Radio Evangélica

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Secretário de Estado dos EUA visitará México nas próximas semanas

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, visitará o México nas próximas semanas, declarou nesta quarta-feira o secretário de Relações Exteriores do México, Luis Videragay, após reunião em Washington.
Videgaray conversou com os jornalistas após um encontro de mais de uma hora com Tillerson. Segundo o chanceler mexicano, a reunião ocorreu em "tom respeitoso e termos construtivos".
"Acertamos que teremos reuniões frequentes. A próxima será na Cidade do México. O secretário Tillerson irá ao México nas próximas semanas", explicou o chefe da diplomacia do país.
Perguntado se o México está disposto a remarcar a visita do presidente do país, Enrique Peña Nieto, aos EUA, cancelada após uma série de polêmicas, Videgaray respondeu que "por enquanto não".
A reunião ocorreu duas semanas depois do cancelamento, resultado da tensão gerada pela ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para ordenar a construção de um muro na fronteira e pela insistência de que o México pagará pela obra.
"Falamos da importância dos mecanismos de coordenação existentes, tanto em matéria migratória como na questão do combate ao crime organizado e às ameaças terroristas", indicou Videgaray.
Sobre a renegociação do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta), o chanceler afirmou que o governo está realizando um processo de consulta de pelo menos 90 dias com o Senado, o empresariado e outros setores, algo que deve ser completado antes de começar a discutir o pacto.
Pouco antes de Videgaray deixar o Departamento de Estado, um dos assessores mais próximos de Trump, Jared Kushner, também genro do presidente, saiu do local, o que indica que ele participou da reunião.
O chanceler partiu na sequência para um encontro com o secretário de Segurança Nacional, John Kelly, um dos principais responsáveis pelo projeto de construir o muro na fronteira comum. 


domingo, 5 de fevereiro de 2017

A politização da Morte da ex-primeira dama Marisa Letícia

Imagem:Internet/Reprodução
Fazendo uma análise a respeito da morte da ex-primeira dama Marisa Letícia, fiquei indignado com insensibilidade de ambos os lados. Vi muitos que não tem simpatia com o Lula pedindo respeito com a situação (esquecendo o lado político, que é mais do que obrigação para quem tem bom senso e respeito ao ser humano), outros comemoraram a morte, misturando uma coisa com outra.
Não quero aqui também politizar a morte de uma pessoa, nem muito menos faltar com respeito a seus familiares simplesmente por posição política/partidária. Mas se tem algo nojento e de baixíssimo nível que vi nesses dias foi ver alguns grupos e até mesmo jornalistas que tem ligação direta com os movimentos de esquerda falando que a culpa da morte da ex-primeira dama está na conta do Juiz Sergio Moro. Volto a falar que politizar a morte é uma total falta de respeito. Como cristão e como humano me coloco no lugar da família. Mas quem se aproveita de situações como essa para politizar e se promover politicamente, ou até mesmo aplaudir quem são os supostos responsáveis por essas atitudes é gente totalmente sem ética e sem moral.
Mas aos tais que resolveram colocar a morte de dona Marisa na conta do Moro. Deixo uma simples pergunta a vocês: As mortes das pessoas que morrem na fila do SUS devemos colocar na conta de quem?
Apenas para reflexão deixo a frase de Dallagnol: "A corrupção mata mais que um homicídio".
Gostaria de ver vocês com essa garra toda para defender o povão que sofre por conta da corrupção dos que estão no poder. Mas vejo que preferem está defendendo quem os rouba todos os dias e tem a sua disposição tudo do bom e do melhor. Pelo simples fato de simpatizar com os mesmos.


Joabson João

Sam Harris, que apoiou Hillary, reconhece: “A esquerda se aliou com os islâmicos”

Durante uma discussão no programa Real Time, de Bill Maher, o autor Sam Harris chegou a questionar a restrição à imigração vinda de alguns países islâmicos (como Trump decretou), mas ao mesmo tempo criticou a esquerda pelo apoio incondicional ao islamismo, mesmo o mais radical, conforme matéria do Breitbart.
Para Harris, “a esquerda se aliou com islamistas e seus aliados”.
Ele prossegue dizendo que não é racista ou fascista “não querer importar pessoas em sua sociedade que pensam que cartunistas devem ser assassinados por desenharem o profeta, certo? Esta é uma demanda totalmente racional, e a esquerda está demonizando qualquer um que fale isso”.
Ele também lembrou que se cientologistas ou mórmons estivessem agindo da mesma forma que os islâmicos radicais, as pessoas teriam menos paciência com eles, logo existe “um gigantesco duplo padrão aqui”.
Em tempo: discordo de Harris em vários pontos, mas em uma coisa ele é coerente. Em sua crítica às religiões como um todo. Dessa forma, ele tem motivos para se sentir incomodado por não poder criticar o islamismo, enquanto pode criticar o cristianismo e o hinduísmo. Tudo em razão da censura promovida pela esquerda.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

OAB diz que homologação de delações atende a anseio da sociedade

Imagem: Internet/Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se posicionou hoje (30) favoravelmente à decisão da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, de homologar as delações de 77 executivos e ex-funcionários da empresa Odebrecht, nas quais eles detalham o esquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato.
Por meio de nota, o presidente da entidade, Claudio Lamachia, disse que Cármen Lúcia atendeu ao anseio da sociedade por justiça ao homologar as delações. “A homologação é um ato de justiça não apenas à memória do ministro Teori Zavascki, mas de garantia à sociedade de que o julgamento da Lava Jato não será interrompido ou mesmo atrasado, beneficiando corruptos e corruptores”, afirmou Lamachia.
A OAB já havia se manifestado pela não paralisação do procedimento em razão da morte do relator da matéria no STF, Teori Zavascki. Com a homologação das delações, os mais de 800 depoimentos prestados pelos executivos e ex-funcionários da Odebrecht ao Ministério Público Federal (MPF) se tornaram válidos juridicamente e podem ser utilizados como prova.
A expectativa agora é saber se Cármen Lúcia irá retirar o sigilo das delações, nas quais os ex-executivos citam dezenas de políticos com mandato em curso como envolvidos no pagamento de propinas. Entre os delatores está o ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, que se encontra preso desde 2015 em Curitiba e já foi condenado a 19 anos de prisão pela primeira instância da Justiça Federal.
Na nota, o presidente da OAB defendeu a retirada do sigilo das delações. “É preciso que fique bastante claro a toda sociedade o papel de cada um dos envolvidos, sejam da iniciativa privada ou dos setores públicos. Nessas horas, a luz do sol é o melhor detergente", destacou.
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) também se posicionou a respeito da determinação de Cármen Lúcia. O presidente da entidade, Roberto Veloso, disse que a decisão permite que o processo não seja paralisado. "A presidente do Supremo Tribunal Federal demonstrou o seu compromisso com a celeridade processual ao homologar no plantão a delação dos responsáveis pela Odebrecht. A delação homologada permitirá a identificação dos envolvidos na prática das infrações penais e na recuperação dos recursos desviados pela corrupção", disse por meio de nota.
A homologação das delações ocorre após a morte do relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, no dia 19 de janeiro, com a queda de um avião no mar próximo a Paraty (RJ). Ele trabalhava durante o recesso do Judiciário para conseguir finalizar a homologação.
Após a morte de Teori, restou à ministra Cármen Lúcia a prerrogativa de homologar as delações durante o recesso do Judiciário, por ser presidente do Supremo.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ricardo e Ministro da Integração vão visitar obras da Transposição segunda-feira

O governador Ricardo Coutinho se reuniu, nessa quarta-feira (25), em Brasília, com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. O encontro teve o objetivo de discutir questões relacionadas às obras da transposição do Rio São Francisco. Na ocasião, o ministro confirmou ao governador que virá, na próxima semana, ao estado para verificar a situação de alguns açudes e inspecionar, novamente, as obras do Eixo Leste da transposição.
Após a audiência, Ricardo comentou que o ministro Barbalho afirmou que as águas do Rio São Francisco chegarão ao município de Monteiro em março. “As águas devem chegar em Monteiro no início do mês de março e, provavelmente, depois de uns 30 dias chegarão em Boqueirão, que abastece Campina Grande. Porém, é preciso estruturar a sustentabilidade da operação do sistema, não só do ponto de vista financeiro, mas essa é a grande preocupação do Governo Federal e nossa também. O sistema tem que ser autossustentável, ele é caro, afinal é a maior obra de transposição hídrica da história do Brasil e precisa ter recursos suficientes. É preciso mandar a matéria para a Assembleia Legislativa que será enviada a partir do momento que haja o decreto presidencial, além de outras medidas”, observou Ricardo.
O governador também adiantou que, na próxima segunda-feira (30), o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, estará na Paraíba onde realiza várias visitas às obras. “Na segunda-feira (30), irei fazer algumas visitas de trabalho, com o ministro Helder Barbalho, no açude de Poções e no açude de Camalaú, também em duas estações elevatórias em Pernambuco, para que a gente possa nivelar os entendimentos a cerca dos trabalhos e acompanhar a finalização dessa etapa das obras de transposição para que a água possa chegar até a cidade de Monteiro”, concluiu.


Déficit da Previdência cresce 60% em 2016 e vai a R$151,9 bi, diz ministério

Imagem:Internet/Reprodução
BRASÍLIA (Reuters) - O Regime Geral da Previdência Social registrou um déficit de 151,9 bilhões de reais no ano passado, em valores atualizados pelo INPC, um aumento de 59,7 por cento sobre 2015, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda.
Em valores nominais, o déficit somou 149,7 bilhões de reais.
A arrecadação total foi de 364 bilhões de reais, uma queda de 6,4 por cento sobre o ano anterior, enquanto as despesas aumentaram 6,6 por cento para 515,9 bilhões de reais.
A Previdência urbana teve déficit pela primeira vez depois de sete anos de superávits, registrando um resultado negativo de 46,8 bilhões de reais. Já a Previdência no setor rural teve um déficit de 105 bilhões de reais.
O déficit crescente da Previdência é um dos principais argumentos do governo para defender a reforma enviada ao Congresso em dezembro.
Nesta manhã, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que o governo vai trabalhar para que a reforma seja aprovada no menor prazo possível, mas entende que precisa respeitar o tempo do Congresso.
”É um tempo do Congresso Nacional. O que nós faremos é nos dedicar ao máximo para que haja uma tramitação rápida”, disse a jornalistas durante evento sobre a Lei de Responsabilidade das Estatais.
Oliveira disse também que o ministério está desenvolvendo uma série de atividades para efetivamente implantar e fazer com que todas as estatais estejam em conformidade com a nova lei, regulamentada no final do ano, que estabelece normas para a indicação de diretores, presidentes e membros dos conselhos de administração.
Segundo ele, Banco do Brasil, BNDES e Petrobrás estão próximos de cumprir todos os requisitos e até março já estarão completamente adequados.



domingo, 22 de janeiro de 2017

Polícia detém 17 por ataques e rebelião em Natal; ônibus não voltam a circular

Dentre eles, estão cinco possíveis líderes do PCC; transporte público não funciona neste domingo, 22

Imagem: Marco Antônio Carvalho/Estadão
NATAL - A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte divulgou neste domingo, 22, que, na última semana, 17 pessoas foram detidas por ligação com a rebelião que deixou 26 mortes na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Grande Natal, e pela onda de ataques que se seguiu na capital e no interior. Contra elas, foram instaurados inquéritos que deverão apurar as responsabilidades dos envolvidos em crimes como homicídio e incêndio. Mesmo com a chegada completa do efetivo previsto das Forças Armadas, 1,8 mil agentes, ônibus do transporte público tiveram a circulação reduzida pelo quinto dia. 
O balanço da secretaria inclui os cinco homens retirados do pavilhão 5 de Alcaçuz dois dias depois do massacre. Eles foram apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e teriam coordenado as mortes. O grupo foi autuado por dano ao patrimônio público, lesão corporal, vilipêndio de cadáver e organização criminosa, além dos 26 homicídios qualificados. Cláudio Candido do Prado, Tiago de Souza Soares, Paulo da Silva Santos, José Francisco dos Santos e Paulo Márcio Rodrigues de Araújo aguardam que a Justiça analise o pedido para transferência a uma unidade federal. 
Além da Polícia Militar, participaram das prisões os agentes da Força Nacional de Segurança, cujo efetivo no Estado foi reforçado desde a semana passada, e da guarda municipal. Entre os detidos estão dois adolescentes, além de homens que foram presos tentando jogar munição para dentro de Alcaçuz e envolvidos com os incêndios contra veículos do transporte público e carros oficiais.


Presidente do México concorda em se encontrar com Donald Trump

AFP/Mandel Ngan
O presidente do México, Enrique Peña Nieto, teve no sábado sua primeira conversa telefônica com Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e, fazendo votos por um "novo diálogo" que traga "bons resultados", os dois concordaram em se reunir no dia 31 de janeiro, informaram as duas presidências.
Mas estas boas intenções já enfrentaram um obstáculo, quando o porta-voz da Casa Branca, Sean Psicer, deu a notícia referindo-se a Peña Nieto como "primeiro-ministro".
Na manhã de sábado, Peña Nieto reiterou suas saudações ao novo presidente americano e durante um telefonema "expressou a vontade do México de trabalhar em uma agenda que beneficie os dois países, com um enfoque de respeito à soberania", indica um comunicado da presidência mexicana.
Pouco depois, Spicer informou em uma coletiva de imprensa que Trump "conversou com o primeiro-ministro do México, Peña Nieto, sobre uma visita" que será realizada a Washington no dia 31 de janeiro.
Este telefonema ocorre quase cinco meses depois da visita que Trump fez ao México quando ainda era candidato, provocando uma onda de repúdio social contra Peña Nieto e a renúncia do então ministro da Fazenda, Luis Videgaray, promotor do encontro entre o presidente mexicano e o candidato republicano.
Na ocasião, a residência presidencial de Los Pinos abriu suas portas ao magnata, e em uma coletiva de imprensa lado a lado Trump defendeu seu direito de construir um novo muro fronteiriço pago pelo México, enquanto Peña Nieto denunciou timidamente os adjetivos - de "estupradores" a "criminosos" - que o magnata utilizou para se referir aos imigrantes mexicanos.
No sábado, Peña Nieto "reiterou a prioridade estratégica dos laços bilaterais (...) e expressou seu interesse de manter um diálogo aberto" com os Estados Unidos, acrescenta a nota presidencial.
No dia 4 de janeiro, Videgaray voltou ao gabinete de Peña Nieto, desta vez como chanceler.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Presidente mexicano felicita Trump e defende 'diálogo respeitoso'

AFP/Arquivos/Pedro Pardo
O presidente do México, Enrique Peña Nieto, felicitou nesta sexta-feira Donald Trump por sua posse como presidente dos Estados Unidos e defendeu o fortalecimento das relações bilaterais, após o polêmico discurso anti-México durante a campanha eleitoral.
"Felicito o Presidente @realDonaldTrump por sua posse. Trabalharemos para fortalecer nossa relação com responsabilidade compartilhada", escreveu Peña Nieto no Twitter, ao garantir que seu governo estabelecerá "um diálogo respeitoso" com seu par americano.
"A soberania, o interesse nacional e a defesa dos mexicanos guiará a relação com o novo governo dos Estados Unidos".
Trump promete construir um novo muro na fronteira sul dos Estados Unidos e obrigar o México a pagar por ele. Durante a campanha eleitoral, chamou os imigrantes mexicanos de "criminosos" e "estupradores".
O então candidato ameaçou retirar os EUA do Tratado de Livre Comércio com México e Canadá e prometeu sobretaxar as grandes montadoras de veículos que abrirem novas fábricas no México.
O México envia 85% de suas exportações para os Estados Unidos, onde vivem cerca de 11 milhões de imigrantes ilegais, muitos deles mexicanos.
O chanceler mexicano, Luis Videgaray, e o ministro da Economia, Ildefonso Guajardo, se reunirão em 25 e 26 de janeiro com integrantes do governo de Trump para analisar temas de segurança, imigração e comércio.



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Paraíba perde R$19 mi em impostos por furtos; Energisa lança campanha de combate ao “gato”

De acordo com a Energisa, se todos os gatos fossem extintos no Estado, a conta de energia elétrica poderia ficar até 5% mais barata

Imagem:Walla Santos
Os famosos “gatos” na energia elétrica são responsáveis pelo desvio 160 GWh na Paraíba. A prática criminosa, segundo a Energisa, daria para abastecer 111 mil residências por mês no estado. Com o furto, o  volume de imposto que o Estado deixa de arrecadar mais de R$ 19 milhões em recolhimento de ICMS.
Para combater essa prática criminosa, a Energisa lança, hoje (17), uma campanha para incentivar a população a denunciar o crime. Com o título “Você sabe o que é certo. Errado é fazer gato”, a campanha vai ao ar na TV com vídeos de 30 segundos, spots de rádio e anúncios nos canais digitais da empresa.
 “Queremos que toda a população entenda a necessidade e a importância de denunciar quem faz gato, pois quem pratica esse crime está lesando toda a sociedade. Por isso, investimos nessa campanha e mostrar ao cidadão o quão importante ele é no combate dessa prática”, explica o diretor-presidente da Energisa Paraíba e Energisa Borborema, André Theobald. 
De acordo com a Energisa, se todos os gatos fossem extintos hoje, no Estado da Paraíba, a conta de energia elétrica poderia ficar até 5% mais barata. “Dá para ter uma noção do quanto somos todos lesados pelo cidadão que pratica o furto de energia. Precisamos acabar com essa prática que prejudica toda a sociedade”, diz Fabrício Sampaio, gerente do Departamento de Medição e Combate a Perdas (DMCP).