Radio Evangélica

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mordaça! Delegado é exonerado em Campina Grande e denuncia perseguição do Governo do Estado

Um dos mais atuantes delegados da Paraíba, Danillo Orengo, foi exonerado nesta sexta-feira (12) do cargo de delegado titular de Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) em Campina Grande. De acordo com o Danillo, o motivo da exoneração foi por perseguição, após ele se candidatar como 2º vice-presidente na chapa de oposição a atual gestão da ADEPOL-PB.
Mesmo desempenhando um reconhecido trabalho, com ações marcantes, não apenas na área patrimonial, mas sobretudo na segurança de forma geral, como no caso de combate ao tráfico de drogas na cidade, não foi o suficiente para se manter no cargo, pois o fato de ser candidato de oposição ao atual comando da Associação dos Delegados de Polícia Civil da Paraíba, pesou mais que seu curriculum de excelente profissional.
Chapa da Adepol-PB que Danillo Orengo participa como 2º vice-presidente

Em nota, o delegado publicou o seguinte:
Companheiros, acabo de ser exonerado da titularidade da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF/CG), no Diário Oficial do Estado da Paraíba, por apenas compor a Chapa União e Igualdade, da ADEPOL/PB, presidida por Dr. Afrânio, tendo a minha pessoa como o 2º vice-presidente. Vocês conhecem o meu trabalho e sabem o quanto me dedico a nossa PC. Vamos mudar está realidade e não irei recuar no meu propósito de mudar a nossa Polícia Civil e representar os Delegados de Polícia do nosso Estado. Buscaremos os meios judiciais necessários para sanar tamanha ilegalidade.
Vamos em frente e conto com todos vocês. Desabafo do Delegado Danilo Orengo da DRF/CG.
Danillo ainda lamentou que a chapa que participa busca melhorias para os delegados ativos e inativos e isso contraria o interesse do Governo. “Nunca respondi a nenhum processo criminal e nem muito menos administrativo, além do que a DRF/CG alcançou grandes resultados na minha gestão e números até então nunca alcançados”, pontuou ele.
A eleição para escolha da nova presidência da Associação dos Delegados ocorrerá no dia 19 de fevereiro (próxima sexta) e Danillo Orengo acredita que não há outra justificativa para tamanha ilegalidade.
“A exoneração de Orengo é um exemplo de que não basta ser bom e prestar um bom serviço, tem que ser subserviente”, disse um agente da Polícia.


Portal do Litoral

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Dilma se reúne com Lula em São Paulo para discutir casos de sítio e tríplex

Dilma é acompanhada por assessor após desembarque
nesta sexta (12) no aeroporto de Congonhas (SP)
A presidente Dilma Rousseff chegou na tarde desta sexta (12) em São Paulo para reunião com o ex-presidente Lula.
Foi a primeira vez que eles se reuniram após virem à tona uma série de suspeitas contra Lula, alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público.
No encontro, Lula não pediu um gesto público de Dilma em sua defesa. E a presidente decidiu que não vai tomar nenhuma "atitude prática" ou fazer "declarações enfáticas" neste sentido.
Quando questionada, deve manter discurso crítico ao que chama de "vazamento seletivo" de informação das operações Lava Jato e Zelotes, nas quais Lula é citado. Reservadamente, a presidente tem dito que o que vem a público tem o objetivo de "prejudicar" o PT e o seu governo.
Interlocutores do ex-presidente, por sua vez, afirmam que Lula está "estudando o momento certo" para se pronunciar. Os advogados que compõem sua assessoria jurídica mantém a linha de que as investigações "não são justas" e tentam "criminalizar" o petista.
Além das suspeitas que envolvem o ex-presidente, Dilma e Lula, que não se encontravam desde o início de janeiro, discutiram as medidas que o governo vai tomar para a retomada do crescimento, tecla que Lula tem batido desde o fim do ano passado, e a condução de propostas do Palácio do Planalto que sofrem resistência dentro do próprio PT, como a reforma da Previdência.
Apesar ter previsto pernoitar em São Paulo, Dilma decidiu, na última hora, voltar para Brasília na própria sexta. Ela saiu em torno das 20h do hotel Renaissance e foi de helicóptero para o aeroporto de Congonhas.
O último encontro entre Dilma e Lula foi no início de janeiro no Palácio da Alvorada, em Brasília. 


Folha de São Paulo

Papa confirma viagem à Colômbia para acordo com as Farc

O papa Francisco confirmou nesta sexta-feira (12) que viajará à Colômbia em 2017 para a assinatura do acordo de paz entre o governo de Bogotá e os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), informou a Rádio Vaticana .
Um acordo entre Bogotá e o grupo deveria ser assinado no final de março deste ano, mas diversas fontes já falaram que a data deve ser postergada. Se o prazo for seguido à risca, quando visitar a Colômbia o Papa encontrará o acordo na fase de implementação.
A confirmação da viagem foi feita a jornalistas durante o voo que o leva a Cuba, onde realizará hoje um encontro histórico com o patriarca de Moscou, Kirill.
Coincidentemente, Cuba abriga as negociações de paz das Farc com o governo de Juan Manuel Santos, iniciadas em 2012. A ida de Francisco à Colômbia tem um grande valor simbólico, já que o líder católico teve um "papel significativo" no acordo de paz, após anos de negociações. No ano passado, Santos viajou ao Vaticano e confirmou que conversara com o Papa sobre os diálogos. O presidente também expressou seu desejo de Francisco entrar nas conversas para dar um "respaldo" ao acordo entre as partes.
Segundo o presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, monsenhor Augusto Castro, a viagem papal poderá incluir Brasil, Chile e Argentina em 2017. O primeiro país foi visitado em 2013 por Francisco, logo após sua eleição. Mas Papa ainda não voltou à sua terra natal, Buenos Aires, desde que assumiu o cargo, em março de 2013.


Fonte: Portal Terra

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Advogado indiano entra com processo contra deus hindu

Ele afirma que Rama desrespeita a mulher, Sita, e que é preciso condenar os maus-tratos as mulheres.

Advogado indiano processa deus hindu
Um advogado indiano se envolveu em uma verdadeira batalha judicial ao processar Rama, um deus hindu, acusando-o de maltratar sua mulher.
Chandan Kumar Singh resolveu entrar na Justiça de seu país para dizer que Rama desrespeitou sua mulher, Sita, segundo as escrituras religiosas.
“É sabido que Rama perguntou a Sita se ela era pura depois de resgatá-la das garras dos demônios Ravana. Ele não confiava em Sita”, disse o advogado à BBC.
O caso repercutiu pelo mundo, principalmente porque a justiça da Índia rejeitou o processo argumentando que se tratava de um “caso prático”.
Mas o dono do processo está certo de que Rama desrespeitou a mulher e quer consertar esse erro na história.
“O tratamento que Rama confere a Sita mostra que as mulheres não são respeitadas desde a Antiguidade. Entendo que este caso possa soar ridículo para muitos, mas nós temos de discutir essa parte da história religiosa antiga. Entrar com um processo de novo porque realmente acredito que é preciso reconhecer que Rama maltratou Sita.”
Alguns advogados indianos se revoltaram com Singh e acreditam que ele quer se autopromover com este tipo de ação. Sobre isso ele declarou que não quer apenas publicidade, mas sim falar sobre o respeito às mulheres.
“Entrei com a ação porque não podemos falar sobre respeito às mulheres nos dias atuais quando um dos deuses mais reverenciados não tratava a sua mulher com respeito”, afirmou.
Singh se mostrou bastante surpreso com a forma que os seus colegas de profissão se voltaram contra sua ação. “Esperava algum tipo de objeção, mas não previa que meus colegas se colocariam contra mim. Estava apenas falando sobre igualdade de gênero e não tinha a intenção de ferir a fé de ninguém”.
Um advogado, Ranjan Kumar Singh (o sobrenome é igual, porém não possuem parentesco) foi um dos profissionais que se colocaram contra o advogado dizendo que ao processar Rama, ele se coloca contra os seguidores do hinduísmo.
“Singh tem um histórico de dar entrada em processos buscando autopromoção”, acusou. “Mas desta vez ele foi muito longe. Ele feriu nossos sentimentos”.
Por conta disso, Kumar Singh pediu que a Ordem dos Advogados da Índia cancele a licença de Singh para exercer a profissão. “Todos os advogados estão unidos contra ele. Ele precisa aprender uma lição”, declarou.
A crença hindu adora Rama Sita como um casal, eles não acreditam que Rama tenha maltratado sua esposa. O advogado também é hindu e adora Rama, porém na sua opinião houve desrespeito com Sita.


Fonte: Gospel Prime

Bancos levam economia global a patinar no medo de nova crise

Bolsas fecham na Europa com forte queda nesta quinta (11/02),
enquanto o Petróleo cai a US$ 26,2 o barril, e China ainda
Preocupa
Na última segunda-feira (08/02), o austero jornal francês Le Mondeindagava em manchete se desta vez os bancos mergulhariam a economia numa crise semelhante à de 2008.
A pergunta ainda faz sentido nesta quinta (11/02). As bolsas da Europa e dos Estados Unidos, com efeitos também no Brasil, estiveram em fortíssima queda, provocada sobretudo pelas instituições financeiras.
Roteiro semelhante e inesperado já havia ocorrido nos pregões de segunda e terça-feira, quando por aqui a economia descansava tranquila no armário do carnaval. Na quarta, a tendência se estabilizava, com um novo mergulho das cotações 24 horas depois.
Não há um único fator capaz de explicar esse ambiente confuso. É uma confluência de notícias preocupantes que levaram na quarta-feira a presidente do FED (Banco Central) norte-americano, Janet Yellen, a admitir, em depoimento no Congresso, que não estava tão otimista quanto em dezembro quanto à recuperação da economia mundial.
Os três combustíveis da atual crise são a China, o petróleo e os bancos, que por sua vez misturam ativos no pouco confiável setor energético e um relacionamento com bancos centrais, que confundem os mercados depois que o Japão adotou juros negativos para sua taxa básica.
A questão chinesa é antiga, com uma desaceleração acentuada a partir de 2012. Apesar de 6,9% de crescimento do PIB em 2015 – uma excelente porcentagem, que perdeu entre os emergentes apenas para a Índia (7,5%) -, o país gera pessimismo pelos pontos de interrogação que desperta.
O país atravessa reformas que procuram adaptar sua inserção aoFMI (Fundo Monetário Internacional), com controles mais rígidos sobre a balança de pagamentos – entrada e saída de divisas – e sobre o câmbio.
Mas há uma tendência de oscilação do yuan e dos efeitos no mercado de commodities de um novo modelo centrado no mercado interno.
Com mais dúvidas que certezas, a China deixou de funcionar como âncora, como o fez em 2008, quando ela e os emergentes sofreram com menor intensidade a queda da produção nos Estados Unidos e na União Europeia.
No atual momento de turbulência vem a seguir o petróleo. A queda nas cotações, iniciada em junho de 2014, foi de início atribuída ao esforço saudita de não permitir a entrada no mercado do gás não-natural produzido pelo xisto norte-americano.
Com o passar dos meses, no entanto, ficou clara a presença de um excesso de oferta, acentuada com o retorno ao mercado do Irã – desvencilhado dos embargos internacionais ao abandonar a dimensão bélica de seu programa nuclear.
Interveio também um conjunto de tecnologias destinado a suprir o mercado mundial de energia limpa, com metas globais fixadas pela recente conferência do clima de Paris.
O brent, petróleo de mais fácil refinamento e referência nas cotações, desabou de US$ 120 a menos de US$ 30 o barril. A tendência é ainda de queda, o que seria uma boa notícia para o consumidor. Mas a mesma notícia afeta as carteiras dos bancos, penduradas em ativos do setor energético.
Ou seja, os bancos se fragilizam, seguindo o exemplo, segunda-feira, da desconfiança em torno do Deutsche Bank, a maior instituição da Alemanha, país que é por sua vez o epicentro da Zona do Euro.
O fato é que, por efeito de cascata, os bancos passaram a sofrer nas bolsas bem mais que os outros setores da economia. Não era apenas um movimento irracional, um “efeito manada” pelo qual os demais mercados seguiriam a Bolsa de Frankfurt.
Foi, sobretudo, a carga de memória que os mesmos bancos sentiam a partir da crise do subprime, gerada a partir do outono de 2007 nos Estados Unidos.
Nos primeiros dias da semana os governos italiano e espanhol tentaram assegurar os mercados de que não existiam motivos de preocupação com suas instituições financeiras.
A França tentou fazer o mesmo. Mas só nesta quinta-feira um de seus principais bancos, a Societé Générale, teve as ações desvalorizadas em 9,95%.
Existe nessa questão um evidente paradoxo. O clima internacional está visivelmente voltado ao menor custo do dinheiro, com juros menores que supõem facilidade maior em conceder empréstimos que favorecem o crescimento do consumo.
Mas é nesse ponto que intervém a insegurança com os juros negativos. São negativos os juros a uma porcentagem inferior à inflação. Os bancos centrais de países pequenos, como a Dinamarca e a Suécia, já serviam de laboratório em que essa prática teoricamente estimularia a economia.
Mas eis que o Banco Central do Japão, contrariamente ao que havia prometido, adere à mesma receita, sob o argumento de que era um remédio para combater a tendência à deflação (contratos sistematicamente adiados para a obtenção, no futuro, de preços menores).
A deflação se dá na relação entre o Banco Central japonês e os bancos daquele país que são obrigados a nele depositar uma parte de seus ativos.
A astúcia consiste em desestimular que, além dessa parcela compulsória de depósitos, outros bilhões de yenes sejam depositados como garantia. Uma garantia pela qual o depositante, depois de determinado período, recebe de volta uma quantia nominal menor que a depositada.
O fato é que os mercados não estão acostumados a essa forma de atuação financeira e não têm modelos de comportamento que permitam reações coerentes. Os juros negativos se misturam à China e ao petróleo para compor um cardápio cujo único efeito é a insegurança.
Concretamente, nesta quinta-feira negra, as ações caíram 3,68% na França, 2,19% na Inglaterra, 2,61% na Alemanha e 2,73% na Suíça. Em Tóquio o pregão já havia fechado em baixa de 2,31%, enquanto Xangai nada sentia por não operar em razão do Ano Novo Lunar.
Por volta das 16h45 (hora de Brasília), o Bovespa caia 3,42%, enquanto em Nova York o índice Nasdaq registrava queda de 1,55%.
O petróleo, por sua vez, caia internacionalmente a US$ 26,21 o barril, o que explica em parte uma nova queda violenta das ações da Petrobras no Bovespa, com menos 4,41%.
A moral da história é que os efeitos desse ambiente internacional no Brasil são preocupantes. Mas isso não significa – repetimos, não significa – que a crise interna seja importada. A crise fiscal que estourou em 2015 e os dois anos sucessivos de recessão são uma outra história.

Por JOÃO BATISTA NATALI para o site diário do CoMércio
IMAGEM: Thinkstock


O povo brasileiro no carnaval esquece os problemas e tudo é festa

Vendo as festas de carnaval toda animação do nosso povo dar até para imaginar que o País não tem problema.
Não quero falar aqui que as pessoas não devem se divertir, mas vejo a incoerência tremenda. O País com os serviços públicos falidos, nada funciona, mas no carnaval tudo é festa.
“ Sempre vejo as pessoas falarem as frases: “o negócio está ruim”,  a situação está difícil”, só lamentos e reclamações. Mas em uma festa como o carnaval aparece dinheiro para bebida, aluguel de imóveis em cidades que são conhecidas pelas comemorações de carnaval, aparece dinheiro para comprar um abadá para ir a um bloco e tudo maior alegria.
Mas durante todo o ano só reclamações é o que não faltam vejo como exemplo simples, mas poderia citar vários. Se a conta de água e/ou de energia passar da média em R$1,00 ou até menos o profissional que está executando a leitura é chamado de ladrão, falam que ele está roubando para a empresa ou executou a leitura errada.
Quando vão a um hospital público que demoram a ser atendidos muitas vezes por falta de estrutura do mesmo, culpam os funcionários do hospital, não param para pensar que o problema não é superficial e muitas vezes o mesmo está ali também limitado, o exemplo do caos da saúde que sempre falo é o Rio de Janeiro, que não deixa de ser um reflexo do resto Brasil.
Mas no carnaval tudo é festa e se tiver alguma reclamação no carnaval é porque acabou cerveja ou certo cantor só faltou cantar uma determinada musica, e quando o mesmo acaba o começa tudo de novo.
Perdoem-me a expressão, mas honestamente nosso povo é um povo idiotizado.


Joabson João

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

CUBA: Castros anunciam saída do poder

O ex-presidente do Uruguai José  Mujica anunciou nesta segunda, 08 de fevereiro, em Montevideu,  que os irmãos Castros estão deixando o poder em Cuba. Raul Castro, segundo Mujica, externou o desejo de se afastar definitivamente da política Cubana.
Essa mudança histórica faz surgir  Miguel Díaz-Canel Bermúdez, engenheiro eletrônico e professor universitário para dar continuidade ao projeto político dos irmão Castros.  Miguel Dias  foi eleito em 2103, primeiro vice-presidente do Conselho de Estado de Cuba. Trata-se do primeiro nascido após a revolução de 1959 a atingir tal posto.


 Fonte: Cristal Vox

Dilma pede que igrejas mobilizem fiéis na luta contra o Aedes aegypti

A presidenta Dilma Rousseff fez hoje (10) um apelo a todas as igrejas cristãs para que mobilizem os fiéis no combate ao mosquito transmissor do vírus Zika.
Dilma recebeu esta tarde, no Palácio do Planalto, líderes de diferentes denominações religiosas para pedir que ajudem na orientação à sociedade sobre o trabalho para eliminar os criadouros do Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a febre chikungunya.
A presidenta Dilma Rousseff recebe representantes
do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil no
Palácio do Planalto Marcelo Camargo/Agência Brasil
A presidenta destacou que as lideranças religiosas possuem credibilidade para engajar os fiéis no combate ao inseto, evitando o acúmulo de água parada em casa. Segundo o governo, dois terços dos focos do mosquito estão localizados em residências.
Mais cedo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) lançaram a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, cujo objetivo é alertar sobre o direito de todas as pessoas ao saneamento básico e debater políticas públicas e ações que garantam a integridade e o futuro do meio ambiente.
De acordo com o bispo dom Flávio Irala, presidente do Conic, Dilma lançou fez o convite e lançou um “desafio” para que as congregações ajudem na mobilização. “Historicamente, somos deficitários quanto à questão do saneamento básico. Mas a gente vê uma grande vontade e um grande investimento que já tem sido feito pelo atual governo no sentido de resolver esse sério problema”, disse.
O bispo disse que o cuidado com o espaço comum também é de responsabilidade dos moradores, e não somente do Poder Público, e que o objetivo da campanha é fazer um “grande chamado” para que os cristãos participem dos conselhos municipais e cobrem melhorias no saneamento. Segundo o presidente da Aliança Batista do Brasil, Joel Zeferino, o tema ainda é um “grande problema” que não foi resolvido no Brasil.
“Antes da epidemia do Zika, nós temos milhares de outros problemas relacionados ao saneamento básico. As crianças ainda morrem de diarreia. Embora o Brasil tenha uma grande cobertura de água potável, ainda há locais onde as pessoas não têm acesso à água potável, e isso também mata as pessoas. É preciso que a sociedade cobre dos Poderes Públicos, sobretudo os municipais, sobre o investimento de recursos para solucionar o problema”, disse.
O arcebispo núncio apostólico da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Tito Paulo Tuza, disse que vai orientar os padres da sua religião, que possui cerca de 200 mil fiéis, para que dediquem cinco minutos de cada celebração a orientarem as pessoas sobre a necessidade de se evitar o acúmulo de lixo e de água parada em casa.

Aborto
Diante do aumento dos casos de microcefalia em bebês filhos de mulheres que contraíram o vírus Zika, o debate sobre o aborto voltou à tona entre especialistas e religiosos. As lideranças das igrejas disseram que o tema não foi tratado na reunião com Dilma, mas concordaram com a urgência de se aprofundar no assunto.

De acordo com Joel Zeferino, a Aliança Batista do Brasil ainda não tem uma posição a respeito do tema. “Nós entendemos que este é um tema que precisa ser discutido com a sociedade de forma muito democrática e aberta, e sobretudo, é preciso incluir nesse debate as mulheres que sofrem esse aborto e sobretudo as mulheres de periferia das nossas cidades, as mulheres negras, que são aquelas que de fato fazem esses abortos ilegais. Todos falam a respeito do tema, menos as mulheres que sofrem esse aborto, então é preciso empoderá-las”, afirmou.
“Tudo isso é um processo que precisamos tratar com urgência da questão, mas ainda não temos nenhuma discussão feita”, disse Flávio Irala, bispo da Diocese Anglicana de São Paulo. Já a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia proíbe todos os casos de aborto, com exceção de quando as mulheres correm risco de morrer.


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

"Ajuste fiscal" das famílias deve continuar em 2016

Espécie de mantra dos membros da equipe econômica em Brasília para tentar solucionar o nó nas contas públicas, o “ajuste fiscal” virou realidade nos lares brasileiros. Em meio ao aumento do desemprego, das dívidas e da inflação, os consumidores apertaram os cintos no ano passado e devem continuar cortando gastos este ano, de acordo com especialistas.
“As contas de consumo aumentam, a alimentação aumenta, a pensão dos filhos também precisa ser reajustada todo ano. Ainda estou às voltas com as dívidas da obra, então tenho de segurar mais (os gastos)”, conta o gerente de marketing Affonso Nunes, 49 anos, que vive no Rio de Janeiro. A obra é o novo apartamento, montado há dois anos, que lhe rendeu dois financiamentos, um para pagar o imóvel e outro para realizar reformas.
Embora os juros tenham subido entre 2013 e 2015, as parcelas pagas por Nunes não aumentaram de valor. Mas as outras contas ficaram mais caras, e o jeito foi eliminar gastos para não ficar inadimplente. Uma das vítimas foi o ar-condicionado, que foi substituído por um ventilador depois de a conta de luz ter registrado um aumento de 51% apenas no ano passado.
“Quando entrou a bandeira vermelha, a conta subiu para R$ 400. Comprei um grande circulador de ar e passei a programar o ar-condicionado para que desligasse uma ou duas horas depois de dormir. Consegui diminuir a conta quase pela metade”, diz.

Poupança

No ano passado, 91% dos consumidores afirmaram ter reduzido os gastos em relação a 2014, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Só que, para alguns, a medida não foi suficiente. Mesmo com a contenção de despesas, 15,7% afirmaram em janeiro de 2016 que usaram recursos da poupança para cobrir despesas correntes, maior porcentual em mais de dez anos de Sondagem do Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Não à toa, a poupança teve um saque líquido (o quanto as retiradas superaram os depósitos) recorde de R$ 53,57 bilhões em 2015.
O superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo, explica que o avanço do indicador de uso da poupança foi surpreendente a partir de janeiro de 2014. “Em 2015, a proporção ultrapassou os 10% e foi gradualmente atingindo novos recordes. Em novembro e dezembro houve alguma acomodação, mas, como a situação financeira das famílias continua piorando, temos de esperar um pouco para confirmar uma mudança de tendência.”
Para o especialista em finanças pessoais Roberto Zentgraf, professor do Ibmec e da FGV, a queda no consumo vai continuar. “As pessoas não estão encontrando uma forma de aumentar a receita. Pelo contrário, tem consultor sem consultoria para prestar, professor sem aula para dar. Então, as famílias têm mesmo de fazer um ajuste fiscal.”
O jeito, segundo o especialista, é cortar supérfluos e revisar despesas desnecessárias antes de sacrificar o bem-estar.


Fonte: Estadão / Parlamento PB


EUA: esquerdistas empenhados em destruir seu próprio país

Os progressistas sabotaram a segurança americana e danificaram as relações raciais.
Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos.
Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial.

O líder bolchevique Leon Trotsky descreveu, certa vez, o stalinismo como “a teoria perfeita para grudar no cérebro”. O que ele quis dizer foi que um regime monstruoso como o de Stalin, que assassinou 40 milhões de pessoas e escravizou muito mais, foi, apesar de tudo, capaz de persuadir os esquerdistas e os defensores da “justiça social” pelo mundo todo a atuarem como seus colaboradores e defensores.

Entre esses iluminados apoiadores dos crimes cometidos por Stalin incluem-se os intelectuais da época – até mesmo os ganhadores do prêmio Nobel em Ciência e Artes, tais como Frederic Joliot-Curie e Andre Gide. Por mais brilhantes que fossem, eles eram cegos às realidades do regime Stalinista e, portanto, às virtudes das sociedades livres das quais faziam parte. O que entranhou em seus cérebros foi a crença de que um admirável novo mundo de justiça social — um mundo governado por princípios progressistas — existiu no embrião da União Soviética e tinha de ser defendido de todas as formas que fossem necessárias. Como resultado dessa ilusão, eles colocaram seus talentos e prestígios a serviço dos inimigos totalitários da democracia, agindo, segundo as palavras de Trotsky, como “guardiões da fronteira” do império stalinista. Eles continuaram com seus esforços mesmo depois que os soviéticos conquistaram o leste europeu, obtiveram armas nucleares e iniciaram a “guerra fria” com o Ocidente. Aos progressistas, seduzidos pelo stalinismo, a democracia americana representava um mal ainda maior que o estado totalitário bárbaro do bloco soviético. Mesmo após meio século, a cultura esquerdista ainda se refere a fase formativa da Guerra Fria como a “Ameaça Vermelha” — como se a quinta-coluna dos esquerdistas americanos, cuja lealdade era para com os inimigos soviéticos, cujos membros incluíam espiões soviéticos, não fosse um motivo de grande preocupação, e como se um famigerado império soviético com poder nuclear não representasse uma ameaça. Como estas desilusões, de pessoas inteligentes e bem intencionadas, foram possíveis?
Como indivíduos bem-instruídos foram capazes de negar o óbvio e apoiar uma das ditaduras mais brutais e opressoras da história? Como eles puderam ver uma sociedade relativamente humana, decente e democrática como os Estados Unidos como um mal, enquanto classificavam o bárbaro regime comunista como sendo vítima dos Estados Unidos? A reposta se encontra na identificação do Marxismo com a promessa da justiça social e da instituição de valores progressistas (que acontecerá em um futuro socialista mágico). A defesa da ideia progressista excedeu o reconhecimento do fato reacionário. Para os esquerdistas do Ocidente, assim que o regime stalinista fosse identificado como o futuro progressista imaginário, tudo seguiria — seu status de vítima perseguida e o papel dos Estados Unidos como uma força reacionária, obstruindo o caminho da nobre aspiração esquerdista. Cada falha no regime de Stalin, cada crime cometido — se não for negado completamente pelos progressistas — foi atribuído às ações nefastas de seus inimigos, mais claramente os Estados Unidos. E uma vez que a promessa da redenção progressista foi justaposta a um agente de um mundo real imperfeito, todas as suas reações tornaram-se virtualmente inevitáveis. Logo, o grude do cérebro. A União Soviética se foi e a história prosseguiu, mas a dinâmica da apologia a Stalin persiste como uma herança da Esquerda pós-comunista, que permanece ligada às fantasias de um futuro utópico, em colisão com o presente imperfeito americano.
Atualmente, a Esquerda é a força dominante no Partido Democrata americano. Seu extremo desligamento da realidade se resume através do apoio ao movimento claramente racista, chamado de “Black Lives Matter” (“A vida dos negros é importante”, em tradução livre), que ataca oficiais de polícia e defende os arruaceiros, perdoando seus crimes com o álibi de que “a supremacia branca” criou as circunstâncias que permitem que alguns cometam atos criminosos. Esse movimento extremista tem um “forte apoio” de todo o espectro da Esquerda “progressista” (incluindo 46% do partido Democrata, de acordo com uma pesquisa do Wall Street Journal e da NBC News). O Black Lives Matter é um movimento construído sobre a mentira de que a polícia declarou caça aos americanos negros inocentes. De acordo com as ficções progressistas, os policiais são os agentes de uma “sociedade da supremacia branca” — uma alegação que, por si só, deveria gerar desconfiança sobre a sanidade dos que propagam isto. Os fatos contradizem as próprias bases da alegação de que os afro-americanos estão sendo indiscriminadamente assassinados pela polícia: homens afro-americanos que constituem 6% da população e que são responsáveis por mais de 40% dos crimes violentos.Porém, uma reportagem do Washington Post a respeito de todos os 980 tiroteios policiais em 2015 revela quesomente 4% dos tiroteios fatais envolviam policiais brancos e vítimas negras e “em 75% destes incidentes, os policiais estiveram não apenas sob ataque como também defendiam civis”, ou, como Michael Walsh observou no New York Post, “em outras palavras, [eles estavam] fazendo o seu trabalho”.
Um incidente no subúrbio de St. Louis, na cidade de Ferguson, Missouri, tornou-se o ponto de partida para o movimento Black Lives Matter e suas alegações maliciosas de que negros inocentes estavam sendo assassinados injustificadamente por policiais racistas. A suposta “vítima”, Michael Brown, acabara de cometer um assalto à mão armada e se recusou a se render ao policial Darren Wilson. Em vez disso, o ladrão de rua de 140 quilos atacou Wilson em seu veículo, tentou tomar a arma do policial e depois recuou para ataca-lo novamente. Seguidos tiros foram incapazes de impedir Brown, até que um o matou. Ao ignorar os fatos, o Black Lives Matter promoveu a mentira, inventada pelo cúmplice de Brown, onde este havia colocado as mãos para cima na tentativa de se render quando levou o tiro. “Mãos para cima, não atire” rapidamente se tornou o hino do movimento. Mas essa mentira foi refutada não somente por evidências forenses e pelas testemunhas negras perante o júri convocado para o caso, mas também por uma revisão conduzida por um ex-procurador, o general Eric Holder do Departamento de Justiça, outrora disposto a demonstrar o fanatismo do departamento de polícia de Ferguson. Enquanto isso, “manifestantes” atearam fogo na cidade de Ferguson, causando milhões de dólares em danos, porque se não houvesse justiça — tomar Wilson como culpado — não haveria paz, como o agora popular slogan do grupo diz. O Black Lives Matter, então, começa sua cruzada para outras cidades, mais especificamente a de Baltimore, onde um criminoso muito conhecido, Freddie Gray, tornou-se uma outra causa célebre. Gray tinha sofrido graves ferimentos dentro de um veículo policial, onde havia somente outro detento. Assim que o Black Lives Matter inspirou multidões a se reunirem em protesto, o prefeito negro do Partido Democrata de Baltimore ordenou a polícia que baixasse a guarda, permitindo que eles destruíssem milhões de dólares de propriedades. O promotor negro do estado pelo Partido Democrata indiciou, então, seis policiais — três deles eram afro-americanos — por várias acusações, inclusive por homicídio qualificado.
O resultado imediato da guerra do Black Lives Matter contra os agentes da lei foi uma epidemia de crimes, já que os policiais decidiram que a aplicação ostensiva da lei era perigosa para suas vidas e carreiras. Os homicídios nas áreas de Ferguson e Baltimore aumentaram em 60%. Praticamente todas as vítimas eram negras, o que revela a hipocrisia de um movimento para o qual a vida dos negros não importa de fato — mas os ataques contra a aplicação da lei e a “estrutura de poder”, sim. Como é possível que algum cidadão sensato — ainda mais alguém com aspirações progressistas — pudesse apoiar uma multidão itinerante e seus linchamentos como aquela de Ferguson? Como é possível que metade do Partido Democrata possa apoiar um movimento que condena os Estados Unidos como uma sociedade de supremacia branca, ignorando a realidade de que o presidente, o chefe de polícia e milhares de funcionários públicos e representantes eleitos, incluindo os prefeitos e chefes da polícia de grandes centros urbanos, tais como os de Memphis, no estado de Tennessee e nos estados de Atlanta e Filadélfia são negros? (Em Detroit, o novo prefeito é na verdade o primeiro prefeito branco em 40 anos, enquanto o chefe de polícia ainda é negro.) Só se aceita o absurdo de que os Estados Unidos é uma sociedade de supremacia branca caso se sofra de uma ilusão de que todas as desigualdades estatísticas que afetam os afro-americanos, como as altas taxas de crimes, não sejam o reflexo da cultura e do caráter, mas marcas de opressão racista. (Esse absurdo em particular — universal dentre os progressistas americanos e o atual Departamento de Justiça dos EUA — é facilmente refutado: se as disparidades estatísticas comprovassem racismo, a National Basketball Association(Associação Nacional de Basquete – NBA), da qual 95% dos novos multimilionários são negros, seria uma associação controlada por racistas negros, assim como a National Football League (Liga Nacional de Futebol Americano), enquanto a National Hockey League (Liga Nacional de Hóckei) seria dominada por racistas brancos.) Os progressistas se iludem com o racismo e os crimes cometidos por negros porque eles estão presos à visão de um futuro progressista imaginário, no qual a justiça social irá garantir que cada resultado individual seja igual. A Esquerda não enxerga a responsabilidade das populações de grandes centros por suas altas taxas de crimes violentos.
A falha em aceitar as responsabilidades da paternidade é tanto uma característica da atitude progressista quanto é sua cegueira perante a traição às comunidades no centro de zonas urbanas cometida pelos democratas, responsáveis quase que totalmente pela condição vergonhosa das cidades americanas. Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos. Mesmo assim, 95% do voto dos negros e 100% do voto progressista continua indo aos democratas que oprimem os afro-americanos.
Infelizmente, a história sórdida dos progressistas em apoiar criminosos no país é acompanhada de registros igualmente vergonhosos da simpatia pelos inimigos estrangeiros do país. O ditador do Iraque, Saddam Hussein, foi um dos monstros do século 20, iniciando duas guerras agressivas, lançando gás venenoso sobre a minoria de curdos e assassinando 300 mil cidadãos iraquianos. Porém, quando os Estados Unidos propôs derrubá-lo, mais de um milhão de progressistas tomaram as ruas em protesto. Primeiramente, a liderança dos democratas apoiou a invasão no Iraque como uma guerra justa e necessária. Mas três meses depois, com homens e mulheres americanos em perigo — e sob pressão da Esquerda progressista — eles se voltaram contra a mesma guerra que haviam votado pela autorização e, pelos cinco anos seguintes, conduziram uma campanha de propaganda maliciosa, digna de um inimigo, para desmerecer as intenções americanas e para impedir nossa missão militar.
Como a administração Bush escolheu não se defender em um confronto contra as ações subversivas da Esquerda — inclusive a exposição de três programas de segurança nacional — os mitos esquerdistas sobre a Guerra do Iraque persistem até hoje, mesmo em alguns círculos conservadores. Para esclarecer o assunto, Bush não mentiu para seduzir os democratas a apoiarem a guerra e não podia ter feito isso, uma vez que os democratas tinham acesso aos mesmos relatórios de segurança que ele. A guerra não era a respeito da existência de um armazenamento de armas de destruição em massa (ADM), como os democratas desonestamente alegam: era a respeito da violação de Saddam das 17 resoluções do Conselho de Segurança da ONU, destinadas a impedi-lo de possuir os programas de (ADM) que ele estava desenvolvendo.
A traição dos democratas sobre o esforço de guerra de seu país prejudicou seriamente o seu progresso e, com a eleição à presidência de um pacifista de esquerda em 2008, levou diretamente à explosão do terrorismo e do derramamento de sangue que tem esmagado o Oriente Médio desde então. Mas não foi apenas a mentalidade de submissão do governo Obama que abasteceu essas catástrofes. Com o apoio total do Partido Democrata, o presidente Obama acolheu a Irmandade Muçulmana e o inimigo mortal dos Estados Unidos, o Irã, providenciando aos seus aiatolás um caminho para armas nucleares e o domínio da região — levando os estados árabes sunitas a se prepararem para uma guerra civil no Oriente Médio. Assim como os esquerdistas atuaram como propagandistas do império soviético, desmerecendo o esforço dos Estados Unidos na Guerra Fria e conduzindo campanhas enganosas para omitir os crimes soviéticos, a Esquerda de hoje também menospreza a ameaça islâmica e se opõe às medidas de segurança necessárias para proteger a pátria — mais alarmantemente o fechamento da nossa fronteira ao sul. Os progressistas criaram as subversivas “cidades santuários”, que se recusam a cooperar com a Segurança Nacional e as leis de imigração em mais de 300 distritos urbanos ilegais sob o controle dos democratas. Essa traição vem ocorrendo sem resistência por anos e levou à morte desnecessária de inúmeros cidadãos americanos pelas mãos de imigrantes ilegais — dos quais mais de 200 mil estão presos — e, obviamente, muito outros dentro de nossas fronteiras.
Esquerdistas e democratas também aderiram à campanha de propaganda islâmica para representarem os muçulmanos — cujos correligionários já mataram centenas de milhares de inocentes desde o 11/09 em nome de sua religião — como vítimas de um preconceito contra os muçulmanos, denunciando críticos do terror islâmico e os defensores das medidas de segurança como “islamofóbicos” e preconceituosos. Na verdade, 60% dos crimes de ódio religioso são direcionados aos judeus, com uma pequena minoria direcionada aos muçulmanos.
Ao explorar o mito da perseguição aos muçulmanos, os progressistas se opõem ao escrutínio da comunidade muçulmana, incluindo-se aí o terror promovido por imãs e mesquitas. Eles imediatamente denunciam as propostas de avaliação de imigrantes muçulmanos como intolerância religiosa e ainda bloqueiam qualquer discussão racional sobre o problema. Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial. Mais importante, o presidente e seus agentes cinicamente espalham a mentira de que um vídeo obscuro na internet sobre Mohammed esteve por trás do ataque terrorista em Benghazi. Falando como um aiatolá perante a Assembleia Geral da ONU, pouco depois do ataque, Obama declarou: “O futuro não deve pertencer àqueles que difamam o profeta do Islã.” O que um presidente americano deveria ter dito é: “O futuro não deve pertencer àqueles que matam em nome do Islã.”Nosso país se encontra numa encruzilhada perigosa, uma que é feita imensuravelmente mais perigosa por um partido nacional que culpa seu próprio país pelos crimes de seus inimigos, e por uma oposição política ineficaz e tímida que responsabiliza seus concidadãos por suas próprias ações inconcebíveis.

Escrito por:  DAVID HOROWITZ
Traduzido por: Felipe Galves Duarte

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