Radio Evangélica

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

As mulheres e suas expectativas amorosas

Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. (Friedrich Nietzsche)

Nós mulheres nos expandimos, nos desenvolvemos em praticamente todas as áreas, desbravamos muitos caminhos, abrimos espaço na sociedade, passamos a ocupar novas funções e cargos, fizemos uma grande revolução nas nossas vidas. Porém, apesar destas conquistas o desejo do casamento, dos filhos, da família, não se modificou, ainda sonhamos com o "príncipe" e com a felicidade para sempre. Desde pequena ouvimos através das histórias que um príncipe vai chegar. Vai despertar-nos com um beijo ou vai nos calçar um sapatinho de cristal. E assim viveremos em um castelo e seremos felizes para sempre. E se ele é um príncipe podemos esperar tudo dele. Ele vai atender todas as nossas expectativas e demandas de amor, atenção, cuidados, carinho e afeto. Só que estas necessidades começaram lá trás, mas acreditamos que ele vai dar conta de todas elas, que será capaz de resolver tudo nas nossas vidas.Porém ele não tem todos os recursos disponíveis para atender tantas expectativas, afinal, também tem as dele (é apenas outro ser humano), mas quando o escolhemos não percebemos isto, acreditamos que é muito forte, é quase um super-homem.E porque nos frustramos o transformamos em um sapo, e como tal ele perde as qualidades, se torna safado, insensível, sacana, o que só nos iludiu, nos enganou.Será mesmo? Ou fomos nós que nos iludimos e nos enganamos, projetando nele, como num espelho, tudo o que precisávamos?Vejo este drama diariamente em meu consultório, tantas mulheres bonitas, bem sucedidas e infelizes porque só se sentem inteiras com o olhar e o amor do outro. Tanto sofrimento por causa desta velha crença de que eles podem tudo, não sofrem por nada e que têm tudo à sua disposição. Quanto engano!Como eles sofrem, choram, se fragilizam e se deprimem diante das perdas, das separações e diante de tantos outros motivos.Aqui cabe um alerta: é preciso estar mais consciente de como você se lança nas águas do amor. Para usufruir ou para se afogar? Como seduz os homens? Você sabe? Já se apropriou de seus recursos? Os conhece bem? Sabe manejá-los? É imprescindível que você se conheça para que possa encontrar um ponto de satisfação nas relações, não mais como a princesa, mas como a mulher que tem competência para cuidar de si, de seu trabalho, de seu prazer, compartilhando, interagindo, trocando, não mais como um ser deficiente, sem um ponto de apoio próprio. Encontrar um bom parceiro e companheiro de percurso é completamente possível desde que possamos olhar e aceitar a limitação do outro. - (Marcia Modesto - Psicologa, Psicanalista, Terapeuta de Casal e Familia)

domingo, 27 de novembro de 2016

A esquerda sempre se coloca em posição de “vítima” da “Ditadura”, mas nunca falam quem realmente eram seus “heróis”.

Atualmente quando se vê um grupo pedindo Intervenção Militar surgem alguns “intelectuais” afirmando que o grupo está pedindo a volta da “Ditadura” Militar, sugiro aos tais que pesquisem um pouco sobre o tema. 
E sempre vem o velho discurso falando que durante a “Ditadura” não se tinha liberdade, teve muita gente torturada (muitos desses “torturados” eram guerrilheiros/ terroristas), um discurso que não passa de um control C, control V.
Quero dar uma sugestão aos que seguem essa linha de pensamento: pesquisem sobre os tribunais de”  justiçamento” da esquerda. 


Joabson João

Incoerência de esquerdista

Não consigo entender esse povo que critica o “pobre de direita”. Quer dizer que pobre tem que ser ter pensamento de esquerda? O pobre tem que passar a vida inteira vivendo da política do coitadismo e do vitismo?
Já vi várias postagens com piadas nas redes sociais criticando o “pobre de direita”. Mas os mesmos que fazem a crítica são os mesmos que elogiam os “ricos de esquerda”. Por que será que eles não criticam os “ricos de esquerda” por não socializarem seus bens com os pobres? Simplesmente aceitam o discurso o “rico de esquerda”, um discurso onde fala que defende o pobre, mas só na teoria, pois na prática a conversa é outra. Pois os “ricos de esquerda” continuam ricos.
Já que criticam tanto o “pobre de direita”, para ser coerente deveriam criticar as páginas de esquerda que os mesmos compartilham as postagens. Pois muitas delas são financiadas por um bilionário.


Joabson João

sábado, 26 de novembro de 2016

Pensar no próximo como pensamos em nós mesmos

"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança.
O SENHOR olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens;
da sua morada contempla todos os moradores da terra." (Sl 33:12-14)

Faz parte de saber amar, também saber educar, corrigir, encaminhar.
Enfim, proceder para que nossos irmãos não encontrem um bueiro destapado, porque relaxadamente o deixamos destapado, apenas, porque assim o encontramos.
Ora, se passamos por um caminho e vemos um buraco, façamos uma sinalização em volta, para que alguém, ao passar por ali, desavisadamente não venha a cair nesse buraco.
Assim também, devemos proceder nos demais atos, que possam contribuir para uma melhora no ambiente social.
Vamos divulgar uma promoção que possa ajudar aos outros, ou algum projeto que seja benéfico a outros.
Vamos divulgar quando vemos que algo bom está sendo executado, ainda que ninguém nos peça que o façamos, e vamos buscar esquecer, o que nossos vizinhos, amigos, parentes e conhecidos, praticam contra nós.
No entanto, é claro, que esse proceder não se refere a tudo.
Devemos sim divulgar os atos desconexos de nossos políticos, e não esquecê-los, porque esses atos trazem junto, consequências que serão desastrosas, por muito anos.
Por isso, vamos lutar contra o que esses governantes querem fazer, que é anistiar os crimes políticos.
Lembremos que, os que querem anistiar crimes políticos, são os que estão:
enriquecendo às custas da merenda das crianças;
à custa da saúde da classe menos favorecida da população;
e à custa da segurança da sociedade como um todo.
Vamos lutar e apoiar cada vez mais a Força Tarefa da Lava Jato, ao Dr Sergio Moro e os demais procuradores que estão tentando fazer uma faxina neste País.
Lembre-se, de como é, limpar uma casa sozinho, casa essa, que foi suja por dez pessoas.
Agora imagine o que é limpar um país inteiro que foi sujo por muito mais gente e com a conivência de quase 100 milhões de brasileiros.
Então, não façamos parte desse contingente, que opta por ser conivente, até por incompetência e por falta de coragem. Não sejamos nós os covardes, mas, vamos nós, fazer a nossa parte.

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco." (Fp 4:8-9)

Então, vamos à luta, para que nosso país venha a ter a Ordem e Progresso, e não apenas como lema de nossa bandeira, mas como, norte ético em nossas vidas.
E assim, que Deus abençoe a ti, tua casa, bem como à obra de tuas mãos, hoje e sempre, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal - skype: siscompar - fones: 041-41-99820-9599 (TIM) - 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) - 015-41-99109-8374 (VIVO) - 014-41-98514-8333 (OI) - mensagem 231116 - Pensar no próximo como pensamos em nós mesmos - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Timochenko defende candidato único à Presidência de defensores da paz na Colômbia

Imagem: AFP/Juan Jose Horta
O líder máximo das Farc, Rodrigo Londoño, "Timochenko", pediu nesta sexta-feira um candidato único para as presidenciais de 2018 dos defensores da paz na Colômbia, após o acordo assinado na véspera, o qual, afirmou, tem "um gosto de vitória" para a guerrilha.
"Iniciamos um chamado a construirmos uma candidatura que colete todas as aspirações dos que querem a paz e que garanta a continuidade destes acordos", disse o líder rebelde em coletiva de imprensa em Bogotá com correspondentes estrangeiros, entre eles a AFP.
O líder rebelde afirmou que "um dos requisitos" da pessoa que eventualmente se candidate é que "não ofereça resistência nem em uma parte, nem na outra", em alusão ao governo e aos simpatizantes e militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, marxistas).
"Timochenko" se absteve de dar nomes, ao ser perguntado se um eventual candidato poderia ser o chefe das negociações do governo com a guerrilha, Humberto de la Calle, que não descartou, nem confirmou suas pretensões presidenciais.
O governo de Juan Manuel Santos e as Farc assinaram na quinta-feira, em Bogotá, um novo acordo de paz que inclui propostas da oposição, depois que o original foi rechaçado em um referendo realizado em outubro.
Durante a cerimônia, o líder rebelde ressaltou a importância que teria para o país a formação de um governo de transição que defenda o cumprimento do que foi pactuado, depois de quase quatro anos de negociações em Cuba.
"É começar a procurar (...) para garantir que a paz saia adiante", informou o comandante guerrilheiro.
O máximo líder das Farc, que se levantou em armas contra o Estado após um levante camponês em 1964, considerou que o novo pacto tem "um gosto de vitória" para a guerrilha porque se antepôs ao revés eleitoral de outubro.
"Flexibilizamos posições, mas não de princípios. O grosso, a estrutura fundamental do acordo foi mantido", assegurou.
A Colômbia vive um conflito armado de mais de meio século que confrontou guerrilhas de esquerda, paramilitares de direita e agentes do Estado, que deixou um balanço de 260.000 assassinatos, mais de 60.000 desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Conselho amplia limite de financiamento de imóveis com recursos do FGTS

Imagem: Antônio Cruz / Agência Brasil
Os mutuários que comprarem imóveis novos e usados financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ganharam um incentivo. O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou hoje (24) o valor máximo dos empreendimentos que podem ser financiadas pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores que os demais financiamentos de mercado.
Com a mudança, o teto de financiamento subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país. No Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o limite passou de R$ 750 mil para R$ 950 mil. A última vez em que esses limites tinham sido alterados foi em setembro de 2013.
Os novos limites valem a partir de amanhã (25). Concedidos com recursos do FGTS, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

Amortização
Além de ampliar os limites de financiamento, o Conselho Monetário determinou que todos os novos contratos do SFH tenham algum grau de amortização em todas as parcelas. A mudança assegura que o saldo devedor caia o tempo todo e proíbe financiamentos com amortizações negativas, quando, no início dos financiamentos, o mutuário vê o saldo devedor subir e só começa a amortizar a dívida mais tarde.
“A medida vinha sendo estudada há algum tempo pelo Banco Central e tem um caráter de prudência para os dois lados, porque diminui o risco dos financiamentos para os bancos e para o cliente”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, Sílvia Marques.
A regra para a amortização valerá a partir de 2017. As operações aprovadas até 31 de janeiro do próximo ano poderão ser finalizadas até 31 de março do ano que vem ainda sem a obrigatoriedade de amortização nas parcelas.
A mudança não afeta o sistema de amortização constante, em que o mutuário abate parte do saldo devedor todos os meses, começando a pagar prestações mais caras, que diminuem de valor ao longo dos meses. No sistema price, com prestações constantes, as modalidades com amortização negativa serão proibidas. “Todas as parcelas, desde a primeira, deverão ter alguma amortização que permita reduzir o saldo devedor desde o início do financiamento”, explicou Sílvia.


Como a extrema-esquerda usou a PEC 241 e a reforma do Ensino Médio para desviar sua atenção do que realmente importa

Imagem: Reprodução
As alterações contidas na Medida Provisória que pretende fazer a reforma no Ensino Médio são mínimas, e a maioria delas é até benéfica. A PEC 241 – que agora é PEC 55 no Senado – também traz muitos benefícios, nem chega perto de ser o demônio que a extrema-esquerda pintou com toda essa conversa de “congelamento de 20 anos”. No entanto, uma coisa até então não tinha ficado suficientemente clara: Toda essa movimentação contra estas duas mudanças era motivada apenas pelo desejo de queimar Michel Temer?
A princípio, parecia que sim! Hoje, entretanto, é possível notar que há pelo menos um componente a mais nessa história toda: desvio de foco. O que deixou tudo isso mais claro foi justamente a discussão e as votações de hoje (que acabaram sendo adiadas) acerca da anistia ao caixa dois, a tentativa dos parlamentares de barrar a possibilidade de serem punidos retroativamente pelo dinheiro ilegal recebido em campanhas passadas. Isso tudo aconteceu especialmente porque vários executivos da Odebrecht assinaram, nos últimos dias, um mega acordo de delação premiada. Com certeza muita sujeira será desenterrada.
O risco de serem punidos por caixa dois retroativo colocou boa parte dos deputados em estado de alerta, e isso fez com que muitos deles se unissem em prol de uma manobra para tentar evitar este tremendo problema. E quem são, afinal, os principais envolvidos em toda a armação? Deputados petistas, do PCdoB, aquela ala do PMDB e do PP que sempre esteve de conluio com o PT e uma parte do PSDB. No caso do PT, especialmente, a anistia ao caixa dois já é até unânime, afinal eles foram os principais beneficiados pelos acordos com a empreiteira Odebrecht.
Com tudo isso acontecendo, perceba que boa parte dos portais de extrema-esquerda tem ficado em silêncio. Falaram muito pouco, quase nada ou simplesmente nem tocaram no assunto. Enquanto isso, gritam contra a PEC 55, gritam contra a reforma do Ensino Médio, fazem todo um escândalo para chamar a sua atenção para questões que são, a curto ou longo prazo, praticamente irrelevantes. A PEC 55, se aprovada, irá apenas estabilizar a economia, o que na prática é bom, mas não é mais do que obrigação. A reforma do Ensino Médio irá resultar em maior liberdade de escolha para os alunos e pais de alunos, e obviamente se fala em liberdade a esquerda já não gosta muito. Ainda assim, com o sistema público que temos isso dificilmente irá impactar positiva ou negativamente no resultado final.
A anistia ao caixa dois, por outro lado, resultará na absolvição de todos aqueles que até hoje trapacearam durante suas campanhas eleitorais, todos aqueles que se elegeram por meio da mentira e do jogo sujo, e isso inclui praticamente todos os políticos petistas do país – e seus principais aliados, como PMDB, PP, etc. Tudo isso só está acontecendo porque as mídias alternativas de esquerda bombardearam a pauta da PEC 241 e a da reforma do Ensino Médio, e por conta das diversas manifestações e escolas invadidas, isso acabou se tornando o foco do debate político nas últimas semanas, quiçá nos últimos dois meses. Se pensarmos bem, quase não se falou de outra coisa.
Toda essa algazarra feita até então foi, muito claramente, uma tentativa de distrair a população, enquanto isso petistas e seus aliados que enriqueceram suas campanhas com a Odebrecht seriam anistiados de tudo o que fizeram.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Trump e a canalhice midiática

A calhordice da mídia amestrada pelo ativismo esquerdista não se mede aos palmos: incomensurável, ela não pode ser medida por número inteiro ou fracionário. Para se ter uma idéia do abismo, nos Estados Unidos jornais como o New York Times e o Washington Post, manipulados por profissionais da empulhação engajada, há décadas distorcem os fatos mais evidentes ao sabor de suas taras ideológicas, na pretensão mórbida de transformar a verdade na deslavada mentira, e a mentira deslavada, na paralaxe dos homens.
O ativismo roxo que se aboletou nas redações é formado por exércitos de fanáticos que operam noite e dia na distorção criminosa dos fatos, fazendo do ato de informar um instrumento da desinformação (ou contra-informação, conforme o caso) em escala estratosférica. Na prática, para subverter a realidade e construir um “novo senso comum”, a corja ativista batalha na tarefa doidivanas de pensar, sentir e falar pelo leitor, tratando-o como simples cobaia ou manuseável massa de manobra. Um horror.
(Se quer saber, essa canalha não faz jornalismo, faz militância rasteira e, como tal, deveria ser execrada em praça pública ou multada e presa por fraude, sonegação da verdade e propaganda enganosa).
Em âmbito interno, Folha de São Paulo e O Globo, notadamente, lideram o rol de jornalões e jornalecos que procuram embotar a cabeça do leitor, na corrida frenética pela distorção preconcebida dos fatos.  
Neste ano de 2016, entretanto, eles estão se ferrando de verde-amarelo, a começar pela cobertura do referendo que tratava da permanência - ou não - do Reino Unido na União Européia, entidade parasitária da burocracia socialista que levou o “velho mundo” ao atual quadro de insolvência. Suas redações torceram adoidadas pelo “sim” – e deu, como previsível, um rotundo “não”, o voto pelo Brexit.
Outra derrota contundente da mídia militante se deu com o famigerado “acordo de paz” tramado em Havana pelos irmãos Castro para livrar a cara das Farc, braço armado do Partido Comunista que há mais de cinco décadas explora o narcotráfico, sequestra, mata, rouba, ocupa terras, cobra pedágio e aterroriza o povo colombiano. Que, naturalmente, em resposta, votou pelo “não” no plebiscito arranjado, pois ele, como sabem todos, guarda fundo horror aos comunistas e seus asseclas narcotraficantes.
Fato também vergonhoso se deu na cobertura tendenciosa dos veículos da Globo durante as eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro. Nela, a militância global resolveu demonizar o candidato Crivella e promover o psolista Freixo, profissional da parolagem revolucionária, referência número um entre integrantes dos black blocs, bando encapuzado que leva o terror às ruas do Rio, responsável, entre inúmeros delitos, pela morte do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes. Para influenciar o eleitor, O Globo, no dia da votação, tascou em manchete: “Crivella cai e Freixo sobe nas intenções de voto”.
Resultado: o pastor desmoralizou o ativismo global e ganhou as eleições por mais de meio milhão de votos.
O ativismo da mídia esquerdista atingiu o paroxismo, aqui e lá fora, no embate eleitoral dos Estados Unidos. Numa campanha sórdida, em favor da pusilânime Hillary Clinton (uma Dilma Rousseff de 5ª categoria), a “cumpanheirada de viagem” vendeu ao leitor indefeso a imagem de Trump como um racista xenófobo, populista misógino e isolacionista que poria em risco a estabilidade do mundo (imaginado por ela, claro).
Resultado: deu Trump na cabeça, conforme esperado por qualquer mente livre que se preze. A grande imprensa – televisões, jornais e seus institutos de pesquisas fajutos - foi fragorosamente derrotados pelo misógino que recebeu 66% dos votos femininos e o xenófobo maçiçamente votado por mexicanos, mulçumanos e minorias raciais.
Agora, após a derrota, temerosa de que Trump esvazie o corrupto welfare state dos obamacares eleitoreiros (fonte do pior populismo) e isole os EUA da praga social-democrata representada por tipos funestos como François Hollande ou confronte o terceiromundismo da falida ONU e detone, entre outras mazelas, o terrorismo islâmico financiado pelo petróleo asiático, a camarilha midiática pretende acuar o novo presidente. Histérica, quer que Trump traia o seu vitorioso eleitorado e adote a agenda “politicamente correta” da derrotada Hillary – vale dizer, a liberação da droga, a descriminalização do aborto, a permissividade gay e a avalanche do multiculturalismo para triturar os princípios da civilização ocidental e cristã inspirados nos conceitos de Deus, pátria e família.
Só no inferno!


domingo, 20 de novembro de 2016

Os “representantes” dos trabalhadores só defendem seus próprios interesses e usam os verdadeiros trabalhadores como escudo

Analisando a maneira que se comportam os grupos que afirmam “defender os trabalhadores”, chamando os patrões de opressores, exploradores entre outros adjetivos para levar o empregado não gostar do patrão. Mas na verdade quem explora os trabalhadores são esses tais “defensores” que na pratica não trabalham e usurpam dinheiro do trabalhador todo ano. Praticamente tirando dinheiro com uma tal de contribuição que muitos trabalhadores não concordam. E a única coisa que esses tais “defensores” sabem fazer com perfeição, é baderna e arruaça usando o titulo de manifestação. O que mais chama atenção é que essas “manifestações” sempre são em dias uteis, justamente no horário comercial, em um horário em que todo trabalhador de verdade está trabalhando, sem falar que suas “manifestações” só fazem atrapalhar a vida alheia, impedindo o direito de ir vir dos cidadãos de bem. O pior é que toda baderna promovida por esses indivíduos é com o dinheiro do verdadeiro trabalhador. E o cômico é que se intitulam trabalhadores e falam que estão representando e defendendo a classe trabalhadora. Eu, particularmente, não me sinto representado por essa turma.
Esses indivíduos na verdade só defendem seus próprios interesses. Só acredito que eles defendem os trabalhadores quando a contribuição que nós somos obrigados a pagar todo ano passar a ser facultativa.
Tem categorias que só sabem que essa turma existe porque tem a contribuição descontada em seu salário anualmente.
E se tem algo que tenho certeza é que esses indivíduos que afirmam defender os trabalhadores são verdadeiros militantes de partidos políticos, em especial partidos de esquerda.

Joabson João



Uma Reflexão acerca da Depressão


Através de uma abordagem, bastante sensata, a psicanalista e teóloga Carmen Viana (*), nos aponta alguns sinais, que ao serem observados em uma pessoa, podem nos indicar se a mesma está ou não entrando em estado depressivo.
Ao notar esses sintomas, podemos tentar colaborar para que a pessoa liberte-se dos mesmos e assim, possa bloquear o avanço dos mesmos para estágios que poderão ser bastante desagradáveis.
Se nós, que estamos à volta, não conseguirmos detectar e auxiliar o indivíduo, pelos mecanismos que estão à nossa disposição, inclusive direcionando-a a um terapeuta, que lhe possa prestar atendimento profissional, essa pessoa, poderá vir a sofrer ou fazer sofrer, em
função do problema no qual se interna. (ap. Ely Silmar Vidal - presidente do CONIPSI)

(*) - (teóloga, jornalista, professora e psicanalista, Carmen Viana - filiada ao CONIPSI sob nº 0181-15-PF-ES - fone: (27) 99812-0689 – VIVO