa desta velha crença de que eles podem tudo, não sofrem por nada e que têm tudo à sua disposição. Quanto engano!Como eles sofrem, choram, se fragilizam e se deprimem diante das perdas, das separações e diante de tantos outros motivos.Aqui cabe um alerta: é preciso estar mais consciente de como você se lança nas águas do amor. Para usufruir ou para se afogar? Como seduz os homens? Você sabe? Já se apropriou de seus recursos? Os conhece bem? Sabe manejá-los? É imprescindível que você se conheça para que possa encontrar um ponto de satisfação nas relações, não mais como a princesa, mas como a mulher que tem competência para cuidar de si, de seu trabalho, de seu prazer, compartilhando, interagindo, trocando, não mais como um ser deficiente, sem um ponto de apoio próprio. Encontrar um bom parceiro e companheiro de percurso é completamente possível desde que possamos olhar e aceitar a limitação do outro. - (Marcia Modesto - Psicologa, Psicanalista, Terapeuta de Casal e Familia)

domingo, 27 de novembro de 2016

A esquerda sempre se coloca em posição de “vítima” da “Ditadura”, mas nunca falam quem realmente eram seus “heróis”.

Atualmente quando se vê um grupo pedindo Intervenção Militar surgem alguns “intelectuais” afirmando que o grupo está pedindo a volta da “Ditadura” Militar, sugiro aos tais que pesquisem um pouco sobre o tema. 
E sempre vem o velho discurso falando que durante a “Ditadura” não se tinha liberdade, teve muita gente torturada (muitos desses “torturados” eram guerrilheiros/ terroristas), um discurso que não passa de um control C, control V.
Quero dar uma sugestão aos que seguem essa linha de pensamento: pesquisem sobre os tribunais de”  justiçamento” da esquerda. 


Joabson João

Incoerência de esquerdista

Não consigo entender esse povo que critica o “pobre de direita”. Quer dizer que pobre tem que ser ter pensamento de esquerda? O pobre tem que passar a vida inteira vivendo da política do coitadismo e do vitismo?
Já vi várias postagens com piadas nas redes sociais criticando o “pobre de direita”. Mas os mesmos que fazem a crítica são os mesmos que elogiam os “ricos de esquerda”. Por que será que eles não criticam os “ricos de esquerda” por não socializarem seus bens com os pobres? Simplesmente aceitam o discurso o “rico de esquerda”, um discurso onde fala que defende o pobre, mas só na teoria, pois na prática a conversa é outra. Pois os “ricos de esquerda” continuam ricos.
Já que criticam tanto o “pobre de direita”, para ser coerente deveriam criticar as páginas de esquerda que os mesmos compartilham as postagens. Pois muitas delas são financiadas por um bilionário.


Joabson João

sábado, 26 de novembro de 2016

Pensar no próximo como pensamos em nós mesmos

"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança.
O SENHOR olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens;
da sua morada contempla todos os moradores da terra." (Sl 33:12-14)

Faz parte de saber amar, também saber educar, corrigir, encaminhar.
Enfim, proceder para que nossos irmãos não encontrem um bueiro destapado, porque relaxadamente o deixamos destapado, apenas, porque assim o encontramos.
Ora, se passamos por um caminho e vemos um buraco, façamos uma sinalização em volta, para que alguém, ao passar por ali, desavisadamente não venha a cair nesse buraco.
Assim também, devemos proceder nos demais atos, que possam contribuir para uma melhora no ambiente social.
Vamos divulgar uma promoção que possa ajudar aos outros, ou algum projeto que seja benéfico a outros.
Vamos divulgar quando vemos que algo bom está sendo executado, ainda que ninguém nos peça que o façamos, e vamos buscar esquecer, o que nossos vizinhos, amigos, parentes e conhecidos, praticam contra nós.
No entanto, é claro, que esse proceder não se refere a tudo.
Devemos sim divulgar os atos desconexos de nossos políticos, e não esquecê-los, porque esses atos trazem junto, consequências que serão desastrosas, por muito anos.
Por isso, vamos lutar contra o que esses governantes querem fazer, que é anistiar os crimes políticos.
Lembremos que, os que querem anistiar crimes políticos, são os que estão:
enriquecendo às custas da merenda das crianças;
à custa da saúde da classe menos favorecida da população;
e à custa da segurança da sociedade como um todo.
Vamos lutar e apoiar cada vez mais a Força Tarefa da Lava Jato, ao Dr Sergio Moro e os demais procuradores que estão tentando fazer uma faxina neste País.
Lembre-se, de como é, limpar uma casa sozinho, casa essa, que foi suja por dez pessoas.
Agora imagine o que é limpar um país inteiro que foi sujo por muito mais gente e com a conivência de quase 100 milhões de brasileiros.
Então, não façamos parte desse contingente, que opta por ser conivente, até por incompetência e por falta de coragem. Não sejamos nós os covardes, mas, vamos nós, fazer a nossa parte.

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco." (Fp 4:8-9)

Então, vamos à luta, para que nosso país venha a ter a Ordem e Progresso, e não apenas como lema de nossa bandeira, mas como, norte ético em nossas vidas.
E assim, que Deus abençoe a ti, tua casa, bem como à obra de tuas mãos, hoje e sempre, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal - skype: siscompar - fones: 041-41-99820-9599 (TIM) - 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) - 015-41-99109-8374 (VIVO) - 014-41-98514-8333 (OI) - mensagem 231116 - Pensar no próximo como pensamos em nós mesmos - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos:

(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

leia este texto completo e outros em:

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Timochenko defende candidato único à Presidência de defensores da paz na Colômbia

Imagem: AFP/Juan Jose Horta
O líder máximo das Farc, Rodrigo Londoño, "Timochenko", pediu nesta sexta-feira um candidato único para as presidenciais de 2018 dos defensores da paz na Colômbia, após o acordo assinado na véspera, o qual, afirmou, tem "um gosto de vitória" para a guerrilha.
"Iniciamos um chamado a construirmos uma candidatura que colete todas as aspirações dos que querem a paz e que garanta a continuidade destes acordos", disse o líder rebelde em coletiva de imprensa em Bogotá com correspondentes estrangeiros, entre eles a AFP.
O líder rebelde afirmou que "um dos requisitos" da pessoa que eventualmente se candidate é que "não ofereça resistência nem em uma parte, nem na outra", em alusão ao governo e aos simpatizantes e militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, marxistas).
"Timochenko" se absteve de dar nomes, ao ser perguntado se um eventual candidato poderia ser o chefe das negociações do governo com a guerrilha, Humberto de la Calle, que não descartou, nem confirmou suas pretensões presidenciais.
O governo de Juan Manuel Santos e as Farc assinaram na quinta-feira, em Bogotá, um novo acordo de paz que inclui propostas da oposição, depois que o original foi rechaçado em um referendo realizado em outubro.
Durante a cerimônia, o líder rebelde ressaltou a importância que teria para o país a formação de um governo de transição que defenda o cumprimento do que foi pactuado, depois de quase quatro anos de negociações em Cuba.
"É começar a procurar (...) para garantir que a paz saia adiante", informou o comandante guerrilheiro.
O máximo líder das Farc, que se levantou em armas contra o Estado após um levante camponês em 1964, considerou que o novo pacto tem "um gosto de vitória" para a guerrilha porque se antepôs ao revés eleitoral de outubro.
"Flexibilizamos posições, mas não de princípios. O grosso, a estrutura fundamental do acordo foi mantido", assegurou.
A Colômbia vive um conflito armado de mais de meio século que confrontou guerrilhas de esquerda, paramilitares de direita e agentes do Estado, que deixou um balanço de 260.000 assassinatos, mais de 60.000 desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Conselho amplia limite de financiamento de imóveis com recursos do FGTS

Imagem: Antônio Cruz / Agência Brasil
Os mutuários que comprarem imóveis novos e usados financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ganharam um incentivo. O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou hoje (24) o valor máximo dos empreendimentos que podem ser financiadas pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores que os demais financiamentos de mercado.
Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país. No Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. A última vez em que esses limites tinham sido alterados foi em setembro de 2013.
Os novos limites valem a partir de amanhã (25). Concedidos com recursos do FGTS, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Amortização
Além de ampliar os limites de financiamento, o Conselho Monetário determinou que todos os novos contratos do SFH tenham algum grau de amortização em todas as parcelas. A mudança assegura que o saldo devedor caia o tempo todo e proíbe financiamentos com amortizações negativas, quando, no início dos financiamentos, o mutuário vê o saldo devedor subir e só começa a amortizar a dívida mais tarde.
“A medida vinha sendo estudada há algum tempo pelo Banco Central e tem um caráter de prudência para os dois lados, porque diminui o risco dos financiamentos para os bancos e para o cliente”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Sílvia Marques.
A regra para a amortização valerá a partir de 2017. As operações aprovadas até 31 de janeiro do próximo ano poderão ser finalizadas até 31 de março do ano que vem ainda sem a obrigatoriedade de amortização nas parcelas.
A mudança não afeta o sistema de amortização constante, em que o mutuário abate parte do saldo devedor todos os meses, começando a pagar prestações mais caras, que diminuem de valor ao longo dos meses. No sistema price, com prestações constantes, as modalidades com amortização negativa serão proibidas. “Todas as parcelas, desde a primeira, deverão ter alguma amortização que permita reduzir o saldo devedor desde o início do financiamento”, explicou Sílvia.