Radio Evangélica

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Indagado sobre relação com governo, Maia diz que não há "amiguinho" na política

Imagem: Internet/Reprodução
Na véspera da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer e dois de seus ministros, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira, ao ser questionado sobre sua relação com o governo, que em política não há “amiguinhos”.
Maia acabava de chegar à Câmara na tarde desta terça, após audiência com Temer, quando foi questionado sobre sua relação com o Planalto e se seguiriam “amiguinhos para sempre”.
“Em política não tem amiguinho, muito menos para sempre”, disse o presidente da Câmara a jornalistas.
Maia negou, no entanto, que os recentes atritos com o governo pautem qualquer atitude sua no comando da Câmara.
“Eu não vou nunca tomar uma atitude na Câmara porque ele falou uma coisa que eu não gostei”, ponderou. “Eu não misturei o meu conflito político com a minha ação como presidente da Câmara.”
As rusgas entre Maia e o Planalto ficaram evidentes quando, visivelmente irritado, o presidente da Câmara reclamou da atuação de ministros palacianos para filiar parlamentares dissidentes do PSB, cobiçados pelo DEM, ao PMDB.
Em um episódio mais recente, Maia trocou duras declarações com o advogado de defesa de Temer por conta da divulgação de vídeos da delação premiada do empresário Lucio Funaro no site da Câmara.
Antes de saber que o conteúdo havia sido publicado pelo site da Casa, o advogado Eduardo Carnelós classificou o fato como um “vazamento criminoso”. Maia, por sua vez, o chamou de incompetente.
Depois, Temer colocou em prática uma operação para apagar o incêndio e convidou Maia para uma conversa. Mas a divulgação de informações sobre o teor do encontro trouxe nova crise à relação.
Maia irritou-se com a tese propagada por auxiliares do presidente segundo a qual a conversa servira para tratar do rito da votação da denúncia, prevista para quarta-feira.
O presidente da Câmara divulgou uma nota dura, referindo-se à versão como “falsa” e defendendo que o autor da tese “precisa repor a verdade dos fatos”.
Nesta terça-feira, Maia garantiu que tais episódios são “irrelevantes” para condução dos trabalhos na Casa.


domingo, 15 de outubro de 2017

EUA manterão diplomacia com a Coreia do Norte "até a primeira bomba"

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afirmou neste domingo que seu país tem a intenção de continuar negociando uma saída diplomática com a Coreia do Norte, que nos últimos meses fez uma série de testes com armas nucleares, até que "caia a primeira bomba".
"Os esforços diplomáticos continuarão até que caia a primeira bomba", apontou Tillerson em uma entrevista concedida hoje ao canal de notícias "CNN".
As declarações acontecem após a ameaça feita na sexta-feira por Pyongyang de disparar mísseis perto da ilha americana de Guam perante o desdobramento militar de Washington na região e uma semana depois de o presidente americano, Donald Trump, dizer que só "uma coisa" dará um fim ao conflito, sem especificar a que se referia.
A tensão entre os dois países cresceu de maneira exponencial devido aos testes nucleares que a Coreia do Norte realizou nos últimos meses, interpretados como uma clara ameaça tanto para os EUA quanto para seus principais aliados na região, a Coreia do Sul e o Japão.
Tillerson também fez referência à suspensão do acordo nuclear com o Irã, sobre o qual Trump disse na sexta-feira estar disposto a abandonar de forma definitiva se seus "defeitos" não forem corrigidos.
O secretário de Estado disse estar de acordo com o secretário de Defesa, James Mattis, que em diversas ocasiões disse acreditar que o melhor para os interesses americanos é permanecer no tratado, que foi assinado em 2015 e do qual também fazem parte Rússia, China, Alemanha, Reino Unido e França.
Tillerson lembrou que, em todo caso, a intenção de Trump não é romper o pacto, mas forçar uma negociação internacional ou uma lei do Congresso dos EUA que ajude a eliminar os pontos que considera errôneos.
"Queremos pegar o acordo tal como existe hoje em dia, e depois apontar todos esses erros", esclareceu Tillerson.


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Voto faxina

Infelizmente o que o Brasil necessita agora é dessa limpeza geral.
Precisamos fazer valer o nosso direito à vida, e aos nossos direitos de ir e vir, aos nossos direitos de ver respeitados os deveres, daqueles que nos devem satisfações, daqueles que, constitucionalmente, são nossos empregados.
E todo o que não respeitar, que seja preso e que tenhamos as rédeas de condução de nossas vidas em nossas mãos. (ap. Ely Silmar Vidal)

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 300917 – Voto faxina – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Ideologia de Gênero, a Farsa

O intuito é tirar a família de circulação e dessa forma impor uma nova condição de vida, onde o ser homem ou mulher hétero, passa a ser crime, porquanto inibe aos que têm uma ideologia distinta daquilo como foram gerados. Portanto, ser homem, não! Ser mulher, também não!
O objetivo dos que defendem essa ideologia é fazer com que todos sejam tudo e em todo tempo, a fim de que esteja implantada a bagunça generalizada na mente do ser humano, e dessa forma, você deixa de ter o seu valor, pois, se você não tem uma identidade, você não serve para absolutamente nada.
Neste vídeo, vemos o Professor Felipe Nery, que é presidente do Observatório de Biopolítica, nos mostra de forma bastante didática e clara as consequências dessa tal ideologia de gênero, e nos mostra que isso é uma organização em busca da destruição dos valores judaico-cristãos, e assim conseguir a implantação de uma nova sociedade, onde os valores seriam implantados pelo aqui e agora.
A ideologia de gênero já está sendo implantada, ainda que contrária à vontade da maioria.
Vamos lutar e bater de frente contra esses canalhas, pois já sabemos onde eles querem chegar.

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 300917 – Ideologia de Gênero, a Farsa – imagens da internet)
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Associações e Conselhos no Brasil, geralmente, só pensam em dinheiro

A motivação de alguns grupos em se reunir e congregar é importantíssima, pois, a “união faz a força”, e juntos os indivíduos conseguem quórum para decisões importantes na vida dos seus membros. A soma de um grupo dá força e poder para realizações e destaque para suas atividades.

Então, logo após preencher fichas de filiação e enviar documentos os indivíduos já estão associados. Mas, com o passar do tempo, pouquíssimas agremiações, sindicatos, associações e conselhos de diversos segmentos no Brasil enviam informativos, não atualizam seus sites e devolvem quase nada aos seus filiados em serviços e produtos que os membros necessitam ou que foram buscar ao se associar. O que ocorre é que simplesmente mandam seus boletos ou mensagens no WhatsApp para pagamento da próxima anuidade. Isso é realmente ruim. E faz com que haja uma saída de muitos associados no ano seguinte.

É óbvio que este artigo é uma crítica às péssimas associações e conselhos de classe que não atuam com seriedade e profissionalismo. É claro que esta crítica é para os sindicatos e agremiações que se tornaram "cabides de emprego" para um grupo de homens e mulheres indolentes. Cada um saberá onde o sapato aperta ao ler este artigo.

O trabalho ético de algumas associações e conselhos de contribuir socialmente fica apenas no papel, na troca de opiniões ou no site e nada mais é feito. Alguns representantes destas associações ainda ficam irritados, quando são chamados à atenção sobre estes pontos. E quando muito, enviam um pequeno boletim informativo eletrônico ou uma pequena e insignificante alteração no site e nada mais.

As mensalidades ou anuidades cobradas deveriam ser convertidas em livros, revistas, cursos, convênios e outros bônus, como palestras, por exemplo, aos seus membros associados. Anualmente um encontro poderia ser organizado, onde todos associados podem acrescer um simbólico valor para realizar um jantar beneficente ou coisa do gênero. Poderiam ser criados também clubes ou confrarias pelas próprias associações ou conselhos para produzir outros e melhores e benefícios aos filiados. Mas raramente isso acontece.

Além do mais, alguns presidentes dizem que suas associações, grêmios, sindicatos e conselhos são sem fins de lucro. Mas suas arrecadações comumente vão para os bolsos de seus presidentes, diretores ou membros da diretoria que locupletam com as contribuições dos outros e desfrutam de vidas abastadas. Outras associações, porém, vivem na maior penúria por não terem competência administrativa e por não saberem lidar com a energia do dinheiro.

Precisamos entender que o verdadeiro papel de uma associação ou de um conselho é gerar uma forma nobre de afirmar valores e a cidadania em razão direta de seu objeto social. Para isso, as pessoas se reúnem para formar grupos profissionais, zelar pela conduta, defender suas profissões, agrupar membros ex-combatentes, promover iniciativas para a cidade e os bairros, defender a ecologia e o meio ambiente, associar policiais, fazer beneficência, fundar uma associação para idosos etc.

Algumas pesquisas encomendadas já avaliaram o grau de satisfação dos membros filiados de diversas associações, agremiações, sindicatos e conselhos em Curitiba, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A conclusão é que falta para muitas associações e conselhos o espírito de empreendedorismo, a participação dos projetos e o associativismo. Apela-se para uma união maior, mas o que interessa mesmo é a captação maior de membros para aumentar a receita.

Algumas entidades de classe no Paraná alcançam em torno de 20.000 profissionais chegando a captar um valor expressivo de R$ 5 milhões/ano, isto é, uma renda mensal de quase R$ 420 mil. Outras muito mais modestas chegam apenas a 1%, isto é, 200 associados com arrecadação modesta de R$ 50 mil/ano e uma renda mensal de apenas R$ 4 mil. Com uma diferença brutal de R$ 4.900 milhões, uma associação assim poderia fazer cursos gratuitos para todos os seus profissionais, oferecer uma sede própria para receber seus associados, publicar uma revista informativa, realizar reuniões periódicas, almoços mensais e cafés da manhã com seu presidente entre outras coisas.

Segundo estudos, os benefícios que uma associação pode gerar em benefício de seus membros só surtem o efeito desejado quando alinhados com os interesses dos mesmos e com a gestão de pessoas competentes no comando, e nunca com pessoas sem preparo e indolentes.

Precisamos urgente mudar este cenário. Mas antes de tudo, precisamos de uma reforma completa em nosso país, mais respeito com o cidadão e mais honra, ética e comprometimento com tudo o que fazemos. Um abraço a todos. Obrigado!

(Uberto Afonso Albuquerque da Gama - Possui graduações em Filosofia e Teologia. Psicanalista na CLÍNICA VIDYA LTDA - Atua também como professor, jornalista, educador, e editor-chefe da Revista Vidya News).

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O desfile cívico na Capital paraibana também contou com a presença de Monarquistas

Pela primeira vez em João Pessoa - PB, o desfile cívico realizado no dia 7 de Setembro realizado na Avenida Duarte da Silveira, contou com a presença de membros da OIB - PB (Organização Império do Brasil – Núcleo Paraíba) que pedem a volta da Monarquia. Onde foi promovido um bandeiraço.
O grupo organizou o encontro através das redes sociais.
O que chamou atenção grupo do foi a falta de informação de algumas pessoas que estavam presente no desfile, pois teve gente que chegou a perguntar a alguns integrantes do grupo se a bandeira Monárquica se tratava da bandeira da Paraíba.
O movimento contou com uma pequena quantidade de pessoas. Os integrantes afirmaram que o encontro foi um sucesso, pois as pessoas ainda não conhecem o movimento monarquista.
Além do bandeiraço, os integrantes também entregaram panfletos, com o objetivo de esclarecer a população quanto ao movimento monarquio e réplicas da bandeira monárquica aos espectadores do desfile.
Os integrantes do grupo contam com a adesão de mais pessoas nos próximos anos, pois afirmaram que o movimento vem ganhando força.











Joabson João

Créditos das fotos: Integrantes da OIB paraíba

domingo, 13 de agosto de 2017

Culto 110817 – A vinda do Senhor e os falsos alarmes

“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.” (2 Ts 2:1-4)

Todos nós a todo tempo ouvimos dizer que Cristo está à porta, e que Cristo já está voltando, enfim, isso que vem sendo dito já desde aquela época.
Então o apóstolo nesta epístola busca orientar o povo, a fim de que ninguém se engane. Se alguém chega para você falando que Jesus está vindo ali, ou que está na outra esquina, que ninguém te engane, afinal de contas, antes da gloriosa vinda, existe a necessidade de que se cumpram dois pontos, um é a apostasia, e o outro é a vinda do anti-cristo, antes do dia da vinda do Senhor.

“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.” (Jd 1:14-15)
Como podemos observar, Enoque já no Antigo Testamento, já testificava acerca da vinda do Senhor, que já naquela época era aguardada. E nessa passagem de 2 Ts o apóstolo nos adverte a que ninguém nos engane, pois muitos murmuradores, e pessoas sem o menor discernimento espiritual, ficam especulando a todo instante que Jesus está chegando. Sim, de fato Ele está chegando, mas como diz a palavra:
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.” (Mt 24:36)
“Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe,” (Mt 24:50)
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Mc 13:32)
“Virá o senhor daquele servo no dia em que o não espera, e numa hora que ele não sabe, e separá-lo-á, e lhe dará a sua parte com os infiéis.” (Lc 12:46)
Portanto, que ninguém vos engane, antes atenta ao que está escrito, porque é a tua bússola e quando o Senhor vier, em poder e grande glória, todo olho o verá, e todos saberemos instantaneamente.
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.” (Hb 11:1-2)
Que tenhamos nós essa fé que conduziu nossos antepassados pelos caminhos que deviam caminhar, a fim de que alcançassem a graça e a misericórdia, através da qual foram salvos, e que assim também, sejamos salvos porque cremos que o sangue de Jesus tem todo poder e por Ele entramos na presença do Pai, que é Eterno e Todo-Poderoso. Amém e amém!
Leitura do capítulo 2 da 2 Epístola de Paulo aos Tessalonicenses. (versículos 11-15 em árabe e 16-17 em francês)
“E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.
E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, Console os vossos corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra.” (2 Ts 2:11-17)

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terça-feira, 18 de julho de 2017

O Senhor não faz nada sem comunicar a seus servos os profetas

“Certamente o Senhor JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Am 3:7)
Conforme tomamos conhecimento neste dia 06/07/17, foi dado o tiro de misericórdia contra os trabalhos da Lava Jato, e como não poderia deixar de ser, isso foi feito por membros do alto escalão do atual governo.
Mais claro e evidente de que a força tarefa atingiu o nervo central da força corruptiva é impossível, pois somente por essa linha condutora é que podemos entender o porque de tão dura e conclusiva, como foi a fala do Gilmar Mendes durante seu voto.
Claro está porém, que temos uma sociedade atuante e pesarosa por estar pagando tão caro, pela brincadeira proposta pela Elite dominante. A proposta foi: “Nós gastamos, e vocês pagam a conta!” Mas a sociedade cansou da brincadeira e agora está querendo ver os irresponsáveis na cadeia. Se você concorda, colabore conosco.
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No apagar das luzes

É assim que as quadrilhas agem, sempre na penumbra, sempre no apagar das luzes. De forma sorrateira, eles vão agindo sem dar a menor chance ao revide.
E é claro que estaremos sempre andando na contra-mão do desenvolvimento, não somente destruindo nosso país, como também apoiando a destruição de outros países que foram envolvidos no mar de lamas que nossos últimos governos vêm envolvendo os governantes desses outros países.
Já estamos vendo que ao cidadão de bem está dado o direito de morrer de fome, inanição, ou mesmo de bala perdida. Onde estão nossas defesas?

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

A morte do marxismo revisitada

Comediante Michael Palin sobre uma estátua de Lênin
em Addis-Adeba, Etiópia.
Há cerca de dez anos, publiquei um livro, A Estranha Morte do Marxismo, que argumentava vigorosamente que a esquerda atual não é marxista, mas pós-marxista. Ao contrário dos marxistas tradicionais e dos socialistas democráticos europeus, o tipo de esquerda que ganhou terreno desde e até mesmo antes da queda do império soviético é culturalmente radical, mas apenas secundariamente interessada na mudança econômica.
Nossa esquerda atual faz as pazes com a iniciativa privada e até com as grandes corporações, de forma que ela possa impor sua ideia de transformação social e cultural a cidadãos cada vez mais impotentes e seus respectivos filhos, cada vez mais doutrinados.
Não que essa esquerda seja particularmente amigável com qualquer coisa que seja privada, incluindo transações econômicas. Mas ela trata a economia como algo que pode influenciar sem ter de nacionalizar, evitando, assim, aquelas políticas desastrosas que governos socialistas do passado tentaram decretar.
Nossa própria elite intelectual esquerdista concluiu com sensatez que é melhor permitir que as forças de mercado operem ao mesmo tempo que se asseguram de que a administração pública possa usurpar os lucros, sempre que houver um pretexto. Além disso, essa elite intelectual constantemente intimida o povo a acompanhá-la em orientações comportamentais cada vez mais complicadas, supostamente destinadas a lutar contra a “discriminação”.
É a cultura, e apenas instrumentalmente o governo, que a esquerda pós-marxista procura dominar; e o tipo de estado administrativo que se expandiu de forma explosiva em todos os países ocidentais desde a década de 1960 é um instrumento eficaz pelo qual engenheiros sociais e comissários da sensibilidade podem fazer o seu trabalho.
Embora eu não tenha mudado minha visão sobre como a esquerda se transformou desde que escrevi meu livro, parece que, de certa forma, tem havido mais continuidade entre o velho e o novo esquerdista, como sugeri.
Os antigos marxistas, aqui e na Europa, tornaram-se multiculturalistas quase que da noite para o dia, enquanto nossos esquerdistas atuais ainda admiram comunistas do passado (como Fidel Castro) e associam anticomunistas ao fascismo. Além disso, após assistir à histeria organizada anti-Trump, que tem cativado a indignação das massas, das autointituladas indústrias de entretenimento e da mídia desequilibrada, torna-se óbvio que a esquerda multicultural politicamente correta está seguindo a velha e mais cerebral esquerda marxista em três aspectos críticos.
1 –
Como os comunistas e também como os fascistas italianos, a esquerda multicultural nunca se vê ocupando posições de autoridade e/ou sendo capaz de forçar a falta de vontade em cumprir com suas exigências. Embora a esquerda compreenda a situação, está sempre se esforçando para tomar o poder. Também quando parece estar chegando a algum lugar (como na América de Obama), ainda corre o risco de ser esmagada por forças hostis. Exatamente como a (velha) esquerda certa vez argumentou, que nenhuma revolução socialista jamais havia sido plenamente realizada e que os países comunistas ainda estavam “no caminho para se tornarem socialistas”, também os regimes politicamente corretos de hoje, como vistos por seus defensores, são apenas os primeiros passos em direção à superação do passado. São os primeiros passos da longa marcha para o poder; mesmo que esses passos tenham sido ameaçados quando Hillary Clinton não conseguiu chegar à presidência.

2 –
Não há meios da esquerda abrir mão das mudanças que já implementou na sociedade sem que toda a estrutura de mudança esteja em perigo. Isto corresponde à fórmula de Trotsky de que se a revolução é feita para recuar do estágio D ao estágio C, então toda a marcha para a nova sociedade poderia ser revertida. Por conseguinte, a marcha para fora do passado sombrio e repressivo deve ser seguida incondicionalmente, e qualquer deslize será equivalente a uma contra-revolução — ou em um discurso esquerdista amedrontador, fazendo com que as mulheres sejam forçadas a fazer abortos em becos, re-impondo a segregação racial, e aprisionando homossexuais. Este tipo de pensamento faz todo sentido, se alguém começa a supor que está em uma situação de “tudo ou nada”.Também não importa que o presidente Obama tenha cancelado os voos do Iraque para os EUA em 2011 ou que Bill Clinton tenha falado em um discurso do Estado da União em 1994 sobre a interrupção da presença de ilegais nos EUA. Também não devemos perceber que o predecessor de Donald Trump tenha sido contrário ao “casamento” gay na época em que foi eleito para a presidência. É nosso, segundo os esquerdistas, o dever proteger qualquer revolução que esteja em andamento em seu estágio mais avançado.

3 –
Qualquer um que ameace o processo ainda frágil e reversível de mudança, deve ser desumanizado. Não pode haver desentendimentos honestos com aqueles que por desígnio ou por perigosa ignorância estejam trabalhando contra a “esperança e mudança”. Portanto, é justificado condenar esses reacionários como os mais vis e malignos dos seres. Como os comunistas, a esquerda atual, particularmente na Europa Ocidental, caracteriza seus oponentes como “fascistas”. Note que para a velha esquerda o “fascismo” tinha um significado quase científico. Referia-se aos defensores de uma forma de capitalismo tardio, que já havia atingido um ponto de crise mortal. “Fascistas” reprimiram a revolução socialista criando ditaduras nacionalistas de direita. No processo, os falsos revolucionários “fascistas” expulsaram os verdadeiros revolucionários de esquerda.

Para a esquerda multicultural, em contrapartida, o termo “fascista”, utilizado antigamente pelos marxistas foi reduzido a um borrão. Agora ele diz respeito àqueles que a esquerda está combatendo, isto é, aqueles que discordam de todos ou de algum aspecto da agenda social da esquerda. Aqueles que se opõem a essa agenda podem ou talvez devam ser atacados como nazistas e até mesmo negadores do Holocausto (que um conhecido meu recentemente me chamou por votar em Donald Trump). Se as pessoas sob ataque não negarem explicitamente os crimes nazistas, sua visão de “justiça social” será tão irremediavelmente negativa que se presumirá que eles teriam endossado entusiasticamente a Hitler. O que mais deve-se pensar de alguém que está tentando nos empurrar de volta para a idade das trevas, quem sabe para 2008?

Paul Gottfried é “Distinguished Senior Fellow” em Civilização Ocidental e História das Idéias no The Inter-American Institute, fundado por Olavo de Carvalho. Passou os últimos trinta anos escrevendo livros e gerando hostilidade entre “conservadores” aprovados pela mídia mainstream. Seu trabalho mais recente é a sua autobiografia Encounters. Atualmente prepara um longo estudo sobre Leo Strauss e seus discípulos para Cambridge University Press. Suas obras vendem melhor em traduções romenas, espanholas, russas e alemãs do que no inglês original. A tradução alemã de seu livro ‘Multiculturalism and the Politics of Guilt’ obteve um elogio do Frankfurter Allgemeine Zeitung em 2004 como “um dos livros mais notáveis do ano”.

Publicado no The American Thinker.
Tradução: Daiana Neumann
Revisão: Rodrigo Carmo