Radio Evangélica

sábado, 31 de outubro de 2015

Honda Desiste De Inaugurar Fábrica Em São Paulo Por Causa Da Crise

Preocupada com a crise, a Honda desistiu de inaugurar sua segunda fábrica no País, em Itirapina, interior de São Paulo, prevista para o primeiro semestre de 2016. A fabricante japonesa é uma das poucas que registram crescimento de vendas, num mercado que cai mais de 20%. Ainda assim, o grupo informou ontem que só definirá uma nova data “de acordo com a evolução do mercado”.
As obras da fábrica estão prontas desde abril. Nos últimos meses, todos os equipamentos foram instalados e a empresa realiza testes das máquinas de solda, estamparia e linha de montagem. Cerca de 120 funcionários foram contratados e, segundo a Honda, serão mantidos para continuar com os testes.
“Nos últimos meses, o cenário econômico se deteriorou muito, com forte desvalorização cambial, inflação, alta dos juros e recessão, que refletem a situação político-econômica do Brasil e da América do Sul e impactam significativamente o mercado de automóveis”, informou a empresa, em nota. “Com isso, nossa expectativa é manter o mesmo nível de vendas deste ano, o que poderá ser suprido pela fábrica de Sumaré (SP)”. A unidade atualmente opera com 2,30 horas extras diárias.



A filial de Itirapina, cujo investimento soma R$ 1 bilhão, dobra a capacidade produtiva do grupo, de 120 mil veículos ao ano na fábrica de Sumaré (SP). O primeiro modelo a ser feito no local seria o Fit, para dar espaço em Sumaré à ampliação da produção do utilitário-esportivo HR-V, do Civic e do City.
De janeiro a setembro, as vendas da Honda cresceram 17,4%, para 112,6 mil unidades. O mercado geral de automóveis caiu 20,5%, para 1,6 milhão de unidades. A montadora credita o desempenho à renovação de sua linha de produtos e ao lançamento, em março, do HR-V, que tem fila de espera de dois meses e já é o modelo mais vendido da marca.
Inicialmente, a fábrica de Itirapina ia entrar em operação no fim deste ano, mas a data já havia sido adiada para até junho de 2016. A Honda informou que os investimentos no projeto estão mantidos. “A unidade estará pronta para iniciar a produção em massa assim que houver melhor previsibilidade do mercado.”
Mais duas montadoras estão previstas para iniciar operações no primeiro trimestre de 2016: a Mercedes-Benz, em Iracemápolis (SP), e a Jaguar Land Rover, em Itatiaia (RJ). Ambas produzirão veículos premium.
Frustração. O anúncio do adiamento da fábrica da Honda foi recebido com tristeza e frustração em Itirapina. “A expectativa era muito grande, pois a cidade não tem emprego”, afirmou Mário Mroczinski, presidente da Associação Comercial (AE).

Diário do Poder / Click Monteiro


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Datafolha: 45% dos deputados apoiam renúncia de Cunha

Uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada com 324 dos 513 deputados revela que 45% deles, quase a metade, defendem a renúncia do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal por suspeita de envolvimento no escândalo do petrolão e já foi denúnciado pela Procuradoria-Geral da República. O Ministério Público descobriu que ele manteve contas secretas na Suíça, o que o peemedebista negou à Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Cunha foi denunciado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, mas rejeita deixar o cargo.
A pesquisa foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira. Segundo o instituto, 25% dos entrevistados acham que Eduardo Cunha deve permanecer no cargo, e 30% decidiram não se posicionar sobre a questão.
Mais de metade dos deputados (52%) não respondeu se votaria pela cassação do mantado de Eduardo Cunha, eleito no início do ano para presidir a Câmara em uma derrota do governo federal no Legislativo. Votariam a favor da cassação 35% dos deputados, e 13% disseram que votariam contra, ou seja, pela manutenção do mandato parlamentar.
O Datafolha ouviu 63% dos deputados em exercício entre os dias 19 e 28 de outubro. Mauro Paulino, diretor do instituto, afirmou que a pesquisa não possui o mesmo grau de confiabilidade dos levantamentos eleitorais por causa da alta taxa de deputados que se recusaram a participar ou não foram encontrados – 37%. Ele também alertou que muitos deixaram de responder a questões para não se comprometer. “Há um número significativo de parlamentares escondendo o jogo”, disse. “Os resultados finais indicam tendências gerais, mas não são representativos do total do Congresso.”

Fonte: Veja / Folha da Paraíba


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Mais de 1 milhão de brasileiros perdem emprego em 2015 e desocupação vai a 8,7%

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 8,7% no trimestre encerrado em agosto de 2015, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o IBGE, no mesmo trimestre do ano passado, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua ficou em 6,9%. Nesse período, ou seja na comparação com o trimestre que vai de junho a agosto de 2014, a quantidade de empregados com carteira de trabalho assinada recuou em 1,1 milhão.
No trimestre móvel até maio deste ano, a taxa havia sido de 8,1%. A comparação do trimestre até agosto ante o trimestre até maio é feita para que não haja repetição das informações coletadas, já que a cada mês, segundo o IBGE, são visitados 33% dos domicílios da amostra.
Desempregados. O número de desempregados em todo o País aumentou 29,6% entre os meses de junho a agosto ante igual período do ano passado. Isso significa que 2,008 milhões de pessoas passaram a buscar uma vaga nesse período.
Com isso, o Brasil tinha, nos três meses até agosto, 8,804 milhões de desempregados. Trata-se do maior nível da série, iniciada em janeiro de 2012. O crescimento da população desocupada também foi recorde na pesquisa, que tem informações desde março de 2013 no confronto anual.
A maior procura por emprego é o principal combustível para o avanço da taxa de desocupação. A força de trabalho, que inclui as pessoas que têm emprego ou estão atrás de uma vaga, cresceu 2,2% no trimestre até agosto ante igual período de 2014. Ou seja, 2,197 milhões de pessoas ingressaram na população ativa. Só que a geração de vagas foi insuficiente para acomodar esse contingente. No mesmo tipo de confronto, a população ocupada avançou 0,2%, isto é, foram abertos 189 mil novos postos de trabalho em todo o País. O restante ficou na fila de desemprego, contribuindo para a maior taxa de desocupação.
Renda. A renda média real do trabalhador foi de R$ 1.882,00 trimestre até agosto de 2015. O resultado representa alta de 1,0% em relação ao período de junho a agosto de 2014 e recuo de 1,1% ante os três meses até maio deste ano.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 167,8 bilhões no trimestre até agosto de 2015, alta de 1,2% ante igual período do ano passado e recuo de 1,1% ante o trimestre até maio deste ano.
Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A nova pesquisa tem por objetivo substituir a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange apenas seis regiões metropolitanas e será encerrada em fevereiro de 2016, e também a Pnad anual, que produz informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano.


Estadão / Pb Agora


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Ricardo diz que Cartaxo 'maquia obras' e rebate prefeito: 'sou burocrata, mas eficiente e produtivo'

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), alfinetou o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), afirmando que o gestor maquia obras e apontou que as justificativas para a saída do PT para o PSD, culpando a ‘influência do PSB’ é ‘bobagem’.
Em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta quarta-feira (28), o governador afirmou que ‘tem mais coisas a fazer, inclusive trabalhar, sem maquiagem’, ao ser questionado sobre uma antecipação de eleições com as plenárias.
“Não se pode fazer política na maquiagem. Não consigo uma cidade, capital do Estado como João Pessoa passar três anos e fazer três obras. É lamentável. E determinados meios de comunicação tentam dar a essas obras uma epopeia como se fossem três grandes pirâmides na época dos faraós”, disse.
Contudo, para Coutinho, o povo sofre muito e lamenta. “O recado que dou é que tem que trabalhar, mas de verdade, não propaganda paga em veículo de comunicação”, bateu.
Questionado sobre as declarações de Cartaxo apontando que a saída do PT aconteceu devido à influência do PSB, o governador taxou de ‘bobagem’. “Está tentando justificar o injustificável. Um político que não tem coragem de fazer crítica a alguém, pula fora do barco e depois fica sem ter explicação para isso aí tenta na base do absurdo porque um partido como o PT subordinado ao PT é uma bobagem tão grande que não se sustenta em nenhum dicionário da política”, reclamou.
Já sobre ter sido taxado de burocrata pelo prefeito, Coutinho destacou que ‘talvez seja’, porém é um burocrata eficiente e produtivo e que a cidade de João Pessoa o conhece desde os Funcionários II ao Gervásio Maia e qualquer outro canto “diferente dele (Cartaxo)”.
Sobre as alianças, o governador afirmou que irá conversar com todos os partidos que forem possíveis e concordarem com a nova forma de governar. 

Marília Domingues / Fernando Braz

ww.paraiba.com.br

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Reeleição: hora criticada e depois usada por quem criticou

Fazendo umas pesquisas na internet me deparo com uma matéria do G1 na data de 23/04/2007, onde o então Presidente Lula afirma que sempre foi contra a reeleição, mesmo reconhecendo que era um presidente reeleito e seu partido foi um dos que votou contra a reeleição em 1997.
Depois me deparo com uma noticia do site IG, onde o mesmo critica o fim da reeleição aprovada na Câmara.
E o interessante é o tal site conversa afiada, que na verdade é um site que deveria mudar de nome para assessoria do PT, resgatar matérias e conteúdos de jornais no passado onde fala que FHC comprou votos para que a reeleição fosse aprovada. E até hoje é criticada em debates presidenciáveis.
Mas uma coisa é certa... quem mais criticou e critica a reeleição aprovada no Governo de FHC, hoje é quem se beneficia com ela.
Se eu estiver errado alguém me corrija.
E antes que alguém venha falar também sou contra a reeleição. Não sou ligado a partido nenhum e muito menos simpatizante e também não devo favor a político nenhum.


Joabson João
Tags: Reeeleição. Governo

domingo, 25 de outubro de 2015

Paraíba é primeiro estado do Nordeste a utilizar sistema de desinfecção de água para o consumo animal

A Paraíba está se tornando o primeiro Estado do Nordeste a utilizar material reciclado em avicultura num projeto apoiado pelo Governo do Estado, por meio do Cooperar, em parceria com o Banco Mundial. A ideia surgiu a partir da união entre especialistas da instituição e ex-catadores de lixo da Comunidade Barro Vermelho, que também são agricultores da zona rural de Riachão, na microrregião do Curimataú Oriental. O aviário e o sistema serão inaugurados oficialmente na próxima terça-feira (27).
O engenheiro agrônomo, especialista em Agroecologia e Avicultura Caipira e consultor do Cooperar, Agilson Montenegro, conta que percebeu a possibilidade de utilizar o Sistema Sodis (SOlar water DISinfection), já conhecido no Continente Africano, de uma forma mais automotiva, sem intervenção humana e com um grande volume de água para a criação de aves e não apenas para o consumo das pessoas. O trabalho aconteceu em parceria com o Instituto Federal da Paraíba (IFPB) de Picuí-PB.
 “Raios ultravioletas atacam bactérias e fungos e a temperatura age como um sinergismo. O calor ainda mata os vírus e as bactérias e protege também dos coliformes fecais”, explicou Agilson. Trata-se da desinfecção da água por aquecimento solar, na qual 150 garrafas pets são unidas, uma a uma, totalizando 300 litros de água purificada a cada seis horas de exposição. A água sai da cisterna, passa pelas garrafas e, quando desinfetadas são transferidas para caixas suspensas e então liberadas para o consumo das aves. Na África, as famílias utilizam a tecnologia para purificação de pequenas quantidades de água, destinada ao consumo humano e é necessária a intervenção das pessoas para o enchimento e esvaziamento de algumas garrafas manualmente a cada troca.
Esta nova fórmula está beneficiando 18 famílias da Comunidade Barro Vermelho, que encontraram na avicultura um trabalho não-penoso e que pode ser realizado tanto pelos maridos, como também pelas esposas e filhos. Severino Miguel, um dos moradores beneficiados, comemora a nova vida. “Graças a Deus, mudou tudo na vida da gente. Agora tem trabalho e nós vamos lutar e trabalhar dentro de casa”, destacou.
Francisca Miranda, a esposa, também festeja a nova realidade, após precisar ficar longe do marido enquanto ele trabalhava em fazendas distantes e ela catava lixo nas ruas e sítios. “Trabalha tudo junto aqui agora, a família inteirinha. E é bonita essa criação, faz até pena vender depois”, falou a avicultora que ainda se diverte com a criação.
São cerca de 750 aves em fase de crescimento que, depois de beneficiadas, serão destinadas para o abate. O aviário foi construído com dimensões de 15 m comprimento x 7 m de largura totalizando 105m², composto de uma área para pastejo, dividida em dois espaços de 32 m²  cada área, e que recebeu, no mês passado, os pintos que hoje estão com 35 dias. Além da infraestrutura para a água, com cisterna tipo calçadão com capacidade para armazenar 52 mil litros de água. O local é dotado ainda de uma pequena fábrica de ração que diminui os custos com a alimentação.
A experiência da Unidade Piloto de Avicultura Caipira Sustentável deverá ser adotada em outros projetos produtivos, financiados pelo Cooperar e Banco Mundial, através do próximo convênio, em fase de preparação, denominado PB Rural Sustentável. Este projeto produtivo foi implantado com recursos do Governo e Banco Mundial, no valor de R$ 96,4 mil e beneficiou 18 famílias diretamente.

Fonte: Secom-PB / Política mais cedo

sábado, 24 de outubro de 2015

Site nacional traz denúncia da PGR contra deputado paraibano envolvido na Operação Lava Jato

O site G1 trouxe na noite de ontem, sexta-feira (24) uma matéria na qual relata uma denúncia da Procuradoria Geral da República- PGR afirmando que o PP, Partido Progressista teria recebido recursos a partir de desvios da Petrobras. E o pior, é que um dos deputados paraibanos estaria envolvido no grupo de parlamentares que distribuiam a propina na sigla.
O deputado federal e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP) foi citado na matéria e na denúncia da PGR, a partir de uma investigação que começou em 2011, onde traz o parlamentar como um dos que controlava a distribuição de propina da Lava Jato.
O PP enviou nota onde reitera que "não admite a prática de atos ilícitos e confia na Justiça para que os fatos sejam esclarecidos".

Confira a matéria completa abaixo:
 A Procuradoria Geral da República calculou em R$ 357.945.680,52 o total de propina recebida pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Operação Lava Jato, e pelo Partido Progressista (PP) a partir de desvios de recursos na área de Abastecimento da estatal.
Em nota, o partido “reitera que não admite a prática de atos ilícitos e confia na Justiça para que os fatos sejam esclarecidos”. Para a defesa do deputado, doação legal não pode ser considerada propina. O advogado de Paulo Roberto Costa negou que a propina paga ao seu cliente e ao PP alcance R$ 357,9 milhões (leia todas as versões ao final desta reportagem).
A cifra foi informada em denúncia apresentada nesta quinta-feira (22) pela PGR contra o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) e seus dois filhos por suposta prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A procuradoria informa que, do total repassado, R$ 62,1 milhões foram destinados a parlamentares do PP por meio do doleiro Alberto Youssef. Segundo a denúncia, ele era responsável por administrar "um verdadeiro 'caixa de propinas' do PP" e realizou pelo menos 180 pagamentos para integrantes da sigla.
Na peça, o deputado Nelson Meurer é acusado de receber R$ 29,7 milhões em repasses mensais de R$ 300 mil entre 2006 e 2014. Além disso, teria recebido mais R$ 4 milhões em espécie para sua campanha e outros R$ 500 mil na forma de doações eleitorais da construtora Queiroz Galvão.
Segundo a PGR, o dinheiro de propina servia para que Nelson Meurer e o ex-presidente do PP José Janene (morto em 2010) dessem "apoio e a sustentação política necessários" para manter Paulo Roberto na Diretoria de Abastecimento da Petrobras (que ocupou entre 2004 e 2012), com "finalidade predeterminada de locupletação própria e de terceiros".
Ao final, a PGR pede que, em caso de condenação, os R$ 357,9 milhões desviados da Petrobras sejam devolvidos como forma de ressarcimento pelos danos causados. Além disso, a procuradoria pede a cassação do mandato de Nelson Meurer.


Participação de Meurer
Na denúncia, a PGR narra que Paulo Roberto foi nomeado diretor em 2004 pela cúpula do PP à época, integrada, além de Janene e Meurer, pelos deputados Pedro Corrêa (PE) e Pedro Henry (MT) – esses dois últimos, condenados no escândalo do mensalão. A peça também aponta relação mais próxima de Janene com João Pizzolatti (SC) e Mário Negromonte (BA), ambos também investigados na Lava Jato.
“Tais deputados, exatamente pela papel de comando que exerciam no PP, foram os grandes articuladores e beneficiários do esquema de corrupção e lavagem de dinheiro implantado na Diretoria de Abastecimento da Petrobras”, diz a denúncia.
A PGR narra que a partir de 2011, o comando do PP passou para outros parlamentares, que também passaram a controlar a distribuição da propina. Cita como integrantes desse segundo grupo os senadores Ciro Nogueira (PI) e Benedito de Lira (AL) e os deputados federais Arthur de Lira (AL), Eduardo da Fonte (PE) eAguinaldo Ribeiro (PB), também investigados no caso.
Quanto a Nelson Meurer, o procurador-geral da República, rodrigo Janot, diz que ele foi “beneficiário de todos os tipos de repasses de propina, tanto periódicos e ordinários, como episódicos e extraordinários, em todos os momentos pelos quais passou o PP, principalmente antes, mas também depois da mudança de comando na agremiação partidária”.
A denúncia ainda diz que a sustentação política dada por Meurer para manter Paulo Roberto no cargo consistia numa “sinalização continuada” de que, mantido o esquema de propina, o PP permaneceria na base de apoio ao governo.

Versão do deputado
A defesa de Meurer informou que teve acesso à denúncia somente no final da tarde e vai que vai se pronunciar posteriormente sobre as acusações. Procurado mais cedo pelo G1, o advogado de Meurer, Michel Saliba, ainda sem acesso à denúncia, disse que, em princípio, pretendia apresentar resposta ao STF dentro de 15 dias.
Questionado sobre como será a defesa, ele afirmou que deverá alegar a tese consolidada nos tribunais de que doação legal não pode ser considerada como propina.
"Doação de empresa é doação de empresa. Não tem como carimbar dinheiro doado a algum candidato como fruto de uma troca. Se assim o for, todos os deputados que receberam doação de empresas que estão investigadas -- de uma forma ou de outra, não só na Lava Jato, mas se tiver alguma imputação criminal sobre ela -- esse parlamentar passa a ser suspeito", afirmou.
Para a defesa, a PGR deveria apontar um “nexo de causalidade” entre algum ato do deputado e o recebimento do dinheiro para a configuração de propina.

Versão de Paulo Roberto Costa
O advogado João de Baldaque Mestieri, que faz a defesa de Paulo Roberto Costa, negou a informação da PGR de que o total de propina paga ao seu cliente e ao PPx chegou a R$ 357,9 milhões.
“Que imaginação! Pode desmentir”, afirmou Mestieri. E completou: “Tudo o que ele tinha a dizer já foi dito. O resto é figuração. Não há sentido algum. Ele está sendo agora bombardeado de uma maneira... Não sei se é desespero. Isso não existe, ele não tem nada”, declarou.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo PP.

NOTA – PARTIDO PROGRESSISTA

O Partido Progressista reitera que não admite a prática de atos ilícitos e confia na Justiça para que os fatos sejam esclarecidos. Assessoria

Fonte: Pb Agora

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Levy quer simplificar recolhimento de tributos

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (23) que a capacidade de recuperação da economia brasileira é muito grande e que há chances significativas de retomada do crescimento no ano que vem. “As pessoas estão ainda um pouquinho retraídas por outros fatores. Mas eu acredito que o potencial de crescimento da nossa economia está presente, e a possibilidade de recuperação no ano que vem não é nada desprezível”, afirmou, ao participar do 10º Encontro Nacional de Administradores Tributários, na sede do ministério na capital paulista.
Segundo o ministro, algumas medidas tomadas pelo governo começam a surtir efeito. “Nossa economia já tem respondido positivamente. Eu tenho absoluta convicção que, superadas algumas turbulências que a gente está vendo nesses dias, haverá uma recuperação importante e, com isso, nós também vamos ver a arrecadação respondendo de uma maneira positiva”, disse.
 Levy defendeu adoção de ações para simplificar o recolhimento de tributos, a fim de contribuir com retomada do crescimento econômico. “São avanços que vão aumentar a nossa capacidade de arrecadar e, ao mesmo tempo, facilitar a vida de quem está gerando riqueza e bem-estar para a população, que são os contribuintes”, destacou. Entre as ações nesse sentido, o ministro citou a reforma do Programa Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
“Acho que a palavra-chave para o Brasil é produtividade. E a gente conseguir diminuir o custo das obrigações com impostos é muito importante. A governança fiscal será cada vez mais.


Fonte: Agencia brasil
Imagem: Internet

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma amostra grátis de como funciona a corrupção no Brasil

No Brasil uma quadrilha rouba a nação e sempre no meio dessa quadrilha quando um se rebela e resolve ser contra o grupo independente de qualquer motivo ele quer sair como herói e o grupo o demoniza, mesmo tendo roubado junto com ele. Onde na verdade a intenção não é mostrar o quanto o “rebelde” é corrupto, e sim mostrar que ele também roubou e é usado como bode expiatório. E o foco fica nesse “rebelde” enquanto o grupo continua roubando a nação e se colocando em uma posição de grupo herói por denunciar um corrupto
O mais irônico é ver gente saindo em defesa desses bandidos e a defesa sempre vem com a velha desculpa Robim Hood: Rouba, mas ajuda os pobres.
 E quadrilha continua fiel frase de Lenin:” Fomentem a corrupção e denuncia-a e acuse os outros do que você faz”.


Joabson João

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Base e até oposição criticam eventual corte em Bolsa Família no Orçamento

Em reunião no Planalto, relator disse que até R$ 10 bilhões dos R$ 28,8 bilhões previstos no programa poderão ser cortados
Senadores da base aliada e até mesmo da oposição reagiram nesta terça-feira (20) à intenção de se fazer cortes ao programa Bolsa Família no Orçamento de 2016. Há duas semanas, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator da peça orçamentária, já havia dito ao Broadcast Político (serviço de notícias em tempo real da Agência Estado) que iria cortar "sem dó" programas sociais, entre eles o Bolsa Família.
Nesta terça-feira, em reunião no Palácio do Planalto, Barros avisou ao ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, que poderá cortar até R$ 10 bilhões dos R$ 28,8 bilhões previstos no programa.
Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, defendeu enfaticamente cada centavo do programa de transferência de renda, que, na quarta-feira, 21, completa 12 anos.
O líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que o programa é "quase um mantra" para a gestão petista e que há outros ajustes no Orçamento que possam ser feitos. "O esforço será para manter o Bolsa Família", destacou.
Integrante da Comissão Mista de Orçamento (CMO), o senador Walter Pinheiro (PT-BA) avaliou que, no momento de recessão econômica que repercute na queda de arrecadação dos entes federados, os pagamentos de benefícios previdenciários e o Bolsa Família são as duas principais fontes que garantem a economia dos municípios. "O INSS e o Bolsa são os arrimos de família das cidades", disse Walter, que adiantou votar contra a proposta de Barros, caso seja levada adiante.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) também criticou a tentativa de reduzir os repasses do Bolsa Família. "É preciso encontrar formas e nós aqui apresentamos alguns caminhos, um deles a necessidade de se baixar as taxas de juros", exemplificou ela, em discurso no plenário, em referência à Selic, atualmente em 14,25% ao ano.
Embora por razões diversas, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), também concorda que não é possível cortar o programa social. Ele disse que, mesmo a proposta não atendendo o objetivo de tirar as pessoas da pobreza, não se deve reduzi-lo. "Não, não concordo, de maneira alguma, pelo contrário", comentou.



Fonte: Isto é