Radio Evangélica

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

EUA: esquerdistas empenhados em destruir seu próprio país

Os progressistas sabotaram a segurança americana e danificaram as relações raciais.
Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos.
Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial.

O líder bolchevique Leon Trotsky descreveu, certa vez, o stalinismo como “a teoria perfeita para grudar no cérebro”. O que ele quis dizer foi que um regime monstruoso como o de Stalin, que assassinou 40 milhões de pessoas e escravizou muito mais, foi, apesar de tudo, capaz de persuadir os esquerdistas e os defensores da “justiça social” pelo mundo todo a atuarem como seus colaboradores e defensores.

Entre esses iluminados apoiadores dos crimes cometidos por Stalin incluem-se os intelectuais da época – até mesmo os ganhadores do prêmio Nobel em Ciência e Artes, tais como Frederic Joliot-Curie e Andre Gide. Por mais brilhantes que fossem, eles eram cegos às realidades do regime Stalinista e, portanto, às virtudes das sociedades livres das quais faziam parte. O que entranhou em seus cérebros foi a crença de que um admirável novo mundo de justiça social — um mundo governado por princípios progressistas — existiu no embrião da União Soviética e tinha de ser defendido de todas as formas que fossem necessárias. Como resultado dessa ilusão, eles colocaram seus talentos e prestígios a serviço dos inimigos totalitários da democracia, agindo, segundo as palavras de Trotsky, como “guardiões da fronteira” do império stalinista. Eles continuaram com seus esforços mesmo depois que os soviéticos conquistaram o leste europeu, obtiveram armas nucleares e iniciaram a “guerra fria” com o Ocidente. Aos progressistas, seduzidos pelo stalinismo, a democracia americana representava um mal ainda maior que o estado totalitário bárbaro do bloco soviético. Mesmo após meio século, a cultura esquerdista ainda se refere a fase formativa da Guerra Fria como a “Ameaça Vermelha” — como se a quinta-coluna dos esquerdistas americanos, cuja lealdade era para com os inimigos soviéticos, cujos membros incluíam espiões soviéticos, não fosse um motivo de grande preocupação, e como se um famigerado império soviético com poder nuclear não representasse uma ameaça. Como estas desilusões, de pessoas inteligentes e bem intencionadas, foram possíveis?
Como indivíduos bem-instruídos foram capazes de negar o óbvio e apoiar uma das ditaduras mais brutais e opressoras da história? Como eles puderam ver uma sociedade relativamente humana, decente e democrática como os Estados Unidos como um mal, enquanto classificavam o bárbaro regime comunista como sendo vítima dos Estados Unidos? A reposta se encontra na identificação do Marxismo com a promessa da justiça social e da instituição de valores progressistas (que acontecerá em um futuro socialista mágico). A defesa da ideia progressista excedeu o reconhecimento do fato reacionário. Para os esquerdistas do Ocidente, assim que o regime stalinista fosse identificado como o futuro progressista imaginário, tudo seguiria — seu status de vítima perseguida e o papel dos Estados Unidos como uma força reacionária, obstruindo o caminho da nobre aspiração esquerdista. Cada falha no regime de Stalin, cada crime cometido — se não for negado completamente pelos progressistas — foi atribuído às ações nefastas de seus inimigos, mais claramente os Estados Unidos. E uma vez que a promessa da redenção progressista foi justaposta a um agente de um mundo real imperfeito, todas as suas reações tornaram-se virtualmente inevitáveis. Logo, o grude do cérebro. A União Soviética se foi e a história prosseguiu, mas a dinâmica da apologia a Stalin persiste como uma herança da Esquerda pós-comunista, que permanece ligada às fantasias de um futuro utópico, em colisão com o presente imperfeito americano.
Atualmente, a Esquerda é a força dominante no Partido Democrata americano. Seu extremo desligamento da realidade se resume através do apoio ao movimento claramente racista, chamado de “Black Lives Matter” (“A vida dos negros é importante”, em tradução livre), que ataca oficiais de polícia e defende os arruaceiros, perdoando seus crimes com o álibi de que “a supremacia branca” criou as circunstâncias que permitem que alguns cometam atos criminosos. Esse movimento extremista tem um “forte apoio” de todo o espectro da Esquerda “progressista” (incluindo 46% do partido Democrata, de acordo com uma pesquisa do Wall Street Journal e da NBC News). O Black Lives Matter é um movimento construído sobre a mentira de que a polícia declarou caça aos americanos negros inocentes. De acordo com as ficções progressistas, os policiais são os agentes de uma “sociedade da supremacia branca” — uma alegação que, por si só, deveria gerar desconfiança sobre a sanidade dos que propagam isto. Os fatos contradizem as próprias bases da alegação de que os afro-americanos estão sendo indiscriminadamente assassinados pela polícia: homens afro-americanos que constituem 6% da população e que são responsáveis por mais de 40% dos crimes violentos.Porém, uma reportagem do Washington Post a respeito de todos os 980 tiroteios policiais em 2015 revela quesomente 4% dos tiroteios fatais envolviam policiais brancos e vítimas negras e “em 75% destes incidentes, os policiais estiveram não apenas sob ataque como também defendiam civis”, ou, como Michael Walsh observou no New York Post, “em outras palavras, [eles estavam] fazendo o seu trabalho”.
Um incidente no subúrbio de St. Louis, na cidade de Ferguson, Missouri, tornou-se o ponto de partida para o movimento Black Lives Matter e suas alegações maliciosas de que negros inocentes estavam sendo assassinados injustificadamente por policiais racistas. A suposta “vítima”, Michael Brown, acabara de cometer um assalto à mão armada e se recusou a se render ao policial Darren Wilson. Em vez disso, o ladrão de rua de 140 quilos atacou Wilson em seu veículo, tentou tomar a arma do policial e depois recuou para ataca-lo novamente. Seguidos tiros foram incapazes de impedir Brown, até que um o matou. Ao ignorar os fatos, o Black Lives Matter promoveu a mentira, inventada pelo cúmplice de Brown, onde este havia colocado as mãos para cima na tentativa de se render quando levou o tiro. “Mãos para cima, não atire” rapidamente se tornou o hino do movimento. Mas essa mentira foi refutada não somente por evidências forenses e pelas testemunhas negras perante o júri convocado para o caso, mas também por uma revisão conduzida por um ex-procurador, o general Eric Holder do Departamento de Justiça, outrora disposto a demonstrar o fanatismo do departamento de polícia de Ferguson. Enquanto isso, “manifestantes” atearam fogo na cidade de Ferguson, causando milhões de dólares em danos, porque se não houvesse justiça — tomar Wilson como culpado — não haveria paz, como o agora popular slogan do grupo diz. O Black Lives Matter, então, começa sua cruzada para outras cidades, mais especificamente a de Baltimore, onde um criminoso muito conhecido, Freddie Gray, tornou-se uma outra causa célebre. Gray tinha sofrido graves ferimentos dentro de um veículo policial, onde havia somente outro detento. Assim que o Black Lives Matter inspirou multidões a se reunirem em protesto, o prefeito negro do Partido Democrata de Baltimore ordenou a polícia que baixasse a guarda, permitindo que eles destruíssem milhões de dólares de propriedades. O promotor negro do estado pelo Partido Democrata indiciou, então, seis policiais — três deles eram afro-americanos — por várias acusações, inclusive por homicídio qualificado.
O resultado imediato da guerra do Black Lives Matter contra os agentes da lei foi uma epidemia de crimes, já que os policiais decidiram que a aplicação ostensiva da lei era perigosa para suas vidas e carreiras. Os homicídios nas áreas de Ferguson e Baltimore aumentaram em 60%. Praticamente todas as vítimas eram negras, o que revela a hipocrisia de um movimento para o qual a vida dos negros não importa de fato — mas os ataques contra a aplicação da lei e a “estrutura de poder”, sim. Como é possível que algum cidadão sensato — ainda mais alguém com aspirações progressistas — pudesse apoiar uma multidão itinerante e seus linchamentos como aquela de Ferguson? Como é possível que metade do Partido Democrata possa apoiar um movimento que condena os Estados Unidos como uma sociedade de supremacia branca, ignorando a realidade de que o presidente, o chefe de polícia e milhares de funcionários públicos e representantes eleitos, incluindo os prefeitos e chefes da polícia de grandes centros urbanos, tais como os de Memphis, no estado de Tennessee e nos estados de Atlanta e Filadélfia são negros? (Em Detroit, o novo prefeito é na verdade o primeiro prefeito branco em 40 anos, enquanto o chefe de polícia ainda é negro.) Só se aceita o absurdo de que os Estados Unidos é uma sociedade de supremacia branca caso se sofra de uma ilusão de que todas as desigualdades estatísticas que afetam os afro-americanos, como as altas taxas de crimes, não sejam o reflexo da cultura e do caráter, mas marcas de opressão racista. (Esse absurdo em particular — universal dentre os progressistas americanos e o atual Departamento de Justiça dos EUA — é facilmente refutado: se as disparidades estatísticas comprovassem racismo, a National Basketball Association(Associação Nacional de Basquete – NBA), da qual 95% dos novos multimilionários são negros, seria uma associação controlada por racistas negros, assim como a National Football League (Liga Nacional de Futebol Americano), enquanto a National Hockey League (Liga Nacional de Hóckei) seria dominada por racistas brancos.) Os progressistas se iludem com o racismo e os crimes cometidos por negros porque eles estão presos à visão de um futuro progressista imaginário, no qual a justiça social irá garantir que cada resultado individual seja igual. A Esquerda não enxerga a responsabilidade das populações de grandes centros por suas altas taxas de crimes violentos.
A falha em aceitar as responsabilidades da paternidade é tanto uma característica da atitude progressista quanto é sua cegueira perante a traição às comunidades no centro de zonas urbanas cometida pelos democratas, responsáveis quase que totalmente pela condição vergonhosa das cidades americanas. Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos. Mesmo assim, 95% do voto dos negros e 100% do voto progressista continua indo aos democratas que oprimem os afro-americanos.
Infelizmente, a história sórdida dos progressistas em apoiar criminosos no país é acompanhada de registros igualmente vergonhosos da simpatia pelos inimigos estrangeiros do país. O ditador do Iraque, Saddam Hussein, foi um dos monstros do século 20, iniciando duas guerras agressivas, lançando gás venenoso sobre a minoria de curdos e assassinando 300 mil cidadãos iraquianos. Porém, quando os Estados Unidos propôs derrubá-lo, mais de um milhão de progressistas tomaram as ruas em protesto. Primeiramente, a liderança dos democratas apoiou a invasão no Iraque como uma guerra justa e necessária. Mas três meses depois, com homens e mulheres americanos em perigo — e sob pressão da Esquerda progressista — eles se voltaram contra a mesma guerra que haviam votado pela autorização e, pelos cinco anos seguintes, conduziram uma campanha de propaganda maliciosa, digna de um inimigo, para desmerecer as intenções americanas e para impedir nossa missão militar.
Como a administração Bush escolheu não se defender em um confronto contra as ações subversivas da Esquerda — inclusive a exposição de três programas de segurança nacional — os mitos esquerdistas sobre a Guerra do Iraque persistem até hoje, mesmo em alguns círculos conservadores. Para esclarecer o assunto, Bush não mentiu para seduzir os democratas a apoiarem a guerra e não podia ter feito isso, uma vez que os democratas tinham acesso aos mesmos relatórios de segurança que ele. A guerra não era a respeito da existência de um armazenamento de armas de destruição em massa (ADM), como os democratas desonestamente alegam: era a respeito da violação de Saddam das 17 resoluções do Conselho de Segurança da ONU, destinadas a impedi-lo de possuir os programas de (ADM) que ele estava desenvolvendo.
A traição dos democratas sobre o esforço de guerra de seu país prejudicou seriamente o seu progresso e, com a eleição à presidência de um pacifista de esquerda em 2008, levou diretamente à explosão do terrorismo e do derramamento de sangue que tem esmagado o Oriente Médio desde então. Mas não foi apenas a mentalidade de submissão do governo Obama que abasteceu essas catástrofes. Com o apoio total do Partido Democrata, o presidente Obama acolheu a Irmandade Muçulmana e o inimigo mortal dos Estados Unidos, o Irã, providenciando aos seus aiatolás um caminho para armas nucleares e o domínio da região — levando os estados árabes sunitas a se prepararem para uma guerra civil no Oriente Médio. Assim como os esquerdistas atuaram como propagandistas do império soviético, desmerecendo o esforço dos Estados Unidos na Guerra Fria e conduzindo campanhas enganosas para omitir os crimes soviéticos, a Esquerda de hoje também menospreza a ameaça islâmica e se opõe às medidas de segurança necessárias para proteger a pátria — mais alarmantemente o fechamento da nossa fronteira ao sul. Os progressistas criaram as subversivas “cidades santuários”, que se recusam a cooperar com a Segurança Nacional e as leis de imigração em mais de 300 distritos urbanos ilegais sob o controle dos democratas. Essa traição vem ocorrendo sem resistência por anos e levou à morte desnecessária de inúmeros cidadãos americanos pelas mãos de imigrantes ilegais — dos quais mais de 200 mil estão presos — e, obviamente, muito outros dentro de nossas fronteiras.
Esquerdistas e democratas também aderiram à campanha de propaganda islâmica para representarem os muçulmanos — cujos correligionários já mataram centenas de milhares de inocentes desde o 11/09 em nome de sua religião — como vítimas de um preconceito contra os muçulmanos, denunciando críticos do terror islâmico e os defensores das medidas de segurança como “islamofóbicos” e preconceituosos. Na verdade, 60% dos crimes de ódio religioso são direcionados aos judeus, com uma pequena minoria direcionada aos muçulmanos.
Ao explorar o mito da perseguição aos muçulmanos, os progressistas se opõem ao escrutínio da comunidade muçulmana, incluindo-se aí o terror promovido por imãs e mesquitas. Eles imediatamente denunciam as propostas de avaliação de imigrantes muçulmanos como intolerância religiosa e ainda bloqueiam qualquer discussão racional sobre o problema. Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial. Mais importante, o presidente e seus agentes cinicamente espalham a mentira de que um vídeo obscuro na internet sobre Mohammed esteve por trás do ataque terrorista em Benghazi. Falando como um aiatolá perante a Assembleia Geral da ONU, pouco depois do ataque, Obama declarou: “O futuro não deve pertencer àqueles que difamam o profeta do Islã.” O que um presidente americano deveria ter dito é: “O futuro não deve pertencer àqueles que matam em nome do Islã.”Nosso país se encontra numa encruzilhada perigosa, uma que é feita imensuravelmente mais perigosa por um partido nacional que culpa seu próprio país pelos crimes de seus inimigos, e por uma oposição política ineficaz e tímida que responsabiliza seus concidadãos por suas próprias ações inconcebíveis.

Escrito por:  DAVID HOROWITZ
Traduzido por: Felipe Galves Duarte

Para o site Mídia sem Máscara

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Ex-governador sofre infarto e passa por cateterismo em hospital de João Pessoa

Ex-governador Wilson Braga
O ex-governador Wilson Leite Braga sofreu um infarto nesta segunda-feira, quando estava visitando familiares em Bananeiras, no Brejo da Paraíba. Transferido para João Pessoa, na madrugada de hoje, ele foi submetido a um cateterismo.
O líder político chegou a ser atendido em uma unidade de saúde na cidade de Bananeiras. Wilson Braga permanece internado. Está na unidade de terapia intensiva do Hospital Samaritano, na Capital, onde permanecerá em observação.
Fonte: Mais PB

Crise apenas para o povo brasileiro

Vendo noticiários da área internacional vi que o Brasil doa US$ 1,3 milhão para ajuda humanitária aos Sírios.
Não vejo nada demais em ajudar necessitados, mas primeiro deveria olhar para os seus antes de ajudar os outros.
Assim que a presidente Dilma tomou posse no, dia 1 de Janeiro de 2015, anunciou o lema do novo governo: “Brasil, Pátria Educadora”. No dia 9 de Janeiro do mesmo ano é noticiado em vários portais de noticias que a educação foi à pasta que mais sofreu corte de verba determinado pela presidente. Com a desculpa da crise.
A edição do dia 04/02/2015 do Jornal local Bom dia Paraíba da TV Cabo Branco, filiada da Globo na Paraíba, vi a situação do Hospital Lauro Wanderley (HU de João Pessoa). Onde o repórter estava ao vivo às 6 da manhã e já tinha uma fila enorme esperando para ser atendido no hospital e nessa fila tinha pessoas de varias idades e muitas dessas pessoas falaram que estavam ali desde as 2 da madrugada e todas em pé na fila. “Tudo bem que o mesmo não abre tão cedo, mas se a população não chegar cedo não será atendida, devido à quantidade de  fichas” que são distribuídas serem limitadas. E essa não é a primeira vez que vejo esse tipo de reportagem relacionado ao hospital.
Falando em saúde não podemos deixar de falar na saúde do Rio de Janeiro, vejo aquilo como um reflexo do Brasil, não como um problema isolado do estado.
Temos um grande exemplo que é a Obra de transposição do Rio São Francisco, que não tem avanço nenhum e sua utilidade está sendo apenas para arrecadar voto em período eleitoral.
Andando pelas ruas já presenciei algumas pessoas pegando resto de comida no lixo.
Esses são apenas alguns problemas que temos no nosso Brasil e o discurso que mais tem se ouvido falar é o discurso da crise, fala em cortar verbas e mais verbas e aumentar os impostos.
Existe crise apenas para nosso povo.


Joabson João

Defesa de Rui Falcão ajuda a desmoralizar Lula

Digamos que em 2010, ao deixar o Planalto, Lula tivesse 80% de popularidade, uma sucessora novinha em folha saída do bolso do seu colete, um eleitorado cativo a assegurar-lhe o retorno e um PT disposto a morrer por ele, e a vida lhe sorrisse. A situação, agora, é a seguinte: Lula precisa se certificar diariamente da fidelidade do PT e seus satélites. É a única coisa que lhe resta.
Lula, no momento, busca uma explicação para o triplex do Guarujá, que ele desistiu de comprar porque virou escândalo; e para o sítio de Atibaia, que virou escândalo porque ele utiliza mesmo sem comprar. O triplex e o sítio foram turbinados com verbas de empreiteiras que participaram do assalto à Petrobras.
Quem vai ao noticiário à procura de justificativas encontra chavões desconexos de Rui Falcão, que passam a impressão de que o presidente do PT imagina que tudo faz parte do Carnaval.
“Nunca antes neste país um ex-presidente da República foi tão caluniado, difamado, injuriado e atacado como o companheiro Lula”, disse Falcão em texto divulgado nesta segunda-feira. Skindô-skindô… Para ele, um “consórcio entre a oposição reacionária, a mídia monopolizada e setores do aparelho de Estado capturados pela direita” trama converter Lula em “vilão”, promovendo um “linchamento moral.” Ai, ai, ai…
Quando era oposição, o PT tratava a história como um conchavo entre tucanos decadentes, direitistas fanatizados e empresários sem escrúpulos. Vendia a tese segundo a qual o país precisava aceitar a ideia de que o PT tinha de entrar na história para moralizá-la.
Quando o PT também se lambuzou no poder, Lula forneceu ao povo a ilusão de que poderia continuar fazendo história sem se sujar. Afinal, “não sabia de nada”. Enquanto a podridão estava restrita aos grandes números do mensalão e do petrolão, o brasileiro humilde ainda podia perder o fio do enredo escondido atrás das cifras.
Hoje, é diferente. Qualquer criança de cinco anos sabe o que é um triplex à beira mar e um sítio do tamanho de 24 campos de futebol. Ou Lula se explica ou o mito representado pela figura do retirante nordestino que chegou à Presidência logo virará pó mesmo no imaginário do eleitor cativo. O lero-lero de Rui Falcão, por inútil, apenas ofende a inteligência alheia, acelerando a desmoralização.


Fonte: Blog do Josias

domingo, 7 de fevereiro de 2016

NO AUGE DO IMPEACHMENT, TEMER ENCONTROU-SE COM AÉCIO

O vice-presidente Michel Temer reuniu-se com o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB e principal líder da oposição, no auge das discussões sobre a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. 
Reportagem deste domingo, 7, da Folha, mostra que o encontro dos dois ocorreu entre setembro e outubro na casa do senador Romero Jucá (PMDB-RR), um dos nomes do PMDB com maior trânsito na oposição.
Na conversa com Temer, Aécio teria dito que o PSDB não carregaria o impeachment nas costas sem que antes o PMDB, unido, desembarcasse do governo Dilma. Temer ressaltou os problemas do país e disse que só seria possível superar a crise com a "união nacional", mas não conseguiu unir o próprio partido em torno seu nome.
Antes de Aécio, Temer já havia procurado outros líderes da oposição, como Agripino Maia (DEM-RN) e os tucanos José Serra (SP) e Tasso Jereissati (CE). Na época, o vice e seus aliados sondavam a possibilidade de amarrar a oposição a um governo de união nacional, caso Dilma fosse afastada. Aécio resistia a uma conversa cara a cara com Temer por receio de que, por ser presidente tucano, o encontro soasse como institucional.
Depois que o impeachment perdeu força, Temer fez chegar à presidente Dilma que estaria "arrependido" de ter encorajado o movimento golpista.


Fonte: Brasil 247

Deputado petista defende rodízio de poder. 'Chega! 16 anos de governo federal é suficiente'

Talvez, petista algum defenda a mudança nas próximas eleições presidenciais quanto o deputado estadual Anísio Maia. Em conversa com a reportagem, por telefone, ele declarou o seguinte: "Chega! 16 anos de gestão é muito para um partido que fez muito por esse país", observou. Em outro momento, defendeu outro partido na presidência da República.
Anísio se tornou um crítico do seu próprio partido. "É preciso reconhecer que é muito tempo governando o país. Eu defendo o rodízio de poder e é assim que deve ser num regime democrático", adiantou o parlamentar, cuja sinceridade é a sua principal característica. "Falo o que penso e não vou mudar minha opinião", ressaltou o parlamentar petista.
Em outro movimento com sentimento crítico do deputado Anísio Maia é quando avalia que Charliton Machado, presidente estadual do PT, "não é o melhor nome do partido para disputar a Prefeitura de João Pessoa". Porém, não citou outros petistas ou, ainda, se se colocaria à disposição para representar a legenda na corrida eleitoral deste ano no principal colégio eleitoral do Estado.
"O companheiro Charliton surgiu num momento crítico do PT, tomado também com a saída do prefeito (Luciano Cartaxo) do partido. Por isso, acho que devemos debater, até com exaustão, a candidatura própria para as eleições deste ano", declarou o parlamentar.

Por Marcone Ferreira para o site www.paraíba.com

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Papa dá mais um passo para “religião única mundial”

Após quase mil anos, igreja católica pode “se unir” a Igreja Ortodoxa

Papa Francisco e o patriarca grego é Batolomeu I.
O papa Francisco e o Patriarca Kirill, líder da Igreja Ortodoxa Russa, se reunirão em Cuba na próxima semana. Esse pode ser um passo histórico na restauração entre os ramos ocidental e oriental do cristianismo.
A divisão dos ortodoxos e católicos ocorreu no ano de 1054 e foi causado por diferenças teológicas e uma disputa de poder entre seus líderes em Roma e Constantinopla (atual Istambul).
Dia 12 de fevereiro será um passo histórico pois será a primeira vez na história que se reunirão um papa católico romano e um patriarca ortodoxo russo para tratar de questões da igreja. Os ortodoxos gregos já possuem uma relação mais próxima com o Vaticano.
A escolha de Cuba como local de encontro chama atenção. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, explicou que o país foi escolhido por ser considerado um território neutro.
O patriarca Kirill I estará na ilha em visita oficial e depois virá ao Brasil. Francisco fará uma parada na ilha a caminho de sua visita oficial ao México.
Pouco conhecidos no Brasil, existem cerca de 250 milhões de ortodoxos no mundo. A grande maioria, 165 milhões, está na Rússia e países vizinhos, como a Ucrânia. Os demais são do rito grego, cujo patriarca é Bartolomeu I.
A aproximação do Vaticano com os ortodoxos é um feito para Francisco. Desde que assumiu o pontificado ele vem insistindo para uma união das religiões. Foi lançada uma campanha em 2016 que visa unir todas as tradições religiosas. O papa afirma que “nesta variedade de religiões, só há uma certeza que temos para todos: somos todos filhos de Deus”.

Perseguição teria acelerado processo
Segundo o porta-voz do patriarcado, o genocídio de cristãos cometido por terroristas apressou este encontro histórico. O Vaticano anunciou que os líderes terão conversas privadas, seguidas de discursos públicos e assinatura de uma declaração conjunta sobre a necessidade de maior unidade entre os cristãos.
Outros papas haviam tentado essa aproximação, mas os ortodoxos russos sempre insistiram que havia muitas “diferenças” que precisavam ser resolvidas antes de qualquer reunião de alto nível ser realizada.
O Metropolitano Hilarion, importante liderança ortodoxa, explica o que mudou: “A situação atual no Oriente Médio, no Norte e Central África e em algumas outras regiões onde os extremistas realizam um verdadeiro genocídio da população cristã exige medidas urgentes e uma cooperação ainda mais estreita entre as Igrejas cristãs. Precisamos colocar as divergências de lado interno neste momento trágico e juntar esforços”.

Esforços mudariam até o calendário
Uma das grandes diferenças desde o Cisma de 1054 é o calendário usado pelas duas igrejas. O calendário juliano foi substituído em 1582, pelo Papa Gregório XIII, pelo chamado calendário gregoriano. Este é o adotado pela grande maioria dos países ocidentais.
Os cristãos ortodoxos em vários países continuam usando o calendário juliano, que surgiu durante os tempos do Império Romano.
Uma das grandes diferenças são os anos bissextos, e hoje já se acumula uma diferença de 13 dias entre eles. Mas não é só isso. A celebração de várias datas cristãs não ocorre nos mesmos dias. Por exemplo, o Natal para os ortodoxos é comemorado em 7 de janeiro.
Existe um movimento internacional, que envolve anglicanos e também coptas para que todos os cristãos do mundo sigam o mesmo calendário. Com informações IB Times e Christian Today


Fonte: Gospel Prime

Câmara aprova exame de vista obrigatório no ensino fundamental

Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

Paulo Magalhães: as despesas com a execução da medida
correção por conta da dotação orçamentária destinada ao
programa de reabilitação visual nas escolas públicas  de
ensino fundamental

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 5963/01, do deputado Milton Monti (PR-SP), que torna obrigatório o exame de acuidade visual para todos os alunos matriculados no ensino fundamental, em escolas públicas e particulares. A proposta foi enviada para análise do Senado Federal.
Conforme o projeto, o exame deverá ser realizado durante o primeiro semestre do ano letivo. O texto permite que a avaliação de acuidade visual seja realizada preliminarmente por professores treinados por médicos oftalmologistas. Quando for verificado que o aluno apresenta qualquer alteração visual, ele deverá ser encaminhado ao oftalmologista.
O aluno também poderá realizar o exame com o profissional de sua escolha, de forma particular, e, nesse caso, deverá apresentá-lo na secretaria da escola até o último dia do encerramento do primeiro semestre.
Conforme o projeto, as despesas com a execução da medida correrão por conta da dotação orçamentária destinada ao programa de reabilitação visual nas escolas públicas de ensino fundamental chamado “Olho no Olho”, do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O parecer do relator, deputado Paulo Magalhães (PSD-BA), foi favorável à proposta, com emendas para sanear vícios de injuridicidade e de técnica legislativa.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Três mortos por uma síndrome ligada ao zika na Colômbia

O Governo confirma 20.296 contágios, embora o número real possa ser de 80.000

Profissionais de saúde ensinam uma mulher grávida a passar
repelente conta zika vírus em Barranquilla (Colônbia).
REUTERS
O Governo da Colômbia confirmou as três primeiras mortes associadas ao zika vírus. Os três infectados morreram pela síndrome neurológica de Guillain-Barré, que os cientistas vinculam ao vírus. Alejandro Gaviria, ministro de Saúde da Colômbia, tinha reconhecido pouco antes de serem conhecidas as mortes que o número de infecções no país supera as previsões iniciais. Na conferência de imprensa semanal que a agência faz toda sexta-feira para comentar os casos registrados, 20.297 foram confirmados, enquanto foi relatado que o número real poderia ser 80.000. “Há muitas pessoas sem sintomas que não vão ao médico”, disse o ministro que imediatamente acrescentou: “Embora este seja um cálculo necessariamente imperfeito”.
O aumento no número de casos se deve também ao fato de que embora os casos tenham começado a ser contabilizados oficialmente em outubro de 2015, há indícios de que o zika começou a se espalhar entre julho e agosto do ano passado.
Por enquanto, o Governo colombiano não confirma nenhum caso de microcefalia, embora a revista Semana tenha publicado que uma mulher em Cartagena decidiu interromper sua gravidez em uma clínica em Bogotá quando o feto foi diagnosticado com múltiplas malformações, incluindo microcefalia. “O caso aconteceu, mas não podemos provar que se relaciona com zika vírus”, disse Gaviria. “É preciso lembrar que na Colômbia existem, a cada ano, 150 casos de microcefalia por várias razões e 360 por outras malformações, o de Cartagena poderia ser um deles”, explicaram no Instituto Nacional de Saúde.
As autoridades de saúde colombianas reconhecem que o aumento de casos de microcefalia no Brasil “representam uma condição necessária para provar a relação entre microcefalia nos bebês e o zika, mas até agora não há nenhuma confirmação científica e a incerteza é muito grande”.

Uma gestão conjunta
O ministro de Saúde da Colômbia também repassou as conclusões que as autoridades de saúde na América Latina chegaram durante a última reunião da CELAC no Uruguai. Embora por enquanto se tratem apenas de iniciativas conjuntas, já foi colocada a possibilidade de criar “um mecanismo para a compra centralizada de alguns medicamentos” através da Organização Pan-Americana de Saúde. “Em particular, as imunoglobulinas para tratar a síndrome de Guillain-Barré. Todos os países relataram um aumento, ao contrário do que acontece com a microcefalia”, detalhou.
Junto com planos de contingência colombianos concentrados, especialmente, em fumigações seletivas (ao contrário do Brasil), campanhas de planejamento familiar e identificação de criadouros do mosquito, se une a possibilidade, ainda não concretizada, de comprar e distribuir repelentes nas áreas mais afetadas pelo zika. “Temos que estudar esta decisão cuidadosamente porque não temos análise de custo e eficácia”, especificou o ministro.


Fonte:  El País edição Brasil

Ex-executivos de empreiteira fecham delação e devem cumprir prisão domiciliar

Dois ex-executivos da Empreiteira Andrade Gutierrez, presos na Operação Lava Jato em junho do ano passado, vão cumprir prisão domiciliar.
Conforme acordo de delação premiada assinado com o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente da empreiteira, Otávio Marques de Azevedo, e o ex-diretor Elton Negrão passarão a ser monitorados por tonozeleira eletrônica.
Na decisão, o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, também suspendeu a ação penal que os acusados respondem na Lava Jato. No mês passado, nas alegações finais entregues a Sergio Moro, além de pedir a condenação de 11 réus ligados à empreiteira, o MPF requereu a devolução de R$ 729 milhões referentes aos valores indevidos pagos a ex-diretores da Petrobras.
Em novembro ao ano passado, a empreiteira assinou acordo com a força-tarefa responsável pela Operação Lava Jato, pelo qual decidiu colaborar com as investigações sobre a existência de um cartel de licitações na Petrobras e reconhecer a prática de crimes, bem como pagar multa de cerca de R$ 1 bilhão pelos prejuízos causados com desvios de dinheiro público nas obras da Usina Nuclear Angra 3 e de estádios da Copa do Mundo de 2014.


Fonte: Agência Brasil