Radio Evangélica

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Oposição pede cassação imediata de Donadon; governo quer esperar decisão final do STF


A oposição na Câmara dos Deputados anunciou nesta segunda-feira (2) que irá pedir ao presidente da Casa, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ele determine a perda imediata do mandato de Natan Donadon (ex-PMDB-RO). O anúncio foi feito após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso conceder liminar que suspendeu a decisão da Câmara em manter o mandato de Donadon.
A decisão de Barroso não implica na perda do mandato de Donadon, mas suspende a decisão do Legislativo até que o mérito da ação seja julgado pelo plenário do Supremo, o que ainda não tem data para ocorrer.
O líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), disse que vai se reunir com Alves e pedir que ele declare a perda do mandato do deputado, que está preso há dois meses no Complexo da Papuda (DF) após ser condenado pelo Supremo a 13 anos por peculato (desvio de recursos públicos) e formação de quadrilha.
"Essa liminar fala por si só. O presidente da Câmara tem de agarrar essa possibilidade e imediatamente declarar a perda de mandato do deputado Natan Donadon", disse Sampaio, que é autor do mandado de segurança acatado na decisão de Barroso. Para o tucano, Alves errou ao levar a cassação do plenário e, diante da decisão de hoje do STF, deve corrigir o erro.
O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), também defendeu a posição do PSDB e disse que vai ingressar com requerimento cobrando que a Mesa Diretora declare a perda do mandato. Bueno afirmou levará a proposta para debate na reunião de líderes de amanhã (3).
O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder do governo na Câmara, disse que a Casa precisa aguardar a decisão do plenário do STF antes de tomar qualquer decisão.
Chinaglia afirmou que a atual composição do STF, inclusive com o ministro Barroso, já decidiu que cabe à Casa, Câmara ou Senado, votar a perda do mandato. Ele se refere ao caso do senador Ivo Cassol (PP-RR), condenado pelo Supremo em processo relacionado a licitações públicas no tempo em que foi prefeito de Rolim de Moura (RO).
"Não compactuaria com decisão que apequenasse a Câmara, ainda que ela própria tenha se apequenado", afirmou o petista.

domingo, 1 de setembro de 2013

O Pecado para a Morte e a Blasfêmia contra o Espírito Santo


.
Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Não são poucos os pregadores de linha pentecostal que ameaçam os críticos das atuais "manifestações espirituais" de cometerem o pecado sem perdão, a blasfêmia contra o Espírito Santo. Mas, será? O pecado para a morte é mencionado por João em sua primeira carta: 

"Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue (5.16c)".

A morte a que João se refere é a morte espiritual eterna, a condenação final e irrevogável determinada por Deus, tendo como castigo o sofrimento eterno no inferno. Todos os demais pecados podem ser perdoados, mas o “pecado para morte” acarreta de forma inexorável a condenação eterna de quem o comete, a ponto do apóstolo dizer: "e por esse não digo que rogue". E o apóstolo continua:

"Toda injustiça é pecado, e há pecado não para a morte (5.17; cf. 3.4)".

João não está sugerindo que a distinção entre pecado mortal e pecado não mortal implique na existência de pecados que não sejam tão graves assim. Todo pecado é contra o Deus justo, contra a sua justiça. Portanto, todo pecado traz a morte, que é a penalidade imposta por Deus contra o pecado. Mas, para que seus leitores não fiquem aterrorizados, João repete: há pecado não para morte(5.17b). Nem todo pecado é o pecado mortal. Há perdão e vida para os que não pecam para a morte. O Senhor mesmo convida seu povo a buscar o perdão que ele concede (Is 1.18).

O que, então, é o pecado para a morte? O apóstolo João não declara explicitamente a que tipo de pecado se refere. Através dos séculos, estudiosos cristãos têm procurado responder a esta pergunta. Alguns têm entendido que João se refere à morte física, e têm sugerido que se trata de pecados que eram punidos com a pena de morte conforme está no Antigo Testamento (Lv 20.1-27; Nm 18.22). Não adiantaria orar pelos que cometeram pecados punidos com a morte, pois seriam executados de qualquer forma pela autoridade civil. Ou então, trata-se de pecados que o próprio Deus puniria com a morte aqui neste mundo, como ele fez com os filhos de Eli (2Sm 2.25), com Ananias e Safira (At 5.1-11) e com alguns membros da igreja de Corinto que profanavam a Ceia (1Co 11.30; cf. Rm 1.32).

A Igreja Católica fez uma classificação de pecados veniais e pecados mortais, incluindo nos últimos os famosos sete pecados capitais, como assassinato, adultério, glutonaria, mentira, blasfêmia, idolatria, entre outros. Este tipo de classificação é totalmente arbitrário e não tem apoio nas Escrituras.

A interpretação que nos parece mais correta é que João está se referindo à apostasia, que no contexto de seus leitores, significaria abandonar a doutrina apostólica que tinham ouvido e recebido e seguir o ensinamento dos falsos mestres, que negava a encarnação e a divindade do Senhor Jesus. “Pode-se inferir do contexto que este pecado não é uma queda parcial ou a transgressão de um determinado mandamento, mas apostasia, pela qual as pessoas se alienam completamente de Deus” (Calvino).

Trata-se, portanto, de um pecado doutrinário, cometido de forma voluntária e consciente, similar ao pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo, cometido pelos fariseus, e que o Senhor Jesus declarou que não haveria de ter perdão nem aqui nem no mundo vindouro (cf. Mt 12.32; Mc 3.29; Lc 12.10). Em ambos os casos, há uma rejeição consciente e voluntária da verdade que foi claramente exposta.

No caso dos leitores de João, a apostasia seria mais profunda, pois teriam participado das igrejas cristãs, como se fossem cristãos, participado das ordenanças do batismo e da Ceia, participado dos meios de graça. À semelhança dos falsos mestres que também, antes, tinham sido membros das igrejas, apostatar seria sair delas (2.19), e se juntar aos pregadores gnósticos e abraçar a doutrina deles, que consistia numa negação de Cristo.

Tal pecado era “para a morte” por sua própria natureza, que é a rejeição final e decidida daquele único que pode salvar, Jesus Cristo. “Este pecado leva quem o comete inexoravelmente a um estado de incorrigível embotamento moral e espiritual, porque pecou voluntariamente contra a própria consciência” (J. Stott).

É provavelmente sobre pessoas que apostataram desta forma que o autor de Hebreus escreveu, dizendo que “é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia” (Hb 6.4-6). Ele descreve essa situação como sendo um viver deliberado no pecado após o recebimento do pleno conhecimento da verdade. Neste caso, “já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários” (Hb 10.26-27). Este pecado é descrito como calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança com que foi santificado e ultrajar o Espírito da graça (Hb 10.29), uma linguagem que claramente aponta para a blasfêmia contra o Espírito e a negação de Jesus como Senhor e Cristo (ver também 2Pd 2.20-22, onde o apóstolo Pedro se refere aos falsos mestres).

Não é sem razão que o apóstolo João desaconselha pedirmos por quem pecou dessa forma.

Alguém pode perguntar se Deus fecharia a porta do perdão se pessoas que pecaram para a morte se arrependessem. Tais pessoas, porém, não poderão se arrepender. Elas não o desejam. E além disto, o Senhor determinou sua condenação, a ponto de João não aconselhar que oremos por elas. “Tais pessoas foram entregues a um estado mental reprovável, estão destituída do Espírito Santo, e não podem fazer outra coisa senão, com suas mentes obstinadas, se tornarem piores e piores, acrescentando mais pecado ao seu pecado” (Calvino).

Notemos que nestes versículos João não chama de “irmão” aquele que peca para a morte. Apenas declara que há pecado para a morte e que não recomenda orar pelos que o cometem. É evidente que os nascidos de Deus jamais poderão cometer este pecado.

Portanto, não se impressione com as ameaças de pastores do tipo "você está blasfemando contra o Espírito Santo" se o que você estiver fazendo é simplesmente perguntando qual a base bíblica para cair no Espírito, rir no Espírito, a unção da leoa, e outras "manifestações" atribuídas ao Espírito Santo.

***


sábado, 31 de agosto de 2013

Governo do DF Vai Contratar chaveiro por R $ 3,8 Milhões


O Governo do Distrito Federal TEM Medo de porta arrombada, todo Tipo de porta.
Acaba de Lancar pregão, parágrafo dia 3 de Setembro, e reservou uma modesta Quantia de R $ 3.886.654,67 (ISSO MESMO!) Parágrafo Serviços de chaveiro.
O SERVIÇO de chaveiro Será, Prestado parágrafo 75 Órgãos da Administração. A Subsecretaria de Planejamento, Mariana Delgado, explica: o valor E hum teto, Nao significa Que Sera TODO executado, EO PREÇO PODE baixar according to como Propostas apresentadas.
Ganha o contract uma Empresa Que apresentar o Menor PREÇO parágrafo ata com Prazo de hum Ano de Serviço, comeu Setembro de 2014.
O felizardo Será, acionado, Por Exemplo, parágrafo trocar Fechaduras de Portas de imóveis, de Carros, confeccionar Chaves de Cofres mensagens codificadas.
"Fizemos UMA Ampla Pesquisa de Preços no Mercado, com sete Empresas ', Diz a Subsecretaria. A Última ata de Preços-Referência de para o SERVIÇO E de 2011, mas ELA Localidade: Não informou o valor.

Por Leandro Mazzini

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Câmara mantém mandato de deputado preso; Pr. Silas comenta



A Câmara dos Deputados deu mostras de que esqueceu a agenda positiva e manteve na noite desta quarta-feira (28) o mandato do deputado Natan Donadon, que foi condenado por formação de quadrilha e peculato, e está preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Numa sessão que foi esticada para tentar recolher o maior número de votos, faltaram 24 votos para cassar o mandato do deputado. Foram 233 a favor da cassação, 131 contra e 41 abstenções. Eram necessários, no mínimo, 257 votos. Donadon, que foi autorizado pela Justiça a se defender em plenário, ajoelhou-se e rezou, com as mãos para cima, logo após saber do resultado.
Apesar da vitória na votação, Donadon não poderá exercer o mandato. Dizendo-se constrangido com o resultado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), mandou convocar o suplente de Donadon, Amir Lando (PMDB-RO), em caráter de substituição enquanto durar o impedimento do titular. Alegou que, por estar preso, Donadon não poderá cumprir as funções de parlamentar. Alves foi elogiado pelos poucos parlamentares que ainda estavam em plenário.
Primeiro deputado condenado em último instância, Donadon saiu de camburão da Penitenciária da Papuda para fazer pessoalmente sua defesa no plenário da Câmara. Às 23h15m voltou para cadeia algemado no mesmo camburão, mas ainda com o mandato. “Agradeço a Deus. A justiça está sendo feita”, afirmou Donadon ao deixar o plenário.
A reação foi imediata. “A Câmara dos Deputados está de luto”, disse o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). “É um terrível constrangimento. Devemos apressar a aprovação do voto aberto, para não salvarmos futuros deputados”, disse Sérgio Zveiter (PSD-RJ), relator do processo e que pediu a cassação de Donadon.
Alves anunciou que só vai voltar a pôr outro processo de cassação em votação depois de aprovado o projeto que acaba com o voto secreto.

Sessão constrangedora
Quando chegou ao plenário, no início da sessão, Donadon adotou tom religioso. O deputado-presidiário evocou Deus, disse que não é ladrão e que nunca roubou um centavo. Diante dos olhares constrangidos de alguns colegas, o deputado, num longo discurso, descreveu sua situação na cela da Papuda, queixou-se da falta de água e do vaso sanitário. O parlamentar reclamou também que foi obrigado a seguir algemado do presídio para a Câmara e na parte de trás do camburão, e ainda chegou a mandar aos colegas um recado dos presos, que reclamam da qualidade da comida na penitenciária.
A votação começou às 20h30m. Incomodado com baixo quorum, Alves decidiu dar maior prazo para que os parlamentares comparecessem ao plenário e estendeu a votação até as 23h. Às 22h, o painel registrava 405 votantes. No início da sessão, 469 parlamentares tinha marcado presença. Até as 23h, ninguém mais votou.
Donadon saiu da Papuda com autorização da Vara de Execuções Penais de Brasília, assinada pelo juiz Ademar Vasconcelos. Quando foi agendada a votação em plenário, a Câmara formalizou um pedido ao juiz para ingressar na Papuda e notificar pessoalmente Donadon.
Nesse mesmo documento, Alves solicitou que o juiz, se julgasse possível, adotasse as providências cabíveis caso Donadon tivesse interesse em se defender pessoalmente. A sessão começou com a acusação do relator, Sérgio Zveiter. Ele disse que não era uma situação agradável: ”Foi uma ação criminosa, um assalto aos cofres públicos. Vivemos um momento histórico, e a sociedade tem o direito de impedir que essa impunidade se alastre”.
Da tribuna, Donadon implorou para não tirassem seu mandato, alegando que sua família passa por dificuldades financeiras. Também acusou o MP de seu estado de só enviar ao STF provas que o condenavam, não as que o absolviam.
Ele contou até que, para terminar o banho de ontem, precisou recorrer a garrafinhas de água de um colega preso.
Donadon é acusado de, em 1997, fazer parte de uma quadrilha que desviou mais de R$ 8 milhões quando era diretor financeiro da Assembleia Legislativa de Rondônia.
O deputado afirmou, ainda, que quem foi condenado como chefe de quadrilha, na ação, pegou seis anos de cadeia.
Donadon fez um apelo final aos deputados: “Amigos deputados, amo minha profissão, amo fazer política. Quantas pessoas culpadas estão soltas por aí?! Pelo mais sagrado, não desviei nada. Deus sabe que sou inocente. Não sou louco de pagar ninguém sem nota fiscal. Não sou ladrão, nunca roubei nada. Por favor, peço a esta Casa que me absolva. Esta Casa é independente. A verdade libertará”.
Quando se esgotaram os 25 minutos a que Donadon tinha direito para se defender, o Henrique Alves pediu que ele encerrasse. Nesse momento, houve uma reação de parte dos deputados que estavam no plenário: “Deixa ele falar! Deixa ele falar!”, gritavam vários colegas.
Após o discurso, Donadon ficou num canto do plenário, cercado por familiares e alguns deputados. Comeu um sanduíche e tomou um suco. Com o plenário esvaziado, pediu a palavra de novo para transmitir recado dos presos da Papuda aos políticos: “Pediram-me para falar sobre a alimentação, que é muito ruim. Peço às autoridades que olhem para isso. Lá não é marmitex. É chamado de xepa. Não é de boa qualidade. Eu também sinto isso, tenho síndrome de intestino irritado”, disse.
No plenário, enquanto aguardava o resultado da votação, Donadon foi encorajado por colegas. O deputado Marcos Rogério (PDT-RO) disse a ele que não haveria os 257 votos necessários para a cassação de mandato.
Antes da sessão, no plenário, o parlamentar foi se encontrar com a família, que estava numa das laterais do plenário. Ele abraçou a filha Rebeca e pediu perdão. Abraçou também o filho caçula, Nathan, que chorava muito. A mulher, Rosângela, e ex-assessores estavam presentes.
A Advocacia Geral da União (AGU) entrou no mesmo dia com ação de reintegração de posse do apartamento funcional da Câmara cedido a Donadon (sem partido-RO) e que ainda está sendo ocupado por sua família.
Poucas horas antes de Donadon ir ao plenário se defender, sua defesa entrou com mandado de segurança no STF pedindo que a Corte anule o ato da Mesa Diretora da Câmara que suspendeu seu salário, verba de gabinete e determinou também a devolução do apartamento.

Pr. Silas comenta:
É estarrecedor e vergonhoso para a sociedade brasileira ver um deputado condenado pela instância superior (STF), e ainda a Câmara de Deputados ter que votar se vai cassá-lo ou não. QUE VERGONHA!
A condenação em última instância encerra qualquer discussão, pois como um representante do povo, condenado por roubo, pode continuar em seu cargo? A própria Constituição já prevê perda de cargos públicos para os condenados em última instância, onde não cabe mais recurso. Isto é um ensaio da “banda podre” do Congresso Nacional sinalizando o que pretendem fazer com os deputados condenados no mensalão, onde o STF está analisando os últimos recursos.
Para vergonha do Brasil e do Congresso Nacional, o único país no mundo onde deputado ladrão e corrupto continua com mandato. É bom ressalvar para não cometermos injustiças que 233 deputados federais votaram a favor da cassação. E esperamos que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) mantenha a sua postura louvável de só colocar em votação outros casos de cassação de mandato quando for aprovada a obrigatoriedade do voto aberto.

HOJE É UM DIA TRISTE NA HISTÓRIA POLÍTICA BRASILEIRA! DEPOIS RECLAMAM DA REVOLTA DO POVO.


Fonte: Verdade Gospel

Veja também:

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Em 1999, Justiça considerou ilegal trabalho dos cubanos — que, note-se, não haviam chegado ao Brasil como escravos



As alimárias relinchantes e zurrantes que vieram aqui escoicear a sua sabedoria cascosa, cavalgadas por pilantras que são hoje tão petistas quanto antipetistas eram antes, deveriam saber que destino tiveram aqueles médicos cubanos de 1999 — que não vieram então ao Brasil, é bom notar, na condição de escravos. Não se tratava do comércio de carne humana. Reproduzo texto que foi publicado à época na página do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás. Volto em seguida.
*
A justiça de Tocantins proibiu o trabalho de médicos cubanos no Estado. No último dia 12, o juiz federal Marcelo Albernaz concedeu liminar ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Tocatins (CRM-TO) proibindo que os profissionais estrangeiros atuassem no Estado. Na sentença o juiz comparou o trabalho dos cubanos a curandeirismo. O vice-presidente do Conselho de Medicina, Frederico Melo, justificou a posição da entidade, alegando que os médicos cubanos não conhecem a realidade sanitária do Estado, não dominam a língua portuguesa nem provaram que são médicos. A decisão da justiça atinge 96 profissionais que estão no Brasil – alguns desde 1997 – participando do Programa de Saúde na Família (PSF), projeto dos governos estadual e federal. Os médicos trabalhavam sem registro no CRM-TO, que constatou também a existência de uma lista fictícia do corpo clínico de um Hospital de Araguaína, onde havia médicos cubanos com número de CRM inexistente no Estado. A Procuradoria do Trabalho do Tocantins, em entrevista ao CRM-TO, observou que se há médicos com falsificação de CRM atuando em hospitais do Governo Municipal ou Estadual há crime de falsidade do profissional e do administrador do hospital e ainda há improbidade administrativa do servidor público responsável pela manutenção do profissional irregular em atividade. Irritado, com a decisão da justiça do Tocatins,o presidente de Cuba, Fidel Castro, determinou que os médicos impedidos de trabalhar retornassem ao País imediatamente. O retorno deve acontecer nesta sexta-feira (15). Os médicos trabalhavam em 48 cidades do Estado desde 1997, quando foi firmado um acordo de cooperação entre os governos de Tocantins e de Cuba. A Secretaria de Saúde do Estado diz que eles foram contratados para atuar no PSF, pois na época não havia médicos brasileiros interessados em trabalhar no interior. Uma situação que, de acordo com a secretaria, persiste. O convênio Brasil-Cuba, que permitiu a entrada dos médicos cubanos no Tocantins, segundo com a Procuradoria do Trabalho do Estado, apresenta falhas desde o início. Inclusive uma falha constitucional que é a falta de autorização pelo Congresso Nacional. As 42 cidades do Estado, onde atuavam os médicos cubanos, começarão a receber novos profissionais para atuar no PSF. O Estado teria contratado 20 médicos para atuar nos Hospitais de Referência prejudicados, como informou a Secretaria de Saúde do Estado. (Fontes: Agência Estado, Rede Globo, Jornal do Tocantins, CRM-TO).
*
Voltei

1: Todas as razões que havia antes para considerar ilegal o trabalho dos cubanos remanescem.

2: Há circunstâncias adicionais, gravíssimas, que reforçam essa ilegalidade, como a exploração do trabalho análogo à escravidão;

3: Se é verdade, e é, que havia falta de médicos em 1999, depois, então, de 11 anos de governo petista, a situação, como resultado da política aplicada pela companheirada, piorou muito.

4: Há blogs às pencas para acatar relinchos e zurros. As alimárias que vão escoicear por lá. Eles recebem para isso. É serviço regiamente pago por estatais e administrações petistas. Eles estão fazendo campanha eleitoral. Eu estou defendendo as leis.


Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pastores alertam para crescimento de movimento herético nas igrejas


Hipergraça seria a mais nova “moda” das igrejas. Conheça

Os Estados Unidos são responsáveis pela produção da maior parte da teologia consumida e ensinada no mundo todo. Desde os movimentos missionários dos séculos 19 e 20, que levaram o evangelho por todo o mundo, até as mais novas heresias e modismos do mundo gospel.
Segundo o site da revista pentecostal Charisma, um movimento novo tem preocupado pastores e líderes americanos, pois está se espalhando rapidamente por outros países. Chamado de “Hipergraça”, seus ensinamentos se baseiam em uma visão de que Deus não pune ninguém. Provavelmente influenciados pela exigência quase onipresente para que as pessoas sejam “politicamente corretas”, muitos de seus ensinamentos confrontam diretamente a Bíblia.
Para os críticos, o movimento é uma “evolução” de uma igreja que nas últimas décadas tem presenciado um declínio na doutrina e pregação bíblica. Paulatinamente, a teologia da lugar à terapia motivacional nos púlpitos. De outro lado, a busca pela prosperidade minou alguns dos fundamentos onde o cristianismo se sustentou por séculos.
Com isso, muitas igrejas e pregadores se recusam a combater o pecado. Raramente se menciona a necessidade de arrependimento ou nem se fala sobre temas como inferno e julgamento. Muitas dessas igrejas permitem que seus líderes vivam sem se preocupar em prestar contas, mesmo que claramente estejam distantes do que se esperaria deles.
O movimento da Hipergraça seria uma versão atualizada da antiga heresia conhecida como antinomianismo (em grego, anti significa “contra” e nomos , “lei”). Trata-se da crença que a lei moral do Antigo Testamento foi totalmente abolida. Como vivemos depois da vinda de Cristo, podemos viver do jeito que queremos, pois já não estamos debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Assim, resta ler o Antigo Testamento apenas metáforas, tipos e símbolos sobre a vinda de Cristo. O Novo Testamento acaba com a Lei do Antigo Testamento, por isso tudo é graça!
Ideias como palavras proféticas, busca pelo Espírito Santo, batalha espiritual, ou ouvir a voz de Deus são propositalmente ignoradas e muitas vezes ridicularizadas. Para os teólogos e pastores que estão alertando sobre esse movimento, ele pode colocar em risco o futuro do cristianismo e enganar milhares de pessoas.
Obviamente os líderes que integram esse movimento não admitirão que pertencem a ele. Afinal, não se trata de um movimento organizado, mas sua existência e influência tem crescido através de literatura cristã que enfatiza o sucesso pessoal e eclesiástico. Possivelmente não usam o termo e dirão que chegaram a essas conclusões sozinhos.
Com certeza a Bíblia fala sobre graça, mas aparentemente essas pessoas não leram ou convenientemente esqueceram de textos como Romanos 6: 1-2 “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?”
Contudo, o teólogo Joseph Mattera listou os 8 sinais mais claros de que uma igreja está seguindo a Hipergraça:

1. Os pregadores nunca falam contra o pecado
Se você estiver em uma igreja como esta, irá notar que a palavra “pecado” normalmente só é mencionada no contexto do perdão dos pecados em Cristo. Por vezes, recrimina-se as pessoas que ousam insistir no assunto, classificando-as de “legalistas” e “fariseus”.

2. O pastor nunca toma uma posição firme sobre a santidade
Na tentativa de atrair mais pessoas, tudo é feito para tornar os cultos mais agradáveis, em especial o sermão. Os ministros não tomam posição pública, nem ensinam os membros, sobre questões que estão na ordem do dia como aborto, homossexualidade, legalização das drogas, ou qualquer coisa que possa confrontar o público presente. Ignora-se qualquer tentativa de se estabelecer ou cobrar dos membros os parâmetros para uma vida de santidade.

3. O Antigo Testamento é quase totalmente ignorado
Nessas igrejas, o Antigo Testamento é tratado como um registro que não tem valor real com nosso estilo de vida moderno. Convenientemente, não se menciona os Dez Mandamentos nem as porções bíblicas onde Deus é mostrado como juiz.

4. Os líderes são autorizados a ensinar e pregar mesmo vivendo abertamente em pecado
Se não há mais condenação, pecados como imoralidade sexual, ganância e embriaguez são tolerados. Seja para membros comuns ou pessoas em posição de liderança, isso não é “importante”, pois não refletiria o amor ao próximo e respeito pelas suas escolhas.

5. As mensagens muitas vezes se voltam contra a “igreja institucional”
Os pastores que adotaram a hipergraça constantemente se voltam contra as igrejas mais “conservadoras”, pois acreditam que sua mensagem não é mais relevante para a cultura de hoje. Além disso, esses “fundamentalistas” apenas colaboram para que as pessoas em geral tenham uma má impressão dos evangélicos.

6. Os pastores pregam contra o dízimo
A hipergraça não estimulas as pessoas a lerem a Bíblia e chegarem às suas próprias conclusões, mas se preocupa em dizer no que elas não podem acreditar. Embora falem sobre ofertas e anunciem as necessidades financeiras da igreja, os pastores defendem que o dízimo é mais uma lei que foi abolida em Cristo. Portanto, cada membro pode decidir se deseja ou não se envolver financeiramente.

7. Os pastores pregam apenas mensagens motivacionais positivas
Dos púlpitos dessas igrejas ecoam apenas mensagens positivas sobre saúde, riqueza, prosperidade, o amor de Deus, o perdão de Deus e como se obter sucesso na vida. Não há preocupação nem interesse de se anunciar “todo o conselho de Deus”, nem estimular trabalhos evangelísticos ou missionários que exijam arrependimento e mudança de vida. Não se menciona a existência do diabo ou de seus anjos. Deus ama a todos e cuida para que nenhum mal chegue perto deles.

8. Os membros da igreja não precisam temer nenhum tipo de reprimenda da liderança
Os participantes de uma igreja da hipergraça serão convencidos que, por causa da forte ênfase na graça, tudo é permitido. Ou seja, nenhuma mudança real se espera deles, apenas que frequentem os cultos e sejam “pessoas melhores e mais felizes”.


Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

PSB trabalha para divulgar "marca" Campos


AGUIRRE TALENTO
DE FORTALEZA
DANIEL CARVALHO
DO RECIFE

Eduardo Campos (PSB) ainda não anunciou candidatura à Presidência em 2014, mas diretórios do PSB deram a largada da pré-campanha e começam a difundir o nome do governador de Pernambuco pelo interior do país.
Comandos estaduais do PSB têm articulado reuniões com prefeitos, vereadores e militantes, com o projeto presidencial na pauta. O objetivo é incitar os pessebistas a divulgar a "marca" Campos.
"Ele não disse a ninguém que é candidato, mas também não negou. Não dizendo que não é, já sabemos que é", disse o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE).
Na pesquisa Datafolha de agosto, Campos apareceu como o presidenciável mais desconhecido do eleitorado: apenas 7% disseram conhecê-lo muito bem. No caso da presidente Dilma, esse percentual vai a 58%.
Em Mato Grosso, a direção do partido já promoveu duas reuniões no interior e planeja mais dez até setembro. "Eles [militantes municipais] vão fazer esse diálogo em suas cidades, informando da perspectiva da candidatura de Eduardo", disse o deputado federal Valtenir Pereira, presidente do PSB de Mato Grosso.
No Piauí, dirigentes do PSB pegam a estrada a cada três semanas para reuniões e seminários em que o tema acaba sendo abordado.
O último evento foi no início do mês, em Cristino Castro (555 km de Teresina). "Uma das primeiras perguntas foi se Eduardo é candidato. Eu disse: 'Podem arregaçar as mangas e discutir o nome dele na base'", afirmou Messias Júnior, primeiro-secretário do PSB piauiense.
Há movimentações semelhantes em outros Estados governados pelo PSB, como Espírito Santo e Paraíba, onde o governador Ricardo Coutinho tem participado desses encontros.
"O PSB precisa apresentar uma agenda de futuro e nesse momento quem mais tem capacidade, por sua experiência e história que junta tradição com modernidade, é o companheiro Eduardo Campos", afirmou Coutinho em reunião no mês passado, em João Pessoa.
Alguns Estados estão até mais adiantados: o PSB de São Paulo consultou os filiados e obteve 98% de apoio à postulação presidencial de Campos. Outros Estados repetirão a consulta.
Em Pernambuco, esse trabalho preocupa menos porque Campos já é conhecido.
Mesmo assim, o deputado Patriota tem aproveitado viagens ao interior para conversar com líderes locais.
O próprio Campos tem feito incursões pelo interior do Estado, sempre ao lado de prefeitos, e começou a discutir palanques para 2014.


Fonte: Folha.uol

domingo, 25 de agosto de 2013

Um interessante comentário sobre "Justiça de Deus":


"Muitos de nós, quando pensa em justiça de Deus, pensa em um deus justiceiro, para não dizer cangaceiro. Um camarada barbudo, carregando uma foice e matando assassinos, adúlteros e toda espécie de gente que não se submete as suas vontades caprichosas. Mas, se tirarmos essa imagem desse deus cangaceiro de nossos olhos, desse ser fictício e criado pelos religiosos, vemos que a justiça de Deus já se manifestou! A justiça de Deus se manifestou na pessoa de Jesus, que mostrou um sentido mais profundo da lei e nos despiu de nossa pretensão de que podemos cumprir a lei - não podemos. A justiça é uma reconciliação de um relacionamento e não, uma punição; a "punição" já aconteceu: Deus se fez pecado por nós na pessoa de Jesus. Uma vez que Jesus é a porta dessa reconciliação, quem não entra por ela está automaticamente condenado. Quem confessa o Filho, confessa o Pai. Essa é a justiça de Deus. É triste, é uma pena, é lamentável que as pessoas façam do nome de Deus esse cangaceiro, um justiceiro barato e sanguinário, isso é falar o nome dele em vão (ao menos pra mim). Deus é amor e é justiça, mas não a justiça dos homens; a justiça da graça, a justiça da redenção, não da vingança. Temos que tirar dos nossos olhos esse conceito diabólico de justiça." (Por: Leila)

sábado, 24 de agosto de 2013

Cubanos defendem envio de parte do salário a Raúl Castro


Eles receberão entre 2.500 reais a 4.000 reais mensais. A diferença entre o salário e o teto de 10 000 reais será enviada pelo Brasil ao governo cubano



Explorados pelo regime de Raúl Castro, 206 médicos cubanos desembarcaram neste sábado em Brasília e no Recife para atuar no Programa Mais Médicos, do governo federal. Com forte discurso ideológico, os profissionais defenderam as assimetrias da parceria entre Brasil e Cuba – até 75% dos salários pagos a eles podem ser remetidos diretamente à ilha dos Castro – e afirmaram que, apesar das críticas, esperam poder ajudar municípios mais carentes e sem qualquer assistência básica. Alguns médicos desembarcaram chorando e foram amparados por autoridades locais.
De acordo com o secretário-adjunto da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Fernando Menezes, os salários dos cubanos não serão de 10 000 reais, como os dos demais médicos que se inscreveram no programa do governo, e vão variar entre 2.500 reais a 4.000 reais mensais, conforme as condições dos municípios onde os profissionais serão alocados. A diferença entre o salário e o teto de 10 000 reais será enviada pelo Brasil ao governo cubano.
Em Brasília, uma aeronave da Companhia Cubana de Aviación aterrissou às 18h41 na capital com 176 profissionais a bordo. Neste domingo, outros 50 médicos chegarão a Salvador, 78 em Fortaleza e 66 no Recife.


Fonte: Veja

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Comunidade cristã no Iraque é atacada


Iraquianos que servem a Deus procuram uma maneira de reconstruir sua vida em meio a um ambiente de tensão, no qual a nação está mergulhada há anos, que agrava a hostilidade contra os cristãos. De acordo com o especialista sênior em comunicações da Portas Abertas Internacional, Paul Estabrooks, os cristãos ouvem constantemente que não são bem-vindos no país

No mês passado, um grupo armado atacou o vilarejo cristão Jami Rabatki, no norte do Iraque. Moradores revelaram que os agressores dirigiam carros governamentais curdos. Os homens nos veículos carregavam armas para assustar as pessoas e atiraram no ar por uma hora, supostamente dizendo: "Nós somos a autoridade por aqui e vamos levar o que nós queremos". Um senhor foi baleado na cabeça: Zaya B. Khoshaba, o chefe da aldeia.

A comunidade, que nunca teve quaisquer habitantes curdos, rechaçou tentativas de apropriação de terras por meio de documentação ilegal desde o início da década de 1990. O fator preocupante é que tal incidente teve lugar na região norte do Curdistão, um lugar relativamente seguro para os cristãos.

Um colaborador da Portas Abertas no país acrescentou que a situação pode indicar uma nova emigração dos cristãos iraquianos: "Este ataque em específico foi noticiado, mas eu tenho certeza de que isso acontece com freqüência. Vamos esperar e orar para que as hostilidades, ameaças e levantes contra os cristãos parem." Até então, ninguém foi preso por conta desses ataques.

Fonte: Portas Abertas