Radio Evangélica

sábado, 17 de novembro de 2012

NÃO julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. Mateus 7:1-2



Fazendo uma reflexão nesses versículos e trazendo para os dias atuais, podemos ver que muitos que se denominam cristãos não exercem essa prática.
Jesus foi bem claro: NÃO Julgueis.
Mas nos últimos dias devido ao grande número de denominações religiosas que há em nosso meio temos certo número de “cristãos” que se acham no direito de julgarem os outros.
Gente que fala com toda convicção que a igreja dela vai para o céu e as demais irão para inferno. Pois segundo essas pessoas a doutrina interna imposta pelos seus líderes é a correta. Doutrina essa sem base bíblica nenhuma.
Falam o seguinte: a igreja que faço parte é uma benção. Lá o homem não pode usar bermuda, a mulher não pode usar calça, a mulher também não usa brinco e nem maquiagem.  Mas as outras igrejas não vão para o céu, estando lá é mesma coisa que está no mundo. Isso é coisa pouca eu poderia falar até mais coisas em relação a esses pensamentos.
Atacam os católicos de uma forma assustadora falando que os católicos não conhecem a Bíblia. E eu conheço católicos que mais estudiosos da Bíblia do que certos líderes religiosos que alguém um dia disse que eram pastores e eles acreditaram.
Vou voltar agora para a questão de usos e costumes, onde vejo muitos atacarem as mulheres por usarem maquiagens entre outros intens. Não estou aqui falando que sou contra ou a favor da maquiagem. Mas cada um tem consciência e deve saber o que usar com moderação não é uma doutrina de uma igreja que fala que isso está errado que devo seguir doutrina essa que é baseada em um texto isolado da Bíblia e fazem daquele texto doutrina. O interessante é que falam tanto de maquiagem das mulheres, mas eles usam uma maquiagem bem pior que essa. Chamo isso de maquiagem para a sociedade. Passam para sociedade uma aparência de pessoas certas que tudo deve ser certo. Usam a frase: irmão (ã) não podemos fazer isso porque somos crentes, somos diferentes. É até bonito a frase, mas se formos atrás vemos que a coisa não é colocada em prática. Dizem que segue a Bíblia na risca. Mas já começam a quebrar essa ordenança de Jesus que é o texto base dessa reflexão. Julgando as demais denominações apontando e falando que estão erradas, mas apontam erros sem base bíblica. A única base que usam são as doutrinas internas impostas por homens.
Interessante que tem uma musica interpretada pela banda gospel chamada Fruto Sagrado, onde nessa musica fala que o grande número de denominações só faz aumentar nossa divisão.
E podemos ver no versículo

Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado. Mateus 12:25b
Vemos tanta doutrina interna sendo pregada que se esquecem do primordial que é o amor.

A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Romanos 13:8

Pregando o amor de acordo com Palavra podemos vê que as pessoas são tocadas pelo Espirito e se entregam, mas infelizmente muitos se esquecem do amor e só pregam doutrina. Devido a essa grande falha que há no nosso meio muitas pessoas desistem da caminhada.
Não estou falando que é errado pregar doutrina, mas a doutrina deve ser pregada segundo a Palavra e não segundo preceitos humanos. 
Esse pessoal que julgam outras denominações tem duas qualidades inquestionáveis: gostam de evangelizar e gostam de orar. Isso é louvável.
Mas infelizmente evangelizam de uma forma agressiva que muitas vezes espantam as pessoas com sua forma de apresentarem o evangelho. Forma essa que já chega condenando as pessoas que pretendem ganhar para Cristo.
Mas campanhas de oração eles sabem fazer muito bem. Isso eu reconheço.
Escrevi esse texto não para atacar, nem para defender alguma denominação religiosa. Mas para mostrar que há muito a melhorar no nosso meio.
E essa mudança deve começar por mim e por você que está lendo essa mensagem. Vamos evangelizar, de maneira amável, para recrutar pessoas para a obra de Deus e não espantar as mesmas, vamos falar do amor de Deus, vamos orar cada vez mais e nos firmarmos na Palavra.
Joabson João
Mensagem 4

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Merecemos Benefícios?

 


Estou postando essas fotos espero que não seja mal interpretado
Muitas vezes eu me pergunto se realmente vale a pena os governantes fazerem algo de bom para a população. Estou postando essas fotos não é para defender ou acusar alguém. Mas ando em João Pessoa e em Santa Rita e vejo as praças com esses equipamentos mas até agora não vi nenhuma praça com esses equipamentos e em João Pessoa faz anos que tem esses equipamentos nas praças. Pode até ter uma praça com esses equipamentos quebrados em João Pessoa, mas até agora eu não vi.
Esses equipamentos que tirei estão na praça do Bairro que moro (Sesi). Vejo que infelizmente a nossa cultura não está preparada para benefícios.
Sempre falamos mal dos políticos, mas muitas vezes temos que olhar também  para nós, as vezes o erro está em nós.
Sei que o prefeito passou dois mandatos para reformar/construir praças. E depois que constrói/reforma a população não agradece pelo beneficio.
Sei que tem gente que fala que isso é maquiagem urbana, que seja. Sei que tem muita coisa a melhorar na nossa cidade como saúde, educação, entre outros.
Mas infelizmente vejo que não vale a pena fazer benefícios para nossa população, pois eles não agradecem mesmo.

Joabson João

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

STF teve "dois pesos e duas medidas" no julgamento do mensalão, diz PT


O PT divulgou, na tarde desta quarta-feira (14), uma nota criticando a "partidarização" do Judiciário e acusando o STF (Supremo Tribunal Federal) de ter feito um julgamento "político" do escândalo do mensalão.
O texto foi elaborado após a definição das penas do ex-ministro José Dirceu, do ex-presidente do partido José Genoino e do ex-tesoureiro Delúbio Soares, ocorrida na última segunda-feira (12).
Na nota, a Executiva Nacional do PT acusa o STF de ter adotado "dois pesos e duas medidas" ao negar o desemembramento da ação penal do mensalão e julgar na corte mesmo os réus que não têm foro privilegiado. Afirma que o tribunal agiu em sentido contrário no caso do mensalão tucano de Minas Gerais.
O partido afirmou que a condenação do ex-ministro José Dirceu com base na teoria do domínio do fato --segundo a qual o autor não é só quem executa o crime, mas quem tem o poder de decidir sua realização e faz o planejamento para que ele aconteça-- cria um "precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito".
Dirceu é o único dos réus citados nominalmente na nota, e apenas nesse trecho.
O julgamento foi classificado como "nitidamente político" pelo PT, que atacou a coincidência com o calendário eleitoral e a adoção do domínio do fato para "compensar a escassez de provas".
"Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT", diz o texto.
Leia a íntegra da nota divulgada pelo PT:
PT E O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470
O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.
1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa
O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.
A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.
Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do "mensalão do PSDB" de Minas Gerais.
Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.
Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância - todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.
Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.
2. O STF deu valor de prova a indícios
Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma "pouco ortodoxa" (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.
À falta de elementos objetivos na denúncia, deduções, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias - fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.
Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa-papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.
3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.
Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu "tinha como não saber"...
Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.
Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.
4. O risco da insegurança jurídica
As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.
Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.
Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.
Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.
Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.
5. O STF fez um julgamento político
Sob intensa pressão da mídia conservadora-cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.
Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.
Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.
Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.
No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).
Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela "compra de votos" para, desta forma, tentar criminalizar o PT.
Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.
Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.
A luta pela Justiça continua
O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.
Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.
A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.
Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.
Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.
Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.
É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.
Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.
São Paulo, 14 de novembro de 2012.
Comissão Executiva Nacional do PT.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1185754-stf-teve-dois-pesos-e-duas-medidas-no-julgamento-do-mensalao-diz-pt.shtml

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bilionário é banido de restaurante após ameaçar a gerente de morte

Um dos homens mais ricos do mundo foi banido do famoso restaurante nova yorkino Nobu, depois de ter supostamente ameaçado a gerente do estabelecimento de morte quando lhe foi negada sua mesa favorita.

Stewart Rahr, que conquistou sua fortuna no ramo farmacêutico, admitiu ter enviado um e-mail reclamando das ações da gerente para o dono do restaurante, Drew Nieporent, mas nega te-la ameaçado de morte, de acordo com o jornal norte-americano, The New York Post. O jornal ainda reportou que depois de um confronto direto com a gerente, Stewart enviou a mensagem em caixa alta para Drew e alguns de seus amigos famosos, entre eles Alicia Keys e Leonardo diCaprio, 

O motivo para a insistência do bilionário seria o fato de que aquele dia era aniversário de sua esposa, e por isso ele fazia tanta questão da mesa. Ele ainda teria abordado o grupo que ocupava o local e pedido para que mudassem de posição e liberassem a mesa para ele. Uma bartender que presenciou a cena disse que ele chegou a se oferecer para pagar a conta do grupo, caso cedessem ao seu pedido.

http://br.noticias.yahoo.com/bilion%C3%A1rio-%C3%A9-banido-de-restaurante-ap%C3%B3s-amea%C3%A7ar-o-gerente-de-morte-porque-teve-sua-mesa-favorita-negada.html

domingo, 11 de novembro de 2012

Presidência da República anunciou em cinco jornais que… não existem! E isso, claro, custou dinheiro! Foi pra quem?



 
Como diria o Chico Jabuti, “quem sabe os escafandristas” um dia decidam investigar as relações do governo do PT com o jornalismo — ou com um troço que até pode lembrar jornalismo, mas que é outra coisa. Na abertura do seminário sobre corrupção, na semana passada, Dilma Rousseff fez o elogio da liberdade de informação: “Estou convencida de que, mesmo quando há exageros, e nós sabemos que, em qualquer área, eles existem, é sempre preferível o ruído da imprensa livre ao silêncio tumular das ditaduras”. Tá bom assim, vá lá. Incomoda-me um pouco a palavra “ruído” aí; sou tentando a perguntar em que sentido ela o empregou. Mas a fala é, sem dúvida, melhor do que aquilo que se ouve na rua petista.
 
Dilma tem deixado claro que não partirá dela iniciativas para violar a Constituição. Que bom! Conforta-me saber que temos uma presidente legalista. No governo do antecessor, como é sabido, houve mais de uma tentativa de submeter a imprensa à canga do poder. Mas a presidente carrega, sim, um passivo nessa área, herdado de seu padrinho político, que ela manteve intocado: o financiamento, com dinheiro público, da pistolagem política e ideológica travestida de jornalismo — especialmente na Internet. Estatais estampam seus respectivos logotipos em veículos que servem apenas para achincalhar os “inimigos do regime”.
 
A Folha deste domingo traz uma reportagem de Leandro Colon e Fábio Leite que dá uma pista de como as coisas se dão nessa área. Leiam trechos. Volto depois.
 
A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem. As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP). Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos. Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho “Zero Hora” e o carioca “O Dia”, a Laujar não publica nenhum jornal.
 
Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região. Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras.
 
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de que são forjados. A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do “Jornal do ABC Paulista”, “O Dia de Guarulhos”, “Gazeta de Osasco”, “Diário de Cubatão” e “O Paulistano”. Todas elas têm os mesmos textos -a única diferença é o nome da publicação. Uma das “reportagens” apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais. Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia.
 (…)
 A Laujar, por exemplo, declarou que seus jornais tinham uma tiragem total de 250 mil exemplares, vendidos por R$ 2,50 cada. Se a informação fosse verdadeira, as supostas publicações da empresa teriam, juntas, uma circulação parecida com a do jornal “O Globo”, a quinta maior do país. A Secom informou que, em maio, excluiu a empresa de seu cadastro. Não pela inexistência dos cinco “jornais”, entretanto, mas porque segundo o órgão eles não falavam sobre questões específicas dos municípios onde circulavam.
 (…)
 
Encerro
 Não basta Dilma Rousseff fazer sua profissão de fé na liberdade de imprensa. Até porque não devemos tomar como favor da Soberana o que, como diria Gregório de Matos, a lei “nos dá de graça”. Se quer mesmo atuar no setor de maneira democrática e transparente, tem de parar de injetar dinheiro público na pistolagem subjornalística. Afinal, a CEF, o BB e a Petrobras, por exemplo, também pertencem àqueles que não são petistas, àqueles que não votaram em Dilma, àqueles que escolheram outros partidos. Dilma pertence ao PT, mas foi eleita para governar todos os brasileiros, incluindo aqueles de quem ela não gosta e que eventualmente também não gostam dela.
 
Ou há algo de errado nessa minha afirmação?
 (Reinaldo Azevedo - 11/11/2012 - às 3:56)
 
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/presidencia-da-republica-anunciou-em-cinco-jornais-que-nao-existem-e-isso-claro-custou-dinheiro-foi-pra-quem

sábado, 10 de novembro de 2012

Comissão da Verdade começa a investigar igrejas na ditadura


A Comissão Nacional da Verdade realizou ontem, em São Paulo, a primeira reunião do novo grupo de trabalho que vai investigar a atuação das igrejas cristãs -católicas e protestantes- durante a ditadura militar (1964-1985).

Coordenado pelo membro da Comissão Nacional da Verdade Paulo Sérgio Pinheiro, o grupo pretende investigar tanto casos de apoio e colaboração com o regime como de resistência à repressão. No encontro de ontem, foi definido o cronograma de trabalho para os próximos meses.

A mobilização para apurar a atuação das igrejas ocorreu após o depoimento do ex-preso político Anivaldo Padilha -pai do ministro da Saúde, Alexandre Padilha- à Comissão Nacional da Verdade, em setembro. "A comissão não havia percebido até então que gente das igrejas fazia o jogo dos órgãos da repressão", diz o professor Leonildo Silveira Campos, da Universidade Metodista de São Paulo, um dos integrantes do novo grupo.

Em fevereiro de 1970, Anivaldo foi preso após ser delatado por um pastor e um bispo da Igreja Metodista que frequentava em São Paulo. Na época, ele dirigia o Departamento Nacional de Juventude da igreja e participava da Ação Popular, movimento da esquerda cristã.

Em 1971, Anivaldo se exilou e só voltou ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia. Havia deixado no país a mulher, grávida de Alexandre Padilha, que só conheceu o pai aos oito anos de idade.

O ex-preso político também é um dos integrantes do grupo de trabalho que vai apurar a atuação das igrejas. Ele diz acreditar que haverá resistência às investigações.

Além de casos como o de Anivaldo, o grupo pretende investigar episódios como o fechamento de escolas com orientação religiosa, demissão de professores e perseguição a grupos religiosos.

Fonte: Folha de São Paulo/
 folhagospel

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Raabe e sua justificação




"O SENHOR, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes." (Dt 31:8)
"Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares." (Js 1:9)
"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR.
Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos." (Is 55:8-9)
Raabe conhecia muito bem a terra onde ela morava.
Um dono de hotel, de motel, de bar, ou mesmo de um bordel, conhece muito bem a cidade e os arredores de onde ele instala o seu comércio.
E Raabe tinha um estabelecimento comercial nos arredores da cidade de Jericó.
Jericó não era uma cidadezinha, era um centro importante e rico, rodeado por altas e poderosas muralhas, essa cidade tinha um rei, que tinha também um serviço de inteligência, além de um valoroso exército.
Os israelitas eram um povo que vivia em tribos, recém libertos do jugo de faraó, depois de quatrocentos anos sob jugo servil.
Nossa história sempre é contada, entendida e reforçada pelos anos.
"E, olhando o filisteu e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era jovem ruivo e de gentil aspecto.
Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu amaldiçoou a Davi, pelos seus deuses.
Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1 Sm 17:42-44)
O povo que acabara de sair do jugo de faraó, não sabia mandar, sabia apenas obedecer, sabia apenas trabalhar, podemos dizer que era um povo que gostava de ser mandado.
Não sabia esse povo guerrear, pois um povo que vive durante quatrocentos anos na condição de escravo, passa até pela genética a filhos e netos o que é que o espera, que é o ser escravo.
Eles não sabiam ser livres e muito menos tinham a verdadeira noção do que significa ser livre.
Já Raabe, era uma dona de um comércio, e um comércio bastante lucrativo, a prostituição.
Ela sabia perfeitamente quais os riscos que estava correndo quando resolveu ajudar os espias.
"Porém aquela mulher tomou a ambos aqueles homens, e os escondeu, e disse: É verdade que vieram homens a mim, porém eu não sabia de onde eram.
E aconteceu que, havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, aqueles homens saíram; não sei para onde aqueles homens se foram; ide após eles depressa, porque vós os alcançareis.
Porém ela os tinha feito subir ao telhado e os tinha escondido entre as canas do linho, que pusera em ordem sobre o telhado." (Js 2:4-6)
Ela sabia que o seu ato poderia resultar na sua morte e de toda a sua família.
mas ela resolveu atender à voz do espírito santo de deus.
"e disse aos homens: Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós.
Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Seom e a Ogue, que estavam dalém do Jordão, os quais destruístes.
Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra." (Js 2:9-11)
E nisto tudo vemos que raabe usou da esperteza adquirida em seu comércio para enganar aos homens do rei, mas não que isso fosse necessário para a obra de Deus, não, não era.
O que era necessário para a obra de deus, e foi isso que deus avaliou aqui, foi o quanto raabe era submissa a deus, dada a importância de raabe na genealogia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré.
Era muito importante que a linhagem davídica contivesse pessoas de diferentes pesos, e principalmente uma prostituta.
Cremos que um dos objetivos principais é mostrar que somente pela eterna graça é que somos salvos, e não por nossos méritos.
Ao contrário do que muitos pensam que podem conquistar, deus nos mostra aqui o que ele faz com um povo que sequer sabe viver livremente e que ganha a proteção de uma prostituta. assim observamos que deus de fato não necessita de qualquer um de nós.
E que nunca busca, buscou ou buscará em nós quaisquer sinais de merecimento.
"Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;
a quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hb 7:1-3)
Notamos que as glórias procuradas pelo homem - a sede de conhecimento, a sede de massagem no ego pelos aplausos e reconhecimentos humanos - apenas nos afastam e nos afastarão mais e mais do grande, poderoso, eterno e misericordioso Deus de israel.
Lmbremo-nos de Balaão a quem Deus não permitiu que fosse honrado pelo rei:
"Agora, pois, foge para o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o SENHOR te privou desta honra." (Nm 24:11)
No entanto muito maior honra teve balaão ao poder profetizar acerca do cristo do altíssimo, acerca das coisas que viriam e de coisas que ainda virão.
"Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas e destruirá todos os filhos de Sete.
E Edom será uma possessão, e Seir também será uma possessão hereditária para os seus inimigos; pois Israel fará proezas.
E dominará um de Jacó e matará os que restam das cidades." (Nm 24:17-19)
"Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão.
Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão,
que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo;
a qual, a seu tempo, mostrará o bem-aventurado e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores;
aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (1 Tm 6:11-16) - (igreja evangélica santo dos santos - msn:elysilmarvidal@gmail.com - fones:  41-3338-6234
 - (tim) 041-41-9820-9599 - (claro)  41-9821-2381 - (vivo)  41-9109-8374 - apóstolo ely silmar vidal - mensagem 061112 - raabe e sua justificação)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
http://www.elyvidal.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Receita libera consulta ao 6º lote de IR 2012



A Receita Federal libera nesta quinta-feira (8), às 9h, a consulta ao lote multiexercício do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), que diz respeito ao sexto lote do exercício de 2012, além dos pagamentos residuais de 2011, 2010, 2009 e 2008.
No total, serão creditadas restituições para um total de 544,6 mil contribuintes, totalizando R$ 1,09 bilhão.
Para o exercício de 2012, serão creditados pagamentos para 468 mil contribuintes, em um total de R$ 944,2 milhões.
Todas as restituições de declarações de IRPF 2012 sem pendências com a Receita até o mês de outubro de 2012 serão liberadas no lote que será creditado em 16 de novembro.
Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 37,7 mil contribuintes, totalizando R$ 91,4 milhões, já acrescidos da taxa Selic (juro básico da economia) 15,65 % (maio de 2011 a novembro de 2012).
Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 15,6 mil contribuintes, totalizando R$ 23,6 milhões, já acrescidos da taxa selic de 25,80% (maio de 2010 a novembro de 2012).
Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 11,1 mil contribuintes, totalizando R$ 17,7 milhões, já atualizados pela taxa selic de 34,26%, (período de maio de 2009 a novembro de 2012).
Referente ao lote residual de 2008, serão creditadas restituições para um total de 12,2 mil contribuintes, totalizando de R$ 12,1 milhões, já atualizados pela taxa selic de 46,33%, (período de maio de 2008 a novembro de 2012).

CONSULTA
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte pode acessar a página na Receita na internet ou entrar em contato pelo telefone 146.
A restituição ficará disponível no banco por um ano. Após este período, o valor deve ser resgatado por meio de formulário que deve ser preenchido no site, ou pelo e-CAC, página também do site da Receita destinada especificamente às operações de IR.
Caso o valor não seja creditado, a Receita informa que o contribuinte pode procurar diretamente o Banco do Brasil, nas agências ou pelo telefone, para agendar o pagamento em conta-corrente ou poupança pessoal. Ou ligar para central de atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais) ou  0800-729-0001 (demais localidades).

VEJA COMO EVITAR A MALHA FINA
Quem ainda não teve a declaração do Imposto de Renda liberada pode fazer a consulta pelo site da Receita Federal e checar a sua situação. Em caso de problemas, é possível saber o que precisará ser corrigido com uma declaração retificadora.
Em 2011, a maior parte dos contribuintes (56%) caiu na malha por omissão de algum tipo de rendimento, seja do titular, do dependente ou valor recebido de aluguéis.
Outro motivo que levou muitos contribuintes à malha fina foi a divergência em relação a informações sobre despesas médicas.
O extrato da declaração pode ser retirado pelo sistema e-CAC. Para acessá-lo, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita ou ter um certificado digital emitido por autoridade habilitada.
O acesso ao extrato permite ao contribuinte identificar, entre outros detalhes, eventuais pendências que acarretam a retenção da declaração em malha. É possível resolvê-las mediante a apresentação de declaração retificadora.
Se houver pendências na declaração, causadas por erros cometidos pelo contribuinte, ele poderá fazer sua autorregularalização. Para isso, deve retificar a declaração, corrigindo os erros apontados pela Receita.
Quanto mais cedo for efetuada a correção, mais rapidamente será liberada a restituição.
Para documentos que não apresentarem problemas, aparecerá a mensagem "em processamento" --o que significa que ela já passou pela análise e não caiu na malha fina.
Se houver algum problema, aparecerá a expressão "com pendências". O próprio programa e-CAC apontará as divergências, que deverão ser corrigidas por meio de uma declaração retificadora.

APLICATIVO
A Receita disponibiliza, também, um aplicativo para smartphones e tablets pelo qual é possível consultar a restituição do IR e a situação do CPF (Cadastro Pessoa Física).
O contribuinte ainda não consegue retificar a declaração pelo aplicativo --isso só pode ser feito no site da Receita Federal.
O aplicativo "Restituição IRPF" funciona em smartphones com sistema operacional iOS ou Android e pode ser baixado gratuitamente na Apple Store e na Google Play.

Mãe espanca filho de 7 anos até a morte por não decorar o Corão



por Leiliane Roberta Lopes

O caso aconteceu no Reino Unido e chocou a comunidade internacional pela brutalidade
Uma reportagem do Daily Mail comenta a morte de um garoto de 7 anos que foi espancado pela mãe até a morte por não se dedicar ao estudo do Corão.
O caso aconteceu no País de Gales, no Reino Unido, e está sendo julgado pelos tribunais. Sara Ege, 32 anos, é acusada de espancar, matar e queimar o filho de 7 anos, Yaseen, por estar decepcionada com ele. A mãe teria matriculado o filho em uma mesquita local para que ele se tornasse um hafiz, memorizador do Corão, tendo que decorar 35 páginas do livro sagrado dos muçulmanos a cada três meses.
Mas o garoto não se empenhava nesse estudo, preferindo brincar com seus amigos. “Eu estava ficando mais e mais frustrada”, disse Ege em seu depoimento, dizendo que em um ano o garoto aprendeu apenas um capítulo.
Irritada com o menino, a mãe passou a usar chinelos, martelos e até mesmo um rolo de madeira para castigar Yaseen. Pelas investigações a mãe, com consentimento do pai, Yousef Ali Ege, de 38 anos, passou a espancar o menino que em julho de 2010 não resistiu às torturas e morreu.
Os pais tentaram apagar os vestígios da morte do garoto colocando fogo na casa, mas a perícia concluiu que Yaseen morreu antes do incêndio e constatou também que no corpo do menino haviam marcas de violência.
Para um médico, Sara Ege confessou a morte do filho, dizendo que foi Shaitan – nome islâmico dado ao diabo – que teria dito para que ela matasse a criança. Para o mesmo médico a mãe acabou confessando que se sentiu muito melhor depois que ele morreu.
Ela também está sendo acusada de trancar Yaseen no porão, amarrá-lo a uma porta e forçá-lo a fazer flexões. O julgamento do casal pode levar dias. As informações são de Paulo Lopes.

Fonte: Gospel Prime