Radio Evangélica

quinta-feira, 16 de julho de 2015

"Obama é o 1º presidente americano em exercício a visitar um presídio"


Barack Obama se converteu nesta quinta-feira no primeiro presidente em exercício dos Estados Unidos a visitar uma prisão, a penitenciária de El Reno, em Oklahoma, centro-sul do país.
Sua visita busca lançar luz sobre o fracasso de um sistema penal e carcerário que se encontra entre os mais caros e superpopulosos do mundo.
As estatísticas falam por si: com 2,2 milhões de presos em todo o país, os Estados Unidos têm mais homens e mulheres atrás das grades do que 35 países europeus juntos, e muito à frente do número de detidos na China e na Rússia.
Durante a visita ao presídio de El Reno, Obama defendeu, entre outras medidas, sentenças mais justas e uma maior integração social dos ex-presidiários.


Fonte: www.istoe.com.br

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Política continua a contaminar a economia


A política continua a contaminar a economia. Em resposta à Politeia, nova fase da Operação Lava Jato que investiga o envolvimento de parlamentares em esquemas de desvios de recursos, deputados e senadores pretendem derrotar o governo em futuras votações no Congresso.
Nos bastidores, há relatos de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tenta impedir o avanço de importantes medidas do governo na área econômica. Por exemplo: as propostas do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de regularizar dólares ilegais no exterior que pertencem a brasileiros e de unificar a alíquota do ICMS, principal tributo estadual. Esses temas já sofrem bombardeio na Câmara e podem não ser votados logo, como o governo deseja.
Nesta quarta, Cunha afirmou que seu partido quer distância do PT. Já o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que estuda medidas judiciais contra a Politeia.
Em resumo, a nova fase da operação Lava Jato desorganizou ainda mais a base de apoio do governo Dilma Rousseff. E isso traz reflexos negativos sobre a economia.
Na avaliação do governo e da oposição, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não escorregou em nenhuma casca de banana em seu depoimento à CPI da Petrobras.
Questionado a respeito da acusação de escutas ilegais na cela de Alberto Youssef, delator da operação Lava Jato, Cardozo disse que o ato será “gravíssimo” se ficar comprovado que foi irregular. Como as investigações ainda estão em curso, não há uma conclusão a respeito do grampo na cela do doleiro.
O ministro da Justiça negou ter tratado da Operação Lava Jato em encontros no exterior com o procurador-geral da República Rodrigo Janot e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.
O depoimento de Cardozo mostra que a CPI tem dificuldade para avançar em relação ao trabalho de investigação da Justiça, do Ministério Público e da Polícia Federal. A comissão se tornou mais um palco de embate político.


Fonte: www.blogdokennedy.com.br

terça-feira, 14 de julho de 2015

China declara “ciberguerra”

O Exército Popular de Libertação da China comunista tornou público que entraria na “guerra digital”, registrou a revista Atlantico.
O pretexto alegado foi que “forças hostis do Ocidente e uma minoria de traidores ideológicos” apontados com o dedo são “inimigos” que usam a Internet para atacar o Partido Comunista Chinês.

Para tentar compreender esta “declaração de guerra” com argumentos tão confusos, a revista entrevistou o Prof. Emmanuel Lincot, do Institut Catholique de Paris, especialista em história política e cultural da China contemporânea.
Na verdade, a projetada guerra do Exército chinês através dos canais da Internet é bem conhecida. Sua fabulosa “Muralha de Fogo” virtual já censura, hostiliza e sabota as informações na rede mundial, com especial foco nas comunicações chinesas.
A publicação militar veio apenas reconhecer o fato. Mas, por que fazê-lo agora? 
Segundo o especialista Emmanuel Lincot, o uso da ciberguerra é pregado abertamente pelos estrategistas maoístas desde a Guerra do Golfo. Especialmente no livro A guerra fora dos limites, de Qiao Liang e Wang Xiangsui (La guerre hors limites, Paris, Rivages, 2003).
O objetivo sempre foi desmantelar a vantagem dos EUA nesses meios de comunicação e implantar a hegemonia ideológica maoísta.
A iniciativa chinesa transforma um terreno cultural de livre troca de informações e ideias num campo de guerra “híbrida”, onde recorre à sedução psicológica e ao assédio subreptício e deletério dos usuários. 
A China entende que a rede planetária permite que um participante se transforme em beligerante e então emprega sorrateiramente meios de sugestão nunca antes imaginados. 
Para a China, a ciberguerra tem objetivos muito concretos: controlar as informações, sobretudo as que podem acessar seus súditos, confundir os adversários, e garantir interesses vitais de domínio mental e controle policial dos dissidentes nas áreas controladas pelo regime.
A China e os EUA tiveram encontros periódicos para controlar a cibersegurança. Mas nada disso interessa à China.
Está na natureza profunda de um regime autoritário julgar-se eximido de qualquer limitação para consolidar sua ditadura.
O anúncio da ciberguerra chinesa aconteceu num momento em que o regime dá extraordinários sinais de debilidade, empreende expurgos maciços nas fileiras do Partido e acentua as perseguições contra os cristãos identificados como dissidentes.
O próprio Exército Popular corre o risco de ser expurgado internamente, de onde a denúncia de “traidores ideológicos” que estariam minando o regime. 
Segundo Lincot, uma cortina de ferro numérica já desceu sobre a China. Baidu e Huawei são dois grandes grupos informáticos dependentes de Pequim que baniram o Google e outros gigantes ocidentais.
Os efeitos políticos foram imediatos. A censura fez da Revolução dos pára-sóis no Taiwan e dos guarda-chuvas em Hong Kong, duas desconhecidas no continente vermelho. 
Um gigantesco dispositivo de peneiragem da informação funciona de uma ponta a outra da China. O Estado-Partido vive obcecado por fantasmas após a queda da URSS.
O enrijecimento chinês na esfera virtual pode ter consequências nefastas na economia mundial. Hoje há 2 bilhões de internautas, 5 bilhões de celulares e 5 trilhões de dólares em propriedade intelectual. Se isso passar a ser alvo de uma sabotagem com intenções ideológicas, o estrago será incontável.
Roger Faligot calculou que o Exército vermelho formou 40 mil especialistas na manipulação das ciberarmas. Os ataques podem partir de simples computadores com programas especiais, enlouquecer mercados, empresas, exércitos, redes sociais, sabotando ou divulgando informações desestabilizadoras. 
Em outubro 2014, segundo a empresa de segurança Novetta, corroborada pela FBI, o programa chinês Axiomhavia atingido 43 mil computadores em seis anos. 
Nessa fase, o programa visou o furto de informações para conseguir cumprir o plano quinquenal em matéria de meio-ambiente, energia e defesa. O programa continua sob Xi Jinping, que pensa em reforçá-lo no campo cultural.
A China visa prioritariamente instalar “desinformações úteis” à sua imagem em Universidades, mídia, indústrias da imagem e da música. 
Esse estratagema pode revelar-se mais insidioso do que a própria ameaça terrorista brutal e primitiva. A Europa deveria tomar medidas rápidas e eficazes, sobretudo em matéria de inteligência econômica, diz Lincot.
Precisamos proteger absoluta e urgentemente nossas universidades, nossa indústria cultural, porém não fazemos isso, deplora o especialista.
A China não visa  restringir a Internet para os seus cidadãos. Pelo contrário, trabalha para difundi-la até nas mais remotas províncias. O que ela quer é manipular as informações que essa rede passa, a fim de modelar e controlar as mentes e para isso é necessário que todos tenham conexão e depositem seus dados na rede.
Os dirigentes do Partido Comunista Chinês chamam isso de “garantir a coesão nacional”: que todos pensem como o Big Brother de Pequim quer que pense.
O socialismo chinês aspiraria obter assim o que Mao não conseguiu chacinando cem milhões de intelectuais e proprietários: que desapareçam as desigualdades naturais pela extinção dos pensamentos desiguais.
Para o comunismo maoísta igualitário isso é uma “guerra” decisiva, que corresponde à lógica e ao vocabulário marxista-leninista, mas que não deve ficar clara para suas vítimas atuais ou potenciais.
E isso não é um objetivo só para atingir o interior da China; é para o mundo inteiro. 
No Ocidente eles aguardam muito da pregação contra as desigualdades e contra a pobreza. 
Especialmente quando esse trabalho ideológico não é feito em nome do comunismo explícito, mas da religião, da teologia ou dos direitos humanos.





Vimos no site: http://www.midiasemmascara.org/

domingo, 12 de julho de 2015

Família, torna-te aquilo que és!

Na família, nenhum papel é descartável. Não existe ex-marido, não existe ex-esposa, não existe ex-filho. O vínculo é eterno.


A família está no centro das grandes discussões mundiais. Não é por acaso que o Papa Francisco resolveu dedicar as tradicionais audiências de quarta-feira, ao longo de todo este ano, justamente a esse tema. A Igreja, como perita em humanidade, não só pode como deve intervir neste debate tão caro à sociedade. A instituição familiar passa por uma crise sem precedentes na história. Recentemente, assistimos perplexos à aprovação do so called "casamento" gay em duas nações de antiga tradição cristã: Irlanda e Estados Unidos. Que estaria na origem de tudo isso? Como os cristãos podem reagir a essa mudança de valores que, a princípio, parece incontrolável?
A primeira coisa a reconhecer, para nossa tristeza, é o fracasso das famílias no que se refere ao testemunho das virtudes evangélicas e humanas. O "casamento" gay é apenas a ponta do iceberg. O problema vai muito além das uniões entre pessoas do mesmo sexo. Quando os heterossexuais, desgraçadamente, aceitaram a proposta do divórcio como uma via legítima de solução para os conflitos entre marido e mulher, eles simplesmente abriram caminho para que outros parceiros sexuais reivindicassem seus "direitos" civis. Explicamos: ao tornar-se um contrato, o matrimônio deixou de ser um vínculo indissolúvel para converter-se em uma espécie de prestação de serviços com prazo de validade. Tem mais. Com o advento dos métodos contraceptivos, os relacionamentos ficaram reduzidos ao prazer — não se casa mais para ter filhos e formar família; casa-se por puro desejo sexual. Assim, quando terminam as paixões, terminam também os casamentos. Essa é a grande tragédia familiar da atualidade. A lógica do "casamento" gay foi criada pelos heterossexuais.
No capítulo 11 do segundo volume de sua famosa obra A sociedade humana, o sociólogo Kingsley Davis faz uma importante distinção entre o que ele chama de grupos primários e grupos secundários.Grupos primários, segundo Davis, seriam aqueles cujas funções são permanentes. Um pai, por exemplo, sempre exercerá sua paternidade, ainda que esteja morto. O filho lembrar-se-á dele e de suas lições por toda a vida. Trata-se de algo insubstituível. O grupo secundário, por outro lado, já não possuiria a mesma dinâmica. Para Davis, nos grupos secundários estariam as relações empresariais, políticas e administrativas — funções evidentemente descartáveis. Um empresário pode ser substituído por outro mais competente e assim por diante. O primeiro grupo estaria marcado por relações virtuosas; o segundo, pelas disputas de poder.
Bingo. O divórcio e a mentalidade contraceptiva transformaram a família em um grupo secundário. Essa mudança, ardilosamente programada por militantes como Kingsley Davis, está na raiz da crise familiar à qual assistimos hoje [1]. Não existem mais ambientes virtuosos. Tudo resume-se ao conflito, às disputas de poder, ao bem-estar pessoal. Notem: as famílias estão resolvendo seus conflitos na delegacia. Esposos brigam por propriedades. Filhos ameaçam os pais com a anuência de estatutos, conselhos e ideólogos. Marido, mulher e filhos tornaram-se descartáveis, graças à obsessão materialista.
Há poucos dias, a imprensa comemorava uma suposta aprovação do Papa Francisco ao divórcio. Diziam: "Finalmente a Igreja abre os olhos para o mundo moderno". É preciso esclarecer duas coisas. Primeiro, o Santo Padre falava de situações de risco à família, quando, por exemplo, um dos cônjuges age de forma violenta. Ora, em tais situações — explica o Catecismo —, "a Igreja admite a separação física dos esposos e o fim da coabitação" [2]. Como se pode ver, Francisco não disse nada de novo ou revolucionário. Isso já era ensinado pela Igreja há muito tempo. Somente pessoas ignorantes ou de má fé podem interpretar as palavras do Papa de outro modo. Segundo, o fim da coabitação — como evidencia o Santo Padre logo depois da "polêmica" declaração — não significa o término do vínculo matrimonial. Ao contrário, diz Francisco, "graças a Deus não faltam aqueles que, apoiados pela fé e pelo amor aos filhos, testemunham a sua fidelidade em um vínculo no qual acreditaram, embora pareça impossível fazê-lo reviver" [3].
Porém, é claro que a mídia soltaria fogos com uma aprovação da Igreja ao divórcio. Infelizmente, a maior parte dos jornalistas é partidária dessa mentalidade materialista. Vejam o que é exaltado nas capas de revistas e de jornais. Percebam o interesse vil com que se noticiam traições e términos de casamentos. Avaliem a maneira como a rotatividade nos relacionamentos é celebrada por esses meios de comunicação. E é mais do que óbvio que, em uma sociedade baseada apenas nos interesses financeiros e sentimentais, surgiriam outros modelos de vivência sexual. Como lhes negar o reconhecimento civil? Como dizer que não se trata de família?
A salvação da família passa, evidentemente, pela retomada dos valores essenciais do sacramento do matrimônio. Digamos com clareza: a família deve voltar a ser um grupo primário, na qual estejam presentes as virtudes da humildade, da magnanimidade e, sobretudo, da caridade. Uma família necessita do dom do perdão, do saber compreender as fraquezas do outro, no intuito de ajudá-lo a crescer. Isso supõe um comprometimento indissolúvel. "Só a atração recíproca", como explica São João Paulo II, "não pode ter estabilidade e, portanto, está facilmente, se não de maneira fatal, exposta a extinguir-se" [4]. O amor conjugal é, ao contrário, "essencialmente um empenho para com a outra pessoa, empenho que se assume com um preciso ato de vontade" [5]. Resumindo: uma família deve caminhar junta para o céu.
Na família, nenhum papel é descartável. Não existe ex-marido, não existe ex-esposa, não existe ex-filho. O vínculo é eterno. Uma só carne. Compreender isso faz-se essencial para a cura das famílias. Família, torna-te aquilo que tu és!
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

2.    Catecismo da Igreja Católica, n. 1649.
3.    Francisco, Audiência Geral, 24 de junho de 2015.
4.    João Paulo II, Discurso ao Tribunal da Rota Romana, 21 de janeiro de 1999, n. 3.
5.    Idem.


Fonte: padrepauloricardo.org

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Número de refugiados nunca foi tão grande

O Alto Comissariado para os Refugiados (ACNUR) afirma em relatório que, atualmente, o mundo tem o maior número de refugiados. O número chega a 59,5 milhões.
Daniel, um dos analistas de perseguição da Portas Abertas, explica: “O número em si é impressionante, mas não é uma surpresa, já que o número de conflitos também cresce a cada dia, em todo o mundo, forçando as pessoas a fugirem de seus países ou se deslocar para regiões fronteiriças”. 
Relatos sobre os refugiados são notícia em todo lugar, seja na Europa ou na Ásia. Mas a imprensa sequer menciona os reais motivos que, na maioria das vezes, são por perseguição religiosa. Cristãos são perseguidos na Síria ou no Iraque. Há conflitos entre cristãos e muçulmanos da Nigéria, Eritreia e Somália. Daí o grande número de refugiados, mas não há sequer uma estimativa sobre os motivos e a forma como muitos tiveram que fugir.
Segundo o especialista, esta é uma omissão perigosa, pois não possibilita que as organizações internacionais, como a ONU, encontrem as soluções para os casos. Se não houver uma compreensão mais aprofundada desses casos, em especial os que se relacionam com a perseguição religiosa, a situação em todo o mundo dificilmente vai melhorar. 
Outras fontes revelam que entre as 20 guerras mais mortais acontecendo hoje, mais de 70% dos países estão na Classificação da Perseguição Religiosa.


Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Por que a China vai implodir

Durante um período de apenas dois anos, 2011 e 2012, o qual representou o ápice da tão aclamada "agressiva política de estímulos" do governo chinês em resposta à recessão do mundo desenvolvido, a China consumiu mais cimento do que os EUA consumiram durante todo o século XX!
Esse fato insano tem de ser corretamente digerido. Eis uma maneira de colocar as coisas em suas devidas proporções.
Pense em todo o processo de urbanização ocorrido nos EUA ao longo dos últimos 100 anos. Pense na construção de todos os edifícios comerciais, de todos os prédios residenciais, de todas as casas, de todos os arranha-céus, e de todos os shoppings que adornam as milhares de cidades americanas da costa leste à oeste.
Pense também na construção de toda a infraestrutura do país, desde as simples ruas e avenidas das cidades até as grandiosas represas Hoover, TVA e Grande Coulee, passando por toda a malha de rodovias, aeroportos, portos, rodoviárias, estações de trem, de metrô. Pense em todos os estádios de futebol americano, de beisebol, de basquete, de hóquei; em todos os auditórios e estacionamentos que já foram construídos no país.
Todo o volume de cimento gasto nesse processo de 100 anos foi o mesmo que a China gastou em dois anos.
O resultado? Cidades completamente vazias.
A China não é apenas mais uma economia emergente que vivenciou um forte crescimento e que, agora, está momentaneamente se esforçando para conter seus excessos.
Não.
A China é uma grotesca aberração econômica, cujo modelo econômico simplesmente não tem semelhança a nenhum outro modelo econômico já adotado por algum outro país em algum momento da história — nem mesmo ao modelo mercantilista de estímulo às exportações originalmente criado pelo Japão, e que já se comprovou insustentável.
O governo chinês está nas mãos de um grupo de velhos comunistas que foram criados sob o regime de Mao. Eles acreditam em planejamento central, ainda que de uma maneira mais diluída. Eles enviaram seus jovens mais inteligentes para estudar economia nas universidades americanas. Esses jovens retornaram para a China keynesianos.
A economia chinesa é hoje uma mistura maluca de empreendedorismo de livre mercado, de investimentos subsidiados e dirigidos pelo Banco Central, de mercantilismo keynesiano, e de planejamento central comunista. Trata-se de um acidente monumental que está na iminência de acontecer.
A China é uma nação que, em decorrência de uma monumental bolha de crédito, incorreu em uma insana mania especulativa direcionada majoritariamente para a construção civil.
As implicações desse endividamento (todo crédito é um endividamento) e dessa especulação imobiliária estão sendo resolutamente ignoradas por analistas que ainda estão iludidos pela noção de que a China criou um modelo econômico singular chamado "capitalismo vermelho".
Quando a dívida total (pública e privada) de um país explode de US$1 trilhão para US$25 trilhões em apenas 14 anos, isso não é capitalismo, nem mesmo vermelho.
Trata-se de insanidade monetária conduzida pelo estado.
Quando as construções pararem — seja porque os preços inflados dos imóveis estão caindo ou porque a expansão creditícia não mais será capaz de continuar sustentando a bolha —, a implosão será trovejante.
A produção de cimento pode cair dos atuais 2 bilhões de toneladas por ano para meros 500 milhões; o consumo de aço irá despencar proporcionalmente; frotas industriais de caminhões de cimento e de transporte de aço ficarão ociosas; a demanda por pneus, por componentes de motores, e por combustível para caminhão irá evaporar; empreendedores que fornecem os serviços que suprem este gigantesco fluxo de cimento e aço irão à bancarrota; os apartamentos vazios -- ainda chamados de "investimentos" -- em posse de seus proprietários serão inúteis.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino


Religiosos pedem que judeus voltem para Israel

O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo. Suas mensagens mais recentes são claras e inequívocas: a vinda do Messias é iminente. Ele está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Ele tem feito eco aos escritos do rabino Yitzchak Ben Tzvi, que escreve extensivamente sobre o final dos tempos. São vários os rabinos que começaram a defender nos últimos anos que os sinais proféticos são claros.
Kanievsky decretou que é uma “Mitzvah Dioraita”, ou seja, um mandamento bíblico voltar para Israel agora. Vem informando a vários sites que desde a guerra do verão passado em Gaza a expectativa é que o momento dessa vinda do Messias seria: “No final do ano sabático”.
O atual ano sabático no calendário judeu se encerra no dia 29 de Elul, que para o restante do mundo será o sábado, 12 de setembro de 2015.
Existem relatos de respostas ao apelo do rabino Kanievsky em várias comunidades ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos.
Judeus da França começaram a chegar em Israel em massa este ano, estimulados pelo convite do primeiro-ministro israelense Netanyahu. Nos últimos anos, 7.000 judeus franceses voltaram para Israel. O Ministério de Absorção de Imigrantes espera mais de 3.000 judeus franceses neste verão.
Alguns cristãos especializados no estudo de profecias vêm apontando para setembro deste ano como um mês que trará “sinais no céu”. No dia 13 ocorrerá um eclipse solar parcial, coincidindo com o início da “Festa das trombetas”.
Já no dia 23, durante a Festa dos Tabernáculos, ocorrerá o fenômeno da Superlua – a lua nunca esteve tão próxima da Terra. E mais, essa será a quarta Lua de Sangue.
O teólogo e pastor Mark Biltz vem dando palestras no mundo todo sobre o que ele que são os sinais claros deixados por Deus nos céus e na terra. A aparição da “primeira lua de sangue” na Páscoa de 2014, marcou o início de um cumprimento profético.
Descendente de judeus, ele passou anos estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, que seriam a comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus. Com informações de Breaking Israel News e Israel National News

Fonte: Gospel Prime



domingo, 5 de julho de 2015

Atentado contra igreja faz 5 mortos na Nigéria

Cinco pessoas, incluindo uma mulher, seus dois filhos e um pastor, foram mortos na manhã deste domingo em um ataque suicida contra uma igreja em Potiskum, no nordeste da Nigéria, anunciara à AFP um policial e um habitante local.
O homem-bomba entrou às 9h55 (5h55 de Brasília) na igreja e explodiu a si mesmo imediatamente, disseram as fontes.
"Quatro fiéis morreram imediatamente, enquanto a quinta vítima morreu pouco depois de chegar ao hospital", indicou um policial. Um morador local confirmou esta informação.
O homem-bomba entrou em um prédio em construção de uma igreja pentecostal cristã no bairro de Jigawa, nos arredores de Potiskum, a capital econômica do estado de Yobe.
Uma testemunha, Garba Manu, contou como o homem-bomba chegou à igreja em um rickshaw, vestido como os outros fiéis, e acionou seus explosivos ao entrar no edifício.
"Eu o vi entrando na igreja sem levantar qualquer suspeita. Cinco fiéis, três mulheres e dois homens estavam na igreja quando o homem-bomba entrou e todos eles morreram", acrescentou.
O ataque ainda não foi reivindicado, mas desde o lançamento da insurgência islâmica do Boko Haram, há seis anos, Potiskum tem sido regularmente alvo de ataques, incluindo vários suicidas.
Durante o Ramadã, a Nigéria, com centenas de pessoas mortas pelo Boko Haram em poucos dias, viu sua pior semana desde que o novo presidente, Muhammadu Buhari, tomou posse em 29 de maio.
A onda de ataques, que começou na quarta-feira, atingiu várias aldeias no estado de Borno, o epicentro da insurgência do Boko Haram, agora filiado ao grupo Estado Islâmico.

Fonte: www.yahoo.com

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O que leva alguém ao crime não é a falta de educação é falta de caráter


O que mais tem se falado nos últimos dias é a redução da maioridade penal, que divide opiniões. Onde os que defendem alegam que o individuo tem que pagar pelo crime e os que são contra falam que a educação é a solução e sempre vem àquela velha desculpa que os jovens envereda pela vida do crime por não terem uma educação de qualidade.
De repente na mesma semana que a maioridade penal é aprovada um menor de 16 anos agrediu uma professora uma professora com socos e golpes de caneta em Sergipe na ultima quinta-feira (2).

Segue abaixo uma parte da reportagem que tirei do portal Uol relatando o fato acima
A professora contou que na última quarta-feira (1º), alunos utilizando uma bomba de festa junina quebraram um mictório do banheiro masculino da escola. A diretora então iniciou a apuração para descobrir quem foram os autores e acabou identificando os alunos responsáveis pelo ato, entre eles estava o adolescente de 16 anos acusado pela agressão.
Segundo a diretora, diante da gravidade decidiu dar uma suspensão aos alunos. Ao saber que seria punido, o aluno que estava matriculado no EJA (Educação de Jovens e Adultos) resolveu agredi-la. "Ficou sabendo que ia ser expulso. Ele veio cantando uma música violenta. Falou eu saio, mas eu lhe mato. Partiu para cima. Deu o primeiro murro e eu caí. E me socou, vários murros. A cabeça batia muito na parede. Eu só gritava pedindo socorro" detalhou Carla Valéria, ao programa Hora da Verdade da 103FM, que foi agredida em um dos corredores da escola.
Diante desse fato eu pergunto: Será que a educação realmente é a solução se muito desses bandidos não tem o mínimo interesse de estudar?

E também na mesma semana vejo a noticia de uma família onde crianças estão caçando ratos para comerem carne na cidade de Alagoa Grande (na região do Brejo, a 107 km de João Pessoa),

Segue abaixo relato do repórter do sistema correio que foi responsável pela matéria que foi apresentada no Jornal da Correio em relação ao fato citado:
“Eu fui até a casa da família para fazer uma reportagem sobre um homem que tinha morrido na comunidade. Quando estava iniciando a matéria, vi as crianças saindo do mato com os animais e todos tratados. Perguntei para qual a finalidade dos animais e eles foram enfáticos: para comer. Fiquei chocado com a situação de pobreza da família”, relatou Queiroz, com um tom de emoção.
O imóvel onde a família mora ainda é feito de barro. A casa de poucos cômodos não possui rede de esgoto, a instalação elétrica é feita com gambiarras e não há higiene. Para matar a sede, os garotos pegam água de um açude próximo onde não há tratamento adequado para o consumo. “Podemos dizer que é uma pobreza muito grande, que não sei mensurar. Fiquei muito chocado e comovido. Eles bebem água barrenta que pegam em um açude. Daí usei o jornalismo para tentar ajudar essa família e amenizar a dor dessas crianças”, disse o blogueiro.
Apesar de a maioria dos moradores da comunidade ter acesso ao programa Bolsa Família, eles – que sobrevivem com cerca de R$ 240 - afirmam que o dinheiro que recebem não dá para comprar a "mistura" para complementar o almoço e o jantar, e acabam saindo à caça de ratos para suprir a falta de carne nas refeições.
O homem que foi encontrado morto, de acordo com o registro feito na delegacia local, era o chefe da família citada na reportagem e teria cometido o suicídio porque devia R$ 150 a um comerciante na compra de uma cesta básica para alimentação dos filhos. Como não tinha condição financeira para quitar o débito, resolveu tirar a própria vida.
Os garotos que estão caçando ratos para comer estão passando por uma dificuldade tremenda e nem por isso resolveram roubar ou cometerem qualquer ato ilícito justificando os mesmos se enquadrando na politica do coitadismo.
O que mais deixa a entender é que os que são contra a redução da maioridade penal é que só serão presos aqueles “excluídos” da sociedade simplesmente por serem “excluídos”.
Vi e até compartilhei um vídeo do professor de história Alexandre Seltz onde ele falou que alguns grupos sociais segundo os esquerdistas são isentos quando cometem crimes, pois a sua situação social justifica os motivos do “coitadinho” está roubando, matando, estuprando e outros crimes.
Nada justifica menor, maior a cometerem crimes o que os levam a isso é a falta de caráter mesmo e esse negocio de idade para responder. O bandido deve ser julgado pelo crime cometido e não pela idade.

Joabson João (Bacharel em Ciências Contábeis e Jornalista do DOJAE)
Com informações do Portal Uol e Portal Correio

Tags: Educação, Maioridade Penal, Excluído, Coitadismo


quinta-feira, 2 de julho de 2015

"Nosso governo não liga para ciência", afirma brasileira que acaba de publicar estudo na 'Science'

A carioca Suzana Herculano-Houzel pulou de alegria ao ver, hoje, sua descoberta sobre o desenvolvimento do cérebro de humanos e animais na revista científica mais prestigiada do planeta. Mas aponta que é difícil para brasileiros repetir seu feito, já que o Brasil não financia estudos nacionais

Estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acabou com o mito que vigorava na comunidade científica de que o córtex cerebral de mamíferos, parte do cérebro responsável pela cognição, se dobra para acolher mais neurônios. Segundo o artigo, o córtex assume determinada forma, pequena ou grande, por um motivo puramente físico, em resposta às diferentes pressões que sofre ao longo do desenvolvimento.
Em conversa com o site de VEJA, a neurocientista carioca Suzana Herculano-Houzel, autora do artigo, explicou o estudo, indicou suas aplicações e discutiu a dificuldade de se fazer pesquisa no Brasil.

Oucos trabalhos de brasileiros conseguem ser publicados em revistas renomadas como a Science. É difícil fazer pesquisa no Brasil? Os dez anos que passamos pesquisando esse assunto foram tranquilos. O curioso e, agora, irônico é que, justamente quando conseguimos publicar na Science, estamos em um momento nada tranquilo. Tanto o governo federal quanto o estadual cortaram a verba para a ciência, e eu não tenho dinheiro para continuar trabalhando no laboratório. Já temos vários financiamentos aprovados, mas há vários meses o dinheiro não é liberado. Eu tinha duas alternativas: parar tudo ou tirar dinheiro do meu bolso para que os alunos conseguissem tocar seus trabalhos. Agora me resta esperar por um reembolso, e já estão me devendo mais de 15 000 reais. Cada vez mais temos atenção dos colegas estrangeiros, da mídia internacional, a Science considera que nosso trabalho é digno de ser publicado, mas isso não parece fazer diferença para o nosso governo. Como o financiamento da pesquisa aqui é quase que 100% dependente de dinheiro do governo, ficamos nas mãos deles.

Você pensa em sair e trabalhar fora? Eu considero cada vez mais isso, para me dedicar a ciência como meus colegas estrangeiros o fazem, sem ter que lidar com essas questões absurdas que só mostram a falta de consideração, respeito e apreço do governo com o trabalho dos cientistas brasileiros.

Vamos esquecer, por um momento, disso e falar de seu belo estudo. Por que analisar o motivo de o córtex se dobrar? O córtex cerebral é a parte do cérebro responsável pela cognição e é a que mais cresce ao longo da evolução, conforme novas espécies aparecem. Antes, nós pensávamos de forma intuitiva, sem base em dados reais. Conforme essa região aumentou, foi se dobrando para permitir que coubessem mais neurônios ali. Ou, então, se dobrou ao ganhar mais neurônios. Não sabíamos de fato a ordem dos fatores. Nesse trabalho testamos a teoria. Para entender o que quero dizer com dobrar, vale pensar no que acontece quando você joga uma toalha no cesto de roupa suja: ela não cabe inteira, então você precisa ajustá-la para que caiba. O córtex também é uma superfície, exatamente como uma toalha.

Esse parece ser um conceito um tanto básico. Não havia sido testado ainda? Já conhecíamos algumas incongruências sobre a teoria, o problema é que ninguém sabia se era realmente assim que o córtex funcionava. Se você comparar o ser humano com o elefante, por exemplo, o córtex do último é maior do que o nosso, e se essa teoria fosse verdadeira, isso significaria que ele teria mais neurônios que nós. Como os neurônios são as unidades essenciais de processamento de informação, os elefantes seriam mais capazes cognitivamente, e deveriam estar nos estudando, não o contrário.

Qual foi o método para medir o grau de dobras do córtex de cada espécie? Imagine uma folha de papel. Amasse-a com toda a força e depois solte. Essa folha tem uma área de superfície, que continua idêntica mesmo depois de você tê-la amassado. Quando a folha vira uma bolinha, porém, só uma parte dessa superfície fica exposta. Então, o grau de dobra é a razão entre a superfície total e essa parte que ficou exposta depois de você amassar a folha.

E depois bateram esses dados com o número de neurônios de cada espécie? Exato. Nos últimos dez anos, o nosso laboratório recolheu dados sobre a quantidade de neurônios de 38 espécies, incluindo humanos. Há um ano, decidimos fazer um teste para responder as perguntas: o córtex cerebral que tem mais neurônios é necessariamente mais dobrado?; e um córtex que é mais dobrado necessariamente tem mais neurônios? Nos dois casos, descobrimos, a resposta é não. Isso mudou completamente aquela ideia que experessei ao responder à sua primeira pergunta. Ao comparar um porco com um babuíno, o macaco tem dez vezes mais neurônios do que o porco, mas os dois têm córtex com o mesmo grau de dobras. O contrário também acontece: o elefante tem um córtex duas vezes mais dobrável que o do humano, mas têm menos neurônios. O que queríamos era mostrar, pela primeira vez, que a teoria que todos aceitaram por décadas, que institivamente fazia sentido, na prática não funciona.

O que rege o grau de dobras, então? Foi isso que fomos pesquisar. O Bruno Mota, físico que trabalha com a gente, olhou para esses números e para o córtex de várias espécies, e deduziu que eles assumiam aquela estrutura porque era a mais estável. Explico: ao jogar uma bolinha de gude em um coador de café, ela rola e para no fundo do cone, certo? Ela para ali porque esta é a região mais estável. Na física, falamos que essa é a área que ela tem menos energia livre. Isso acontece naturalmente com todos os corpos, eles tendem a ficar na configuração de menor energia livre. O córtex, por exemplo, sofre uma série de pressões e forças: ele cresce, mas existe a pressão atmosférica e também a pressão de dentro do cérebro, além da própria tensão dos axônios, as fibras que prendem o córtex a outras estruturas do cérebro. A ideia é que a cada instante, ao longo do desenvolvimento, o córtex responda a essas forças e atinja aquela estrutura.

Criar uma equação matemática a partir dessa equação foi fácil? Para nossa primeira surpresa, a equação é muito simples: ela relaciona superfície total do córtex (como uma folha aberta), a espessura do córtex, e a área exposta na posição mais estável (a folha amassada). Certinha, a equação é "área total da superfície x raiz quadrada da espessura = área exposta x uma constante K". Depois, aplicamos essa equação aos dados das espécies, e para nossa surpresa, deu certo em todos os casos, sem nenhuma exceção.

Como relacionaram essa regra do córtex ao papel? Como a fórmula se aplica a todas as espécies, sem exceção, sabemos que o grau de dobra do córtex é física pura, acontece conforme ele se adapta às forças que se abatem sobre ele. Assim, outras superfícies com o mesmo tipo de estrutura, como, por exemplo, uma folha de papel, deveriam responder da mesma maneira. Comecei a fazer bolinhas de papel de tamanho e espessura diferentes em casa e percebi que tudo também se encaixava na equação. Isso confirma que o grau de dobras do córtex realmente se estabelece por física pura. A equação funciona para superfícies que se deformam quando se aplica pressão a elas. Com tecido não funcionaria, porque o material não tem memória.

Quais aplicações essa conclusão terá? A primeira é na área de pesquisa básica, para entendermos o processo de desenvolvimento do córtex e como os neurônios se espalham, formando variantes do córtex de espessuras diferentes. São propriedades fundamentais do cérebro, que a gente ainda hoje não conhecia. Há também aplicações para quem estuda o desenvolvimento do córtex tanto normal, quanto alterado por doenças. Um exemplo é um distúrbio genético que altera a migração dos neurônios nessa região, e o resultado é um cérebro humano com um córtex de volume normal, mas com superfície lisa. Até esse trabalho, não se conhecia se existia um elo que explicasse como essa migração causaria um córtex que não se dobra.


Fonte: Veja