Radio Evangélica

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Antigo sistema de controle comunista é reintroduzido no Vietnã

Câmeras estão sendo instaladas na frente da casa dos líderes cristãos

No Vietnã, policiais instalaram uma câmera bem na frente da casa de Thuy*, que é esposa de um líder cristão. "A polícia quer saber quem entra e quem sai do nosso prédio. Como nossa igreja ainda não é registrada, usamos nossas casas para realizar as reuniões e cultuar a Deus", comenta a cristã.
De acordo com um colaborador da Portas Abertas: "O governo local de Saigon, que é a maior cidade do Vietnã, está reintroduzindo o antigo sistema de controle comunista e também o ‘Programa Vizinho Amigável’, que funciona da seguinte forma: três vizinhos são agrupados para vigiarem um ao outro. Isso já está sendo imposto no Distrito 8. As famílias são aconselhadas a vigiarem seus vizinhos. Por exemplo, se criam galinhas em sua casa, o que é proibido por motivos sanitários, o vizinho que não relatar isso será responsabilizado", conta ele.
Os analistas de perseguição acreditam que o sistema será usado para monitorar a circulação de pessoas nas ruas e nas casas, principalmente por que existe um crescimento contínuo de igrejas domésticas na cidade. "Por favor, orem para que os cristãos vietnamitas encontrem estratégias na hora de suas reuniões", pede um dos analistas.

Pedidos de oração
·         Ore para que Thuy seja cada vez mais cuidadosa ao se reunir com os irmãos em sua casa.
·   Peça ao Senhor para abençoar o crescimento de igrejas no Vietnã e que muitos se convertam aos caminhos de Jesus.
·         Ore também para que os perseguidores sejam tocados pelo amor de Cristo



Fonte: Portas Abertas

Desemprego sobe e chega a 6,9% em 2015 no país

Em 2014, taxa de desocupação havia ficado em 4,3%, segundo o IBGE; renda média caiu 5,8%, para 2.235 reais

Em 2014, desemprego foi 4,3% no país, segundo IBGE
(Camila Domingues/Palácio/Fotos Publicas)
O Brasil encerrou 2015 com taxa de desemprego de 6,9%, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O porcentual é maior que o de dezembro de 2014, quando a taxa de desocupação foi de 4,3%. O dado refere-se ao desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país.
A taxa de 6,9% é a mais alta para o mês de dezembro desde 2007, quando chegou a 7,4%, segundo o IBGE. A taxa de desocupação média de janeiro a dezembro foi estimada em 6,8% no ano passado e em 4,8% em 2014. Essa elevação de dois pontos porcentuais, de acordo com o IBGE, foi a maior de toda a série anual da pesquisa e também interrompeu a trajetória de queda, registrada desde 2010.
Em 2015, o número médio de desocupados foi de 1,7 milhão de pessoas, volume 42,5% maior que o registrado em 2014, quando a média de pessoas sem ocupação profissional foi de 1,2 milhão. A despeito do aumento, o número de 2015 ainda é menor que o de 2003, quando a média de desocupados foi de 2,7 milhões de pessoas. Entre 2003 e 2015, o número de pessoas sem trabalho caiu 35,5%, o equivalente a 940.000 pessoas.
A renda média dos trabalhadores também caiu no ano passado. O recuo entre 2014 e 2015 foi de 5,8%, passando de 2.373 reais para 2.235 reais. Houve queda em todos os segmentos apurados pelo IBGE: Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-3,3%), empregados sem carteira no setor privado (-5,1%), militares ou funcionários públicos estatutários (-1,8%), trabalhadores por conta própria (-4,1%) e empregadores (-6,2%).


Fonte: Veja

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Vaticano avança em unificação das religiões

Papa pede perdão a protestantes e recebe líder muçulmano na mesma semana

Vaticano avança em unificação das religiões
O pontificado do ex-papa Bento 16 foi marcado, entre outras coisas, pelo posicionamento claro em relação ao islamismo. No dia 12 de setembro de 2006, em viagem à Alemanha, o papa Bento 16 fez um discurso polêmico.
Na ocasião citou o imperador bizantino Manuel 2º Paleologus: “Mostre-me o que Maomé trouxe que era novo, e lá você encontrará apenas coisas más e desumanas, como o seu comando de espalhar pela espada a fé que ele pregava”.
A reação dos muçulmanos foi imediata. Houve protestos em todo o mundo muçulmano. Em Nablus, na Cisjordânia, duas igrejas sofreram atentados com bombas. No Paquistão, o governo chamou o embaixador do Vaticano no país para pedir explicações e o parlamento aprovou uma resolução recriminando o papa.
No Catar e no Egito, importantes líderes religiosos condenaram as declarações. No Irã, o influente clérigo Ahmad Khatami disse: “É lamentável que o líder religioso dos cristãos tenha tão pouco conhecimento do Islã, e que fale sem vergonha disso”.
Passaram-se 10 anos e o papa Francisco tomou uma postura completamente diferente. Recebeu nesta terça (26), o presidente do Irã, Hasan Rowhani, que saiu dizendo “Peço que [o papa] reze por mim”. Um dos principais líderes islâmicos do mundo também afirmou que o encontro “foi um prazer”.
Por sua vez, Francisco agradeceu a visita e disse que “espera o alcance da paz”. Surpreendentemente, após a reunião, o Vaticano afirmou que Teerã deve ser um importante parceiro no combate ao terrorismo. Essa visita marca a primeira ida de um presidente iraniano à Europa em quase duas décadas. Oficialmente, o objetivo é que Teerã possa “conquistar espaço nas negociações de paz para conflitos no Oriente Médio”.
O esforço do Vaticano para não ferir as crenças muçulmanas foi tão grande que tapumes brancos foram colocados para tapar a nudez das estátuas dos Museus Capitolinos. No jornal Il Messaggero, a medida foi criticada.
“Cobrir as estátuas é uma prova de muita atenção que não pode ser compartilhada. O respeito a outras culturas não pode e não deve representar a negação da nossa”, disparou Luca Squeri, deputado do Forza Itália.
Outro aspecto que chama atenção é o fato de que no dia anterior (25), o papa Francisco ter pedido perdão aos protestantes e membros de outras igrejas cristãs pela perseguição de católicos no passado. Anunciou ainda que irá participar do lançamento das comemorações do 500º aniversário da Reforma.
Dia 31 de outubro, o pontífice estará na cidade sueca de Lund, na sede da Federação Luterana Mundial. Já foi anunciado que será usada uma “oração comum” que ambas as denominações cristãs irão usar durante as comemorações de 2017.

Etapas do ecumenismo mundial

Francisco volta a buscar aproximação com grupos religiosos que no passado eram inimigos mortais do catolicismo. Isso mostra que sua agenda ecumênica avança. Se uma união total ainda não é possível, essa situação seria impensável séculos atrás, quando os cruzados católicos travavam guerras contra os muçulmanos. Ou ainda quando protestantes e católicos derramavam mutuamente sangue nas guerras religiosas na Europa entre 1525 e 1648.
Em visita a Turquia no ano passado, o papa disse que cristãos e muçulmanos são “irmãos e irmãs viajando pelo mesmo caminho”.
Em reunião com Bartolomeu I, um dos mais importantes líderes da igreja ortodoxa falou sobre a tentativa de reunificação das duas vertentes do cristianismo, separadas há quase mil anos.
No último outubro, uma cerimônia no Vaticano reuniu líderes, de mais de uma dezena de tradições religiosas, incluindo sikhs e hindus. Francisco pediu na ocasião que “Todos os crentes, de todas as religiões, juntos, podemos adorar ao criador por ter nos dado o jardim que é esse mundo”.
No final, pediu que cada um fizesse orações, “conforme sua própria tradição religiosa” e conclamou aos representantes das diferentes fés presentes que pedissem ao “seu deus” que os fizesse “mais irmãos”.Perto da virada do ano, incluiu os ateus nesse grupo.
No início de 2016, o Vaticano publicou um vídeo com o papa afirmando “só há uma certeza que temos para todos: somos todos filhos de Deus”. 


Fonte: Gospel Prime

Brasil tem 270 casos de microcefalia confirmados

Boletim divulgado hoje (27) pelo Ministério da Saúde confirma que 270 crianças nasceram com microcefalia por infecção congênita, mas não necessariamente pelo vírus Zika. A pasta ainda investiga 3.448 casos suspeitos de microcefalia.
Os números são referentes a registros feitos de outubro de 2015 a 20 de janeiro deste ano. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos, além do Zika, como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.
Em dezembro, o Ministério da Saúde chegou a confirmar 134 casos de microcefalia relacionada ao vírus Zika. Porém, a pasta voltou atrás e agora só reconhece seis casos de bebês que tiveram exame laboratorial positivo para Zika.
No ano de 2014, quando o registro da malformação não era obrigatório, foram notificados 147 casos. Em outubro de 2015, após o aumento do número de casos, o registro passou a ser obrigatório.
Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram notificados, no período, em 830 cidades de 24 unidades da Federação. Desses, 462 foram descartados. Foram notificadas ainda 68 mortes por malformação congênita após o parto (natimorto) ou durante a gestação (aborto espontâneo). Destes, 12 foram confirmados para a relação com infecção congênita, todos na Região Nordeste, sendo dez no Rio Grande do Norte, um no Ceará e um no Piauí. Continuam em investigação 51 mortes e outras cinco já foram descartadas.
A Região Nordeste concentra 86% dos casos notificados, sendo que Pernambuco continua com o maior número de casos que permanecem em investigação (1.125), seguido dos estados da Paraíba (497), Bahia (471), Ceará (218), Sergipe (172), Alagoas (158), Rio Grande do Norte (133), Rio de Janeiro (122) e Maranhão (119).

Fonte: Agência Brasil
Foto: Internet

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

PMDB votará em peso pelo impeachment se aliado de Cunha ganhar liderança do partido

Se Hugo Motta for eleito, a maioria dos membros para Comissão do Impeachment serão a favor do processo.
Com amplo apoio da maioria da bancada peemedebista favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado Hugo Motta (PB) disse nesta segunda-feira, 25, ao jornal O Estado de S. Paulo que irá tratar do assunto e de outros temas caros ao governo depois da eleição do novo líder do PMDB, marcada para 17 de fevereiro.
Além de ter apoio deste grupo, ele tem aval do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável por deflagrar o processo de impeachment no ano passado. Apesar disso, ele tem buscado apoio do Palácio do Planalto em sua campanha. Segundo deputados da ala pró-impeachment, trata-se de uma estratégia para evitar a perda de votos de peemedebistas que estão dispostos a apoiá-lo, mas têm receio de ficarem classificados como oposicionistas em um momento em que o impedimento da presidente perdeu força no Congresso.
A estratégia foi desenhada por Cunha. Ele orientou seu candidato e apoiadores que vetassem a discussão sobre o impeachment durante a campanha como forma de assegurar votos de quem não quer se indispor com o Planalto.
No entanto, a expectativa da ala pró-impeachment é que essa estratégia seja revertida no caso de Motta sair vitorioso. "Queremos chegar mais longe, mas o primeiro passo é mudar o atual líder", disse o deputado Osmar Terra (RS). Com a saída de Leonardo Quintão (MG) da disputa na semana passada, Terra e outro entusiasta do impeachment, Darcísio Perondi (RS), passaram a apoiar Motta. Juntaram-se, assim, a outros parlamentares antigoverno, como Lúcio Vieira Lima (MG).
A ideia da ala pró-impeachment é "cobrar a fatura" depois da eleição. A primeira cobrança deve vir durante a escolha dos membros da Comissão Especial do impeachment na Câmara. O PMDB terá direito a oito integrantes. O discurso agora é de que as duas alas serão contempladas. Mas há expectativa de que, se Motta for eleito, a maioria dos escolhidos seja favorável à saída de Dilma.
Mesmo com oito vagas, o posicionamento do PMDB é relevante porque outros partidos da base costumam seguir a legenda em suas decisões. O número de votos para Leonardo Picciani e Motta é impreciso. Enquanto aliados de Motta dizem que ele tem 15 votos a mais que Picciani e que esta vantagem pode chegar a 18, o grupo que apoia o atual líder aponta que ele já tem um total de 36 votos dos 67 da bancada e pode chegar a 42. 



Fonte: Diário da Pátria

Mulher quebra lotérica por não receber o Bolsa Família

Uma mulher quebrou prateleiras e cadeiras dentro de uma lotérica de Ponta Grossa, após ser notificada que o dinheiro do Bolsa Família não estava disponível.
Uma mulher foi detida na manhã desta terça-feira (26), em Ponta Grossa, acusada de causar danos materiais no interior de uma casa lotérica que está instalada em um supermercado, em Vila Oficinas. Ela teve uma crise de histeria ao descobrir que o Governo Federal não havia depositado o dinheiro do Bolsa Família. A Polícia Militar a encaminhou às 09 horas para o Juizado Especial Criminal, para lavratura do termo circunstanciado. Isso acontece quando o crime é de menor potencial ofensivo.
Imagens encaminhadas pelo WhatsApp do Portal aRede, por pessoas que presenciaram a confusão, mostram a dimensão dos estragos praticados pela mulher no interior da casa lotérica. Ela quebrou prateleiras e cadeiras, balbuciou impropérios e ainda proferiu ameaças às pessoas que se encontravam no local.
Testemunhas relataram ao Portal aRede que a mulher estava com uma criança de colo. A casa lotérica não se posicionou sobre a ocorrência.

O que é o Bolsa Família?
O Programa Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza do País. O Bolsa Família integra o Plano Brasil Sem Miséria, que tem como foco de atuação brasileiros com renda familiar per capita inferior a 77 reais


Fonte: arede.info

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

FHC contraria PSDB e defende existência do PT

Depois de o PSDB protocolar na Procuradoria-Geral Eleitoral uma representação em que pede a extinção do PT, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso saiu em defesa do partido da presidente Dilma Rousseff.
"O PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo, que se livre das mazelas que o acometem e que o PSDB se prepare para vencer dele nas urnas", afirmou à Folha, em entrevista por e-mail, neste domingo (24).
Embora diga que não haveria razão para ser consultado sobre a ação, já que não faz parte da "hierarquia formal de mando do PSDB", o ex-presidente afirmou que, se consultado, "diria ser mais apropriado deixar que os procuradores cuidem desse tema".
"O PSDB já fez o que lhe cabe: uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o uso de recursos ilícitos na campanha de 2014. Da resposta afirmativa a essa investigação pode até mesmo caber nulidade de registro partidário. Se a lei assim dispuser, nada a fazer, senão cumpri-la."
O ex-presidente voltou a dizer que o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma ficou difícil, citando problemas de congressistas na Justiça. "Em um Congresso cujos chefes principais estão sob suspeita judiciária e que, eventualmente tenham usado o impeachment como manobra de defesa de seus interesses e não por sua legitimidade intrínseca, ficou difícil separar alhos de bugalhos", afirmou o tucano.
Ele defende, porém, que há base legal para impeachment, citando as, segundo disse, "reiterada pedaladas fiscais" e o uso de recursos públicos para fins eleitorais.
"Engana-se a presidente ao imaginar que por estar convencida de que não se beneficiou de malfeitos está imune a ações de impeachment. Este abrange a responsabilidade político-administrativa, mesmo quando não se trata de 'crime' praticado pessoalmente."
Segundo o tucano, o dirigente que sofre um impeachment não necessariamente se transforma em réu. "Sua penalidade é deixar o cargo, por haver desrespeitado normas constitucionais, como no caso das pedaladas fiscais. Ao mesmo tempo, há a recessão econômica e a incapacidade de superar a conjuntura fiscal negativa."

COMPARAÇÕES

Para ele, a comparação que Dilma fez da discussão sobre o impeachment com a crise política vivida por Getúlio Vargas (1882-1954) foi infeliz.
"O forte da Presidente Dilma não é seu conhecimento da história. O pedido de impeachment de Getúlio se deu em um contexto de alta radicalização política, exacerbada pela Guerra Fria, que envolveu na briga as Forças Armadas e mesmo setores internacionais. Fazia-se crer que haveria a repetição no Brasil da República sindicalista do peronismo."
No caso de Dilma, ele afirma, seria mais apropriada a comparação com a experiência vivida pelo ex-presidente Fernando Collor, "quando as consequências da retenção dos depósitos bancários criaram uma exasperação na sociedade e a pouca habilidade do presidente em lidar com o Parlamento, associado a imputações de corrupção palaciana, levou o país a sustentar o impeachment".

LAVA JATO


O tucano também afirmou que a presidente Dilma, ao dizer em entrevista à Folha "há pontos fora da curva" na Lava Jato, tenta "diluir a gravidade dos fatos revelados" pela operação.
Para FHC, as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à forma como a apuração da Lava Jato está sendo conduzida cria um clima para que surjam ações para anular as provas da operação.
"Os acordos de colaboração constituem instrumentos legais aprovados pelo Congresso. Tentar desmoralizá-los cria um clima que favorece ações futuras de nulidade das provas por inconsistências processuais", afirmou.
O ex-presidente disse ainda que a carta em que advogados repudiam "abusos" na operação perde "peso pelo fato de muitos dos subscritores serem advogados dos acusados", podendo, segundo diz, "haver interesses menos nobres em sua sustentação".


Fonte: Folha de São Paulo / PB agora

UMA VIDA COM PROPÓSITOS

Rick Warren disse que se você quer saber por que está aqui neste planeta, você tem que começar com Deus. Você nasceu por seu propósito e para seu propósito. João Calvino começa as suas Institutas mostrando que o conhecimento do homem, sua origem e propósito só pode ser compreendido quando começamos com o conhecimento de Deus. Você não descobre o significado da vida, como muitos livros de auto-ajuda ensinam, olhando para dentro, mas olhando para o alto. O propósito da vida não está na especulação dos milhares de filósofos, mas na revelação divina. Você não é um acidente. Seu nascimento não foi um engano. Seus pais podem não ter planejado você, mas Deus planejou. Deus não ficou surpreso por seu nascimento, antes o esperou. Antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele planejou cada detalhe do seu corpo (Salmo 139). Deus determinou os talentos naturais que você possuiria e também sua personalidade. Deus determinou o tempo da sua vida sobre a terra. Deus determinou onde você nasceria: sua nacionalidade, filiação, temperamento, cultura. Sua nacionalidade não é arbitrária. Deus determinou como você iria nascer. Enquanto há pais ilegítimos, não há filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados por seus pais, mas foram planejados por Deus. Deus pensou em você antes de criar o mundo. Você foi criado para ser um mordomo de Deus.

Hernandes Dias Lopes

domingo, 24 de janeiro de 2016

Bolsonaro troca PP por PSC e deve disputar a Presidência em 2018

Militar da reserva, de 60 anos, entrará em um partido que é independente, ao contrário do PP que é da base

Bolsonaro troca PP por PSC e deve disputar presidência em 2018
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados / CP
Deputado federal mais votado no Rio de Janeiro e terceiro colocado no País, com 464,5 mil votos, Jair Bolsonaro (PP) é um dos parlamentares que mais, de forma estridente, faz oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff e ao PT.
Com o mesmo entusiasmo, marcado por ironias e comparações exageradas, ataca o casamento gay, o Estatuto do Desarmamento, a Comissão Nacional da Verdade, o Movimento dos Sem Terra (MST) e publicações sobre educação sexual e diversidade destinadas a crianças e adolescentes. Militar da reserva, de 60 anos, está a caminho do PSC, com a perspectiva de disputar a Presidência em 2018. O PP, partido atual, é da base de Dilma, mas tem vários parlamentares de oposição. O PSC já foi governista e tornou-se independente.
"Não vou disputar a prefeitura (em 2016) porque tenho medo de ganhar. Não sei como estão as finanças do Rio, imagina se eu, eleito prefeito, tiver que negociar com a Dilma presidente. Não dá", disse o deputado.
Na metralhadora verbal de Bolsonaro, sobram tiros também para o PSDB, maior partido de oposição. "O Estatuto do Desarmamento começou com Fernando Henrique Cardoso e eles também ajudaram na Comissão da Verdade. Nesses assuntos, o PSDB é genérico do PT. Eles são a favor, eu sou contra", declarou.
O deputado diz que votou para presidente nos tucanos Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, a quem critica pela aproximação com o MST. "É terrível. Ao reconhecer o valor do MST, Alckmin condenou o agronegócio. Se dependesse de mim, cada proprietário de terra teria um fuzil, porque a propriedade é um direito sagrado."
O estilo beligerante fica mais ameno quando o tema é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigado na Operação Lava Jato por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás e no Conselho de Ética da Câmara, por ter omitido ser beneficiário de contas bancárias na Suíça. Cunha se diz inocente de todas as acusações. O STF apreciará pedido do procurador geral da República, Rodrigo Janot, para que ele seja afastado do cargo.
"Cunha está em situação embaraçosa. Estou sendo elegante, o que não é do meu estilo", reconhece Bolsonaro, eleitor do peemedebista para presidente da Câmara. "Se tem corrupto é porque tem corruptor. Não pode só crucificar o Cunha. Se for para sair, primeiro as damas. Sai a Dilma Rousseff e depois o Cunha", disse. Procurado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", o Palácio do Planalto não quis comentar as declarações de Bolsonaro.



Fonte: Correio do Povo

Colômbia: o autoritarismo vaidoso de Santos e a cessão da Isagén

O equilíbrio estratégico do que a Colômbia necessita para seu desenvolvimento industrial e comercial foi rompido, pois ele fica agora nas mãos de um distante grupo canadense que não pensa na Colômbia nem em sua bio-diversidade.
O presidente Santos fez, de novo, o que queria. Cedeu a uma multi-nacional canadense, por um punhado de dólares, um elemento capital da independência energética da Colômbia. A venda da Isagén não foi só uma “privatização”, como pretende a claque governante. Essa venda, que inclui as caras instalações de cinco plantas hidrelétricas e uma térmica, mais de 11.000 hectares de bosques, lagoas e rica bio-diversidade (com 92 espécies ameaçadas ou em vias de extinção), é uma operação administrativa irresponsável que terá repercussões políticas. É, em última instância, o maior crime que um mandatário tenha podido cometer contra a autonomia industrial, social e climática de seu próprio país. 
Santos fez isso como faz com o resto dos temas de seu governo: sem ouvir ninguém, sem respeitar as opiniões das autoridades de controle, sem atender ao clamor popular e sem levar em conta as previsões mais elementares sobre o que exige o futuro elétrico do país. Fez, como está fazendo com o chamado “processo de paz”: de maneira autoritária e passando por cima de todos. 
Santos faz um e outro porque decidiu favorecer uma agenda pessoal, rechaçando de maneira displicente o que a Procuradoria Geral da Nação e a Controladoria Geral advertiram, fazendo caso omisso do que diziam os experts, os partidos e muitos congressistas e, sobretudo, o que explicava a oposição parlamentar, de esquerda e de centro-direita. Santos varreu de uma vassourada só o pronunciamento da Assembléia de Santander, as estimativas de veteranos dirigentes empresariais, as pesquisas de opinião e as ações massivas dos usuários (apagões e plantões de protestos). 
Há na linha de Santos sobre Isagén um frescor de ardente autoritarismo. O laço que unia teórica e sentimentalmente o mandatário com a nação, a crença de que este era o presidente de todos os colombianos, que ouvia argumentos, foi jogado à terra pelo interessado. El Mundo, de Medellín, disse com razão que a venda de Isagén “afetou a confiança do público na democracia das instituições republicanas”. 
Bom negócio fez a firma Brookfield Asset Management que, por apenas dois milhões de dólares, se apoderou de 57,6% das ações de Isagén, uma empresa em excelentes condições que vale o dobro e que, junto à EPM, produz 45% da eletricidade da Colômbia (só Isagén gera 16% da eletricidade que o país consome). Ao vendê-la assim, Santos deu de presente a este investidor mais de 500 milhões de dólares, como demonstrou Eduardo Sarmento Palacio em sua nota de 3 de janeiro passado. O equilíbrio estratégico do que a Colômbia necessita para seu desenvolvimento industrial e comercial foi rompido, pois ele fica agora nas mãos de um distante grupo canadense que não pensa na Colômbia nem em sua bio-diversidade, nem nas perturbações climáticas trazidas pelo fenômeno El Niño, senão nos interesse de seus acionários. 
Após esse passo, o que segue é o aprofundamento do caos santista: mais insolência e poderes especiais ao chefe de Estado, mais bonapartismo caprichoso e míope, mais amargura da população, mais aumentos de impostos, agravamento dos índices de corrupção no setor da construção e, sobretudo, maior manipulação das consciências mediante a agitação da utopia da paz com as FARC armadas e entronizadas na vida política. 
Santos impôs sua linha inepta de ceder a Isagén (a perda patrimonial com essa operação é evidente pois a rentabilidade dela é muito superior à das futuras rodovias), com o pretexto de melhorar a rede viária nacional. Porém, Fabio Echeverri, ex-presidente de Ecopetrol, assinalou com cifras na mão que esse plano de construção de vias se podia fazer sem alienar Isagén. Na realidade, Santos optou por essa venda apressada ante sua falta de liquidez para financiar os acordos de co-governo com as FARC. Desafortunadamente, a oposição de centro-direita, apesar de sua militância parlamentar abnegada, constante e lúcida, porém algo desorganizada, foi incapaz de unir e mobilizar o país em torno de uma palavra-de-ordem (Não à venda da Isagén) e fechar a passagem a essa bofetada. 
Esse triunfo de Santos sobre a oposição é um mal presságio para a nova contenda política que vem entre Santos e o país: a do plebiscito de aceitação ou rechaço dos escandalosos “acordos de paz” entre o governo e o bando narco-terrorista FARC. A oposição uribista será capaz de ir além de seu eleitorado para mobilizar as maiorias patrióticas em uma frente com uma só palavra-de-ordem: votar NÃO no plebiscito contra a paz de Santos, quer dizer, contra uma falsa paz sem justiça e sem sistema democrático?

ESCRITO POR EDUARDO MACKENZIE para o site mídia sem máscara  | 24 JANEIRO 2016

Tradução: Graça Salgueiro