Radio Evangélica

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Empresas de internet intensificam seus esforços para impedir invasão

ON
Quando Marissa Mayer, presidente-executiva da Yahoo, anunciou recentemente a maior revisão de segurança da empresa em mais de uma década, ela não foi exatamente aplaudida de pé.

Os usuários perguntaram a Mayer por que o Yahoo não estava fazendo mais. Ativistas da área de privacidade foram mais contundentes.

"Mesmo após o anúncio de hoje, o Yahoo ainda está muito atrás do Google em segurança na rede", disse Christopher Soghoian, analista de tecnologia da American Civil Liberties Union.

Para grandes empresas da internet, já não é suficiente ter um aplicativo de smartphone de carregamento rápido ou um serviço legal de mensagens. Na era de Edward J. Snowden e suas revelações de vigilância em massa por parte do governo, as empresas estão competindo para mostrar aos usuários como seus dados estão bem protegidos dos olhares indiscretos, com bilhões de dólares de receitas ameaçados.

A Microsoft é a mais recente empresa de tecnologia a anunciar planos para proteger os seus serviços da vigilância externa. Ela está em acrescentando recursos de criptografia ultramodernos para vários serviços ao consumidor e, internamente, em seus centros de dados.

A medida segue esforços similares do Google, Mozilla, Twitter, Facebook e Yahoo, no que se tornou efetivamente uma corrida armamentista digital contra a Agência de Segurança Nacional, como reação das empresas em um "Efeito Snowden", como alguns têm chamado.

Embora a segurança tenha surgido há muito tempo como uma preocupação dos usuários, muitas empresas relutaram em empregar proteções modernas, preocupadas que as atualizações iriam deixar as conexões mais lentas e adicionariam complexidade às suas redes.

Mas a questão entrou em efervescência há seis meses, quando documentos vazados por Snowden descreveram os esforços da NSA e seus parceiros de inteligência para espionar milhões de usuários de internet. Mais da metade dos americanos entrevistados dizem que o programa de vigilância da NSA se intrometeu em seus direitos de privacidade, de acordo com uma pesquisa do Washington Post-ABC News realizada em novembro.

As revelações também balançaram as empresas de internet, que vêm tentando tranquilizar os clientes, dizendo que estão fazendo tudo o que podem para proteger seus dados contra espionagem. Há muito tempo elas cumprem ordens da Justiça para entregar informações, mas ficaram alarmadas com as notícias mais recentes de que a NSA também estava acessando seus dados sem o seu conhecimento.

"Queremos garantir que os governos usem processo legal, em vez de usarem a força bruta tecnológica para obter os dados do cliente -simples assim", disse em entrevista Bradford L. Smith, conselheiro geral da Microsoft.

Smith disse que sua empresa também abriria "centros de transparência", onde os governos estrangeiros poderiam inspecionar o código da empresa, em um esforço para assegurar-lhes que não há em seus produtos portas traseiras para as agências de espionagem.

Uma a uma, as empresas de tecnologia vêm lutando para tampar os buracos de segurança.

A melhor defesa, dizem os especialistas em segurança, é usar a Transport Layer Security, um tipo de criptografia que muitos conhecem pelo "https" e o símbolo do cadeado no início de endereços da Web que usam a tecnologia. Ela usa uma longa sequência de números -uma chave mestra- que embaralha os dados importantes, tais como senhas, informações de cartão de crédito, propriedade intelectual e informações pessoais, trocados entre o usuário e o site, enquanto estes dados estão em trânsito.

Os bancos e outros sites financeiros têm usado esse tipo de segurança há anos. O Google, o Twitter e o serviço de email da Microsoft tornaram-no padrão há muito tempo. O Facebook adotou o https em todo seu sistema neste ano. E Mayer disse que o Yahoo iria finalmente permitir aos consumidores que criptografassem todos os seus dados no Yahoo em janeiro.

Mas, na medida em que muitos sites adotam o https, os especialistas em segurança dizem que são necessárias medidas de segurança mais avançadas. Se um governo conseguir quebrar a chave mestra -ou a obtiver por meio de ordens judiciais- poderá descriptografar as comunicações de milhões de usuários.

É por isso que empresas como Google, Mozilla, Facebook e Twitter adicionaram outra camada de proteção, chamada Perfect Forward Secrecy. Essa tecnologia adiciona um segundo bloqueio para as transmissões de cada usuário, com uma chave que é mudada frequentemente. A Microsoft planeja adicionar o método de criptografia no próximo ano, mas o Yahoo não disse se iria adotá-lo.

"O Perfect Forward Secrecy envolve um bilhão de senhas diferentes, e não está protegido por uma senha central", disse Scott Renfro, engenheiro de software do Facebook que trabalha em infraestrutura de segurança da empresa.

Assim, mesmo que uma pessoa de fora obtenha a chave mestra, ela ainda terá que quebrar o código das outras chaves, várias vezes.

"Este tipo de proteção deveria ter sido projetado em todos os sistemas da web e todos os sistemas de internet desde o início", disse Jacob Hoffman-Andrews, engenheiro do Twitter.

A tecnologia já existe há duas décadas, mas as empresas demoraram a adotá-la porque adiciona complexidade e introduz um atraso nas transações pela internet, o que pode incentivar os usuários impacientes a fugirem para sites mais rápidos. Mas muitas dessas questões foram resolvidas pelo Google quando aplicou o Perfect Forward Secrecy em 2011, disse Adam Langley, engenheiro de software da empresa. O Google compartilhou suas melhorias com a comunidade de tecnologia.

Ainda assim, as soluções técnicas podem ser vencidas pela lei. Enquanto o https e o Perfect Forward Secrecy protegem a transmissão de dados, as agências de vigilância e policiamento ainda podem obrigar as empresas a entregarem os dados de seus servidores, onde são armazenados.

Tradução: Deborah Weinberg


Fonte: Uol

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Porque não dá um ponto final no PL 122?


Tem tanta coisa importante no País e vemos uma luta incessante para aprovação desse projeto de lei. É do ano de 2006 já estamos em 2013 e sempre vai para votação, acaba adiando e assim vai.
Esse projeto deveria ir para a votação e não ser aprovado deve ser dado um basta nisso. O Brasil é um País continental e tem inúmeros problemas não tem necessidade de tanta luta para um projeto de lei que favorece uma minoria da sociedade em geral.
Vivemos em uma sociedade em que uma minoria faz barulho e a maioria não faz nada por isso. Sempre falo que já existe o artigo 5° da constituição onde fala que todos são iguais perante a lei. Não há para que tanta lute por um projeto de lei que beneficia uma minoria.
Espero sim que esse projeto de lei vá para votação e não seja aprovada e espero que nossos parlamentares realmente lutem para resolverem solucionar problemas do nosso País que são inúmeros.

Joabson João


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

BAIXA AUTOESTIMA, A SÍNDROME DE GAFANHOTO


Milhões de pessoas vivem coma autoestima achatada. Sentem-se esmagadas pelo complexo de inferioridade. Olham para si mesmas com desprezo. Sentem-se inferiores aos demais. São como os espias de Israel, que se viram como gafanhotos diante de gigantes. Precisamos entender que não somos o que pensamos ser, nem mesmo o que as pessoas dizem que somos. 
Somos o que Deus diz que somos. Temos valor para Deus. Fomos criados à sua imagem e semelhança. Pertencemos a ele por direito de criação. Aqueles que creem no Senhor Jesus pertencem a ele também por direito de redenção. Somos duplamente de Deus. Temos valor para Ele. Quando rejeitamos o projeto, estamos rejeitando também o projetista. Quando nos sentimos um zero à esquerda, estamos menosprezando o Criador. Quando nos sentimos sem valor, estamos fazendo por caso do Redentor. A bíblia diz que somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e habitação de Deus e a delícia de Deus, em que ele tem todo seu prazer. Não deve haver espaço para orgulho nem para autodesprezo em nosso coração. Somos o que somos pela graça de Deus. Nele devemos alegrar-nos.

Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Deputados anulam brecha regimental e garantem fim do voto secreto

MARIANA HAUBERT
DE BRASÍLIA

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (3), um projeto de resolução que altera o regimento interno da Casa para acabar com a possibilidade de voto secreto em processos de perda de mandato e de vetos presidenciais.
Na semana passada, o Congresso promulgou a emenda constitucional que elimina o voto secreto nos casos citados. No entanto, ainda havia a possibilidade de votação secreta no regimento interno da Casa.
Após a votação, o segundo secretário da Mesa, Simão Sessim (PP-RJ), promulgou a resolução. Para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a mudança não era necessária, mas é uma garantia contra possíveis contestações.
O projeto foi apresentado pela cúpula da Câmara após a verificação de que o regimento ainda previa a possibilidade do voto secreto.
Durante a discussão, o PT tentou incluir no projeto o fim do voto secreto para a eleição da Mesa Diretora da Casa. No entanto, o relator da matéria, Eliseu Padilha (PMDB-RS) rejeitou a proposta por considerá-la uma manobra inconstitucional. Para o líder do PR, Anthony Garotinho (RJ), o voto aberto na eleição da Mesa aumentaria a pressão sobre os parlamentares. "Se houver voto aberto para eleição da Mesa, vamos ter interferência externa. Não vamos ter, nunca mais, eleição isenta para presidente da Câmara, tamanha a pressão que será feita no Plenário", disse.
Deputados do PT reclamaram da derrota e pediram "transparência total". "Queremos voto aberto para tudo", disse Sibá Machado (PT-AC).
Simão Sessim aproveitou a discussão para lembrar que a Casa tem processos disciplinares que deverão ser votados com a nova regra em breve. É o caso da perda do mandato do deputado preso Natan Donadon (sem partido-RO), que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e já teve o mandato preservado neste ano, e o processo de suspensão de mandato do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO).
Além deles, os deputados condenados no processo do mensalão Valdemar da Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) também poderão passar pelo crivo dos colegas em um eventual processo de perda de mandato.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Procuradora afirma que Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos, cria obstáculos à identificação de 1.049 ossadas descobertas em São Paulo nos anos 90


A ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, entrou na mira do Ministério Público Federal pela inércia da pasta na identificação das 1.049 ossadas retiradas do Cemitério de Perus, em 1990.
“No início achava que era problema de estrutura da pasta. Depois, que era incompetência. Agora se vê que é uma negligência ostensiva, mais que um faz de conta”, acusa a procuradora Eugênia Augusta Gonzaga, preocupada com a eterna angústia de familiares que há décadas buscam informações sobre os desaparecidos políticos.
Entre as 1.049 ossadas retiradas em 1990 do Cemitério de Perus, em São Paulo, suspeita-se que estejam os restos mortais de cerca de 20 militantes da luta armada urbana desaparecidos no início dos anos de 1970.
Eugênia acompanha há dez anos as idas e vindas da história sem fim em que se transformou a questão dos desaparecidos e afirma, sem dúvidas, que os órgãos públicos responsáveis pela identificação representam hoje consideráveis obstáculos para a identificação.
“É uma imobilidade inacreditável”, diz ela, que já enxerga na “omissão” da ministra e do presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), Marco Antônio Barbosa, indícios para abertura de ação por improbidade administrativa.
O conflito vem se desenrolando na 6ª Vara Cível Federal de São Paulo, onde tramita uma ação por omissão em que a União e os peritos que abandonaram as investigações são tratados como réus. São eles, Fortunato Badan Palhares, Daniel Munhoz, Vania Prado, Celso Perioli e Norma Bonaccorso, que integraram um grupo designado pela Unicamp, USP e Universidade Federal de Minas Gerais.
O governo primeiro tentou anular o processo sob o argumento de que as investigações vinham sendo feitas através de convênio entre SDH e Polícia Federal. Depois, tentou tornar o processo sigiloso. O juiz do caso, João Batista Gonçalves, rechaçou os dois argumentos e ainda determinou que as audiências em que se tomará o depoimento das testemunhas, a partir de agora, sejam públicas e em auditório que permita a presença de familiares e de jornalistas.
“Até agora nada foi feito e nenhum recurso foi destinado pelo governo para identificação”, diz o procurador Pedro Machado, que, com a promoção de Eugênia para a segunda instância do MPF, passou a atuar no caso. Bancados por uma entidade representante dos desaparecidos, peritos argentinos fizeram, há três meses, uma análise preliminar das ossadas, mas o trabalho teve de ser interrompido por falta de recursos.
Em vez de dar continuidade, a SDH optou por criar um novo órgão para cuidar do assunto, o Grupo de Arqueologia e Antropologia Forense (GAAF). Um dos itens da portaria assinada por Maria do Rosário determina que os peritos, selecionados no serviço público, não serão remunerados.
O procurador Pedro Machado achou curioso. “A triagem e identificação é um trabalho de fôlego. Como alguém vai trabalhar de graça?”, questiona. Machado acha que, depois de 22 anos sem se mexer, a SDH, aproveitando o embalo do translado dos restos do ex-presidente João Goulart, criou o GAAF como resposta a ação em que a União também ré. Ele acha que na melhor das hipóteses a identificação ficaria relegada a um segundo plano.
As 1049 ossadas encontram-se atualmente no Cemitério do Araçá e, por pouco, não se tornaram alvo de atos de vandalismo ocorridos no feriado de Finados, supostamente em retaliação a uma homenagem aos desaparecidos promovida por familiares. O MPF agora pediu à justiça força policial para proteger o local. Segundo os peritos argentinos, as ossadas estão guardadas de forma inadequada, sem proteção contra fungos e se deteriorando, o que prejudicaria futura identificação por DNA.
O MPF também critica a falta de ação do presidente da CEMP, Marco Antônio Barbosa, e chegou a pedir sua exoneração. Mas a ministra o bancou, sem, no entanto, dotar a comissão de recursos. Pela proposta do MPF, o governo deveria destinar R$ 3 milhões e, no final da sentença, deveria pagar multa de R$ 10 mil por dia se não executar a identificação que poderia definir quais restos seriam compatíveis com o perfil os militantes desaparecidos.
A decisão sobre o processo deve sair em breve. Se União e os peritos forem condenados, o MPF pode entrar com ação por improbidade administrativa.
A procuradora Eugênia Gonzaga acha que os responsáveis pessoais pela negligência são, pela ordem, a ministra Maria do Rosário e o advogado Marco Antônio Barbosa, titular de uma comissão criada em 1995, mas que até agora tem apresentado resultados pífios na mais importante demanda deixada pelos anos de chumbo, que é localizar e identificar os desaparecidos políticos.
“Muitas mães estão morrendo sem realizar o sonho de enterrar dignamente os filhos”, diz Eugênia. Ela achava que o tempo decorrido com o fim do regime militar extinto em 1985 e com a presidente Dilma Rousseff, ex-militante de esquerda, no comando do país, a questão pudesse ser resolvida. Mas já não alimenta ilusões: “O governo não quer mexer com esse tema”, afirma.
Outro lado
Gilles Gomes, secretário executivo da CEMDP afirma que o governo e a ministra vêm conduzindo com dedicação e cautela o processo de identificação e considera as críticas são absurdas. Embora as informações estejam em sigilo, Gilles informou que por conta de convênio com a SDH, a Polícia Federal deve anunciar, até o final do ano, o resultado das análises em quatro das 1.049 ossadas retiradas do Cemitério de Perus, em 1990.
Há evidências, segundo ele, apontando que os restos podem ser dos guerrilheiros desaparecidos Dimas Casemiro, Hiroki Tarigori, Ailton Mortati e Luís Hirata e Horoaki Tarigoe, mas é necessário esgotar todos os recursos periciais antropológicos e laboratoriais para dar uma resposta às famílias.
O secretário executivo da SDH afirma que a criação do GAAF, uma reivindicação do próprio MPF, vai permitir a investigação sobre as 1049 e de todos os casos dos desaparecidos. Os métodos e protocolos de investigação serão definidos na próxima semana numa reunião de trabalho entre os integrantes do grupo e a Cruz Vermelha.
Gilles Gomes lembra que a SDH vem equipando a PF e tomando todas as medidas para localizar e identifica desaparecidos, procedimentos que convergem, segundo ele, com o propósito da Comissão Nacional da Verdade.


Fonte: Ultimo Segundo IG

domingo, 1 de dezembro de 2013

Que adultos teremos no futuro?


Está se tornando cada vez mais comuns professores serem agredidos por alunos e também por familiares dos mesmos.
Vou contar aqui dois fatos ocorridos em escolas da cidade em que moro foram fatos ocorridos por pessoas que testemunharam os mesmos, mas esses são apenas dois acontecimentos de pouca relevância, pois há fatos piores.
O primeiro fato que quero contar é de uma escola da rede estadual, onde um professor tomou a prova de uma aluna, pois ela estava colando e devido a isso a aluna foi para casa contou sua versão e a mãe da mesma foi até a escola tirar satisfação com o professor. Ou seja, defendendo a filha mesmo sabendo que a mesma estava errada.
Outro fato ocorrido foi em uma escola da rede municipal, onde a professora foi agredida na frente dos alunos por uma mãe de uma aluna, revoltada porque a filha tirou uma nota baixa. Se um aluno tirar nota baixa é culpa do professor?
E uma coisa que é bem interessante são as situações:
Quando um (a) aluno (a) é aprovado ele (a) comemora sua aprovação e quando o mesmo é reprovado ele fala que o professor o reprovou.

Depois dessas situações ocorridas e as circunstancias atuais da nossa sociedade volto a perguntar: que adultos teremos no futuro?

Joabson João

sábado, 30 de novembro de 2013

CDH debaterá as consequências da tragédia na boate Kiss



Dez meses depois do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou 242 mortos e 116 feridos, as consequências da tragédia serão debatidas por representantes do poder público, parentes das vítimas e outros convidados, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na segunda-feira (2).
Considerado o segundo maior incêndio no Brasil em número de vítimas, o acidente foi causado pelo uso de um sinalizador aceso dentro da casa noturna. A imprudência e as más condições de segurança foram apontadas como as principais causas da morte de centenas de jovens estudantes na madrugada de 27 de janeiro de 2013.
O inquérito policial chegou a indiciar 17 pessoas por homicídio doloso, homicídio culposo e fraude processual. Entre elas os sócios da boate, os músicos da banda - que se apresentou naquela noite e fez uso do sinalizador - e autoridades municipais. O Ministério Público, por sua vez, denunciou oito pessoas.

Audiência
Um dos participantes da audiência pública, Sérgio da Silva, representante da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da boate Kiss, informou que uma comitiva irá a Brasília pedir apoio da CDH no acompanhamento dos desdobramentos do caso na Justiça. Eles reclamam que diversas entidades, que apoiavam as famílias, abandonaram o caso. Também vão sugerir a criação de um banco de antídotos para o cianeto no Brasil. Na época do acidente, o Ministério da Saúde teve que solicitar apoio do governo americano para a doação de kits do medicamento Hidroxicobalamina (vitamina B12 injetável), indicado para o tratamento de intoxicação por cianeto - gás tóxico - ao sistema respiratório. A maior parte das vítimas morreu em razão da intoxicação pelo gás, que rapidamente tomou a boate.
Os outros convidados para o debate são Paulo de Tarso Monteiro Abrahão, coordenador-Geral da Força Nacional do SUS do Ministério da Saúde;  Luis Antonio Camargo de Melo, procurador-geral do Trabalho do Ministério Público do Trabalho; Adherbal Alves Ferreira, presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia na Boate Kiss; Alex Monaiar, coordenador geral do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (RS);  além de representantes do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Resultado de requerimento do senador gaúcho Paulo Paim (PT), a audiência pública será às 9h, na sala 2 da Ala Senador Nilo coelho. O debate terá caráter interativo com a possibilidade da participação popular por meio do Portal e-Cidadania (http://bit.ly/CDHBoateKiss) e do Alô Senado (08000 6122 11).




Fonte: Agencia Senado

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cristãos enfrentam extinção no Oriente Médio


A oficial britânica Warsi disse que a situação é sombria para muitas minorias religiosas, mas, especialmente, para os cristãos. Segundo ela, a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global e, a solução é que os políticos de países com uma minoria cristã falem contra esta discriminação

A ministra das relações exteriores do Reino Unido advertiu que, em algumas partes do mundo, os cristãos correm risco de extinção por conta da violência dirigida contra eles. Em seu discurso na Universidade de Georgetown, em Washington, Warsi disse à BBC que a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global.


"Estou preocupada, assim como outros membros da sociedade, com a significativa quantidade de correspondência que recebemos alertando que o berço do cristianismo - partes do mundo onde o cristianismo se propagou primeiro - está vendo uma grande parte da comunidade cristã indo embora e os que restam sendo perseguidos", disse ela.


"Há enormes vantagens em se ter sociedades pluralistas – tudo, desde a economia à maneira pela qual as pessoas se desenvolvem educacionalmente – e, portanto, todos nós queremos ter certeza de que as comunidades cristãs continuem se sentindo parte desta sociedade e não sendo perseguidas nos lugares onde a religião nasceu."


"É [particularmente ruim para os cristãos]", disse ela. "Um em cada dez cristãos vive em situação de minoria e, um grande número de pessoas que vive em situação de minoria em todo o mundo é perseguido. Eles estão sendo vistos como os recém-chegados, estão sendo tratados como 'o outro' dentro dessa sociedade, apesar de estarem ali por muitos e muitos séculos", afirmou.


"Eu tenho responsabilidade com relação ao Paquistão", disse ela. "Uma das coisas que temos feito é conversar francamente com o primeiro-ministro, com o ministro das relações exteriores e com o ministro responsável pelos assuntos religiosos, dizendo que os políticos têm o dever de se posicionar quando este tipo de perseguição acontece e estabelecer os padrões que eles esperam que a sociedade siga."


Warsi continuou: "Os políticos precisam definir um padrão. Uma pesquisa interessante, divulgada nos EUA, relatou que a maneira como uma comunidade é tratada depois de um incidente – especialmente quando uma comunidade minoritária é tratada depois de um incidente extremista – depende muito do tom que os políticos definem. E, portanto, os políticos têm a responsabilidade de definir o tom. Eles têm a responsabilidade de estabelecer os parâmetros legais do que será ou não tolerado. É uma tragédia o fato de 83% dos países não respeitarem suas próprias constituições, nas quais a liberdade de religião é definida como protegida."


A ministra também exortou os políticos a manterem sua palavra garantindo que suas constituições nacionais sejam cumpridas e que as leis internacionais de direitos humanos sejam seguidas. "Há muito mais a fazer", disse ela. "Há um consenso internacional na forma de uma resolução do conselho de direitos humanos sobre o tratamento das minorias e a tolerância para com outras religiões, mas nós precisamos construir uma vontade política por trás disso."


"Temos artigos internacionais amplamente traduzidos sobre a liberdade de religião, mas eles não estão implementados, portanto, não se trata apenas de existirem leis, e sim da vontade política para implementar tais leis", conclui.









Fonte: Portas Abertas

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A coisa no Brasil está séria


Vi em alguns sites sobre a questão do nosso Ministro Joaquim Barbosa está sendo ameaçado de morte.
Quer dizer que colocar a justiça em prática é errado?
Ou só pode ir para a cadeia quem é pobre?
Quer dizer se o político for preso à corja que os defende como vingança quer matar o juiz responsável pela emissão das ordens de prisão?
Que País é esse que estamos vivendo atualmente?
Um ladrão de galinha vai para a cadeia, enfrenta a superlotação dos presídios, vivem em condições sub-humanas (quero deixar claro aqui que não estou defendendo ninguém). E os indivíduos são acusados de roubar a nação é condenado pelo supremo e depois de tudo isso o presidente o Supremo fica sendo ameaçado por fazer valer a justiça nesse País.
Então quer dizer que se estamos fazendo a coisa certa estamos errados?
Está ficando cada vez mais difícil de entender esse País


Joabson João

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Quem é Quem

A transparência, afinal! 

Depois de cinco anos de tramitação e uma longa temporada na gaveta, finalmente deputados e senadores aprovaram a PEC do voto aberto nas duas casas. 

Antes tarde do que nunca! Afinal, é como dizem: “Quem não deve, não teme. 

Com o fim do anonimato por trás dos votos, os eleitores poderão saber o que pensam e como votam seus representantes. 

Agora, poderão descobrir se o discurso no palanque corresponde às ações no parlamento. 

Agora, e só agora, saberão se os eleitos são capacho do governo ou parlamentares independentes; se defendem as causas do povo ou seus próprios interesses; se são patronos da ética ou cúmplices da corrupção.

Para não ser enganado (mais uma vez) nas próximas eleições, o povo quer saber: 

Quem vai aposentar o "coitadinho" do Genoíno?

Quem vai defender os mandatos dos mensaleiros?

Quem é quem por trás das máscaras da hipocrisia?