Radio Evangélica

quarta-feira, 5 de junho de 2013


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que vai pôr em votação a versão da senadora — ora ministra da Cultura Caxirola, Marta Suplicy — da PLC 122, apelidada de “Lei Anti-Homofobia”. Renan descobriu os benefícios da “pauta progressista”. Ajudam a dar uma ajeitada em sua biografia. Muito bem.
Marta fez a sua própria versão do texto, mais amena do que aquela que foi discutida na Câmara, o que não quer dizer que seja aceitável. A zerda no Brasil é que ninguém lê nada, nem bula de remédio — dia desses, se não tomo cuidado, teria entrado pelo cano… A esta altura, alguém estaria dizendo: “Ah, ele até que tinha algo de bom… Não muito, mas tinha…”. Pois é. Li e fiz a coisa certa.
O projeto da senadora Marta Suplicy existe e tem de ser lido. Já escrevi a respeito no dia 16 de maio de 2002. E NÃO! ELE NÃO É BOM, ELE NÃO É DEMOCRÁTICO, ELE NÃO É ACEITÁVEL. E vou demonstrar por quê.
Vocês perceberão que não se trata de matéria de opinião. Pouco me importa, neste caso, quem pensa o quê. Interessa-me saber como a alegada defesa dos gays e o alegado combate à homofobia se casam com os direitos assegurados na Constituição a TODOS OS INDIVÍDUOS. Prestem muita atenção! O que Marta espertamente tentou fazer foi dar um truque nas igrejas cristãs, que eram claramente perseguidas na primeira versão da proposta. Na segunda, o risco é amenizado, embora continue presente. O texto continua autoritário para cristãos e não cristãos, como verão..
A dita Lei Anti-Homofobia é um coquetel de inconstitucionalidades. Isso não quer dizer que, se submetida à análise do Supremo (caso aprovada no Congresso), não vá ser considerada mais um primor do direito criativo, uma área em que o Brasil está virando craque. Marta já afirmou que é preciso haver pressão da sociedade para aprovar a tal lei. “Pressão da sociedade” significa a organização de grupos da militância gay em favor da lei — e, obviamente, o silêncio de quem é contra. E é evidente que se pode ser contra não por preconceito contra os gays, mas porque a lei ofende o bom senso e cria uma casta de aristocratas sob o pretexto de combater a homofobia.
Como sempre faço, exponho a lei que está sendo discutida, em vez de escondê-la, como faz a maioria. Abaixo, segue em azul a proposta de Marta, que está no Senado. Atenção! 

O QUE VAI EM VERMELHO SÃO AS INOVAÇÕES PROPOSTAS POR MARTAO QUE VAI EM AZUL JÁ ESTÁ NA LEI e remete a artigos do Código Penal. Eu decidi publicar a versão completa para que fique claro do que estamos falando. Se quiser, veja a íntegra antes de ler o comentário que faço.

PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 122, DE 2006
Define os crimes resultantes de preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero, altera o Código Penal e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes resultantes de preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo refere-se à distinção entre homens e mulheres; orientação sexual, à heterossexualidade, homossexualidade ou bissexualidade; e identidade de gênero, à transexualidade e à travestilidade.
Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.

Discriminação no mercado de trabalho
Art. 4º Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua contratação ou nomeação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.
Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, confere tratamento diferenciado ao empregado ou servidor, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Discriminação nas relações de consumo
Art. 5º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.

Discriminação na prestação de serviço público
Art. 6º Recusar ou impedir o acesso de alguém a repartição pública de qualquer natureza ou negar-lhe a prestação de serviço público motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.

Indução à violência
Art. 7º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.
Art. 8º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 61
São circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não constituem ou qualificam o crime:
I – a reincidência;
II – ter o agente cometido o crime:
a) por motivo fútil ou torpe;
b) para facilitar ou assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime;
c) à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação, ou outro recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido;
d) com emprego de veneno, fogo, explosivo, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que podia resultar perigo comum;
e) contra ascendente, descendente, irmão ou cônjuge;
f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade, ou com violência contra a mulher na forma da lei específica;
g) com abuso de poder ou violação de dever inerente a cargo, ofício, ministério ou profissão;
h) contra criança, maior de 60 (sessenta) anos, enfermo ou mulher grávida;
i) quando o ofendido estava sob a imediata proteção da autoridade;
j) em ocasião de incêndio, naufrágio, inundação ou qualquer calamidade pública,
ou de desgraça particular do ofendido;
l) em estado de embriaguez preordenada.

m) motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

“Art. 121
Matar alguém:
Pena — reclusão, de 6 (seis) a 20 (vinte) anos.
(…)
§ 2º
Se o homicídio é cometido:
I – mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe;
II – por motivo fútil;
III – com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum;
IV – à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido;
V – para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime:
Pena – reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

(…)
VI – motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

“Art. 129
Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:
Pena — detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano.

§ 12. Aumenta-se a pena de um terço se a lesão corporal foi motivada por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

“Art. 136
Expor a perigo a vida ou a saúde de pessoa sob sua autoridade, guarda ou vigilância, para fim de educação, ensino, tratamento ou custódia, quer privando-a de alimentação ou cuidados indispensáveis, quer sujeitando-a a trabalho excessivo ou inadequado, quer abusando de meios de correção ou disciplina:
Pena – detenção, de 2 (dois) meses a 1 (um) ano, ou multa.
§ 1º – Se do fato resulta lesão corporal de natureza grave:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
§ 2º – Se resulta a morte:
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 12 (doze) anos.
§ 3º Aumenta-se a pena de um terço, se o crime é praticado contra pessoa menor de 14 (catorze) anos, ou é motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

“Art. 140
Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
§ 1º – O juiz pode deixar de aplicar a pena:
I – quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;
II – no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.
§ 2º – Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes:
Pena — detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa, além da penacorrespondente à violência.

§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

“Art. 286
Incitar, publicamente, a prática de crime:
Pena – detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.
Apologia de crime ou criminoso

Parágrafo único. A pena é aumentada de um terço quando a incitação for motivada por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”
Art. 9º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Voltei
Muito bem! A lei já enrosca numa questão de linguagem no Artigo 2º. O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa registra, sim, “transexualidade” e “travesti”, mas não abriga a “travestilidade”, seja lá o que isso queira dizer na linguagem militante ou no vocabulário da senadora.
Um homem que não seja habitualmente um “travesti” pode estar em “situação de travestilidade” transitória, por exemplo??? Deu na veneta do sujeito, ele vestiu um tubinho listrado e saiu por aí; em vez de Parati, resolveu tomar chá com torrada; em vez do canivete no cinto, um leque na mão… Lembram-se do cartunista Laerte, que é homem (sexo), diz-se bissexual (orientação) e, vestido de mulher, tentou usar um banheiro para mulheres (naquele dia, dividia o ambiente com uma criança do sexo feminino)? Aquilo era exercício de “travestilidade”? Sigamos.
O Artigo 3º — e os militantes xiitas já ficaram bastante irritados com ele — tenta minimizar a reação negativa da “bancada cristã” no Congresso. Especifica que o que vai na lei não se aplica à “manifestação pacífica do pensamento” em razão da crença, religião etc. Huuummm… A questão é saber quando um pensamento é considerado “pacífico” ou não. Quem decide isso? “Ah, é o juiz!” Certo! Com base em qual código, em qual receita, em qual bula? Ocorre que a agressão à liberdade religiosa, minimizada no texto do Senado, era apenas um dos problemas da lei. Os outros continuam.

Mercado de trabalho
Peguemos a questão da “discriminação no mercado de trabalho”. O diretor ou diretora de uma escolinha infantil, por exemplo, que rejeite um(a) professor(a) que se encaixe no grupo da “transexualidade” ou da “travestilidade” pode pegar até três anos de cadeia. Em caso de denúncia, o diretor ou diretora da escolinha teria de provar que só não contratou a tia Jehssyka — que, na verdade, era o tio Waldecyr — por motivos técnicos. A eventual consideração de que uma criança de quatro ou cinco anos não está, digamos, preparada para entender a “travestilidade” — que nem o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa abriga — não pode, evidentemente, ser levada em conta.
Nessa e nas demais situações previstas na “lei”, a pessoa acusada terá de produzir a chamada “prova negativa” — vale dizer, demonstrar que não agiu movido pelo preconceito. Vamos adiante.
Que tal pensar um pouquinho no Artigo 5º? Transcrevo:

“Art. 5º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.”
Leio e me contam que são cada vez mais frequentes as lojas de roupas femininas sem provadores. Como é um ambiente para mulheres, elas vão pondo e tirando peças por ali mesmo, entre as araras e os armários, ficando nuas ou seminuas (pare de ficar sonhando, leitor heterossexual reacionário e fascista e pouco afeito à diversidade, como acusou uma pesquisa da UFMG!!!!). Mas nada de impedir o Laerte (tomo-o como uma metonímia) — aquele que, em situação de travestilidade, quis dividir o banheiro feminino com uma mulher e uma criança — de fazer o mesmo, entenderam? Se ele quiser ficar pelado ali no meio da mulherada, expondo os seus balangandãs, estará protegido por uma lei! Ou é isso ou cana de três anos para a funcionária da loja que tentar impedi-lo de exercer a sua “travestilidade”! E se, por qualquer razão, o homem (sexo), bissexual (orientação) e travesti (identidade) tiver uma ereção, ainda que involuntária (vocês sabem, isso acontece), em meio a calcinhas e sutiãs? Um pênis, como a rosa de Gertrude Stein, é um pênis é um pênis. Nem Marta Suplicy, que, nos tempos de sexóloga, associava o dito órgão viril a uma varinha de fada, consegue mudar isso! O sujeito em situação de “travestilidade” poderá ser acusado de assédio, por exemplo, ou isso também seria discriminação de identidade? A lei não resiste às regras dos voos domésticos nos aviões brasileiros. Costuma-se reservar um dos banheiros só para mulheres. Digam-me: o homem que declara se sentir mulher pode usá-lo ou não? Estamos diante de um problema até filosófico: o que quer que um indivíduo pense sobre si mesmo altera efetivamente o mundo físico que o rodeia?

Código Penal
O texto muda ainda seis artigos do Código Penal. Se aprovada a proposta de dona Marta Suplicy, o Brasil estará dizendo ao mundo que matar um gay é coisa muito mais grave do que matar um heterossexual — ou, se quiserem, o contrário: matar um heterossexual é coisa muito menos grave do que matar um gay. 
Vejam lá: qualquer crime, segundo a redação proposta para o Artigo 61, terá pena agravada quando praticado em razão da orientação ou identidade sexual, valendo, com já disse, mesmo para o caso de homicídio (Artigo 121). Ofender a integridade ou a saúde de alguém (Art. 129) dá de três meses a um ano de cana. No caso de ser um gay, um terço a mais de pena. Ou mesmo vale para o caso de expor uma pessoa a riscos (Art. 136) ou injúria (Art. 140). Em suma, tudo aquilo que já é crime passa a ser “ainda mais crime” caso se acuse o criminoso de ter agido em razão do preconceito. 

Pressão
Marta pede a “pressão popular” — que, na verdade, é pressão da militância porque sabe que, caso a lei seja conhecida em seus detalhes e implicações, não seria aprovada de jeito nenhum. Os tempos são favoráveis a reparações dessa natureza. A imprensa é majoritariamente favorável ao texto e tende a satanizar os que o criticam, como se fossem porta-vozes do mundo das trevas — e não da velha e boa igualdade dos homens e mulheres perante a lei (pouco importa o que façam de sua sexualidade). Se há preconceito e discriminação, é preciso resolver a questão com educação, não com a aprovação de uma Lei de Exceção, que cria uma casta de indivíduos especialmente protegidos.

Fantasia estatística
Ocorre que a militância gay consegue vender fantasias como se fossem provas irrefutáveis de que o Brasil é o país mais homofóbico do mundo. Uma delas é o tal “número de homossexuais assassinados por ano”. Em 2010, segundo os próprios militantes, foram 260. Duvido que esse dado esteja correto! DEVE SER MUITO MAIS DO QUE ISSO. Sabem por quê? Em 2010, mais de 50 mil brasileiros foram assassinados. Dizem os militantes que são 10% os brasileiros gays. Logo, aqueles 260 devem ser casos de subnotificação. O que é um escândalo no Brasil é o número de homicídios em si, isto sim, pouco importa o que o morto fazia com o seu bingolim quando vivo.
Mas seria interessante estudar mesmo esse grupo de 260. Aposto que a larga maioria era composta de homens. O assassinato de lésbicas é coisa rara. Houvesse um preconceito tão arraigado a ponto de se matar alguém em razão de sua orientação, haveria um quase equilíbrio entre os dois grupos. Mas não há! A maioria é composta de homens homossexuais assassinados por… michês! Que também são homossexuais — ou, por acaso, não são? Muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por… homossexuais. Eu diria que são ocorrências que se encaixam em outro escaninho da experiência humana: a prostituição. A propósito: um gay que matasse outro em razão de uma treta qualquer poderia ser enquadrado na Lei Anti-Homofobia? Outra ainda: o michê que matasse seu cliente teria a pena agravada, certo? E o contrário? E se o cliente matasse o michê? Esse crime não é de intolerância?
Reitero: o que é um escândalo, o que é inaceitável, o que é um absurdo é haver mais de 50 mil homicídios por ano no país, incluindo o de homossexuais, sim, que certamente não se limitam a 260, dado o número provável de gays no país. 

Mas convém não tomar como expressões do preconceito algumas ocorrências que decorrem do estilo de vida. Se a sexualidade não é uma escolha, o estilo é.
Não é correto tomar comportamentos que são marginais — que se situam à margem, entenda-se — como parâmetro para elaborar políticas públicas. A chamada lei de combate à homofobia constitui, isto sim, uma lei de concessão de privilégios. Não será pela via cartorial que se vai reeducar a sociedade. Seu efeito pode ser contraproducente: a menos que haja imposição de cotas nas empresas, aprovada a lei da homofobia, pode é haver restrições à contratação de homossexuais em determinados setores da economia — em alguns, eles já são maioria. Afinal, sempre que um homossexual for demitido, haverá o risco da acusação: “Homofobia”! E lá vai o acusado ter de provar que não é culpado.
Só as sociedades totalitárias obrigam os indivíduos a provar que não têm culpa!


Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 4 de junho de 2013

Câmara aprova novas regras para criação de cidades


MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (4) um projeto de lei que reabre caminho para a criação de novas cidades no país.
Como o texto foi alterado pelos deputados, ele volta para análise dos senadores. Segundo dados da Frente Parlamentar Mista de Apoio à Criação de Novos Municípios, a proposta deve permitir em curto prazo a formação de 150 novas municípios --sendo que, atualmente, são 5.570.
O projeto fixa critérios para a criação, fusão e desmembramento de municípios. A formação de novas cidades só será permitida após a realização de Estudo de Viabilidade Municipal e de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações envolvidas.
O texto também exige uma população mínima, que varia de acordo com a região. Para a emancipação, a população do novo município deve ser igual ou superior a 6.000 habitantes nas regiões Norte e Centro-Oeste; 8.500 mil habitantes no Nordeste; e 12.000 no Sul e Sudeste.
As assembleias legislativas terão ainda que aprovar as condições econômicas de subsistência do município. Serão proibidos, por exemplo, o chamado distrito dormitório, sem atividade comercial ou industrial.
A proposta enfrenta resistências por provocar aumento de gastos para bancar as estruturas de Executivo e Legislativo da nova cidade.
Na votação, apenas o PSOL se manifestou contra a proposta. Deputados do governo e da oposição ocuparam a tribuna da Casa para negar que o projeto represente a volta da "farra de criação de municípios".
Em 1996, o Congresso aprovou uma Emenda Constitucional exigindo uma lei complementar federal regulamentando a criação dos novos municípios. A iniciativa foi uma resposta às denúncias de farra na criação de novas cidades já que a Constituição de 1988 facilitou o processo de concepção de uma nova cidade, ao transferir para as assembleias legislativas estaduais essa atribuição.
Deputados, no entanto, concordam que essas regras são mais rígidas. Pelo projeto, o estudo de viabilidade municipal precisa ter apoio de 20% dos eleitores da área a ser emancipada.
Com isso, o pedido segue para assembleia legislativa que vai avaliar as condições econômica-financeira; político-administrativa e sócio-ambiental e urbana.
Para conquista a viabilidade econômica, a nova cidade terá que comprovar arrecadação própria, especialmente para financiar educação e saúde. A nova cidade não pode ser considerada o chamado distrito dormitório.
DERROTA
O governo se manifestou a favor do texto, mas saiu derrotado da votação. Com a base aliada dividida, o Planalto não conseguiu evitar a autorização para que ocorram desmembramentos de municípios em terras da União.
A votação foi acompanhada por centenas de manifestantes favoráveis a novos municípios. A sessão que durou mais de três horas parecia uma partida de futebol, com os manifestantes aplaudindo de pé os parlamentares favoráveis ao projeto e inflado em defesa da matéria.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), fez questão de comandar a votação, cobrando presença de parlamentares em plenário para garantir a votação e dizendo que a Casa tinha compromisso com a medida.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) alertou que as regras não são claras sobre os parâmetros que serão exigidos.
"Temos 5.570 municípios hoje no brasil. 88% deles têm débitos com a Previdência. 40% não conseguem levar resíduos sólidos para aterros sanitários. É preciso ter cuidado. O PSOL defende que possa ter a possibilidade de novos municípios, mas o critério tem de ser absolutamente rigoroso, porque se criou no Brasil muitos municípios apenas por interesse menor, por máquina eleitoral, por montagem de estrutura administrativa que não vai lá na ponta, na saúde, na educação, no saneamento básico", disse.
O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), saiu em defesa. Jovair Arantes (PTB-GO). "Muitos dizem aí que o projeto não é bom. Ruim é ficar como está, não dando apoio, não reconhecendo a necessidade de crescimento e de melhoria de vida de vários distritos do Brasil que hoje não podem ser emancipados".


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um exemplo para nosso povo


Ao chegar em casa fui o assistir o programa da Band CQC. Um dos seus repórteres foi até os Estados Unidos precisamente em Oklahoma, onde um tornado passou recentemente e devastou toda a região.
O que mais me chamou atenção foi à ajuda das pessoas que foram trabalhar de formar voluntaria para ajudar as vitimas do tornado. Um lindo trabalho que deveria servir de exemplo para nós brasileiros. Pois infelizmente no nosso Brasil em situação como esses muitos iriam aproveitar a situação para saquearem.
Grande exemplo de amor ao próximo, pois foram pessoas que se deslocaram de suas cidades, segundo uma das entrevistadas ela viajou a noite e não dormiu estava com sono, com certeza exausta, mas demonstrou seu amor ao próximo na hora que o mesmo estava passando por dificuldades.
No link acima conta uma historia que aconteceu em uma comunidade, onde não foi ação da natureza, mas não deixou de ser uma tragédia e muitos se aproveitaram da situação para saquearem.

Joabson João

Foto: G1

domingo, 2 de junho de 2013

Se Paulo vivesse hoje



A Igreja diz: "Se tão somente Elias estivesse aqui," ou: "Se Paulo vivesse hoje," ou: "Se tão somente tivéssemos Moisés ou outro profeta entre nós hoje. Eles tinham grande poder com Deus, sim, Deus operava por intermédio deles."
Ah, irmão! sobressaem teus desejos no desespero. Olha em redor e percebe TUA posição hoje. 0 que crê hoje tem o mesmo poder e autoridade como aquele que cria então — se o quiser desempenhar.

Josué podia fazer parar o sol. NÔS, TAMBÉM, O PODE­MOS. Davi podia lançar mão da barba dum leão, e o ferir como se fosse um cabrito. NOS, TAMBÉM, 0 PODEMOS. Se três filhos dos hebreus podiam escapar da fornalha aquecida sete vezes mais do que o costume, sem um cabelo sequer das suas cabeças ficar chamuscado, e se João podia sair do azeite fervendo sem sofrer mal algum, NOS, TAMBÉM, 0 PODE­MOS, sob circunstâncias semelhantes. - (Curai enfermos e Expulsai demônios - pg: 168 - T. L. Osborn)

Fonte: www.radioevangelica.com.br

sábado, 1 de junho de 2013

No Oriente Médio, o contato com novos cristãos é feito por e-mail



Colaboradores da Portas Abertas se unem a outras missões no Oriente Médio. O objetivo? Conectar os cristãos isolados e fortalecê-los em sua fé

Ser cristão no mundo árabe pode ser um tanto quanto solitário. Novos crentes têm uma necessidade extrema de comunhão e alimento espiritual, porém não sabem onde encontrar. A Portas Abertas faz parte do GRMS (Global Response Management System). Diversas organizações participam desse sistema coletando informações sobre os cristãos na região árabe. 

Por meio deste sistema, cristãos de uma das áreas de maior perseguição no mundo podem encontrar alguém para conversar sobre sua nova fé e, mais importante: eles se conectam com outros crentes da região. Um colaborador da Portas Abertas compartilhou sua experiência: "Nós esperamos ajudá-los a encontrar um lar dentro da igreja local".
Chris Millan* tem trabalhado com cristãos no mundo árabe há quase 30 anos. Como missionário no norte da África, ele observou que as possibilidades para a população local ouvir o evangelho eram limitadas, e as chances de acompanhar aqueles que porventura se tornassem cristãos eram pequenas. Por esta razão, ele começou a trabalhar com esses novos crentes através de correspondência. 

Antes da existência da Internet, essa era uma tarefa que consumia muito tempo. "Quando começamos este trabalho usávamos correspondência postal", Chris explica."Queríamos receber cartas longas, respondê-las e enviá-las de volta, e esperar por algumas semanas por uma resposta para podermos continuar o contato". Hoje em dia esse contato é muito mais fácil. "Apenas faço login no sistema e vejo minhas mensagens", diz Chris. "Encontro muitas questões genuínas de novos crentes interessados em manter acesa essa chama, mas também recebo respostas negativas".
"Por que você diz que Jesus é o filho de Deus? Ele é só um profeta!" e "A Bíblia é um livro corrompido, por que você o lê?" Estes são alguns dos comentários mais comuns que Chris encontra ao abrir seu e-mail. "Embora muitas pessoas nos façam essas perguntas, elas querem protestar contra o que estão vendo nos meios de comunicação cristãos; nós tentamos responder até os comentários negativos, mas de uma forma gentil, na esperança de tocar o coração dessas pessoas". 

Chris admite que o trabalho, às vezes, pode ser frustrante: "É difícil se comunicar à distância e, algumas vezes, parece que você não consegue nenhum resultado". Porém, é gratificante quando ele abre o e-mail e recebe a resposta de alguém. "Ver que eu pude encorajar um cristão em sua fé e sentir que sou parte de algo grande é a melhor recompensa".
Trabalhando em correspondência com crentes árabes por tantos anos, Chris notou que o que acontece na região influencia o relacionamento, mesmo à distância: "Vemos isso de uma maneira muito direta no número de respostas que obtemos, por exemplo. Hoje em dia, nós não recebemos mais respostas da Síria. As pessoas têm outras coisas em suas mentes, como sobreviver à guerra". 

Uma época da qual Chris se recorda muito bem foi quando os mulçumanos extremistas estavam em conflito com o governo militar na Argélia, nos anos 1990. Naquela época, coisas horríveis estavam ocorrendo no país: aldeias inteiras foram massacradas. "Pessoas diziam para si mesmas: ’se isso é o Islã, não quero mais fazer parte’", relata o colaborador da Portas Abertas. "Alguns correspondentes expressaram claramente sua revolta". No presente, ele está esperançoso que muçulmanos da região possam ser contestados em sua fé da mesma forma: "Agora a irmandade muçulmana tem dominado algumas áreas, administrando países com ideias islâmicas, políticas, sociais e a situação econômica desses países está piorando. Sem dúvida, isso irá desafiar os mulçumanos a se perguntarem se essas ideias são verdadeiras ou não".
Chris agora vive na Europa, sendo que a maioria das várias centenas de pessoas que trabalham no sistema de correspondências são moradores das nações árabes, os crentes locais. Chris está coordenando uma dessas equipes locais e tenta viajar para a região para conhecê-los sempre que possível. Isso faz com que ele continue vendo o quanto significa o seu trabalho e o da equipe local para os cristãos que recebem o contato. 

Como exceção à regra, recentemente, ele pôde visitar uma das pessoas com quem ele estava se correspondendo: "Um homem muito comum, em seus 40 anos, dirigindo um táxi. Fiquei encantado em conhecê-lo e também sua família. É bom ver que as pessoas com quem me correspondo estão conectadas com os crentes locais". 

Relacionar novos crentes com os outros irmãos e igrejas do país – se existir – é o objetivo final: "Um novo crente não deveria permanecer por muito tempo ligado à pessoa que está respondendo suas mensagens; ao invés disso, ele deveria estar face a face com irmãos que estão próximos a ele", disse Chris. Esta é a razão pela qual Chris e sua equipe tentam organizar, o mais rápido possível, o encontro entre o cristão solitário que envia a carta e o crente local, que atua nesse processo em auxílio a Chris: "Pode parecer um pouco arriscado nas áreas de perseguição, mas, pela minha experiência e fazendo as perguntas certas por e-mail, temos um bom senso sobre qual dos remetentes é alguém interessado realmente ou é algum espião".
A igreja, em alguns casos, acompanha os crentes através do sistema de correspondências durante um longo período: "Tempos atrás, estava supervisionando a correspondência com um jovem e com um irmão da igreja local que estava em contato com ele", recorda Chris, "mais de 200 e-mails foram trocados, o que é excepcionalmente longo para o sistema". Este jovem fugiu, de país a país, depois de se converter a Cristo. "Ele estava sendo explorado, passando por uma situação extremamente difícil; mas poderíamos apoiá-lo, encorajá-lo e colocá-lo em contato com os irmãos por onde quer que ele fosse. Nesses tempos difíceis, o sistema GRMS providenciou a ligação dele com a igreja em todo o mundo". 

Agora, esse cristão voltou para o seu país de origem e mora com um amigo que não sabe que ele se tornou seguidor de Jesus. "Há poucos meses, seu correspondente local solicitou uma visita e a rede de acompanhamento local está em processo para que esse encontro seja realizado de forma segura".
Sem o sistema GRMS é muito difícil para os novos crentes encontrarem amizade e alimento espiritual. Chris conta: "Na maioria dos países árabes você não pode simplesmente ir até uma igreja e dizer ‘olá, sou novo aqui’. Mudar sua religião para o cristianismo é algo muito delicado e pode ser bastante perigoso, quando revelado. Além disso, não há muitas igrejas, e mesmo quando há, elas são bastante isoladas da sociedade, não é fácil para um ex-muçulmano entrar". 

O GRMS é um caminho para se conectar com os cristãos evitando essas restrições: "Deus nos deu os meios de comunicação cristãos como uma porta para as pessoas e nós temos a responsabilidade de cuidar daqueles que decidirem passar por ela. Não acompanhar esses novos crentes seria como deixar um bebê na rua para morrer".
*Por razões de segurança, o nome do cristão foi modificado.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

O foco do Bolsa Família é tirar o povo realmente da miséria?


O governo atual aperfeiçoou um programa social, antes bolsa escola agora bolsa família para ajudar os mais necessitados. A ideia do programa é boa, mas infelizmente na pratica a historia é outra.
A maioria das pessoas já ouviu falar, já leu ou até mesmo já estudou sobre o assunto: voto de cabresto. O que está acontecendo nos últimos dias é isso: o voto de cabresto. Mas de forma mais bonita, mais moderada com esse programa social.
Interessante que: o povo vive com esse dinheiro e o governo alegando que tirou muita gente da miséria. Mas será que tirar da miséria só é isso mesmo? Da essa ajuda de custo e está tudo bem? A miséria cultural não conta? Onde está a educação de qualidade? Onde está a saúde de qualidade? Entre outros direitos que temos, mas na pratica nada funciona.
Mas para o povão não interessa, o que mais interessa é o bolsa família e o que chama mais atenção é que tem gente reclamando porque o auxilio nunca aumentou. E tem coisa pior que isso: não contribuem para a previdência. Devido isso pergunto: o País é justo? Pois para um cidadão se aposentar tem que cumprir uns requisitos mesmo sendo contribuinte. E como ficam esses cidadãos que nunca contribuíram? Realmente eles também têm o direito, mas é justo? Eu contribuir para a previdência o dinheiro dos meus impostos vai para o programa social do governo federal e a mesma pessoa que foi sustentada por mim durante muito tempo sem contribuir com previdência também terá o direito à aposentadoria.
Ate concordo com a ajuda do governo para o nosso povo, pois temos um povo sofrido onde toda ajuda para o mesmo é necessária. Mas deve ser apenas temporário, pois vemos esse auxilio sendo usado para outros fins sem falar que muitos beneficiários não querem mais trabalhar para não perderem esse beneficio, alegando que é pouco, mas é garantido.
O que faz um País desenvolver é trabalho. Mas infelizmente o governo prefere sustentar o povo com migalhas sabendo que o mesmo é fácil de manobrar ao invés de incentivar empresas a contratarem funcionários e investir na educação cada vez mais.
Concluo com a pergunta: O foco do Bolsa Família é tirar o povo realmente da miséria?


Joabson João

terça-feira, 28 de maio de 2013

Estudo prevê nova crise aérea no Brasil em 7 anos



RICARDO MIOTO
DE SÃO PAULO

O Brasil passará por um segundo gargalo aéreo na década de 2020, após a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Hoje, os problemas se concentram nos terminais de embarque. Dez dos principais aeroportos brasileiros têm essa estrutura saturada.
Mas mesmo que esse nó seja desatado, o país terá de lidar em seguida com a saturação nas pistas e no tráfego de aviões sobre os aeroportos.
Hoje, já há uma pista sobrecarregada: a do aeroporto de Congonhas. Um novo estudo da FGV aponta que isso vai se alastrar. A pista de Viracopos deve chegar ao seu limite até 2020. A partir daí, a situação se complica: até 2030, mais uma dezena de aeroportos nas principais capitais vão precisar de investimentos em suas pistas.
Isso porque o atual "caos aéreo" brasileiro não é exatamente aéreo, mas terrestre, no embarque. Já o número médio de pousos e decolagens por hora em si é baixo: 38, ante uma média global de 88.
Com o tempo, a tendência é que o número brasileiro se aproxime do internacional.
Em 2002, o Brasil realizou apenas 36 milhões de embarques. Em 2012, já eram 101 milhões, mas para os especialistas esse número ainda é pequeno para um país de 200 milhões de habitantes.
Os EUA, com população de 300 milhões, realizam 650 milhões de embarques ao ano. A FGV estima que o Brasil terá 195 milhões de passageiros em 2020 e 312 milhões em 2030.
Nesse cenário, serão necessários investimentos de cerca de R$ 30 bilhões até 2030 para adequar os aeroportos.
A maior parte desse valor, entre R$ 10,7 bilhões e R$ 14,2 bilhões, terá de ser desembolsada entre 2020 e 2030.
Para Gesner Oliveira, coordenador do estudo, a solução para eliminar esses gargalos é expandir o investimento privado no setor. Nesse sentido, as primeiras concessões, realizadas pelo governo federal em fevereiro de 2012 (Guarulhos, Viracopos e Brasília), devem trazer investimentos de cerca de R$ 16 bilhões.
Para Oliveira, evitar um segundo apagão aéreo após os grandes eventos esportivos dependerá da agilidade nas novas concessões. "Além disso, se só um grupo controlar os principais aeroportos, não haverá concorrência nem melhor qualidade do serviço".
Em evento na Fiesp no começo do mês, o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranys, disse que os estudos prévios para os editais dos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG) estão em fase de conclusão.


domingo, 26 de maio de 2013

FIM DOS TEMPOS: Visão que David Wilkerson teve em 1974 está mais perto de se cumprir do que nunca



Durante muitos anos o pastor pentecostal David Wilkerson foi um dos maiores críticos da igreja evangélica norte-americana. Ele ficou famoso em todo o mundo por seu livro A Cruz e o Punhal, onde relata como ajudou a converter violentos membros de gangues de Nova Iorque.

Sua vida pessoal e ministerial íntegras o qualificaram para ser um porta-voz divino com autoridade reconhecida até mesmo fora dos meios evangélicos.

Um dos momentos em que ele foi mais perseguido e caluniado foi em 1974, quando publicou um livro chamado A Visão. Wilkerson relata que Deus o mostrou que os EUA precisavam de arrependimento e advertia sobre o futuro julgamento de Deus sobre todo o mundo.
Imediatamente, o pastor passou a ser chamado por algumas igrejas de “profeta da destruição”. Líderes eclesiásticos que ensinavam apenas mensagens positivas decidiram naquela época retirar os livros de Wilkerson das livrarias de suas igrejas. Para muitos ele havia tido alguma alucinação e suas palavras não faziam sentido.

Muitos afirmaram alguns anos depois que suas visões proféticas não se cumpriram e que não havia necessidade de uma palavra profética fora da Bíblia. Chegaram a chama-lo de um “falso profeta”.

Parecem ter esquecido que vários profetas bíblicos não viram suas palavras se cumprir enquanto estavam vivos. Isaías, por exemplo só veria o que falou sobre a Babilônia se cumprir cerca de 150 anos depois da sua morte. O que ele falou sobre Jesus, demorou cerca de 700 anos para se tornar realidade. Muitas outras profecias bíblicas ainda esperam pelo seu cumprimento mesmo dois mil anos depois.

A Bíblia anuncia que nos últimos dias, Deus daria visões e sonhos, para homens, mulheres, jovens e velhos (cf Joel 2:28-29). As visões que Deus deu ao pastor Wilkerson têm quase 40 anos. Ele morreu sem ver muitas delas se cumprirem na totalidade.

É importante ressaltar que muitas das coisas que vemos hoje nos jornais ou na TV e para nós podem parecer normais, seriam impensáveis na década de 1970.

O livro A visão foi lançado apenas em inglês (1974) e espanhol (1975), mas existe uma versão resumida já traduzida para o português.

Ele fala de cinco calamidades terríveis que viriam sobre todo o mundo:

1) Uma confusão econômica que afetará o mundo todo.

Os economistas mundiais não poderão explicar o que está acontecendo. Corporações grandes, sérias, bem conhecidas, desmoronarão, irão à falência no mundo todo.

2) A natureza com dores de parto.

Uma crise que envolve a natureza. Sinais e mudanças sobrenaturais inexplicáveis para o homem. Os desastres mundiais serão mais frequentes. Vi terremotos nos Estados Unidos. Fome no mundo inteiro, a provisão alimentícia do mundo esgotada, provocando a morte de milhares de pessoas.

3) Um batismo de imundícia nos EUA

Os programas de TV serão da pior espécie. As bancas de revistas estarão saturadas de revistas imundas. A educação sexual nas escolas será reanimada com filmes demonstrando detalhes do ato matrimonial

4) A quarta coisa é a rebelião no lar.

O problema número no mundo com respeito á juventude é o ódio que nutrem pelos pais.

5) A quinta coisa é uma onda de perseguição a um grau que a humanidade jamais experimentou.

Revela-se em um tempo quando a liberdade de religião aparenta ter chegado ao seu auge. Se estenderá pelos Estados Unidos, Canadá, o mundo inteiro e por fim será como uma espécie de loucura.

Vejo que se avizinha o tempo quando a maioria dos projetos missionários, programas de rádio e televisão, as sociedades missionárias, serão admoestadas e vigiadas tão severamente por agências do governo que terão temor de prosseguir em suas atividades.

Wilkerson termina seu relato com a seguinte exortação:

Muitos querem continuar sentados diante de uma televisão, ir a alguns cultos para aplaudir cantar sobre as boas coisas de Deus. Porém, amados, é tempo de reconhecer que o fim do mundo está às portas.

Esta é a hora sobre a qual tens ouvido pregar. Muitos estão acomodados não sabendo nem o que está se passando. Amados, Jesus já vem. Jesus Cristo já vem, e está pondo sua casa em ordem.

Oposição quer explicações da Caixa sobre 'lambança' no Bolsa Família


KÁTIA BRASIL
DE MANAUS
MÁRIO BITTENCOURT
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A oposição atribuiu ao governo federal a "lambança" provocada pelo boato sobre o fim do Bolsa Família e afirma que irá pedir explicações à Caixa Econômica Federal sobre a antecipação no pagamento dos recursos do programa.
Na edição deste sábado (25), a Folha revelou que a Caixa alterou, sem aviso prévio, o calendário de pagamento na véspera da disseminação do boato que gerou filas e tumulto em agências de 13 Estados no último fim de semana.
O banco liberou todos os benefícios -no valor total de R$ 2 bilhões- na sexta-feira (17). Pela regra oficial, o pagamento é feito de forma escalonada, seguindo a ordem do último número do cartão.
A informação sobre a mudança foi confirmada pela Caixa, que até então vinha dizendo que o calendário estava mantido e que os pagamentos só foram liberados emergencialmente no final de semana para atenuar o efeito do boato.
A Polícia Federal, que apura a origem dos boatos,, ainda não concluiu as investigações.
O líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio, quer que o presidente da Caixa, Jorge Hereda, dê explicações sobre a antecipação do pagamento e também sobre a mudança na versão dada pelo banco.
"A Caixa Econômica precisa dar explicações sobre o que motivou a antecipação dos benefícios e porque só agora admitiu ter feito o pagamento antes do previsto. Não nos parece ser rotineiro e fácil antecipar o pagamento de R$ 2 bilhões de uma hora para outra", afirmou Sampaio.
Segundo ele, a PF precisa apurar se a mudança sem comunicado prévio pode ter contribuído para a disseminação do boato.
Em nota enviada à Folha, a Caixa afirmou que, em busca de "melhorias no Cadastro de Informações Sociais", optou por permitir o saque pelos beneficiários no dia 17 independente do calendário individual.
Para o senador paranaense Álvaro Dias, vice-líder do PSDB no Senado, a responsabilidade pela disseminação do boato é "oficial".
"A lambança foi do governo. E ainda se tentou, desonestamente, incriminar a oposição", afirmou o senador neste sábado.
A crítica faz referência às declarações da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), que na segunda-feira (20) atribuiu os boatos à "central de notícias da oposição".
Ela foi depois desautorizada pela presidente Dilma, que, sem citar nomes, chamou de "criminoso" e "desumano" o responsável pelo boato.
Para o líder do MD (Mobilização Democrática) na Câmara, deputado Rubens Bueno, se há "criminoso" neste caso, trata-se do "próprio governo que ensejou o boato" ao liberar os recursos de forma "incompetente" e "atabalhoada".
"Funcionários da própria Caixa admitiram que ocorreram erros e foi permitida a liberação antecipada dos benefícios. O erro pode ter dado origem ao boato. Cabe ao ministro e a direção da Caixa esclarecer muito bem a situação", afirmou.
Já o senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM, disse que não estranharia se o próprio governo estivesse por trás dos boatos.
Para o senador, o episódio do Bolsa Família está sendo usado politicamente pelo governo.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

A grande mídia bombardeando a nova geração com lixo


Nos últimos dias vemos o quanto a grande mídia televisa tem bombardeando a sociedade com o intuito de destruir a família brasileira. Tanto em novelas e até mesmos nos jornais, vemos cada vez mais certos privilégios aos homossexuais.
E o pior não é a só a poderosa que está bombardeando nossas famílias. A sua principal concorrente também esta fazendo o mesmo. Já vi umas cenas de uma novela na mesma e me espantei, pois a principal concorrente da poderosa, que iniciou como cristã depois perdeu o foco do cristianismo, se essa emissora teve esse foco, também fazendo apologia ao homossexualismo.
Tem gente que argumenta esses fatos alegando que a sociedade tem que se acostumar com a nova família. Não passa de uma desculpa esfarrapada. Pois se formos analisar bem é plano para a sociedade passar a aceitar o casamento homossexual e depois de tanta manipulação serão capazes de sugerir um plebiscito sobre o tema e a população votar a favor. Estou escrevendo isso, mas não passa de uma teoria, pois não foi preciso de plebiscito para o casamento homossexual ser aprovado. Vejamos aqui outro exemplo que vi em um jornal que faz parte da programação da poderosa. Essa reportagem foi apresentado uma cantora que se declarou homossexual e “casou” com a companheira, uma reportagem mostrando “famílias” compostas de duas mães, essas mães adotaram crianças e uma das duplas ambas a mulheres usaram o método de inseminação artificial para engravidarem.
Podemos ver que elas sabem que a coisa não está correta, pois precisou de homem de maneira mesmo que indireta para engravidar. E mais uma coisa: que exemplo está dando para as crianças que adotaram e das mesmas que nasceram com inseminação artificial, com as crianças vendo duas mães sem a figura do pai.
Sempre falo: cada um tem sua vida faz o que quiser com ela, não sou eu quem julga. Mas o que a grande mídia está fazendo segundo minha opinião é: mostrar para a sociedade que: você negando sua natureza é normal.


Joabson João