Radio Evangélica

terça-feira, 18 de agosto de 2015

As duas maneiras que o povo brasileiro se comporta em relação aos políticos

O povo brasileiro se comporta de duas maneiras: hora como cidadão e hora como eleitor. E incrível como a mesma pessoa consegue ser tão incoerente.
Vejo o eleitor se comportar como cidadão quando ele reclama dos serviços públicos que são precários, o péssimo atendimento em hospitais, a falta de médicos nos prontos atendimentos, as ruas esburacadas e os diversos problemas causados pelo descaso público. E ainda por cima fala a velha frase que todos conhecem: “politico é tudo ladrão e só lembra do povo em época de campanha”. E complementam: “quando vier aqui na próxima campanha vou botar para correr da minha casa”.
Mas quando começa a campanha eleitoral o cidadão começa a se comportar como eleitor e muda o discurso de uma hora para outra. Quando o político chega a casa desse cidadão ele vem com um belo sorriso e se o político oferecer algo em troca do apoio a esse eleitor que outrora era um cidadão “revoltado” com todos os políticos ele coloca o adesivo dele em sua residência, começa a promover “reuniões” na mesma com o tal político, a maioria dessas reuniões quem as frequenta não vai querer ouvir as propostas ou projetos do mesmo (caso ele tenha, pois a maioria só promete um cabide de emprego) e sim quer saber o que ele tem a oferecer. E todo aquele discurso já muda e fala que aquele político é a solução dos problemas (mas dos seus problemas individuais e não da sociedade em geral). Caso esse politico seja eleito e cumpra com sua promessa com o eleitor que outrora era cidadão “revoltado”, esse politico se torna a melhor pessoa do mundo. Se o político não for eleito vai falar que o povo não quer avanço só atraso vai falar mal do povo. E caso o politico seja eleito e “esqueça” desse eleitor, o eleitor volta a ser cidadão “revoltado” com politico e fala a velha frase: eles só lembram-se dos pobres na época da eleição.
Mas basta apenas a próxima eleição para esse cidadão se tornar eleitor e voltar a fazer a mesma coisa para o politico que o “traiu” ou até mesmo para outro. E continua o ciclo vicioso.
Infelizmente esse é o retrato de nossa sociedade. É o que sempre falo: os políticos são o reflexo da sociedade.

Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista)



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Brasil: Onde O Errado Está Certo E O Certo Não É Admitido.

Está tudo errado nesse país: NÃO TEM JEITO MESMO. Os nossos políticos, com raríssimas exceções, expõem o Brasil a vergonha mundial. Não é fácil ler a repercussão nas mídias internacionais, os comentários sobre a corrupção instalada aqui pelos que tinham o DEVER de administrar honestamente os nossos impostos, revertendo-os em ações que dessem mais dignidade aos brasileiros, transformados em riqueza pessoal e enviados para contas secretas em paraísos fiscais.
Não é fácil ter um direito constitucional e vê-lo transformado em algo impossível de se obter, apenas pela má intenção dos governantes em subtrair para si o que não deveria lhes pertencer,a isso chamo de ROUBO. 
Protesto contra TUDO nesse país, porque está TUDO errado.TUDO precisa ser revisto e reorganizado, e URGENTE. Não temos mais tempo pra esperar que se alastre ainda mais as causas que nos levam a pior das degradações humanas:A ESCRAVIDÃO. Sim, porque é pra isso que estão nos conduzindo, passando pra nós uma imagem de país democrático, apenas aparentemente.
Fomos ameaçados pelo Presidente da CUT (CentralÚnica dos Trabalhadores), Sr. Vagner de Freitas, de dentro do Palácio do Planalto, onde ele assegurava à Srª Dilma Vana Rousseff, Presidente deste país, de ir às ruas com seu “exército armado” para massacrar quem se atrevesse contrariar seus desmandos. 



Ora, sempre imaginei que na defesa do Brasil tivéssemos as FFAA, e com vergonha vejo que os defensores do caos que vemos hoje são centrais sindicais, que  embolsaram R$ 138 milhões referente ao chamado Imposto Sindical, entre janeiro e outubro de 2012.Até dezembro, a soma total poderia chegar a R$ 160 milhões, dinheiro que saiu do bolso do trabalhador e foi repassado pelo governo federal à CUT, Força Sindical, CTB, UGT e NCST, só naquele ano.O Imposto Sindical equivale a um dia de trabalho e é descontado compulsoriamente de todo trabalhador com carteira assinada, mesmo que não seja filiado ao sindicato de sua categoria.
A cobrança foi criada em 1943, pelo DITADOR  de Getúlio Vargas, e hoje na DEMOCRACIA que dizem ter no Brasil, vejo a continuação de uma decisão tomada  há 72 anos por um ditador suicida, ainda válida.
Do total arrecadado, 60% são repassados aos sindicatos, 15% às federações, 5% às confederações e 20% ficam com o Ministério do Trabalho, para financiar programas como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que custeia o seguro-desemprego e o PIS, que vergonhosamente tiveram mudanças do governo federal em suas devoluções a quem realmente pertencem. Porque? O Governo alega falta de dinheiro para pagar, mas foi recolhido dos nossos salários. 
Caminhemos como bois aos matadouros, submissos a vontade dos que enriqueceram ilicitamente as custas do nosso suor. É assim que eles querem, desafiando as autoridades, colocando em dúvida a força das leis que regem este País, mostrando ao mundo quem realmente manda.
SÃO ELES, nós  apenas dizemos amém às vontades dos DEUSES  da política brasileira.


domingo, 16 de agosto de 2015

Em protesto anti-Dilma, Sergio Moro vira herói e Renan é vaiado nas ruas

A terceira grande manifestação anti-PT e anti-Governo deste ano,que aconteceu em 150 cidades, ganhou novos heróis e novos vilões neste domingo. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) entrou no alvo dos manifestantes e foi constantemente citado e vaiado, juntamente com a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT). Nem Rodrigo Janot, procurador–geral da República, outrora ovacionado nas ruas, foi poupado. Janot é visto com desconfiança por parte dos organizadores dos protestos pois, segundo eles, estaria blindando Dilma de uma eventual queda.
Por outro lado, o juiz Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, foi tratado como herói nacional, lembrado em cartazes e camisetas. Sobre Eduardo Cunha, acusado por um delator de ter recebido 5 milhões de dólares em propina, nenhuma palavra. Ou não. “Cunha é o único que pode colocar para votação o pedido de impeachment. E o Janot está tentando achar alguma coisa para incriminá-lo. Isso sim é golpe!”, gritou um dos líderes do carro de som do movimento Nas Ruas, em São Paulo. Os alvos e protegidos refletem o momento atual da crise política, dias depois de o Planalto fechar um acordo com Renan Calheiros para conter o avanço da crise política. Cunha, como Renan investigado na Lava Jato, mas inimigo de Dilma,  se tornou a esperança dos movimentos de ver sua pauta pela saída da presidenta avançar em Brasília.
Uma vez mais foi São Paulo que liderou os protestos, que reuniu 135.000 pessoas na Avenida Paulista, segundo o instituto Datafolha; no dia 15 de março, 210.000 pessoas se manifestaram na mesma avenida, enquanto que em 13 de abril, 100.000 estiveram presentes, segundo dados do Datafolha. Para a Polícia Militar —que em março assegurou que mais de um milhão se manifestaram na Paulista—, 350.000 circularam na capital paulista e 465.000 em todo o Estado. O perfil do manifestante na capital paulista continua sendo, em sua maioria, brancos, de classe média ou média alta —doutores, advogados, engenheiros, dentistas, designers, professores, entre outros.
Mas, ainda que o número seja um pouco menor do que em abril - avaliações informais da Polícia Militar falam em cerca de 800.000 pessoas no Brasil todo -, as imagens de milhares de pessoas com faixas pedindo fora Dilma ou exibindo bonecos do Lula vestido de preso em diversos pontos de país, é uma fonte de desgaste para o Governo. Problemas do cotidiano têm motivado as pessoas a vestir-se de amarelo para expressar seu incômodo. O portal G1 registrou em Manaus, por exemplo, a presença de Valdizia Almeida, uma senhora franzina, de rosto simples, segurando um cartaz que dizia: “O custo de vida está muito alto. O quilo da cebola está dez reais. Dilma tem que sair”. Como ela, muitos que estiveram na rua não estavam para cobrar a saída da presidenta. “Não sou a favor do impeachment porque ainda não preenche nenhum requisito legal. Estou aqui para protestar contra a corrupção”, disse Silvana Maeda, de 33 anos, que levou a sobrinha Bruna para a avenida Paulista.
Entre os manifestantes de Brasília, havia os que pediam a privatização de órgãos estatais. "A Petrobras foi roubada e a tendência agora é só dar prejuízo. Se pudesse, privatizaria até o Governo", afirma o aposentado Josué Gomes. Cerca de 25.000 pessoas se reuniram na capital federal para o protesto.
Mesmo que a pauta não seja a mesma para todos, o que une os brasileiros que saíram às ruas é um sentimento de insatisfação de que não recebem o que pagam em impostos, avalia a cientista política, Fátima Pacheco Jordão. “A esta altura não há necessidade de pesquisa ou passeata para verificar que população está desconfortável”, afirma.
Além de Dilma, os políticos que estão no poder também caíram na boca do povo. No Rio de Janeiro, o vice-presidente, Michel Temer, assim como Renan Calheiros, foram alvo de indignação dos participantes, que desafiaram o calor para ir às ruas neste domingo. Os cariocas, ao contrário dos paulistanos, não pouparam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que foi eleito deputado pelo Rio de Janeiro, e está sob investigação por um esquema de propinas da Petrobras.
Apesar de ter se apresentado como o articulador político do impeachment da presidenta, Cunha está pagando o desgaste. "Nossa pauta mais emergencial é conseguir a saída de Dilma, mas nós não temos nenhuma parceria com Cunha. Se se demonstrar que ele está envolvido, ele será o próximo", afirmou Bernardo Santoro, coordenador estadual do Movimento Brasil Livre, cujo pedido de impeachment está nas mãos de Cunha.
Em São Paulo, o líder do movimento Vem pra Rua, Rogério Chequer, afirmou que há um temor de que um provável esquema esteja sendo montado em Brasília, encabeçado pelo senador Renan Calheiros para proteger a investigação sobre ele e de alguns outros. “O Eduardo Cunha está na lista de Janot e exigimos que todos os nomes na lista sejam investigados sem qualquer tipo de discriminação”, completou, ao ser questionado sobre a ausência de críticas ao presidente da Câmara. Representantes do MBL afirmaram esperar de Cunha apenas que cumpra seu papel constitucional de "encaminhar o impeachment".
Políticos do PSDB, - que divulgou vídeos de apoio aos protesto -, arriscaram a caminhar pelas ruas desta vez. Em Belo Horizonte, o senador Aécio Neves, derrotado por Dilma nas eleições do ano passado, discursou para os presentes no ato que reuniu cerca de 6.000 pessoas, segundo a PM. “Quem vai tirar o Brasil da crise é o povo brasileiro, se manifestando como está fazendo hoje”, arriscou ele ao microfone, sendo aplaudido pelos presentes. Em São Paulo, o senador tucano José Serra caminhou pela Paulista e tirou fotos com os manifestantes.
Esquerda, volver
O discurso pró-impeachment dos paulistanos estava mais afinado do que nunca, diante da esperança dos movimentos de que o processo vá adiante depois da análise das contas do Governo do ano passado pelo Tribunal de Contas da União neste mês. Do alto do carro de som, as palavras de ordem contra Dilma e o PT se intercalavam com o hino nacional, tocado exaustivamente, e marchinhas compostas para a ocasião. “Chora petista, bolivariano, a roubalheira do PT tá acabando... olê olê olê, vamos pra rua pra derrubar o PT”, era uma delas, cantada animadamente por organizadores e manifestantes. “Quem não pula é comunista”, era outra. “Vim pedir o impeachment”, cantavam em cima de um palco um dos líderes do MBL, ao ritmo de We will rock you, do Queen. Três grandes carros de som comandavam os protestos: um do MBL, outro do Vem pra Rua e um terceiro do movimento Nas Ruas.
Os organizadores também animaram os manifestantes puxando alguns gritos estranhos, como o repúdio contra o comunismo. “O comunismo matou 100 milhões de pessoas. Mais que o nazismo”, gritava em um microfone um militante. “Quem é a favor de criminalizar o comunismo?”, perguntava, sob fortes aplausos. "Fora comunismo!", urrava no microfone.
No entanto, o radicalismo maior ficou por conta dos líderes dos quatro carros menores, onde o microfone abria espaço para os mais diferentes discursos. “A mídia está comprada pelo PT. Ela só faz o que eles pedem”, dizia um. “Estão tentando vender o aquífero Guarani para a Bolívia”, gritava outra. “Essa filha da puta matou essa criança, que poderia ser seu filho, porque ela foi guerrilheira”, dizia outro, segurando um cartaz com uma foto. O pedido de intervenção militar ecoava desses carros menores e não ganhou muita reverberação nas ruas.
De uma janela, uma moradora de um prédio na Paulista sacudiu uma camiseta vermelha. Foi vaiada. “Esquerda caviar! Você mora na Paulista”, gritou do carro de som Carla Zambelli, do movimento Nas Ruas. As selfies pela avenida, assim como as fotos de manifestantes abraçados com a Polícia Militar. “Eu amo você”, disse Odete Oliveira dos Santos, a um policial do Batalhão do Choque. “Acho a melhor polícia que existe”, disse ela.
Na zona sul da cidade, a mais de 5 quilômetros de distância, cerca de 1.500 pessoas tentaram marcar um contraponto, manifestando-se a favor do PT em frente ao Instituto Lula, que foi atingido por uma bomba há duas semanas. Neste domingo, no entanto, a rua não era deles.

Fonte: El Páis

sábado, 15 de agosto de 2015

Detento faz projeto de economia de água e conta de MS reduz R$ 267 mil


Eletricista de 47 anos está em um presídio em Campo Grande.
Segundo Secretaria, equipamento é usado durante banho.

Um detento de 47 anos criou um mecanismo para ajudar na economia de água de um presídio em Campo Grande. Segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Administração e Desburocratização de Mato Grosso do Sul (SAD/MS), com a invenção, o estado economiza R$ 267 mil em três meses.
O equipamento é usado durante os banhos dos presidiários. O sistema criado pelo detento funciona através de um tampão com um pequeno furo, que, quando ajustado à instalação hidráulica, diminui a pressão e o fluxo da água. A adaptação foi instalada em 22 dos 44 chuveiros da unidade e também em torneiras. A meta é implantar em todos os chuveiros.

Preso por tráfico de drogas desde setembro de 2013, o eletricista de formação explica que a unidade precisava de um sistema que diminuísse a pressão da água, mas não tinha como comprar. Por isso, estudou alternativas e fez a adaptação.
O detento também trabalha na manutenção do presídio, desde junho de 2014.
De acordo com a Agência Estadual e Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), a invenção do preso não é uma ação isolada para economia de água.
O órgão explicou que campanhas de conscientização, feitas pela Águas Guariroba em parceria com a Agepen, são desenvolvidas em presídios do estado, explicando a importância de economizar água.
Nas cinco unidades envolvidas, a redução foi de 15,8% entre os meses de maio e julho. A economia aconteceu mesmo diante do aumento do número de presos de 4.920 para 5.017 no Complexo Penitenciário do Jardim Noroeste.
O presído de trânsito, onde o detento está, foi a unidade do estado que teve maior economia, graças ao mecanismo criado, já que a caixa d'água do presídio é muito grande e, por isso, a água tinha forte vazão.
A redução foi de 30,9% no consumo de água, o que representou economia de R$ 30 mil por em julho. A unidade que teve a segunda maior economia foi o presídio da Gameleira, com 10% de redução, número que era a meta inicial das campanhas.
Ainda conforme a Agepen, a iniciativa de conscientização também inclui monitoramento constante do sistema de água para evitar vazamentos, além de concursos e premiações aos detentos que mais economizam.
A criação chamou a atenção do diretor-presidente da Águas Guariroba, José João Jesus da Fonseca, que encaminhará um de seus técnicos para realizar um estudo sobre o novo mecanismo. A ideia é que a invenção seja implantada em outros órgãos.

Fonte: G1


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

CUT AMEAÇA IR ÀS RUAS "COM ARMAS NA MÃO" SE DILMA CAIR


PRESIDENTE DA CUT INCLUIU LULA ENTRE OS 'PROTEGIDOS' DA PELEGADA

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, defendeu nesta quinta-feira, 13, a presidente Dilma Rousseff (PT) e pediu aos movimentos sociais a ida à "rua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente". Durante o evento "Diálogo com Movimentos Sociais", Freitas afirmou ainda que se houver "qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora, ou ao presidente Lula nós seremos um exército".
Freitas, como os outros que o antecederam, fez duras críticas ao ajuste fiscal e ao mercado financeiro. "O mercado nunca deu e nunca dará sustentação ao seu governo. O povo dá sustentação ao seu governo", disse. "Queremos também que governe com a pauta que ganhamos na eleição passada e não com recessão", concluiu. (AE)


Fonte: Diário do Poder

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Cartões do bolsa família são trocados por pedras de crack em Fortaleza

Na versão do suspeito, ele conta que recebia os cartões do benefício e em troca dava quantias em dinheiro, no bairro Pirambu

Um homem de 60 anos, que responde pelo nome de Antônio Alves de Araújo, conhecido como Caçarola, foi preso em flagrante no Bairro Pirambu, periferia de Fortaleza, suspeito de tráfico de drogas. Mas o fato curioso é que o suspeito recebia cartões de bolsa família em troca de drogas.
Segundo o delegado Barbosa, titular da Delegacia do Pirambu, Caçarola é conhecido e temido na região, e recebia o cartão do Bolsa Família, programa social do governo federal, em troca de pedras de craque. O homem já foi detido há 11 anos por porte de drogas ilícitas, e hoje é uma das principais pessoas que coordenam o tráfico de drogas no bairro.
Há alguns meses, denúncias contra o suspeito estavam sendo registradas no 7º Distrito Policial, contudo, na tarde desta terça-feira (11) uma denúncia fez com a polícia agisse na Rua Santa Inês, ao lado do número 1659, no Pirambu.
No local, os agentes encontraram uma casa em construção que estava em obras há meses, que pertence a uma filha deCaçarola. Além do principal suspeito, também estava na residência, Luis Carlos do Santos Silva Junior, de 23 anos de idade, conhecido como Juninho, que no momento da apreensão, estava portando pedras de crack em suas parte íntimas, juntamente com uma quantia em dinheiro.
Juninho é suspeito de comercializar as drogas, enquanto fingia ser operário da obra. Ele diariamente trajava a farda de uma empresa de construção civil, que prestou serviços tempos atrás. O detalhe que chamou atenção da população, foi que a construção da casa não avança. “Essa obra de alvenaria que o Juninho estava fazendo, parece o metrofor, não acaba nunca” completa o Delegado.
Caçarola é suspeito de articular uma quadrilha formada por pessoas de sua confiança. Outra parte do material apreendido estava na casa de sua outra filha.
“Acredito que com a prisão do Caçarola, venha diminuir muito os homicídios o tráfico de drogas na região” conta o Delegado Barbosa.

Outra versão
Em entrevista a repórter do Barra Pesada, o principal suspeito de comandar o tráfico de drogas afirma que comercializa tudo, menos drogas. Caçarola diz que apenas articula a função de empréstimo de dinheiro em troca do cartão do Bolsa Família. Exercendo uma função de agiota, também ilegal.
Já Juninho, afirma não conhecer nem prestar serviços à Caçarola, e que as drogas encontradas com ele são de uso pessoal.


Fonte: Tribuna do Ceará

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Homem É Suspeito De Estuprar A Própria Mãe De 73 Anos

Um homem de 38 anos é suspeito de estuprar a própria mãe, de 73, em Coxim, interior de Mato Grosso do Sul. De acordo com a delegada que investiga o caso, o filho trabalha em uma fazenda e mora no local.
No dia do crime, ele teria ido para a cidade visitar a mãe, que mora sozinha. Durante a noite, o homem saiu para ver a namorada e voltou de madrugada.
Neste momento, ele atacou a senhora que tinha se levantado para ir ao banheiro. O filho a jogou no chão e imobilizou a idosa pelo pescoço, a obrigando a ter relações sexuais com ele.
A vítima conseguiu pedir ajuda a outro filho que mora próximo a sua casa. O suspeito tentou fugir, mas foi encontrado pela polícia em Sidrolândia. O exame de corpo de delito comprovou que a idosa foi vítima de estupro.

 Fonte: R7.com / Click Monteiro


domingo, 9 de agosto de 2015

DEUS, A FONTE DAS ÁGUAS VIVAS

O profeta Jeremias denunciou, em nome de Deus, o duplo pecado de Israel: abandonar a Deus, a fonte das águas vivas e cavar para si cisternas rotas que não retêm as águas. Aqueles que abandonam a Deus acabam buscando um falso refúgio. Aqueles que buscam uma graça barata que justifica o pecado em vez de justificar o pecador, descobrem que não há vida abundante a não ser no próprio Senhor. Só ele é a fonte das águas vidas!

Hernandes Dias Lopes

sábado, 8 de agosto de 2015

Silas Malafaia é chamado de “falso profeta” por ativistas gays

"Não podemos viver à mercê do ativismo gay", diz pastor

O pastor Silas Malafaia passou esta semana pelo Espírito Santo. E não foi sem polêmicas. Um grupo de cerca de 50 pessoas protestaram em frente à igreja onde ela foi pregar. Segurando faixas e cartazes, criticaram o pastor, chamando-o de “falso profeta” e “homofóbico”, de acordo com o G1.
Ele deu duas entrevistas à imprensa local onde, analisou as questões religiosas e também políticas que estamos vivendo no país.
Afirma não ter medo de se posicionar e do que pensam dele. Admitiu que as críticas surgem por que ele gosta de fazer enfrentamento no campo das ideias. “Quando você se posiciona sobre algo, as pessoas te consideram polêmico, mas se você aceita o status que eles definem como politicamente correto, está tudo certo”, explica .
Para ele é absurda a tentativa de se impor uma “agenda gay” sobre o país, e reitera que “Homossexualismo é comportamento”. Ou seja, ninguém pode alegar que nasceu assim. Acredita também que a Igreja precisa se posicionar. “Não podemos viver à mercê do ativismo gay”, asseverou.
Perguntado se a confrontação com os gays não afastaria essas pessoas da igreja, condenou o espírito “politicamente correto, dominante na sociedade”. “Isso é tudo falácia, é conversa. Então não vamos falar sobre adultério, porque o adúltero vai correr da igreja; não vamos falar contra a bebida, porque quem é dependente vai correr da igreja. Isso é tudo falácia para tentar nos calar”, disparou.
Olhando para as igrejas do Brasil, admite que existe uma disputa entre algumas evangélicas. Ao mesmo tempo, acha que a igreja católica “está preocupada em fazer estratégias para não perder fiéis… A migração de católicos para a igreja evangélica é monumental”
Questionado sobre a situação do Brasil, não se mostra otimista. “Estamos numa crise econômica por incompetência do PT e Lula é o mandatário. Ninguém vai me dar atestado de otário de que ele não sabia de nada… E se Dilma não estiver envolvida no Petrolão, uma coisa ela é: incompetente”.
Afirmou ainda ser a favor da redução da maioridade penal. Sua justificativa é contundente:  “Uma criança de 12 anos pode decidir se quer mudar de sexo e operar, mas um cara de 16 anos não pode responder pelos seus atos?”.
Ao falar sobre a polêmica com o jornalista Ricardo Boechat, avisou: “Não tem conversa, não. Vai ser processado sem pena e sem dó. Eu posso usar de misericórdia ou de justiça, está no meu poder decidir. Às vezes eu uso de misericórdia, deixo para lá, mas tem vezes que precisamos usar de justiça para o cara entender que a gente é cidadão”. Com informações de Gazeta e Comunhão


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Delegado é cercado por grupo, assaltado na Festa das Neves e lamenta descaso da PM



Impressionante o relato do delegado de Polícia, Ariosvaldo Macena, que foi assaltado quando prestigiava a Festa das Neves, acompanhado de sua família, esta noite (quarta, dia 5) em João Pessoa. O mais impressionante é ter procurado a Polícia e não ter recebido a ajuda necessária para recuperar seus pertencer e capturar os bandidos.
Inconformado com a situação, ele chegou a postar: “Está provado que a população está à mercê da sorte.”  Eis o que diz o delegado no Whatsapp: “Agora a noite fui com minha família a festa das Neves onde foi furtado por vários elementos, procurei apoio junto a PM, viatura 1572 que estava em frente à Catedral, os policiais disseram que não podia fazer nada.”
E arremata: “Lamentável, mesmo sabendo eles ser eu um delegado de Polícia, a ordem era ficar ali de plantão, deveria eu procurar o capitão para que ele autorizasse, disse para os policiais que lamentava furtaram minha carteira com todos os documentos certa quantia em dinheiro, não culpo os policiais da viatura e sim seus superiores, está provado que a população está à mercê da sorte.”
Ainda segundo o delegado, os policiais que estavam no local eram como uma ornamentação da festa. Estavam apenas para constar, pois não podiam, por ordem superior, deixar seus postos, para socorrer algum cidadão vítima da bandidagem, como foi o caso do delegado.

Fonte: Portal do Litoral