Radio Evangélica

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012



Os dados foram dados pelo sociólogo italiano que fez uma alerta mundial sobre o caso

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.
“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.
Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.
Outros países citados foram o Paquistão e o Egito onde há algumas áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.
Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos e coptas. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com poder mundial não chegam a noticiar. As informações são do Protestante Digital.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/um-cristao-foi-morto-a-cada-5-minutos-em-2012/

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

J. Pessoa é campeã em consumo de crack em todo o país, diz USP.



Passando hoje na cracolândia em João Pessoa, presenciei cenas chocantes. Pois vi pessoas de diversas idades entregues ao crack.
Observando o lugar, vi que são pessoas de baixa renda e até mesmo com baixa instrução. No geral essas são as pessoas mais fáceis de serem manipuladas. Pois sempre vem um mais esperto que apresenta a droga para essas pessoas e como essa droga é viciante quem experimenta na maioria das vezes fica viciada e o traficante só tem a ganhar com isso.
Sabemos que os traficantes principais não fazem uso da droga, pois só querem ganhar dinheiro com isso.
Vi até mesmo mulher gravida usando a droga.
Vi uma igreja evangélica e uma igreja católica devem está fazendo um trabalho para retirada dessas pessoas das drogas. Por sinal a Igreja evangélica está com uma faixa onde está escrito: Cristolândia. Vejo essas instituições fazendo esse trabalho social é louvável, mas vejo uma falta de empenho também dos governos (municipal, estadual e federal) para retirada dessas pessoas da situação que se encontram.
Já vi casos de pessoas que querem sair e procuram ajuda, outros que querem sair, mas não procuram ajuda, embora estejam lá não gostam da situação que se encontram e tem os outros que realmente não tem nenhum interesse de saírem dessa situação.
Todos nós que temos que fazer nossa parte, para tirar essas pessoas da situação que se encontram para que pelo menos os que tem vontade de sairem saiam mesmo. Pois entre dez viciados se conseguimos tirar um dessa situação já é uma grande vitoria


Joabson João

Foto/fonte: http://jeftenews.blogspot.com.br/2011/04/j-pessoa-e-campea-em-consumo-de-crack.html

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Um pouco do sofrimento dos brasileiros que moram na zona rual



Hélio, 31 anos, tem como profissão cabo de turma, um tipo de supervisor de cortadores de cana. Mora no sitio Cana Brava, munícipio de Cuité de Mamanguape no estado da Paraíba (Seridó Paraibano). Hoje se encontra desempregado, pois a fazenda que o mesmo trabalhava parou suas atividades por falta de chuva.
Sua principal fonte de renda é um programa social do governo federal.
Está com uma pequena plantação de macaxeira, mas para que a mesma desenvolva também precisa de chuva. Cria um animal (uma cabra) para no futuro negociar com a mesma. Esse animal está se alimentando de comida domestica, pois não há pasto para o animal se alimentar.
Questionado sobre em relação à vida do campo ele falou que é feliz, apesar de todas as dificuldades que está passando. Pois não pensa em morar na cidade.
Seu pai, Enoch, 75 anos, trabalhou a vida inteira na agricultura, hoje se encontra aposentado pelo fundo rural mas se encontra com um problema no joelho, devido a uma artrose. Já procurou cirurgia pelo SUS, entrou até com uma ação judicial para consegui essa cirurgia, ganhou a causa. Mas ainda não foi cirurgiado, segundo ele o estado estava com uma divida de valor significativo para a empresa que fornece material para realização da cirurgia, por isso não teve a cirurgia realizada. E agora está na espera pela cirurgia há três anos.
Podemos ver que não são apenas os sertanejos que estão sofrendo com a seca.
E vejam o caos da nossa saúde publica.

Esses são pequenos exemplos. Quantos casos por aí existem parecidos com esses?


Joabson João

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Forte na política, mas desgastado, PT faz 10 anos no poder



FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

 PT completa dez anos no poder exibindo músculos na política, mas com um forte abalo em uma de suas principais bandeiras antes de chegar ao poder, a ética.
Favorito hoje para emplacar a quarta vitória presidencial seguida em 2014 --tanto Dilma Rousseff quanto Luiz Inácio Lula da Silva lideram com folga as pesquisas de intenção de voto--, a sigla tenta superar o desgaste causado pelo mensalão, maior escândalo da era Lula (2003-10).
Quando o PT chegou ao poder federal com Lula em janeiro de 2003, aderiu com rapidez aos métodos tradicionais da política brasileira.
O partido e seus aliados aparelharam o Estado e abriram espaço para a fisiologia no Congresso.
Não há inovação nessas práticas. O PT apenas emulou, ao seu jeito, o que outros faziam. E usa muitas vezes essa explicação para justificar o que pratica. Foi o caso de Lula à época em que eclodiu o mensalão, em 2005.
"O que o PT fez do ponto de vista eleitoral é o que é feito no Brasil sistematicamente", declarou à época. E mais: "Não é por causa do erro de um dirigente ou outro que você pode dizer que o PT está envolvido em corrupção".
Essas explicações do então presidente da República e líder máximo do PT serviram de salvo-conduto para tudo o que o partido fez e viria a fazer no exercício do poder.
Mas existem nuanças em relação ao comportamento de outros grupos políticos anteriores. A comparação mais evidente é com o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Tanto FHC como Lula se abriram à política miúda da fisiologia no Congresso. Mas com engenharias distintas.
Nos seus oito anos no comando do Brasil, FHC preferiu construir bancadas governistas menos fragmentadas --com número reduzido de siglas. Concentrou a adesão de deputados nas legendas-âncora de sua administração, PSDB e PFL (hoje DEM).
Já Lula decidiu repelir alianças com alguns partidos maiores, como o PMDB. Optou por horizontalizar sua base, com partidos médios e pequenos. Mas aí teve de cooptar mais agremiações.
O resultado foi simples. Enquanto nos anos FHC a centralização política foi quase total, sob Lula uma miríade de interesses se espalhou, tornando a gestão da fisiologia ""demandas paroquiais, legítimas ou não"" dos políticos às vezes incontrolável.
Os números das bancadas no Congresso no início de cada mandato são ilustrativos. Quando FHC tomou posse, em 1995, tinha o apoio formal de 387 deputados ""dos quais 258 estavam abrigados em apenas três legendas: PSDB, PFL e PMDB.
Já Lula ao assumir, em 2003, tinha uma bancada governista de 336 deputados na Câmara. Ocorre que os três principais partidos lulistas (PT, PL e PSB) somavam apenas 153 deputados.
O passo seguinte na governança política petista foi fatiar os cargos públicos entre os diversos partidos aliados.
O número de ministérios teve de crescer. Eram 27 quando FHC assumiu. Hoje são 38.
Uma base política mais fragmentada é menos controlável. Isso explica por que durante FHC o Congresso teve mais CPIs e nenhuma abalou o governo como o mensalão dos anos Lula.
O tucano conviveu com 54 CPIs, mas teve comando total em todas. Lula enfrentou 42 investigações e perdeu o controle durante a mais relevante, a do mensalão.
FHC também foi hábil ao evitar a abertura de CPIs que poderiam escapar do comando. Um caso relevante ocorreu em 1997, quando o tucano abafou uma investigação sobre a compra de votos a favor da emenda da reeleição.
À época, os deputados envolvidos foram forçados a renunciar aos mandatos. E nove dias depois de o caso eclodir, o PMDB, vital na operação dos interesses políticos tucanos no Congresso, impôs a nomeação de dois ministros.
Lula nunca conseguiu impedir a investigação do mensalão. Não que não tivesse tentado. Mas a política de fragmentação partidária não dava ao petista essa margem. De maneira inadvertida, o petismo e o lulismo ajudaram o Brasil a conhecer um pouco mais como se opera a política no país.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1208017-forte-na-politica-mas-desgastado-pt-faz-10-anos-no-poder.shtml

domingo, 30 de dezembro de 2012

ATENÇÃO: Pastor Yousef Nadarkhani foi, mais uma vez, preso no Irã



Nadarkhani permaneceu detido anteriormente por quase três anos sob sentença de morte por apostasia, até que foi absolvido e libertado em setembro desse ano. Em 25 de dezembro ele foi obrigado a retornar à cela

A organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) informou que Yousef Nadarkhani, pastor da Igreja do Irã, recentemente absolvido da acusação de apostasia, foi novamente detido.

Em setembro desse ano, um tribunal absolveu Nadarkhani da acusação de apostasia, mas o condenou a três anos de prisão por evangelizar muçulmanos. Uma vez que, ao longo do processo até o julgamento final, ele já havia passado cerca de três anos na prisão Lakan, em Rasht, o pastor foi liberado em setembro mesmo, após pagar fiança.

No entanto, fontes da CSW informaram que o pastor Nadarkhani foi encaminhado novamente à prisão, por ordem do diretor da prisão Lakan, que alegou que ele havia sido liberado muito cedo, devido à insistência de seu advogado, Mohammed Ali Dadkhah. O líder cristão foi preso mais uma vez para cumprir o restante do tempo de condenação e completar a papelada que, supostamente, não tinha sido resolvida durante a sua liberação, há dois meses.

Em novembro, Yousef foi convidado especial da conferência nacional da CSW, em Londres, onde agradeceu a todos que oraram e pediram a Deus por ele durante sua prisão.

Mervyn Thomas, diretor executivo da CSW, afirmou: "Ficamos bastante desapontados ao ouvir que o pastor Nadarkhani foi devolvido à prisão de maneira tão irregular. O momento é insensível e especialmente triste para sua esposa e filhos, que devem ter estado ansiosos para celebrar o Natal com ele pela primeira vez em três anos.

Esperamos que Yousef seja libertado rapidamente, uma vez que ele já cumpriu sua pena de três anos anteriormente. Nós também pedimos oração pela segurança do pastor e por sua família neste momento tão delicado."

A agência de notícias Fox News confirmou: "Yousef Nadarkhani, 35 anos, foi chamado a retornar à prisão Lakan, em Rasht, no local em que cumpriu pena e de onde foi então libertado, com base na acusação de que deveria completar o restante de sua sentença." O tribunal iraniano ordenou que Yousef servisse os 45 dias restantes de sua condenação.

Segundo o The American Center for Law and Justice (ACLJ), a atualização desse caso é um flagrante desrespeito do Irã para o direito internacional. Preso pela segunda vez por causa de sua fé, o que Nadarkhani passou não ocorreu coincidentemente no dia de Natal. De acordo com a instituição, o Irã tem, cada vez mais, perseguido os cristãos e qualquer um que esteja disposto a defendê-los.

Para piorar a situação, o advogado iraniano de Youcef, Dadkhah, fundamental para garantir a sua libertação este ano, está, atualmente, em um dos centros de detenção mais abusivos do país, prisão de Evin. Há notícias de que sua saúde tem se deteriorando rapidamente sob as terríveis condições em que se encontra. Ele foi preso logo após a libertação de Yousef, em aparente retaliação por sua defesa aos direitos humanos contra os ataques do regime islâmico radical iraniano.

A repressão brutal que domina o Irã e a forte perseguição ao cristianismo não passaram despercebidas. A pressão internacional que surgiu sobre o Irã no início deste ano e que resultou na liberdade de Yousef anteriormente pode ser a única esperança de liberdade para quem sofre restrições do governo por conta de seu amor a Jesus. Não cesse de orar por Yousef e os demais cristãos iranianos. 

FonteCWS e ACLJ
TraduçãoAna Luíza Vastag

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/12/1977078/

sábado, 29 de dezembro de 2012

Piero Corsi, pároco italiano misógino e homofóbico, não dá o braço a torcer



Le Monde
Philippe Ridet

Não sabemos se Piero Corsi, polêmico padre da paróquia de San Terenzo, em Ligúria, na Itália, ama ao próximo. Mas uma coisa é certa: ele ama menos à próxima.

Prova disso é o folheto que ele afixou na porta de sua igreja no Natal, no qual se podia ler: "as mulheres que provocam com suas roupas sumárias, que se afastam da vida virtuosa e da família e provocam os instintos, devem fazer um saudável exame de consciência e se perguntar: será que não estamos procurando?"
Pergunta puramente retórica. Para Piero Corsi, a resposta é inequívoca: as mulheres italianas merecem o que recebem. "Quantas relações adúlteras são mantidas", insiste Corsi, "no trabalho, no cinema, nas academias? É assim que se chega à violência e aos abusos sexuais."
Em 2012, segundo as contas macabras da imprensa, 108 mulheres foram assassinadas por seus maridos, ex-maridos, companheiros ou ex-companheiros na Itália. O fenômeno se tornou tão corrente que foi preciso criar o substantivo "femminicidio", que pode ser traduzido por "femicídio", para caracterizá-lo. Por aí se vê que Corsi está por dentro do assunto.
O padre, de cabelos curtos e grisalhos, de estilo capelão militar, não se deixou abalar pelas primeiras críticas suscitadas por seu ataque. A um jornalista da RAI, o canal público de televisão, que lhe pediu para argumentar seu pensamento, ele respondeu, agregando homofobia à misoginia: "Mas se você não sente nada diante de uma mulher nua que passa na sua frente, isso quer dizer que você é um veado". Por aí também se vê que Corsi entende de nuances.

"Alguns dias de descanso"

O constrangimento da Igreja é real. O bispo de La Spezia, dom Ernesto Palletti, lhe ordenou que retirasse seu cartaz, o que o padre logo fez. Seu conteúdo fere o sentimento geral de condenação da violência contra as mulheres, avaliou o bispo local, acrescentando que ele havia encontrado ali "motivações inaceitáveis que vão de encontro ao sentimento comum da Igreja" sobre esses assuntos.
Só que não é fácil fazer um padre se calar. As autoridades eclesiásticas acreditavam ter conseguido, quando, na quinta-feira (27) pela manhã, um comunicado assinado por Corsi anunciava sua intenção de renunciar a seu sacerdócio, do qual ele agora se considerava "indigno".
Ele afirmava esperar "um dia reencontrar a serenidade", que visivelmente lhe havia faltado e reiterou suas desculpas "mais sinceras, não somente a todas as mulheres ofendidas por meu texto, mas também a todos aqueles que se sentem ofendidos por minhas palavras". Por aí se vê que Corsi entende de contrição.
Mas o belo conto de Natal do padre tomado pelo remorso terminou algumas horas mais tarde. Era um comunicado falso, como explicou o próprio padre a seu bispo, que já não sabe mais para que santo rezar. Ele não se demitirá de sua função. Em compensação, tirará "alguns dias de descanso" para se recuperar do "stress dessas últimas horas".
Tradutor: Lana Lim

Peemedebista contraria partido por apoio do PSD em disputa na Câmara



Faltou combinar Em campanha pela presidência da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) contrariou seu próprio partido ao prometer ao PSD o comando da Comissão de Finanças e Tributação, em troca do apoio dos 51 deputados da sigla. A comissão, uma das mais importantes da Casa, hoje é da cota do PMDB. O acordo com o PSD não teve aval da bancada. "Desse jeito, vai sobrar para nós a Comissão de Participação Legislativa'', ironiza um peemedebista, citando a menos cobiçada das vagas.

Pacote Além do PSD, Alves combinou com o DEM participação mais robusta na Mesa da Câmara. Hoje, o partido ocupa uma suplência, mas deve ficar com a procuradoria parlamentar da Casa. O atual titular, Nelson Marquezelli (PTB-SP), terá de se contentar com a Ouvidoria.

Mais um O ex-subprocurador-geral da Antaq Daniel Barral deve ser incluído no rol de servidores alvo de sindicâncias para investigar envolvimento com o grupo flagrado na Operação Porto Seguro da Polícia Federal.

Elo A comissão que fez a correição na agência encontrou indícios de irregularidades em pareceres assinados por Barral, a pedido do ex-procurador-geral Glauco Alves, afastado do cargo desde que o escândalo veio à tona.

Ainda é cedo Em conversa recente com seu suplente no Senado, Sérgio Souza (PMDB-PR), a ministra Gleisi Hoffmann assegurou que pretende ficar na Casa Civil mais um ano. A petista quer se preparar em 2014 para disputar o governo do Paraná com Beto Richa (PSDB).

Tira-teima A disputa paranaense caminha para polarização PT-PSDB. Isso porque o senador Roberto Requião perdeu o controle do PMDB no Estado para o grupo ligado ao governador tucano.

Na fila O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), encerra o sexto ano de mandato afirmando que não quer ser candidato a nada em 2014. Sobre a chance de assumir um ministério, diz que, se Dilma Rousseff se reeleger e convidá-lo, aceitará.

Torcida Wagner diz não crer que a candidatura de Aécio Neves (PSDB-MG) ganhe corpo e que não vê o que Eduardo Campos (PSB-PE) ganharia disputando a Presidência em 2014. "O cenário é favorável a Dilma", afirmou, em almoço com jornalistas.

Vaivém 1 Em fim de mandato, o prefeito de São Caetano do Sul, José Aurichio Jr. (PTB) é o favorito para assumir a Secretaria Estadual de Esportes e Lazer. O atual titular, José Benedito Fernandes, também petebista, deixará a pasta para comandar a Secretaria de Negócios Jurídicos na Prefeitura de Barueri.

Vaivém 2 O nome de Aurichio ganhou força porque Geraldo Alckmin deseja instalar no primeiro escalão um representante do ABC. De predominância petista, a região é palco de divisão no PSDB, fragilizado nos resultados eleitorais desde 2008.

Minha casa Empenhado em encerrar o ano com agenda positiva, Alckmin adiou a folga de Réveillon da área de Habitação. Entre hoje e amanhã, o governo paulista entregará 671 moradias em quatro cidades e assinará convênio para 1.128 unidades.

Timing Fernando Haddad recusou a oferta de Gilberto Kassab, que franquearia o acesso ao edifício Matarazzo ao sucessor a partir de amanhã. A nova equipe só assumirá salas na prefeitura no dia 2, após a posse.

Alô... Pedro Serafim (PDT), prefeito de Campinas, adotou estratégia de campanha eleitoral para o epílogo do mandato: disparou por telefone mensagens gravadas nas quais elenca as benfeitorias de seu breve governo.

... 2014 Até o ano passado, o pedetista dizia que encerraria sua carreira política em 2012, mas, com os 95 mil que obteve, agora admite postular vaga de deputado.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/1207295-peemedebista-contraria-partido-por-apoio-do-psd-em-disputa-na-camara.shtml

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Acusado de queimar Alcorão é queimado vivo no Paquistão



O crime aconteceu em frente a uma delegacia na cidade de Seeta

No último sábado (22) um homem foi queimado vivo no Paquistão depois que uma multidão se revoltou ao saber que ele supostamente teria queimado exemplares do livro sagrado do islamismo.
Por esta acusação o homem teria sido levado até a delegacia, mas os muçulmanos revoltados com a queima do Corão tiraram-no de dentro da delegacia e atearam fogo.
A vítima foi Usman Memon, ele teria dormido uma noite na mesquita do povoado, no dia seguinte os fiéis encontraram exemplares queimados do Alcorão e, suspeitando dele, o levaram para a delegacia para que ele fosse preso pelo crime de blasfêmia.
Segundo informações do site do jornal Express, mais de 200 moradores da cidade de Seeta, na província de Sindh, atacaram o homem e foram acusadas de assassinato e obstrução ao trabalho da justiça. Dez policias também foram acusados de permitir que o assassinato acontecesse e por este motivo foram suspensos por “negligência”.
A lei da blasfêmia é muito rígida no Paquistão, este ano uma adolescente com problemas mentais chegou a ser presa sob uma falsa acusação de ter queimado o Corão e foi presa correndo o risco de ser punida com prisão perpétua. O caso foi solucionado depois que testemunhas acusaram o imã local de plantar provas para espantar os cristãos da vila.
Os imãs, que são líderes muçulmanos, são os principais acusadores em casos de blasfêmias. Muita das vezes eles agem com a intenção de amedrontar minorias religiosas. As informações são do portal Terra.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Apagão: racionamento de energia pode acontecer logo no país



A revista Veja desta semana traz reportagem sobre racionamento de energia que deve acontecer, principlamente, no sudeste do país. A falta de chuvas deixou o reservatório de água da usina hidrelétrica de Furnas, uma das principais fontes de eletricidade da Região Sudeste, em seu nível mais baixo desde 2001. A represa, que banha 34 municípios no sul de Minas Gerais, está com apenas 12% de sua capacidade.
O nível da água se encontra a 753,4 metros acima do nível do mar, 14,6 metros abaixo de seu máximo e apenas 3,4 metros acima do mínimo necessário para que a usina opere normalmente. Todas as nove réguas verticais usadas para medir a capacidade da represa estão expostas, fora d’água. A situação já é tão dramática quanto a de outubro de 2000. Se agora, com o início do verão, as chuvas não se intensificarem na bacia do Rio Grande, ficará comprometida a geração de energia de um total de doze usinas.
A estiagem não afetou apenas Furnas. No seu conjunto, os reservatórios das regiões Centro-Oeste e Sudeste estão com 30% de sua capacidade, o nível mais baixo em mais de uma década. A estação mais úmida do ano, nessa região, começa em dezembro e termina em abril, mas as chuvas costumam chegar já nos meses de setembro e outubro.
Foi o que ocorreu em 2011, mas não se repetiu neste ano. Modelos estatísticos utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a entidade responsável pelo controle da operação de geração e transmissão de energia, estimam que, se as chuvas vierem na intensidade prevista para os próximos meses, os reservatórios do Centro-Oeste e do Sudeste voltarão a se encher e chegarão ao período de seca com 68% de sua capacidade.
Mas como ter certeza? O país, mais uma vez, dependerá do imponderável da meteorologia. Em 2000, por exemplo, não choveu o suficiente e o racionamento fo inevitável.

Fonte: Veja/Verdade Gospel

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Capitalismo de espoliação


Durante anos, o Brasil chamou a atenção do mundo graças a seu novo ciclo de crescimento. No entanto seria interessante perguntar-se sobre o tipo de capitalismo que tal ciclo gerou, sobre qual a especificidade da experiência brasileira e seus limites.
Colocar tal questão é importante porque, se há algo que chama a atenção no caso brasileiro, é a maneira como aprofundamos um modelo econômico oligopolista, de baixa concorrência e alta concentração. No Brasil, o capitalismo mostrou uma de suas faces mais brutais. Pois não ocorreu aqui fenômenos de pulverização de atores econômicos por meio de ciclos de abertura de start-ups e de defesa estatal de ambientes de multiplicação de grupos de empreendedores.
Na verdade, tivemos, muitas vezes, uma diminuição no número de tais atores através de políticas estatais que produziram ou incentivaram involuntariamente a oligopolização da economia em nome da criação de "grandes players globais".
Setores como os frigoríficos e a produção de etanol são exemplares, nesse sentido. Em tais casos, em vez de lutar contra a tendência oligopolista,
o governo subvencionou a criação de grandes grupos exportadores que usaram, em várias ocasiões, dinheiro público para comprar concorrentes e concentrar o mercado.
O resultado foi aberrações em que oligopólios controlam serviços e produtos, oferecendo-os a preços exorbitantes e com baixa qualidade. A recente pesquisa sobre os preços da indústria automobilística nacional, por exemplo, demonstrou o que qualquer pessoa sensata já imaginava: nossos carros estão entre os mais caros do mundo não devido aos impostos ou ao custo Brasil, reclamações clássicas de empresários acostumados com a exploração de seus empregados.
Na verdade, eles estão entre os mais caros simplesmente porque a margem de lucro é uma das mais altas do mundo. Algo só possível em um mercado totalmente oligopolizado, sem concorrência real. Mercado onde a regra é a espoliação dos consumidores.
Durante certo tempo, ouvimos a pregação de que a abertura da economia nacional a empresas estrangeiras quebraria o ciclo de relações incestuosas entre poder público e burguesia nacional de baixa competividade. No entanto o que vimos nesses casos foi um primeiro momento virtuoso que logo dava lugar a um novo monopólio, só que agora com sotaque estrangeiro.
Ou seja, o Brasil tinha à sua frente o desafio de criar um sistema econômico no qual a intervenção estatal fosse organizada tendo em vista a quebra da natureza monopolista do capitalismo atual. Mas ele fez exatamente o contrário. Há de perguntar se isso não colabora para o atual estágio de baixo crescimento econômico.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/1206071-capitalismo-de-espoliacao.shtml