Radio Evangélica

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A mentira que Karnal lançou para tentar inocentar o PT deixaria até Goebbels ruborizado

Eu estava devendo este post há tempos, mas, enfim, é o momento. Como desmascarador de fraudes intelectuais, escrevê-lo é agradável e divertido. Digamos que refutar embusteiros é praticamente um esporte. 

Eis minha promessa: demonstrar que a principal fraude intelectual criada por Leandro Karnal para tentar inocentar o PT de seu projeto totalitário de poder baseado na corrupção também seria capaz de inocentar Hitler pelo Holocausto e o Maníaco do Parque por seus assassinatos e estupros. 
(Na verdade, seria uma "inocentação" psicológica sobre incautos, pois tudo é apenas um truque hipnótico) 

Hora de desconstruirmos a fraude. 

Antes, veja a implementação do truque de Leandro Karnal no vídeo abaixo: 

Agora é só decodificar o esquema, que possui cinco passos bem claros e que podem ser reproduzidos a todo momento para inocentar qualquer grande barbárie da humanidade. Isso, é claro, até um desmascarador de fraudes te interromper. 

Veja o passo-a-passo: 

Identificar o alvo da atrocidade ética (a ser inocentado) 
Aplicar o espantalho e fingir que o item anterior se relaciona a falhas morais banais e comuns 
Diluir a responsabilidade, com exemplos dessas falhas morais banais e comuns 
Dizer que os praticantes dessas falhas morais banais e comuns são responsáveis pelas atrocidades daquele praticante das monstruosidades (e que está sendo inocentado com o truque) 
Fazer o público ouvinte se sentir culpado pelas maiores atrocidades do mundo 

Agora vamos aplicar o padrão de Karnal para quem quiser inocentar o PT de seu projeto totalitário de poder, bem como inocentar Hitler do genocídio e também o Maníaco do Parque de todos os seus estupros e assassinatos. Observe que o truque, como já disse, só vai funcionar para quem não percebeu a estrutura do ardil. O objetivo deste texto não é que você propague o truque, mas que o refute, sendo capaz de explicar a armação. 

No primeiro passo, o argumentador psicopata vai identificar o alvo da crítica oponente. Como já mencionei anteriormente, pode ser o imperdoável projeto totalitário de poder do PT (no qual a corrupção foi apenas um meio), o genocídio de Hitler e os estupros e assassinatos cometidos pelo Maníaco do Parque. 

No segundo passo, existe uma parte essencial do truque, com a aplicação do espantalho. Em suma, o objeto da crítica (a imoralidade gravíssima) é escondido para ser comparado a algo que possui apenas alguma relação com este objeto. Veja como o modelo se aplica: 

O projeto totalitário de poder é escondido, para ser tratado apenas como "casos de corrupção" 
O genocídio de Hitler igualmente é escondido, para ser tratado apenas como "agressões entre pessoas" 
Os assassinatos e estupros do Maníaco do Parque são escondidos, para serem tratados como "atos de falta de respeito entre pessoas do sexo oposto 

Após este passo, começa o item três do truque: encontrar responsáveis – em grande quantidade – pelas práticas imorais de menor grau, para fingir que eles são exemplos das práticas imorais de altíssimo quilate. Quer dizer: nós não encontramos facilmente pessoas que empreendem projetos totalitários de poder com base na corrupção, mas encontramos aqueles que pagaram propina para o fiscal da banquinha de jornal. Igualmente não encontramos praticantes de genocídio, mas encontramos muitos que já deram pontapé em jogo de futebol ou xingaram alguém no trânsito. Pelo mesmo padrão, não encontramos muitas pessoas que praticam assassinatos ou estupros em série, mas encontramos mais facilmente aqueles que 
fizeram uma piada grosseira para o(a) parceiro(a). 

No passo quatro, portanto, é preciso responsabilizar os praticantes das falhas morais menores pelos atos (raros, felizmente) dos praticantes das grandes atrocidades morais da humanidade. Observe os verbal assault patterns: 

"A corrupção não começa com o PT. Começa com aquele que passa com o carro pelo acostamento." 
"A agressão entre pessoas não começa com Hitler. Começa com aquele que xinga alguém no trânsito." 
"A grosseria entre pessoa do sexo oposto não começa com o Maníaco do Parque. Começa com aquela esposa que faz piada sobre o costume do marido tomar cerveja". 

O toque final vem com o passo cinco: fazer com que sua audiência se sinta "culpada" por – caso tenha praticado um dos atos menores – pelas maiores atrocidades da humanidade. Note que o truque funciona quando o público, hipnotizado, não percebe a transição feita no passo 1, onde o projeto totalitário de poder é tratado como "corrupções do cotidiano", ou o genocídio é tratado por "agressões entre pessoas" e os assassinatos/estupros em série por "grosserias entre pessoas do sexo oposto. É este truque – envolvendo estratagemas erísticos bem 
arquitetados – que permite que alguém saia da sessão de doutrinação achando que "a corrupção do PT começou com o sujeito que passou com o carro no acostamento". 

A partir do momento em que alguém foi seduzido pelo truque de Karnal, não há mais capacidade de estabelecer um debate racional com esta pessoa, a não ser que ela seja desperta do embuste. Em muitos casos, ela não fará isso, pois parte de seu público também é composta de pessoas desonestas da extrema-esquerda. Mas Karnal tem conseguido empreender seus truques até mesmo em pessoas que não pertencem à extrema-esquerda. 
Nesse caso, as pessoas se encontram em colapso cognitivo. Algumas até dizem que "estão praticando pensamento crítico", embora, como vimos nesta desconstrução (com decodificação), o truque só é digno de enganar incautos. 

Seja lá como for, agora você possui instrumentos para não cair em um dos principais estratagemas de Leandro Karnal, que demonstra uma monstruosidade moral capaz de apavorar até alguns psicopatas e um nível de prática sofística que deixaria Epicuro, Marx e Goebbels humilhados. 




PEC 241: Motivações e Objetivo

Post escrito por Dimas Barreto de Queiroz, responsável pelas postagens relacionadas à contabilidade pública  no blog Contabilidade e Métodos quantitativos.

Estava preparando um estudo de caso sobre a PEC 241 para minha turma de contabilidade pública e resolvi compartilhar o material para que todos tenham acesso.

Acompanhei diversas publicações nas redes sociais e fiquei impressionado com a enorme quantidade de informação errada e incompleta que está circulando. O lado negativo é que as pessoas têm acesso e formam suas opiniões com base em tais informações, equivocadas.

Bom, antes de comentar sobre o conteúdo da PEC 241, é necessário esclarecer o contexto no qual ela foi elaborada e seu objetivo. Vamos começar pela motivação para elaboração da PEC 241.

O Resultado Primário consiste na diferença entre as receitas e despesas primárias (basicamente, são receitas e despesas não financeiras da organização pública). Ele consiste em um dos principais indicadores para avaliação da política fiscal do Ente da Federação. Um superávit primário significa que houve uma “poupança” destinada ao pagamento de juros da dívida pública, com o objetivo de manter a dívida estável ou reduzi-la (se possível). Um déficit primário significa que, excluídos os gastos com o serviço da dívida, o governo gastou mais do que arrecadou.

Apresento agora a série histórica de receitas e despesas primárias do governo federal de 2002 a 2015. Os valores foram retirados do Demonstrativo do Resultado Primário da União (Anexo 6 do Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO) e ajustados pelo IPCA para os correntes de 2015. São apresentados em milhares.



Inicialmente, deve-se destacar que as receitas primárias apresentaram crescimento real ao longo do período analisado. Apenas três anos apresentaram queda nas receitas primárias em relação ao período anterior (2011, 2014 e 2015). A análise gráfica permite observar que até o ano de 2013, o comportamento de despesa seguiu o mesmo padrão das receitas. É natural que com o aumento destas, os gestores utilizem os recursos públicos disponíveis para ampliar a oferta de bens e serviços à população. Não entrarei no mérito do tipo, quantidade e qualidade de serviço ampliado pelo governo durante esse período. Também não entrarei no debate sobre o tamanho do Estado Brasileiro (alguém poderia argumentar que essa situação abriria espaço para uma redução de tributos).

Até o ano de 2013, tudo normal. O nosso problema fiscal começou em 2013/2014. O governo adotou uma série de medidas (altamente contestáveis) para (supostamente) estimular a economia e manter empregos. Posso citar como exemplo: desonerações sobre folhas de pagamento de alguns setores específicos; reduções tributárias sobre alguns produtos e determinados setores, entre outros. A consequência foi uma queda nas receitas primárias nos anos de 2014 e 2015 (Quem tiver interesse pode consultar os artigos que tratam de renúncia de receita na Lei de Responsabilidade Fiscal). Bom, esperava-se que o governo controlasse melhor as despesas em função da queda de arrecadação. Mas esse comportamento não foi observado. Percebe-se que as despesas continuaram aumentando em termos reais nos anos de 2014 e 2015. A consequência foi a ocorrência de déficit primário pela primeira vez desde a implantação do plano real, conforme revelam as informações abaixo:



Percebe-se que os anos de 2014 e 2015 foram deficitários. Quem conhece a administração pública sabe como é difícil reverter esse déficit. Prova disso é que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 (Lei 13.242) prevê um déficit primário de até 170 bilhões e a de 2017 um déficit fiscal de até 139 bilhões.

Esse déficit fiscal duradouro é um problema econômico gravíssimo. Na verdade, é uma das principais motivações para a crise que o país está passando. Entre os diversos problemas econômicos, pode-se citar a pressão inflacionária, queda de investimentos, aumento do desemprego, queda na confiança de consumidores e investidores, aumento da dívida pública, entre outros fatores. Em relação a dívida pública, essa apresentou um crescimento nunca antes visto na história desse país. De acordo com o Relatório Anual da Dívida Pública de 2015, ela apresentou o seguinte comportamento ao longo dos últimos anos (os valores representam percentuais do PIB):

2011
2012
2013
2014
2015
51,30
53,80
51,70
57,20
65,10

Observa-se que de 2013 para 2015, a dívida pública passou de 51,70% do PIB para 65,10% (crescimento de 13,40%). Atualmente essa relação está em torno dos 70% e a perspectiva de curto prazo é aumentar ainda mais essa relação. Em resumo, isso é muito prejudicial para o país. É preciso reverter a situação de déficit fiscal e estancar o crescimento da dívida pública. Como qualquer organização privada (ou pessoa física também), essa situação é inviável no médio e longo prazo.

Baseado nesse contexto, a PEC 241 foi elaborada. Seu objetivo é bem simples: reverter a ocorrência do déficit fiscal e estabilizar o endividamento público. Esse fator deve reverter os pontos negativos descritos anteriormente e possibilitar um crescimento sustentável no Brasil. Como alcançar esse objetivo???

A PEC 241, se aprovada, introduzirá um “Novo Regime Fiscal”. Como todos já devem ter lido, ela limita o crescimento das despesas primárias ao principal indicador de inflação do Brasil (Índices Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) do ano anterior.

Beleza. Mas como o governo conseguirá reverter o déficit fiscal por meio dessa PEC? Em situações de crescimento do PIB, é normal que a receita primária apresente crescimento real, ou seja, acima da inflação (como vocês puderam observar no primeiro quadro dessa análise). Como as despesas estarão limitadas à inflação, espera-se que as receitas cresçam de forma mais significativa que as despesas (em função da limitação) e gere superávit primário.

Dimas, tem solução melhor? Sem dúvidas. Pesquisas (não vou citar porque a maioria delas aponta no mesmo sentido, é só realizar uma consulta rápida) sobre eficiência na aplicação dos recursos públicos apontam que Municípios, Estados e União são ineficientes na aplicação dos recursos públicos. Em outras palavras, daria para oferecer bens e serviços públicos de melhor qualidade com o atual nível de gastos. Como essa realidade não será mudada no curto prazo, é provável que a PEC cause impacto em alguns tipos de serviços públicos em função da limitação de recursos financeiros.

Dimas, tem solução pior? Sem dúvidas. Combater esse déficit por meio do aumento de tributos é a pior decisão possível.

Em resumo, essa PEC é uma medida dura que busca reverter decisões ruins do passado. Confesso que não vi pessoas reclamando quando o governo aplicou mal os recursos da sociedade, quando construiu Estádios para Copa do Mundo em Cidades sem tradição esportiva (só para citar um exemplo mais visível). Por isso é importante escolher bem nossos governantes.

Sem dúvidas, repito que a PEC é uma medida dura. Se alguém tiver outra solução para o problema fiscal, fique à vontade para escrever nos comentários. Podemos fazer um bom debate.

Recomendo cuidado com notícias, comentários, sites extremamente parciais e que apresentem informações incompletas. Sobre a educação, por exemplo, as transferências constitucionais para Estados e Municípios ofertarem educação básica e saúde (entre outros serviços) não estão incluídas na PEC. Logo, continuarão sendo realizadas com base nas receitas arrecadadas. Além disso, a PEC estabelece limites para o crescimento da despesa global. O governo pode remanejar recursos de áreas não essenciais para setores como educação e saúde, assegurando um crescimento acima da inflação nessas duas áreas.

Outro ponto importante é que a PEC foi elaborada para o prazo de 20 anos. Porém, uma vez revertido o problema fiscal, o presidente da república poderá propor ao Congresso Nacional, por meio de projeto de lei, alteração no método de correção dos limites estabelecidos pela PEC. Esse projeto poderá vigorar a partir do décimo exercício de vigência da PEC 241.


Fonte: http://contabilidademq.blogspot.com.br/2016/10/pec-241-motivacoes-e-objetivo.html

terça-feira, 11 de outubro de 2016

O Foro de São Paulo e os malefícios ao povo

O Foro de São Paulo é o inimigo do povo, é ele quem tem determinado quem vai governar e sob quais circunstâncias a este ou àquele país. E é por essas decisões que se dá o ataque à democracia.
A perpetuação do poder, e a manutenção das forças de esquerda no poder é que determinam quem, como, e sob quais condições os países serão governados.
Não esqueçam, o Foro de São Paulo é que é o grande e determinado inimigo do povo. É ele quem determina a condução da tua vida e da vida de teus familiares e amigos, e quem determina sob quais condições teus filhos e netos viverão, em especial, no Brasil do futuro. (ely silmar vidal) 


Você sabe o que é a Avaaz?

Provavelmente o leitor ou a leitora – a linguagem politicamente correta obriga a usar os dois sexos, digo, gêneros, com mil perdões pelo conceito antiquado, pois como todos sabem não existem mais sexos. Pois como eu dizia: você aí que está lendo este texto provavelmente já recebeu um ou mais emails da AVAAZ para apoiar alguma iniciativa e respondeu clicando no link enviado. Saiba que isto o registrou como membro da AVAAZ sem que você nem saiba de que se trata. Pois então saiba.

A AVAAZ é mais uma da miríade de organizações fundadas e financiadas por George Soros (ver (1) e (2)), o Judeu antissemita e antisionista Húngaro que dizem as más línguas começou sua brilhante carreira de multibilionário denunciando aos nazistas pessoas da comunidade Judaica de Budapest. Seu verdadeiro nome é György Schwartz. Seu pai, Tvadar Schwartz, Judeu não religioso, trocou o sobrenome por Soros quando o nazismo começou a crescer na Hungria em 1930. Em 1944 quando Adolf Eichman chegou à Hungria para levar a cabo a "Solução Final", os filhos de Tvadar foram distribuídos por famílias Cristãs. György acabou na casa de um homem cujo 'trabalho' era confiscar propriedade dos Judeus. Soros o acompanhou e também lucrou. Mais tarde, declarou que 1944 foi o melhor ano de sua vida. (ver em (3) Soros: Republic Enemy #1).

Este dossiê acima pode ser adquirido em (4)-:/.aim.org/soros/. Para conhecer melhor Soros leiam, no mínimo, (5) The Hidden Soros Agenda: Drugs, Money, the Media, and Political Power, e (6) The Dangerous Soros Agenda, ambas de Cliff Kincaid.

A AVAAZ é um apêndice globalista da (7)-MoveOn.org, um dos principais tentáculos da (8) Open Society Foundations dirigida diretamente por Soros e sua função é publicar propaganda anti-israelense, exigir de Israel a negociação com a organização terrorista Hamas, que sequer aceita a existência do Estado Judeu. No Canadá fez campanha para tirar das eleições todos os candidatos do Partido Conservador.

Outra organização afiliada é a Change.org que está apoiando os baderneiros de São Paulo (Movimento Passe Livre) e Rio e organizando o movimento com coordenação mundial com manifestações já acertadas em vários países [i]. O que tem o preço das passagen de ônibus com isto? É só o estopim.

Esta é exatamente a (9) 'missão' da AVAAZ, uma organização 'e-advocacy' registrada no Estado de Delaware, para promover agendas políticas esquerdistas e promover campanhas através de movimento pela Internet, organizando cidadãos de todas as nações para 'transformar o mundo que temos no mundo que queremos' (lembram 'um melhor mundo é possível'?) Seus métodos principais de ativismo são e-mails massivos, organizar petições on-line, vídeos, organizar cidadãos em torno de campanhas 'escreva para seu representante' e de apoio ou repúdio a indivíduos ou organizações partidárias ou de outra espécie. A AVAAZ também tenta influenciar eleições diretamente, seguindo a orientação de Soros. AVAAZ significa 'voz' em vários idiomas europeus, do Oriente Médio e Ásia, foi fundada por Res Publica e MoveOn e conta com o apoio do Service Employees International Union (SEIU). Entre as principais pessoas que dirigem a AVAAZ encontra-se Ben Brandzel, ex advogado da MoveOn foi diretor e levantador de fundos da campanha de Barack Obama através das 'novas mídias' (Internet, redes sociais, e-mails, etc.). Já havia trabalhado para as campanhas de Howard Dean e John Edwards.

AVAAZ opera em 14 idiomas e em julho de 2011 dizia contar com 9.650.000 membros. No (10) mapa interativo do site hoje, 16/06/2013, conta com 22.919.209. Passe o mouse por cima dos países e verá quantos em cada país. O país com o maior volume de idiotas úteis, o Brasil, tem obviamente a maioria com 3.936.758, quase 1/5 do total. Nos EUA são 1.212.207 e a Índia, com seis vezes a população do Brasil, são 793.170. Como já disse acima, uma pessoa se torna membro simplesmente se votar em alguma petição ou consultar o site ou simplesmente responder aos e-mails.

Desde janeiro de 2007 são 133.845.917 ações de vários tipos em 178 países. Em 2008 gastou US$ 1.067.848 em campanhas sobre aquecimento global, contra a 'tortura' em Guantánamo (no lado lesta é claro, na área cubana todos sabemos como o povo vive bem e é respeitado), eleições canadenses, vídeos 'de paz' para o Oriente Médio advogando a idéia dos 'dois Estado', mas nitidamente pró-Palestinos, inclusive uma (11) campanha ativa denominada "Welcome Palestine" pela aprovação da Palestina como Estado Membro da ONU.

São as principais ligações da AVAAZ: Human Rights Watch, Inter-American Dialogue, Gorbachëv Foundation-USA, Amnesty International, MoveOn, Union of Concerned Scientists, US Climate Action Network, Obama, Oxfam International, Greenpeace, Res Publica, National Council of Churches, J Street, Organizing for America, Global Campaign for Climate Action Organizing for America, Rain Forest Acton Network, National Abortion Federation, Sierra Club e muitas outras. (Ver (12) o mapa interativo do Discover the Networks).

SOROS E AVAAZ NO BRASIL

Os interesses de Soros no Brasil, assim como em todo mundo, são vastos. Investiu em terras no Brasil, (13) Argentina e Uruguai através de sua empresa (14) ADECOAGRO, cujas propriedades atingem 300.000 hectares e vende terras (15) com 36% de desconto. Mais informações sobre a empresa podem ser lidas (16) aqui. A especulação corre solta. Um exemplo é a (17) Fazenda San Jose comprada por US$ 85,00 o ha. e vendida por US$ 1,212.00, 14 vezes mais caro. Suspeita-se que muitos índios invasores de terra são falsos índios financiados por Soros que teria interesses na madeira, produção de etanol e minerais.

No setor financeiro (18) Paul Krugman lançou suspeitas de que Soros teria agido especulativamente através de inside informations de seu pupilo Armínio Fraga quando este foi Presidente do Banco Central. Processado por calúnia reconheceu não ter provas. Mas há muitas manobras suspeitas naquela época: quem financiou Deputados e Senadores para aprovar a re-eleição? Por que FHC, dois meses (04/03/1999) depois de empossado pela segunda vez dispensou seu assessor e um dos principais elaboradores do Plano Real, Gustavo Franco e nomeou Armínio Fraga para o BACEN? Por que o valor do dólar disparou depois do compromisso eleitoral de que isto não iria acontecer? São perguntas sem respostas adequadas.

Impossível de negar são as ligações de Fraga com o Inter-American Dialogue ao qual pertence FHC, como também o fato de que FHC estar envolvido na campanha maciça de Soros a favor da descriminação do uso de drogas. Além disto, Fraga é membro do Council on Foreign Relations,

Através do Soros Fund Management LLC Soros vendeu 22 milhões de dólares de ações ordinárias da Petrobrás e comprou 5.8 milhões em ações preferenciais, em 2010.

Quanto à AVAAZ é dirigida no Brasil pelo petista Pedro Abramovay (assistir seu vídeo (19)). As campanhas da AVAAZ no Brasil vão desde a tentativa de remoção do Pastor Feliciano da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, do fim do voto secreto no Congresso, da cassação do diploma de psicólogo do Pastor Silas Malafaia e do impeachment de Renan Calheiros, até a oposição à Usina de Belo Monte e da campanha pela (20) Lei da Ficha Limpa que atraiu tantos ingênuos brasileiros que acreditaram que acabaria com a corrupção no Brasil. Se você, leitor ou leitora, se entusiasmou e assinou alguma petição, além de se registrar como membro da AVAAZ, deu força a uma organização globalista que nem está interessada na corrupção, apenas em sua agenda esquerdista global.

Heitor de Paola - 16/06/2013 -/.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4019
(1)-/keywiki.org/index.php/Organizations_Funded_Directly_by_George_Soros_and_his_Open_Society_Institute
(2)-/keywiki.org/index.php/George_Soros
(3)-:/.canadafreepress.com/index.php/article/14700
(4)-:/.aim.org/soros/
(5)-:/.aim.org/special-report/the-hidden-soros-agenda-drugs-money-the-media-and-political-power/
(6)-:/.aim.org/media-monitor/the-dangerous-soros-agenda/
(7)-:/front.moveon.org/
(8)-:/.opensocietyfoundations.org/
(9)-:/.avaaz.org/en/about.php
10)-:/.avaaz.org/po/community.php#memberstories
(11)-:/.avaaz.org/en/highlightshuman-rights.php
(12)-:/.discoverthenetworks.org/Thinkmap%20SDK%202.5%20Standard%20Edition/webapp/TM-1VER/index.asp?keyword=Avaaz.org
(13)-:/.corpwatch.org/article.php?id=15807
(14)-:/.agrimoney.com/news/soros-backed-adecoagro-sells-farm-at-14-times-cost4875.html
(15)-:/.bloomberg.com/news/2012-06-14/soros-backed-farms-ripe-for-bid-at-36-discount-real-m-a.html
(16)-:/farmlandgrab.org/cat/show/662
(17)-:/farmlandgrab.org/post/view/20918
(18)-:/.scmp.com/article/272710/krugman-retracts-slur-against-soros-brazil-central-banker
(19)-:/.youtube.com/watch?v=TV1Dw0jGU3o
(20)-:/avaaz.org/po/brasil_ficha_limpa/
[i]-:/.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4019#_ednref1

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Lula é denunciado por tráfico de influências em Angola

Advogado do Lula
Imagem: AFP/Miguel Schincariol
O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF/DF) denunciou nesta segunda-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por tráfico de influências entre 2011 e 2015, ao beneficiar a empreiteira Odebrecht na obtenção de contratos em Angola.
Lula, que presidiu o Brasil entre 2003 e 2010, também foi acusado de cometer crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa neste caso, que investiga negócios financiados pelo BNDES no país africano.
Segundo o MPF/DF, Lula atuou "perante o BNDES e outros organismos (...) com o propósito de garantir a liberação de financiamentos por parte do banco público para realização de obras de engenharia em Angola", que a Odebrecht executou.
Em contrapartida, a Odebrecht "distribuiu aos envolvidos, de forma dissimulada, valores que, atualizados superam os 30 milhões de reais", detalhou o organismo em um comunicado.
Lula é acusado de ter cometido atos de corrupção entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, e de tráfico influências entre 2011 e 2015, como ex-presidente.
Outras dez pessoas foram denunciadas pelos mesmos delitos, entre eles Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira que leva seu nome - que também está envolvida no caso de corrupção na Petrobras - e Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de Lula, titular de uma empresa que o tio teria usado para lavar dinheiro.
Lula também ocultou os valores que recebeu da Odebrecht mediante sua empresa LILS Palestras, que obteve os recursos como forma de pagamento pela organização de conferências do ex-presidente no exterior, informou o MP.
"Perseguição política"
"Depois de deixar a Presidência, Lula deu 72 conferências para 45 empresas de diversos países e setores de atuação. Tentar criminalizar uma atividade que é realizada por muitos outros ex-presidentes só se justifica por uma perseguição política", afirmaram os assessores de Lula em sua página do Facebook, no momento em que a denúncia foi tornada pública.
O ex-presidente já enfrenta um julgamento por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito do escândalo de desvios na Petrobras e outro processo por obstrução da justiça em Brasília.
"Lula nunca teve conhecimento de nenhum esquema de corrupção instalado na Petrobras", afirmaram seus advogados nesta segunda-feira, ao detalhar a defesa que apresentaram ao juiz Sergio Moro, que conduz as investigações da Lava Jato em Curitiba.
Os advogados alegam que este processo está repleto de "vícios" que o transformam em "arma de guerra" para destruir seu cliente.
"Há muito tempo que Lula foi definido como o inimigo número um a prescrever do cenário político brasileiro", afirmaram seus advogados em nota.
Figura mítica da esquerda latino-americana, agora cercado por diversas causas judiciais, Lula disse que está disposto a se candidatar novamente nas presidenciais de 2018 para evitar que os partidos de direita voltem ao poder.
O maior escândalo de corrupção na história do Brasil atingiu em cheio o partido que ajudou a fundar, o PT, que nas eleições municipais perdeu quase dois terços das prefeituras que conquistou em 2012.
A sucessora de Lula, Dilma Rousseff (2011-2016), foi destituída em agosto acusada pelo Congresso de manipular as contas públicas. Seu vice-presidente, Michel Temer, do PMDB (ex-aliado político do PT), concluirá seu mandato até 2018.


AFP

Petrobras volta a ser segunda empresa mais valiosa na Bolsa, atrás de Ambev 33

Imagem: Julio Cesar Gimarães /Uol
A Petrobras passou o Itaú Unibanco e voltou a ser a segunda empresa com maior valor de mercado na Bolsa brasileira. Na última sexta-feira (7), o valor de mercado da estatal alcançou R$ 211,64 bilhões, contra R$ 211,61 bilhões do Itaú Unibanco.
Com isso, a Petrobras fica atrás apenas da Ambev, dona das marcas de cerveja Skol, Brahma e Antarctica. Na sexta-feira, seu valor de mercado era de R$ 308,47 bilhões.
Os dados são da consultoria Economatica e foram divulgados nesta segunda-feira (10). O valor de mercado das empresas de capital aberto é calculado multiplicando o total de ações pelo preço de cada ação. 

De volta ao topo
A Petrobras era a empresa da Bovespa com o maior valor de mercado até 15 de outubro de 2014, quando foi ultrapassada pela Ambev, em meio às investigações da operação Lava Jato, que fizeram com que as ações da estatal despencassem.
Em fevereiro, influenciada pela queda nos preços do petróleo, a Petrobras chegou a ficar no quarto lugar entre as empresas mais valiosas da Bolsa, atrás de Ambev, Itaú Unibanco e Bradesco.
Agora, a petroleira recuperou posições no ranking. Do começo do ano até 7 de outubro, o valor de mercado da Petrobras subiu R$ 110,3 bilhões. 

Do Uol em São Paulo


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O Lamento do Messias

"Livra-me, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma.
Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva.
Estou cansado de clamar; secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem esperando o meu Deus.
Aqueles que me aborrecem sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça; aqueles que procuram destruir-me sendo injustamente meus inimigos, são poderosos; então, restituí o que não furtei.
Tu, ó Deus, bem conheces a minha insipiência; e os meus pecados não te são encobertos.
Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, SENHOR dos Exércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel.
Porque por amor de ti tenho suportado afronta; a confusão cobriu o meu rosto.
Tenho-me tornado como um estranho para com os meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos de minha mãe.
Pois o zelo da tua casa me devorou, e as afrontas dos que te afrontam caíram sobre mim.
Chorei, e castiguei com jejum a minha alma, mas até isto se me tornou em afrontas.
Pus, por veste, um pano de saco e me fiz um provérbio para eles.
Aqueles que se assentam à porta falam contra mim; sou a canção dos bebedores de bebida forte.
Eu, porém, faço a minha oração a ti, SENHOR, num tempo aceitável; ó Deus, ouve-me segundo a grandeza da tua misericórdia, segundo a verdade da tua salvação.
Tira-me do lamaçal e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me aborrecem e das profundezas das águas.
Não me leve a corrente das águas e não me sorva o abismo, nem o poço cerre a sua boca sobre mim.
Ouve-me, SENHOR, pois boa é a tua misericórdia; olha para mim segundo a tua muitíssima piedade.
E não escondas o teu rosto do teu servo, porque estou angustiado; ouve-me depressa.
Aproxima-te da minha alma, e resgata-a; livra-me por causa dos meus inimigos.
Bem conheces a minha afronta, e a minha vergonha, e a minha confusão; diante de ti estão todos os meus adversários.
Afrontas me quebrantaram o coração, e estou fraquíssimo; esperei por alguém que tivesse compaixão, mas não houve nenhum; e por consoladores, mas não os achei.
Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre.
Torne-se a sua mesa diante dele em laço e, para sua inteira recompensa, em ruína.
Escureçam-se-lhes os olhos, para que não vejam, e faze com que os seus lombos tremam constantemente.
Derrama sobre eles a tua indignação, e prenda-os o ardor da tua ira.
Fique desolado o seu palácio; e não haja quem habite nas suas tendas.
Pois perseguem a quem afligiste e conversam sobre a dor daqueles a quem feriste.
Acrescenta iniqüidade à iniqüidade deles, e não entrem na tua justiça.
Sejam riscados do livro da vida e não sejam inscritos com os justos.
Eu, porém, estou aflito e triste; ponha-me a tua salvação, ó Deus, num alto retiro.
Louvarei o nome de Deus com cântico e engrandecê-lo-ei com ação de graças.
Isto será mais agradável ao SENHOR do que o boi ou bezerro que tem pontas e unhas.
Os mansos verão isto e se agradarão; o vosso coração viverá, pois que buscais a Deus.
Porque o SENHOR ouve os necessitados e não despreza os seus cativos.
Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo quanto neles se move.
Porque Deus salvará a Sião e edificará as cidades de Judá, para que habitem ali e a possuam.
E herdá-la-á a semente de seus servos, e os que amam o seu nome habitarão nela." (Sl 69:1-36)

(ely silmar vidal - skype: siscompar - fones: DDD (041) (TIM) 9820-9599 - (CLARO e Whatsapp) 9821-2381 - (VIVO) 9109-8374 - (OI) 8514-8333 - mensagem 071016 - O Lamento do Messias - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Associação Santa Isabel de combate ao câncer

Uma belíssima propaganda para a campanha na prevenção e no combate ao câncer de mama. 
Creio que todos devemos nos empenhar nessa campanha, porque isso é algo que ataca a nossas famílias de forma silenciosa. 
Vamos nos unir, porque sempre podemos fazer algo por aqueles a quem amamos, de uma forma ou de outra. 
Sejam todos sempre muito bem vindos, e meus parabéns à Associação Santa Isabel de combate ao câncer, pela linda iniciativa. - (ely silmar vidal - psicanalista) 


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

EUA: Chefe do Estado Maior Conjunto rejeita ordem de Obama

O chefe do Estado Maior Conjunto (JCS, na sigla em inglês) e general dos Fuzileiros (Marines), Joseph Dunford, chegou onde nenhum presidente do JCS jamais foi! Sem surpresa, foi preciso que um general Marine enfrentasse o presidente Barack Obama, na esteira de mais uma de suas duvidosas decisões de segurança nacional.
A mesma equipe insensata de negociação Obama /Kerry que nos trouxe um acordo com o Irã, minando a nossa segurança nacional, recentemente tentou nos trazer um acordo com a Rússia tão questionável como aquele. Este obrigava a participação do Pentágono em um acordo de compartilhamento de inteligência com o Comando Central da Rússia na Síria - constituído mediante um cessar-fogo abrindo o caminho para as negociações de paz em Genebra, Suíça.
Mas, ao contrário do acordo nuclear do Irã, onde o chefe do JCS não fez nada, o atual, general Dunford, expressou publicamente a sua objeção.
Testemunhando perante o Comitê de Serviços Armados do Senado em 22 de setembro, Dunford deixou claro que os militares se recusam a executar o que foi o elemento central da nova política Síria de Obama, ou seja, a partilha de informações com a Rússia, apesar da ordem do presidente de que isso fosse feito.
Chamando-o de uma má idéia, Dunford disse: "O papel militar dos EUA não incluirá o intercâmbio de informação com os russos." Sentado ao lado de Dunford durante o depoimento estava seu chefe civil, o secretário de Defesa Ash Carter, que não levantou qualquer objeção.
A implicação de seu testemunho era óbvia – o acordo do presidente com a Rússia estava minando a segurança nacional dos EUA. Dunford, tendo se libertado do redemoinho de Obama, não estava disposto a aceitar isso.
Durante seus oito anos no cargo, Obama demonstrou uma incrível capacidade de pôr em perigo os interesses de segurança nacional dos EUA sem nunca ter sido desafiado pelos responsáveis ​​em executá-la.
O Congresso abandonou completamente a sua responsabilidade a este respeito, mais notavelmente permitindo que Obama driblasse o Senado para colocar um acordo nuclear com o Irã em vigor. O acordo – sendo juridicamente  um tratado e carecendo de aprovação de dois terços do Senado – foi apresentado como um não-tratado, ou seja, uma ordem executiva, pois Obama sabia que não poderia conseguir essa aprovação.
O acordo com o Irã, depois de tanto o candidato presidencial Obama como o presidente Obama ter prometido mais de duas dezenas de vezes não fazê-lo, abriu o caminho para Teerã obter armas nucleares – legalmente em dez anos; antes, se feito de forma ilegal.
Sem o conhecimento do Congresso foi o fato de o acordo também incluir acordo laterais – um dos quais permitia que Teerã realizasse os seus próprios controles sem sequer o principal negociador secretário de Estado, John Kerry saber os detalhes. Também resultou no levantamento das sanções contra o Irã e a transferência de bilhões de dólares, com algumas transferências em dinheiro que foram escondidas do Congresso.
Os votos do Senado daqueles que conhecendo os detalhes do acordo nuclear com o Irã, ou, apesar da obrigação de conhecê-los, deixaram de aprendê-los, em última instância possibilitaram que Obama subvertesse a Constituição dos Estados Unidos e aprovasse um tratado com menos do que a maioria obrigatória de dois terços.
O acordo, que Obama promoveu como abertura de uma porta para melhorar as relações entre os EUA e o Irã, resultou naquela porta sendo fechada na nossa cara. Uma vez que o Senado aprovou o acordo, o número de confrontos navais com o Irã dobrou, com Teerã agora chegando a ameaçar abater nossos aviões espiões que operam no espaço aéreo internacional.
Mas não foi só o Senado que falhou com o povo americano em assegurar que aos nossos interesses de segurança nacional fosse dada prioridade liquidando o acordo nuclear com o Irã.
Nossos Pais Fundadores impuseram limitações sobre nossos militares dentro da Constituição para garantir que eles sempre se mantivessem subordinados à autoridade civil. Por mais de dois séculos, a Constituição tem trabalhado de forma eficaz para garantir isso.
Assim, no ano passado, quando o JCS revisou os termos de um acordo nuclear do Irã negociado pela autoridade civil, e após o presidente do JCS, General de Exército Martin Dempsey, ganhar pleno conhecimento de seus termos e acordos laterais secretos, cabia a ele, Dempsey, agir de acordo com os interesses de segurança nacional do nosso país, conforme permitido dentro das diretrizes da Constituição.
De nenhuma maneira um líder militar responsável poderia ter endossado este acordo, sabendo que os acordos secretos laterais abriam o caminho para um Irã com armas nucleares. Dempsey tinha a obrigação de advertir Obama sobre isso. E, caso Obama ignorasse seu conselho, Dempsey deveria ser forçado pela ética a pedir sua demissão. Isso teria transmitido a mensagem de que o Senado também deveria rejeitar o acordo. Dempsey deixou de fazê-lo, permitindo que o Senado aprovasse um tratado injusto.
Tornou-se claro que, quando Obama consegue colocar Kerry e outros no governo, bem como no serviço militar, para apoiar as suas iniciativas questionáveis ​​de segurança nacional, ele exerce uma habilidade fascinante para atrair outros à sua rede de pensamento perigoso para a segurança nacional.
Claramente, Obama criou um vórtice em Washington girando em sentido contrário aos interesses de segurança nacional dos EUA. Este redemoinho provou ser capaz de sugar para dentro dele aqueles no governo responsáveis por garantir que ações questionáveis ​​de segurança nacional do presidente não passassem em branco.
Mas a esperança pode agora estar no horizonte devido à posição de princípio de Dunford.
É inconcebível pensar que nosso presidente procurou compartilhar inteligência com a Rússia por duas razões.
Em primeiro lugar, como um aliado do Irã, Moscou, obviamente, compartilharia o que soubesse com Teerã, comprometendo os futuros esforços de cobrança dos EUA.
Em segundo lugar, Dunford, durante suas audiências de confirmação de julho de 2015, havia alertado o Congresso que a Rússia representava "uma ameaça existencial para os Estados Unidos (...) se você olhar para o seu comportamento, é no mínimo alarmante."
Quatorze meses depois, a avaliação da Dunford não tinha mudado, testemunhando "uma combinação de seu comportamento, bem como da sua capacidade militar, me fariam acreditar que eles representam o maior desafio, potencialmente, a ameaça mais significativa, para os nossos interesses nacionais."
Felizmente para nós, mas infelizmente para os sírios, o cessar-fogo falhou depois de 300 violações negando, pelo menos em curto prazo, o esquema de partilha de inteligência de Obama com a Rússia e, assim, nos poupando de qualquer outro comprometimento de nossa segurança nacional.
É desconfortável saber que Obama ainda tem quatro meses restantes de mandato. É reconfortante saber, no entanto, que o general Dunford, tendo sucesso em se libertar do vórtice de Obama, estará lá para desafiar qualquer outra decisão presidencial duvidosa tentando minar nossa segurança nacional.


James G. Zumwalt é tenente-coronel USMC (Reformado).
Publicado no Accuracy in Media.
Divulgação: Papéis Avulsos - http://heitordepaola.com


Tradução: William Uchoa


Vimos em: http://www.midiasemmascara.org/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Lira defende fim da reeleição e instituição de eleições unificadas

Imagem: Internet/Reprodução
O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) afirmou, no Plenário do Senado Federal, que o Brasil precisa acabar com a reeleição e instituir eleições unificadas, para evitar que se tenha processos eleitorais a cada dois anos. Foi durante aparte a discurso do Senador Otto Alencar (PSD-BA).
“Para que as coisas melhorem no Brasil, não precisa fazer nada de excepcional. Basta acabar com aquilo que nós achamos que é errado. Basta evitar de criar coisas novas que nós achamos que não são corretas também. E o Brasil criou a reeleição, quando 90% dos parlamentares achavam que era um erro para o país”, lembrou Raimundo Lira.
Ele criticou o número excessivo de partidos no Brasil, citando legislações de outros países que evitam esse excesso. “Todos os sistemas políticos dos países desenvolvidos tem uma cláusula de barreira, seja ela explícita ou cultural. A Alemanha, por exemplo, tem um sistema multipartidário e uma cláusula de barreira de 5% dos votos nacionais”.
Lira lembrou que, no Brasil, quando o Congresso Nacional analisa uma matéria importante, precisa encontrar um consenso entre 29 líderes partidários, para a matéria tramitar. “O Congresso funciona no consenso dos líderes. Então, se você tem, na Câmara, 29 partidos representados, toda matéria importante que chega, de interesse do país, do governo, ou de quem quer que seja, pra que ela ande tem que ter o consenso de 29 líderes. Isso tira a eficiência do funcionamento do Congresso Nacional”.
Raimundo Lira classificou como prejudicial ao Brasil o fato de o país ter de realizar eleições a cada dois anos. “Como aqui o voto é obrigatório e mobiliza todas as forças do país, o Brasil para e gasta muito pra fazer uma eleição. Então, precisamos unificar as eleições. Hoje, as pessoas já estão familiarizadas com o sistema informatizado, todo mundo sabe votar”, argumentou o paraibano.
Lira finalizou destacando que estes assuntos são da maior importância para o país e que o Senado Federal “tem a obrigação de dar essa resposta positiva para a sociedade brasileira”.


PB Agora com Ascom