Radio Evangélica

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Animal também tem sentimentos


                Não faço parte de nenhum órgão de proteção aos animais, mas gostaria de saber o que passa na cabeça de algumas pessoas que criam animais.
Sempre vejo pessoas que criam animais e tem certo amor pelo mesmo. Cuidam do dele e muitos tratam como um membro da família leva no veterinário constantemente.
Mas em compensação gostaria de saber o que passa na cabeça de algumas pessoas que tratam os animais como objetos. Brincam com ele o quanto podem, mas quando os mesmos adoecem simplesmente jogam fora, em um terreno baldio, em um mercado público, etc. E com isso procuram outro animal para criar e no futuro fazem a mesma coisa.
Será que se um parente dessa pessoa adoecer ela vai ter a coragem de fazer isso com o parente? E se essa pessoa ficasse doente será que acharia bom ser jogada fora pelos seus entes queridos?


Joabson João 

domingo, 20 de outubro de 2013

Punição por ler a bíblia na Arábia Saudita -

Trituração de dedos, amputação de pés ou mãos, chicoteadas e até a morte por pessoas que leem a bíblia na Arábia Saudita



As punições a quem for pego com a bíblia sagrada na mão são. aputação de dedos, pês, chicoteadas e a trituração da mão conforme imagem acima. São cerca de 2500 pessoas punidas por não seguirem essa lei.
Na Arábia Saudita a maior parte da população seguem a religião islamica e todos que não seguem essa religião corre o risco de ser castigado, isso é lei lá na Arábia Saudita.

A única forma que os cristãos fazem para ler a bíblia por lá é de forma totalmente secreta, para que nem os vizinhos saibam, pois correm o risco de serem punidos.

Para você enteder melhor o porque dessa lei, você precisa mehor entender a religião islamica. Para o islamismo só existe um Deus chamado por Ala e Jesus era um simples profeta, Maomé (Muhammad) é considerado o profeta no qual foi revelada essa religião, também são conhecidos os que seguem essa religião de mulçumanos. Eles não tem a bíblia como livro doutrinário, a doutrina deles veio do Anjo Gabriel que entregou a Maomé (Muhammad) todos os preceitos bãsicos que constituem o Islã.

Maomé (Muhammad) foi o último profeta enviado por Deus para disseminar entre os homens os ensinamentos sagrados.

Essa religião é considerada a segunda maior do planeta, são mais de 935 milhões de seguidores, os países que mais seguem essa doutrina são, Indonésia, Paquistão, Índia, Bangladesh, Turquia, Egito, Nigéria, Irã e Arábia Saudita. Então esse países querem o minimo de outra religião e é por isso que fazem esse tipo de punição.

Bom amigos leitores oremos pelos cristãos que estão sofrendo por lá, pois não podem pregar o evagelho, isso é um indício de que o fim está próximo.


sábado, 19 de outubro de 2013

Governo vai ao FMI para rever conta da dívida

Adriana Fernandes | Agência Estado

Num momento em que a política econômica é alvo de ataques dos opositores da presidente Dilma Rousseff nas eleições, o Brasil vai enviar missão técnica a Washington para discutir com o Fundo Monetário Internacional (FMI) mudanças no cálculo da dívida bruta brasileira.
O grupo será liderado pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland. A visita ocorrerá dos dias 20 a 26 de outubro, segundo despacho publicado ontem (18) no Diário Oficial da União.
Em julho deste ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, enviou correspondência à diretora-gerente do Fundo, Christine Lagarde, pedindo a mudança. Pelos critérios oficiais brasileiros, a dívida bruta do País fechou 2012 com o valor equivalente a 58,7% do Produto Interno Bruto (PIB), mas nas contas do FMI esse porcentual chegou a 68%.
A diferença está na forma como são contabilizados os papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. O governo brasileiro quer que apenas uma parte deles seja considerada na dívida do País.
O governo brasileiro está empenhado nessa mudança porque o aumento da dívida bruta, impulsionado pelos aportes de empréstimos do Tesouro ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal tem sido motivo de crítica dos economistas, principalmente das agências internacionais de classificação de risco.
A dívida bruta tem tido forte alta nos últimos anos por causa desses aportes, e hoje é ponto de desconfiança em relação à política fiscal brasileira. Mantega, inclusive, já prometeu injetar menos dinheiro do Tesouro nos dois bancos.
Carta ao FMI
"O governo brasileiro entende que critérios padronizados para estatísticas nacionais são importantes para o FMI", disse o ministro na carta. "Porém, dado que o critério corrente distorce a estimativa da dívida bruta brasileira, solicitamos a revisão da metodologia." Em outro trecho, o documento afirma que os dados do FMI estão "substancialmente superestimados", e que isso prejudica a percepção sobre a situação fiscal brasileira.
Mantega explicou, na carta, que a metodologia de apuração da dívida bruta foi alterada em 2008 para dar um retrato mais fiel
sobre a situação das contas nacionais.
Ele informou que, desde 2000, por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, o Banco Central está proibido de emitir títulos.
Porém, possui em carteira um volume elevado de papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. No fim de 2012, somava 20,6% do PIB.
Excesso de liquidez
Diferentemente do FMI, que considera todos os papéis emitidos pelo Tesouro como dívida bruta, o governo brasileiro só
contabiliza como endividamento a parcela dos títulos que são utilizados em operações compromissadas, "dado que esse valor é
associado à dívida do Tesouro Nacional em poder do público".
Essas operações são realizadas pelo Banco Central com o objetivo de retirar o excesso de liquidez do mercado. A parcela correspondia a 11,9% do PIB em dezembro de 2012. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como podem ateus inteligentes ser enganados por Joseph Atwill?

Joseph Atwill é esse cara que diz ter provas de que Jesus não foi real: o cristianismo foi um astucioso produto de uma conspiração imperial romana, projetado intencionalmente para aplacar os judeus problemáticos, e ele diz ter uma confissão romana que vai revelar amanhã.
Eu acho que alguns muitos ateus estão vendo essas notícias sobre o Joseph Atwill e pensando ‘nossa! Deve ser um cara muito estudado e acadêmico que sabe do que está falando’ e não estão pensando mais profundamente do que isso. A ideia é ridícula
A ideia romana de engenharia social era implementar uma fortaleza legionária, ou levar um grupo de legionários a uma área que eles queriam pacificar. Incorporar deuses regionais em seu panteão por assimilá-los? É claro; rebuscar planos de longo prazo que exigiriam séculos para amadurecer em um resultado tangível? Não.
Já houve uma religião que foi criada por um governo que realmente se desenvolveu? A maioria das religiões morrem jovens, pois têm uma baixa taxa de sucesso. Não é um investimento inteligente – é como comprar um bilhete de loteria. Se romanos tivessem estado neste jogo de inventar religiões para conquistar os nativos ao catolicismo, veríamos mais exemplos de fracassos do que sucesso a longo prazo.
O que você pensaria de um teórico da conspiração que anunciou que Joseph Smith tinha sido um agente secreto do governo com a missão de convencer um grande número de pessoas para povoar esse estéril território do Utah? Ou que L. Ron Hubbard foi o filho de J. Edgar Hoover, que faz parte de um plano para fornecer uma alternativa do Partido Comunista para jovens impressionáveis? Há sempre pessoas a quem a teoria da conspiração é atraente, mas as pessoas mais racionais apenas iriam rir dessa ideia.
Finalmente, como Russell Glasser disse, os verdadeiros estudiosos não lançam as evidências sobre seus públicos pela imprensa ou por palestra pública – são inicialmente analisadas por estudiosos independentes para que a autenticidade seja atestada.
Se você é um dos muitos ateus que entusiasticamente me encaminham essa notícia do Atwill ou a mencionam no twitter … Olha lá. Acho que você já conheceu o grande amigo de tantos malucos meia-boca no mundo: o viés de confirmação.

Aécio entra em cena e veta palanque duplo para Eduardo Campos no país

Pressionado pelo cenário da sucessão presidencial que desenha uma disputa pelo segundo colocado com chances de enfrentar a presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (MG), provável candidato do PSDB, reuniu ontem a bancada do partido na Câmara e afirmou não concordar que governadores e candidatos tucanos façam campanha para o governador Eduardo Campos (PSB) em eventuais palanques duplos.

O tucano discutiu com correligionários uma estratégia de discurso que apresente o PSDB como a real alternativa ao PT nas eleições de 2014, tentando neutralizar o espaço ocupado pela aliança entre Eduardo Campos e a ex-ministra Marina Silva nas últimas semanas.

Na semana em que o nome de Campos ganhou superexposição por conta da filiação de Marina ao PSB e o apoio da ex-ministra à eventual candidatura do pernambucano, Aécio estava em Nova York. O tucano fez uma palestra a convite do Banco Pactual e também estava em lua de mel. Ao lado de Marina, Campos viu seu nome crescer quase 10 pontos porcentuais na pesquisa Datafolha. O pernambucano alcançou 15% das intenções de votos; Aécio tem 21%.

O encontro reservado de ontem, um almoço de mais de duas horas, reuniu 44 dos 46 deputados federais tucanos. Aécio disse que para o PSDB aparecer como alternativa ao PT é preciso apresentar propostas de um novo modelo de política econômica que gere mais crescimento. Além disso, os tucanos teriam de citar mais as experiências que tiveram no governo federal, Estados e prefeituras. "O PSDB é quem reúne as melhores condições, os melhores quadros e a ousadia para dar um rumo novo ao Brasil", afirmou.

Segundo relatos dos parlamentares, Aécio observou que o cenário eleitoral caminha para uma disputa em dois turnos que é preciso ter regras claras nos palanques duplos em negociação com o PSB para que governadores e candidatos tucanos não façam campanha para Campos. "Essa questão precisa ser colocada com maior clareza. Os acordos vão seguir a lógica regional, mas os candidatos do PSDB apoiarão a candidatura nacional do PSDB", disse o mineiro, conforme relatos.

'Coisa de corno'
Aécio foi claro: disse que não gostaria de ver um governador do partido num comício de Campos. Na visão dele, somente políticos do PSB receberiam o governador de Pernambuco. O tema gerou debate e um deputado paulista provocou gargalhadas ao explicitar a traição típica deste tipo de acordo: "Palanque duplo é coisa de corno". Entre as possibilidades de chapas conjuntas estão os dois maiores colégios eleitorais do País, São Paulo e Minas.

Apesar do duelo com Campos, Aécio quer evitar ataques direitos ao governador de Pernambuco. Instado por deputados a atacar o discurso do "novo" da aliança Campos-Marina, recomendou serenidade, lembrando que precisará de apoio em eventual segundo turno.

"O relevante nesta pesquisa (Datafolha) é que mais de 60% da população não quer votar na atual presidente. Estou convencido de que o candidato que for para o segundo turno vencerá as eleições (...) Quem tem as maiores condições é o PSDB", disse Aécio a jornalistas, após a reunião. Também em entrevista, ele observou que as críticas de Marina e Eduardo à política econômica do PT são nas mesmas feitas pelos tucanos, que defendem o legado de FHC. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
180 Graus 


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Conflito religioso em ascensão na República Centro-Africana

Confrontos envolvendo cristãos e muçulmanos na porção noroeste do país aumentam o medo de uma divisão religiosa prolongada. Líder da Aliança Evangélica corre o risco de ser preso por condenar a violência promovida nos últimos meses


A República Centro-Africana (RCA), que faz fronteira com o Chade, o Sudão e o Congo, foi um dos países mais evangelizados do mundo (pelo menos em um nível superficial), afirma o Operation World, manual sobre missões globais internacionalmente reconhecido, que destaca ainda que a população da RCA é formada por 76% de cristãos e 14% de muçulmanos.

Em março, Michael Djotodia depôs o então presidente com um golpe de Estado, e foi amplamente apoiado por uma coalizão de grupos rebeldes, incluindo islâmicos, que anteriormente haviam lutado para ganhar poder em todo o norte do país, onde a minoria muçulmana se encontra.

A Aliança Evangélica do país tem condenado os casos de violência mais recentes, que já custou a vida de mais de 100 pessoas. Em setembro, oito homens armados, que afirmaram ser próximos do ex-presidente François Bozizé, protagonizaram ataques na cidade de Bossangoa, a 250 km da capital Bangui, matando cidadãos muçulmanos, de acordo com o porta-voz do governo Guy-Simplice Kodégué.

Rebeldes da coligação Séléka enviaram tropas à área, realizando atos de violência contra cristãos, causando um grande número de acidentes. Testemunhas contatadas pelo World Watch Monitor relataram execuções sumárias, casas queimadas e igrejas saqueadas. A violência se espalhou para outras comunidades próximas, a exemplo de Bouca, a 100 km de Bossangoa. Já ocorreram ao menos 100 mortes e 50 pessoas ficaram feridas até agora, segundo dados do governo.

Dois funcionários de uma ONG Francesa, a Agência para Cooperação Técnica e Desenvolvimento, foram mortos fora de Bossangoa. Relata-se que os assassinos sejam ligados ao grupo Séléka. Mais de 4.500 pessoas estão refugiadas na diocese de Bossangoa, temendo mais violência. Um número indeterminado de pessoas fugiu em direção à mata.

O pastor Nicholas Guerékoyamé, presidente da Aliança das Igrejas Evangélicas da República Centro-Africana (preso mês passado por ter falado contra os ataques) condenou a violência recente, que, segundo ele, está levando o país a um conflito sectário. "Nós clamamos a todas as comunidades da República Centro-Africana a não cederem às tentações da divisão religiosa", disse o pastor ao World Watch Monitor.

Uma semana depois da violência, a tensão permanece em alta na porção noroeste do país. O arcebispo de Bangui, Dieudonné Nzapalainga, visitou a área para confortar as vítimas e avaliar suas necessidades. Iniciativas semelhantes têm sido desenvolvidas pelos líderes muçulmanos. Líderes religiosos cristãos e muçulmanos estão atuando dentro de uma plataforma criada em junho para evitar um conflito religioso no país.

Há um mês, o presidente Michel Djotodia anunciou a dissolução do grupo Séléka – coalizão rebelde que o levou ao poder em março. "Todos aqueles que continuarem fazendo parte dessas entidades serão tratados como bandidos", afirmou à imprensa local.

A dissolução do Séléka aconteceu três dias após a demissão do Chefe do Exército, e Djotodia alegou que a responsabilidade pela segurança cabe agora às forças oficias do Estado. Mas nenhum detalhe foi fornecido sobre como essas forças vão neutralizar os milhares de guerrilheiros do Séléka espalhados por todo o país.

No passado, o presidente Djotodia divulgou a introdução de medidas destinadas a coibir atos de violência do Séléka, mas sem resultados tangíveis. Ao invés disso, o número de rebeldes cresceu de 5.000 para 25.000 em apenas seis meses.

O grupo Séléka foi, repetidas vezes, acusado de atrocidades contra civis. De acordo com a imprensa local, o ataque que atingiu Bossangoa foi realizado por moradores exasperados por essa violência, que se armaram com a ajuda de ex-membros das forças armadas leais ao presidente deposto Francois Bozizé.

O presidente da Aliança Evangélica apelou à comunidade internacional para intervir e por um fim a esta "tragédia". "Muita conversa já aconteceu", disse ele. "Precisamos agir para aliviar o sofrimento da população da República Centro-Africana. Precisamos prosseguir com a proteção do país, e ajudar aqueles que estão se refugiando nas matas, fugindo da morte."

A ONG Human Rights Watch publicou um relatório no qual revela "abusos horríveis" cometidos pelos novos governantes do país entre março e junho deste ano. O relatório de 79 páginas denominado "Eu ainda posso sentir o cheiro dos mortos: A crise de esquecimento dos Direitos Humanos na República Centro-Africana", detalha a matança deliberada de civis – incluindo mulheres, crianças e idosos, e confirma a destruição de mais de mil casas, tanto na capital Bangui, como nas províncias.

"Os líderes do Séléka prometeram um novo começo para o povo da República Centro-Africana, mas ao invés disso realizaram ataques em larga escala contra civis, como saques e assassinatos", disse Daniel Bekele, diretor da Human Rights Watch na África. "O que é pior é que o Séléka recrutou crianças a partir dos 13 anos para realizar parte destes ataques", afirmou.


Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O funcionalismo Público

Estou publicando esse texto, mas sei que vou receber duras críticas.

Meu primeiro emprego foi aos 18 anos como muitas pessoas também, comecei em uma empresa privada e sempre fiz concurso público para ter certa estabilidade financeira e mais segurança no emprego. Na minha inocência pensava que as pessoas entravam no serviço público para trabalhar de fato, mas quando finalmente entrei no vi de perto que a coisa não é bem assim.
Vejo poucos se dedicarem ao seu trabalho e não terem a consciência que o momento em que assina sua nomeação/contrato está assinando um contrato com o povo. Muitas vezes o chefe pede para executar uma tarefa, mas muitos por acharem que é muito trabalho se recusam a fazer e se alguém for executar a tarefa é chamado de besta entre outros insultos. Sempre falo em empresa privada quando o chefe dá uma ordem obedecem, mesmo sendo contra a vontade, mas obedecem. Pois se não obedecerem são demitidos. Mas já que são concursados se acham donos da razão.
Alguém pode até falar assim: mas os políticos são funcionários públicos também e não trabalham e ainda por cima são corruptos. Tenho como resposta: se alguém faz algo errado propositalmente, não sou obrigado a fazer o mesmo, pois um erro não justifica outro.
Não estou criticando o funcionalismo publico em modo geral. Mas seria bom se todos usassem um pouco mais de bom senso e boa vontade para atender bem a população que é seu verdadeiro patrão.

Joabson João

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Conheça as “3 mudanças culturais que desfiam a Igreja” em nossos dias


O apologista cristão Josh McDowell faz um alerta a pais e pastores.
O conhecido evangelista e apologeta Josh McDowell participou da Conferência de Apologética Cristã Evangélica. Ele disse ser necessário aos cristãos ficar alertar para “três mudanças culturais que desafiam e ameaçam a igreja”.
Segundo McDowell, a primeira é uma mudança epistemológica que se intensifica em relação às verdades bíblicas, cada vez mais desacreditadas como “Palavra de Deus”.
“Tivemos uma grande mudança sobre o que entendemos ser a verdade e de onde ela vem. Passamos de algo centrado em Deus para algo centrado em nós mesmos. Do que era objetivo para o subjetivo, do interior para o exterior”, explicou.
O evangelista argumenta que a verdade maior, que sustenta a Igreja, é vista hoje apenas como a opinião pessoal de algumas pessoas. Em especial está sendo desacreditada pelos jovens, que abandonam a ideia de um Deus pessoal.
“Em 1991, 51 % dos adultos jovens evangélicos disseram que não há verdade além de suas próprias opiniões. Hoje, esse número chega a 91 %”, disse McDowell.
O segundo aspecto destacado pelo apologista é “a explosão de informação” da Internet, que desafia a cultura das pessoas, seus pontos de vista morais e opinião sobre a Igreja. Ele cita uma pesquisa recente, a qual aponta que um usuário da rede tem disponível, a cada dia, cerca de 34GB de dados da Internet e cerca de 100 mil palavras. E a tendência é um crescimento anual de 5% desse número.
“Cada pastor, pastor de jovens, e todos os pais estão concorrendo com a Internet e as informações de que estão sendo espalhando toda hora”, disse McDowell. ”A maioria dos jovens não recebem mais as notícias dos canais de televisão. Preferem ler os blogueiros. Há cerca de 181 milhões de blogueiros que disputam a atenção de seus filhos”.
Essa quantidade ilimitada de informações on-line que as pessoas têm acesso está causando um aumento no ceticismo, lamenta McDowell. “Se você não acredita em mim, procure os jovens nas faculdades e no ensino médio. Leve algumas frases e diga que aquilo é “sem dúvida alguma, verdadeiro”. Você vai ouvi-los dizer:” Como você sabe que isso é verdade? “ Há tanta coisa que não sabemos…. [Para] todos os jovens, até mesmo cristãos, a era da Internet está enfraquecendo suas convicções, porque eles acham que amanhã poderão descobrir outras coisas.”
Ele enfatiza: “As perguntas que você costumava ouvir nas universidades 15, 20 anos atrás…. sobre fé, Jesus e a Bíblia, sobre ceticismo, questionamentos que você costumava ouvir nos últimos dois anos de faculdade hoje são feitas por crianças de 10, 11 anos. Eles aprendem mais sobre a vida no Facebook [que na escola]“.
O terceiro e último aspecto destacado por ele, é que os pastores não podem pastorear da mesma maneira que fizeram nos últimos 20 anos. Os pais tampouco podem querer educar seus filhos da mesma forma que foram criados, pois o mundo mudou.
“Vinte anos atrás, dizíamos que você precisava ganhar a alma das pessoas até os 18 anos, caso contrário teria muitas dificuldades e alcançá-las. Agora, ateus e agnósticos têm o mesmo acesso aos seus filhos que você. A internet mudou as regras, e agora se você não ganhar uma criança até seu aniversário de 12 anos, você pode não conseguir mais”.
McDowell enfatizou que um dos aspectos mais claro é que os jovens estão cada vez mais viciados em pornografia. “Lamentavelmente, parece não haver nenhuma diferença nos números dentro e fora da igreja.” Citando outra pesquisa, lembrou que um número crescente de pastores têm problemas com a pornografia. McDowell apontou que a exposição maior a imagens de pornografia influencia na busca de “outros tipos de prazer… incluindo o homossexual”.
Seu conselho é que pais e pastores preparem melhor as pessoas sob seus cuidados para o que eles, inevitavelmente, encontrarão no dia-a-dia nessa sociedade. Ele acrescentou: “É tão idiota quanto dizer, ‘você não pode ouvir música”, em nossa cultura. Você não conseguirá passar a vida sem ouvir música. Hoje, você sequer conseguirá viver sem ser exposto à pornografia. Os pais que prepararem seus filhos irão ganhar, os que pensam que irão consegui-los isolar do mundo, irão perder”. Com informações de Christian Post.


Fonte: Gospel  Prime

domingo, 13 de outubro de 2013

O plano das eras: Estamos nos últimos dias?

Em todas as gerações, os cristãos perguntam “Estamos vivendo nos últimos?”. Esse desejo intenso de ver Cristo voltar é algo admirável e os cristãos que aguardam ansiosamente a volta do Senhor clamam como apóstolo João, “Amém! Vem Senhor Jesus!” (Ap 22.20). Como as virgens fiéis, eles mantém suas lâmpadas preparadas enquanto esperam pela chegada do noivo (Mt 25. 1-13). No entanto, muitas vezes os cristãos se fiam de tal modo em suas próprias interpretações das profecias bíblicas e em análises dos acontecimentos atuais que provocam descrédito da fé por suas declarações exageradas acerca dos últimos dias.
Boa parte desse problema se deve ao fato de, na teologia tradicional, a doutrina das ultimas coisas, ou seja, a escatologia (do termo grego eschatos que significa “último” ou “fim”) se concentrar quase exclusivamente na volta de Cristo em glória. Com exceção das discussões acerca da “escatologia pessoal”, aquilo que acontece às pessoas que quando elas morrem, pressupõe-se de um modo geral que a expressão “os últimos dias”  diz respeito aos acontecimentos próximos à segunda vinda de Cristo. Em decorrência disso, a doutrina dos últimos dias tem se dedicado a elaborar esquemas complexos sobre o que a Bíblia diz acerca de acontecimentos e elementos como: a grande tribulação, o arrebatamento, o anticristo, a besta e o milênio.
A volta de Cristo é uma doutrina essencial, mas uma doutrina dos últimos dias que se concentra apenas nisso é excessivamente limitada. No último século, ficou evidente para muitos teólogos reformados que, em vez de limitar o conceito de últimos dias se estendem desde a primeira vinda de Cristo até sua volta. Nesse sentido, tudo na era do Novo Testamento é escatológico, uma vez que é relacionado ao fim dos tempos.
Esse uso da expressão “últimos dias” é fundamentado nas descrições antigas que Moisés apresentou do futuro de Israel. Moisés descreveu esse futuro em dois estágios (Lv 26. 14-45; Dt 4.25-31; 30.1-10). Primeiro, afirmou que o povo de Deus passaria por um tempo de pecado e dificuldade e que, por fim, seria julgado severamente com o exilio ocorreu quando os assírios derrotaram Israel, o reino do norte, 722 a.C. (2Rs 17) e quando, posteriormente, os babilônicos derrotaram Judá, o reino do sul, e Jerusalém em 586 a.C. (2Rs 25). Em seguida, Moisés falou de um estágio da História que ocorreria depois do exilio de Israel. Deus prometeu que quando o povo se arrependesse ele os levaria de volta para sua terra e os abençoaria ainda mais do que antes (Dt 30.5). em Dt 4.30, Moisés afirma que essa era de restauração depois do exílio se daria “nos últimos dias”, e é dessa passagem que vem o termo teológico “escatologia”.
Ao anteverem o futuro do povo de Deus, os profetas do Antigo Testamento usam a mesma abordagem de Moisés, considerando duas eras distintas. Muitos anunciam que o julgamento do exílio sobreviria à nação devido ao pecado, mas oferecem esperança de que o exílio será seguido de uma era grandiosa de bênçãos que também chamam de “últimos dias” (p. ex., Is 2.2-5; Os 3.5). Também empregam outras designações para essa era futura: o reino de Deus (Is 52.7); novos céus e nova terra (Is 65.17); o tempo da nova aliança (Jr 31.31) e aliança de paz (Ez 34.25) – entre outras.
No período entre Antigo e o Novo Testamento os judeus continuam a descrever a História dentro desse padrão de duas eras. A expressão “esta era” passou a ser usada para o período de pecado e morte que culminou com o exílio, enquanto a expressão “a era por vir” passou a designar os últimos dias, quando o Messias encerraria o exílio e estabeleceria o reino de Deus sobre a terra.
Jesus e os escritores do Novo Testamento também adotaram essa estrutura histórica de duas eras, mas com modificações consideráveis. Os judeus aos quais Jesus e seus apóstolos ministraram acreditavam que os últimos dias viriam de modo repentino e total no momento maravilhoso em que o Messias entrasse na História. No entanto, Jesus e seus seguidores proclamaram que os últimos dias viriam de outra maneira. O Novo Testamento ensina que, em vez de a História simplesmente passar de um estágio para outro, a primeira vinda de Jesus deu início à era vindoura que se sobrepõe ao tempo presente no período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo. Assim, os últimos dias se manifestação em sua forma plena na consumação de todas as coisas quando Cristo voltar. Por esse motivo, Jesus ensinou que o reino de Deus é como um grão de mostarda que começa pequeno e cresce até se transformar na árvore mais frondosa do Jardim (Mt 13.31). E, também por isso a nova criação se iniciou em Jesus e no nosso coração (2Co 5.17), mas ainda aguardamos a plenitude da nova criação na volta de Cristo (Ap 21.1-3). Em resumo, com a primeira vinda de Cristo, muitas das dimensões dos últimos dias se realizaram, mas esses dias só alcançarão plenitude quando Cristo voltar.
Assim, não é de surpreender que o Novo Testamento use a terminologia dos últimos dias para designar mais do que a segunda vida de Cristo. Essa expressão diz respeito aos acontecimentos em torno de sua primeira vinda (At 2.17; Hb 1.2; 1Pe 1.20), à era da igreja como um todo (2Tm 3.1) e à era depois da volta de Cristo (1Pe 1.5). A era do Novo Testamento em sua totalidade é chamada de “últimos dias” porque Jesus derramou grandes julgamentos e bênçãos quando veio à terra pela primeira vez e subiu ao seu trono celestial. A história da igreja como um todo é chamada corretamente de últimos dias porque vivemos num tempo em que o reino de Deus em Cristo está se expandindo até os confins da terra.
A consciência de que o Novo Testamento se refere a todo período desde a primeira vinda de Cristo até a sua volta como fim dos tempos nos ajuda a mudar o foco das nossas prioridades. Em vez de lermos sobre os últimos dias no Antigo Testamento e no Novo Testamento simplesmente para criar esquemas complexos de sinais da volta de Cristo, precisamos aprender a ver toda era do Novo Testamento como cumprimento dos últimos dias. Essa abordagem nos ajudará a perceber mais claramente a maravilha do que Cristo realizou em sua primeira vinda. Também abrirá nossos olhos para a responsabilidade de viver para Cristo enquanto desfrutamos grandes bênçãos em Deus ao sofrermos por amor a Cristo. Por fim, nos ajudará a evitar o perigo de nos preocuparmos excessivamente com especulações acerca do tempo que Cristo voltará.
Assim, quando perguntamos se estamos vivendo nos últimos dias, a resposta da Bíblia é inequivocamente afirmativa. Juntamente com os cristãos de todas as gerações, estamos no estágio final da História. O reino de Deus dos últimos dias já está presente em nosso meio há mais de dois mil anos. Devemos nos regozijar com essa verdade, sabendo que, um dia, Cristo voltará para conduzir todas as coisas ao seu fim glorioso.

Artigo copiado da Bíblia de estudo de Genebra.
Se encontra em Hebreus 7

sábado, 12 de outubro de 2013

A desvalorização do Professor

Professor deveria ser a profissão mais bem valorizada, coisa que não é. Pois o médico, o policial e todos os profissionais precisaram de professores para obter sucesso na vida. Concordo também que cada um tem que se esforçar, mas o professor é seu intermediário no aprendizado.
Se bem que hoje essa profissão não é valorizada em nosso país, o governo não oferece uma boa estrutura para nossos mestres, isso vale para todas as instituições (municipal estadual e federal). Os mesmos fazem o que podem para passar conteúdo para os alunos, com muitas dificuldades materiais precários e instituições de ensino que em muitas das vezes não atendem a necessidade para uma boa aprendizagem. Além da falta de estrutura ainda tem baixos salários e atualmente os alunos sempre tem razão. Se for pego filando e o professor tomar alguma atitude é motivo para que o profissional venha ser reprendido. Se o aluno tira uma nota baixa falam que ele tirou nota boa e o professor diminuiu a nota do mesmo. Além da violência contra os professores que tem aumentado nos últimos tempos, pois há alunos que não querem submeter-se a eles em sala de aula.
E ainda por cima vou citar o exemplo do Rio de Janeiro, por irem atrás de seus direitos por melhores salários ainda apanham da policia. O pior é que muitos desses policiais que estão obedecendo a ordens do governador do Rio de Janeiro e estão lutando contra os professores foram alunos da maioria deles.
Jogador de futebol ganha milhões e é reconhecido no mundo inteiro. E os jogadores são heróis, ídolos e admirados. Nada contra a profissão de jogador de futebol, mas uma inversão de valores enorme.
Vejamos a inversão de valores
Sou conhecido no mundo por ser jogador de futebol e ganho milhões para correr atrás de uma bola.
Sou professor, tenho péssimo salário, tenho uma péssima estrutura para ensinar, ainda apanho de aluno em sala de aula e quando vou protestar apanho da policia, onde muitos são meus ex-alunos e essa é a única vez que saio na mídia, quando apanho.
Será que um dia isso muda?
Lembrando ainda que: “NO JAPÃO, O UNICO PROFFISSIONAL QUE NAO SE CURVA AO REI, É O PROFESOR. POIS SEM PROFESSOR NAO HA REI, E NO BRASIL? O QUE DIZER DA EDUCAÇÃO? É POSSIVEL FORMAR BONS PROFISSIONAIS COM A ATUAL EDUCAÇÃO”?


Joabson João