Radio Evangélica

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

CENSURA EM AGONIA

No Brasil a censura prévia à publicação de obras biográficas está em agonia, após sobreviver por uma década após a edição de um artigo equivocado no novo Código Civil. No período a Justiça vetou 25 obras, segundo levantamento do jornal Folha de São Paulo. Mas a celeuma que se registrou em torno da proibição – anacrônica e de fundo medieval – está levando ao recuo de um pequeno grupo de artistas que vinha defendendo a continuidade da proibição. O Supremo Tribunal Federal deve julgar em breve a questão, só restando reconhecer a inconstitucionalidade do dispositivo; ou o Congresso votará lei revogando o malsinado artigo da legislação civil infra-constitucional.
A propósito, lapidar artigo do professor Joaquim Falcão citou vários aspectos que tornam a vedação inconstitucional, alertando que a proibição alcança mais que biografias: amplia a insegurança jurídica e afeta a divulgação de trabalhos científicos e literários, podendo causar retrocesso à cultura do país. Afinal, foi com base na censura à obra de Galileu que a Itália abortou o desenvolvimento nacional que havia desabrochado no Renascimento; tornando-se um país atrasado, ruralizado e desunido politicamente por 300 anos, até a restauração no final do século 19.
Texto copiado do Boletim Cultural da API (Associação Paranaense de Imprensa)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Para prevenir violência, presos gays são enviados para ala evangélica em presídio


O sistema prisional brasileiro é, sabidamente, deficitário em número de vagas e ineficiente no propósito de recuperar condenados para o convívio social. Porém, um problema mais específico vem causando violência nos presídios e preocupação às autoridades responsáveis: a convivência entre heterossexuais e homossexuais.

No estado do Pará, os responsáveis pela administração dos presídios seguiram uma tendência internacional e implantaram uma separação de celas, criando uma ala para presos homossexuais.
Porém, em um dos presídios, a separação é feita de maneira improvisada, e os detentos gays são enviados para a ala em que a maioria dos ocupantes são de alta periculosidade e evangélicos.
“Aqui a gente já não sente tanto o perigo de violência, porque é uma parte mais tranquila do presídio. Só que a gente percebe o jeito que olham julgando a gente; respeitam, mas não se misturam”, relata José Guedes Gomes, 25 anos, homossexual condenado por tráfico de pessoas, segundo informações do portal Terra.
Um dos diretores da Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneres do Pará, Raicarlos Coelho, afirma que a separação é necessária, e uma bandeira do movimento: “Não dá para tratar igual pessoas tão diferentes, quando pode haver heteros tarados, com a sexualidade reprimida. Essa política é boa e precisa ser implementada nacionalmente”, comenta, afirmando que mantém a esperança de que um dia a separação não seja necessária, devido à convivência pacífica na mesma cela. “Espero que isso possa ocorrer no futuro, mas hoje o resultado é catastrófico. Recebemos relatos de violência só que em presídios essas coisas não costumam ser denunciadas”.
Enquanto esse dia não chega, os presos gays encontram paz dividindo o mesmo teto com cristãos na ala evangélica do presídio.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Os dados vergonhosos da violência: homicídios voltam a superar marca dos 50 mil; SP segue com a mais baixa taxa (confiável) de mortes; violência na Bahia, maior estado governado pelo PT, continua alarmante


Já começam a circular os dados do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O site do Fórum ainda não traz o relatório completo, que, segundo entendi, estará no ar nesta terça. Mas já dá para fazer algumas considerações. O levantamento traz os números da violência no Brasil em 2012. Atenção! O país voltou a superar a marca dos 50 mil homicídios: 50.108, contra 46.177  em 2011. A taxa de mortes violentas subiu de 24 por 100 mil habitantes para 25,8. 
Aqui e ali, já noto, tenta-se forçar a mão e fazer de São Paulo o dado, vamos dizer, negativo do levantamento. Em 2012, com efeito, houve um aumento de número de homicídios no Estado: de 4.193 para 4.936. Pois é… Ocorre que o Estado segue sendo, segundo dados do próprio governo federal, o SEGUNDO EM QUE MENOS SE MATA NO PAÍS EM NÚMEROS RELATIVOS — vale dizer: que leva em conta o tamanho da população: 12,4 homicídios por 100 mil. Só perderia para o Amapá, com 10,4. Ocorre que o anuário distingue dados de alta confiabilidade — como os de São Paulo — dos de “baixa confiabilidade”, como os do Amapá. Assim, entre os estados em cujas estatísticas se pode confiar, São Paulo ainda é o que apresenta a menor taxa de homicídios.
Tão logo os quadros estejam disponíveis, eu os publico aqui. Por enquanto, fiquem com alguns números. Houve um aumento do número absoluto de homicídios e da taxa em 16 das 27 unidades da federação: Amapá (210,9%); Pará (188,1%);  Piauí (47,2%); Ceará (31,2%); Goiás (26,2%); Acre (22,3%); Sergipe (18,2%);  São Paulo (14%);  Rio Grande do Sul (13,1%); Rio Grande do Norte (11,2%);  Tocantins (9,9%); DF (9,9%); Minas Gerais (8,4%); Maranhão (3,4%); Rondônia (0,8%) e Roraima (14,3%).
A Bahia
Dilma prometeu uma verdadeira revolução na segurança pública. Anunciou que a experiência das UPPs no Rio de Janeiro se espalharia Brasil afora — não disse como faria. Só anunciou o milagre. O PT governa o estado mais populoso do Nordeste, o quarto do país: só perde para São Paulo, Minas e Rio (por pouco). Jaques Wagner está no sétimo ano de mandato. A violência no Estado segue sendo escandalosa, estupefaciente.
Com mais de 42 milhões de habitantes, São Paulo registrou 5.180 mortes violentas (latrocínios, homicídios e lesão seguida de morte). Com pouco mais de 15 milhões, houve 5.764 ocorrências na Bahia. Assim, a taxa por 100 mil habitantes no Estado governado por Jaques Wagner situa-se entre as maiores do país: 40,7 por 100 mil, contra 12,4 de São Paulo. 
“Por que falar da Bahia? Só para pegar no pé do PT?” Não! Só para ser óbvio. Os petistas prometeram, na disputa eleitoral, dar uma resposta eficaz à segurança pública. Dilma, reitero, anunciou uma  revolução na área. Wagner governa o estado, diz, em parceria com o governo federal e PRATICAMENTE SEM OPOSIÇÃO. A Bahia é um estado rico, mas que concentra um grande número de pobres; tem à sua disposição tudo o que pode oferecer a modernidade, mas também bolsões de atraso. É uma boa síntese do Brasil. Ali os petistas poderiam demonstrar a sua expertise na área. Em vez disso, nos sete anos de governo do partido, a violência explodiu.
Os nefelibatas ficarão furiososOs tempos andam hostis aos fatos. Vejam estes dados sobre número de presos por 100 mil habitantes:
São Paulo – 633
Bahia – 134
Alagoas – 225
Agora vejam as taxas de homicídios por 100 mil desses mesmos estados:
Alagoas – 62
Bahia – 40,7
São Paulo – 12,4
Vejam que coisa curiosa: mais bandidos presos, menos mortos nas ruas. Mas não diga aos nefelibatas e aos poetas da segurança pública. Eles consideram que esse negócio de afirmar que lugar de criminoso é na cadeia é coisa de rotweiller furioso, de direitista. O submarxismo chulé entende que o “encarceramento” é só uma das expressões da luta de classes. Digo ser “submarxismo” porque os comunas mesmo, os originais, nunca deram trela para maginais e nunca julgaram que o crime fosse um instrumento útil à sua causa. Lênin mandava passar fogo na tigrada. Como não sou leninista, acho que basta prender.
Com todos os dados em mãos, voltarei certamente ao assunto.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 3 de novembro de 2013

A alta do dolar provoca alguns efeitos:


* diminui o poder de compra das famílias por deixar o produto importado mais caro, além deste estar mais caro, os produtos nacionais deixam de ter a devida concorrência e também aumentam os preços. Esses dois efeitos diminui a cesta de consumo das famílias;
* as empresas deixam de investir, pois muitas delas compram bens de capital do exterior, e o problema é similar ao enfrentado pelas famílias. O preço do produto importado fica mais caro, e o nacional também;
* o terceiro problema que você mencionou é em relação as aplicações de estrangeiros, "cuidado em confundir investimento com aplicação", no dia-a-dia chamamos as aplicações por investimentos, mas não é a mesma coisa. Mas, para tentar te explicar qual o problema da depreciação vou usar um exemplo: suponha que um investidor estrangeiro tenha US$ 1 milhão e queira aplicar esse dinheiro no Brasil a uma taxa de 20% a.a., neste dia o câmbio esta 1 R$/US$, então US$ 1 milhão = R$ 1 milhão. Depois de um ano, já considerando os juros o investidor tem R$ 1,2 milhões, caso o câmbio esteja em 2 R$/US$ (houve uma depreciação cambial), quando esse investidor for transformar a sua aplicação em dólar terá US$ 0,6 milhões. Essa depreciação gerou uma perda para o investidor. No início tinha US$ 1 milhão e no fim do período tinha US$ 0,6 milhão.

Sobre a dívida americana. Se por algum motivo o governo americano parar de gastar, o EUA entrará em recessão, como o o grande demandante mundial, isso levaria a um crise mundial. No nosso caso, o problema do superávit da balança comercial (exportações - importações) é que isso diminuiria nossas exportações, levando a obter déficits nessa conta.

por Celso José Costa Júnior mestre em Economia

sábado, 2 de novembro de 2013

Marco Feliciano pode fundar partido

Deputado está insatisfeito com a falta de posturas políticas claras dos evangélicos.
Antes do fim do prazo para a data limite dos políticos que desejavam mudar de partido para concorreram nas eleições de 2014, Marco Feliciano (PSC-SP), foi assediado por PTB e PR.
Acabou ficando no Partido Social Cristão e deve concorrer de novo a deputado federal, embora já tenha surgido boatos que poderia tentar uma vaga no Senado. Houve quem cogitasse ele sair candidato a presidente, mas seu partido lançou o nome de Everaldo Pereira.
Segundo a coluna Radar, da revista Veja, o plano agora é fundar seu próprio partido. Insatisfeito com a clara falta de ideologias e posições dos políticos brasileiros, ele pode tentar criar a 33º sigla do país. Em 2013, o TSE autorizou a criação de dois novos partidos – PROS (Partido Republicano da Ordem Social) e SDD (Solidariedade). A Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, não conseguiu permissão.
Feliciano é incisivo: “Se a coisa continuar como está hoje, eu fundo um partido de direita. Olha em volta e me diz: onde está a direita aqui, onde está a posição, os evangélicos mesmo? Ninguém sabe o que cada um defende, no que acredita”. Contudo, não há nenhum movimento oficial nesse sentido.
Parte da chamada “bancada evangélica”, Feliciano sabe que seus membros pertencem a vários partidos, alguns apoiam o governo Dilma e outros se opõem. Eles só votam “em bloco” quando a questão envolve alguma questão que contrarie os princípios cristãos.


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Bancada federal paraibana vai criar plano de ações integradas de combate à seca

Essa é uma manchete do site portal correio.
Mas não consigo entender uma coisa: O povo nordestino com sede, as obras de transposição do Rio São Francisco paradas. A mídia constantemente fala sobre a obra, mas não vemos nenhuma providência ser tomada por parte do Governo Federal para acelerar o ritmo da obra.
Mas para a Copa do Mundo tem dinheiro. Estádios e mais estádios com obras superfaturadas. Querendo passar para os turistas internacionais uma imagem boa do País. Fazem a velha maquiagem.
É necessário à bancada federal paraibana intervir para perfuração de poços artesianos, construção de açudes e ampliação de açudes já existentes para que o Governo Federal possa ver que o povo está precisando de água.
E o mais interessante é que o Nordeste foi onde ela teve uma boa quantidade de votos, pois é onde está concentrada a massa que sobrevive com o Bolsa Família e acreditam que se o Governo do PT perder a eleição o programa vai acabar.
Vamos esperar para 2014 e que o povo realmente saiba votar.


Joabson João

Treinamento dos leituristas

A CAGEPA (Companhia de Água e Esgoto da Paraíba) junto com a procenge promoveu o treinamento dos leituristas dia 30/10/2013 na regional Marés para aqueles que trabalham em João Pessoa e em Guarabira.
Como toda novidade muitos gostaram, mas também surgiram muitas críticas e dúvidas.
O leiturista João da Silva Paulino falou sobre os novos equipamentos:
Os Novos equipamentos que são impressora e coletor são, inovadores: A impressora é mais compacta e mais leve, o coletor é um celular da Sansung, com um software semelhante ao utilizado no coletor antigo. Porém a principio o teclado fixo analógico foi substituído por um teclado virtual que por seu tamanho reduzido, dificulta a digitação, pois, trata-se de um teclado que precisa ser acionado a cada leitura. No treinamento como já era esperado surgiu muitas dúvidas e com certeza este software utilizado terá que se adequar ao trabalho em campo. Nada virtual.
 O melhor será um coletor de tamanho reduzido, similar ao atual e com o mesmo Soft, que utilizaria à nova e compacta impressora, eliminando o celular que pode se tornar um problema para a leitura e principalmente para o leiturista.

Joabson João

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

"SOLA SCRIPTURA"

Aproveitando que o aniversário da Reforma está aí (31 de outubro de 1517), seria bom lembrar um dos seus pilares, o conceito de Sola Scriptura, “Somente a Escritura”.

Se quisermos achar um evento que sirva como marco histórico para a origem do conceito, a resposta de Lutero na Dieta de Worms (1521) imediatamente vem à mente. Ao ser perguntado, pela segunda vez, se iria se retratar de suas posições expressas nas 95 teses, ele respondeu: “A menos que eu seja convencido pelas Escrituras e pela razão pura e já que não aceito a autoridade do papa e dos concílios, pois eles se contradizem mutuamente, minha consciência é cativa da Palavra de Deus. Eu não posso e não vou me retratar de nada, pois não é seguro nem certo ir contra a consciência. Deus me ajude. Amém.”

Em outras palavras, Lutero declarou que só aceitaria o que pudesse ser provado pelas Escrituras: “Sola Scriptura”. Aceitando somente a Escritura, Lutero deduziu que a salvação era somente pela graça (sola gratia), somente pela fé (sola fide) na pessoa e obra de Cristo (solus Christus), redundando em glória somente a Deus (soli Deo gloria), divergindo, assim, do que era ensinado na sua época e que era baseado na tradição, bulas e declarações de concílios. Como a venda de indulgências, por exemplo. Em outras palavras, o conceito de sola Scriptura é fundamental para o edifício da teologia da Reforma.

Mas, esclareçamos. Como cristão reformado, quando eu uso a expressão Sola Scriptura não estou negando que a Palavra de Deus, a princípio, foi transmitida oralmente, antes de ser escriturada. Também não estou negando que Deus se revelou à humanidade na natureza, por meio das coisas criadas (revelação geral, embora não salvífica) e nem estou reduzindo a atividade do Espírito Santo nos crentes ao momento de leitura da Bíblia. Nem nego a necessidade de pastores, mestres e evangelistas. Eu também não estou dizendo que a Bíblia é sempre clara em todas as suas partes e menos ainda que ela é exaustiva.

Quando os cristãos reformados declaram “Sola Scriptura!” eles estão dizendo fundamentalmente que a palavra que Deus falou através dos séculos através de pessoas que ele escolheu e inspirou, na qual Ele se revelou e revelou sua vontade para seu povo, se encontra agora somente nas Escrituras Sagradas, e em nenhum outro lugar. Esta revelação escrita é suficientemente clara em matérias pertinentes à salvação e santificação do povo de Deus e suficiente para que se conheça a Deus e a sua vontade

Em outras palavras, Sola Scriptura significa que a única regra de fé e prática para os cristãos são as Escrituras Sagradas do Antigo e do Novo Testamento, pela simples razão de que elas, e somente elas, são inspiradas por Deus. A tradição oral, os pronunciamentos dos concílios e líderes religiosos e as opiniões de teólogos não são. Eles podem ser úteis em nossa compreensão das Escrituras e das origens do Cristianismo, bem como nas aplicações de seus princípios às questões de nossos dias, quando não contradizem as Escrituras. Contudo, nenhum deles é a base e o fundamento para minha fé e as minhas práticas. Assim, eu não tenho nenhum problema em aceitar uma tradição oral desde que se possa demonstrar que ela tem origem no ensino dos apóstolos. Da mesma forma, aceito os ensinos dos Pais da Igreja que comprovadamente estão de acordo com os escritos do Novo Testamento.

Da mesma maneira, “revelações” e “profecias” que pretendem adicionar alguma coisa à Escritura, ou que a contradizem, são, como disse Jeremias, meros sonhos e ilusões de profetas que não têm o Espírito de Deus (Jer 23:9-40), pois “o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Ap 19.10).

É claro que não vamos encontrar o slogan Sola Scriptura na Bíblia, pelo menos não como uma frase ou declaração. Mas existem evidências claras o suficiente para aceitarmos que, ao dizer que sua consciência estava cativa somente à palavra de Deus, Lutero estava expressando um princípio amplamente exposto nas Escrituras. Para quem quiser depois consulta-los, acredito que os textos abaixo deixam claro que já há nas próprias Escrituras uma compreensão de que elas são inspiradas por Deus e que nelas Deus fala de maneira autoritativa e suficiente para seu povo:

Jo 5.24; Jo 20.30-31; 2Pe 1.20-21; 2Tm 3.14-17; 1Co 14.37-38; 1Ts 4.8; 2Ts 3.14; 2Pe 3.15-16; Sl 19.7-9; Is 8.19-20; Jo 10.35; Rm 15.4; Hb 4.12; Ap. 22.18-19.

Há outras, mas estas bastam para mostrar que: (1) há uma clara consciência do conceito de Escritura como sendo o meio pelo qual Deus fala; (2) as Escrituras são consideradas, portanto, como a autoridade final nas coisas concernentes a Deus e nossa relação com ele e com os outros; (3) que nenhuma outra fonte de autoridade pode ser colocada ao lado das Escrituras.

É em passagens assim que os cristãos reformados se baseiam para dizer que é somente nas Escrituras que Deus nos fala de maneira autoritativa e final. E portanto, nossa consciência está cativa somente a elas. Enfim, Sola Scriptura.


Augustus Nicodemus Lopes

terça-feira, 29 de outubro de 2013

E disse-lhes: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. (Marcos 16:15)


Essa é a essência do cristianismo: “pregar o evangelho”.
E infelizmente vemos muitos líderes religiosos pregando o que o povo quer ouvir, criando doutrinas internas, comercializando a Palavra de Deus, entre outros absurdos.
Vejo muitos líderes religiosos e até mesmo membros de suas denominações fazendo comparações com outras denominações se considerando superiores porque igreja tal libera isso ou aquilo. Com essas comparações fazem até julgamentos onde falam que só igreja com a placa a qual eles defendem é a única que leva o evangelho a serio. Do outro lado para se defenderem os membros das denominações atacadas falam que é puro fanatismo religioso.
Não sei para que tanta divisão no meio do povo cristão. Esqueceram a essência do evangelho puro, santo e verdadeiro. E estão perdendo o foco que é pregar a Palavra.
Um verdadeiro cristão não deve ser identificado pelos seus costumes nem pelo seu modo de vestir. Um verdadeiro cristão deve ser identificado sim pelo seu testemunho, pela sua vida em santidade. E a prática da pregação do evangelho de Cristo.

Joabson João

Um ano antes das eleições, política econômica está no centro do palanque...


Discussões de temas como juros, câmbio e inflação chegaram ao debate político mais cedo que em eleições anteriores, com os pré-candidatos tentando convencer o mercado de que têm a solução para a retomada do crescimento econômico sustentado  

Débora Bergamasco e João Villaverde - O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - Um ano antes das eleições presidenciais, a economia já subiu no palanque e virou o terreno de disputa entre o governo Dilma Rousseff e a oposição. Na busca por empresários e por apoio do mercado, cada pré-candidato vem tentando de todas as formas convencer que os tempos de crescimento econômico vão voltar em 2015.
No governo, os sinais são de que a "era Dilma II" começará sem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e terá um aprofundamento da estratégia de redução das taxas de juros e desvalorização cambial. Os tucanos, por outro lado, defendem uma forte abertura comercial, o fim das desonerações tributárias a setores específicos, como o atual governo vem fazendo, e o retorno de uma visão mais liberal na economia.
Já o grupo em torno de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva busca se chancelar como alternativa de política econômica. Para isso, aponta para a recuperação do "tripé macroeconômico clássico" (superávit primário, meta de inflação e câmbio flutuante) e desenvolvimento sustentável.
Segundo Campos afirmou ao Estado, as propostas econômicas serão devidamente explicadas em um documento que será editado pelo PSB e por militantes da Rede recém-filiados aos socialistas. "Há uma crise de expectativa em relação ao atual governo", diagnosticou ele (leia mais na página B3).
Além disso, o grupo de Marina conta com economistas desenvolvimentistas, descontentes com a gestão Dilma, como Paulo Sandroni, da FGV-SP, e liberais antes ligados ao PSDB, como André Lara Resende (um dos formuladores do Plano Real) e Eduardo Giannetti da Fonseca.
Um dos principais conselheiros de Lula e também da presidente Dilma, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo avisa: "A questão realmente importante agora é saber como será o cenário para os investimentos a partir de 2015. Os empresários, que são os que contratam trabalhadores e investem em tecnologia, produção e serviços, querem saber quem pode assegurar que haverá terreno para se investir fortemente, e isso fará o crescimento deslanchar."
Crescimento. Ao Estado, o presidente nacional do PSDB, senador e virtual candidato Aécio Neves (MG), afirmou que uma mudança na condução da economia, que faça o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) voltar para um patamar de 4% ou mais, só ocorrerá com a volta dos tucanos ao poder federal.
"Uma vitória do PSDB sinaliza o encerramento de um ciclo de pouca capacidade gerencial, de privilégios setoriais e de uma economia extremamente fechada e ancorada nos bancos públicos; será a mudança para uma coisa diferente, nova", disse Aécio, que esteve em Nova York para encontro com investidores estrangeiros, há duas semanas, e voltou animado: "Todos querem mudança", disse.
O candidato presidencial tucano da última eleição, José Serra (SP), por sua vez, criticou os últimos leilões realizados pelo governo Dilma, que fez das concessões de empreendimentos e obras de infraestrutura ao setor privado sua principal estratégia para recuperar o crescimento econômico.
"O governo interfere ao máximo nas licitações que propõe", afirmou Serra, segundo quem "não dá para interferir na taxa de retorno do empresário; o que se deve fazer é fixar parâmetros e condições mínimas, e então leiloar", disse.