Radio Evangélica

domingo, 4 de outubro de 2015

A vida em função a politica do coitadismo invadindo o que é alheio

Perto da empresa em que trabalho tem um prédio onde funcionava um hotel no passado e hoje está invadido por alguns “oprimidos” e ”vitimas da sociedade”. Onde cada quarto do mesmo mora um família.
Quando passo por ele fico olhando algumas gravuras e inscrições nos muros desse prédio, que por sinal está bem deteriorado. As inscrições falam: a luta por moradia, mais escola para o nosso povo, a força do povo e coisas do tipo se colocando na posição de coitadinhos e oprimidos que estão lutando por dignidade. E olhando os arredores do prédio não vejo nada relacionado a trabalho, como: a força do trabalho ou o trabalho dignifica o homem.
Olhando mais afundo para alguns moradores dessa invasão uma coisa notória lá é o trafico e o uso de drogas.
Outra coisa que me informaram é sobre a existência de certa regra lá para quem quiser morar nesse prédio. Segundo quem me informou se alguém quiser um quarto têm que tirar do bolso aproximadamente cinco mil reais. O mais irônico são os defensores desse pessoal criticar os donos de propriedades os chamando de capitalistas que exploram o trabalhador, latifundiários e todo aquele discurso bonito para defender os oprimidos que lutam por dignidade. Por que não critica esse que cobra um dinheiro para pessoas moraram em um lugar que nem dele é? E qualquer momento ele pode sair junto com esse que pagou para ele.
Outras coisas que vejo ao passar por esse prédio são algumas coisas controversas. Vejo umas TVs que quase ocupam praticamente todo os minúsculos quartos do hotel. Até antena de tv por assinatura tem nessa invasão. Pergunto-me será que esse povo é coitadinho mesmo?
Invadir o que é alheio e falar que luta por moradia é fácil. Quero ver acordar logo cedo ir trabalhar para lutar por dignidade e consequentemente por moradia.
O pior é que não se vê incentivo de algum órgão governamental que leve esse povo a buscar emprego a única coisa que fazem é ensinarem a serem cada vez mais dependentes do governo usando a politica do coitadismo.
Não busca melhorar de vida apenas viverem nessa vida e como consequência levando os filhos a isso também.
Querem o peixe, mas não querem pescar o mesmo, já querem pescado e se vier tratado e cozido ótimo. Só correm atrás do mais não querem derramar suor para conseguir algo.
Termino com a pergunta: o que esperar de um País onde a politica do coitadismo é incentivada pelo Governo?


Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista)
Tags: Invasão, Coitadismo

sábado, 3 de outubro de 2015

Cássio critica reforma ministerial e alega boicote a Manoel Júnior

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse, em entrevista concedida à rádio Clube de Campina Grande, que a reforma ministerial anunciada pela presidente Dilma Rousseff nesta sexta, não passa de um “remendo político que visa apenas angariar mais alguns votos na Câmara Federal para que seja interrompido o processo de impeachment do mandato dela”.
Segundo Cássio, o governo do PT perdeu toda a credibilidade após todas as mentiras ditas nas eleições e só pensa no seu projeto de manutenção de poder, “inclusive distribuindo ministérios sem se importar com a qualificação técnica dos seus ocupantes, apenas para agradar parte da bancada do PMDB”.

Ele destacou que a única noticia boa que poderia ser dada aos paraibanos, que seria a nomeação do deputado federal Manoel Junior para o Ministério da saúde, foi boicotada por políticos locais que pressionaram a presidente para não nomear o paraibano, numa repetição da prática política mesquinha que impera no Estado atualmente.

O governo perdeu a credibilidade, pois foi eleito a partir de propostas absolutamente impossíveis de serem cumpridas e as pessoas se sentem enganadas a partir dos sucessivos aumentos de energia elétrica, gás de cozinha, combustíveis, além da inflação que volta a atormentar a sociedade e o desemprego preocupa ainda mais a sociedade.

Campina Grande O senador externou a sua preocupação com o nível de abandono por parte do governo do Estado com a cidade a partir da greve da Universidade Estadual da Paraíba que já dura 4 meses sem que aja sequer a abertura de um diálogo sério por parte do governo do Estado. Ele conclamou a sociedade organizada a cobrar de maneira firme a retomada das aulas da UEPB que prejudica mais de 20 mil alunos e pela importância na educação e na economia da Paraíba e de Campina Grande em particular.

Transposição  - Cássio lembrou que desde que assumiu o mandato no Senado Federal tem sido uma voz constante na cobrança da conclusão da obra de transposição do Rio São Francisco. Desde 2011 que já cobrava aos governos federal e estadual que tomassem providências que visassem o controle da água que existia naquele ano em Boqueirão. “Fui à Agência Nacional das Águas para cobrar providências ainda em 2012 onde cobrei a atuação da Instituição o manejo adequado da água de Boqueirão”.

Cássio destacou que é preciso uma verdadeira ação de guerra com todos os envolvidos tendo como missão essencial à conclusão das obras de transposição.

Ele voltou a criticar a insegurança que impera em Campina Grande e cobrou que o governador contrate, conforme promessa feita na campanha, os habilitados da Polícia Militar para que o grave problema de efetivo seja pelo menos diminuído e que Campina Grande tenha um contingente policial de acordo com o seu tamanho, “temos atualmente um efetivo da Polícia Militar da Paraíba menor que o existente em 2008”, lamentou.

Justiça Eleitoral O senador paraibano também cobrou celeridade nos processos que pedem a cassação do mandato do governador e que se arrastam sem sequer conseguir realizar audiências para ouvir testemunhas. “Enquanto tive o mandato cassado em apenas 7 meses numa sessão que durou 40 minutos, os muitos processos que comprovam o abuso de poder econômico durante as eleições de 2014, sequer consegue ter uma simples audiência de oitiva de testemunhas”, lamentou.



Fonte: Parlamento PB

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Atirador de massacre nos EUA tinha como alvo cristãos

Mídia ignora ódio religioso e foca debate no acesso a armas

O massacre na Faculdade Comunitária Umpqua, no Estado do Oregon, entra para a história como mais uma tragédia sem sentido. Como é comum nesses casos, horas depois das mortes, diferentes informações sobre o atirador vão surgindo.
Sabe-se que seu nome era Chris Harper Mercer e tinha 26 anos.  A polícia não tem dado detalhes sobre as investigações, mas fez buscas na casa onde vivia. Também falou com seus familiares e amigos.
O presidente Obama fez um pronunciamento, onde descartou a possibilidade de ter sido um ato de terrorismo. Aproveitou para reiterar que gostaria de ver um controle maior na venda de armas nos Estados Unidos. Rapidamente, esse se tornou o foco da mídia e o antigo debate acaba ocupando grande parte dos noticiários. Este foi o 45º ataque com vítimas em instituições de ensino nos EUA somente em 2015.
Contudo, o jornal New York Post relata que Mercer tinha um algo bastante específico em mente. Segundo testemunhas, Mercer perguntava a religião de suas vítimas.  Em mais de uma sala de aula o atirador mandou todos deitarem no chão. Depois, pedia para as pessoas se levantarem e dizerem suas religiões.
Aos que afirmavam ser cristãos, avisava que iriam “ver a Deus em um segundo”. Em seguida, disparava contra suas cabeças.  Quem dizia ser de outra religião, recebia tiros nas pernas.
O desprezo de Chris Harper pelo cristianismo fica evidenciado por suas opções reveladas em um perfil na internet. Aparentemente, ele era ateu e colecionava armas e artigos nazistas.
Oficialmente foram nove vítimas e quase duas dezenas de feridos. Mercer foi a décima.


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

PF indica dinheiro da Petrobras como doação para Dilma

Troca de mensagens sugere que repasses da empreiteira UTC à campanha eleitoral do PT foram "resgatados" de dinheiro desviados da estatal
Mensagens enviadas por celular pelo dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, e um executivo do grupo, no final de julho de 2014, sugerem que as doações da empreiteira para a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff estavam relacionadas ao recebimento de valores dos contratos que ele detém na Petrobras, revela análise feita pela Polícia Federal com base em material anexado aos autos da Operação Lava Jato.

Em um dos trechos do material analisado pela PF, um subordinado de Pessoa na UTC sugere que repasses da empreiteira à campanha eleitoral do PT foram "resgatados" de dinheiro desviados da Petrobras. Neste mês, o Supremo Tribunal Federal determinou a abertura de um inquérito para investigar o ministro Edinho Silva (chefe da Secretaria de Comunicação Social), que foi o tesoureiro da campanha da presidente no ano passado.

A troca de mensagens indica que o chefe de gabinete de Edinho Silva, Manoel Araújo Sobrinho, foi a ponte de cobrança desses valores, pagos em duas parcelas. Às 10h33 do dia 29 de julho de 2014, quando já estava valendo o calendário oficial da campanha eleitoral, Walmir Pinheiro, um dos executivos da UTC, escreve para o Pessoa: "RP, vc acha que eu devo ligar para o contato que o bovino religioso passou???."

A Polícia Federal não identificou quem seria "bovino religioso". Porém, duas horas depois, Ricardo Pessoa responde que esteve com um interlocutor, cujo nome foi ocultado por tarja no documento da PF, e passa as orientações de quem procurar e o valor "acertado": "A pessoa que você tem que ligar é Manoel Araújo tel: 16 (...). Acertado 2.5 dia 5/8 (até) e 2.5 até 30/8. Ligue para ele que está esperando. O problema é bem maior. Me dê resposta."

Coincidentes

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há o registro de duas doações de R$ 2,5 milhões para a campanha de Dilma em datas coincidentes com as comunicações de Ricardo Pessoa e o subordinado dele na UTC. Uma doação ocorreu no dia 5 de agosto, como indicado por Pessoa, e outra do dia 27 de agosto, três dias antes do combinado.

Do total de doações que a UTC fez nas eleições de 2014 - R$ 52,2 milhões, a campanha da petista recebeu R$ 7,5 milhões. Houve um terceiro repasse de R$ 2,5 milhões no dia 22 de outubro. O nome de Manoel Araújo caiu no radar da Lava Jato quando foram encontrados os registros de doação da UTC. Em um deles, o nome do chefe de gabinete aparece como contato do comitê da campanha de Dilma e o nome do ministro Edinho Silva, como responsável pela emissão do recibo. Em um dos registros, anotado à caneta, consta: "2.500 - 05/08 / 2.500 - 30/08?". Um dos números de telefone de contato de Araújo é o mesmo da mensagem mandada por Pessoa ao seu executivo, com código de área 16. O outro é o telefone do comitê da campanha presidencial, em Brasília.

A análise dos equipamentos apreendidos com os executivos da UTC mostra ainda que no dia 24 de julho de 2014, Pessoa recebeu um e-mail de um interlocutor agendando encontro no comitê da campanha presidencial em Brasília, às 11h do dia 29 - quando se dá a troca de mensagens. O nome do interlocutor da agenda marcada está encoberto com tarja pela PF, bem como o nome da presidente Dilma Rousseff, porque eles não podem ser investigado pela Justiça na primeira instância.

Petrobras

Às 15h23, duas horas e meia após ser orientado por Pessoa a procurar Manoel Araújo, o executivo da UTC escreve para o chefe. "Já estive com ele. Abrs". Os dois então seguem a troca de mensagens sobre os valores a serem pagos. "Ele pensa que é 5, mas é 4. Ele me pediu 1. Então só dei 1. Contorne ai pois ainda tem rescaldo", orienta Ricardo Pessoa.

O executivo da UTC sugere então o abatimento de valores doados e também relaciona os pagamentos à entrada de dinheiro da "PB", que, para a PF, é a sigla usada por eles para citar Petrobras. Walmir Pinheiro foi preso com Pessoa em 14 de novembro de 2014, alvo da 7ª fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final. "RP, posso resgatar o que fizemos de doações esta semana?? Tá pesado e não entrou um valor da PB que estava previsto para hj, +/- 5mm", pergunta o executivo. O dono da UTC concorda: "Ok pode. Você não resgatou nada ainda certo?".

Segundo a análise dos investigadores, os resgates poderiam ser a compensação de valores pagos em propina. "Esta semana já foi 6,35 de contribuição e não resgatamos nada". Pessoa fez acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Ele confessou ter repassado valores de propina para o PT e citou 18 políticos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Fonte: www.istoe.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Após reunião com Dilma, Ricardo diz que a Paraíba aguarda R$ 375 milhões

O governador Ricardo Coutinho se reuniu, na manhã desta quarta-feira (30), com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, junto com os demais governadores do PSB, Rodrigo Rollemberg (DF) e Paulo Câmara (PE). Na oportunidade, o governador paraibano reafirmou a necessidade dos estados ter novas linhas de crédito internacionais para dar continuidade às grandes obras, principalmente as obras de infraestrutura hídrica.
No caso específico da Paraíba, o governador Ricardo Coutinho afirmou que a Paraíba necessita de verbas no valor de US$ 375 milhões que estão sendo aguardados através do Bird (Banco Interamericano de Desenvolvimento), além de outras instituições financeiras e organismos internacionais, para serem investidos também em estradas e obras hídricas. Sobre esses empréstimos há uma grande expectativa dos governadores.
Ainda no que diz respeito à Paraíba, Ricardo Coutinho aproveitou para reafirmar o pedido de liberação imediata de recursos para obras hídricas no valor de R$ 35 milhões por mês, para que o governo possa, a cada medição das obras, dar andamento à execução dos projetos de obras importantes como o Canal Acauã/Araçagi, reconstrução da Barragem de Camará e de sistemas adutores, a exemplo de Boqueirão. Enfim, obras de grande importância que possam atenuar os efeitos da seca no Estado.
Após ouvir os governadores, a presidente Dilma Rousseff disse que estudos e análises serão realizados para em seguida fazer a inclusão dos pleitos para repasse no orçamento do próximo ano (2016).

Fonte: MaisPB


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Os esquerdistas roubam e querem sair como heróis

Se tem algo que essa turminha que está sendo investigada e seus militantes sabem fazer é querer mostrar o roubo dos outros para falar quem roubou mais ou roubou menos e até mesmo para justificar o fato de ter roubado.
Mas o que mais me chamou atenção foi apelar para denunciar o Juiz Sergio Moro sob alegação que ele recebe bem acima do teto. O que mais se viu nos últimos dias foram alguns sites, que não tem nada de tendencioso são abertamente apoiadores desses corruptos, mostrando o alto salário do referido Juiz. O interessante é que o salário do Juiz está abertamente no site www.transparencia.mpf.mp.br e esses “investigadores” e “moralistas” vieram “denunciar” logo agora e o site que o denuncia mostra que tem mais de um recebendo acima do teto. Por que será que foca apenas Sergio Moro? E por que não o denunciaram antes? Ou será que é porque não se contentam simplesmente porque o Juiz vai colocar um bando de ladrão da nação na cadeia?
E todo o roubo na lava jato foi escondido e só está sendo descoberto por causa das delações premiadas. E ainda por cima Moro esta recebendo o salário dele e não está roubando nada de ninguém, pelo contrário da turminha da lava jata ou como diz um site os “meninos” da lava jato.
E como a quadrilha queria roubar em paz ficou com raiva quando tudo veio a tona e além de mostrar que não roubaram só, mostrando que membros de partidos “opositores” estiveram juntos no roubo, também querem denegrir a imagem do Juiz.
Até mentira em relação à esposa dele falaram, com insinuações de que ela já teria advogado para o partido da oposição e depois dessas acusações ela publicou em seu twitter e o print da publicação segue abaixo:



Uma pergunta aos senhores “moralistas”: Apontando o roubo dos outros e mostrando que roubou mais ou menos vai inocentar seus aliados?
Esquerdistas são fieis aos ensinamentos de Lenin mesmo e seguem ao pé da letra a frase:
“Fomentem a corrupção e denuncia-a e acuse os outros do que você faz”.
Já que tentando denegrir a imagem de Moro não deu certo o Supremo aparelhado resolveu fatiar a Operação Lava Jato e com isso a possibilidade da mesma chegar ao fim aumente e os bandidos irão sair como coitadinhos e heróis pelos seus seguidores. E como nesse Brasil as coisas só funcionam a favor do bandido vejo a possibilidade de esses bandidos e seus seguidores continuarem denegrindo a imagem de Moro o colocando na posição de bandido.
E para piorar tudo o Juiz e seus familiares estão sendo ameaçados. Esse é o Brasil: a quadrilha está no poder roubando e não quer ser incomodada. Assim como foi com Joaquim Barbosa está sendo com Sergio Moro.
O pior de tudo é ver gente defendendo essa quadrilha com a velha desculpa: “o partido tal fez pior, ou o partido tal roubou mais que esse”.


Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista) 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Brasília - Com sua saída do governo dada como certa para ceder espaço a um nome do PMDB, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, considera que o atendimento público de saúde pode entrar em colapso no próximo ano, por falta de dinheiro. "Estando eu à frente do Ministério da Saúde, ou qualquer outro gestor público, com mais ou menos experiência, com mais ou menos compromisso, o que se aponta é uma situação inadministrável."
Para Chioro, aprovado o Projeto da Lei Orçamentária da forma como foi enviado ao Congresso, os recursos para pagar despesas hospitalares, ambulância e atendimentos médicos chegariam ao fim em setembro de 2016, deixando três meses descobertos. "Essa é uma situação que nunca foi vivida pelo Sistema Único de Saúde nos seus 25 anos. Ela aponta para um verdadeiro colapso na área", frisou.
Na prática, de acordo com Chioro, as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), Samus, hospitais, prontos-socorros, transplantes, serviços de hemodiálise, serviços de análises clínicas não terão recursos para funcionar. As Santas Casas, as prefeituras e os governos estaduais não terão condições de colocar em funcionamento a operação de serviços sem três meses de repasses.
A causa deste quadro é um subfinanciamento estrutural. Chioro destaca que o sistema de saúde ainda vive um processo de expansão de oferta, com impacto significativo no custeio, com incorporação de novas tecnologias, mudança do perfil epidemiológico, por exemplo. E há um desafio imediato, de se lastrear R$ 9 bilhões para média e alta complexidade, equivalente a 10% do orçamento reservado para a pasta. "Há, em parte da opinião pública e dirigentes de várias esferas de governo, uma percepção de que o problema da saúde é de gestão e que melhorando a qualidade da gestão é possível resolver a questão do financiamento. Defendo, sem dúvida, aprimorarmos a forma como cada centavo na área de saúde é gasto. Mas o subfinanciamento é inquestionável." 
Umas das alternativas apresentadas por ele ao governo foram a possibilidade de reestruturação do uso de recursos do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) e mudanças na destinação de recursos de custeio. 
Chioro avalia que o esforço feito por ele de colocar na pauta de discussão nacional a necessidade de um sistema de financiamento para a Saúde não se reflete no Projeto de Lei Orçamentária. E reiterou que qualquer gestor que estiver à frente do Ministério da Saúde enfrentará uma situação inadministrável. "Eu me sinto na responsabilidade de alertar. Fiz isso no Conselho Nacional de Saúde, na Comissão Intergestores Bipartite. Não posso ser omisso. Os problemas vão aparecer a partir de outubro do ano que vem."
Sobre a negociação de seu cargo pelo Palácio do Planalto em troca de maior apoio ao governo no Congresso, ele disse que vai continuar como ministro até o último segundo. "Quem tem experiência de gestão pública sabe que o cargo não depende dele." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Lígia Formenti

Vimos no: Noticias Uol
Foto: Internet

domingo, 27 de setembro de 2015

Empregador doméstico começa a recolher o FGTS a partir de outubro.

Os empregadores domésticos terão que recolher, a partir de outubro, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras obrigações de seus empregados. Para facilitar o recolhimento, a Receita Federal oferecerá um sistema que permite o pagamento das contribuições sociais em único boleto.
O próprio sistema fará todos os cálculos das contribuições previdenciárias, do Imposto de Renda Retido na Fonte, se o empregado ganha acima de R$ 1.903, e do FGTS, informou a Receita Federal. Basta apenas que o empregador preencha os valores nos campos indicados na guia eletrônica que estará disponível na homepage da Receita Federal.
De acordo com o Fisco, a guia não limitará o número de pessoas incluídas pelo empregador doméstico na guia, sendo que a obrigatoriedade é a partir da competência outubro, que tem vencimento no dia 7 de novembro.
O recolhimento do FGTS, uma novidade para os empregados domésticos, está na Lei Complementar nº 150 , que regulamentou a Emenda Constitucional 72 – resultado da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Domésticas. Pela lei, o governo foi obrigado a criar o Simples Doméstico, que assegurará o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes valores de 8% a 11% de contribuição previdenciária, dependendo do salário do empregado, 8% de contribuição patronal previdenciária para a seguridade social, a cargo do empregador doméstico, 0,8% de contribuição social para financiamento do seguro contra acidentes do trabalho, 8% de recolhimento para o FGTS, 3,2% para o fundo de demissão por justa causa e o imposto sobre a renda retido na fonte os trabalhadores que ganham acima de R$ 1.903,99.
As mudanças na legislação estabeleceram a igualdade de direitos e os trabalhadores domésticos que passaram a contar com o seguro-desemprego, com o adicional noturno e a indenização em caso de demissão sem justa causa, entre outros. A jornada do emprego doméstico passou também, por lei, a ser de 8 horas diárias e 44 horas semanais, com direito a receber pelas horas extras trabalhadas. Outra novidade, a multa pela demissão sem justa causa. O empregador deverá depositar, mensalmente 3,2% do valor do salário numa espécie de poupança, que deverá ser usada para o pagamento da multa dos 40% de FGTS. Caso a demissão seja por justa causa, o dinheiro retornará para o empregador.
O governo tem um projeto para unificar cada vez mais o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados conhecido como eSocial , numa ação conjunta com a Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério da Previdência (MPS), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Secretaria da Receita Federal, além do Ministério do Planejamento. No portal, o módulo para o empregador doméstico está indisponível temporariamente para que sejam feitas as adequações à nova lei que concedeu os mesmos direitos para os trabalhadores domésticos.

Fonte: Agencia Brasil

Imagem:  Internet

sábado, 26 de setembro de 2015

“Ricardo não precisa de desculpa para romper, é da natureza dele não honrar compromissos”, afirma Adalberto Fulgêncio

O secretário de Articulação Política da Prefeitura Municipal de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio (PSD), ironizou nesta sexta-feira (25) as declarações do governador Ricardo Coutinho para justificar o rompimento do PSB com a gestão Luciano Cartaxo (PSD). De acordo com ele, o socialistas estão tentando culpar Cartaxo pelo fim da aliança firmada na eleição do ano passado, onde o apoio do prefeito foi decisivo para a reeleição do governador.
“Essa é uma posição natural de Ricardo. Ele rompeu com o PT para ser candidato a prefeito, depois rompeu com José Maranhão e fez aliança com Cássio Cunha Lima para ser governador. Depois rompeu com Cássio e voltou a se aliar com o PT para ser governador. Ricardo Coutinho sempre toma a posição mais cômoda para atingir os objetivos dele. A história do governador Ricardo Coutinho sempre foi marcada pelo senso de oportunidade, nunca vi uma liderança política na Paraíba que tenha o senso de oportunidade tão afinado”, disparou Fulgêncio. “Ricardo não precisa de desculpa para romper, é da natureza dele não honrar compromissos”.
Na avaliação do secretário, toda a Paraíba já sabia que o governador e o PSB desejavam provocar o rompimento para tentar disputar a eleição de 2016. De acordo com ele, os sinais ficaram claros, logo no final de 2014, quando Ricardo e o partido dele rejeitaram o convite para compor a gestão Luciano Cartaxo. Desde então, parlamentares e subordinados de Coutinho se revezam na imprensa tentando desqualificar o trabalho na prefeitura.
“Primeiro foi a recusa, depois uma série de deputados e secretários começaram a fazer críticas de natureza exagerada à gestão e à pessoa do prefeito Luciano Cartaxo, nunca quiseram dialogar, e eu digo isso porque fui responsável pela intermediação entre os dois grupos, então é uma série de atos por parte do governador e do partido que já sinalizavam o rompimento”, finalizou o secretário.

Fonte: Assessoria / Portal do Litoral

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

André Gadelha critica União e diz que prefeituras assumiram programas federais

O prefeito de Sousa, André Gadelha (PMDB), também assumiu uma postura crítica ao governo de Dilma Rousseff (PT) e está determinado em pressionar a União por mais recursos para cobrir despesas, especialmente nas áreas da Saúde e Educação. O peemedebista participa de mobilização na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta quinta-feira (24), que reúne prefeitos de todo o estado para protestar contra o corte de repasses. 
- Os municípios estão tendo que bancar os programas federais, fora os parcelamentos de dívidas de gestões passadas que assumimos e que diminuem a arrecadação junto ao INSS. Vamos preparar a "Carta Paraíba" e fazer com que este documento chegue nas mãos da presidente Dilma sobre o motivo dessa mobilização no estado. 
Na manhã de hoje, a ALPB, através da Frente Parlamentar Municipalista, realizou uma audiência pública com prefeitos de municípios paraibanos para debater sobre questões atinentes ao corte de recursos por parte do Governo Federal e a atual crise financeira do país.

Fonte: Parlamento PB