Na véspera da votação da denúncia contra o presidente
Michel Temer e dois de seus ministros, o presidente da Câmara dos Deputados,
Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira, ao ser questionado sobre sua
relação com o governo, que em política não há “amiguinhos”.
Maia acabava de chegar à Câmara na tarde desta terça,
após audiência com Temer, quando foi questionado sobre sua relação com o
Planalto e se seguiriam “amiguinhos para sempre”.
“Em política não tem amiguinho, muito menos para sempre”,
disse o presidente da Câmara a jornalistas.
Maia negou, no entanto, que os recentes atritos com o
governo pautem qualquer atitude sua no comando da Câmara.
“Eu não vou nunca tomar uma atitude na Câmara porque ele
falou uma coisa que eu não gostei”, ponderou. “Eu não misturei o meu conflito
político com a minha ação como presidente da Câmara.”
As rusgas entre Maia e o Planalto ficaram evidentes
quando, visivelmente irritado, o presidente da Câmara reclamou da atuação de
ministros palacianos para filiar parlamentares dissidentes do PSB, cobiçados
pelo DEM, ao PMDB.
Em um episódio mais recente, Maia trocou duras
declarações com o advogado de defesa de Temer por conta da divulgação de vídeos
da delação premiada do empresário Lucio Funaro no site da Câmara.
Antes de saber que o conteúdo havia sido publicado pelo
site da Casa, o advogado Eduardo Carnelós classificou o fato como um “vazamento
criminoso”. Maia, por sua vez, o chamou de incompetente.
Depois, Temer colocou em prática uma operação para apagar
o incêndio e convidou Maia para uma conversa. Mas a divulgação de informações
sobre o teor do encontro trouxe nova crise à relação.
Maia irritou-se com a tese propagada por auxiliares do
presidente segundo a qual a conversa servira para tratar do rito da votação da
denúncia, prevista para quarta-feira.
O presidente da Câmara divulgou uma nota dura,
referindo-se à versão como “falsa” e defendendo que o autor da tese “precisa
repor a verdade dos fatos”.
Nesta terça-feira, Maia garantiu que tais episódios são
“irrelevantes” para condução dos trabalhos na Casa.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson,
afirmou neste domingo que seu país tem a intenção de continuar negociando uma
saída diplomática com a Coreia do Norte, que nos últimos meses fez uma série de
testes com armas nucleares, até que "caia a primeira bomba".
"Os esforços diplomáticos continuarão até que caia a
primeira bomba", apontou Tillerson em uma entrevista concedida hoje ao
canal de notícias "CNN".
As declarações acontecem após a ameaça feita na
sexta-feira por Pyongyang de disparar mísseis perto da ilha americana de Guam
perante o desdobramento militar de Washington na região e uma semana depois de
o presidente americano, Donald Trump, dizer que só "uma coisa" dará
um fim ao conflito, sem especificar a que se referia.
A tensão entre os dois países cresceu de maneira
exponencial devido aos testes nucleares que a Coreia do Norte realizou nos
últimos meses, interpretados como uma clara ameaça tanto para os EUA quanto
para seus principais aliados na região, a Coreia do Sul e o Japão.
Tillerson também fez referência à suspensão do acordo
nuclear com o Irã, sobre o qual Trump disse na sexta-feira estar disposto a
abandonar de forma definitiva se seus "defeitos" não forem
corrigidos.
O secretário de Estado disse estar de acordo com o
secretário de Defesa, James Mattis, que em diversas ocasiões disse acreditar
que o melhor para os interesses americanos é permanecer no tratado, que foi
assinado em 2015 e do qual também fazem parte Rússia, China, Alemanha, Reino
Unido e França.
Tillerson lembrou que, em todo caso, a intenção de Trump
não é romper o pacto, mas forçar uma negociação internacional ou uma lei do
Congresso dos EUA que ajude a eliminar os pontos que considera errôneos.
"Queremos pegar o acordo tal como existe hoje em
dia, e depois apontar todos esses erros", esclareceu Tillerson.
Infelizmente o que o Brasil necessita agora é dessa
limpeza geral.
Precisamos fazer valer o nosso direito à vida, e aos nossos direitos de ir e
vir, aos nossos direitos de ver respeitados os deveres, daqueles que nos devem
satisfações, daqueles que, constitucionalmente, são nossos empregados.
E todo o que não respeitar, que seja preso e que tenhamos as rédeas de condução
de nossas vidas em nossas mãos. (ap. Ely Silmar Vidal)
O intuito é tirar a família de circulação e dessa forma
impor uma nova condição de vida, onde o ser homem ou mulher hétero, passa a ser
crime, porquanto inibe aos que têm uma ideologia distinta daquilo como foram
gerados. Portanto, ser homem, não! Ser mulher, também não!
O objetivo dos que defendem essa ideologia é fazer com que todos sejam tudo e
em todo tempo, a fim de que esteja implantada a bagunça generalizada na mente
do ser humano, e dessa forma, você deixa de ter o seu valor, pois, se você não
tem uma identidade, você não serve para absolutamente nada.
Neste vídeo, vemos o Professor Felipe Nery, que é presidente do Observatório de
Biopolítica, nos mostra de forma bastante didática e clara as consequências
dessa tal ideologia de gênero, e nos mostra que isso é uma organização em busca
da destruição dos valores judaico-cristãos, e assim conseguir a implantação de
uma nova sociedade, onde os valores seriam implantados pelo aqui e agora.
A ideologia de gênero já está sendo implantada, ainda que contrária à vontade
da maioria.
Vamos lutar e bater de frente contra esses canalhas, pois já sabemos onde eles
querem chegar.
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) –
015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 300917 – Ideologia
de Gênero, a Farsa – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para
que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil
a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja
preservada a fonte)
A motivação de alguns grupos em se reunir e congregar é
importantíssima, pois, a “união faz a força”, e juntos os indivíduos conseguem
quórum para decisões importantes na vida dos seus membros. A soma de um grupo
dá força e poder para realizações e destaque para suas atividades.
Então, logo após preencher fichas de filiação e enviar documentos os indivíduos
já estão associados. Mas, com o passar do tempo, pouquíssimas agremiações,
sindicatos, associações e conselhos de diversos segmentos no Brasil enviam
informativos, não atualizam seus sites e devolvem quase nada aos seus filiados
em serviços e produtos que os membros necessitam ou que foram buscar ao se
associar. O que ocorre é que simplesmente mandam seus boletos ou mensagens no
WhatsApp para pagamento da próxima anuidade. Isso é realmente ruim. E faz com
que haja uma saída de muitos associados no ano seguinte.
É óbvio que este artigo é uma crítica às péssimas associações e conselhos de
classe que não atuam com seriedade e profissionalismo. É claro que esta crítica
é para os sindicatos e agremiações que se tornaram "cabides de
emprego" para um grupo de homens e mulheres indolentes. Cada um saberá
onde o sapato aperta ao ler este artigo.
O trabalho ético de algumas associações e conselhos de contribuir socialmente
fica apenas no papel, na troca de opiniões ou no site e nada mais é feito.
Alguns representantes destas associações ainda ficam irritados, quando são
chamados à atenção sobre estes pontos. E quando muito, enviam um pequeno
boletim informativo eletrônico ou uma pequena e insignificante alteração no
site e nada mais.
As mensalidades ou anuidades cobradas deveriam ser convertidas em livros,
revistas, cursos, convênios e outros bônus, como palestras, por exemplo, aos
seus membros associados. Anualmente um encontro poderia ser organizado, onde
todos associados podem acrescer um simbólico valor para realizar um jantar
beneficente ou coisa do gênero. Poderiam ser criados também clubes ou
confrarias pelas próprias associações ou conselhos para produzir outros e
melhores e benefícios aos filiados. Mas raramente isso acontece.
Além do mais, alguns presidentes dizem que suas associações, grêmios,
sindicatos e conselhos são sem fins de lucro. Mas suas arrecadações comumente
vão para os bolsos de seus presidentes, diretores ou membros da diretoria que
locupletam com as contribuições dos outros e desfrutam de vidas abastadas.
Outras associações, porém, vivem na maior penúria por não terem competência
administrativa e por não saberem lidar com a energia do dinheiro.
Precisamos entender que o verdadeiro papel de uma associação ou de um conselho
é gerar uma forma nobre de afirmar valores e a cidadania em razão direta de seu
objeto social. Para isso, as pessoas se reúnem para formar grupos
profissionais, zelar pela conduta, defender suas profissões, agrupar membros
ex-combatentes, promover iniciativas para a cidade e os bairros, defender a
ecologia e o meio ambiente, associar policiais, fazer beneficência, fundar uma
associação para idosos etc.
Algumas pesquisas encomendadas já avaliaram o grau de satisfação dos membros
filiados de diversas associações, agremiações, sindicatos e conselhos em
Curitiba, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A conclusão é que
falta para muitas associações e conselhos o espírito de empreendedorismo, a participação
dos projetos e o associativismo. Apela-se para uma união maior, mas o que
interessa mesmo é a captação maior de membros para aumentar a receita.
Algumas entidades de classe no Paraná alcançam em torno de 20.000 profissionais
chegando a captar um valor expressivo de R$ 5 milhões/ano, isto é, uma renda
mensal de quase R$ 420 mil. Outras muito mais modestas chegam apenas a 1%, isto
é, 200 associados com arrecadação modesta de R$ 50 mil/ano e uma renda mensal
de apenas R$ 4 mil. Com uma diferença brutal de R$ 4.900 milhões, uma
associação assim poderia fazer cursos gratuitos para todos os seus
profissionais, oferecer uma sede própria para receber seus associados, publicar
uma revista informativa, realizar reuniões periódicas, almoços mensais e cafés
da manhã com seu presidente entre outras coisas.
Segundo estudos, os benefícios que uma associação pode gerar em benefício de
seus membros só surtem o efeito desejado quando alinhados com os interesses dos
mesmos e com a gestão de pessoas competentes no comando, e nunca com pessoas
sem preparo e indolentes.
Precisamos urgente mudar este cenário. Mas antes de tudo, precisamos de uma
reforma completa em nosso país, mais respeito com o cidadão e mais honra, ética
e comprometimento com tudo o que fazemos. Um abraço a todos. Obrigado!
(Uberto Afonso Albuquerque da Gama - Possui graduações em Filosofia e Teologia.
Psicanalista na CLÍNICA VIDYA LTDA - Atua também como professor, jornalista,
educador, e editor-chefe da Revista Vidya News).
Pela primeira vez em João Pessoa - PB, o desfile cívico
realizado no dia 7 de Setembro realizado na Avenida Duarte da Silveira, contou
com a presença de membros da OIB - PB (Organização Império do Brasil – Núcleo Paraíba)
que pedem a volta da Monarquia. Onde foi promovido um bandeiraço.
O grupo organizou o encontro através das redes sociais.
O que chamou atenção grupo do foi a falta de informação
de algumas pessoas que estavam presente no desfile, pois teve gente que chegou
a perguntar a alguns integrantes do grupo se a bandeira Monárquica se tratava
da bandeira da Paraíba.
O movimento contou com uma pequena quantidade de pessoas.
Os integrantes afirmaram que o encontro foi um sucesso, pois as pessoas ainda
não conhecem o movimento monarquista.
Além do bandeiraço, os integrantes também entregaram
panfletos, com o objetivo de esclarecer a população quanto ao movimento
monarquio e réplicas da bandeira monárquica aos espectadores do desfile.
Os integrantes do grupo contam com a adesão de mais
pessoas nos próximos anos, pois afirmaram que o movimento vem ganhando força.
“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor
Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do
vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra,
quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha
a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se
opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que
se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.” (2 Ts
2:1-4)
Todos nós a todo tempo ouvimos dizer que Cristo está à
porta, e que Cristo já está voltando, enfim, isso que vem sendo dito já desde
aquela época.
Então o apóstolo nesta epístola busca orientar o povo, a fim de que ninguém se
engane. Se alguém chega para você falando que Jesus está vindo ali, ou que está
na outra esquina, que ninguém te engane, afinal de contas, antes da gloriosa
vinda, existe a necessidade de que se cumpram dois pontos, um é a apostasia, e
o outro é a vinda do anti-cristo, antes do dia da vinda do Senhor.
“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de
Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer
juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas
obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que
ímpios pecadores disseram contra ele.” (Jd 1:14-15)
Como podemos observar, Enoque já no Antigo Testamento, já
testificava acerca da vinda do Senhor, que já naquela época era aguardada. E
nessa passagem de 2 Ts o apóstolo nos adverte a que ninguém nos engane, pois
muitos murmuradores, e pessoas sem o menor discernimento espiritual, ficam
especulando a todo instante que Jesus está chegando. Sim, de fato Ele está
chegando, mas como diz a palavra:
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do
céu, mas unicamente meu Pai.” (Mt 24:36)
“Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera,
e à hora em que ele não sabe,” (Mt 24:50)
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que
estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Mc 13:32)
“Virá o senhor daquele servo no dia em que o não espera,
e numa hora que ele não sabe, e separá-lo-á, e lhe dará a sua parte com os
infiéis.” (Lc 12:46)
Portanto, que ninguém vos engane, antes atenta ao que
está escrito, porque é a tua bússola e quando o Senhor vier, em poder e grande
glória, todo olho o verá, e todos saberemos instantaneamente.
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se
esperam, e a prova das coisas que se não vêem. Porque por ela os antigos
alcançaram testemunho.” (Hb 11:1-2)
Que tenhamos nós essa fé que conduziu nossos antepassados
pelos caminhos que deviam caminhar, a fim de que alcançassem a graça e a
misericórdia, através da qual foram salvos, e que assim também, sejamos salvos
porque cremos que o sangue de Jesus tem todo poder e por Ele entramos na
presença do Pai, que é Eterno e Todo-Poderoso. Amém e amém!
Leitura do capítulo 2 da 2 Epístola de Paulo aos
Tessalonicenses. (versículos 11-15 em árabe e 16-17 em francês)
“E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para
que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a
verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos
ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do
Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para
alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas,
seja por palavra, seja por epístola nossa.
E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em
graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, Console os vossos
corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra.” (2 Ts 2:11-17)
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) –
015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 110817 – Culto
110817 – A vinda do Senhor e os falsos alarmes – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para
que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil
a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja
preservada a fonte)
“Certamente o Senhor JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter
revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Am 3:7)
Conforme tomamos conhecimento neste dia 06/07/17, foi
dado o tiro de misericórdia contra os trabalhos da Lava Jato, e como não
poderia deixar de ser, isso foi feito por membros do alto escalão do atual
governo.
Mais claro e evidente de que a força tarefa atingiu o nervo central da força
corruptiva é impossível, pois somente por essa linha condutora é que podemos
entender o porque de tão dura e conclusiva, como foi a fala do Gilmar Mendes
durante seu voto.
Claro está porém, que temos uma sociedade atuante e pesarosa por estar pagando
tão caro, pela brincadeira proposta pela Elite dominante. A proposta foi: “Nós
gastamos, e vocês pagam a conta!” Mas a sociedade cansou da brincadeira e agora
está querendo ver os irresponsáveis na cadeia. Se você concorda, colabore
conosco.
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374
(VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 060717 – O Senhor não faz nada sem
comunicar a seus servos os profetas – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para
que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil
a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja
preservada a fonte)
É assim que as quadrilhas agem, sempre na penumbra,
sempre no apagar das luzes. De forma sorrateira, eles vão agindo sem dar a
menor chance ao revide.
E é claro que estaremos sempre andando na contra-mão do desenvolvimento, não
somente destruindo nosso país, como também apoiando a destruição de outros
países que foram envolvidos no mar de lamas que nossos últimos governos vêm
envolvendo os governantes desses outros países.
Já estamos vendo que ao cidadão de bem está dado o direito de morrer de fome,
inanição, ou mesmo de bala perdida. Onde estão nossas defesas?
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones:
041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) –
015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 060717 – No apagar
das luzes – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para
que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso
contamos contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil
a mais alguém, ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja
preservada a fonte)
Comediante Michael Palin sobre uma estátua de Lênin em Addis-Adeba, Etiópia.
Há cerca de dez anos, publiquei um livro, A
Estranha Morte do Marxismo, que argumentava vigorosamente que a esquerda
atual não é marxista, mas pós-marxista. Ao contrário dos marxistas tradicionais
e dos socialistas democráticos europeus, o tipo de esquerda que ganhou terreno
desde e até mesmo antes da queda do império soviético é culturalmente radical,
mas apenas secundariamente interessada na mudança econômica.
Nossa esquerda atual faz as pazes com a iniciativa
privada e até com as grandes corporações, de forma que ela possa impor sua
ideia de transformação social e cultural a cidadãos cada vez mais impotentes e
seus respectivos filhos, cada vez mais doutrinados.
Não que essa esquerda seja particularmente amigável com
qualquer coisa que seja privada, incluindo transações econômicas. Mas ela trata
a economia como algo que pode influenciar sem ter de nacionalizar, evitando,
assim, aquelas políticas desastrosas que governos socialistas do passado
tentaram decretar.
Nossa própria elite intelectual esquerdista concluiu com
sensatez que é melhor permitir que as forças de mercado operem ao mesmo tempo
que se asseguram de que a administração pública possa usurpar os lucros, sempre
que houver um pretexto. Além disso, essa elite intelectual constantemente
intimida o povo a acompanhá-la em orientações comportamentais cada vez mais
complicadas, supostamente destinadas a lutar contra a “discriminação”.
É a cultura, e apenas instrumentalmente o governo, que a
esquerda pós-marxista procura dominar; e o tipo de estado administrativo que se
expandiu de forma explosiva em todos os países ocidentais desde a década de
1960 é um instrumento eficaz pelo qual engenheiros sociais e comissários
da sensibilidade podem fazer o seu trabalho.
Embora eu não tenha mudado minha visão sobre como a
esquerda se transformou desde que escrevi meu livro, parece que, de certa
forma, tem havido mais continuidade entre o velho e o novo esquerdista, como
sugeri.
Os antigos marxistas, aqui e na Europa, tornaram-se
multiculturalistas quase que da noite para o dia, enquanto nossos esquerdistas
atuais ainda admiram comunistas do passado (como Fidel Castro) e associam
anticomunistas ao fascismo. Além disso, após assistir à histeria organizada
anti-Trump, que tem cativado a indignação das massas, das autointituladas
indústrias de entretenimento e da mídia desequilibrada, torna-se óbvio que a
esquerda multicultural politicamente correta está seguindo a velha e mais
cerebral esquerda marxista em três aspectos críticos.
1 –
Como os comunistas e também como os fascistas italianos, a esquerda
multicultural nunca se vê ocupando posições de autoridade e/ou sendo capaz de
forçar a falta de vontade em cumprir com suas exigências. Embora a esquerda
compreenda a situação, está sempre se esforçando para tomar o poder. Também
quando parece estar chegando a algum lugar (como na América de Obama), ainda
corre o risco de ser esmagada por forças hostis. Exatamente como a (velha)
esquerda certa vez argumentou, que nenhuma revolução socialista jamais havia
sido plenamente realizada e que os países comunistas ainda estavam “no caminho
para se tornarem socialistas”, também os regimes politicamente corretos de
hoje, como vistos por seus defensores, são apenas os primeiros passos em direção
à superação do passado. São os primeiros passos da longa marcha para o poder;
mesmo que esses passos tenham sido ameaçados quando Hillary Clinton não
conseguiu chegar à presidência.
2 –
Não há meios da esquerda abrir mão das mudanças que já implementou na sociedade
sem que toda a estrutura de mudança esteja em perigo. Isto corresponde à
fórmula de Trotsky de que se a revolução é feita para recuar do estágio D ao
estágio C, então toda a marcha para a nova sociedade poderia ser revertida. Por
conseguinte, a marcha para fora do passado sombrio e repressivo deve ser
seguida incondicionalmente, e qualquer deslize será equivalente a uma
contra-revolução — ou em um discurso esquerdista amedrontador, fazendo com que
as mulheres sejam forçadas a fazer abortos em becos, re-impondo a segregação
racial, e aprisionando homossexuais. Este tipo de pensamento faz todo sentido,
se alguém começa a supor que está em uma situação de “tudo ou nada”.Também não
importa que o presidente Obama tenha cancelado os voos do Iraque para os EUA em
2011 ou que Bill Clinton tenha falado em um discurso do Estado da União em 1994
sobre a interrupção da presença de ilegais nos EUA. Também não devemos perceber
que o predecessor de Donald Trump tenha sido contrário ao “casamento” gay na época
em que foi eleito para a presidência. É nosso, segundo os esquerdistas, o dever
proteger qualquer revolução que esteja em andamento em seu estágio mais
avançado.
3 –
Qualquer um que ameace o processo ainda frágil e reversível de mudança, deve
ser desumanizado. Não pode haver desentendimentos honestos com aqueles que por
desígnio ou por perigosa ignorância estejam trabalhando contra a “esperança e
mudança”. Portanto, é justificado condenar esses reacionários como os mais vis
e malignos dos seres. Como os comunistas, a esquerda atual, particularmente na
Europa Ocidental, caracteriza seus oponentes como “fascistas”. Note que para a
velha esquerda o “fascismo” tinha um significado quase científico. Referia-se
aos defensores de uma forma de capitalismo tardio, que já havia atingido um
ponto de crise mortal. “Fascistas” reprimiram a revolução socialista criando
ditaduras nacionalistas de direita. No processo, os falsos revolucionários
“fascistas” expulsaram os verdadeiros revolucionários de esquerda.
Para a esquerda multicultural, em contrapartida, o termo
“fascista”, utilizado antigamente pelos marxistas foi reduzido a um borrão.
Agora ele diz respeito àqueles que a esquerda está combatendo, isto é, aqueles
que discordam de todos ou de algum aspecto da agenda social da esquerda.
Aqueles que se opõem a essa agenda podem ou talvez devam ser atacados como
nazistas e até mesmo negadores do Holocausto (que um conhecido meu recentemente
me chamou por votar em Donald Trump). Se as pessoas sob ataque não negarem
explicitamente os crimes nazistas, sua visão de “justiça social” será tão
irremediavelmente negativa que se presumirá que eles teriam endossado
entusiasticamente a Hitler. O que mais deve-se pensar de alguém que está
tentando nos empurrar de volta para a idade das trevas, quem sabe para 2008?
Paul Gottfried é “Distinguished Senior Fellow” em
Civilização Ocidental e História das Idéias no The Inter-American Institute, fundado
por Olavo de Carvalho. Passou os últimos trinta anos escrevendo livros e
gerando hostilidade entre “conservadores” aprovados pela mídia mainstream. Seu
trabalho mais recente é a sua autobiografia Encounters. Atualmente prepara um
longo estudo sobre Leo Strauss e seus discípulos para Cambridge University
Press. Suas obras vendem melhor em traduções romenas, espanholas, russas e
alemãs do que no inglês original. A tradução alemã de seu livro
‘Multiculturalism and the Politics of Guilt’ obteve um elogio do Frankfurter
Allgemeine Zeitung em 2004 como “um dos livros mais notáveis do ano”.