Radio Evangélica

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Discurso de Dilma sobre a 'ditadura' revela planos totalitários de Lula e do PT

Dra Janaína Paschoal responde Fátima Bezerra (senadora PT-RN) 
A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) dirigiu-se à Professora Janaína Paschoal criticando-a por pedir o impeachment "de uma presidenta eleita" e acrescenta: "Não é uma presidente qualquer. É uma mulher que traz no corpo as marcas da tortura que sofreu POR DEFENDER A DEMOCRACIA no Brasil." 
A resposta de Janaína: "Prezada senadora se Dilma foi ou não torturada, não sei. Ela diz que foi, mas ela também diz que nunca soube de corrupção na Petrobrás, a senhora decide se a palavra dela merece ou não seu crédito, senadora. Agora, quanto a ter Dilma lutado pela democracia, prezada senadora, veja se consegue entender: Dilma foi membro da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-PALMARES), organização MARXISTA-LENINISTA (a senhora sabe o que é isso, certo?) que praticava assaltos, atentados e sequestros. 
Tais ações tinham como finalidade (que constava dos estatutos da referida organização, a senhora pode pesquisar) implantar no Brasil uma ditadura do proletariado, um regime de partido único que não permite liberdade de expressão, liberdade de associação partidária, imprensa livre, eleições, nada que vagamente se assemelhe à democracia que a senhora mencionou. 


Teori envia a Moro dados sobre esquema de propina no Governo FHC

Informações estão na delação do Senador Delcídio do Amaral (Ex-PT-MS)

O ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou nesta segunda-feira (2) o envio para o juiz Sérgio Moro do termo da delação premiada do senador Delcídio Amaral (sem partido - MS) sobre lavagem de dinheiro em uma operação irregular da Petrobras com a multinacional francesa Alstom nos últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Delcídio apontou em delação um esquema de pagamento de propinas entre 1999 e 2001 na aquisição de uma máquina da Alstom pela Petrobras, e que tinha como beneficiários parlamentares baianos do PFL (atual DEM). "As declarações do colaborador não revelam envolvimento direto de pessoa com prerrogativa de foro nos fatos em apuração", afirmou Teori na decisão. Caberá a Moro decidir se manterá ou não as investigações.
De acordo com Delcídio, a baiana OAS, também investigada na Lava Jato, tinha interesse na compra da máquina GT24, da Alstom, e articulou sua aquisição para atender a Refinaria Landulfo Alves durante um programa de racionamento de energia implementado no governo FHC. O equipamento já havia apresentado defeito em outros países. O então diretor da OAS, Carlos Laranjeira, teria dito a Delcídio que a compra da máquina era de interesse da empresa e que a construtora havia separado valores entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões para pagamento de propina a parlamentares do PFL baiano caso o procedimento fosse realizado.
O projeto para adquirir a GT24 teria nascido no Ministério de Minas e Energia, comandado na época por Rodolpho Tourinho. Falecido em maio de 2015, Tourinho era dos principais nomes do PFL e aliado de Antônio Carlos Magalhães.
A operação teria sido autorizada pelo diretor da Petrobras na época, Henri Reichstul, com a participação de Nestor Cerveró, gerente da área internacional e que se tornaria diretor do setor. No acordo de delação, Cerveró afirmou que Delcídio recebeu propina de contratos das empresas Alstom e GE quando ambos trabalhavam na Diretoria de Gás e Energia da Petrobras, em 2001. Em um dos acertos, afirmou o ex-diretor, a propina saiu de um contrato de US$ 500 milhões de turbinas de ar.
Delcídio foi preso preventivamente em 25 de novembro sob acusação de tramar contra a Operação Lava Jato. O senador temia a delação premiada do ex-diretor e, segundo o Ministério Público Federal, tentou comprar o silêncio de Cerveró.


Diário do Poder

domingo, 1 de maio de 2016

Wilson Filho defende criação de Zona Franca para gerar emprego e renda

No Dia do Trabalho, o deputado federal Wilson Filho (PTB) falou da necessidade de fomentar o desenvolvimento regional para gerar emprego e renda para o Nordeste brasileiro. Ele lembrou que encontra-se pronto para votação em plenário na Câmara Federal a proposta de emenda à Constituição, de sua autoria, que cria a Zona Franca do Semiárido.  
"Estudos mostram que a renda média de uma família do semiárido é 70% menor do que a renda das demais famílias brasileiras. Com o projeto, além de gerar empregos, fomentar o desenvolvimento, queremos que esta renda cresça, para que nossos trabalhadores tenham igualdade com os demais do País", argumentou o parlamentar.  
O objetivo é criar uma área de desenvolvimento industrial abrangendo 93 municípios do Sertão nordestino e do norte de Minas Gerais, por meio de incentivos fiscais. 
O município de Cajazeiras, na Paraíba, foi escolhido para ser o ponto central da zona franca do semiárido. A partir deste ponto, em uma área circular com um raio de 100 quilômetros. Pela proposta, seriam beneficiadas cidades dos estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Paraíba e Minas Gerais. 
"Existe apenas uma Zona Franca no Brasil que é a de Manaus. Lá foram gerados 100 mil empregos diretos e 400 indiretos. Imaginem quantos serão gerados com a do Semiárido, que envolve mais de 90 municípios e que tem a previsão da criação de mil indústrias nos dez primeiros anos", disse o deputado, lembrando que a China possui 135 zonas francas é que essa medida é o caminho para o desenvolvimento. 
 "Nós vemos que aquilo que possibilitou a criação da zona franca de Manaus foram as desigualdades que a região Norte tinha naquela época. Hoje, a região Nordeste tem as mesmas desigualdades, senão piores. Então, nós temos de fortalecer a economia de alguma forma. Nós percebemos que as pessoas compram a ideia da zona franca e passam a perceber, na zona franca, uma renovação de esperança, de atitude, pensando, imaginando e tirando, do sonho para a realidade, que o amanhã será melhor do que hoje", afirmou


Parlamento PB

Semana da Câmara começa com pauta trancada por quatro medidas provisórias

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em meio a resistência para votar projetos do governo, a Câmara dos Deputados começa a semana com a pauta trancada por quatro medidas provisórias (MPs) e por dois projetos com urgência constitucional. A votação dos temas enfrenta a resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PDMB-RJ), e de parlamentares da oposição.
Desde a aprovação da admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o  presidente da  Casa tem afirmado que o governo “deixou de existir” para os deputados e que dificilmente a Câmara votará projetos enquanto o Senado não decidir se aceita ou não a denúncia, o que, em caso positivo, provocaria o afastamento de Dilma por até 180 dias.
A primeira MP a trancar a pauta trata da autorização a seguradoras e organismos internacionais para oferecer o Seguro de Crédito à Exportação (SCE), que serve como garantia ao exportador contra o não pagamento dos produtos pelo importador. A intenção é ampliar a quantidade de agentes que podem oferecer esse tipo de seguro à venda de produtos brasileiros no exterior, atualmente concentrado no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Outra medida aguardando posicionamento dos deputados concede à União autorização para uso do superávit financeiro das fontes de recursos decorrentes de vinculação legal existentes no Tesouro Nacional para pagamento de despesas primárias obrigatórias, entre elas o pagamento com pessoal, benefícios previdenciários e assistenciais, Bolsa Família e ações e serviços públicos de saúde no exercício de 2015.

Produtores rurais
De acordo com nota técnica da Consultoria de Orçamento do Senado, o superávit financeiro das receitas vinculadas no fim do exercício de 2014 alcançava aproximadamente R$ 216,5 bilhões.
As demais medidas que trancam a pauta dizem respeito à renegociação de dívidas de produtores rurais e de caminhoneiros e repasse de R$ 316,2 milhões ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para o pagamento de parcelas do Benefício Garantia-Safra a agricultores familiares do Nordeste.
Além das MPs, dois projetos de lei com urgência constitucional aguardam a deliberação da Câmara. O primeiro, o (PL 4495/16), do Poder Executivo, trata da criação de fundos para o pagamento de precatórios. O segundo (PL 4625/16) é relativo às atividades relacionadas aos agentes auxiliares do comércio (armazéns gerais, leiloeiros, tradutores públicos e intérpretes comerciais), para desburocratizar a atuação nesses ramos de atividades.

Aumentos
Apesar do cenário de crise, há a possibilidade de os deputados votarem a aprovação de projetos que aumentam os salários do Judiciário, Ministério Público da União e de carreiras do Legislativo. Mesmo com a pauta trancada, os projetos podem ser analisados em sessões extraordinárias.
O projeto de Lei (PL 2648/15), do Supremo Tribunal Federal (STF), aumenta os salários dos servidores do Poder Judiciário em até 41,47%, de janeiro de 2016 a julho de 2019. A proposta teve sua urgência aprovada na semana passada.
Além desse, também consta da pauta da Câmara o pedido para aprovação da urgência dos projetos que aumentam os salários de carreiras do Poder Legislativo (Pls 2742/15, 2743/15, 4244/15 e 7926/14), do Ministério Público da União (PL 6697/09) e do PL 2646/15, que reajusta os subsídios pagos os ministros do STF.

Tocha olímpica
Antes da definição sobre votação dos itens que trancam a pauta, os deputados receberão a tocha olímpica, na manhã de terça-feira (3). A tocha chegará ao país por volta de 5h e percorrerá 105 km no Distrito Federal, sendo 45 km nas mãos de 143 condutores. A passagem da tocha pelo Congresso está marcada para as 10h. O trajeto termina às 20h30, com uma celebração na Esplanada dos Ministérios.

Comissões
A semana na Câmara também será marcada pela instalação das comissões técnicas permanentes. Com mais de três meses de atraso, os colegiados serão instalados na terça-feira com a escolha de seus presidentes e relatores e já devem começar os trabalhos no dia seguinte (4).
A formação das comissões deveria ter ocorrido no início do ano, mas dúvidas sobre o rito do processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff, definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), acabou esbarrando nas regras de indicação por chapa oficial ou avulsa para composição da comissão especial que analisou a admissibilidade do pedido. Isto levou o presidente da Câmara a questionar o impacto da decisão sobre as comissões permanentes.
Mas o principal motivo para adiamento no funcionamento dos colegiados foi o troca-troca aberto com a janela partidária, encerrado no dia 19 de março. A janela possibilitou que as migrações ocorressem sem que houvesse punição para os parlamentares.

Mulheres
A mudança abriu caminho para aprovação, na semana passada, por 256 votos a favor e 153 contra, de um projeto de decreto legislativo para que a distribuição das comissões fosse feita conforme o novo desenho partidário, modificando a regra anterior, que determinava a distribuição das comissões obedecendo ao tamanho das bancadas do início da legislatura, em 2015.
Em outra votação, o plenário também aprovou a criação de duas novas comissões: a de Defesa dos Direitos da Mulher e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. A votação foi marcada por polêmicas.
Deputadas feministas criticaram as mudanças nas atribuições da Comissão da Mulher, que “perdeu” para a Comissão de Seguridade Social e Família o direito de tratar de temas como o dos “nascituros”. Houve bate-boca e Cunha chegou a ser chamado de golpista pelos parlamentares inconformados com as mudanças.

Processo
Com a alteração nas comissões, também ficou definido que os suplentes nas comissões devem ser do mesmo partido do titular e não do bloco parlamentar, como ocorre hoje. As mesmas regras valerão para o Conselho de Ética. Como este colegiado analisa hoje o processo contra o presidente da Casa, os deputados decidiram que, no caso do conselho, as mudanças só ocorrerão a partir de fevereiro de 2017, evitando qualquer influência sobre a relação de forças na análise do futuro de Eduardo Cunha.
O processo contra Cunha já se arrasta há seis meses no colegiado sem sinal de um desfecho próximo. Na terça (26), em depoimento no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, confirmou o repasse de dinheiro oriundo do esquema de propina na Petrobras a Cunha. Baiano disse ter repassado pessoalmente R$ 4 milhões em espécie, entre 2011 e 2012.

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

Edição: Armando Cardoso

sábado, 30 de abril de 2016

Bira diz que Ricardo queria ter um ‘Luciano Cartaxo’ no PSB

Foto: Reprodução/Internet
O vereador Bira (PSD) disse, neste sábado, que, no momento, não há nenhum nome na oposição que se equipare ao de Luciano Cartaxo, tanto em termo bagagem política quanto em realizações em prol da população de João Pessoa.
“O prefeito Luciano Cartaxo tem para mostrar os resultados de uma gestão vitoriosa. Tem também uma trajetória política que lhe confere experiência e credibilidade. Não tenho dúvida que era alguém com o perfil de Cartaxo que o governador Ricardo Coutinho gostaria de ter para lançar como candidato este ano”, disparou o vereador do PSD.
Sobre a escolha do candidato que irá substituir João Azevêdo, Bira frisou não ver saída positiva para os planos políticos do PSB na Capital. Ele acredita que, independentemente do nome, o Partido Socialista larga em grande desvantagem, pois se desgastou durante nove meses com um nome e uma estratégia que não deram resultado algum quando confrontados com a alta aprovação da gestão do prefeito Luciano Cartaxo.
“Eles passaram nove meses dizendo que o melhor nome do PSB era João Azevêdo. Inclusive, o próprio Ricardo Coutinho chegou a dizer que o seu secretário de Infraestrutura era até melhor do que ele próprio, que era o melhor gestor para a nossa cidade, e que certamente derrotaria Cartaxo. E agora tudo muda, pois viram que a população aprova o trabalho do gestor Luciano Cartaxo e que o então candidato deles não conseguia subir em nada nas pesquisas. E de hoje em diante, mesmo com todo empenho e imposição do governador, é que terão menos tempo ainda para tentar viabilizar qualquer nome que seja”, alfinetou Bira.


Mais PB

Cristofobia existe?

Será que alguém entenderá alguma coisa após ver este vídeo?
Estamos sendo massacrados, por conta de sermos cristãos, e em troca a isso, estamos levando a fama de islamofóbicos, homofóbicos, racistas, preconceituosos, radicais e acima de tudo, os causadores de todo o mal que grassa no mundo.
Eu não sei exatamente onde vamos parar, a não ser, aquilo que a própria
palavra nos fala.
Que Deus abençoe a cada um em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,
amém e amém!!! - (apóstolo ely silmar vidal) 

Venezuela: porta-voz da oposição é agredido em protesto contra apagões

AFP/Federico Parra
O secretário executivo da Mesa da Unidade Democrática (MUD, de oposição), Jesús Torrealba, denunciou nesta sexta-feira que foi agredido por um grupo de governistas quando liderava um pequeno protesto na sede da empresa de energia elétrica contra os apagões no país.
"Eu acompanhei os moradores que protestavam e, junto com eles, também fui agredido pelo grupo violento. Estou bem (...) A manifestação pacífica condenando os apagões foi bem-sucedida. Depois de chegar ao fim, fomos agredidos por um grupo governista pequeno, mas muito violento", informou.
Segundo um vídeo divulgado pela oposição e pela imprensa local, Torrealba trocou empurrões e alguns golpes com homens não identificados, perto da sede central de Corpoelec, em San Bernardino, no centro de Caracas.
A oposição convocou a manifestação para protestar contra o plano de racionamento de energia de pelo menos quatro horas diárias em quase todo o país - salvo em Caracas. O plano foi posto em marcha pelo governo de Nicolás Maduro na última segunda-feira (25).
Em março passado, um deputado também da oposição foi atingido na cabeça com uma garrafa de vidro, nos arredores do Parlamento em Caracas. Ele atribuiu a agressão a militantes chavistas.
A tensão entre governo e oposição - maioria no Parlamento - é cada vez maior. Ao mesmo tempo, a insatisfação da população com os apagões provocou focos de protesto nos últimos dias, com saques em Maracaibo, a segunda maior cidade do país.


AFP

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Com saída de João Azevedo da disputa, vereadora diz que PSB está sem rumo e inseguro nas decisões

A  vereador Eliza Virgínia  (PSDB) disse, durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação desta quinta-feira (28), que o PSB está sem rumo e inseguro nas decisões depois da decisão de João Azevedo e não disputar mais  a prefeitura de João Pessoa. “Eles estão desnorteados, sem rumo”, destacou.
Com relação ao PSDB, ela disse que o partido não terá candidatura própria e irá fazer aliança com o PSD ou PMDB. Com relação a uma aliança com o PSD onde se cogita o nome Marcus Vinícius na vaga de vice-prefeito, a vereadora de disse apenas que no PSDB o que não falta é nomes, a exemplo de Cícero e Lauremília Lucena e Rui Carneiro.  “No meu caso, eu vou partir para o meu terceiro mandato e meu nome está à disposição para vereadora, a não ser que o partido precise do meu nome”, garantiu.
Ainda com relação às alianças, Eliza Virgínia disse que simpatiza mais com uma aliança com PSD, pois já faz parte da base do prefeito Luciano Cartaxo, “mas eu sou partidária e vou seguir as decisões do partido”, destacou.
Sobre a possibilidade de o deputado Michel Temer assumir a presidência da República, a vereadora disse que isso terá muitos reflexos em João Pessoa. “Isso muda tudo e nós até demos uma parada nas reuniões e qualquer mudança que aconteça pior não fica e no caso de Manoel Junior ele vai se evidenciar bem, caso Temer assuma a presidência da República”, finalizou Eliza Virgínia. 


www.paraiba.com.br

País aguarda a segunda fase da implantação da sharia

A continuação do processo de implantação das leis islâmicas sofreu certo atraso e as minorias religiosas estão vivendo um período de grande tensão

De acordo com informações do Brunei Times, a segunda fase da implantação da lei sharia no país terá início no próximo mês de junho. A sharia é o nome que se dá às leis islâmicas que são inseridas à sociedade juntamente com a religião, com base no alcorão e nas opiniões de líderes religiosos. Brunei é o 25º país da atual Classificação da Perseguição Religiosa, onde o evangelho é totalmente proibido. Por lá, as igrejas não registradas são consideradas seitas ilegais e os muçulmanos convertidos ao cristianismo precisam levar uma vida religiosa secreta, para que não corram risco de vida.
“A continuação do processo de implantação das leis islâmicas sofreu certo atraso e as minorias religiosas estão vivendo um período de grande tensão. Antes mesmo da conclusão desse processo, a situação já era bem crítica e a comunidade cristã, em especial, já se sente pressionada pela sociedade. Dizem que a demora foi por conta de algumas negociações feitas entre o governo e a Parceria Transpacífico”, comenta um dos analistas de perseguição. Parceria Transpacífico é um acordo de livre-comércio estabelecido entre os doze países banhados pelo Oceano Atlântico com o objetivo de promover o crescimento econômico dos envolvidos, a saber: Brunei, Chile, Nova Zelândia, Singapura, Austrália, Canadá, Japão, Malásia, México, Peru, Estados Unidos e Vietnã.
Segundo o analista: “Mesmo que esse não seja o motivo, a coincidência é notável. O Sudão chegou a repreender as autoridades do país por ainda não terem inserido integralmente a sharia. Suas observações adicionais sobre a educação religiosa e a propagação islâmica mostram o crescente conservadorismo do governante autocrático. Seja lá como for, em breve vão retomar esse assunto e os cristãos estão em oração para que haja uma intervenção divina”, diz ele. Nos países em que a sharia já vigora, aqueles que não comparecem às orações islâmicas devem pagar multas e os crimes como roubo e adultério são punidos com pena de morte. Lembrando que, a conversão ao cristianismo é considerada também uma forma de adultério. Em suas orações, interceda pelos cristãos bruneanos.


Portas Abertas

Todos são culpados pela crise, exceto a Dilma

Inconformada com os rivais que a responsabilizam pela crise que carcome a economia brasileira, Dilma Rousseff decidiu reagir. Reiterou que a culpa é do mundo, que reduziu o preço que pagava pelas commodities do Brasil. E levou ao cadafalso um culpado novo. O Congresso Nacional não se engajou na aprovação de nenhuma reforma do país, disse ela numa entrevista à emissora americana CNN.
Dilma não explicou muito bem a que reformas se referia. Tampouco esclareceu por que foi abandonada pelos partidos do conglomerado governista, ultramajoritário no Legislativo. Um conglomerado movido pelo tilintar de cargos, de verbas orçamentárias, de mensalões e de petrolões.
No tempo em que era a supergerente vendida por Lula em 2010, Dilma sustentava que não havia crise no Brasil, que a Petrobras era uma empresa sólida e que reforma era coisa de oposicionista interessado em eliminar benefícios sociais. Agora, prestes a ser afastada da poltrona de presidente pelo Senado, Dilma parece se dar conta de que também está sujeita à condição humana. Logo, logo talvez enxergue outro responsável pela crise no reflexo do espelho.


Blog do Josias