Radio Evangélica

terça-feira, 21 de julho de 2015

Pasmem:Relator Da Idade Penal Quer Aborto De Bebês Com ‘Tendências Criminais’

Relator do projeto para reduzir a maioridade penal, o deputado Laerte Bessa (PR-DF) afirmou que pessoas já nascem com índole criminosa e, nesses casos, devem ser impedidos de nascer. “Um dia, chegaremos a um estágio em que será possível determinar se um bebê, ainda no útero, tem tendências à criminalidade – e se sim, a mãe não terá permissão para dar à luz”, disse o parlamentar, referindo-se ao que poderia ser feito no futuro com o avanço da tecnologia. As informações são da Revista Fórum, que replicou reportagem do jornal inglês The Guardian.
Na mesma reportagem, Bessa também afirmou que ainda não está satisfeito com a aprovação da Câmara para redução da idade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Novamente, mostra sua visão do futuro: “Em vinte anos, reduziremos para 14, depois para 12″, disse.

O texto do The Guardian destaca falas do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre o “terrível” sistema prisional brasileiro e ressalta que nossa população carcerária é a quarta do mundo, perdendo apenas para os EUA, China e Rússia.
O jornal destacou que a elevação do nível de encarceramento no Brasil envolve primordialmente o aumento de prisões por tráfico de drogas, exemplificando com o caso do homem enquadrado como traficante por portar 0,02g de maconha.


Fonte e fotos: Click Monteiro

domingo, 19 de julho de 2015

Os esquerdistas e suas contradições em relação a elite opressora

Eu estava olhando como a maioria dos que discursam (em sua maioria são políticos filiados a partidos comunista/socialistas que se intitulam partidos de esquerda) contra a elite e a favor dos pobres e oprimidos e são contra o capitalismo são verdadeiros hipócritas pois pregam aquilo que não vivem.
Durante as campanhas eleitorais no decorrer dos anos vi vários desses defensores dos pobres com seus belos discursos contra o capitalismo. Falando que o capitalismo é opressor e tudo aquilo. De repente estou trabalhando em um bairro nobre de João Pessoa e me deparo com um desses indivíduos com seu carro importado entrando em um condomínio de luxo. Ao ver a cena pensei: morando em um bairro opressor, em um condomínio opressor e dirigindo um carro produzido por uma montadora opressora.
Outro dia eu estava trabalhando em outro bairro de luxo de João Pessoa vejo em uma casa a bandeira do MST, não sei se a casa é alugada ou é própria, mas se for alugada é capaz do proprietário em breve ter problemas com esse morador. Mas o que mais me chamou atenção foi alguém morando naquele bairro apoiando o MST. Um defensor da causa Sem Terra morando em um bairro da elite opressora.
Dias depois vejo outro postando fotos nas redes sociais tomando Whisky em um restaurante localizado nos Estados Unidos. Tomando um Whisky opressor, em um restaurante opressor num País onde o capitalismo opressor reina.
Conversando com um amigo meu que estudou em uma escola privada ele me falou que foi aluno de um desses que faz o discurso contra a elite e contra o capitalismo opressor. E ele ensinando numa escola opressora.
Sem falar que nas universidades há professores que são adeptos desse discurso e muitos deles moram nos bairros mais luxuosos de João Pessoa e seus veículos são dos mais luxuosos, sem falar que usam smartphones, notebooks e computadores das melhores marcas.
Essa é a realidade dos esquerdistas. Criticam o capitalismo “opressor” falando mal dos Estados Unidos, enaltecem o comunismo/socialismo falando bem de Cuba mas querem viver como americanos.

Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista do DOJAE)


Tags: Comunismo, Socialismo, Capitalismo Opressor, Elite

sábado, 18 de julho de 2015

Renan afaga Cunha e Temer e anuncia 'meses nebulosos'

O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros, fez afagos ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e ao vice-presidente Michel Temer e anunciou que os próximos meses serão "nebulosos". "Não diria que será um agosto ou setembro negro, mas serão meses nebulosos, com certeza, com a concentração de uma agenda muito pesada. Cabe a nós resolvê-la", disse Renan, em pronunciamento transmitido pela TV Senado na noite desta sexta-feira, 17.
A fala dele foi gravada na tarde de sexta-feira, logo após Cunha ter anunciado o rompimento com o governo em entrevista coletiva. O próprio Renan, que desmarcou uma entrevista marcada para o mesmo horário do presidente da Câmara, disse ter uma "excelente" relação com o colega, tendo atuado junto para "otimizar" os trabalhos do Legislativo.
Ao destacar que o PMDB não será coadjuvante e irá em busca do protagonismo, Renan também elogiou Michel Temer pela importância que tem tido no momento de instabilidade do país. Disse não ser "oráculo" para profetizar o desfecho da crise e afirmou que a aprovação popular da presidente Dilma Rousseff - a quem não citou nominalmente ao longo dos 15 minutos de programa - "dispensa comentários".
Sobre as discussões de impeachment, afirmou que o PMDB não defenderá soluções à margem da legalidade e criticou mais uma vez o ajuste fiscal sem crescimento, que é "cachorro correndo atrás do rabo". Ao negar envolvimento com a Operação Lava Jato, frisou ainda que atuará com isenção numa eventual recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Veja os principais trechos do pronunciamento.
Segundo semestre
No segundo semestre devemos avançar na pauta federativa, na reforma política e na reforma do ICMS. Teremos um semestre difícil, concentrando agendas sensíveis, dificuldade na economia, análise de vetos, CPIs, Lei de Responsabilidade das Estatais, Autoridade Fiscal e apreensões com os indicadores econômicos. Não diria que será um agosto ou setembro negro, mas serão meses nebulosos, com certeza, com a concentração de uma agenda muito pesada. Cabe a nós resolvê-la.
Relação com a Câmara
Tenho uma excelente relação com o presidente da Câmara e nesse semestre atuamos conjuntamente a fim de otimizar os resultados do Legislativo. Conseguimos. Um exemplo foi a Lei de Responsabilidade das Estatais, que acho muito importante para a transparência e controle social das empresas públicas. Ele tem sido um bom presidente da Câmara, implementando um ritmo de votações. Acho que a atuação dele, a sua independência, colaborou muito para este momento do Congresso Nacional.
Julgamento das contas
É preciso aguardar a manifestação do Tribunal de Contas da União que, salvo engano, ocorrerá em agosto. Até lá, tudo não passará de especulação, probabilidades que não serão, como todos sabem, bons orientadores.
Desfecho da crise
É triste e nos cabe reverter a situação e vemos que várias portas estão se fechando para o governo. (...) Na opinião pública, a aprovação popular (da presidente Dilma Rousseff) dispensa comentários. Temos uma crise política, uma crise econômica e também uma crise de credibilidade, porque o sistema é presidencialista. Não acho que as crises se retroalimentem. Percebo aqui no Congresso Nacional que o insucesso da economia e o desgaste que provocaram acabam contaminando o segmento política. Não tenho oráculo para profetizar o desfecho desta crise, muito menos o tempo de sua duração, mas estamos na escuridão, assistindo a um filme de terror sem fim e precisamos de uma luz indicando que o horror terá fim.
PMDB
Vejo com muita naturalidade a pretensão do PMDB (de ter candidatura própria em 2018). A razão de ser de qualquer agremiação partidária é conquistar o poder pelo voto em nome das teses e programas que defende. O PMDB não pode, no entanto, sucumbir ao aparelhamento, não é inteligente fazer isso. Vejo com felicidade que o PMDB refuta ser coadjuvante e vai em busca do protagonismo. Não somos defensores de soluções marginais que estejam à margem da legalidade. O poder é conquistado nas urnas, no convencimento do eleitor, na credibilidade que passam as propostas e os programas de governo. Legitimidade é um conceito inafastável do poder.
Michel Temer
Paciência e perseverança são virtudes capazes de transformar a realidade. Esses são tributos inquestionáveis do vice-presidente Michel Temer. O Michel é um homem prudente, da conciliação, do diálogo que está sendo importante para este momento de instabilidade do país. Digo isso com a isenção de quem já divergiu dele e de quem já o apoiou.
Ajuste fiscal
Os resultados do ajuste são modestos, muito aquém do prometido. No presidencialismo, o Congresso não pode recusar sempre as ferramentas que o chefe de governo de serem imprescindíveis para fazer face a crise. O poder do Congresso Nacional é buscar alternativas para melhorar a vida das pessoas. Agora, cabe ao Congresso Nacional cobrar resultados. Ele é insuficiente, tacanho, até aqui, quem pagou a conta foi o andar de baixo. Esse ajuste sem crescimento econômico é cachorro correndo atrás do rabo, circular, irracional e não sai do lugar. É enxugar gelo até ele derreter. É preciso cortar, cortar ministérios, cortar cargos comissionados, enxugar a máquina pública, fazer a reforma do estado e ultrapassar de uma vez por todas essa prática superada da boquinha e do apadrinhamento.
Economia
O Congresso, majoritariamente, é refratário, a aprovar mais tributos e impostos. A sociedade já está no seu limite suportável, no limite suportável da contribuição com o aumento de impostos, tarifaços, inflação e juros. Não vamos concordar com a asfixia da sociedade. Enquanto o governo continuar perdulário e não alterar a sua postura diante das cobranças para diminuir gastos. Estamos no momento aterrador de inflação, desemprego e juros acima de dois dígitos. Uma retração na economia que vai agravar o desemprego. Enfim, o ajuste fiscal está mesmo se revelando um desajuste social. Por quê? Porque o ajuste é um fim em si mesmo. Ele nem aponta, nem sinaliza, nem indica, nem sugere quando e como o país voltará a crescer. Ele verdadeiramente ameaça as conquistas socioeconômicas obtidas com tanto sacrifício.
Lava Jato
Reitero o que disse desde o primeiro dia da investigação. Todos devem responder às demandas da Justiça, particularmente os homens públicos. A diferença está na qualidade das respostas e as que me cabem responder, prestarei todas as vezes que a Justiça me solicitar, à luz do dia. Em relação a mim, é como um disco arranhado, ventilador repetitivo, sem nenhum fato novo, sobre a alegação de uma terceira pessoa foi apontada como intermediário, o deputado Aníbal Gomes. Tenho a dizer que eu nunca o autorizei, credenciei qualquer pessoa a falar em meu nome, em qualquer lugar, o próprio deputado desmentiu em todas as oportunidades.
Rodrigo Janot
Eu sou presidente do Senado Federal e me comportarei com a isenção que o cargo recomenda. A indicação é uma faculdade da presidente da República e a sua aprovação ou não é uma prerrogativa dos senadores e das senadoras. Não posso, não tenho como nem vou predizer o que vai acontecer, nem o que não vai acontecer.


Fonte: Estadão
Vimos no Yahoo
Foto: Reprodução

quinta-feira, 16 de julho de 2015

"Obama é o 1º presidente americano em exercício a visitar um presídio"


Barack Obama se converteu nesta quinta-feira no primeiro presidente em exercício dos Estados Unidos a visitar uma prisão, a penitenciária de El Reno, em Oklahoma, centro-sul do país.
Sua visita busca lançar luz sobre o fracasso de um sistema penal e carcerário que se encontra entre os mais caros e superpopulosos do mundo.
As estatísticas falam por si: com 2,2 milhões de presos em todo o país, os Estados Unidos têm mais homens e mulheres atrás das grades do que 35 países europeus juntos, e muito à frente do número de detidos na China e na Rússia.
Durante a visita ao presídio de El Reno, Obama defendeu, entre outras medidas, sentenças mais justas e uma maior integração social dos ex-presidiários.


Fonte: www.istoe.com.br

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Política continua a contaminar a economia


A política continua a contaminar a economia. Em resposta à Politeia, nova fase da Operação Lava Jato que investiga o envolvimento de parlamentares em esquemas de desvios de recursos, deputados e senadores pretendem derrotar o governo em futuras votações no Congresso.
Nos bastidores, há relatos de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tenta impedir o avanço de importantes medidas do governo na área econômica. Por exemplo: as propostas do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de regularizar dólares ilegais no exterior que pertencem a brasileiros e de unificar a alíquota do ICMS, principal tributo estadual. Esses temas já sofrem bombardeio na Câmara e podem não ser votados logo, como o governo deseja.
Nesta quarta, Cunha afirmou que seu partido quer distância do PT. Já o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que estuda medidas judiciais contra a Politeia.
Em resumo, a nova fase da operação Lava Jato desorganizou ainda mais a base de apoio do governo Dilma Rousseff. E isso traz reflexos negativos sobre a economia.
Na avaliação do governo e da oposição, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não escorregou em nenhuma casca de banana em seu depoimento à CPI da Petrobras.
Questionado a respeito da acusação de escutas ilegais na cela de Alberto Youssef, delator da operação Lava Jato, Cardozo disse que o ato será “gravíssimo” se ficar comprovado que foi irregular. Como as investigações ainda estão em curso, não há uma conclusão a respeito do grampo na cela do doleiro.
O ministro da Justiça negou ter tratado da Operação Lava Jato em encontros no exterior com o procurador-geral da República Rodrigo Janot e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.
O depoimento de Cardozo mostra que a CPI tem dificuldade para avançar em relação ao trabalho de investigação da Justiça, do Ministério Público e da Polícia Federal. A comissão se tornou mais um palco de embate político.


Fonte: www.blogdokennedy.com.br

terça-feira, 14 de julho de 2015

China declara “ciberguerra”

O Exército Popular de Libertação da China comunista tornou público que entraria na “guerra digital”, registrou a revista Atlantico.
O pretexto alegado foi que “forças hostis do Ocidente e uma minoria de traidores ideológicos” apontados com o dedo são “inimigos” que usam a Internet para atacar o Partido Comunista Chinês.

Para tentar compreender esta “declaração de guerra” com argumentos tão confusos, a revista entrevistou o Prof. Emmanuel Lincot, do Institut Catholique de Paris, especialista em história política e cultural da China contemporânea.
Na verdade, a projetada guerra do Exército chinês através dos canais da Internet é bem conhecida. Sua fabulosa “Muralha de Fogo” virtual já censura, hostiliza e sabota as informações na rede mundial, com especial foco nas comunicações chinesas.
A publicação militar veio apenas reconhecer o fato. Mas, por que fazê-lo agora? 
Segundo o especialista Emmanuel Lincot, o uso da ciberguerra é pregado abertamente pelos estrategistas maoístas desde a Guerra do Golfo. Especialmente no livro A guerra fora dos limites, de Qiao Liang e Wang Xiangsui (La guerre hors limites, Paris, Rivages, 2003).
O objetivo sempre foi desmantelar a vantagem dos EUA nesses meios de comunicação e implantar a hegemonia ideológica maoísta.
A iniciativa chinesa transforma um terreno cultural de livre troca de informações e ideias num campo de guerra “híbrida”, onde recorre à sedução psicológica e ao assédio subreptício e deletério dos usuários. 
A China entende que a rede planetária permite que um participante se transforme em beligerante e então emprega sorrateiramente meios de sugestão nunca antes imaginados. 
Para a China, a ciberguerra tem objetivos muito concretos: controlar as informações, sobretudo as que podem acessar seus súditos, confundir os adversários, e garantir interesses vitais de domínio mental e controle policial dos dissidentes nas áreas controladas pelo regime.
A China e os EUA tiveram encontros periódicos para controlar a cibersegurança. Mas nada disso interessa à China.
Está na natureza profunda de um regime autoritário julgar-se eximido de qualquer limitação para consolidar sua ditadura.
O anúncio da ciberguerra chinesa aconteceu num momento em que o regime dá extraordinários sinais de debilidade, empreende expurgos maciços nas fileiras do Partido e acentua as perseguições contra os cristãos identificados como dissidentes.
O próprio Exército Popular corre o risco de ser expurgado internamente, de onde a denúncia de “traidores ideológicos” que estariam minando o regime. 
Segundo Lincot, uma cortina de ferro numérica já desceu sobre a China. Baidu e Huawei são dois grandes grupos informáticos dependentes de Pequim que baniram o Google e outros gigantes ocidentais.
Os efeitos políticos foram imediatos. A censura fez da Revolução dos pára-sóis no Taiwan e dos guarda-chuvas em Hong Kong, duas desconhecidas no continente vermelho. 
Um gigantesco dispositivo de peneiragem da informação funciona de uma ponta a outra da China. O Estado-Partido vive obcecado por fantasmas após a queda da URSS.
O enrijecimento chinês na esfera virtual pode ter consequências nefastas na economia mundial. Hoje há 2 bilhões de internautas, 5 bilhões de celulares e 5 trilhões de dólares em propriedade intelectual. Se isso passar a ser alvo de uma sabotagem com intenções ideológicas, o estrago será incontável.
Roger Faligot calculou que o Exército vermelho formou 40 mil especialistas na manipulação das ciberarmas. Os ataques podem partir de simples computadores com programas especiais, enlouquecer mercados, empresas, exércitos, redes sociais, sabotando ou divulgando informações desestabilizadoras. 
Em outubro 2014, segundo a empresa de segurança Novetta, corroborada pela FBI, o programa chinês Axiomhavia atingido 43 mil computadores em seis anos. 
Nessa fase, o programa visou o furto de informações para conseguir cumprir o plano quinquenal em matéria de meio-ambiente, energia e defesa. O programa continua sob Xi Jinping, que pensa em reforçá-lo no campo cultural.
A China visa prioritariamente instalar “desinformações úteis” à sua imagem em Universidades, mídia, indústrias da imagem e da música. 
Esse estratagema pode revelar-se mais insidioso do que a própria ameaça terrorista brutal e primitiva. A Europa deveria tomar medidas rápidas e eficazes, sobretudo em matéria de inteligência econômica, diz Lincot.
Precisamos proteger absoluta e urgentemente nossas universidades, nossa indústria cultural, porém não fazemos isso, deplora o especialista.
A China não visa  restringir a Internet para os seus cidadãos. Pelo contrário, trabalha para difundi-la até nas mais remotas províncias. O que ela quer é manipular as informações que essa rede passa, a fim de modelar e controlar as mentes e para isso é necessário que todos tenham conexão e depositem seus dados na rede.
Os dirigentes do Partido Comunista Chinês chamam isso de “garantir a coesão nacional”: que todos pensem como o Big Brother de Pequim quer que pense.
O socialismo chinês aspiraria obter assim o que Mao não conseguiu chacinando cem milhões de intelectuais e proprietários: que desapareçam as desigualdades naturais pela extinção dos pensamentos desiguais.
Para o comunismo maoísta igualitário isso é uma “guerra” decisiva, que corresponde à lógica e ao vocabulário marxista-leninista, mas que não deve ficar clara para suas vítimas atuais ou potenciais.
E isso não é um objetivo só para atingir o interior da China; é para o mundo inteiro. 
No Ocidente eles aguardam muito da pregação contra as desigualdades e contra a pobreza. 
Especialmente quando esse trabalho ideológico não é feito em nome do comunismo explícito, mas da religião, da teologia ou dos direitos humanos.





Vimos no site: http://www.midiasemmascara.org/

domingo, 12 de julho de 2015

Família, torna-te aquilo que és!

Na família, nenhum papel é descartável. Não existe ex-marido, não existe ex-esposa, não existe ex-filho. O vínculo é eterno.


A família está no centro das grandes discussões mundiais. Não é por acaso que o Papa Francisco resolveu dedicar as tradicionais audiências de quarta-feira, ao longo de todo este ano, justamente a esse tema. A Igreja, como perita em humanidade, não só pode como deve intervir neste debate tão caro à sociedade. A instituição familiar passa por uma crise sem precedentes na história. Recentemente, assistimos perplexos à aprovação do so called "casamento" gay em duas nações de antiga tradição cristã: Irlanda e Estados Unidos. Que estaria na origem de tudo isso? Como os cristãos podem reagir a essa mudança de valores que, a princípio, parece incontrolável?
A primeira coisa a reconhecer, para nossa tristeza, é o fracasso das famílias no que se refere ao testemunho das virtudes evangélicas e humanas. O "casamento" gay é apenas a ponta do iceberg. O problema vai muito além das uniões entre pessoas do mesmo sexo. Quando os heterossexuais, desgraçadamente, aceitaram a proposta do divórcio como uma via legítima de solução para os conflitos entre marido e mulher, eles simplesmente abriram caminho para que outros parceiros sexuais reivindicassem seus "direitos" civis. Explicamos: ao tornar-se um contrato, o matrimônio deixou de ser um vínculo indissolúvel para converter-se em uma espécie de prestação de serviços com prazo de validade. Tem mais. Com o advento dos métodos contraceptivos, os relacionamentos ficaram reduzidos ao prazer — não se casa mais para ter filhos e formar família; casa-se por puro desejo sexual. Assim, quando terminam as paixões, terminam também os casamentos. Essa é a grande tragédia familiar da atualidade. A lógica do "casamento" gay foi criada pelos heterossexuais.
No capítulo 11 do segundo volume de sua famosa obra A sociedade humana, o sociólogo Kingsley Davis faz uma importante distinção entre o que ele chama de grupos primários e grupos secundários.Grupos primários, segundo Davis, seriam aqueles cujas funções são permanentes. Um pai, por exemplo, sempre exercerá sua paternidade, ainda que esteja morto. O filho lembrar-se-á dele e de suas lições por toda a vida. Trata-se de algo insubstituível. O grupo secundário, por outro lado, já não possuiria a mesma dinâmica. Para Davis, nos grupos secundários estariam as relações empresariais, políticas e administrativas — funções evidentemente descartáveis. Um empresário pode ser substituído por outro mais competente e assim por diante. O primeiro grupo estaria marcado por relações virtuosas; o segundo, pelas disputas de poder.
Bingo. O divórcio e a mentalidade contraceptiva transformaram a família em um grupo secundário. Essa mudança, ardilosamente programada por militantes como Kingsley Davis, está na raiz da crise familiar à qual assistimos hoje [1]. Não existem mais ambientes virtuosos. Tudo resume-se ao conflito, às disputas de poder, ao bem-estar pessoal. Notem: as famílias estão resolvendo seus conflitos na delegacia. Esposos brigam por propriedades. Filhos ameaçam os pais com a anuência de estatutos, conselhos e ideólogos. Marido, mulher e filhos tornaram-se descartáveis, graças à obsessão materialista.
Há poucos dias, a imprensa comemorava uma suposta aprovação do Papa Francisco ao divórcio. Diziam: "Finalmente a Igreja abre os olhos para o mundo moderno". É preciso esclarecer duas coisas. Primeiro, o Santo Padre falava de situações de risco à família, quando, por exemplo, um dos cônjuges age de forma violenta. Ora, em tais situações — explica o Catecismo —, "a Igreja admite a separação física dos esposos e o fim da coabitação" [2]. Como se pode ver, Francisco não disse nada de novo ou revolucionário. Isso já era ensinado pela Igreja há muito tempo. Somente pessoas ignorantes ou de má fé podem interpretar as palavras do Papa de outro modo. Segundo, o fim da coabitação — como evidencia o Santo Padre logo depois da "polêmica" declaração — não significa o término do vínculo matrimonial. Ao contrário, diz Francisco, "graças a Deus não faltam aqueles que, apoiados pela fé e pelo amor aos filhos, testemunham a sua fidelidade em um vínculo no qual acreditaram, embora pareça impossível fazê-lo reviver" [3].
Porém, é claro que a mídia soltaria fogos com uma aprovação da Igreja ao divórcio. Infelizmente, a maior parte dos jornalistas é partidária dessa mentalidade materialista. Vejam o que é exaltado nas capas de revistas e de jornais. Percebam o interesse vil com que se noticiam traições e términos de casamentos. Avaliem a maneira como a rotatividade nos relacionamentos é celebrada por esses meios de comunicação. E é mais do que óbvio que, em uma sociedade baseada apenas nos interesses financeiros e sentimentais, surgiriam outros modelos de vivência sexual. Como lhes negar o reconhecimento civil? Como dizer que não se trata de família?
A salvação da família passa, evidentemente, pela retomada dos valores essenciais do sacramento do matrimônio. Digamos com clareza: a família deve voltar a ser um grupo primário, na qual estejam presentes as virtudes da humildade, da magnanimidade e, sobretudo, da caridade. Uma família necessita do dom do perdão, do saber compreender as fraquezas do outro, no intuito de ajudá-lo a crescer. Isso supõe um comprometimento indissolúvel. "Só a atração recíproca", como explica São João Paulo II, "não pode ter estabilidade e, portanto, está facilmente, se não de maneira fatal, exposta a extinguir-se" [4]. O amor conjugal é, ao contrário, "essencialmente um empenho para com a outra pessoa, empenho que se assume com um preciso ato de vontade" [5]. Resumindo: uma família deve caminhar junta para o céu.
Na família, nenhum papel é descartável. Não existe ex-marido, não existe ex-esposa, não existe ex-filho. O vínculo é eterno. Uma só carne. Compreender isso faz-se essencial para a cura das famílias. Família, torna-te aquilo que tu és!
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

2.    Catecismo da Igreja Católica, n. 1649.
3.    Francisco, Audiência Geral, 24 de junho de 2015.
4.    João Paulo II, Discurso ao Tribunal da Rota Romana, 21 de janeiro de 1999, n. 3.
5.    Idem.


Fonte: padrepauloricardo.org

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Número de refugiados nunca foi tão grande

O Alto Comissariado para os Refugiados (ACNUR) afirma em relatório que, atualmente, o mundo tem o maior número de refugiados. O número chega a 59,5 milhões.
Daniel, um dos analistas de perseguição da Portas Abertas, explica: “O número em si é impressionante, mas não é uma surpresa, já que o número de conflitos também cresce a cada dia, em todo o mundo, forçando as pessoas a fugirem de seus países ou se deslocar para regiões fronteiriças”. 
Relatos sobre os refugiados são notícia em todo lugar, seja na Europa ou na Ásia. Mas a imprensa sequer menciona os reais motivos que, na maioria das vezes, são por perseguição religiosa. Cristãos são perseguidos na Síria ou no Iraque. Há conflitos entre cristãos e muçulmanos da Nigéria, Eritreia e Somália. Daí o grande número de refugiados, mas não há sequer uma estimativa sobre os motivos e a forma como muitos tiveram que fugir.
Segundo o especialista, esta é uma omissão perigosa, pois não possibilita que as organizações internacionais, como a ONU, encontrem as soluções para os casos. Se não houver uma compreensão mais aprofundada desses casos, em especial os que se relacionam com a perseguição religiosa, a situação em todo o mundo dificilmente vai melhorar. 
Outras fontes revelam que entre as 20 guerras mais mortais acontecendo hoje, mais de 70% dos países estão na Classificação da Perseguição Religiosa.


Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Por que a China vai implodir

Durante um período de apenas dois anos, 2011 e 2012, o qual representou o ápice da tão aclamada "agressiva política de estímulos" do governo chinês em resposta à recessão do mundo desenvolvido, a China consumiu mais cimento do que os EUA consumiram durante todo o século XX!
Esse fato insano tem de ser corretamente digerido. Eis uma maneira de colocar as coisas em suas devidas proporções.
Pense em todo o processo de urbanização ocorrido nos EUA ao longo dos últimos 100 anos. Pense na construção de todos os edifícios comerciais, de todos os prédios residenciais, de todas as casas, de todos os arranha-céus, e de todos os shoppings que adornam as milhares de cidades americanas da costa leste à oeste.
Pense também na construção de toda a infraestrutura do país, desde as simples ruas e avenidas das cidades até as grandiosas represas Hoover, TVA e Grande Coulee, passando por toda a malha de rodovias, aeroportos, portos, rodoviárias, estações de trem, de metrô. Pense em todos os estádios de futebol americano, de beisebol, de basquete, de hóquei; em todos os auditórios e estacionamentos que já foram construídos no país.
Todo o volume de cimento gasto nesse processo de 100 anos foi o mesmo que a China gastou em dois anos.
O resultado? Cidades completamente vazias.
A China não é apenas mais uma economia emergente que vivenciou um forte crescimento e que, agora, está momentaneamente se esforçando para conter seus excessos.
Não.
A China é uma grotesca aberração econômica, cujo modelo econômico simplesmente não tem semelhança a nenhum outro modelo econômico já adotado por algum outro país em algum momento da história — nem mesmo ao modelo mercantilista de estímulo às exportações originalmente criado pelo Japão, e que já se comprovou insustentável.
O governo chinês está nas mãos de um grupo de velhos comunistas que foram criados sob o regime de Mao. Eles acreditam em planejamento central, ainda que de uma maneira mais diluída. Eles enviaram seus jovens mais inteligentes para estudar economia nas universidades americanas. Esses jovens retornaram para a China keynesianos.
A economia chinesa é hoje uma mistura maluca de empreendedorismo de livre mercado, de investimentos subsidiados e dirigidos pelo Banco Central, de mercantilismo keynesiano, e de planejamento central comunista. Trata-se de um acidente monumental que está na iminência de acontecer.
A China é uma nação que, em decorrência de uma monumental bolha de crédito, incorreu em uma insana mania especulativa direcionada majoritariamente para a construção civil.
As implicações desse endividamento (todo crédito é um endividamento) e dessa especulação imobiliária estão sendo resolutamente ignoradas por analistas que ainda estão iludidos pela noção de que a China criou um modelo econômico singular chamado "capitalismo vermelho".
Quando a dívida total (pública e privada) de um país explode de US$1 trilhão para US$25 trilhões em apenas 14 anos, isso não é capitalismo, nem mesmo vermelho.
Trata-se de insanidade monetária conduzida pelo estado.
Quando as construções pararem — seja porque os preços inflados dos imóveis estão caindo ou porque a expansão creditícia não mais será capaz de continuar sustentando a bolha —, a implosão será trovejante.
A produção de cimento pode cair dos atuais 2 bilhões de toneladas por ano para meros 500 milhões; o consumo de aço irá despencar proporcionalmente; frotas industriais de caminhões de cimento e de transporte de aço ficarão ociosas; a demanda por pneus, por componentes de motores, e por combustível para caminhão irá evaporar; empreendedores que fornecem os serviços que suprem este gigantesco fluxo de cimento e aço irão à bancarrota; os apartamentos vazios -- ainda chamados de "investimentos" -- em posse de seus proprietários serão inúteis.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino


Religiosos pedem que judeus voltem para Israel

O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo. Suas mensagens mais recentes são claras e inequívocas: a vinda do Messias é iminente. Ele está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Ele tem feito eco aos escritos do rabino Yitzchak Ben Tzvi, que escreve extensivamente sobre o final dos tempos. São vários os rabinos que começaram a defender nos últimos anos que os sinais proféticos são claros.
Kanievsky decretou que é uma “Mitzvah Dioraita”, ou seja, um mandamento bíblico voltar para Israel agora. Vem informando a vários sites que desde a guerra do verão passado em Gaza a expectativa é que o momento dessa vinda do Messias seria: “No final do ano sabático”.
O atual ano sabático no calendário judeu se encerra no dia 29 de Elul, que para o restante do mundo será o sábado, 12 de setembro de 2015.
Existem relatos de respostas ao apelo do rabino Kanievsky em várias comunidades ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos.
Judeus da França começaram a chegar em Israel em massa este ano, estimulados pelo convite do primeiro-ministro israelense Netanyahu. Nos últimos anos, 7.000 judeus franceses voltaram para Israel. O Ministério de Absorção de Imigrantes espera mais de 3.000 judeus franceses neste verão.
Alguns cristãos especializados no estudo de profecias vêm apontando para setembro deste ano como um mês que trará “sinais no céu”. No dia 13 ocorrerá um eclipse solar parcial, coincidindo com o início da “Festa das trombetas”.
Já no dia 23, durante a Festa dos Tabernáculos, ocorrerá o fenômeno da Superlua – a lua nunca esteve tão próxima da Terra. E mais, essa será a quarta Lua de Sangue.
O teólogo e pastor Mark Biltz vem dando palestras no mundo todo sobre o que ele que são os sinais claros deixados por Deus nos céus e na terra. A aparição da “primeira lua de sangue” na Páscoa de 2014, marcou o início de um cumprimento profético.
Descendente de judeus, ele passou anos estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, que seriam a comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus. Com informações de Breaking Israel News e Israel National News

Fonte: Gospel Prime