Radio Evangélica

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Impunidade em crimes contra jornalistas preocupa a ONU

Durante a última década, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 800 jornalistas foram assassinados por cumprir a sua tarefa de informar ao público. É preocupante que apenas 10% destes crimes tenham levado a condenações. A impunidade encoraja os criminosos e ameaça toda a sociedade e, principalmente, os jornalistas. Hoje (2), é o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas.
O relator especial da ONU para a liberdade de expressão, David Kaye, emitiu ontem (1º) um comunicado aos países para que tomem medidas de proteção que garantam a segurança dos profissionais da comunicação.
“Os ataques a jornalistas e as ameaças a sua segurança têm várias formas: atentados a sua integridade física, interferência na confidencialidade de suas fontes e acosso mediante vigilância, para citar apenas algumas”, disse.
Kaye ressaltou que a proteção contra estas ameaças é fundamental para que os jornalistas possam fazer seu trabalho, mas também para que a sociedade tenha acesso à informação e para que os governos prestem contas de suas ações.
O relator considerou particularmente preocupantes as crescentes ameaças à segurança digital dos jornalistas, posta à prova com bloqueios de páginas da internet e leis que proíbem ou limitem a codificação de mensagens.
De acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas, 52 profissionais dos meios de comunicação foram assassinados este ano e, na maioria dos casos, os governos não tomaram as medidas para responsabilizar os criminosos.

Brasil em nono lugar na lista de impunidade
O Brasil figura em 9º lugar na lista de impunidade do comitê, com 15 jornalistas assassinados com absoluta impunidade na última década. Entre os avanços atribuídos ao Brasil está a condenação de suspeitos em seis casos de assassinatos nos últimos 3 anos, mais do que qualquer outro país em que houve registro de mortes de jornalistas. No entanto, o Brasil perdeu duas posições no ranking da impunidade devido a novos casos de assassinatos.
De acordo com a organização Repórteres Sem Fronteiras (Reporters Sans Frontieres – RSF), com quatro jornalistas mortos este ano, o Brasil é o quarto país do mundo com mais mortes desses profissionais em 2016, ficando atrás do México, que contabiliza 12 mortes, da Síria (7 mortes), do Iêmen (5 mortes) e empatado com o Iraque (4 mortes).
Segundo dados da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), entre maio de 2013 e setembro de 2016, foram contabilizados 300 casos de agressões a jornalistas durante a cobertura de manifestações. Policiais, guardas municipais, guardas legislativos e seguranças privados foram responsáveis por 224 violações.
Em 18 de dezembro de 2013, a Assembleia Geral da ONU aprovou a primeira resolução relativa à segurança dos jornalistas e à impunidade, condenando todo tipo de ataques contra os trabalhadores dos meios de comunicação e proclamando o dia 2 de novembro como o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas.



terça-feira, 1 de novembro de 2016

Diálogo provoca suspensão de julgamento de Maduro no Parlamento

Imagem: AFP / Ronaldo SCHEMIDT
O Parlamento da Venezuela, de maioria opositora, suspendeu nesta terça-feira (1º) o julgamento sobre a responsabilidade política do presidente Nicolás Maduro na crise do país, assim como uma marcha em direção ao Palácio Presidencial, diante do início de um diálogo com o governo.
"Aprovado, concorda-se com adiar" os pontos da agenda desta terça, anunciou o chefe da Assembleia Nacional, Henry Ramos Allup, ao explicar que não se trata de uma "capitulação" da oposição, mas da busca por uma solução para a crise.
Após a sessão legislativa, Ramos Allup também anunciou a suspensão de uma passeata convocada pela oposição para esta quinta-feira (3), a qual teria sua concentração final no Palácio Presidencial de Miraflores. Esse recuo foi decidido a pedido do Vaticano, que promove o início de um diálogo entre oposição e governo.
"Nos pediram que os eventos de marcha para quinta-feira sejam adiados. É sensato acatar", afirmou o parlamentar.
O líder da bancada opositora, Julio Borges, que apresentou a proposta de adiamento da Mesa de la Unidade Democrática (MUD), afirmou que eles esperam que o diálogo resulte no adiantamento das eleições presidenciais.
Segundo Borges, na instalação da mesa de diálogo, no domingo passado, a oposição apresentou também a proposta de que se liberte de opositores presos, que o Parlamento recupere "na plenitude" o seu poder e de nomeação de novas autoridades eleitorais, acusadas de servir ao governo e que suspenderam um referendo revogatório contra Maduro.
Acrescentou que a MUD propôs também ao Vaticano que "sejam estabelecidas urgentemente as medidas" para solucionar o desabastecimento de alimentos e remédios.
"Estamos dando ao Vaticano um voto de confiança, nós não acreditamos no governo. Todo o nosso esforço é feito em função de que nosso povo possa votar", manifestou Borges.
A MUD, que se dividiu ante o diálogo, visto que 16 dos seus partidos consideraram que não havia as condições para que este acontecesse, tomou a decisão unânime de adiar o julgamento.
"Fazemos votos de que este adiamento não seja eterno. Respeitamos e aceitamos a opinião da maioria dos nossos companheiros", afirmou no hemiciclo o deputado Freddy Guevara, do partido Voluntad Popular - fundado pelo encarcerado Leopoldo López -, que escolheu ficar à margem do diálogo.
Embora os deputados opositores o tenham qualificado como "julgamento político", essa figura não existe na Constituição, de modo que não se pode fazer um impeachment de Maduro, como ocorreu em agosto contra a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
"Não é suficiente adiar este ponto, que reconhecemos como uma decisão corajosa. Devem renunciar a qualquer via inconstitucional para resolver a crise", manifestou ao tomar a palavra o chefe da bancada do governo, Héctor Rodríguez.
A Justiça, acusada pela oposição de estar à mercê do governo, declarou o Parlamento em "desacato" e que suas decisões serão consideradas nulas.
'Aqui não é Brasil'
Enquanto a MUD revisa sua agenda de pressão sobre o governo, os chavistas mantém seus atos de contramanifestação e partidários de Maduro caminharam nesta terça-feira até a sede do Poder Legislativo.
Imagem: AFP / Ronaldo SCHEMIDT
"Não vamos permitir que a direita venezuelana, com o apoio do império norte-americano, faça um julgamento do nosso presidente como fizeram com Dilma. Isso não é Brasil", declarou Marco Tulio Díaz, um dirigente operário, do lado de fora da Assembleia.
Maduro havia ameaçado prender quem abrisse um julgamento inexistente na lei, enquanto deputados chavistas solicitaram à Justiça que declare inconstitucional essa iniciativa parlamentar.
A MUD vincula a continuidade do diálogo a "gestos" do governo. Na segunda-feira (31), cinco opositores foram soltos, mas alguns dos principais líderes da MUD continuam presos, entre eles o mais emblemático, Leopoldo López.
"Estão vendo os primeiros frutos dessa estratégia de diálogo. É importante, mas não suficiente. Faltam mais de 100 (presos), e (o governo) tem de nos devolver o referendo, ou convocar eleições antecipadas", disse Jesús Torrealba antes do anúncio da suspensão do julgamento de Maduro.
A crise política se agravou na Venezuela em outubro, após decisões judiciais que cancelaram o recolhimento de assinaturas para a ativação do referendo revogatório do mandato de Maduro.
Segundo pesquisa Venebarómetro, Maduro é rejeitado por 76,4% da população e 67,8% dos venezuelanos querem sua saída do poder.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Promotoria requisita investigação sobre “manzuá” feita por criminosos na capital

Imagem: Internet/Reprodução
O promotor de Justiça da Promotoria Criminal de João Pessoa, Arlan Costa Barbosa, encaminhou ofício ao secretário de Segurança e Defesa Social do Estado requisitando a instauração de inquérito policial para investigar a ação de criminosos em comunidades e bairros da capital paraibana.
De acordo com o promotor, um oficial de Justiça informou que, ao intimar um réu na Comunidade Patrícia Tomaz, conhecida como Comunidade Iraque, situada após o Bairro Valentina Figueiredo, foi abordado por criminosos, no que o promotor chamou de “manzuá feita por meliantes”. Os homens solicitaram toda a documentação do oficial de Justiça e realizaram uma revista nele. “Por sorte, o funcionário público conseguiu fugir do local”, disse o promotor.
Arlan Costa relatou que outro oficial de Justiça, ao realizar uma intimação no Bairro do Alto do Mateus, foi abordado por homens que colocaram uma arma em sua cabeça. “O território onde o oficial foi era domínio do tráfico de drogas. Por sorte, o funcionário público conseguiu fugir do local”, acrescentou.
“Seria de bom alvitre que a polícia diligenciasse visando dar mais segurança para as áreas citadas, a Comunidade Patrícia Tomaz e o Bairro do Alto do Mateus, haja vista que os meliantes, ao meu ver, estão controlando as citadas comunidades”, destaca o promotor no ofício.


Canadá receberá 300 mil imigrantes ao ano a partir de 2017

Justificativa é a pressão econômica ligada ao envelhecimento de população.
Mais da metade será de solicitante de empregos; meta inclui refugiados.

Imagem: Internet
O Canadá começará a receber um mínimo de 300 mil imigrantes anualmente a partir de 2017 para diminuir a pressão econômica, vinculada ao envelhecimento da população, anunciou nesta segunda-feira (31) o ministro da Imigração, John McCallum.
A cifra, alinhada ao incomum alto número de imigrantes recebidos este ano, está, no entanto, muito abaixo das expectativas depois que um informe na semana passada sugeriu um aumento de 50%, ou seja, até 450 mil imigrantes anualmente.
Se o plano for aplicado, o Canadá estará em vias de triplicar sua população no fim deste século.
"Em 2016, saltamos para 300 mil em grande medida como consequência das nossas ações especiais com relação aos refugiados sírios", disse McCallum.
"O que estou anunciando hoje é que em 2017 fixaremos a cifra de 300 mil como permanente, e se tornará a base do crescimento futuro da imigração", disse, acrescentando que a taxa está "40 mil acima da norma histórica".
Mais da metade dos recém-chegados serão solicitantes de emprego e investidores.
O restante dos recém-chegados inclui cônjuges, filhos ou pais de cidadãos naturalizados, refugiados e outros aceitos por razões humanitárias.
A grande afluência de imigrantes este ano foi especialmente impulsionada pelo reassentamento urgente de 30 mil refugiados sírios em situação desesperadora.


sábado, 29 de outubro de 2016

O que eu perco quando perco o culto?

Você pode imaginar a sua vida sem culto? Você consegue imaginar a sua vida sem se reunir regularmente com o povo de Deus, para adorá-lo em conjunto? O culto corporativo é um dos grandes privilégios da vida cristã. E talvez ele seja um daqueles privilégios que, ao longo do tempo, tomemos como certo. Quando eu paro para pensar a respeito, não consigo imaginar a minha vida sem culto. Eu nem mesmo desejo pensar nisso. Mas eu acho que vale a pena considerar: O que eu perco quando eu perco o culto?

Vivemos numa cultura consumista onde temos a tendência de avaliar a vida através de meios muito egoístas. Fazemos isso com o culto. "Hoje o sermão não falou comigo. Eu simplesmente não consegui apreciar as canções que cantamos nesta manhã. A leitura da Escritura foi demasiado longa". Quando falamos dessa maneira podemos estar dando provas de que estamos indo à igreja como consumidores, como pessoas que desejam ser servidas em vez de servir.

No entanto, o ponto primário e o propósito de cultuar a Deus é a sua glória, não a satisfação das nossas necessidades sentidas. Nós adoramos a Deus, a fim de glorificar a Deus. Deus é glorificado no nosso culto. Ele é honrado. Ele é magnificado à vista daqueles que se juntam a nós.

Dessa forma, o culto rompe completamente com a corrente do consumismo e exige que eu cultue por amor da sua glória. Tenho ouvido dizer que o culto "é a arte de perder o ego na adoração de outro". E é exatamente este o caso. Eu esqueço de tudo sobre mim e dou toda honra e glória a Ele.

O que eu perco sem o culto? Eu perco a oportunidade de crescer através de ouvir um sermão e de experimentar alegria por meio do cântico de grandes hinos. Eu perco a oportunidade de me unir a outros cristãos em oração e para recitar grandes credos com eles. Mas, mais que isso, eu perco a oportunidade de glorificar a Deus. Se eu parar de cultuar, estarei negligenciando um meio através do qual eu posso glorificá-lo.

Você vê? O culto não é sobre você ou sobre mim. O culto é sobre Deus. E, realmente, isso muda tudo.

Quando vejo o culto como algo que, em última análise, existe para o meu bem e para a minha satisfação, fica fácil tirar um dia de folga e pensar que a minha presença não faz nenhuma diferença. Mas quando eu venho para glorificar a Deus, eu entendo que ninguém mais pode tomar o meu lugar. Deus espera o levantar das minhas mãos, o erguer do meu coração e o levantar da minha voz a Ele.

Quando vejo o culto como algo que é todo sobre mim, fica fácil pular de igreja em igreja e estar sempre à procura de algo que se ajuste melhor a mim. Mas quando eu vejo a igreja como algo que é verdadeiramente sobre Deus, me pego procurando por uma igreja mais pura e melhor em adorar do modo exato como a Bíblia ordena – Eu procuro por uma igreja através da qual eu possa glorificá-lo cada vez mais.

Sem dúvida, o culto é um privilégio. Mas também é uma exigência, uma responsabilidade. E a maior responsabilidade, bem como o maior privilégio no culto, é trazer glória a Deus.

(Fonte: What Would I Lose if I Lost Worship? autor: Tim Challies - Tradução: Alan Rennê Alexandrino)

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Procuradores da Lava Jato denunciam Palocci sob acusação de corrupção

Imagem:Giuliano Ramos/Folhapress
Procuradores da força-tarefa da Lava Jato do MPF-PR ofereceram nesta sexta-feira (28) denúncia contra o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci Filho, o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e outros 12 pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
As infrações, segundo o Ministério Público, são relacionadas aos contratos de afretamento de sondas entre a Odebrecht e a Petrobras.
A denúncia afirma que as propinas destinadas a Palocci foram contabilizadas pela Odebrecht em um planilha denominada "Programa Especial Italiano".
Segundo a investigação, mais de US$ 10 milhões foram repassados, por determinação do ex-ministro, ao publicitário João Santana e sua mulher, Mônica Moura, para quitar dívidas do PT com eles.
Palocci havia sido indiciado pela Polícia Federal na última segunda-feira (24). Ele foi preso temporariamente no último dia 26 de setembro na 35ª fase da Lava Jato, sendo a prisão convertida para preventiva no último dia 30.

OUTRO LADO
A assessoria de Palocci disse em nota que a denúncia "veicula mais uma deplorável injustiça e (...) não tem o menor apoio nos fatos." "Palocci não é, nunca foi e jamais será o 'Italiano' (...) O codinome 'Italiano' já foi atribuído a outras três pessoas."
A defesa de Vaccari afirmou que a denúncia é "absolutamente imprópria e se baseia exclusivamente em palavra de delator" e que "não existem provas".
A defesa de João Santana disse que "a pressa em produzir denúncias a toque de caixa tem levado a absurdos como este".
Marcelo Odebrecht e outros ex-funcionários do grupo não estão se pronunciando porque negociam um acordo de delação premiada. 



Detalhes que o mundo não vê

Se você acompanhar a guerra na Síria e focar nos cristãos perseguidos, verá cenas animadoras que precisam ser compartilhadas com a igreja livre de perseguição

Quando a guerra na Síria começou parecia ser um simples levante pacífico contra o presidente Bashar al-Assad, mas com o tempo, tornou-se um dos conflitos mais sangrentos que afetou não apenas os sírios, mas outros países da região. O mundo inteiro tem acompanhado o desenrolar dessa história, com pontos de vistas diferentes e opiniões divergentes. No entanto, existem detalhes que o mundo não vê. Com o foco voltado para os cristãos perseguidos, há cenas animadoras que precisam ser compartilhadas com a igreja livre de perseguição.
Nesse momento, muitas famílias que estão deslocadas buscam uma fonte de conforto e segurança. Nessa oportunidade, crianças cristãs sírias, envolvidas em atividades da igreja, chamaram a atenção dos muçulmanos. Kristina* que lidera o ministério infantil em Allepo, comentou: “Um grande número de muçulmanos estão em busca de refúgio. Pela primeira vez, vejo os dois grupos religiosos realmente interagindo. Percebi a surpresa deles quando se depararam com cristãos dispostos a servi-los, ainda mais sendo crianças”, comenta. De acordo com a colaboradora, são os pequenos que estão abrindo as portas da igreja para as famílias muçulmanas.
“As crianças chegam primeiro e abrem seus corações para o amor de Cristo. Em seguida, chegam as mães e as mulheres da família e depois os homens”, diz. Apesar da guerra, Kristina fala sobre a “Era Dourada no Oriente Médio”. Esse termo ainda é usado por eles para ilustrar um período de paz, harmonia e estabilidade. “Pela primeira vez na história os muçulmanos estão vindo ao nosso encontro. Essa é a nossa oportunidade, a única coisa que devemos fazer é contar a eles sobre as boas novas. Eles estão necessitando disso”, afirme e explica: “Alguns cristãos ainda tem certo receio de evangeliza-los, mas devemos ser fortes e crer no poder do Espírito Santo. Essa é uma oportunidade de ouro, não podemos perdê-la”, conclui.

*Nome alterado por motivos de segurança.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Operação Acrônimo: 11ª fase apura fraudes em contratos de três ministérios

Juiz determinou mandados de busca e conduções coercitivas em SP, MG, RJ e DF 

Imagem: Estadão/Conteúdo
Policiais federais cumprem, na manhã desta quinta-feira (27), mandados judiciais em três Estados e no Distrito Federal, na 11ª fase da Operação Acrônimo. As ações de hoje investigam fraude em contratações nos ministérios da Saúde, das Cidades e do Turismo, entre 2011 e 2012. Um caso envolvendo licitações da Universidade Federal de Juiz de Fora também é apurado.

O juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou dez mandados de busca e dez mandados de condução coercitiva, que é quando o suspeito é levado para prestar depoimento e depois liberado.
Segundo a Polícia Federal, a fase de hoje da operação tem com desdobramento um caso que tramita no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que envolve, entre outras pessoas, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Como os investigados nesses casos não têm foro privilegiado, o tribunal remeteu parte do inquérito para a primeira instância.
A maior parte dos mandados está sendo cumprida no Distrito Federal (quatro buscas e seis conduções coercitivas). As demais ocorrem em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de 
Janeiro.


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Instruções para a obra do Senhor

"Chamou a si os doze, e começou a enviá-los de dois a dois, e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos,
e ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;
mas que calçassem sandálias e que não vestissem duas túnicas.
E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali.
E, quando alguns vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no Dia do Juízo para Sodoma e Gomorra do que para os daquela cidade.
E, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse.
E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam." (Mc 6:7-13)

Estas foram, e continuam sendo as instruções para todo aquele que estiver envolvido na obra.
A obra não é para se fazer sozinho, ela é um empreendimento a ser feito pelo conjunto de forças de uns para com os outros, pois não trabalhamos pelo que é nosso, senão pelo que é do Eterno e Todo-Poderoso Deus de Israel.
Esta palavra é fiel e digna de toda aceitação, e portanto não devemos temer, porque o Senhor estará conosco durante todo o tempo, até o final dos tempos, pelo nome do Senhor Jesus, que é o Cristo de Nazaré, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal - skype: siscompar - fones: DDD (041) (TIM) 9820-9599 - (CLARO e Whatsapp) 9821-2381 - (VIVO) 9109-8374 - (OI) 8514-8333 - mensagem 261016 - Instruções para a obra do Senhor - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Rabaixamento de nota: Raniery diz que RC vendeu ilusão de que a PB estava bem

O deputado estadual Raniery Paulino  (PMDB) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (25), para lamentar a nota de rebaixamento do Estado,  o que impede o governo de contrair empréstimos por causa do desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Raniery disse que já vinha alertando sobre a situação das contas do Governo do Estado, mas o governador Ricardo Coutinho (PSB) vendia a imagem de que havia um equilíbrio fiscal, graças a capacidade do socialista de administrar.

“Até a eleição estava tudo bem. O governador se autopromovia dizendo que a Paraíba estava bem, graças a sua capacidade de administração. Passa as eleições, o governador passa a admitir o que denunciávamos aqui na Assembleia, mas transfere a culpa para queda do Fundo de Participação dos Estados ou para os outros”, afirmou Paulino.