quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
CALMA, POR QUE TODA ESSE ESTRESSE?
A vida não se desenrola num parque de diversões, mas num campo de lutas. As pressões externas são grandes e os temores internos não são menores. Se você armazenar toda essa tensão ficará ansioso e estressado. Isso, porém, vai minar sua saúde, debilitar sua fé e tirar sua alegria. Entregue seus cuidados a Deus. Lance aos pés do Senhor toda a sua ansiedade. Acalme seu coração e viva sem estresse.
Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"O casamento acabou. Agora falta arrumar as malas", diz líder do PT no Rio após ruptura com Cabral
O presidente regional do PT no Rio de Janeiro,
Washington Quaqua, acertou nesta segunda-feira (27), após reunião com o
governador Sérgio Cabral, o fim da aliança entre PT e PMDB na administração
estadual, e a exoneração imediata dos secretários Carlos Minc (Meio Ambiente) e
Zaqueu Teixeira (Assistência Social e Direitos Humanos).
Por ordem da direção regional do partido, cerca de 350
petistas que ocupam outros cargos no Executivo também devem pedir demissão. O
motivo da ruptura é a pré-candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao
governo do Estado na eleição deste ano. O PMDB tentará eleger o atual
vice-governador, Luiz Fernando Pezão. "O casamento acabou. Agora só falta
arrumar as malas", disse Quaqua, que é prefeito da cidade de Maricá.
"A reunião hoje foi
muito mais de cortesia. Ela serviu para mostrar que manteremos uma relação de
diálogo. O PMDB é um aliado nacional, e é importante que se mantenha. Mas, no
Rio, teremos duas candidaturas ao governo do Estado, uma do PT e outra do PMDB.
A nossa saída é a efetivação disso. A saída está consolidada. Os dois
secretários vão ser exonerados imediatamente", completou.
Quaqua disse ainda ter
convocado uma reunião interna, nesta segunda, às 17h, para formalizar junto aos
correligionários a retirada da administração estadual. "A determinação da
direção do partido é que seja feita a exoneração imediata. Em todos os
escalões, ou seja, todos os petistas devem sair do governo. (...) Se houver
descumprimento, há sanções regimentais. A decisão do partido é para ser
cumprida por todos", declarou.
Quaqua afirmou não estar
receoso quanto ao futuro político dos petistas que possuem cargos no Executivo
fluminense: "O pessoal vai se alocar no mercado. Tem alguns que são
deputados e vão acabar tirando vaga de alguns. Mas as eleições estão aí e vai
todo mundo se organizar. Muitos ou são candidatos ou estão apoiando
alguém".
O presidente regional do
PT afirmou também que a ruptura no âmbito estadual não vai atrapalhar a aliança
nacional, e que o governador Sérgio Cabral fará parte da "sustentação da
campanha da presidente Dilma no Rio", apesar do embate entre Pezão e
Lindbergh.
"Dilma tem quatro
candidaturas no Rio [além de Pezão e Lindbergh, os pré-candidatos Anthony
Garotinho e Marcelo Crivella também apoiam Dilma Rousseff]. Nós teremos o nosso
palanque. Quanto mais palanque para a presidente, melhor para a eleição
dela", declarou.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica
sábado, 25 de janeiro de 2014
Instalação em Davos simula campo de refugiados da Síria
De repente, uma forte explosão. O lugar se esfumaçou. Ouviram-se gritos histéricos de homens e mulheres. Depois, berros de soldados. A escritora Merel Bakker, mulher de um alto executivo, presidente do Conselho Mundial Empresarial para Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), se encolheu no chão...
... com sua elegante calça comprida de lã cinza, cabelos louros impecáveis e unhas feitas. Antes de chegar ao campo, Merel foi obrigada a entregar seus anéis de ouro.
Uma mulher era carregada ferida. De repente, soldados surgiram ameaçando a todos com seus rifles:
- Saia da minha frente, agora! No chão, e não quero ouvir sua voz!
Estamos num campo de refugiados na Síria, em plena guerra. Mas a “guerra”, na realidade, aconteceu na rica estação de esqui de Davos, na Suíça, no porão de uma escola de Ensino Médio. No dia em que os principais atores do conflito da Síria se reuniram em Montreux para discutir o fim da guerra, ativistas promoveram para executivos reunidos em Davos uma simulação do horror nos campos de refugiados - tudo como parte do programa oficial do Fórum Econômico Mundial.
Para fazer os participantes sentirem o drama da guerra e dos refugiados, o australiano David Begbie, ativista da Crossroads Foundation e da Global Hand, não mediu esforços: importou 700 quilos de material de guerra, como armas falsas, arame farpado, tendas e até lixo.
Mulheres foram “selecionadas” para serem “estupradas”, homens eram “torturados”, e a corrupção correu solta na simulação. Os olhos azuis de Merel Bakker se encheram de lágrimas quando ela contou o que sentiu.
- Foi aterrador. Nunca havia vivido uma violência como esta antes - disse ela ao GLOBO.
Begbie ouviu, um a um, a reação dos participantes e disse:
- Meus amigos, vocês passaram por isso durante apenas 20 minutos. Mas esta é a realidade! Felizmente, nenhum de vocês pisou numa mina explosiva de verdade.
Rafael, que simulou um soldado malvado, acrescentou drama ao contar que era, na vida real, um refugiado da República Democrática do Congo:
- Soldados tiravam nosso dinheiro, comida... Esta é a vida nos campos.
Imtiaz Pater, executivo-chefe da Multichoice, uma empresa da África do Sul, foi jogado contra a parede na simulação. Ele jogou o jogo. E depois revelou sua simpatia aos refugiados: sua família foi perseguida no apartheid. Ontem, em Davos, ele reviveu o temor do passado racista da África do Sul.
O Jornal das Dez, da GloboNews, divulgou imagens da simulação. Assista ao vídeo.
Fonte: O Globo
Vi no: http://www.portasabertas.org.br/
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Marco civil da internet continua na pauta, mas sem acordo
Neutralidade
de rede e armazenamento de dados de empresas estrangeiras no Brasil são alguns
dos pontos polêmicos da proposta em análise na Câmara.
O
presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, já anunciou para
fevereiro a votação do marco civil da internet (PL 2126/11), mas ainda há parlamentares resistentes à
aprovação do projeto, que também enfrenta forte oposição de empresas do setor.
O
marco civil será uma espécie de constituição da internet, regulamentando seu
funcionamento no País. Entre os pontos que têm impedido a votação está a
proibição de as empresas de internet venderem pacotes com diferenças de
conteúdo de acordo com o preço pago pelo consumidor, a chamada neutralidade da
rede. Também não há acordo quanto à obrigatoriedade de as empresas de internet
estrangeiras armazenarem no País os dados dos usuários brasileiros.
O
relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirma que tem negociado com os
adversários do projeto e acredita que as recentes modificações na proposta vão
permitir sua aprovação. Quem é contra a proposta acredita que a neutralidade da
rede vai causar prejuízos às empresas e seria uma ingerência indevida do Estado
na iniciativa privada.
Para contornar essa objeção, o relator acrescentou em seu texto que será garantida a liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet, desde que não conflitem com os demais princípios estabelecidos na lei.
"Nós acrescentamos sugestões de várias bancadas, que aperfeiçoam o projeto, não interferem negativamente em nenhum dos princípios do projeto e garantem uma ampla maioria para que ele seja votado", explica Alessandro Molon.
Para contornar essa objeção, o relator acrescentou em seu texto que será garantida a liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet, desde que não conflitem com os demais princípios estabelecidos na lei.
"Nós acrescentamos sugestões de várias bancadas, que aperfeiçoam o projeto, não interferem negativamente em nenhum dos princípios do projeto e garantem uma ampla maioria para que ele seja votado", explica Alessandro Molon.
Arquivo
no Brasil
As empresas também estão resistentes à regra que permite ao Poder Executivo exigir que uma empresa estrangeira, de acordo com seu porte, mantenha estrutura no Brasil para armazenar determinadas informações dos usuários de internet no País.
Os empresários reclamam que essa exigência seria muito dispendiosa. Mas para o relator, a revelação de que os Estados Unidos, com o auxílio de empresas de internet violaram o sigilo de milhões de pessoas e até de chefes de estado, mostram que isso é imprescindível. "[Essa exigência serve] para garantir que a legislação brasileira, que protege a privacidade dos brasileiros, seja aplicada e não a legislação, de um outro país, que não nos protege em nada."
As empresas também estão resistentes à regra que permite ao Poder Executivo exigir que uma empresa estrangeira, de acordo com seu porte, mantenha estrutura no Brasil para armazenar determinadas informações dos usuários de internet no País.
Os empresários reclamam que essa exigência seria muito dispendiosa. Mas para o relator, a revelação de que os Estados Unidos, com o auxílio de empresas de internet violaram o sigilo de milhões de pessoas e até de chefes de estado, mostram que isso é imprescindível. "[Essa exigência serve] para garantir que a legislação brasileira, que protege a privacidade dos brasileiros, seja aplicada e não a legislação, de um outro país, que não nos protege em nada."
De
acordo com o novo texto, os serviços como Google, Outlook e redes sociais
deverão guardar os registros de acesso a aplicativos e serviços por seis meses.
Votação
pendente
O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), defendeu nesta terça-feira (21), a definição de uma pauta mínima de votação para este ano. O marco civil da internet está entre os projetos sugeridos por Vargas para integrar essa pauta mínima.
A proposta tramita em regime de urgência e está trancando a pauta de votações do Plenário da Câmara desde o fim de outubro do ano passado
O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), defendeu nesta terça-feira (21), a definição de uma pauta mínima de votação para este ano. O marco civil da internet está entre os projetos sugeridos por Vargas para integrar essa pauta mínima.
A proposta tramita em regime de urgência e está trancando a pauta de votações do Plenário da Câmara desde o fim de outubro do ano passado
Fonte: http://www2.camara.leg.br/
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Onde está nossa liberdade de expressão?
Vi a notícia: http://www.folhapolitica.org/2013/05/blogueira-censurada-poder-ter-que-pagar.html e fiquei mais indignado com o nosso País. A
data no site é de 23 de Maio de 2013 e o mais interessante é que a blogueira no
Amapá, Alcinéia Cavalcante Costa de 57 que é professora aposentada anos não
falou nada sobre Sarney.
Em 2006 na campanha eleitoral ela fez
uma brincadeira em seu blog onde sugeriu que os internautas fizessem um adesivo
com a frase: “o carro que melhor combina comigo é o camburão da polícia” e
colassem no carro de algum candidato.
A mesma afirmou que a notícia era
voltada para candidatos ao governo, um leitor do seu blog disse que o adesivo
seria para Sarney e depois disso vários leitores saíram falando nomes de
candidatos a governo ou a deputado federal.
Mas o único que não gostou foi Sarney já
os demais não deram importância. E por determinação da justiça a postagem foi retirada,
mas ela criou novas postagens relatando o caso onde daí surgiu outro processo e
cada notícia publicada onde era comentado o fato era alvo de processo até
chegar a dois milhões.
O que constituição fala sobre liberdade
de expressão:
Art.
5º Todos
são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito
à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos
seguintes:
IX - é livre a expressão da atividade intelectual,
artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou
licença;
Interessante que na postagem de 21 de Dezembro de 2013 no
link: http://www.folhapolitica.org/2013/12/homem-e-condenado-pagar-r5-mil-por.html
fala que um homem foi condenado a pagar cinco mil reais por falar em conversa
privada que filho de Lula é um idiota. E interessante ainda teve gente que
falou que o valor da multa foi pouco e o mesmo deveria pagar mais.
Quando se fala em uma intervenção militar no País muitos
criticam as pessoas que defendem a mesma. Mas estamos vivendo em uma ditadura
ideológica nos últimos dias, poucos estão enxergando isso os que enxergam e
expõe são chamados de alienados.
Sutilmente está sendo colocada uma mordaça na sociedade,
onde não poderá mais expor os pensamentos e os oprimidos estão adotando o
método coitadíssimo para serem as vítimas na história.
Joabson João
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Voo com Roberto Marinho recebe ameaça de bomba
A aeronave saiu de Brasília rumo à Boa Vista, mas em Manaus a PF
precisou inspecionar o avião
O deputado federal pastor
Marco Feliciano (PSC-SP) estava no voo da TAM que precisou ser vistoriado pela
Polícia Federal sob ameaça de bomba.
O voo JJ 3540 saiu de Brasília
rumo à Boa Vista (AC), mas ao pousar em Manaus os passageiros foram orientados
a descer da aeronave para que os policiais fizessem a varredura.
O assessor de Feliciano,
Roberto Marinho, relatou que o avião ficou parado na pista por 50 minutos até
que o comandante deu a notícia da ameaça de bomba. “O comandante pediu calma a
todos que a situação estava sob controle, mas houve pânico principalmente
quando as aeromoças começaram a apressar os passageiros gritando ‘corre, corre,
rápido venham rápido’”, relatou.
Ao UOL a TAM informou ter
recebido “um alerta sobre suposta presença de bomba” e por isso precisou
acionar a PF. A Polícia Federal avisou que a ameaça de bomba foi pichada no
banheiro do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino
Kubitschek, onde se lia que a aeronave que faria o voo para Manaus iria “para o
ares”.
“Saímos todos do avião sem
levar nossos pertences de mão e fomos conduzidos pela Polícia Federal para uma
sala onde fizemos uma nova revista através do Raio X”, disse Marinho.
Depois de quase duas horas a
polícia descartou a ameaça e os passageiros puderam seguir viagem
Fonte: Gospel Prime
domingo, 19 de janeiro de 2014
Os rolezinhos devem ser coibidos? Sim!
No sábado, a Folha publicou um excelente artigo de Andrea Matarazzo (PSDB), vereador em São Paulo, explicando por que os relesinhos devem ser coibidos. Reproduzo.
*
Os “rolezinhos” tornaram-se o assunto deste verão. Os encontros de um número expressivo de jovens em shoppings de São Paulo são considerados por muitos como uma espécie de continuação das manifestações de desencanto e indignação de junho passado. Há, de fato, aspectos em comum. Como as passeatas a céu aberto contra a péssima gestão do Estado brasileiro, os “rolezinhos” reúnem participantes que marcam o encontro previamente pelas redes sociais. Em ambos, grupos oportunistas de vários matizes ideológicos procuram pegar carona na notoriedade desses movimentos. No caso dos “rolezinhos”, comerciantes e frequentadores dos shoppings e, depois, a sociedade foram pegos de surpresa. Pois, assim como as manifestações de inverno, a moda do verão surgiu inesperadamente e se tornou o tema predominante das últimas semanas.
*
Os “rolezinhos” tornaram-se o assunto deste verão. Os encontros de um número expressivo de jovens em shoppings de São Paulo são considerados por muitos como uma espécie de continuação das manifestações de desencanto e indignação de junho passado. Há, de fato, aspectos em comum. Como as passeatas a céu aberto contra a péssima gestão do Estado brasileiro, os “rolezinhos” reúnem participantes que marcam o encontro previamente pelas redes sociais. Em ambos, grupos oportunistas de vários matizes ideológicos procuram pegar carona na notoriedade desses movimentos. No caso dos “rolezinhos”, comerciantes e frequentadores dos shoppings e, depois, a sociedade foram pegos de surpresa. Pois, assim como as manifestações de inverno, a moda do verão surgiu inesperadamente e se tornou o tema predominante das últimas semanas.
Mas há diferenças que não podem ser desprezadas. O rastilho de pólvora das manifestações foi o aumento do preço do transporte urbano e, depois, o movimento ganhou corpo com outras reclamações difusas. Não há, no caso atual, um discurso unificado de reivindicações. Não há sequer uma reivindicação expressamente declarada. Recentemente, jovens marcaram um “rolê” em Itaquera a pretexto de diversão. Houve reação dos proprietários de shoppings e das autoridades. Isso acendeu o debate com vezos políticos e ideológicos. Muitos a favor, muitos contra. A sensação que fica é que apoiar os “rolês” é de esquerda e condená-los é de direita. Isso é ridículo, pois interdita o debate, não traz solução. Aliás, é o que vem ocorrendo em diversas frentes: o debate morre, reduzido a ideologia de almanaque ou a meras disputas entre quem é o “bonzinho” e quem é o “mauzinho”.
Não faz sentido ideologizar ou politizar os “rolezinhos”. Ser ou não ser politicamente correto não é nem deve ser a questão. O que temos de defender é a integridade física das pessoas que frequentam locais públicos ou privados de uso coletivo. Também não se pode deixar de lado evidências como o fato de que grupos de mil jovens ou mais (independentemente da classe social, credo ou bairro) em espaços inadequados podem provocar se não depredações e agressões, como já ocorreu, sustos, correrias e atropelos.
A sociedade demanda códigos e padrões de comportamento para que os direitos de todos sejam assegurados. Da mesma forma que não se deve andar de skate em hospitais nem conversar durante um espetáculo, não é aceitável superlotar casas de eventos para não se repetirem tragédias como a da boate Kiss. Em recintos fechados, não é razoável dar margem a tumultos que ponham em risco a segurança das pessoas.
A liberdade de marcar encontros pela internet é uma novidade que demanda cuidados. Uma chamada pode reunir 20 ou 20 mil pessoas. Como controlar uma multidão sem um mínimo de planejamento e organização? Em São Paulo, qualquer evento que reúna determinada quantidade de pessoas, por lei, exige ação da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), do Corpo de Bombeiros, do Samu (Serviço Atendimento Médico de Urgência) e da Polícia Militar.
Eventos sem as medidas de cautela necessárias podem provocar desastres. Como esvaziar um shopping lotado em caso de incêndio? Em caso de tumulto, como evitar acidentes com pessoas mais velhas ou com alguma deficiência? Como proteger as crianças? Como prevenção, é preciso, com bom senso, coibir aglomerações e correrias em qualquer local sem a estrutura necessária.
Ou seja: seu “rolezinho” termina onde começa o do outro, pois a liberdade de cada cidadão é delimitada pela dos demais.
Tags: Andrea Matarazzo, rolezinho
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
QUANDO A DOR PULSA EM NOSSO PEITO
Há momentos em que a dor na alma é tão grande que parece que o ar nos falta, um peso imenso nos esmaga e o brilho dos nossos olhos se vai. Nessas horas não conseguimos sequer falar; apenas gememos. Quando, porém, perdemos as forças, o ânimo, e somos apertados por todos os lados por uma angústia avassaladora, podemos olhar para cima e saber que Deus nos ama e cuida de nós. Do meio da escuridão, Deus acende-nos uma luz e dá-nos um sinal do seu favor. Não há outro refúgio para nós. Não há outro socorro para a nossa alma. Só em Deus nossa alma encontra abrigo nessa tempestade da dor.
Hernandes Dias Lopes.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dilma barra concessão de aeroporto em SP
Presidente manda revogar
autorização concedida na semana passada para privatizar 5 estabelecimentos
regionais
Secretaria da Aviação Civil afirma que houve erro de funcionário;
agência paulista se diz 'perplexa' com decisão
NATUZA NERYDE BRASÍLIA
A presidente Dilma Rousseff mandou a SAC (Secretaria de Aviação Civil)
revogar, urgentemente, a autorização dada na semana passada ao governo de São
Paulo para a concessão de cinco aeroportos regionais à iniciativa privada.
A revogação saiu no "Diário Oficial da União" ontem.
Segundo a Folha apurou, Dilma é contra o mecanismo e só soube de sua
implementação quando a imprensa divulgou a medida adotada pela secretaria.
No dia 9, o "Diário Oficial da União" publicou a autorização
assinada pelo ministro da área, Moreira Franco.
Por meio dela, a secretaria previa a concessão dos aeroportos estaduais
Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí; Antônio Ribeiro Nogueira Júnior, em
Itanhaém; Campo do Amarais, em Campinas; Arthur Siqueira, em Bragança Paulista;
e Gastão Madeira, em Ubatuba.
Mas a decisão estava errada. Em dezembro, Moreira Franco havia tratado
do assunto com a presidente, que, àquela altura, rejeitou conceder a
autorização.
Ainda assim, a medida foi publicada. Moreira Franco disse à presidente,
conforme relatos obtidos pela Folha, que um assessor incluíra a portaria na
pasta de documentos "de rotina" que necessitavam da assinatura do
ministro. Interlocutores do titular da pasta disseram à Folha que o auxiliar em
questão foi demitido.
Oficialmente, a SAC disse, em nota, que o processo de autorização ainda
está em tramitação, porém inconcluso.
"Por um erro na burocracia interna do gabinete, [o processo] foi
levado à assinatura do ministro e publicado no DO' indevidamente."
Mas, segundo relatos de autoridades federais ligadas ao assunto,
dificilmente a autorização será concedida no curto prazo.
PERPLEXA
Os cinco aeroportos são hoje administrados pela Artesp (Agência de
Transportes do Estado de São Paulo), que se disse "perplexa" com a
revogação da autorização.
A concessão, estimada em 30 anos, previa a exploração, a ampliação e a
manutenção dos cinco aeroportos. Os vencedores deveriam realizar obras e
investimentos, além da adequação da estruturação existente e a gestão.
O concessionário também poderia explorar outros serviços, como lojas de
varejo e hotéis na área do aeroporto.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Ataque armado na Nigéria deixa 30 mortos
Um grupo de homens armados matou pelo menos 30 pessoas em um ataque em Shonog, cidade de granjeiros cristãos no centro da Nigéria, onde 25 residentes ficaram feridos e 40 casas foram incendiadas
O ataque aconteceu segunda-feira (07/01), na região de Riyom, no Estado de Plateau, onde são frequentes ataques étnico-religiosos dessa natureza, informou o jornal local Punch. Grupos de líderes religiosos das etnias muçulmanas hausa e fulani costumam enfrentar granjeiros cristãos neste estado.
Vários homens armados invadiram a cidade por volta das 7h do horário local (4h, em Brasília), quando muitos homens tinham deixado suas casas para trabalhar nas fazendas. Muçulmanos radicais dispararam indiscriminadamente contra os moradores da cidade e mataram, principalmente, mulheres e crianças.
Mark Lipido, diretor da ONG local Stefanos Foundation, assegurou que o número de falecidos pode ser superior a 30, já que muitos residentes se refugiaram, após serem feridos, nas florestas próximas. "As informações que nos chegam indicam que os fulani atacaram Shorong. Nossas fontes nos indicam que foram encontrados cerca de 30 corpos na cidade e nas imediações", indicou.
"Os habitantes estão vendo, sem poder fazer nada, como os soldados não atuaram porque não pediram que atuassem", lamentou. Não em vão, o ataque aconteceu apesar da presença de militares nigerianos das Forças Especiais, desdobrados na zona para manter a paz no estado de Plateau.
O porta-voz das Forças Especiais, Salisu Mustapha, disse que o número elevado de pessoas que atacaram os cristãos atrasou a resposta dos soldados. "Os soldados tiveram que solicitar reforços porque eram muitos", declarou Mustapha.
Os enfrentamentos étnico-religiosos são frequentes nesta região central da Nigéria, onde já morreram milhares de pessoas nos últimos anos. A luta pela apropriação dos recursos naturais (como o pasto e a água) entre muçulmanos e granjeiros cristãos é uma das principais causas desta violência.
Fonte: World Watch Monitor e UOL
Vi no: http://www.portasabertas.org.br
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