Radio Evangélica

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Petrobras volta a ser segunda empresa mais valiosa na Bolsa, atrás de Ambev 33

Imagem: Julio Cesar Gimarães /Uol
A Petrobras passou o Itaú Unibanco e voltou a ser a segunda empresa com maior valor de mercado na Bolsa brasileira. Na última sexta-feira (7), o valor de mercado da estatal alcançou R$ 211,64 bilhões, contra R$ 211,61 bilhões do Itaú Unibanco.
Com isso, a Petrobras fica atrás apenas da Ambev, dona das marcas de cerveja Skol, Brahma e Antarctica. Na sexta-feira, seu valor de mercado era de R$ 308,47 bilhões.
Os dados são da consultoria Economatica e foram divulgados nesta segunda-feira (10). O valor de mercado das empresas de capital aberto é calculado multiplicando o total de ações pelo preço de cada ação. 

De volta ao topo
A Petrobras era a empresa da Bovespa com o maior valor de mercado até 15 de outubro de 2014, quando foi ultrapassada pela Ambev, em meio às investigações da operação Lava Jato, que fizeram com que as ações da estatal despencassem.
Em fevereiro, influenciada pela queda nos preços do petróleo, a Petrobras chegou a ficar no quarto lugar entre as empresas mais valiosas da Bolsa, atrás de Ambev, Itaú Unibanco e Bradesco.
Agora, a petroleira recuperou posições no ranking. Do começo do ano até 7 de outubro, o valor de mercado da Petrobras subiu R$ 110,3 bilhões. 

Do Uol em São Paulo


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O Lamento do Messias

"Livra-me, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma.
Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva.
Estou cansado de clamar; secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem esperando o meu Deus.
Aqueles que me aborrecem sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça; aqueles que procuram destruir-me sendo injustamente meus inimigos, são poderosos; então, restituí o que não furtei.
Tu, ó Deus, bem conheces a minha insipiência; e os meus pecados não te são encobertos.
Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, SENHOR dos Exércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel.
Porque por amor de ti tenho suportado afronta; a confusão cobriu o meu rosto.
Tenho-me tornado como um estranho para com os meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos de minha mãe.
Pois o zelo da tua casa me devorou, e as afrontas dos que te afrontam caíram sobre mim.
Chorei, e castiguei com jejum a minha alma, mas até isto se me tornou em afrontas.
Pus, por veste, um pano de saco e me fiz um provérbio para eles.
Aqueles que se assentam à porta falam contra mim; sou a canção dos bebedores de bebida forte.
Eu, porém, faço a minha oração a ti, SENHOR, num tempo aceitável; ó Deus, ouve-me segundo a grandeza da tua misericórdia, segundo a verdade da tua salvação.
Tira-me do lamaçal e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me aborrecem e das profundezas das águas.
Não me leve a corrente das águas e não me sorva o abismo, nem o poço cerre a sua boca sobre mim.
Ouve-me, SENHOR, pois boa é a tua misericórdia; olha para mim segundo a tua muitíssima piedade.
E não escondas o teu rosto do teu servo, porque estou angustiado; ouve-me depressa.
Aproxima-te da minha alma, e resgata-a; livra-me por causa dos meus inimigos.
Bem conheces a minha afronta, e a minha vergonha, e a minha confusão; diante de ti estão todos os meus adversários.
Afrontas me quebrantaram o coração, e estou fraquíssimo; esperei por alguém que tivesse compaixão, mas não houve nenhum; e por consoladores, mas não os achei.
Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre.
Torne-se a sua mesa diante dele em laço e, para sua inteira recompensa, em ruína.
Escureçam-se-lhes os olhos, para que não vejam, e faze com que os seus lombos tremam constantemente.
Derrama sobre eles a tua indignação, e prenda-os o ardor da tua ira.
Fique desolado o seu palácio; e não haja quem habite nas suas tendas.
Pois perseguem a quem afligiste e conversam sobre a dor daqueles a quem feriste.
Acrescenta iniqüidade à iniqüidade deles, e não entrem na tua justiça.
Sejam riscados do livro da vida e não sejam inscritos com os justos.
Eu, porém, estou aflito e triste; ponha-me a tua salvação, ó Deus, num alto retiro.
Louvarei o nome de Deus com cântico e engrandecê-lo-ei com ação de graças.
Isto será mais agradável ao SENHOR do que o boi ou bezerro que tem pontas e unhas.
Os mansos verão isto e se agradarão; o vosso coração viverá, pois que buscais a Deus.
Porque o SENHOR ouve os necessitados e não despreza os seus cativos.
Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo quanto neles se move.
Porque Deus salvará a Sião e edificará as cidades de Judá, para que habitem ali e a possuam.
E herdá-la-á a semente de seus servos, e os que amam o seu nome habitarão nela." (Sl 69:1-36)

(ely silmar vidal - skype: siscompar - fones: DDD (041) (TIM) 9820-9599 - (CLARO e Whatsapp) 9821-2381 - (VIVO) 9109-8374 - (OI) 8514-8333 - mensagem 071016 - O Lamento do Messias - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos:

(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

leia este texto completo e outros em:


#Cojae #Conipsi #Dojae #RádioEvangélica #PortalDaRádio #InstitutoIESS #IgrejaEvangélicaSantoDosSantos

Associação Santa Isabel de combate ao câncer

Uma belíssima propaganda para a campanha na prevenção e no combate ao câncer de mama. 
Creio que todos devemos nos empenhar nessa campanha, porque isso é algo que ataca a nossas famílias de forma silenciosa. 
Vamos nos unir, porque sempre podemos fazer algo por aqueles a quem amamos, de uma forma ou de outra. 
Sejam todos sempre muito bem vindos, e meus parabéns à Associação Santa Isabel de combate ao câncer, pela linda iniciativa. - (ely silmar vidal - psicanalista) 


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

EUA: Chefe do Estado Maior Conjunto rejeita ordem de Obama

O chefe do Estado Maior Conjunto (JCS, na sigla em inglês) e general dos Fuzileiros (Marines), Joseph Dunford, chegou onde nenhum presidente do JCS jamais foi! Sem surpresa, foi preciso que um general Marine enfrentasse o presidente Barack Obama, na esteira de mais uma de suas duvidosas decisões de segurança nacional.
A mesma equipe insensata de negociação Obama /Kerry que nos trouxe um acordo com o Irã, minando a nossa segurança nacional, recentemente tentou nos trazer um acordo com a Rússia tão questionável como aquele. Este obrigava a participação do Pentágono em um acordo de compartilhamento de inteligência com o Comando Central da Rússia na Síria - constituído mediante um cessar-fogo abrindo o caminho para as negociações de paz em Genebra, Suíça.
Mas, ao contrário do acordo nuclear do Irã, onde o chefe do JCS não fez nada, o atual, general Dunford, expressou publicamente a sua objeção.
Testemunhando perante o Comitê de Serviços Armados do Senado em 22 de setembro, Dunford deixou claro que os militares se recusam a executar o que foi o elemento central da nova política Síria de Obama, ou seja, a partilha de informações com a Rússia, apesar da ordem do presidente de que isso fosse feito.
Chamando-o de uma má idéia, Dunford disse: "O papel militar dos EUA não incluirá o intercâmbio de informação com os russos." Sentado ao lado de Dunford durante o depoimento estava seu chefe civil, o secretário de Defesa Ash Carter, que não levantou qualquer objeção.
A implicação de seu testemunho era óbvia – o acordo do presidente com a Rússia estava minando a segurança nacional dos EUA. Dunford, tendo se libertado do redemoinho de Obama, não estava disposto a aceitar isso.
Durante seus oito anos no cargo, Obama demonstrou uma incrível capacidade de pôr em perigo os interesses de segurança nacional dos EUA sem nunca ter sido desafiado pelos responsáveis ​​em executá-la.
O Congresso abandonou completamente a sua responsabilidade a este respeito, mais notavelmente permitindo que Obama driblasse o Senado para colocar um acordo nuclear com o Irã em vigor. O acordo – sendo juridicamente  um tratado e carecendo de aprovação de dois terços do Senado – foi apresentado como um não-tratado, ou seja, uma ordem executiva, pois Obama sabia que não poderia conseguir essa aprovação.
O acordo com o Irã, depois de tanto o candidato presidencial Obama como o presidente Obama ter prometido mais de duas dezenas de vezes não fazê-lo, abriu o caminho para Teerã obter armas nucleares – legalmente em dez anos; antes, se feito de forma ilegal.
Sem o conhecimento do Congresso foi o fato de o acordo também incluir acordo laterais – um dos quais permitia que Teerã realizasse os seus próprios controles sem sequer o principal negociador secretário de Estado, John Kerry saber os detalhes. Também resultou no levantamento das sanções contra o Irã e a transferência de bilhões de dólares, com algumas transferências em dinheiro que foram escondidas do Congresso.
Os votos do Senado daqueles que conhecendo os detalhes do acordo nuclear com o Irã, ou, apesar da obrigação de conhecê-los, deixaram de aprendê-los, em última instância possibilitaram que Obama subvertesse a Constituição dos Estados Unidos e aprovasse um tratado com menos do que a maioria obrigatória de dois terços.
O acordo, que Obama promoveu como abertura de uma porta para melhorar as relações entre os EUA e o Irã, resultou naquela porta sendo fechada na nossa cara. Uma vez que o Senado aprovou o acordo, o número de confrontos navais com o Irã dobrou, com Teerã agora chegando a ameaçar abater nossos aviões espiões que operam no espaço aéreo internacional.
Mas não foi só o Senado que falhou com o povo americano em assegurar que aos nossos interesses de segurança nacional fosse dada prioridade liquidando o acordo nuclear com o Irã.
Nossos Pais Fundadores impuseram limitações sobre nossos militares dentro da Constituição para garantir que eles sempre se mantivessem subordinados à autoridade civil. Por mais de dois séculos, a Constituição tem trabalhado de forma eficaz para garantir isso.
Assim, no ano passado, quando o JCS revisou os termos de um acordo nuclear do Irã negociado pela autoridade civil, e após o presidente do JCS, General de Exército Martin Dempsey, ganhar pleno conhecimento de seus termos e acordos laterais secretos, cabia a ele, Dempsey, agir de acordo com os interesses de segurança nacional do nosso país, conforme permitido dentro das diretrizes da Constituição.
De nenhuma maneira um líder militar responsável poderia ter endossado este acordo, sabendo que os acordos secretos laterais abriam o caminho para um Irã com armas nucleares. Dempsey tinha a obrigação de advertir Obama sobre isso. E, caso Obama ignorasse seu conselho, Dempsey deveria ser forçado pela ética a pedir sua demissão. Isso teria transmitido a mensagem de que o Senado também deveria rejeitar o acordo. Dempsey deixou de fazê-lo, permitindo que o Senado aprovasse um tratado injusto.
Tornou-se claro que, quando Obama consegue colocar Kerry e outros no governo, bem como no serviço militar, para apoiar as suas iniciativas questionáveis ​​de segurança nacional, ele exerce uma habilidade fascinante para atrair outros à sua rede de pensamento perigoso para a segurança nacional.
Claramente, Obama criou um vórtice em Washington girando em sentido contrário aos interesses de segurança nacional dos EUA. Este redemoinho provou ser capaz de sugar para dentro dele aqueles no governo responsáveis por garantir que ações questionáveis ​​de segurança nacional do presidente não passassem em branco.
Mas a esperança pode agora estar no horizonte devido à posição de princípio de Dunford.
É inconcebível pensar que nosso presidente procurou compartilhar inteligência com a Rússia por duas razões.
Em primeiro lugar, como um aliado do Irã, Moscou, obviamente, compartilharia o que soubesse com Teerã, comprometendo os futuros esforços de cobrança dos EUA.
Em segundo lugar, Dunford, durante suas audiências de confirmação de julho de 2015, havia alertado o Congresso que a Rússia representava "uma ameaça existencial para os Estados Unidos (...) se você olhar para o seu comportamento, é no mínimo alarmante."
Quatorze meses depois, a avaliação da Dunford não tinha mudado, testemunhando "uma combinação de seu comportamento, bem como da sua capacidade militar, me fariam acreditar que eles representam o maior desafio, potencialmente, a ameaça mais significativa, para os nossos interesses nacionais."
Felizmente para nós, mas infelizmente para os sírios, o cessar-fogo falhou depois de 300 violações negando, pelo menos em curto prazo, o esquema de partilha de inteligência de Obama com a Rússia e, assim, nos poupando de qualquer outro comprometimento de nossa segurança nacional.
É desconfortável saber que Obama ainda tem quatro meses restantes de mandato. É reconfortante saber, no entanto, que o general Dunford, tendo sucesso em se libertar do vórtice de Obama, estará lá para desafiar qualquer outra decisão presidencial duvidosa tentando minar nossa segurança nacional.


James G. Zumwalt é tenente-coronel USMC (Reformado).
Publicado no Accuracy in Media.
Divulgação: Papéis Avulsos - http://heitordepaola.com


Tradução: William Uchoa


Vimos em: http://www.midiasemmascara.org/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Lira defende fim da reeleição e instituição de eleições unificadas

Imagem: Internet/Reprodução
O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) afirmou, no Plenário do Senado Federal, que o Brasil precisa acabar com a reeleição e instituir eleições unificadas, para evitar que se tenha processos eleitorais a cada dois anos. Foi durante aparte a discurso do Senador Otto Alencar (PSD-BA).
“Para que as coisas melhorem no Brasil, não precisa fazer nada de excepcional. Basta acabar com aquilo que nós achamos que é errado. Basta evitar de criar coisas novas que nós achamos que não são corretas também. E o Brasil criou a reeleição, quando 90% dos parlamentares achavam que era um erro para o país”, lembrou Raimundo Lira.
Ele criticou o número excessivo de partidos no Brasil, citando legislações de outros países que evitam esse excesso. “Todos os sistemas políticos dos países desenvolvidos tem uma cláusula de barreira, seja ela explícita ou cultural. A Alemanha, por exemplo, tem um sistema multipartidário e uma cláusula de barreira de 5% dos votos nacionais”.
Lira lembrou que, no Brasil, quando o Congresso Nacional analisa uma matéria importante, precisa encontrar um consenso entre 29 líderes partidários, para a matéria tramitar. “O Congresso funciona no consenso dos líderes. Então, se você tem, na Câmara, 29 partidos representados, toda matéria importante que chega, de interesse do país, do governo, ou de quem quer que seja, pra que ela ande tem que ter o consenso de 29 líderes. Isso tira a eficiência do funcionamento do Congresso Nacional”.
Raimundo Lira classificou como prejudicial ao Brasil o fato de o país ter de realizar eleições a cada dois anos. “Como aqui o voto é obrigatório e mobiliza todas as forças do país, o Brasil para e gasta muito pra fazer uma eleição. Então, precisamos unificar as eleições. Hoje, as pessoas já estão familiarizadas com o sistema informatizado, todo mundo sabe votar”, argumentou o paraibano.
Lira finalizou destacando que estes assuntos são da maior importância para o país e que o Senado Federal “tem a obrigação de dar essa resposta positiva para a sociedade brasileira”.


PB Agora com Ascom

TCU determina multa e inabilitação de Mantega e Augustin por pedaladas fiscais

Imagem: Arquivo/Agência Brasil
O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou hoje (5) que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o ex-secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin terão de pagar multa de R$ 54 mil, cada um, por causa dos atrasos no repasses a bancos públicos de valores destinados ao pagamento de benefícios de programas sociais, manobra que ficou conhecida como pedaladas fiscais.

Augustin ficará inabilitado para exercer cargo em comissão e função de confiança no poder público por oito anos e Mantega, por cinco anos.

O TCU também determinou o pagamento de multa de R$ 30 mil pelo ex-presidente do Banco Central Alexandre Tombini, o ex-presidente da Caixa, Jorge Hereda, o ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho. Também deverão pagar multa de R$ 30 mil o ex-chefe do Departamento Econômico do Banco Central Tulio Maciel e o ex-subsecretário de Política Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional Marcus Pereira Aucélio. Todos ainda podem recorrer da decisão no TCU.
Mais nove pessoas que tiveram que prestar esclarecimentos ao TCU sobre a prática de pedaladas fiscais não sofreram nenhuma sanção, porque o ministro José Múcio, relator da matéria, aceitou seus argumentos. Entre elas, estavam os dois ex-ministros da Fazenda interinos Nelson Barbosa e Dyogo Oliveira, que hoje é ministro do Planejamento; os ex-ministros do Trabalho, Manoel Dias, de Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, e das Cidades, Gilberto Occhi, que hoje é presidente da Caixa.
Em abril do ano passado, o TCU convocou 17 integrantes da equipe econômica do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff para se manifestarem sobre a prática de pedaladas fiscais. Para o TCU, o governo violou a Lei de Responsabilidade Fiscal em 2013 e 2014, ao deixar de repassar valores a bancos públicos referentes ao pagamento de benefícios. Os procedimentos faziam com que, na prática, os bancos públicos emprestassem os valores à União, o que é vedado pela legislação.
Para o ministro José Múcio, Mantega e Augustin foram os principais responsáveis pelas operações de crédito. “As transações não constituem simples atrasos financeiros, e seus efeitos não são meramente uma questão contábil. Pelo contrário, as dificuldades enfrentadas pelo governo federal em 2015 para o pagamento das dívidas relacionadas aos empréstimos mostram que elas são de carne e osso e podem causar impacto nas finanças federais e no desempenho econômico do país”. Ele lembrou que as operações foram consideradas graves o suficiente para fundamentar decisão do TCU para a rejeição das contas do governo de 2014.
Múcio argumentou também que o Banco Central foi omisso em não registrar os passivos da União nas estatísticas fiscais. Para ele, o fato de Tombini não ser o responsável direto pelos registros não o isenta de culpa. “Não é plausível conceber que seria difícil ao presidente o controle e acompanhamento da apuração das estatísticas fiscais. Não poderia o dirigente máximo da instituição ficar alheiro às falhas e omissões observada nessas estatísticas.”
O advogado de Guido Mantega e Arno Augustin ressaltou que houve uma mudança no entendimento do TCU sobre a operação e pediu que o tribunal não considere de forma retroativa a interpretação de que o atraso no pagamento seja considerado como operação de crédito. O advogado de Alexandre Tombini argumentou que não foi o Banco Central que pedalou, pelo contrário, o órgão descobriu as pedaladas e comunicou às instâncias administrativas competentes.
Na manhã de hoje, os ministros já tinham decidido, por unanimidade, a recomendação ao Congresso Nacional para a rejeição das contas de Dilma Rousseff.

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil
Edição: Nádia Franco


terça-feira, 4 de outubro de 2016

A cada eleição o nível dos candidatos tem deixado a desejar

Imagem: Internet
Quem não se garante na urna sempre que ganhar no “tapetão”
Nessas eleições do ano de 2016, o que foi muito comum foi ver candidatos que não se garantiram “na urna” e tentaram ir para o “tapetão” para impugnar a candidatura de seu principal concorrente. O desespero foi tanto que teve candidato “apelando” até no dia da eleição. 
A demonstração de que não “confia em seu taco” é tanta que, além de querer impugnar a campanha alheia, passou a campanha na sombra de outro.

Uso da máquina publica para “gerar” votos
Um dos maiores absurdos que eu presenciei, foi o uso dos comissionados na campanha eleitoral. Antes e depois do expediente o comissionado era cabos eleitorais dos políticos que estavam com “a máquina”. Sem falar que os mesmos também eram usados em carreatas e reuniões para apenas fazer número e mostrar para o público que “o povo já decidiu”. Com o emprego ameaçado é claro que todos “decidem ir” para as reuniões e carreatas, o verdadeiro “voto de cabresto” moderno.
E até mesmo aqueles que não estavam com “a máquina” na mão não fizeram diferente, pois segundo uma informação que foi me passada por uma fonte segura, teve candidato a Prefeitura que até mesmo antes de sua candidatura ser deferida já tinha loteado toda a Prefeitura, distribuindo os cargos. O que esperar de alguém com esse tipo de atitude?

Milagre da multiplicação?
Acessando o site do TSE para ver a declaração de bens de alguns candidatos, fiquei abismado com o milagre de alguns candidatos, pois vi candidato mais pobre que eu, porém durante a campanha ele conseguiu fazer verdadeiros milagres. Pergunto: como fazer uma megacampanha com tão pouco? Se até as doações não foram expressivas.

Para se manter no poder querem deixar o povo dependente do Estado.
O que está cada vez mais comum são promessas, para deixar o povo cada vez mais dependente do Estado, e o povo está tão habituado com isso que chega a aplaudir.
Tem uma frase de Arnaldo Jabor que fala: “A miséria não acaba porque dá lucro”. Concordo, pois o que é mais comum durante campanhas eleitorais são candidatos se aproveitando das necessidades do povo e comprando seus votos de várias maneiras, portanto manter o povo pobre é ótimo para quem quer se perpetuar no poder.
Quem está no poder não tem interesse nenhum em melhorar os serviços públicos. A ideia principal é deixá-los cada vez mais sucateados para na época da eleição “dá o velho jeitinho brasileiro” para ajudar um eleitor sabendo da garantia do voto. E quem pretende chegar ao poder também não é muito diferente, pelo menos a história fala isso. Os serviços públicos serão sucateados, para na época da campanha ser usados como “maquina de votos”.
Outra coisa que é revoltante é ver várias pessoas declarando apoio candidatos não por ideologia, mas sim porque foi prometido um “emprego”, onde na verdade a intenção é receber sem trabalhar. Basta aquele candidato ser eleito e não cumprir com essa promessa de “emprego” que o preguiçoso, se intitulando de trabalhador fica com raiva do candidato eleito.

Nível dos Debates
Assisti alguns debates com esperança de ouvir alguma proposta dos candidatos, mas as propostas foram poucas. O que foi mais comum foram ataques pessoais. Típico de quem não tem proposta e como diz o ditado: “cada um só dá o que tem”.

Conclusão
Infelizmente essa é a realidade de nossa política, onde a cada ano vemos que a tendência é piorar.


Joabson João

domingo, 2 de outubro de 2016

Resultado da eleição 2016 referente a Prefeitura da Cidade de Bayeux

Com 100% das urnas, apuradas Bayeux o atual prefeito Dr. Expedito Pereira não conseguiu a reeleição 
Berg Lima foi eleito o mais novo Prefeito da cidade
Segue abaixo o resultado da eleição 2016 de acordo com o site do TSE
Prefeito Número Coligação Votos % Votos Validos
Berg Lima 19 PTN-PTN / PHS / PPS / PTB / PTC / REDE / PT / PSDB 33437 58,92%
Dr. Expedito 40 PSB-PSB / PSD / PSL / DEM / PRB / PMN / PV / PDT / PSC / PC do B / PRP / PMDB / PP       21989 38,75%
Léo Micena 35 PMB-PMB / PT do B 987 1,74%
Astero 28 PRTB 205 0,36%
Tony Cultura 51 PEN 129 0,23%
#6° Marcílio Correia 50 PSOL 0 0,00%
#O candidato Marcílio Correia não teve votos válidos devido à sua situação jurídica ou à de seu partido

Resultado da eleição 2016 referente a Prefeitura da Cidade de Santa Rita - PB.


Com 100% das urnas apuradas o Dr. Emerson Panta é o novo prefeito eleito de Santa Rita. Os dados são do site do TSE.
Apesar da desistência de Quinto, e seu apoio ao candidato Zé Paulo, o mesmo ainda obteve votos.
Segue abaixo o resultado da eleição de acordo com o Site do TSE.
Prefeito Número Coligação      Votos % Votos Válidos
Dr. Emerson Panta 45 PSDB-REDE / PTN / PMN / PRP /PSDB/PSD/PROS 51037 70,16%
Zé Paulo 40 PSB-PRB / PP / PDT/ PT / PMDB / PSL / PPS / DEM / PSDC/ PHS / PMB / PSB / PV / PEN / PC do B / PT do B / SD / PRTB 16989 23,35%
Professor Valdir 50 PSOL 3463 4,76%
Luiz do Biscoito 16 PSTU 1189 1,63%
Quinto Filho de Marcus Odilon 20 PSC 68 0,09%

sábado, 1 de outubro de 2016

PRF apreende 16 mil reais e material de propaganda eleitoral dentro de carro

Imagem Ilustrativa
Policiais rodoviários federais apreenderam, no final da tarde desta sexta-feira (30), na BR-104, R$ 16 mil reais dentro do carro de um comerciante da cidade de Santa Cecília, no agreste paraibano. Dentro do veículo também foram encontrados material de propaganda eleitoral de candidatos de Barra de Santa Rosa, Santa Cecília e Vertente do Lério (PE).
A apreensão aconteceu após uma abordagem ao comerciante que não parou o veículo e foi perseguido pelos policiais. No entanto, ele contou que não tinha ouvido nem vista a viatura da PRF.
O comerciante disse inicialmente que o dinheiro era para pagar contas em Queimadas e comprar gêneros alimentícios. Depois disse que estava na cidade para comprar alimento para o aniversário de uma amiga.
O comerciante foi liberadoi, mas o dinheiro e o material de propaganda serão encaminhado a Justiça Eleitoral.
Já o caso foi encaminhado para a delegacia de Polícia Civil de Queimadas.

MaisPB com Renato Diniz