quinta-feira, 30 de março de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
“Daria para fazer umas três Lava Jato”, diz procuradora sobre novas provas obtidas
Na semana que passou, a força-tarefa da Operação Lava
Jato completou três anos. De lá para cá, foram 38 fases, 198 prisões, sendo que
23 seguem na cadeia, R$ 10,3 bilhões recuperados aos cofres públicos, 127
acordos de delação premiada, 260 inquéritos policiais instaurados, quatro mil
policiais federais envolvidos e 30 procuradores da República dedicados
exclusivamente aos casos. Gaúcha de Ijuí, a procuradora Jerusa Burmann Viecili
está entre os integrantes da força-tarefa. Ressalta que diante dos últimos acordos
fechados com executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht, não há
estimativa de prazo para conclusão dos trabalhos.
“A quantidade de provas que se têm, daria para fazer umas
três Lava Jato”, destaca.
A procuradora lembra que de nada adianta o esforço dos
procuradores e policiais, se os resultados não aparecerem de forma prática.
“Precisamos passar para a sociedade que a corrupção não
vale a pena. Combate à combate tem que valer para todos. A corrupção tem raízes
profundas e grandes galhos que abraçam grande número de órgãos públicos”,
afirma.
Jerusa destaca que a Operação Lava Jato está no auge, mas
diz que pouca coisa mudou.
“A Lava Jato fez um retrato da corrupção profunda no
país. Mas é muito pouco diante de tudo que tem que ser feito”.
Diante dos números impressionantes e da repercussão
mundial dos trabalhos do Ministério Público Federal e da Polícia Federal,
admite que “ninguém imaginava que tomaria essa proporção”.
Sobre a rotina de trabalho, Jerusa conta que os
procuradores trabalham em dupla ou trio. Mas que muitos dos fatos se entrelaçam
e precisam ser divididos com mais gente. A divisão também é por empresas
envolvidas no esquema e/ou fatos. Sobre o movimento político para anistiar o
caixa 2, sustenta que trata-se de uma discussão falsa.
“Na verdade, o que se pretende é uma anistia ampla aos
delitos de corrupção e de lavagem de dinheiro que foram praticados”, reforça.
(GAÚCHA – Eduardo Matos – eduardo.matos – Foto: Arquivo
pessoal, gaúcha de Ijuí, a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili
integra a força-tarefa – 19/03/2017)
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domingo, 26 de março de 2017
Ditadura Comunista Venezuelana Começa a Sentir Pressão do Governo Trump
A Venezuela sofre a maior crise econômica e social de
toda sua história, causada por anos de políticas socialistas que destruíram a
economia do país e resultaram em uma completa desagregação de seu tecido
social. No entanto, na esfera política tem-se de um lado um regime de ditadura
socialista ligado ao narcotráfico, e de outro uma suposta oposição de viés
social-democrata ocupada unicamente com cálculos eleitorais, e cujo horizonte
limita-se a promover reformas e melhorias no regime socialista.
Mas a despeito desses impasse políticos interno, o regime começou a sentir pressão com a chegada de Donald Trump à Casa Branca. As mudanças na orientação política e diplomática do governo americano em relação à Venezuela começaram a ser percebidas logo nos primeiros dias da nova administração da Casa Branca, quando a ditadura narco-comunista venezuelana solicitou ao novo governo americano que revogasse a medida que classifica a Venezuela como uma ameaça aos Estados Unidos.
Em resposta a esse pedido, o governo americano aumentou as pressões contra o vice-presidente venezuelano Tarek El Aissami, pois os serviços norte-americanos de inteligência e de combate ao narcotráfico têm evidências o bastante das ligações do vice-presidente venezuelano com o tráfico internacional de drogas. As evidências apontam que o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro estão diretamente relacionadas à violência política do regime de ditadura socialista venezuelana.
O chavismo, versão latino-americana do movimento comunista internacional engendrado no Foro de São Paulo e estritamente ligado ao narcotráfico, transformou a Venezuela em um narco-estado, fato seguramente sabido pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos. Um narco-estado socialista que reduziu o país à pobreza e à miséria, transformando a Venezuela no país mais pobre e violento do continente latino-americano.
O governo de Donald Trump já definiu o regime chavista venezuelano como sendo um regime autoritário, devido à falta de liberdade política, a repressão e prisão de opositores, e a falta de independência dos poderes legislativo e judiciário.
Se o governo americano mantiver essa orientação política e diplomática em relação à ditadura narco-socialista venezuelana, cumprindo assim uma das promessas de campanha de Donald Trump, o regime chavista poderá no médio prazo não resistir à pressão. E dessa forma possivelmente os venezuelanos poderão conseguir aquilo que até agora não conseguiram em mais de dez anos de mobilizações de rua: pôr um fim a uma ditadura narco-socialista que arruinou o país.
Mas a despeito desses impasse políticos interno, o regime começou a sentir pressão com a chegada de Donald Trump à Casa Branca. As mudanças na orientação política e diplomática do governo americano em relação à Venezuela começaram a ser percebidas logo nos primeiros dias da nova administração da Casa Branca, quando a ditadura narco-comunista venezuelana solicitou ao novo governo americano que revogasse a medida que classifica a Venezuela como uma ameaça aos Estados Unidos.
Em resposta a esse pedido, o governo americano aumentou as pressões contra o vice-presidente venezuelano Tarek El Aissami, pois os serviços norte-americanos de inteligência e de combate ao narcotráfico têm evidências o bastante das ligações do vice-presidente venezuelano com o tráfico internacional de drogas. As evidências apontam que o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro estão diretamente relacionadas à violência política do regime de ditadura socialista venezuelana.
O chavismo, versão latino-americana do movimento comunista internacional engendrado no Foro de São Paulo e estritamente ligado ao narcotráfico, transformou a Venezuela em um narco-estado, fato seguramente sabido pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos. Um narco-estado socialista que reduziu o país à pobreza e à miséria, transformando a Venezuela no país mais pobre e violento do continente latino-americano.
O governo de Donald Trump já definiu o regime chavista venezuelano como sendo um regime autoritário, devido à falta de liberdade política, a repressão e prisão de opositores, e a falta de independência dos poderes legislativo e judiciário.
Se o governo americano mantiver essa orientação política e diplomática em relação à ditadura narco-socialista venezuelana, cumprindo assim uma das promessas de campanha de Donald Trump, o regime chavista poderá no médio prazo não resistir à pressão. E dessa forma possivelmente os venezuelanos poderão conseguir aquilo que até agora não conseguiram em mais de dez anos de mobilizações de rua: pôr um fim a uma ditadura narco-socialista que arruinou o país.
(por Paulo Eneas – editor do
-:/.criticanacional.com.br/2017/03/24/ditadura-comunista-venezuelana-comeca-a-sentir-pressao-do-governo-trump/
– e – Emma Sarpentier correspondente do Crítica Nacional em Caracas)
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Egito retoma importações de carne de frigoríficos brasileiros autorizados
![]() |
| Rony Santos/FolhaPress |
O Ministério da Agricultura do Egito anunciou neste
sábado (25) a retomada das importações de produtos de frigoríficos brasileiros
autorizados.
Em comunicado, o ministério informou que as importações
de carnes brasileiras estão sujeitas a fiscalização redobrada no país de origem
e na chegada aos portos egípcios para reduzir o risco de entrada de qualquer
produto impróprio ao consumo humano.
Além do Egito, a China e
o Chile reviram
o embargo à carne brasileira após a deflagração da Operação Carne Fraca, da
Polícia Federal, que investiga um esquema de corrupção na fiscalização de
frigoríficos.
O Chile também divulgou comunicado sobre a volta das
importações brasileiras de carne.
A China ainda não confirmou oficialmente a liberação,
anunciada pelo governo brasileiro neste sábado.
quinta-feira, 2 de março de 2017
Assim vão as feminazis no Ocidente
Impressionado com o que vejo exposto em cartazes e corpos
pintados durante manifestações feministas, mundo afora, fui atrás do termo
"feminazi", no Google, e me deparei com diversos conteúdos que
reprovam o vocábulo. Alegam que seria improcedente estabelecer qualquer
analogia entre o feminismo e o nazismo. Ah, é? Então, vamos a isso.
Houve um feminismo cuja importância sociológica e
econômica não pode ser negada. Abusos e desvios de conduta à parte, representou
um esforço legítimo em favor da dignidade da mulher. No entanto, de algumas
décadas para cá, surgiu um feminismo cujas pautas potencializam os males do
machismo. Este, nem em sua expressão mais vulgar consegue ser tão grosseiro e
devasso quanto o feminismo das "feminazis". Com tais características,
tinha tudo para virar movimento político, representante de um grupo social que
se diz oprimido, e ser, então, abraçado pela esquerda. Hoje, todo esquerdista
comprometido acaba sendo, também, feminazi. Ironicamente, o vocábulo serve aos
dois gêneros.
Lembram do "Mamãefalei" e de suas entrevistas
em vídeo, muito interessantes, feitas com invasores de escolas? Numa delas, o
entrevistador mencionou a certa moça que ela dançava muito bem. A dita cuja,
indignada, disparou: "Machista!". Quando ele lhe indagou o motivo
daquele rótulo, ela, mostrando o treino para a conduta odienta, não parou para
pensar: "Porque eu não autorizei você a me dizer que eu danço bem".
Toda(o) feminazi (não vão me enlouquecer!) está num jogo de poder, naquele
clássico formato que a esquerda (sempre ela) administra como coisa sua: dívida
histórica, contas a ajustar, ódios a nutrir e vinganças a aplicar. A mocinha
expressava exatamente essas convicções e sentimentos. Dado que os indivíduos de
cromossomos XY teriam oprimido os de cromossomos XX, através dos milênios (o
que não foi verdadeiro em todas culturas), gerou-se um débito que começou a ser
acumulado nas cavernas e uma agravante onipresente nas relações entre homens e
mulheres. Como produto dessa interpretação, desenvolve-se um ódio de gênero e
uma criminalização da condição masculina, buscando a inversão do quadro anterior
para a futura prevalência de um poder feminino na política e no direito. Voilá!
Ficou claro, agora? O que no nazismo era representado pela raça, no feminazismo
é representado pelo sexo. Leiam os cartazes e os corpos que comparecem pintados
às suas manifestações. Pode ser que exista neles e nos louvores à genitália
feminina alguma sutil menção a algo tão propriamente da mulher como a
maternidade, a geração, a criação de filhos e a amamentação. Nunca vi. Mas se
houvesse, seria algo tipo "Meu leite, minhas regras!".
Quando mencionei os feminazis, veio-me à mente o ministro
Roberto Barroso, do STF que, em recente voto favorável a realização de um
aborto, afirmou que tais atos deveriam ser de livre decisão feminina,
assegurada em nome do princípio constitucional da igualdade, porque homens não
engravidam. Viram o que Deus fez? Imagino que, analogamente, por decorrência do
mesmo princípio, os homens deveriam menstruar ou, as mulheres, parar de ovular.
E vamos ficar por aqui, ministro.
Não devemos esquecer a aliança tácita do feminazismo com
a esquerda mundial. As feminazis, por exemplo, jamais mencionam a situação das
mulheres nos países onde vige a lei da sharia. Aliás, dia 23 de janeiro, em
protesto contra a posse de Trump, feminazis loiras, para incomodar os
republicanos, desfilaram
em Berlim gritando Allahu Akbar... Por fim, nem feministas nem
feminazis abriram a boca quando Reinaldo Azevedo desfechou contra Joice
Hasselmann, durante 24 minutos, ao vivo, pela TV Jovem Pan, o mais estúpido e
grosseiro ataque verbal que a imprensa brasileira já assistiu. Mas Joice é uma
jornalista "de direita" e isso parece fazer dela uma subespécie
daquilo que Dilma Rousseff chamaria de "mulher sapiens".
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
A batalha do cristão
"Porque quero que saibais quão grande combate tenho
por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em
carne; para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor e
enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de
Deus - Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da
ciência." (Cl 2:1-3)
Sabedores de que o mistério de Deus é Cristo o Senhor, que foi exaltado, tendo
Seu nome, sobre todo nome, então entenderemos que a razão da existência não
está no agrado que poderemos ter de um para com o outro, e sim, no quanto
podemos servir a este ou àquele, porque esse é o ministério do cristão genuíno
e verdadeiro.
O ministério que não ajunta, que não se deleita no ouro, na prata, ou mesmo na
meritocracia, uma vez que nossos tesouros verdadeiros serão, desta forma, a
plenitude do espírito que nos revelará toda a sabedoria e toda a ciência, que
está oculta, mas não aos olhos de Deus e daqueles a quem Ele tem por servos,
que a seu devido tempo, serão chamados amigos.
Que essa plenitude te alcance para que tenhas acesso à cura, e à libertação,
que provém da sabedoria que o Divino sopro nos concede para a glória de Deus em
nome de nosso Senhor e salvador Jesus, que é o Cristo de Nazaré, amém e amém!
(ap. Ely Silmar Vidal - skype: siscompar - fones: 041-41-99820-9599 (TIM) -
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Panamá: escritórios da família de ex-presidente são revistados por caso Odebrecht
![]() |
| AFP/Johan Ordóñez |
Procuradores e policiais panamenhos fizeram buscas nesta
quinta-feira em vários escritórios dos filhos do ex-presidente Ricardo
Martinelli e de uma advogada próxima à sua família, no âmbito da investigação
sobre o pagamento de propinas da empreiteira Odebrecht.
"O que se está revistando é o escritório da advogada
Evelyn Vargas, localizado na Importadora Ricamar (propriedade do
ex-presidente), e também os escritórios dos filhos de Martinelli", Ricardo
Alberto e Luis Enrique, declarou à AFP Rogelio Cruz, advogado do ex-presidente.
Na quarta-feira, a advogada panamenha Vargas, vinculada à
família Martinelli, foi detida de maneira preventiva depois de prestar
depoimento na Procuradoria Especial Anticorrupção pelo escândalo da Odebrecht.
Cruz indicou que as buscas estariam relacionadas com as
declarações de Vargas à procuradoria.
Martinelli afirmou no Twitter que seus filhos "não
vivem no Panamá há anos", e qualificou os fatos de "um super show
carnavalesco para desviar a atenção" por parte do atual governo de Juan
Carlos Varela.
O ex-presidente Ricardo Martinelli (2009-2014), que mora
em Miami, é requerido pela justiça panamenha, que o acusa de espionar
opositores, e é investigado por inúmeros casos de corrupção durante seu
governo.
Vargas, sobre quem pesava um alerta vermelho de detenção
da Interpol, chegou na quarta-feira ao Panamá procedente do México, depois que
a polícia internacional coordenou seu regresso ao tomar conhecimento do
interesse da advogada em colaborar com a Justiça.
A advogada é acusada de lavagem de dinheiro por estar
supostamente relacionada com várias empresas nas quais os filhos de Martinelli
teriam recebido possíveis propinas da Odebrecht.
Vargas "é uma simples empregada da importadora
Ricamar", disse seu advogado, René Rodríguez.
Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a
Odebrecht pagou no Panamá, entre 2010 e 2014, mais de 59 milhões de dólares em
propinas.
Atualmente há 17 acusados no Panamá, entre eles os filhos
de Martinelli, sobre os quais pesa uma ordem de prisão da Interpol por suspeita
de terem recebido mais de 20 milhões de euros em propinas.
No entanto, os irmãos Martinelli se desvincularam dias
atrás, em Miami, das sociedades apontadas para a cobrança das comissões.
"Neste caso não existe delito de lavagem de
dinheiro, e isso será demonstrado", disse Cruz.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Força Nacional ficará no RJ e no ES até início de março
![]() |
| Imagem:Internet/Reprodução |
O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou
hoje (15) o uso da Força Nacional em ações de segurança pública no Rio de
Janeiro e no Espírito Santo. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União.
No Rio, os agentes vão atuar na segurança da Assembleia
Legislativa (Alerj) e do Palácio Guanabara, sede do governo, até o dia 2 de
março, “em prol da preservação da ordem pública”.
Os agentes da Força Nacional estão no Rio de Janeiro
desde o início de dezembro para reforçar a segurança nos dois locais e evitar
confrontos em protestos durante votações na Alerj do pacote de ajuste fiscal
proposto pelo governo estadual.
O governo federal também autorizou a permanência das
Forças Armadas na região metropolitana do Rio de Janeiro. Serão 9 mil
homens em missões definidas com o objetivo de liberar efetivo da Polícia Militar
(PM), conforme anunciou ontem (14) o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
"Não existe nenhum descontrole, não existe nenhuma
insuficiência de meios e capacidade ou indisponibilidade dos recursos dos
órgãos de segurança pública para a manutenção da lei e da ordem [no Rio].
Diferentemente do que se passou e vem se passando em alguma medida no Espírito
Santo, não há descontrole, não há desordem", destacou o ministro.
A atuação das Forças Armadas foi autorizada pelo
presidente Michel Temer em decreto publicado no Diário Oficial da União. O
governador Luiz Fernando Pezão havia solicitado o emprego das Forças
Armadas até o dia 5 de março, mas a operação inicialmente vai durar até 22 de
fevereiro. Segundo o ministro, o prazo é padrão, e a continuidade da operação
após esse período será reavaliada.
Espírito
Santo
Já a atuação da Força Nacional no Espírito Santo atende a
pedido do governador em exercício, Cesar Colnago, para conter a crise na
segurança pública no estado, desencadeada pela paralisação de policiais militares.
Os agentes farão o policiamento ostensivo na região por 20 dias (até o dia 4 de
março), podendo ser prorrogado este prazo.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Jungmann diz que greve de policiais no ES mostra declínio e ordem está sendo restaurada
![]() |
| Imagem:Internet/Reprodução |
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou neste
domingo que a ordem e a segurança pública no Espírito Santo foram recuperadas e
que, segundo informações do governo estadual, a paralisação dos policiais
militares está "em declínio".
“A grande Vitória está levando uma vida bem mais
tranquila. Amanhã as escolas estarão funcionando. O comércio abre, como já
abriu no sábado, e o sistema de transporte coletivo deverá operar
normalmente", disse Jungmann, após reunião com o presidente Michel Temer
neste domingo, no Palácio do Jaburu.
"A determinação do presidente da República, de
recuperar a ordem, está sendo atendida”, acrescentou. Ainda assim, o efetivo de
3,1 mil homens das Forças Armadas permanecerá no Espírito Santo.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado,
1.236 policiais militares se apresentara para voltar ao trabalho.
A Polícia Militar, com o apoio do Exército, usou
helicópteros para retirar homens do Batalhão de Missões Especiais e fazer o
policiamento ostensivo nas ruas da região metropolitana da capital.
O movimento, que começou no dia 4 de fevereiro, visa o
aumento de salários dos policiais militares. Mulheres de policiais seguiam
bloqueando a entrada de batalhões.
O ministro afirmou que familiares de PMs ainda permanecem
fazendo protesto nos quartéis por terem apoio dos grevistas remanescentes. “As
mulheres dos PMs continuam lá porque contam em alguma medida, ou muita medida,
com o apoio daqueles que se encontram aquartelados. No nosso modo de entender,
isso não condiz com aqueles que usam fardas. Isso tem que parar”, disse o
ministro a jornalistas em Brasília.
No Rio de Janeiro familiares de policiais militares
também protestaram fora de batalhões, a maioria na região metropolitana da
capital, mas as ações não tiveram impacto no policiamento. Segundo o ministro,
a situação está sendo monitorada.
“Estamos, a pedido do presidente da República,
acompanhando a situação no Rio de Janeiro, onde 97 por cento do policiamento
encontra-se nas ruas. Há um protesto, mas que não tem afetado de forma alguma o
funcionamento policial no Estado. Tudo segue normal nas outras unidades da federação”,
disse.
Jungmann disse ainda que a atuação do governo federal no
Espírito Santo será “a regra” para situações semelhantes que vierem a ocorrer
em outras localidades. O ministro destacou, no entanto, que até agora não foi
detectado um “efeito contágio” da situação em outros Estados.
Além de Jungmann participaram da reunião com Temer os
ministros da secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, da secretaria-geral da
Presidência, Moreira Franco, do Gabinete de Segurança Institucional da
Presidência, Sérgio Etchegoyen, e o ministro interino da Justiça, José Levi do
Amaral.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Entenda o marxismo em um minuto
Todo o evangelho de Karl Marx pode ser resumido em duas
frases: Odeie o indivíduo mais bem-sucedido que você. Odeie qualquer
pessoa que esteja em melhor situação do que a sua.
Jamais, sob qualquer circunstância, admita que o sucesso
de alguém pode ser decorrente de seu esforço próprio, de sua capacidade, de seu
preparo, de sua superioridade em determinada atividade. Jamais aceite que
o sucesso de alguém pode advir de sua contribuição produtiva para algum setor
da economia, contribuição essa que foi apreciada por pessoas que
voluntariamente adquiriram seus serviços. Jamais atribua o sucesso de
alguém às suas virtudes, mas sim à sua capacidade de explorar, trapacear, ludibriar
e espoliar.
Jamais, sob qualquer circunstância, admita que você pode
não ter se tornado aquilo com que sempre sonhou por causa de alguma fraqueza ou
incapacidade sua. Jamais admita que o fracasso de alguém pode ser devido
aos defeitos dessa própria pessoa — preguiça, incompetência, imprudência,
incapacidade ou ignorância.
Acima de tudo, jamais acredite na honestidade,
objetividade ou imparcialidade de alguém que discorde de você. Qualquer
um que discorde de você certamente é um alienado a serviço da burguesia e do
"capital".
Este ódio básico é o núcleo do marxismo. É a sua
força-motriz. É o que impele seus seguidores. Se você jogar fora o
materialismo dialético, o arcabouço hegeliano, os jargões técnicos, a análise
'científica' e todas as inúmeras palavras presunçosas, você ainda assim ficará
com o núcleo do marxismo: o ódio e a inveja doentia do sucesso, que são a razão
de ser de toda esta ideologia.
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