Radio Evangélica

domingo, 4 de novembro de 2012

Virgindade de meninas índias vale R$ 20 no Amazonas



KÁTIA BRASIL
ENVIADA ESPECIAL A SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM)

No município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa de marca e até com uma caixa de bombons.
A pedido das mães das vítimas, a Polícia Civil apura o caso há um ano. No entanto, como nenhum suspeito foi preso até agora, a Polícia Federal entrou na investigação no mês passado.
Doze meninas já prestaram depoimento. Elas relataram aos policiais que foram exploradas sexualmente e indicaram nove homens como os autores do crime.
Entre eles há empresários do comércio local, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista.
As vítimas são garotas das etnias tariana, uanana, tucano e baré que vivem na periferia de São Gabriel da Cachoeira, que tem 90% da população (cerca de 38 mil pessoas) formada por índios.
Entre as meninas exploradas, há as que foram ameadas pelos suspeitos. Algumas foram obrigadas a se mudar para casas de familiares, na esperança de ficarem seguras.
Folha conversou com cinco dessas meninas e, para cada uma delas, criou iniciais fictícias para dificultar a identificação na cidade.
M., de 12 anos, conta que "vendeu" a virgindade para um ex-vereado. O acerto, afirma a menina, ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei triste."
A menina conta que o homem é casado e tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."
P., de 14 anos, afirma que esteve duas vezes com um comerciante. "Ele me obrigou. Depois me deu um celular."
Já L., de 12 anos, diz que ela e outras meninas ganharam chocolates, dinheiro e roupas de marca em troca da virgindade. "Na primeira vez fui obrigada, ele me deu R$ 30 e uma caixa com chocolates."
DEZ ANOS
Outra garota, X., de 15 anos, disse que presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos.
"Eu vi meninas passando aquela situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca disso [da virgindade]."
P. aceitou depor na PF porque recebeu ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando, eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas meninas menores", afirma.
Familiares e conselheiros tutelares que defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.

sábado, 3 de novembro de 2012

Evolução ou regressão da Cultura?



Sei que no nosso País sempre teve musica com duplo sentido. Mas ultimamente a coisa tem ficado feia. Lembro-me que na década de 90 a coisa ficou foi piorando. Vieram uns grupos com um estilo musical de duplo sentido (ralando na boquinha da garrafa, segura o Tchan e muitas outras).
E com o passar do tempo, a coisa tem piorado. Hoje que fazem sucesso não tem conteúdo e quando tem conteúdo é conteúdo pornográfico. Se com duplo sentido já era absurdo e agora com pornografia?
Musicas de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Zé Ramalho e outros que posso citar aqui. Tem conteúdo. Mas o povão prefere musicas com pornografia sem falar que muitas delas também induzem a sexualidade das crianças cada vez mais cedo
Pior não é nada, os cantores são abestalhados. E fazem sucesso.
Eu me pergunto: O que tem na cabeça desse povo que escuta esse tipo de estilo musical?
E o povo escuta essas porcarias que fazem questão de mostrarem que gosta disso, e seus vizinhos têm que ouvirem também mesmo não gostando. Sem falar nos idiotas que ligam os celulares dentro dos ônibus para os passageiros ouvirem essas porcarias.
Tudo é um efeito cascata, tem idiotas que cantam e compõem essas porcarias (pior que chamar esses idiotas de cantores e compositores é um insulto a grandes cantores da nossa musica). E tem outros idiotas que escutam e querem que os outros escutem também, mesmo não gostando.
Essas musicas são um insulto à sociedade, uma falta de respeito literalmente. E falo: é idiota quem escuta, e é idiota quem canta.
O pior que esses cantores tiram fotos se achando o máximo, e é nítido que são idiotas mesmo.
Eu vejo que a pessoa ser um ser pensante, não é vantagem. A vantagem é ser imbecil que faz sucesso.

Joabson João

Intolerância religiosa: um assunto de escola?



A Fundação Educação Superior à Distância e Divulgação Científica – Cecierj – está oferecendo um curso sobre intolerância religiosa para professores de ensino médio das escolas da rede estadual do Rio de Janeiro.
O professor do curso, Nilton Rodrigues Junior, que faz seu programa de pós-doutorado sob minha supervisão no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ sobre o tema em questão, contou como são essas aulas. Nilton Junior organizou o curso em cinco módulos sobre vários temas relacionados. Para cada tema abre-se um fórum de debates na internet. Os estudantes expõem suas ideias, discutem e fazem perguntas, e o professor, com a ajuda de uma tutora, responde e estimula o debate. São 114 alunos das várias disciplinas oferecidas no ensino médio. A maioria dos alunos do curso se disse católica, mas há umbandistas, espíritas, do candomblé e até uma budista.
Segundo Nilton Junior tem havido pouco debate entre as diversas posições religiosas, mas há consenso sobre a necessidade do ensino religioso. Os participantes do fórum dizem que o ensino religioso é bom porque transmite valores éticos e humanos essências, como respeito e amor ao próximo, o que fará o mundo melhor e as pessoas mais responsáveis e melhores cidadãos. Um dos alunos do curso afirmou que é da essência humana crer em um deus superior e abstrato. Outros, entretanto, são contra o ensino religioso porque a escola é um espaço público que deve ser laico.
Nenhum dos alunos mencionou a intolerância quanto aos símbolos das religiões de “matriz africana” nas escolas em que trabalham. Ninguém afirmou que proibir os alunos de frequentarem aulas usando fios de conta do candomblé seria uma forma de intolerância religiosa e a maioria acha normal a presença de imagens de santos na escola.
Fiquei espantada com o relato porque na pesquisa por mim coordenada no Núcleo de Antropologia – NaEscola –, o que vimos nas instituições escolares da rede estadual foram debates acirrados nas salas de professores sobre a questão religiosa. Muitos professores se recusam a discutir a chamada lei 10.639, lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira, pois consideram esta cultura maléfica para os alunos porque “fala de coisas do demônio”. Nas escolas pesquisadas também vimos muitas imagens católicas e frases bíblicas escritas em murais ou em cartolinas espalhadas pelos corredores. Pouquíssimas escolas são verdadeiramente laicas. A decisão de expor essas imagens e frases e até pequenos altares com velas é exclusivamente da alçada dos diretores.
O espaço público acaba sendo invadido pelo mundo privado e não há separação entre as duas esferas que deveriam reger a vida dos cidadãos. Religião é uma questão de foro íntimo, mas por incrível que pareça no Rio de Janeiro, além das mais de 12 matérias que o estudante tem de dar conta ao longo dos três anos do ensino médio, há ainda o ensino religioso confessional, para o qual foram contratados muitos professores.
As imagens e símbolos religiosos que vimos nas escolas podem ser aqui apreciados neste conjunto de fotos e dão uma ideia do que se passa entre os muros da escola em relação a este tema.
http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto_1a-300x187.jpg
Felipe Gonçalves, foto publicada no jornal Extra em 26/01/2009, Felipe foi expulso de sala de aula por sua professora de português porque estava com seus "fios de conta".

http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/CECIERJ21-300x191.jpg
Foto do jornal Extra de 26/01/2009 noticiando o caso
do estudante Felipe de uma escola técnica do Rio de Janeiro.


http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/diretoras-preparadas-300x225.jpg
Diretoras de uma escola em sua sala. Ao fundo uma
imagem de Nossa Senhora, uma Bíblia, flores e um
berimbau dando a impressão de um pequeno altar.
Foto de Arquivo de Giselle Lage
http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto_21-224x300.jpg
Estudante de escola estadual segurando a bandeira da escola tendo ao fundo uma imagem religiosa católica.
 http://g1.globo.com/platb/files/2097/2012/11/foto31-300x226.jpg
A diretora de uma escola em sua sala onde se vê uma imagem de Nossa Senhora - Fotoo de Arquivo Yvonne Maggie
Fonte: G1

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ENGANA QUE A GENTE PAGA


Sardenberg: De como os bancos e outros órgãos oficiais não fazem propaganda de produtos — mas do governo. E com nosso dinheiro
"A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo"

ENGANA QUE A GENTE PAGA

Coisa de 200 anos atrás, jornalistas do Times de Londres já utilizavam um critério original para saber o que deviam ou não apurar e publicar. “Notícia, diziam, é tudo aquilo que alguém não quer ver publicado; o resto é propaganda”.

Desse ponto de vista, tudo que o governo fala, em qualquer país, deve ser entendido como propaganda e marketing. Claro, não é mesmo? Os governantes só falam aquilo que gostariam de ver publicado com o devido destaque.

No Brasil de hoje, isso faz muito sentido. Os governos, em todos os níveis, carregam na propaganda, em volume e conteúdo. Reparem, por exemplo, nos anúncios do Banco do Brasil e da Caixa.

Tem financiamento barato para todo mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou abriu seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo: não tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos, ou desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil.

"(No Banco do Brasil e na Caixa a propaganda passa a ideia de que) tem financiamento barato para todo mundo, quem toma empréstimo está felicíssimo porque comprou seu carro ou abriu seu negócio, todos prosperam e por isso riem o tempo todo. Um espetáculo: não tem inadimplência, os juros são baratíssimos. Parece que só os mais bobos, ou desconfiados, não correm lá para pegar dinheiro fácil"

Pode-se dizer que aqueles bancos estão no mercado, disputando clientes com as outras instituições. Mas não é bem assim. A propaganda dos bancos federais, assim como da Petrobrás, outras estatais e de ministérios, não oferece propriamente um produto. Seu principal propósito é passar uma imagem positiva do país e, sobretudo, das ações do governo.

Regra do jogo, pode-se argumentar. Trata-se de propaganda paga, o governo, como qualquer outro anunciante, diz o que quer e ninguém é obrigado a acreditar.

Sabemos que não é bem assim. Nem precisa argumentar muito. É intuitivo. Trata-se de dinheiro público, mesmo no caso dos bancos comerciais, como BB e Caixa.

Eles não funcionam como os privados. Recebem dinheiro do governo, já foram resgatados com injeções de capital público mais de uma vez e todo mundo sabe que não vão quebrar porque o governo, ou seja, o contribuinte, estará lá para cobrir eventuais buracos.

Necessariamente, portanto, deveriam agir de modo diferente, como instituições públicas, e estas, como todo governo, têm — deveriam ter — compromisso com a informação correta.

O que nos leva ao outro lado da história. Hoje em dia, entende-se que mesmo empresas privadas têm compromisso com o público. Propaganda enganosa não pode ser tolerada. Claro, é difícil definir e apurar a tentativa de ludibriar o consumidor, mas é outro problema, de regulação.

E se isso vale para empresas privadas, por que não se aplica ao governo, suas empresas e suas repartições? Na verdade, a propaganda enganosa pública é mais grave, porque o governo tem também a obrigação de informar e, assim, orientar a sociedade.

Isso é especialmente importante no caso da política econômica. O governo, ator decisivo em qualquer economia, precisa dizer claramente o que vai fazer, prestar contas regularmente sobre o que está fazendo, dar as regras do jogo, mostrar como vê o andamento da situação e esclarecer o cenário com o qual trabalha.

Há rituais definidos para isso, aqui no Brasil e em toda parte. Os ministérios da área econômica e o Banco Central divulgam regularmente suas mensagens. Assim, em qualquer país organizado, os agentes econômicos, ao planejar e agir, consideram os cenários do governos para crescimento, inflação, arrecadação, gastos orçamentários, etc.

Por isso, quando o nosso Ministério da Fazenda sustenta que o país crescerá 4,5%, quando todo mundo já viu que não vai dar, isso é, sim, um tipo de propaganda enganosa. Idem quando o Banco Central diz que cumpriu a meta de inflação quando o índice bateu em 6,5%, dois pontos acima. Há mesmo uma confusão, que parece deliberada, entre meta, centro da meta e margem de tolerância. Resultado: ficamos sem saber se o objetivo de fato é uma inflação de 4,5% (a meta ou o centro) ou qualquer coisa abaixo de 6,5% (o teto da margem de tolerância) ou até mais do que isso, como ocorreu recentemente.

Do mesmo modo, é uma informação enganosa quando o governo jura que vai cumprir a meta de superávit primário sem truques. Nestes casos, a informação do governo causa menos danos porque todo mundo já sabe que o cenário oficial não vai se realizar. Vale para todos os anúncios do setor público, federal, estadual e municipal, que simplesmente afirmam que tudo vai maravilhosamente bem.

Mas isso desmoraliza a informação pública e cria o ambiente, negativo, de que é assim mesmo: o governo mente e a gente não acredita ou deixa pra lá. Só que nós, cidadãos e contribuintes, fazemos o papel de trouxa. Nós pagamos pela farsa

(Carlos Alberto Sardenberg) - 01/11/2012 - 16:00 - Política & Cia

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A Reforma protestante e nós



No dia de hoje (31 de Outubro) é comemorado um dia muito importante. Não, não é o Halloween… Hoje é comemorado o Dia da Reforma Protestante. Foi nesse mesmo dia, no ano de 1.517, Martinho Lutero, depois de uma crise existencial, se cansou da teologia da Igreja Católica que pregava a salvação pelas obras, o poder soberano do Papa, e a venda das indulgências (A indulgência era concedida para perdoar os pecados de uma pessoa, e transportá-la do purgatório para o céu. Ou seja, um meio da Igreja ganhar dinheiro).
Lutero elabora 95 teses contra a venda de indulgências, contra o poder absoluto do papa e pregando a salvação, não mais pelas obras, mas unica e exclusivamente pela graça de Deus. Prega essas teses na porta da Igreja de Wittenberg, com um convite a um debate sobre elas.
Lutero causou uma revolução, foi excomungado, exilado, mas mesmo assim não parou. No exílio, ele traduziu a Bíblia para o alemão, para que o povo pudesse ler por ele mesmo as verdades das Escrituras. Ele foi convocado para desmentir as suas teses, no entanto ele defendeu-as e pediu a reforma. Não baixou a cabeça. Foi acusado de herege, mas permaneceu firme até o fim.
Rompe-se então os protestantes com a Igreja Romana, e inicia-se aqui a Igreja Protestante. Muito morreram para que nós pudéssemos viver hoje… muitos deram a vida pela igreja, para que nós pudéssemos ter uma igreja viva hoje… muitos foram perseguidos, humilhados e acusados por causa do nome de Jesus Cristo e Sua Igreja para que nós também possamos fazer o mesmo!!!
O amor dessas pessoas pela igreja fez com que ela permanecesse firme até aqui. E nós, o que estamos ou vamos fazer para que ela permaneça viva e firme para nossos filhos, netos e bisnetos?
Thiago M. Silva
É formado em Worship and Creative Arts (Adoração e Artes Criativas) pela Hillsong International Leadership College (HILC), Sydney, Austrália. 2007. Atualmente está cursando o quarto e último ano de Teologia no Seminário Presbiteriano do Sul (Mackenzie), em Campinas/SP. Como seminarista, trabalhou na Igreja Presbiteriana Central de Itapetininga, de Fevereiro a Dezembro de 2010. Hoje, trabalha na Igreja Presbiteriana Central de São José do Rio Preto, como Coordenador do Culto Infantil, da UPA (União Presbiteriana de Adolescentes), e dando suporte à Sede e Congregações. [blog http://thiagomsilva.com]

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Campanha na internet exige que pastores famosos preguem sobre o inferno



Homem morre, vai ao inferno e volta, pedindo que igrejas não ignorem essa realidade espiritual.
Ainda sob a repercussão da reportagem sobre o neurocirurgião que disse ter visitado o céu e voltado (mas não faz menção de Jesus), a igreja americana se debate com mais uma controversa experiência de quase morte.
O canal de TV religioso CBN, de propriedade do pastor Pat Robertson, divulgou nas últimas semanas uma série de programas que mostram pessoas que tiveram experiência de quase morte e tiveram suas vidas espirituais transformadas por elas. O que mais tem chamado atenção foi o testemunho de Carl Knighton, homem que disse ter morrido e visitado o inferno.
Knighton foi criado na igreja, mas por um problema enquanto servia o exército acabou passando por um período depressivo e se envolveu com drogas e anos atrás teve uma overdose por causa de duas semanas de uso intensivo de crack.
Ele conta que sentiu como se caísse em um profundo buraco, sentia um cheiro horrível e podia ouvir e ver as almas sendo jogado no fogo do inferno, gritando. Consegue, inclusive, lembrar de detalhes que lhe permitem fazer um desenho para descrever o que testemunhou. Em certa altura de seu testemunho, Knighton conta ter visto demônios  o cercando, reconheceu que havia esquecido tudo que ouvira sobre o evangelho.
Sua experiência durou cerca de 30 minutos. Em um determinado momento, Knighton afirma ter conseguido gritar, pedindo socorro, clamando o nome de Jesus. Ele disse ter sentido novamente seu corpo no chão e percebeu que tinha voltado para a terra. Imediatamente, decidiu voltar para o exército e para a igreja. Desde então tem dado seu testemunho sobre como o inferno é real e como muitas igrejas ignoram essa realidade bíblica.
Como era esperado, muitos sites e blogs evangélicos reproduziram a matéria. Enquanto alguns questionam sua veracidade, alguns começaram uma “campanha” inusitada.
Estão pedindo para que pregadores famosos, das megaigrejas e que possuem programas de televisão levem Carl Knighton para dar seu testemunho nos púlpitos e no maior número de programas possível. O objetivo é criar uma “saia justa”, pois a maioria dos blogueiros por trás da campanha deseja ver a reação desses pregadores ao ouvir que existem pessoas que foram para o inferno por seguirem “o evangelho pela metade”.
Os principais “alvos” são T D Jakes, Joel Osteen, Paula White, Creflo Dollar e Joyce Meyer, considerados os principais expoentes da teologia da prosperidade. Os pedidos são para que esses pastores e pastoras possam se arrepender de não pregarem abertamente contra o pecado, contra a homossexualidade e o casamento gay, e mostrarem um evangelho que destaca apenas saúde e riquezas como os benefícios de quem decide seguir a Cristo.
Alguns ressaltam ainda uma narrativa do livro “A Divina Revelação do Inferno” de Mary K Baxter. A escritora alega ter passado pelo inferno onde, entre outras coisas, teria visto um homem pregando no meio das chamas. Quando ela e Jesus, que a conduziu nessa viagem, chegaram perto daquele homem, ela percebeu que ele fora um pastor na terra. Eis a narrativa dela:
“Desesperado, ele disse: “Senhor, agora eu vou pregar a verdade a todas as pessoas. Agora Senhor, estou preparado para ir e dizer as pessoas sobre este lugar. Sei que enquanto estava na terra eu não acreditava que existisse o inferno, e nem acreditava que o Senhor estava voltando. Era isso o que as pessoas queriam ouvir, e eu abri mão da verdade com os membros da minha igreja… Eu sei que levei muitos a se afastarem do Senhor. Fiz minhas próprias regras sobre o céu, e sobre o certo e o errado. Sei que levei muitos a se desviarem e a tropeçarem na Sua Santa Palavra, e ainda peguei dinheiro dos pobres. Mas, Senhor, me tira daqui que eu farei tudo certo agora. Eu já me arrependi… Jesus respondeu: “Você não só distorceu e deturpou a Santa Palavra de Deus, como também mentiu dizendo que não conhecia a verdade. Os prazeres da vida foram mais importantes para você do que a verdade. Eu o visitei e tentei fazê-lo voltar, mas você não escutava. Você seguiu o seu próprio caminho e o seu senhor foi o pecado. Você conhecia a verdade, mas não se arrependia ou se voltava para Mim. Eu estava lá o tempo todo. Esperei por você. Eu queria que você se arrependesse, mas você nunca fez isso. Agora o julgamento já foi realizado… “Você devia ter dito a verdade, e teria levado muitos à retidão com a Palavra de Deus, que diz que todos os infiéis terão parte no lago de fogo e enxofre.”

Fonte: Gospel Prime

Campanha na internet exige que pastores famosos preguem sobre o inferno



Homem morre, vai ao inferno e volta, pedindo que igrejas não ignorem essa realidade espiritual.
Ainda sob a repercussão da reportagem sobre o neurocirurgião que disse ter visitado o céu e voltado (mas não faz menção de Jesus), a igreja americana se debate com mais uma controversa experiência de quase morte.
O canal de TV religioso CBN, de propriedade do pastor Pat Robertson, divulgou nas últimas semanas uma série de programas que mostram pessoas que tiveram experiência de quase morte e tiveram suas vidas espirituais transformadas por elas. O que mais tem chamado atenção foi o testemunho de Carl Knighton, homem que disse ter morrido e visitado o inferno.
Knighton foi criado na igreja, mas por um problema enquanto servia o exército acabou passando por um período depressivo e se envolveu com drogas e anos atrás teve uma overdose por causa de duas semanas de uso intensivo de crack.
Ele conta que sentiu como se caísse em um profundo buraco, sentia um cheiro horrível e podia ouvir e ver as almas sendo jogado no fogo do inferno, gritando. Consegue, inclusive, lembrar de detalhes que lhe permitem fazer um desenho para descrever o que testemunhou. Em certa altura de seu testemunho, Knighton conta ter visto demônios  o cercando, reconheceu que havia esquecido tudo que ouvira sobre o evangelho.
Sua experiência durou cerca de 30 minutos. Em um determinado momento, Knighton afirma ter conseguido gritar, pedindo socorro, clamando o nome de Jesus. Ele disse ter sentido novamente seu corpo no chão e percebeu que tinha voltado para a terra. Imediatamente, decidiu voltar para o exército e para a igreja. Desde então tem dado seu testemunho sobre como o inferno é real e como muitas igrejas ignoram essa realidade bíblica.
Como era esperado, muitos sites e blogs evangélicos reproduziram a matéria. Enquanto alguns questionam sua veracidade, alguns começaram uma “campanha” inusitada.
Estão pedindo para que pregadores famosos, das megaigrejas e que possuem programas de televisão levem Carl Knighton para dar seu testemunho nos púlpitos e no maior número de programas possível. O objetivo é criar uma “saia justa”, pois a maioria dos blogueiros por trás da campanha deseja ver a reação desses pregadores ao ouvir que existem pessoas que foram para o inferno por seguirem “o evangelho pela metade”.
Os principais “alvos” são T D Jakes, Joel Osteen, Paula White, Creflo Dollar e Joyce Meyer, considerados os principais expoentes da teologia da prosperidade. Os pedidos são para que esses pastores e pastoras possam se arrepender de não pregarem abertamente contra o pecado, contra a homossexualidade e o casamento gay, e mostrarem um evangelho que destaca apenas saúde e riquezas como os benefícios de quem decide seguir a Cristo.
Alguns ressaltam ainda uma narrativa do livro “A Divina Revelação do Inferno” de Mary K Baxter. A escritora alega ter passado pelo inferno onde, entre outras coisas, teria visto um homem pregando no meio das chamas. Quando ela e Jesus, que a conduziu nessa viagem, chegaram perto daquele homem, ela percebeu que ele fora um pastor na terra. Eis a narrativa dela:
“Desesperado, ele disse: “Senhor, agora eu vou pregar a verdade a todas as pessoas. Agora Senhor, estou preparado para ir e dizer as pessoas sobre este lugar. Sei que enquanto estava na terra eu não acreditava que existisse o inferno, e nem acreditava que o Senhor estava voltando. Era isso o que as pessoas queriam ouvir, e eu abri mão da verdade com os membros da minha igreja… Eu sei que levei muitos a se afastarem do Senhor. Fiz minhas próprias regras sobre o céu, e sobre o certo e o errado. Sei que levei muitos a se desviarem e a tropeçarem na Sua Santa Palavra, e ainda peguei dinheiro dos pobres. Mas, Senhor, me tira daqui que eu farei tudo certo agora. Eu já me arrependi… Jesus respondeu: “Você não só distorceu e deturpou a Santa Palavra de Deus, como também mentiu dizendo que não conhecia a verdade. Os prazeres da vida foram mais importantes para você do que a verdade. Eu o visitei e tentei fazê-lo voltar, mas você não escutava. Você seguiu o seu próprio caminho e o seu senhor foi o pecado. Você conhecia a verdade, mas não se arrependia ou se voltava para Mim. Eu estava lá o tempo todo. Esperei por você. Eu queria que você se arrependesse, mas você nunca fez isso. Agora o julgamento já foi realizado… “Você devia ter dito a verdade, e teria levado muitos à retidão com a Palavra de Deus, que diz que todos os infiéis terão parte no lago de fogo e enxofre.”

Fonte: Gospel Prime

sábado, 27 de outubro de 2012

Presidente da Sociedade Bíblica Mundial anuncia volta de Jesus entre 2018 e 2028



Teólogo afirma que pretende provocar um despertamento espiritual dos cristãos diante do cumprimento das profecias.

O doutor F. Kenton Beshore, 86, presidente da Sociedade Bíblica Mundial, anunciou, após uma vida dedicada ao estudo da Bíblia que o Arrebatamento provavelmente ocorrerá antes de 2021, e a segunda vinda de Jesus, entre 2018 e 2028.
“Há cerca de 144.000 judeus que irão voltar para o Senhor durante a Tribulação”, disse Beshore em um comunicado “Mas todos nós já vamos ter ido (após o arrebatamento)”, completou.
“Mas se nós colocarmos as escrituras judaicas nas mãos deles agora, o Espírito Santo vai mostrar a verdade na hora certa. Eles podem ficar de fora, mas depois de entendê-las, voltarão para o Senhor e ajudarão a converter bilhões e bilhões de pessoas a Jesus”.
Por isso, a Sociedade Bíblica Mundial está em campanha para publicar e distribuir cerca de 5 milhões de livretos sobre o messias para ser colocado nas mãos de judeus do mundo todo.
Seu objetivo com a divulgação desta declaração é, em meio à crise econômica, política e espiritual que vive o mundo moderno, inspirar os crentes a se prepararem para a maior oportunidade de evangelização do mundo nos últimos 2.000 anos.
Beshore começou seu ministério aos 19 anos, possui cinco doutorados em teologia e lidera a Sociedade Bíblica Mundial, uma organização cristã que já distribuiu cerca de 60 milhões de exemplares da Bíblia em mais de 65 países.
Essa organização tem como missão atender as necessidades espirituais das pessoas, “produzindo e distribuindo Bíblias impressas, Bíblias em MP3, softwares bíblicos, CD e DVDs, Escrituras judaicas, estudos bíblicos, livros, programa de rádio com alcance mundial (pela Internet), e assim por diante”.
O doutor Beshore já publicou livro sobre o assunto como “When will the Rapture Take Place” [Quando será o arrebatamento?] e “Millennium, the Apocalypse and Armageddon”. Ele diz que pretende provocar um despertamento espiritual dos cristãos diante do cumprimento dessas profecias. Ele também deseja ensinar as pessoas a estarem preparadas para os próximos eventos anunciados pela Bíblia.
Para o teólogo, o livro do Apocalipse anuncia que o arrebatamento é um evento futuro, no qual os verdadeiros seguidores de Cristo serão tirados da Terra, embora admita que existam diferentes interpretações sobre quando e como o evento se dará.
A Segunda Vinda é um momento posterior, quando Jesus Cristo retornará à Terra para cumprir as profecias sobre seu reinado. Também lembra do que é chamado de “Grande Tribulação”, descrita por ele como um período de sete anos, quando Deus punirá aqueles que permanecem na Terra, que estará nas mãos do Anticristo.
O Dr. Beshore insiste em lembrar que ninguém sabe a data exata em que Jesus vai voltar, mas que na Bíblia existem argumentos para se determinar “tempos e épocas” do cumprimento de profecias.
Por exemplo, ele lembra que as pessoas que viveram no tempo de Noé, tiveram mais de 100 anos de avisos antes do grande dilúvio. Ló e sua família foram avisados antes da destruição de Sodoma e Gomorra.
O teólogo afirma que sempre existiu controvérsia sobre anúncios do final dos tempos, mas ele acredita que seus cálculos são plausíveis.
“Ao longo da história, mestres da Bíblia envelheceram e morreram pregando sobre o arrebatamento iminente, uma palavra não encontrada na Bíblia”, ressalta Beshore. “A palavra iminente implica que o arrebatamento pode acontecer a qualquer dia. A Bíblia não ensina isso. A Bíblia ensina que certos eventos precisam ocorrer antes do arrebatamento. Esse dia não vai chegar antes de ocorrer a grande apostasia e o homem da iniquidade ser revelado”.
Para chegar à data “entre 2018 e 2028”, ele cita mais de uma dezena de versículos, mas a base do cálculo é o renascimento do Estado de Israel, em 1948.
• Beshore ressalta que cinco eventos proféticos “fundamentais” já estão ocorrendo hoje em dia: a “queda” ou apostasia da igreja.
• Aumento do conhecimento.
• Crescimento do anti-semitismo.
• Desenvolvimento da tecnologia para a “marca da besta”.
• Israel ser atacado por uma aliança de nações islâmicas com a Rússia.
Essa última previsão, descrita em Ezequiel 38 e 39, é especialmente relevante por causa da ameaça de confronto nuclear entre Israel e Irã, um forte aliado da Rússia.
“Quando essas nações se unirem contra Israel, Deus não apenas derrotará esses exércitos, mas ele mandará fogo sobre a Rússia, o Irã e seus aliados. Vejo isso como uma remoção da presença islâmica no mundo. Portanto, é um grande milagre que fará com que muitos se voltem para o Senhor”, finaliza.
Traduzido de Christian Post e Christian News Wire

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Procuradoria quer que condenados no mensalão não saiam do país



O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, requisitou esta semana ao STF (Supremo Tribunal Federal) que determine a apreensão dos passaportes de todos os 25 condenados no julgamento do mensalão para evitar que eles deixem o país.
O pedido, que está sob segredo de Justiça, chegou ao tribunal na última quarta-feira (24) e está no gabinete do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
Segundo a Folha apurou com integrantes do Supremo, Barbosa avisou os colegas sobre o fato durante o intervalo de uma das sessões e não chegou a dizer o que faria.
A expectativa de ministros ouvidos pela reportagem é que o relator decida de forma individual, determinando um prazo para que os condenados, de forma espontânea, entreguem os seus passaportes para a Polícia Federal.
Nada impede, porém, que ele submeta sua decisão aos demais colegas, em plenário.
Ao todo, 25 foram condenados pelo mensalão.
A atitude de Gurgel foi tomada após a notícia de que um dos condenados, o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, deixou o Brasil quando o julgamento já estava em curso.
Pizzolato ficou fora do país por apenas um período, alegou que estava resolvendo um problema pessoal, mas sua ausência causou apreensão no Ministério Público.
Naquela ocasião, Gurgel chegou a dizer que, mais do que pedir a apreensão dos passaportes, iria reforçar o pedido de prisão imediata, após o final do cálculo das penas --é a fase em que o julgamento está agora. Mas os ministros do Supremo já descartam essa possibilidade.
Nesta sexta-feira (26), o relator do mensalão informou, via assessoria de imprensa, que não comentaria o assunto.
A Procuradoria, o gabinete de Barbosa e a presidência do Supremo não confirmaram ou negaram a existência do pedido. (FELIPE SELIGMAN, MÁRCIO FALCÃO E NÁDIA GUERLENDA)