Radio Evangélica

quinta-feira, 28 de março de 2019

Na CPI, ex-presidente da Vale diz que gerência de risco era descentralizada

Edilson Rodrigues/Agência Senado

O ex-presidente da mineradora Vale, Fabio Schvartsman, foi ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho e outras barragens, nesta quinta-feira (28). Ele voltou a dizer que não há frase que repare os danos causados pelo rompimento da barragem em 25 de janeiro e que, embora um pedido de desculpas esteja longe de ser suficiente, seria necessário repeti-lo.
Schvartsman destacou que a Vale está presente em cerca de 30 países, nos cinco continentes, e emprega 78 mil funcionários no Brasil e 103 mil em todo o mundo. Segundo o executivo, a empresa pagou R$ 42 milhões em tributos nos últimos quatro anos, sendo aproximadamente R$ 10 milhões, somente em 2018, respondendo por cerca de um terço do saldo da balança comercial brasileira, no ano passado.
— Gerenciar uma companhia desse porte exige uma estrutura de compartilhamento de responsabilidades baseada em nível hierárquico. Cada área tinha condições de gerenciar riscos e tomar as decisões necessárias à sua operação, com segurança — assegurou.
De acordo com Schvartsman, um gerente de mina na Vale tem autonomia para decidir investimentos de até R$ 40 milhões por projeto. Segundo o ex-presidente, a descentralização garantiria agilidade nas decisões, já que reduz a burocracia para a implantação de mecanismos de segurança. Além disso, Schvartsman informou que a Vale mantém canais para que qualquer funcionário, independentemente do nível hierárquico ou região, reporte comportamentos que infrinjam as normas internas da empresa. Também conta com um comitê de risco, auditorias internas e externas regulares e uma ouvidoria apta a receber denúncias anônimas.
— A Vale cumpre integralmente a lei brasileira para mineração e barragens. Desde a ruptura da barragem Fundão, em Mariana, foram feitas 46 reuniões entre diretorias, comitês, conselho de administração e conselho fiscal sobre essas estruturas.

Questionamentos
O relator da CPI, senador Carlos Viana (PSD-MG), pediu que, ao responder às perguntas dos senadores, Schvartsman pensasse na sua trajetória e no processo criminal que deverá enfrentar. Viana questionou o executivo sobre os critérios usados por ele para afirmar, nove meses antes da tragédia em Brumadinho, que as barragens de rejeitos da Vale estariam em estado "impressionante" de qualidade, conforme publicado em matéria do jornal Valor Econômico, em 10 de abril de 2018.
Fábio Schvartsman respondeu que todas as apresentações feitas pelos técnicos da Vale até aquele momento reforçavam a boa qualidade das estruturas. Segundo ele, nunca foi elaborado relatório sobre cada barragem individualmente, mas todos os dados atestavam reservatórios em boas condições.
— Eu cheguei a trazer um técnico de fora da Vale para fazer uma verificação dessas questões e essa pessoa também atestou a excelente qualidade em que se encontravam as barragens. Motivo pelo qual eu me tornei porta-voz dessa situação.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) questionou sobre providências da Vale para as ameaças de rompimento das barragens de Forquilha I e II, em Ouro Preto (MG), e por que a estrutura organizacional da barragem em Brumadinho foi feita ao lado e não nas partes altas do local. Para Otto, a Vale deve ser responsabilizada pelo que o senador classificou como “assassinato” das populações e pelos crimes ambientais resultados da tragédia.
— Não entendo porque uma empresa da estrutura da Vale não tenha tido a capacidade de entender isso. Não construir a administração nos altos, mas à frente da jusante, é uma coisa criminosa, no meu ponto de vista.
Schvartsman respondeu que Brumadinho é uma das 500 estruturas da Vale pelo país e que desconhecia a existência de um escritório administrativo abaixo da barragem. Segundo ele, a empresa adquiriu a barragem com o escritório e refeitório já construídos. O ex-presidente declarou ainda que as pessoas da própria região é que deveriam ter feito algo para mudar a administração de local.

Ações criminais
A presidente da CPI, senadora Rose de Freitas (Pode-ES), disse que nenhuma resposta pode ser negligenciada pela Vale. Ela questionou Schvartsman sobre possíveis ações criminais a serem movidas por ele contra pessoas que, supostamente, o teriam enganado com relatórios falsos. Já o senador Carlos Viana aconselhou Schvartsman a informar quem são os assessores responsáveis por prestar as informações, a fim de que o ex-presidente da Vale não seja responsabilizado sozinho.
Schvartsman informou que a empresa de auditoria alemã Tüv Süd já está sendo acionada judicialmente pela Vale, no Brasil e na Alemanha, devido ao relatório que garantia a estabilidade da barragem em Brumadinho.
— Jamais passou pela nossa cabeça que uma empresa desse nível corresse o risco de elaborar um laudo positivo para algo que não tinha estabilidade. O negócio deles depende disso.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, também exigiu os nomes dos responsáveis por alertar os riscos de rompimento da barragem em Brumadinho, bem como a cadeia hierárquica da companhia. Já o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) perguntou quem seria o diretor responsável pelo setor, já que Schvartsman disse não saber o nome de cada profissional da área técnica de Brumadinho. Os integrantes da CPI acreditam que a intenção de Schvartsman é omitir o resultado de investigação interna da Vale como estratégia jurídica para postergar possíveis condenações e pagamentos de indenizações às vítimas da tragédia.
Ao citar os nomes de diretores como Peter Poppinga e Lúcio Flavo Gallon Cavalli, Fabio Schvartsman se defendeu:
— O fato de eu ser presidente não me faz onisciente. Eu não sei quem, nem por que, alguém mentiria em relação a um assunto tão importante. São 150 gerentes executivos dentro da companhia. Pessoas que trabalham dentro de responsabilidades muito importantes.

Agência Senado

quarta-feira, 27 de março de 2019

MPF busca solucionar problema de 61 famílias em Monteiro (PB) prejudicadas com a transposição do São Francisco

População foi deslocada da área de cultivo, em prol do Pisf, mas até hoje não consegue produzir por falta d’água
Vila Lafayette. Imagem: Ascom MPF/PB 
O que seria uma esperança acabou se tornando um pesadelo para 61 famílias da cidade de Monteiro (PB).
O Ministério Público Federal (MPF) em Monteiro (PB) busca solucionar o problema de 61 famílias deslocadas de suas áreas de cultivo, em prol do Projeto de Integração do São Francisco (Pisf), e que até hoje não conseguem produzir na Vila Produtiva Rural Lafayette, em razão da falta d’água.
A vila, que fica em Monteiro, a pouca distância do canal da transposição, está inserida no Pisf como forma de compensar a população atingida pela obra. Dois anos depois da chegada das águas do Velho Chico à Paraíba, as famílias, que em sua maioria viviam da agricultura familiar, nada produzem e vivem de benefício assistencial do Governo Federal. Muitas delas sequer receberam os valores das indenizações.
De acordo com a procuradora da República em Monteiro, Janaina Andrade, a situação da Vila Lafayette é preocupante nos aspectos social e orçamentário. “É preciso entender que 61 famílias, que não tinham qualquer intenção de se deslocar dos seus espaços de vida, foram removidas para uma outra área, tirando autonomia produtiva, mudando seus modos próprios de vida, como comunidade tradicional, atendendo a um ideal do projeto da transposição, para se criar uma denominada ‘vila produtiva’. Contudo, essa vila foi idealizada sem a viabilização do elemento mais importante, o recurso natural água. No aspecto orçamentário, diante da crise que o país vivencia, é absurdo tornar mais 61 famílias, de pelo menos três membros cada, dependentes de benefícios assistenciais do governo. São famílias que tinham seus sustentos, dignidade, com suas produções, e que hoje não podem produzir por falta de água”, declarou Janaina.
Ainda de acordo com a procuradora do MPF, há falta de compromisso dos órgãos. “Existe uma cultura de negligência e transferência de responsabilidades. O que constatamos é que o Ministério do Desenvolvimento Regional diz que o problema para ser solucionado depende da Cagepa [Companhia de Água e Esgotos da Paraíba], já a Cagepa diz que a obra do sistema de abastecimento de água tem falhas estruturais. Por sua vez, a Prefeitura de Monteiro não quer assumir sua parcela de responsabilidade, sob alegação de que a obra é federal”, acrescentou.
“E ainda há as questões jurídicas individuais, as quais não fazem parte da atribuição do MPF. Como o município de Monteiro não tem Defensoria Pública da União, as pessoas não estão tendo condições de buscar alternativas em juízo para discutir eventuais direitos no tocante às indenizações”, concluiu Janaina Andrade.
Reunião – Buscando solucionar os problemas das famílias da Vila Lafayette, que desde a chegada das águas do São Francisco a Monteiro, há dois anos, nunca tornou-se produtiva, o MPF convocou uma reunião para o próximo dia 9 de abril, às 10 horas, na própria vila, com os moradores e representantes do Ministério da Integração Nacional, atualmente denominado de Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Foram convidados ainda representantes do Ministério Público Estadual (MPPB), da Cagepa e da Prefeitura de Monteiro.


Ministério Público Federal

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

A Síndrome do Jornalista


Foto: Aquinoticias.com
Com o aumento da popularidade da internet, o monopólio da informação que outrora estava apenas nos veículos de comunicação acabou. Muita gente deve lembrar dos “furos de reportagem”, da disputa de repórteres e suas equipes para serem os primeiros a chegar em cena de acidente, homicídio, entre outros. Reportagem aquela que abria um link ao vivo, sendo essa de grande repercussão.
Muitos devem lembrar dos filmes e seriados antigos onde geralmente os repórteres, que eram os mocinhos, faziam de tudo para terem suas matérias na primeira página do jornal(onde mostrava-os salvando a cidade), atualmente nem  nos filmes e seriados se vê isso mais, pois já é um reflexo da vida real.
Atualmente basta um celular com internet e com uma câmera digital que o “furo de reportagem” passar a ser de quem é a testemunha no momento do fato.
Diante de toda essa “evolução” surgiu algo que eu vejo como uma doença que podemos chamar de:” a Síndrome do Jornalista”.
Não se vê hoje o senso de amor ao próximo diante de certas situações. Quando acontece um acidente geralmente várias pessoas que testemunharam o ato se preocupam logo em registrar(através de foto ou vídeo) e publicar em uma rede social usando o seu aparelho de telefonia móvel, o qual teria maior utilidade se fosse usado para pedir ajuda.  Muitos devem lembrar de uma briga entre duas meninas em uma escola que foi bastante divulgada  nas redes sociais, onde uma delas chega a pisar no rosto da outra e a mesma chega a desmaiar, alguns sites chegaram afirmar que a garota agredida morreu, mas depois a informação foi corrigida, e foi noticiado que a vítima desmaiou na hora e foi para o hospital. Mas o que se observa além da violência (motivo de já  ficarmos espantados), é a quantidade de pessoas que assistem a cena e não fazem  nada para separar e ainda teve gente que se preocupou em registrar o fato para publicar nas redes sociais. Se alguns tivessem tentado separar a briga, com certeza a maldade não teria chegado a tal ponto.
Infelizmente nos dias atuais e preocupação das pessoas está em registrar fatos, não pensam nas consequências e no que poderiam evitar se o registro do fato não fosse prioridade.

Joabson João


domingo, 26 de agosto de 2018

Se depender da mentalidade do brasileiro o Brasil continuará sendo um País atrasado

O Brasil dificilmente será um País desenvolvido, se depender da mentalidade brasileira será um eterno País continental, repleto de riquezas, mas com um povo pobre. Muitos podem falar que a culpa é dos políticos, até concordo. Mas será mesmo que esse é o problema?
Fazendo uma pequena análise em relação ao que vejo no dia a dia:
Temos um povo que fala do desemprego, mas ao conseguirem o emprego passam a enxergar o patrão como “opressor” que quer enricar “às custas do seu trabalho” e ainda falam que o patrão não trabalha. É um tipo de empregado que não tem amor nenhum pelo trabalho, o único compromisso que tem é com o salário, mesmo sabendo que isso é um direito seu e que independente de desempenhar  um bom trabalho ou não  . Mas onde fica o profissionalismo? É normal ouvir alguém falar que escolhe uma profissão pelo simples fato dessa lhe proporcionar uma boa renumeração e não a realização profissional. Não se preocupam na qualidade do seu trabalho. Procuram fazer o serviço com qualidade em muitas vezes para agradar o patrão e não ser demitido. E sempre critica um colega de profissão que é mais competente e ama o que faz e quer ver a empresa que trabalha desenvolver, para que o seu emprego seja mantido com a empresa tendo lucro e como consequência ajudar o País e o profissional se sente realizado e satisfeito.
Outro grande problema que vemos em nosso País é que a maioria da população tem como meta principal ser funcionário público (principalmente concursado), pergunta-se: Será que é para servir ao publico com qualidade? Na maioria das vezes não. O que verdadeiramente quer é ter um emprego que pague muito bem, repleto de regalias, onde tudo é bancado pela população e não se preocupa em prestar um bom serviço. Lembrando que o povo é seu verdadeiro patrão. Mas o objetivo principal não é só o alto salário, nem as regalias e sim a estabilidade no emprego, onde a demissão é praticamente impossível, independente de sua produção e o modo de como atende a população, sempre tem uma “brecha na lei” que defende essas pessoas, principalmente os que trabalham errado.
Quando conseguem seu objetivo passam a mostrar o quanto são incoerentes: geralmente reclamam dos altos impostos que pagamos e até concordam quando se fala em diminuir os impostos, mas quando sabem que diminuição de impostos é sinônimo de diminuição da máquina pública já recuam e falam que preferem da maneira que está para não “colocar em risco” seus empregos. E ainda por cima são os mesmos que pedem mais impostos, isso mesmo, pedem que a carga tributária continue alta e jamais seja reduzida, se possível pode aumentar, fazem isso quando vão as ruas pedir mais direitos para a “classe trabalhadora” e sempre se gabam falando que estão lutando para defender a mesma. Não tem a mínima decência de falar que defendem sim suas regalias e usam a população como escudo, falam quanto maior a máquina pública melhor para a população, alegam que temos um povo pobre e não tem como pagar por serviços privados, concordo, mas enquanto o Brasil for essa Republica sindicalista a população vai continuar sendo pobre e sustentando as regalias dos políticos e dos funcionários públicos.
Falam que querem lutar para manterem seus empregos, mas por qualquer coisa procuram a justiça para processarem seus chefes imediatos sempre com a esperança de uma indenização. Na verdade, lutam para terem o direito, se é que podemos chamar isso de direito, de processarem seus chefes e suas repartições e não serem demitidos.
Deixo uma dica para esse povo: a melhor forma que tem de manter o emprego é trabalhando e não fazendo “movimentos nas ruas” com faixas e usando a “classe trabalhadora” como escudo para defender seus interesses particulares.
E a coisa piora quando vemos a situação  dos funcionários públicos que são concursados e tem um cargo de confiança e outros os demais que são prestadores de serviços (não concursados), geralmente estão no cargo não por competência e sim por indicação política, infelizmente esses são tratados como mercadorias e até mesmo como verdadeiras máquinas de voto, onde são forçados a participarem de convenções partidárias e de comícios, caso não participem tem seus cargos/empregados ameaçados e além de tudo são forçados a serem cabos eleitorais, mas se submetem a isso sem problema e acham que estão fazendo uma grande coisa.
Para piorar a situação é comum ver vários funcionários tanto públicos quanto privados reclamando dos seus empregos pelo simples fato de terem que cumprirem horário. Fica a pergunta: quer fazer o que da vida?
Interessante também é nesse meio todo o quanto é distorcido o conceito de luta. Para os tais “representantes dos trabalhadores” tem um conceito totalmente distorcido, onde para os mesmos luta é fazer movimentos, fechar ruas, resumindo, fazer badernas. Quem levanta cedo para trabalhar e cumprir seu horário não é lutador e se falar que gosta de trabalhar é intitulado de escravo do sistema. 
Em resumo ninguém pensa mesmo no que é melhor para o País, e sim o melhor para si e tudo as custas da população, tem seus belos discursos, mas não passam de hipócritas, falam sempre em diretos e nunca nos deveres que devem cumprir.
Enquanto tivermos com essa mentalidade, o Brasil jamais será um País desenvolvido.
Joabson João

sábado, 28 de abril de 2018

Quando eu vi o Lula... Eu disse a Deus...


Quando eu vi o Lula apoiar o Aborto de inocentes, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula levantar a Bandeira LGBT e apoiar Casamento Gay, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula apoiar a Marcha da Maconha e a liberação das drogas, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula ameaçar prender Pastores e Padres por não aceitar as práticas homoativistas, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula liberar 300 milhões para "paradas gays", enquanto dizia não ter recurso para saúde, segurança e educação, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula vingativamente prejudicar policiais e beneficiar bandidos, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula apoiar o avanço dos Muçulmanos anti-cristãos no Brasil, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula apoiar a Ditadura genocida na Venezuela, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula ir a Israel e se negar a honrar à memória dos judeus do Holocausto mas, colocou flores para os palestinos terroristas, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula abraçar o Presidente do Irã Ahmadinejad, inimigo declarado de Israel, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula acabar com o Brasil com o Comunismo, eu disse a Deus: "Faz Justiça, Senhor!";

Quando eu vi o Lula se comparar a Jesus, eu disse a Deus: "APRESSA tua Justiça, Senhor!".

E hoje, quando vi Lula preso na Polícia Federal, meus olhos se encheram de lágrimas e lembrei do que disse Jesus em Mateus 5 "Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque eles serão fartos". E assim eu disse: "Obrigado Senhor, por tua Justiça, reto Juiz dos Juízes."

Engana-se quem acha que a Lava-jato começou em Curitiba. A Lava-jato começou no Céu de Justiça Plena!

(texto de: Ricardo Ribeiro - Jornalista Cristão da AJESP - Associação de Jornalistas do Estado de São Paulo)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 220418 - Quando eu vi o Lula... Eu disse a Deus... - (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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sábado, 31 de março de 2018

Paulo Pimenta e seu discurso de ódio aos conservadores


Quando o impedimento de livre trânsito é feito pela esquerda é algo bom para a sociedade, mas quando é algo que a linha conservadora esteja fazendo, isso é ruim para toda a sociedade.
A linha de pensamento esquerdopata é doentia e mentecapta e não percebe que jamais poderão fazer algo em prol de uma nação, porque eles pensam até a altura de seus umbigos.
Eles nunca imaginariam a possibilidade de serem investigados, porque isso seria coisa de uma sociedade fascista e ditatorial. Mas alguém que joga um ovo em um cabra que já foi investigado, julgado e condenado por crimes de colarinho branco, e que, ao contrário de estar viajando à custa do povo de um lado para outro e forçando o povo a ouvi-lo, jogar ovo nesse indivíduo é crime, e segundo Paulo Pimenta e a caterva que o segue, tem que ser punido com a cadeia. Lembrem, essa mesma cadeia não serve para eles, porque eles estão acima da lei.
Segundo a ótica esquerdopata, é claro que eles estão acima da Lei e jamais poderão ser julgados, ou mesmo se julgados e condenados, jamais poderão ser presos.
(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Querem reescrever a nossa História diante de nossos olhos


Não é novidade para ninguém o quanto as instituições estão aparelhadas pela esquerda e querem a todo custo reescrever a história diante dos nossos olhos. Onde os integrantes da esquerda querem aparecer como heróis. Muitos usam uma “linda frase”: “Nossos direitos foram conquistados com muita luta”.
 Basta fazer uma pequena pesquisa na internet e vemos que entre eles tem muitos mentirosos, cínicos e outros que só repetem o que ouviram falar.
Fazendo uma comparação entras as Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) antigas e as atuais, encontrei uma diferença entre ambas, sei que foi algo quase que imperceptível, mas não fiquei muito surpreso com isso.
Nas CTPS’s antigas (exemplo a minha que foi emitida no ano 2000), tem as informações abaixo:
Decreto lei n°229, de 28 de Fevereiro de 1967, na página 2, que fala sobre a obrigatoriedade da Carteira Profissional para o exercício de qualquer emprego, decreto esse que foi assinado pelo então Presidente H. Castelo Branco.
Decreto 22035, de 29 de outubro de 1932 (que foi revogado pelo decreto de 10 de Maio de 1991), e posteriormente reformulada pelo Decreto-lei, que aprovou a CLT, na página 3, que foi assinado pelo então Presidente Getúlio Vargas
Cita a lei do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que são as citações:
Lei 5107/66, regulamentado pelo Dec. N°59820/66, nas páginas de 37 a 41, lei essa assinada pelo então Presidente H. Castelo Branco.
Ressaltando que a lei que aprovou a regulamentação do FGTS, e decreto que fala sobre a obrigatoriedade da Carteira de trabalho também foram assinados pelo então Presidente Militar (H. Castelo Branco)
Nas CTPS’s atuais tem apenas a citação:
Decreto 22035, de 29 de outubro de 1932 (que foi revogado pelo decreto de 10 de Maio de 1991), e posteriormente reformulada pelo Decreto-lei n°5452 de 1° de maio de 1943, que aprovou a CLT, na contra capa.
Ou seja, apenas fazem a citação do decreto que foi assinado por Getúlio Vargas, que é tratado como herói por muitos. Querem fazer de tudo para demonizar os militares e até omitirem em documentos decretos e leis que regulamentam leis trabalhistas e até hoje estão em vigor. Tratam os militares como vilões, fazem questão de chamar o período que os militares estiveram no comando do País de “ditadura”, mas hoje se beneficiam de muitos direitos que foram assinados por militares.
Muitos dos que falam que “lutaram por democracia” e pelos “direitos trabalhistas”, estavam sim lutando, mas na guerrilha armada, onde além de receberem ajuda de Países comunistas assaltavam bancos para financiarem a mesma. Hoje muitos desses guerrilheiros estão em cargos públicos se colocando na posição de heróis, mas não passam de cínicos e mentirosos.

Joabson João

domingo, 28 de janeiro de 2018

Desconstruir Lula é a palavra de ordem

Mas desconstruí-lo, não pelo prazer de desconstruir um verme, senão pela necessidade de auto-preservação. Podemos ver, e toda a classe que o defende, também pode observar que Evo Morales, acaba de dar o golpe definitivo na Bolívia, assim como Nicolás Maduro, já havia determinado para a Venezuela. E se alguém ainda tem alguma dúvida acerca dos caminhos que o apedeuta quer tomar para o Brasil, então, neste momento, creio que todos os véus caem. Portanto, vamos mostrar ao mundo, que não estamos aqui para ser cobaia de comunistas de forma alguma, principalmente, porque somos um grande país, e porque temos sim pessoas muito boas à nossa volta, e que aqui, bandidos, vão para a cadeia. (ap. Ely Silmar Vidal - jornalista)
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Mensagem 140118 - Desconstruir Lula é a palavra de ordem - (imagens da internet)

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Propinas sendo pagas adequadamente

A organização criminosa que atua no Brasil, não funciona diferentemente de todas as outras que atuaram, ou que atuam.
São pessoas que sabem exatamente como, porque, onde, quando e como irão necessitar de dinheiro, ou mesmo de fazer dinheiro e para qual fim.
No governo brasileiro, não tem um, que seja inocente. São todos pessoas muito bem enfronhadas no mundo do crime e sabem exatamente qual é seu papel perante o Foro de São Paulo. Não se faz nada sem dinheiro, e muito menos uma tomada de poder.
A tomada de poder, e a manutenção dessa tomada de poder, envolve a necessidade da compra de favores de muitas pessoas, que estando em postos chave, custam muito dinheiro.
Além disso é claro, necessita-se de dinheiro para a compra de armas, munições e drogas, que servem muito bem ao objetivo de manutenção de poder.
(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Comemorar a consciência negra ou a abolição da escravatura? Qual a forma ideal?

No dia 20 de Novembro, comemora-se o dia da consciência negra. Dia esse que é aniversário da morte de Zumbi dos Palmares, que foi morto em 20 de novembro de 1695. Zumbi dos Palmares é intitulado como ícone de luta contra a escravidão, mas ele nunca lutou contra a escravidão coletiva, sua luta era contra a sua escravidão individual e se tratava de um negro escravista.
“Faz parte da propaganda de certos movimentos negros exaltar a figura de Zumbi como libertador dos escravos. Ora, a ascensão dele se deu após o assassinato do tio: “Depois de feitas as pazes em 1678, os negros mataram o rei Ganga-Zumba, envenenando-o, e Zumbi assumiu o governo e o comando-em-chefe do Quilombo”. (Edison Carneiro, O Quilombo dos Palmares, Ed. Civilização Brasileira, 3a ed., Rio, 1966, p. 35)
Carneiro confirma o governo despótico de Zumbi: “Nina Rodrigues esclarece que nos Palmares havia ‘um governo central despótico’ semelhante aos da África na ocasião”. (idem, p. 4) Não havia liberdade para sair: “Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo”. (idem, p. 4)
Zumbi não tinha pretensões de libertar os escravos – maior mercadoria da África – e mantinha os costumes ali vigentes pelos quais algumas etnias escravizavam os seus inimigos. “
O que realmente deve ser lembrado não como o dia da Consciência Negra e sim o dia da libertação dos escravos é o dia 13 de Maio. Pois foi em 13 de Maio de 1888 que foi assinada pela Princesa Isabel a Lei Áurea, lei essa que libertou os escravos. O que pouca gente sabe é que a Lei Áurea libertou somente 16% dos descendentes de escravos africanos trazidos para o Brasil. A realidade é que, em 1888, 84% dos afrodescendentes brasileiros já tinham sido libertados anteriormente, sobretudo graças às sucessivas leis emancipadoras e, também, à atuação das confrarias religiosas católicas que angariavam donativos para libertar escravos.
Em uma publicação no blog Monarquia Já podemos ver um trecho da Carta da então Princesa Isabel, datada de 11 de Agosto de 1889 endereçada ao visconde de Santa Vitótia onde é revelado o interesse de Dom Pedro II em prover condições dignas aos ex-escravos. O texto defende a indenização aos ex-escravos.
Segue a carta abaixo:
“Fui informada por papai que me collocou a par da intenção e do envio dos fundos de seo Banco em forma de doação como indenização aos ex-escravos libertos em 13 de Maio do anno passado, e o sigilo que o Snr. pidio ao prezidente do gabinete para não provocar maior reacção violenta dos escravocratas. Deus nos proteja si os escravocratas e os militares saibam deste nosso negócio pois seria o fim do actual governo e mesmo do Império e da caza de Bragança no Brazil. (…) Com os fundos doados pelo Snr. teremos oportunidade de collocar estes ex-escravos, agora livres, em terras suas proprias trabalhando na agricultura e na pecuária e dellas tirando seos proprios proventos. Fiquei mais sentida ao saber por papai que esta doação significou mais de 2/3 da venda dos seos bens, o que demonstra o amor devotado do Snr. pelo Brazil. Deus proteja o Snr. e todo a sua família para sempre!”
Três meses após a data dessa carta, a princesa e o Imperador foram depostos e desconhece-se o destinos dos tais fundos.
Fica a pergunta: Quem realmente lutou contra a escravatura?

Fontes:
Cartilha Monarquia