Radio Evangélica

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A farsa do plebiscito pelo aparelhamento estatal de campanha. E que raios o Pastor Everaldo está fazendo ali?



Os leitores devem ter notado que eu praticamente não falei sobre o Plebiscito da Constituinte que os coletivos não-eleitos do PT e seus aliados da extrema-esquerda organizavam.
Por que eu teria feito isso? Por que como era um evento privado, eles podiam fazer o que quiser. Eu não poderia aparecer aqui e escrever que “tem um bando de socialistas aparelhados votando um plebiscito particular”. Quer dizer, eles podem fazer o que quiserem. Seria o mesmo que se fossem votar sobre quem tem o melhor derrière (Andressa Urach ou Nicole Bahls).
Só que agora a brincadeira ficou séria e os sovietes começaram a apurar os votos (até o dia 21 deste mês – o que nos leva a imaginar a “seriedade” da coisa). A pergunta feita no Plebiscito (que eles dizem ter levado quase 10 milhões de pessoas a votar, o que duvido muito) era: “Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o sistema político?”. Teve até voto pela Internet. Em suma, um circo.
A encenação de votação, porém, tem um intuito: pressionar o Legislativo a fazer a Constituinte para a reforma política. Qual o cui bono? Mudar as regras do jogo eleitoral e criar regras para favorecer o PT, especialmente pelo uso do aparelho do estado. Por exemplo, com o fim do financiamento privado de campanhas, o PT poderia continuar usando as estatais para financiar suas campanhas. Eles não são bestas. Bobos são os outros. Ou por que você acha que eles estariam tão motivados em prol de criar um falso plebiscito?
Agora nos resta pressionar o Legislativo para que não caia nessa palhaçada e, se os sovietes começarem com muita pressão, devemos acusar a presidente (que endossa essa baixaria) de traição à pátria e iniciar imediatamente um processo de impeachment. Já que eles estão avacalhando, é nesse mesmo tom que devem ser tratados. Essa turma do plebiscito é igual separatista da Ucrânia. Deram mole no início e hoje vemos o resultado.
E como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada. Se hoje mesmo eu quebrei minha regra e elogiei um posicionamento do Pastor Everaldo, agora não dá para perdoar.
O que esse sujeito está fazendo nesse plebiscito da extrema-esquerda? Agora, o Pastor Everaldo deve uma resposta a todos os seus eleitores (eu não me incluo entre eles), pois que raios ele faz em uma armação produzida pelo PT? Qual é o motivo? Qual a paga?
Eu queria ver que argumentos ele arruma para se defender agora…
Fonte: http://lucianoayan.com

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Os desavergonhados

É o feitiço do tempo.
É o passado que não quer passar
É o peso das gerações mortas, como diria um pensador que os petistas apreciavam antigamente, oprimindo o cérebro dos vivos.
É a miséria moral se fingindo de resistência.
É o assalto ao Estado brasileiro e às suas instâncias.
É o novo patrimonialismo roubando o futuro dos brasileiros.
Enquanto o país se espantava com a bandalheira do mensalão — aquele esquema em que um partido, banqueiros e altos funcionários da administração se organizavam numa quadrilha para criar um Congresso paralelo —, outra maquinaria criminosa, em tudo semelhante e com boa possibilidade de ter movimentado quantidade ainda maior de dinheiro, vigorava na Petrobras, a principal empresa brasileira.
Não, senhores! Seus promotores e operadores não se intimidaram. Talvez escarnecessem do país: “Vejam lá aqueles se estapeando por causa de pouco dinheiro, e nós, aqui, a operar uma máquina de corrupção bilionária”.
Sim, leitores, por mais que o mensalão petista tenha movimentado uma fábula, o valor é troco de pinga na comparação com os recursos que passaram pelo “Petrolão”. Só a compra da refinaria de Pasadena — uma das operações da máfia que tomou conta da Petrobras, segundo Paulo Roberto Costa — gerou aos cofres da empresa um prejuízo de US$ 792 milhões nas contas do TCU — ou R$ 1,8 bilhão.
Segundo o engenheiro da Petrobras Paulo Roberto Costa, que está preso, ao contratar obras de empreiteiras, a Petrobras pagava propina a um grupo de políticos do PT, do PP e do PMDB. Entre os principais nomes implicados na lambança, está o de João Vaccari Neto, homem que cuida das finanças do petismo.
O esquema da Petrobras, que chamo aqui de Petrolão, em tudo reproduz o mensalão. Não é diferente nem mesmo a postura do Poder Executivo, da Presidência da República. Dilma repete, ainda que de modo um tanto oblíquo, o conteúdo da frase célebre de seu antecessor: “Eu não sabia”, ainda que, no comando da Petrobras, durante os oito anos de governo Lula e em quase dois da atual gestão, estivesse José Sérgio Gabrielli, um medalhão do PT, o principal responsável pela compra da refinaria de Pasadena.
Nada, nada mesmo, lembra tanto a velha política como a gestão miserável que tomou conta da Petrobras. Infelizmente para o país, o nome de Eduardo Campos, antecessor de Marina Silva na chapa presidencial do PSB, aparece no centro do escândalo. As falas de petistas e peessebistas se igualavam na desconversa até ontem. Nesta segunda, Marina Silva mudou um pouco o tom (ver post seguinte),
Para arremate da imoralidade, um ministro como Gilberto Carvalho (ver post) vem a público para atribuir a corrupção desavergonhada ao sistema de financiamento de campanha. Segundo ele, caso se acabem com as doações privadas, isso desaparecerá. Trata-se de uma falácia espantosa. Ao contrário: se e quando as doações de empresas forem extintas, mais as estatais estarão entregues à sanha dos partidos.
Escreverei isto aqui pela enésima vez: é claro que o PT não inventou a corrupção. Os larápios já aparecem em textos bíblicos; surgem praticamente junto com a civilização. Mas nenhum outro partido na história da democracia (e até das ditaduras), que eu me lembre, buscou naturalizar a prática corrupta como mera necessidade, como uma imposição dos fatos, como tática de sobrevivência.
Até quando?

Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Até quando o Estado pode intervir na educação de nossos filhos?




Ontem fiquei sabendo que um líder religioso foi preso sendo acusado de manter a filha em cárcere privado e impedir a filha de ir à escola. A princípio fiquei surpreso, pois pelo que conheço dele ele não teria índole para isso.
Mas ao chegar em casa minha esposa estava assistindo um jornal local onde mostrou o motivo dele impedir a filha de ir à escola. Pois segundo o jornal a filha se envolveu com um moleque desses que faz parte de uma dessas facções criminosas. E vizinhos foram entrevistados, afirmando que não tinham o que falar dele, que é uma pessoa de bom caráter e jamais manteve a filha em cárcere privado.
Interessante que a diretora da escola (que é pública) afirmou que na escola que a filha dele estudava não tem membros de nenhuma facção criminosa. Honestamente por onde ando vejo que toda escola pública tem esses moleques que fazem parte das facções onde cantam musicas que além de cantarem musicas também fazem questão de usarem os celulares tocando musicas que exaltam essas facções. E se essa diretora não reconhece esse tipinho eu faço questão de mostrar a ela que na escola que está à frente tem esse tipo de marginal sim.
Caso ele soltasse a filha e ocorresse o pior ele seria crucificado por deixar a filha solta. Mas querer “prender” para evitar o pior já vem sendo incriminado.
Hoje assistindo um programa local vi que o líder concedeu uma entrevista a uma emissora de tv local falando que não prendia a filha, mas o que fez foi para evitar o pior com ela.
E depois ao vivo a pessoa que está à frente do conselho tutelar também foi entrevistada e interessante que ele apenas contou a versão da garota, que para ele foi à única que prevaleceu. E o que mais chamou a atenção foi que pelo que deu a entender é que os pais agora não podem educar os filhos e sim o Estado.
Continuo com a pergunta: Até quando o Estado pode intervir na educação de nossos filhos?

Joabson João

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cristãos preferem vida sofrível no Líbano a voltar ao Iraque



Eles enfrentam muita dificuldade no país vizinho, mas não conseguem esquecer a violência gerada pelos jihadistas

Os cristãos que fugiram do Iraque para o Líbano enfrentam condições difíceis, sobrevivendo apenas com as doações feitas pelas igrejas e por ONGs. Contudo, eles não pensam em voltar para suas casas com medo dos ataques.
A agência EFE conversou com alguns dos refugiados que tentavam conseguir uma das bolsas de ajuda que estavam sendo distribuídas por uma igreja católica em Sad el Baochryeh com produtos não perecíveis.
Zena, que tem um filho, era uma dessas pessoas e apesar de toda a dificuldade em conseguir um emprego no Líbano, ela não pensa em voltar para sua terra.
“Meu filho e eu não encontramos trabalho e temos que viver da ajuda que nos dão, enquanto em Bagdá nada nos faltava”, disse ela.
Tomado por jihadistas, cristãos e yazidis não têm outra opção a não ser fugir. Muitas vezes não há chance nem de pegar seus pertences ou mantimentos por conta da fúria dos militantes do Estado Islâmico.
Assustados e sem esperança de que o Iraque voltará a ser como era antes dos ataques, os iraquianos refugiados no Líbano preferem não arriscar ao voltar para casa. “Quem nos assegura que não voltará a acontecer o mesmo. O que vivemos eu não desejo para ninguém”, disse Nauras, que fugiu de seu país com seus dois filhos.
A situação desses iraquianos é complicada, para o governo do Líbano eles são turistas, não refugiados. Isso garante um visto de apenas 15 dias que pode ser renovável, mas aqueles que tentam trabalhar acabam sendo expostos a leis severas, com risco de prisão.
Quem encontra trabalho fica com medo de ser preso ou repatriado ao Iraque. A igreja tem prestado um trabalho assistencial importante para esses refugiados, que além de alimento também recebe informações de como podem legalizar a situação no país e buscar trabalho.
Para o bispo caldeu de Beirute, monsenhor Miguel Kassargi, a maior preocupação com esses refugiados é garantir, além da ajuda humanitária, o atendimento médico e a escolarização das crianças.
O desafio da igreja é ajudá-los a pagar o aluguel dos novos alojamentos, diante da alta procura alguns libaneses estão tentando lucrar aumentando o valor dos aluguéis. Com informações Exame.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 24 de agosto de 2014

Uma sugestão aos candidatos que fazem carreatas


 
Muitos candidatos fazem carreatas no período eleitoral. Uma boa maneira de fazer sua campanha em busca de votos. Mas muitos desses candidatos, possivelmente a maioria, de forma indireta contratam algumas pessoas para participarem dessas carreatas pagando o combustível para as pessoas o acompanharem. E nelas a sujeira que fica nas ruas é enorme com santinhos.
Os japoneses vieram para o nosso País assistir ao jogo de sua seleção na copa e limparam toda a sujeira que fizeram no estádio. E os nossos políticos que almejam representarem o povo já mostram que vão fazer sujeira caso eleitos. Pois ao sujarem as ruas na campanha eleitoral não limpam.
Sugiro que os candidatos que gostam de promoverem suas carretas que além de “contratarem com combustível” pessoas para fazerem volume em suas carreatas também contratem algumas pessoas para limparem as sujeiras que essas carreatas fazem. E também não vá fazer sujeira caso eleitos. Sei que isso será difícil, mas não custa nada tentar.

Joabson João

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Um país errado – Criação de emprego em 2013 foi puxada pelo funcionalismo público




Vocês querem um exemplo de um país errado? Pois não! Sabem quem puxou a criação de empregos no ano passado? O funcionalismo público. Pode-se tentar dourar a pílula aqui e ali, mas o fato é que mais contratou quem não gera riqueza, mas a consome: o estado. A melancolia não é por acaso. Leiam o que vai na VEJA.com.
Na VEJA.com:
O Brasil criou 1,49 milhão de vagas líquidas de trabalho em 2013, ou seja, já consideradas as demissões do período. Os dados constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um banco de dados que as empresas são obrigadas a preencher anualmente e enviar ao Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). A diferença entre a Rais e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo MTE mensalmente, é que o primeiro engloba todas as vagas formais, incluindo celetistas (contratados no regime da CLT), estatutários (servidores públicos), temporários e avulsos. Isso significa que a Rais mostra um panorama mais fiel do mercado de trabalho.
O resultado de 2013 mostra que a criação líquida aumentou 29,7% em relação ao ano anterior. Mas, diferente de 2012 e dos anos anteriores, a alta foi garantida pela contratação de servidores públicos de níveis municipal, estadual e federal. Um total de 414,7 mil novas vagas, ou seja, 27,8%, são atribuídas ao setor público. O MTE mostra que, enquanto o emprego formal avançou 3,15% na comparação anual, o funcionalismo cresceu 4,85%. Já o regime celetista teve alta de 2,76%, com a contratação líquida de 1,075 milhão de pessoas. Apesar do avanço no ano passado, o MTE mostrou que se trata do segundo pior resultado em 10 anos, perdendo apenas para o de 2012, quando foram criadas 1,14 milhão de vagas.
O avanço do emprego por setor mostra que, entre os celetistas, a maior criação de emprego ficou em Serviços, com 558,6 mil postos de trabalho líquidos, uma alta de 3,46% em relação a 2012. Em seguia, há o Comércio, com a criação de 284,9 mil empregos. A Indústria de Transformação e a Construção Civil vêm em seguida, com a criação de 144,4 mil e 60,0 mil postos, respectivamente.
No caso da Indústria de transformação, alguns subsetores apresentaram queda do emprego já no ano passado, como a indústria metalúrgica, que cortou 3.646 vagas (queda de 0,44%) e a de calçados, com queda de 6.160 postos (-1,84%).
Por Reinaldo Azevedo