Radio Evangélica

domingo, 20 de abril de 2014

Perseguição e reavivamento nos países da Bíblia

Cristãos que sofrem perseguição por sua fé em Jesus agradecem pelo apoio. Eles se mantêm firmes em Cristo nos países mais restritivos no Oriente Médio, onde a perseguição não é novidade

Em toda a Bíblia, o povo de Deus enfrentou opressão e oposição, especialmente durante a época da Páscoa. No Egito, os israelitas ficaram centenas de anos sob a escravidão. No Irã, o povo de Deus foi submetido ao genocídio nas mãos de um líder com uma imensa fome pelo poder, até que Deus usou Ester para salvar o seu povo. E em Israel, extremistas religiosos em coalisão com o poderoso Império Romano, assassinaram aquele que foi enviado para salvá-los!

Hoje o povo de Deus continua sofrendo ameaças nesses países bíblicos, já que houve um agravamento na perseguição aos cristãos. No entanto, através das orações e suporte de seus parceiros, a Portas Abertas tem conseguido equipar e dar apoio aos cristãos perseguidos, fazendo com que eles vejam o Reino de Deus em primeiro lugar, ao invés da crescente oposição.

Egito: a igreja cresce à medida que as ameaças se intensificam
Cristãos egípcios têm vivenciado crescente oposição e ameaça desde que a Primavera Árabe teve início. Para muitos deles, a incerteza política trouxe uma nova dependência de Deus – e as oportunidades para testemunhar de Cristo têm crescido apesar das dificuldades. De fato, nos últimos meses, houve múltiplos eventos de evangelização, com mais de 15 mil pessoas se comprometendo com Cristo!

"Eu estava impressionado com o espírito de amor que se espalhou em todos os lugares, vindo de pessoas que vêm sofrendo severas ondas de ataques por muçulmanos fanáticos", compartilhou um dos presentes.

Irã: jovens têm fome de Cristo enquanto as autoridades reprimem De acordo com o regime iraniano, aqueles que se convertem ao cristianismo são considerados apóstatas, um crime que é punido com morte. Quase toda e qualquer atividade cristã é ilegal.

Mesmo assim, Deus está trabalhando no Irã. Rafin e Nader, dois jovens cristãos convertidos do islamismo, são prova disso. E eles não estão sozinhos. "Muitos persas estão vindo para Cristo", afirma Nader. "Muitos são jovens estudantes universitários e até mesmo alguns dos seus professores estão pedindo Bíblias!".

Israel e o território palestino: a união brilha enquanto a escuridão espiritual se aprofunda
Israel e os territórios palestinos se encontram aparentemente definidos por uma profunda divisão e por um ódio feroz. E, em meio a tudo isso, muitos cristãos estão enfrentando perseguição por causa de sua fé. Apesar de tudo isso, a luz do evangelho está brilhando fortemente: cristãos israelenses e palestinos têm encontrado a verdadeira união em Jesus.

Nos últimos meses, um grupo de adolescentes cristãos do Território Palestino e Israel têm feito exatamente isso, formando um grupo de dança para compartilhar o evangelho na região. "Sem Deus, nós não poderíamos fazer isso juntos", explica o adolescente Achi-Noam, 16 anos, de Jerusalém. "Nós vamos contra a correnteza ao escolher não participar da disputa entre judeus e árabes".

Em todas as terras bíblicas, o povo de Deus está vivenciando ameaças intensas e pressões – assim como eles sempre tiveram. Mas, juntamente com as dificuldades, vêm também as oportunidades de crescimento da igreja e de evangelização, expandido o Reino de Deus, onde a fé tem o mais alto preço. O apoio de parceiros engajados com a causa da Igreja Perseguida permite que a Portas Abertas envie colaboradores para continuar apoiando e fortalecendo a igreja. Suas orações e doações fazem a diferença. Obrigado por apoiar a Igreja a crescer nesses países!

Fonte: Portas Abertas Internacional

Tradução: Cecília Padilha



terça-feira, 15 de abril de 2014

Direitos humanos ou direito dos infratores?


Sempre que acontece um crime e um suspeito pelo crime e até mesmo um réu confesso é preso sempre aparecem  os direitos humanos para defender os acusados.
A alegação sempre é que os infratores são vítimas do sistema. E como ficam as vitimas desse infrator? Pois os direitos humanos nunca estão do lado das vítimas.
Um amigo me falou que realmente os direitos humanos realmente surgiram para defender os infratores e não as vítimas dos mesmos. Então esse nome tem que mudar no lugar de “humanos” colocam “infratores”. Se tem esse título a ideia é para defender todos. Pois por acaso a vítima deixa de ser humana e o infrator passa a ser humano quando comete um crime?
Esse tal de direitos humanos só teria credibilidade de também defendesse vítimas e apoiasse familiares das vítimas, mas só defende infratores. Então mude o nome para direito dos infratores.

Joabson João


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Cuba usou Porto de Mariel, financiado pelo Brasil, para vender armas à Coreia do Norte


Por Gabriel Castro, na VEJA.com. Volto no próximo post.
A construção do Porto de Mariel, em Cuba, ganhou o noticiário nos últimos meses porque o governo brasileiro concedeu, via BNDES, um empréstimo de 682 milhões de dólares à ditadura cubana para assegurar a obra – dois terços do valor total estimado para o porto. Além disso, os detalhes da transação foram estranhamente mantidos em sigilo. Em janeiro deste ano, a presidente Dilma Rousseff esteve na ilha dos irmãos Castro para a inauguração oficial do terminal portuário.
Mas a história não acaba aí: um relatório elaborado por um painel de especialistas do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) mostra que Cuba utilizou o Porto de Mariel para abastecer com 240 toneladas de armamento um navio norte-coreano, em descumprimento a sanções internacionais contra o regime autoritário da Coreia do Norte. A operação, realizada há menos de um ano, fracassou porque a carga secreta foi descoberta por autoridades do Panamá, já no caminho de volta à Ásia.
Por causa do flagrante, foi possível encontrar os registros de navegação e reconstituir a rota do navio: em 4 de junho, o cargueiro Chong Chon Gang parou em Havana, onde descarregou rodas automotivas e outros produtos industriais. Em 20 de junho, o navio aportou secretamente em Mariel. Lá, o material bélico foi embarcado. Em 22 de junho, o Chong Chon Gang chegou a Puerto Padre, onde recebeu a carga de açúcar que seria usada na tentativa de esconder o armamento.
A maior parte da carga era formada por componentes que seriam usados em mísseis terra-ar, dos modelos C-75 Volga e C-125 Pechora. Dois caças MiG-21, desmontados, estavam no carregamento. Muita munição foi encontrada. Também havia lançadores de mísseis, peças de radares, antenas, transmissores e geradores de energia. Para diminuir os riscos, parte do material enviado recebeu uma nova mão de tinta: os containers perderam a cor verde, indicativa da carga militar, e foram pintados de azul.
Entre os fatos que chamaram a atenção dos investigadores, aparece justamente a escolha pelo Porto de Mariel: o relatório cita que a opção, em detrimento de Havana e Puerto Padre, é mais uma prova das más intenções de cubanos e norte-coreanos. “A carga foi aceita pelo navio sem os documentos básicos de envio, recibos de carregamento, relatórios de carregamento e relatórios de inspeção de carga”, diz o texto da ONU. O navio Chon Chong Gang trazia uma declaração falsa de que carregava apenas açúcar-mascavo. E, na lista de portos pelos quais a embarcação passou, não há referência a Mariel.
Os dois governos admitem que Cuba estava enviando as armas para a Coreia do Norte, mas alegam que o material passaria por reparos e seria devolvido à ilha dos irmãos Castro. O painel da ONU não se convenceu: o fato de a carga estar escondida se soma a orientações por escrito, encontradas a bordo, orientando a tripulação a preparar uma declaração falsa e enganar as autoridades do Panamá. O relatório fala em “clara e consciente intenção de burlar as resoluções”.
As sanções que proíbem a venda de armas para a Coreia do Norte são consequência da insistência do regime comunista em manter seu projeto nuclear, inclusive para fins militares.


Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A ditadura era tão má quanto falam?


Muitas pessoas só falam do lado mau da Ditadura Militar.
Mas vamos fazer uma análise:
Quem viveu na época da Ditadura Militar sabe que a educação pública, a saúde e a segurança realmente funcionavam. Tinham seus problemas, mas com rigor e uma forma menos ruinosa que atualmente. E nessa “democracia atual” alguém vê esses serviços funcionarem perfeitamente? Se alguém quer algo de qualidade além de pagar os seus impostos tem que pagar os três por fora (escola privada para seus filhos, plano de saúde e segurança privada).
Os militares construíram hidrelétricos e estradas que ainda hoje se mantem.  Temos hoje apagões em algumas partes do País. Imaginem se elas não tivessem sido construídas.
 Em 10 anos o governo atual quebrou a Petrobras, isso significa que ela era uma grande empresa da época dos militares. Se ela fosse uma empresa pequena já teria quebrado em menos tempo.
Outra coisa que os defensores dessa “democracia” falam é que hoje temos liberdade de expressão. Será que temos mesmo? Vejamos: Em 21 anos de governo Militar foram mortos 25 jornalistas (*) e em 10 anos de governo foram mortos pelo menos 600 jornalistas (**). Também vemos o enorme interesse do governo no Marco Civil. Por que será?
Além das mortes dos jornalistas em 10 anos, temos exemplos atualmente de jornalistas que foram punidos por falarem a verdade em relação ao governo.
Os defensores dessa “democracia” falam que na época da ditadura não tinha liberdade de expressão, mas se for analisar tinha sim. Pois material comunista e socialista circulava sem nenhum problema na época da ditadura um exemplo que podemos citar é o Jornal “ O Pasquim” que era um dos maiores panfletos comunistas tiveram seu auge na época da ditadura o que era realmente reprimido era material com conteúdo nazista.
Realmente existia um comitê de censura, mas para censurar palavrões e coisas muitas descaradas.
Deixo uma pergunta aos defensores dessa “democracia”: qual a diferença dessa “democracia” para a ditadura militar?


Joabson João



segunda-feira, 7 de abril de 2014

Marco Feliciano concede entrevista à revista Playboy


Ele falou que antes de se converter chegou a experimentar drogas e também comentou sobre sexo anal
O deputado federal pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista para a revista “Playboy” falando de temas polêmicos: drogas e sexo.
O parlamentar evangélico contou que na adolescência experimentou drogas. Tentou fumar maconha, mas se engasgou. “Eu tentei maconha, mas engasguei, nunca consegui fumar nem cigarro”, disse ele.
Por outro lado ele experimentou cocaína. “Conheci a cocaína nos bailinhos, no fim dos 12 anos”, afirmou Feliciano que se tornou evangélico meses depois.
O deputado conta que sonha ser presidente do Brasil. Além disso, critica a ex-senadora Marina Silva. “Marina Silva é um engodo. Com aquele jeitinho de cristã, a roupa de crente, ela foi muito inteligente.”, disse.
A entrevista na íntegra só está disponível na versão física da revista de abril que acaba de chegar às bancas, mas a coluna F5, da Folha de São Paulo, destacou algumas falas do pastor.
Além de drogas, Feliciano também comentou a respeito de sexo anal, ele precisou responder se considera possível que um homem tenha prazer com a prática.
“Com certeza, tem homens que têm tara por ânus, sim”, disse. “Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus”.
Na visão do deputado, quem pratica sexo anal não consegue mais voltar. “Espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais”.


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lei sudanesa proíbe missionários de evangelizarem


O Ministério de Orientação Religiosa do Sudão ameaçou prender líderes de igrejas que não interromperem suas atividades evangelísticas e não cumprirem a ondem de passar às autoridades seus nomes e contatos, disse uma fonte cristã

A advertência foi feita depois que o presidente do Sudão Omar al-Bashir declarou que a constituição do país terá bases ainda mais profundas na Sharia. "Nós tomaremos medidas legais contra pastores que estão envolvidos em pregações ou atividades religiosas", afirmou Omar.

"Esta é uma situação critica que a Igreja enfrenta no Sudão", disse o pastor Yousif Matar. Outro líder cristão disse que a ordem faz parte de uma série de medidas do governo para controlar as igrejas. "Eles não querem que pastores do Sudão do Sul dirijam qualquer atividade eclesiástica ou missionária no Sudão", confirmou ele.

A lei sudanesa proíbe missionários de evangelizarem, e a conversão do islã para qualquer outra religião é passível de punição com a prisão ou morte no país, embora anteriormente tais leis não tenham sido rigorosamente cumpridas.

A Constituição Interina do Sudão (INC) aceita a Sharia como uma fonte de legislação, e as leis e politicas do governo favorecem o islã. As lideranças cristãs dizem temer que o governo exerça controle sobre as igrejas no Sudão e planeje forçar a aplicação da lei islâmica como parte da estratégia de eliminar o cristianismo.

"Nós somos uma nação islâmica e devemos ter a Sharia como base de nossa constituição", disse Al-Bashir a multidões em Kosti, sul de Cartum.

Pedidos de oração

• Interceda pelas lideranças cristãs do Sudão, para que tenham sabedoria para lidar com essa pressão do governo.

• Ore para que tantos os líderes como os demais cristãos perseverem na fé, diante de um governo tão hostil.

O texto acima foi retirado do site do Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2014, que tem como tema "Pastores e líderes africanos". Toda semana, novos pedidos de oração são publicados. Acompanhe!

Fonte: Portas Abertas Internacional

Tradução: Marcelo Peixoto



segunda-feira, 31 de março de 2014

Onde está a liberdade de expressão atualmente?


No artigo 5° paragrafo IX está escrito: é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação independentemente de censura e licença.
Mas nos últimos dias isso não tem sido respeitado principalmente pelo governo que não está acima da constituição, mas pensa poder tudo e quer calar aqueles que falam mal dele.
O Jornalista Paulo Martins, Raquel Sheherazade e José Nêumanne Pinto e outros jornalistas foram punidos por falaram a verdade em relação ao governo. E com certeza outros jornalistas serão punidos.
Interessante que tem gente que ao ouvir alguém falar que é a favor de uma intervenção militar chama essa pessoa de imbecil, pois alega que a pessoa é a favor de uma ditadura. Agora fica a pergunta: qual a diferença da Ditadura Miliar e desses fatos que estão ocorrendo nos últimos dias? Temos o marco civil da internet, jornalista que falam mal do governo são punidos. E da maneira que as coisas estão indo a tendência é piorar. Pois um Senador que foi governador da Paraíba e teve seu mandato cassado e hoje é da oposição ao governo, mas de certa forma está colaborando para a ditadura que está se instalando no País. Vejam o link: http://www.portali9.com.br/noticias/denuncia/senador-mais-corrupto-do-pais-e-autor-de-reforma-que-criminaliza-acao-virtual#.Uy2OzYktkuE.facebook.
Aos que são contra a intervenção militar me respondam: qual a diferença da Ditadura Militar para essa Ditadura Atual?

Joabson João




domingo, 30 de março de 2014

DESCANSA NO SENHOR E ESPERA NELE!


É tempo de descansar. É tempo de buscar refrigério para a alma, alívio para o coração e sono reparador para o corpo. Que Deus lhes conceda uma noite de paz e de descanso renovador. Que o Eterno nos conceda um novo dia para vivermos na plenitude de sua graça e frutificarmos em toda a boa obra.

Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 25 de março de 2014

A revolta da população.

Nos últimos dias está cada vez mais frequente a população querer fazer justiça com as próprias mãos.
A população está revoltada com os crimes cometidos, onde os praticantes desses crimes são presos e depois soltos pela própria justiça.
Devido a isso a população está cansada, não quer mais esperar pela justiça e quer resolver tudo.
Não é correto querer fazer justiça com as próprias mãos, mas muitos já cansaram de esperar.
Outra questão que revolta ainda mais o povo é que sempre aparece os Direitos Humanos para defender os infratores, mas os mesmos nunca aparecem para defender as vítimas sempre defendem os infratores.
Vivemos em um País que não vale a pena ser honesto, pois sendo honesto não existe Direitos Humanos para defenderem, mas se formos desonesto temos os Direitos os Humanos para nos defenderem.


Joabson João

sexta-feira, 21 de março de 2014

O fim do WhatsApp, NetFlix e Skype pelo Marco Civil da internet

A forma como você usa a internet, o peso do acesso no seu bolso e o futuro da rede é assunto de uma das atuais batalhas entre o Poder Executivo federal e o Congresso Nacional. É uma parte do Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede.
Atualmente, no Brasil, seu provedor de internet não bloqueia seu acesso a um determinado conjunto de serviços, nem pode tornar o uso de uma rede social pior que outra. Isso é neutralidade da rede: significa a inexistência de discriminação sobre o que se trafega. A neutralidade da rede não está relacionada com a velocidade contratada.
A empresa de telecom deve ter o direito de cobrar de forma diferenciada por ofertar uma internet mais rápida ou mais lenta. Se cair a neutralidade você poderá contratar 10 Mb de internet que não permite acesso a um serviço como Skype. De acordo com a neutralidade, depois de contratado um serviço de internet com uma determinada velocidade, o seu uso não deve ser discriminado. Foi este princípio que tornou a internet o berço de tanta inovação nos últimos 20 anos.
É por causa da neutralidade da rede que empreendedores, no mundo inteiro, podem ter ideias inovadoras sobre como usar a internet. Mas será que algum empreendedor teria motivação para inovar sabendo que a empresa de telecom poderia, a qualquer momento, bloquear o serviço que ele criou? Ou seja, o fim da neutralidade da rede também implica o desincentivo para o surgimento de novos e inovadores serviços.
Caso a neutralidade caia, no futuro você poderá comprar um pacote de dados da sua operadora de telefonia celular sem WhatsApp, pagando mais barato, ou com WhatsApp, pagando mais caro. Poderá ficar limitado a um serviço de filmes próprio da sua operadora de internet residencial ou pagar um pacote adicional para ter acesso ao YouTube. Talvez nem possa mais fazer uma chamada via Skype/Viber ou Hangout para um parente no exterior.
O Marco Civil da Internet afeta diretamente seu estilo de vida. Como o deputado que você colocou no Congresso vai tratar deste assunto?

Fonte: http://galvomatheus.jusbrasil.com.br/noticias/114382051/o-fim-do-whatsapp-netflix-e-skype-pelo-marco-civil-da-internet?utm_campaign=newsletter&utm_medium=email&utm_source=newsletter