Radio Evangélica

domingo, 23 de agosto de 2015

Coreia do Norte e Coreia do Sul aceitam prolongar negociações de paz

Coreia do Norte e a Coreia do sul voltaram a sentar-se à mesa este domingo. É a segunda ronda de negociações, este fim de semana, para tentar acabar com o receio de um novo conflito armado entre os dois “irmãos” desavindos.
Depois de uma primeira longa ronda realizada no sábado, que terá durado cerca de 10 horas, o responsável pela diplomacia militar da Coreia da Norte, Hwang Pyong-so, e o conselheiro de Segurança da Coreia do Sul, Kim Kwan-jin, concordaram realizar este domingo uma segunda jornada de negociações para tentar amenizar a crise entre os dois países, agravada nos últimos dias.
Para este retomar das negociações, a agência de notícias sul-coreana Yonhap avança que se terão sentado à mesa também os dois responsáveis diplomáticos para as relações entre as duas Coreias, Hong Yong-po, por Seul, e Kim Yang-gon, por Pyongyang.
A cimeira de paz está a ter lugar na pequena e emblemática vila fronteiriça de Panmunjon, onde há 62 anos foi assinado o cessar-fogo da Guerra das Coreias. A localidade situa-se na zona desmilitarizada, uma faixa de segurança que protege o limite territorial de ambas as Coreias.
Não muito longe da fronteira, em Seul, a capital sulcoreana, uma jovem de 22 anos espera apenas que tudo se resolva a bem. “Eu sei que não será fácil, mas espero que as negociações acabem bem para que os nossos cidadãos possam ficar em segurança sem qualquer problema. As pessoas dizem que pode demorar muito tempo, mas eu espero que este impasse acabe rápido e sem problemas”, afirmou Kim Yu-rim.
Desde o lado norte da fronteira, as informações não abundam sobre o estado de espírito das pessoas face a este impasse. Os relatos que recebemos desde Pyongyang, a capital nortecoreana, aparentam ser mera manobra de propaganda e até a jovem que fala parece uma máquina de uma só ideia. “Com a Grande Guerra pela unificação no horizonte, nós, os jovens, esperamos a erradicação da península dos bandidos americanos e sulcoreanos”, afirmou, de forma mecanizada, Kim Un Kyong.
Recentes trocas de emissões de propaganda sonora de um lado para o outro da fronteira terão estado na base do recente agravar do histórico atrito entre as Coreias. O receio de um ataque do norte contra o sul aumentou depois de o líder Kim Jong-un ter alegadamente ordenado a mobilização de mais de 50 submarinos de guerra.
A Coreia do Sul, entretanto, fez antecipar o regresso de 16 caças F-16, que estavam deslocados no alasca para a realização de exercícios militares.


Por Francisco Marques 
Euronews.com

População saqueia farmácia em chamas após tentativa de explosão a caixa no Colinas do Sul

Bandidos tentaram explodir, na madrugada deste domingo (23), mais um caixa eletrônico. Desta vez, a ação foi praticada a uma farmácia no loteamento Colinas do Sul, na zona sul de João Pessoa.
Com a explosão, o estabelecimento foi tomado pelo fogo. O grupo teria deixado o local sem levar nada, mas parte da mercadoria foi saqueada pela população, segundo informações da polícia civil. A ação aconteceu na farmácia Francy, localizada na rua Joaquim Monteiro da Franca, no bairro de Gramame.
Segundo informações do delegado Francisco de Assis, o grupo que praticou o assalto era formado por quatro a cinco elementos fortemente armados.
Depois do arrombarem a porta principal do estabelecimento, que era de vidro, os bandidos colocaram explosivos para dinamitar o caixa eletrônico. “Logo depois, com a informação de que não havia dinheiro no caixa, eles foram embora e, por incrível que pareça, pessoas da localidade entraram na loja para saquear o que sobrou após a explosão”, relata o delegado.
Assis afirmou, também, que o prejuízo ainda não pode ser avaliado pela perícia, já que além de medicamentos incinerados, alguns foram saqueados pela população que se aproximou do local.


Fonte: Portal do Litoral / JPOnline

sábado, 22 de agosto de 2015

A maioria dos políticos brasileiros buscam apenas interesses individuais

Fico olhando a política brasileira e cada vez tenho mais certeza de que no meio político não existe nada de pensar no povo e sim os interesses pessoais de cada politico/partido. Essa conversa de direita e esquerda só existe na teoria, pois o que mais interessa é o poder e o status e nada mais.
A um tempo atrás eu estava ouvindo um programa de radio e um dos apresentadores do programa comentou sobre o a fala de certo deputado que falou que iria votar contra a tudo que o governador mandasse para a Assembleia Legislativa. Depois nos últimos dias vi esse deputado na tv falando que o partido dele é um partido democrático, se o partido dele é ele passa bem longe de ser democrático.
Outra coisa que é bem constante no meio politico é ver alguns partidos e/ou filiados com mandato mudando de lado onde hora apoia o governo e hora é oposição. Mas se for analisar bem não é por questões ideológicas ou partidárias. Em sua maioria é simplesmente porque quer uma secretaria, ou quer um emprego para um apadrinhado politico que foi cabo eleitoral ou familiar, no geral tem um interesse pessoal e nada mais. Caso o chefe do executivo atenda sua solicitação ele fica na base, caso contrário fica na oposição.
Quando as medidas provisórias (MP) 664 e 665 que mudam algumas leis trabalhistas e leis que mudam as regras da aposentadoria e pensão foram aprovadas a oposição criticou o governo alegando que o governo votou contra os trabalhadores e veio àquela conversa bonita e um discurso fantástico. Passados alguns dias um dos que criticou as MP’s apresentou e foram aprovados as PL 4330 que ficou conhecido como PL da terceirização e o governo com sua base criticaram esse projeto falando que esse projeto é contra os trabalhadores.
É muita incoerência de ambos os lados: governo e oposição. Só buscam interesses próprios e sempre usam a população hora para ser escudo, hora para ser arma.

Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista)


Tags: Governo, interesses, políticos

Delator do petrolão associa lobista do PMDB a Renan, Cunha e Temer

Depoimentos de Júlio Camargo à PGR serviram para embasar denúncia apresentada contra o presidente da Câmara ao Supremo Tribunal Federal

Em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR), o lobista Júlio Camargo - que relatou pagamento de propina ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - afirmou que o lobista Fernando Soares era conhecido por representar o PMDB, o que incluiria, além de Cunha, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o vice-presidente da República Michel Temer.
"Havia comentários de que Fernando Soares era representante do PMDB, principalmente de Renan, Eduardo Cunha e Michel Temer. E que tinha contato com essas pessoas de 'irmandade'", consta em relatório dos investigadores sobre o primeiro depoimento prestado por Júlio Camargo à PGR, em março.
Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, foi responsável por intermediar pagamento de propina combinada com Júlio Camargo para facilitar um contrato de aquisição de navios-sonda pela Petrobras com a coreana Samsung Heavy Industries Co.
Em outro ponto do depoimento, ao mencionar que o PMDB deu apoio ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Camargo volta a citar de forma vaga os três nomes e também o nome do empresário José Carlos Bumlai. O relatório da Procuradoria aponta dentro do depoimento de Camargo que Bumlai seria amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Na área interna o depoente negociava diretamente com Paulo Roberto Costa. Fernando Soares - era corrente - que representava o PMDB.
Depois o PMDB também 'entrou para fortalecer' Paulo Roberto Costa. Ambos então 'ficaram muito fortes'. Fala-se de Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer, José Carlos Bumlai (que seria muito amigo do ex-presidente Lula)", aponta o relatório da PGR sobre o depoimento de Camargo.
Os três depoimentos de Camargo o grupo de trabalho do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, permaneciam em sigilo até hoje, e serviram de fundamento para o oferecimento de denúncia contra o peemedebista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Fonte:  Estadão / Veja


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Governador entrega nova Central de Polícia nesta sexta-feira

O governador Ricardo Coutinho entrega nesta sexta-feira (21), às 10h, a nova Central de Polícia Civil de João Pessoa, como parte das comemorações do aniversário de 430 anos de João Pessoa. A obra teve um investimento de R$ 19 milhões, entre construção e equipamentos, e vai abrigar seis blocos com a estrutura administrativa da 1ª Superintendência de Polícia Civil, delegacias seccionais, especializadas e também uma Central de Flagrantes. O prédio que substitui a antiga Central, situada no bairro do Varadouro, vai proporcionar um melhor atendimento ao público e dará aos policiais civis um ambiente de trabalho adequado à atividade investigativa realizada pela instituição.
A nova Central de Polícia de João Pessoa, situada no bairro do Geisel, tem 9.855 m2 de área construída em um terreno de aproximadamente 44 mil m2. No primeiro bloco ficarão instaladas as sedes administrativas da superintendência e as delegacias seccionais da zona norte e zona sul da Capital. Nos demais blocos estão localizadas delegacias especializadas, Central de Flagrantes, coordenação do plantão e carceragem. Tanto para o público quanto dentro das delegacias há banheiros masculinos, femininos e para portadores de necessidades especiais. O prédio também é adaptado com rampas de acesso.
O complexo de delegacias vai abranger 13 unidades especializadas: Homicídios, Repressão a Entorpecentes (DRE), Crimes contra o Patrimônio (Roubos e Furtos), Infância e Juventude, Repressão a Crimes contra a Infância e Juventude, Crimes contra o Meio Ambiente, Repressão a Crimes Homofóbicos, Atendimento ao Idoso, Defraudações e Falsificações, Ordem Econômica, Ordem Tributária, Roubos e Furtos de Veículos e Cargas.  Uma nova Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) também vai funcionar no local, atendendo os bairros da zona Sul da cidade. Com a nova estrutura, João Pessoa passa a ter duas delegacias voltadas ao atendimento da mulher vítima de violência.
Funcionamento - A partir do dia 1º de setembro a nova Central de Polícia passa a atender ao público com registro de Boletins de Ocorrência (BO) 24h e ainda uma Central de Flagrantes em regime de plantão. Irão atender ainda as delegacias especializadas de Homicídios, Repressão a Entorpecentes (DRE), Crimes contra o Patrimônio (Roubos e Furtos), Defraudações e Falsificações (DDF) e Delegacia da Infância e Juventude (DIJ). As demais delegacias que irão funcionar na nova Central de Polícia serão instaladas no local até o fim do mês de setembro.
Além das referidas delegacias, funcionará o Plantão Centralizado das seguintes especializadas: Delegacia de Homicídios, Delegacia da Infância e Juventude (DIJ) e Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (Deam), bem como a Central de Flagrantes, que no horário das 8h às 18h abarcará todos os procedimentos de flagrantes da cidade, com exceção daqueles de atribuição dessas especializadas. No período de plantão, das 18h às 8h, a Central de Flagrantes vai abranger os procedimentos da circunscrição da 2ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (Zona Sul) e área da 1ª Delegacia Distrital e área da 2ª Delegacia Distrital, que ficam no Centro da Capital.
Outros investimentos - Desde 2011, o Governo do Estado tem investido na Polícia Civil da Paraíba. Em menos de cinco anos, foram entregues estruturas que valorizaram a atuação da Polícia Judiciária e ainda fizeram com que a prestação de serviço à sociedade fosse cada vez mais eficiente.
Entre os investimentos estão a Academia de Polícia Civil (Acadepol), uma das mais modernas do Brasil, situada em Jacarapé, João Pessoa. Ainda são destaque a Central de Polícia de Campina Grande e o Núcleo de Polícia Científica da cidade, entregue no ano passado, assim como os dois núcleos de Atendimento à Mulher de Queimadas e Esperança, e as novas sedes das Delegacias Seccionais de Santa Rita, Guarabira, Alhandra, Mamanguape e Sousa, Patos, Monteiro, entre outras unidades entregues à instituição.
Para treinamento de seu efetivo, a Polícia Civil também conta hoje com dois simuladores de tiro, sendo um fixo e um móvel, adquiridos por meio de convênio com o Ministério da Justiça.

Fonte e foto: Click Pb

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cristãos paquistaneses são libertos da acusação de blasfêmia

A acusação foi baseada no desrespeito pelo Alcorão
Segundo a Associação para o Desenvolvimento Legal de Evangélicos (LEAD), os cristãos Arif Masih e Tariq Masih, acusados de cometer delito, foram absolvidos e declarados inocentes das acusações de blasfêmia, pelo Tribunal do juiz Iftikhar Husain Cheema, de Wazirabad, uma cidade do Paquistão.
A Associação explicou que Tariq Masih trabalhou numa fábrica de cutelaria, e em seu tempo livre vendia fogos de artifício para ganhar dinheiro extra. Seu irmão Arif Masih trabalhava no Paquistão Railway, e eventualmente, ajudava o irmão. Tariq, o principal acusado do caso, foi transferido para a Tailândia, até ser liberto.
Em 25 de outubro de 2013, Muzammil Malik comprou os fogos de artifício de Tariq Masih, para o casamento de Muhammad Zahid. Alguns dos fogos de artifício não funcionaram como deveriam, e essa foi a queixa apresentada por Khurram Shahzad, que abriu os explosivos e percebeu que eles haviam sido feitos com páginas do Alcorão.
Em uma atualização sobre o caso, o LEAD publicou que, em outubro de 2013, os dois irmãos foram falsamente acusados de blasfêmia, no Thatha Faqir Ullah, uma colônia cristã da cidade de Wazirabad. “O nosso colega Nadeem Masih, um advogado cristão, trabalhou diligentemente e concordou com as queixas das vítimas, ouvindo as testemunhas e, com a ajuda da família, obteve declarações em favor dos dois homens. Suas declarações foram consideradas pelo tribunal e eles foram liberados”.


Foto e Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A polarização do PT e PSDB e o trabalho dos mitontos dos mesmos

Recentemente vi um vídeo do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) onde ele fala sobre a polarização dos partidos PT e PSDB no Brasil criticando a mesma. Mas o que ele falou não é novidade.
Mas o que é mais cômico é os militantes e defensores dos tais partidos. Quando se vir um escândalo de corrupção de um dos partidos o militante do mesmo fala: “pior foi o outro que fez isso ou aquilo”. Vou citar apenas dois exemplo que vi a alguns dias dos inúmeros que vejo constantemente.
Durante a campanha presidencial vi o quanto certo militante do PT estudou a vida de Aécio Neves e estava falando do seu passado. Mas achei interessante que ele não estudou o passado de Dilma, ou se estudou preferiu não falar para justificar seu voto. Com a desculpa de sempre: mostrando o erro de quem não simpatizo para falar que meu candidato é melhor.
Outra situação foi com todo esse escândalo da operação Lava Jato onde vi um militante do partido do governo falar que acreditava na Lava Jato. Mas só falou que acreditava quando o nome de gente do PSDB foi citado. Pergunto: Quer dizer que até quando o nome desse partido não foi citado era mentira?
Os militantes também adoram usar a politica do pelo menos. Quando se vir um escândalo ou um roubo do partido que ele é simpatizante ele fala: pelo menos ele não fez isso, pelo menos não fez aquilo como o outro. Ou então falam: não é só meu partido o outro também rouba. Sempre mostrando o roubo de um para justificar o roubo de quem é simpatizante ou acham mostrando que o outro roubou vai isentar da culpa.
Com essa polarização desses dois partidos vi o quanto a ultima campanha presidencial em 2014 além de suja, com trocas de acusações e mentiras de ambos dos lados, como todas as outras, o nível foi baixíssimo sem falar no estelionato eleitoral que foi descarado.
Não é novidade para ninguém que esses partidos não defendem nenhuma ideologia, nem muito menos a vontade do povo, só querem o poder e nada mais, quem estiver no poder independente do partido a corrupção vai ter, isso é fato. E os militantes e simpatizantes de quem estiver no poder sempre vai usar a politica do pelo menos, falando pelo menos não fez isso, pelo menos não fez aquilo. Assim como os que são contra quem estiver no poder vai ver falha em tudo. Isso é o nosso Brasil.
O mais revoltante é ver gente defendendo um partido que está no poder que está desviando seu dinheiro simplesmente por simpatizar com ele por não gostar do outro. E a desculpa que é usada para defender é a mesma: se fosse o outro seria pior. Com a velha politica do pelo menos.
Já ouvi gente falar a seguinte frase: Todos roubam, mas partido tal está ajudando os pobres, isso para mim está bom. Em outra situação ouvi alguém falar: roubando e me ajudando para mim está ótimo.
Uma coisa é fato: os políticos brasileiros são o retrato da sociedade, pois são chamados de corruptos e ladrões, mas são assim porque a própria sociedade também é. 
Infelizmente a corrupção faz parte da cultura brasileira. E o que mais irrita são atitudes de alguns militantes usando a politica do pelo menos para defender tais políticos e seus partidos sendo roubados por ele todos os dias.

Joabson João ( Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista)

Imagem: Internet

Tags: Partidos, Militantes, Política 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

As duas maneiras que o povo brasileiro se comporta em relação aos políticos

O povo brasileiro se comporta de duas maneiras: hora como cidadão e hora como eleitor. E incrível como a mesma pessoa consegue ser tão incoerente.
Vejo o eleitor se comportar como cidadão quando ele reclama dos serviços públicos que são precários, o péssimo atendimento em hospitais, a falta de médicos nos prontos atendimentos, as ruas esburacadas e os diversos problemas causados pelo descaso público. E ainda por cima fala a velha frase que todos conhecem: “politico é tudo ladrão e só lembra do povo em época de campanha”. E complementam: “quando vier aqui na próxima campanha vou botar para correr da minha casa”.
Mas quando começa a campanha eleitoral o cidadão começa a se comportar como eleitor e muda o discurso de uma hora para outra. Quando o político chega a casa desse cidadão ele vem com um belo sorriso e se o político oferecer algo em troca do apoio a esse eleitor que outrora era um cidadão “revoltado” com todos os políticos ele coloca o adesivo dele em sua residência, começa a promover “reuniões” na mesma com o tal político, a maioria dessas reuniões quem as frequenta não vai querer ouvir as propostas ou projetos do mesmo (caso ele tenha, pois a maioria só promete um cabide de emprego) e sim quer saber o que ele tem a oferecer. E todo aquele discurso já muda e fala que aquele político é a solução dos problemas (mas dos seus problemas individuais e não da sociedade em geral). Caso esse politico seja eleito e cumpra com sua promessa com o eleitor que outrora era cidadão “revoltado”, esse politico se torna a melhor pessoa do mundo. Se o político não for eleito vai falar que o povo não quer avanço só atraso vai falar mal do povo. E caso o politico seja eleito e “esqueça” desse eleitor, o eleitor volta a ser cidadão “revoltado” com politico e fala a velha frase: eles só lembram-se dos pobres na época da eleição.
Mas basta apenas a próxima eleição para esse cidadão se tornar eleitor e voltar a fazer a mesma coisa para o politico que o “traiu” ou até mesmo para outro. E continua o ciclo vicioso.
Infelizmente esse é o retrato de nossa sociedade. É o que sempre falo: os políticos são o reflexo da sociedade.

Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista)



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Brasil: Onde O Errado Está Certo E O Certo Não É Admitido.

Está tudo errado nesse país: NÃO TEM JEITO MESMO. Os nossos políticos, com raríssimas exceções, expõem o Brasil a vergonha mundial. Não é fácil ler a repercussão nas mídias internacionais, os comentários sobre a corrupção instalada aqui pelos que tinham o DEVER de administrar honestamente os nossos impostos, revertendo-os em ações que dessem mais dignidade aos brasileiros, transformados em riqueza pessoal e enviados para contas secretas em paraísos fiscais.
Não é fácil ter um direito constitucional e vê-lo transformado em algo impossível de se obter, apenas pela má intenção dos governantes em subtrair para si o que não deveria lhes pertencer,a isso chamo de ROUBO. 
Protesto contra TUDO nesse país, porque está TUDO errado.TUDO precisa ser revisto e reorganizado, e URGENTE. Não temos mais tempo pra esperar que se alastre ainda mais as causas que nos levam a pior das degradações humanas:A ESCRAVIDÃO. Sim, porque é pra isso que estão nos conduzindo, passando pra nós uma imagem de país democrático, apenas aparentemente.
Fomos ameaçados pelo Presidente da CUT (CentralÚnica dos Trabalhadores), Sr. Vagner de Freitas, de dentro do Palácio do Planalto, onde ele assegurava à Srª Dilma Vana Rousseff, Presidente deste país, de ir às ruas com seu “exército armado” para massacrar quem se atrevesse contrariar seus desmandos. 



Ora, sempre imaginei que na defesa do Brasil tivéssemos as FFAA, e com vergonha vejo que os defensores do caos que vemos hoje são centrais sindicais, que  embolsaram R$ 138 milhões referente ao chamado Imposto Sindical, entre janeiro e outubro de 2012.Até dezembro, a soma total poderia chegar a R$ 160 milhões, dinheiro que saiu do bolso do trabalhador e foi repassado pelo governo federal à CUT, Força Sindical, CTB, UGT e NCST, só naquele ano.O Imposto Sindical equivale a um dia de trabalho e é descontado compulsoriamente de todo trabalhador com carteira assinada, mesmo que não seja filiado ao sindicato de sua categoria.
A cobrança foi criada em 1943, pelo DITADOR  de Getúlio Vargas, e hoje na DEMOCRACIA que dizem ter no Brasil, vejo a continuação de uma decisão tomada  há 72 anos por um ditador suicida, ainda válida.
Do total arrecadado, 60% são repassados aos sindicatos, 15% às federações, 5% às confederações e 20% ficam com o Ministério do Trabalho, para financiar programas como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que custeia o seguro-desemprego e o PIS, que vergonhosamente tiveram mudanças do governo federal em suas devoluções a quem realmente pertencem. Porque? O Governo alega falta de dinheiro para pagar, mas foi recolhido dos nossos salários. 
Caminhemos como bois aos matadouros, submissos a vontade dos que enriqueceram ilicitamente as custas do nosso suor. É assim que eles querem, desafiando as autoridades, colocando em dúvida a força das leis que regem este País, mostrando ao mundo quem realmente manda.
SÃO ELES, nós  apenas dizemos amém às vontades dos DEUSES  da política brasileira.


domingo, 16 de agosto de 2015

Em protesto anti-Dilma, Sergio Moro vira herói e Renan é vaiado nas ruas

A terceira grande manifestação anti-PT e anti-Governo deste ano,que aconteceu em 150 cidades, ganhou novos heróis e novos vilões neste domingo. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) entrou no alvo dos manifestantes e foi constantemente citado e vaiado, juntamente com a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT). Nem Rodrigo Janot, procurador–geral da República, outrora ovacionado nas ruas, foi poupado. Janot é visto com desconfiança por parte dos organizadores dos protestos pois, segundo eles, estaria blindando Dilma de uma eventual queda.
Por outro lado, o juiz Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, foi tratado como herói nacional, lembrado em cartazes e camisetas. Sobre Eduardo Cunha, acusado por um delator de ter recebido 5 milhões de dólares em propina, nenhuma palavra. Ou não. “Cunha é o único que pode colocar para votação o pedido de impeachment. E o Janot está tentando achar alguma coisa para incriminá-lo. Isso sim é golpe!”, gritou um dos líderes do carro de som do movimento Nas Ruas, em São Paulo. Os alvos e protegidos refletem o momento atual da crise política, dias depois de o Planalto fechar um acordo com Renan Calheiros para conter o avanço da crise política. Cunha, como Renan investigado na Lava Jato, mas inimigo de Dilma,  se tornou a esperança dos movimentos de ver sua pauta pela saída da presidenta avançar em Brasília.
Uma vez mais foi São Paulo que liderou os protestos, que reuniu 135.000 pessoas na Avenida Paulista, segundo o instituto Datafolha; no dia 15 de março, 210.000 pessoas se manifestaram na mesma avenida, enquanto que em 13 de abril, 100.000 estiveram presentes, segundo dados do Datafolha. Para a Polícia Militar —que em março assegurou que mais de um milhão se manifestaram na Paulista—, 350.000 circularam na capital paulista e 465.000 em todo o Estado. O perfil do manifestante na capital paulista continua sendo, em sua maioria, brancos, de classe média ou média alta —doutores, advogados, engenheiros, dentistas, designers, professores, entre outros.
Mas, ainda que o número seja um pouco menor do que em abril - avaliações informais da Polícia Militar falam em cerca de 800.000 pessoas no Brasil todo -, as imagens de milhares de pessoas com faixas pedindo fora Dilma ou exibindo bonecos do Lula vestido de preso em diversos pontos de país, é uma fonte de desgaste para o Governo. Problemas do cotidiano têm motivado as pessoas a vestir-se de amarelo para expressar seu incômodo. O portal G1 registrou em Manaus, por exemplo, a presença de Valdizia Almeida, uma senhora franzina, de rosto simples, segurando um cartaz que dizia: “O custo de vida está muito alto. O quilo da cebola está dez reais. Dilma tem que sair”. Como ela, muitos que estiveram na rua não estavam para cobrar a saída da presidenta. “Não sou a favor do impeachment porque ainda não preenche nenhum requisito legal. Estou aqui para protestar contra a corrupção”, disse Silvana Maeda, de 33 anos, que levou a sobrinha Bruna para a avenida Paulista.
Entre os manifestantes de Brasília, havia os que pediam a privatização de órgãos estatais. "A Petrobras foi roubada e a tendência agora é só dar prejuízo. Se pudesse, privatizaria até o Governo", afirma o aposentado Josué Gomes. Cerca de 25.000 pessoas se reuniram na capital federal para o protesto.
Mesmo que a pauta não seja a mesma para todos, o que une os brasileiros que saíram às ruas é um sentimento de insatisfação de que não recebem o que pagam em impostos, avalia a cientista política, Fátima Pacheco Jordão. “A esta altura não há necessidade de pesquisa ou passeata para verificar que população está desconfortável”, afirma.
Além de Dilma, os políticos que estão no poder também caíram na boca do povo. No Rio de Janeiro, o vice-presidente, Michel Temer, assim como Renan Calheiros, foram alvo de indignação dos participantes, que desafiaram o calor para ir às ruas neste domingo. Os cariocas, ao contrário dos paulistanos, não pouparam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que foi eleito deputado pelo Rio de Janeiro, e está sob investigação por um esquema de propinas da Petrobras.
Apesar de ter se apresentado como o articulador político do impeachment da presidenta, Cunha está pagando o desgaste. "Nossa pauta mais emergencial é conseguir a saída de Dilma, mas nós não temos nenhuma parceria com Cunha. Se se demonstrar que ele está envolvido, ele será o próximo", afirmou Bernardo Santoro, coordenador estadual do Movimento Brasil Livre, cujo pedido de impeachment está nas mãos de Cunha.
Em São Paulo, o líder do movimento Vem pra Rua, Rogério Chequer, afirmou que há um temor de que um provável esquema esteja sendo montado em Brasília, encabeçado pelo senador Renan Calheiros para proteger a investigação sobre ele e de alguns outros. “O Eduardo Cunha está na lista de Janot e exigimos que todos os nomes na lista sejam investigados sem qualquer tipo de discriminação”, completou, ao ser questionado sobre a ausência de críticas ao presidente da Câmara. Representantes do MBL afirmaram esperar de Cunha apenas que cumpra seu papel constitucional de "encaminhar o impeachment".
Políticos do PSDB, - que divulgou vídeos de apoio aos protesto -, arriscaram a caminhar pelas ruas desta vez. Em Belo Horizonte, o senador Aécio Neves, derrotado por Dilma nas eleições do ano passado, discursou para os presentes no ato que reuniu cerca de 6.000 pessoas, segundo a PM. “Quem vai tirar o Brasil da crise é o povo brasileiro, se manifestando como está fazendo hoje”, arriscou ele ao microfone, sendo aplaudido pelos presentes. Em São Paulo, o senador tucano José Serra caminhou pela Paulista e tirou fotos com os manifestantes.
Esquerda, volver
O discurso pró-impeachment dos paulistanos estava mais afinado do que nunca, diante da esperança dos movimentos de que o processo vá adiante depois da análise das contas do Governo do ano passado pelo Tribunal de Contas da União neste mês. Do alto do carro de som, as palavras de ordem contra Dilma e o PT se intercalavam com o hino nacional, tocado exaustivamente, e marchinhas compostas para a ocasião. “Chora petista, bolivariano, a roubalheira do PT tá acabando... olê olê olê, vamos pra rua pra derrubar o PT”, era uma delas, cantada animadamente por organizadores e manifestantes. “Quem não pula é comunista”, era outra. “Vim pedir o impeachment”, cantavam em cima de um palco um dos líderes do MBL, ao ritmo de We will rock you, do Queen. Três grandes carros de som comandavam os protestos: um do MBL, outro do Vem pra Rua e um terceiro do movimento Nas Ruas.
Os organizadores também animaram os manifestantes puxando alguns gritos estranhos, como o repúdio contra o comunismo. “O comunismo matou 100 milhões de pessoas. Mais que o nazismo”, gritava em um microfone um militante. “Quem é a favor de criminalizar o comunismo?”, perguntava, sob fortes aplausos. "Fora comunismo!", urrava no microfone.
No entanto, o radicalismo maior ficou por conta dos líderes dos quatro carros menores, onde o microfone abria espaço para os mais diferentes discursos. “A mídia está comprada pelo PT. Ela só faz o que eles pedem”, dizia um. “Estão tentando vender o aquífero Guarani para a Bolívia”, gritava outra. “Essa filha da puta matou essa criança, que poderia ser seu filho, porque ela foi guerrilheira”, dizia outro, segurando um cartaz com uma foto. O pedido de intervenção militar ecoava desses carros menores e não ganhou muita reverberação nas ruas.
De uma janela, uma moradora de um prédio na Paulista sacudiu uma camiseta vermelha. Foi vaiada. “Esquerda caviar! Você mora na Paulista”, gritou do carro de som Carla Zambelli, do movimento Nas Ruas. As selfies pela avenida, assim como as fotos de manifestantes abraçados com a Polícia Militar. “Eu amo você”, disse Odete Oliveira dos Santos, a um policial do Batalhão do Choque. “Acho a melhor polícia que existe”, disse ela.
Na zona sul da cidade, a mais de 5 quilômetros de distância, cerca de 1.500 pessoas tentaram marcar um contraponto, manifestando-se a favor do PT em frente ao Instituto Lula, que foi atingido por uma bomba há duas semanas. Neste domingo, no entanto, a rua não era deles.

Fonte: El Páis