Radio Evangélica

domingo, 1 de dezembro de 2013

Que adultos teremos no futuro?


Está se tornando cada vez mais comuns professores serem agredidos por alunos e também por familiares dos mesmos.
Vou contar aqui dois fatos ocorridos em escolas da cidade em que moro foram fatos ocorridos por pessoas que testemunharam os mesmos, mas esses são apenas dois acontecimentos de pouca relevância, pois há fatos piores.
O primeiro fato que quero contar é de uma escola da rede estadual, onde um professor tomou a prova de uma aluna, pois ela estava colando e devido a isso a aluna foi para casa contou sua versão e a mãe da mesma foi até a escola tirar satisfação com o professor. Ou seja, defendendo a filha mesmo sabendo que a mesma estava errada.
Outro fato ocorrido foi em uma escola da rede municipal, onde a professora foi agredida na frente dos alunos por uma mãe de uma aluna, revoltada porque a filha tirou uma nota baixa. Se um aluno tirar nota baixa é culpa do professor?
E uma coisa que é bem interessante são as situações:
Quando um (a) aluno (a) é aprovado ele (a) comemora sua aprovação e quando o mesmo é reprovado ele fala que o professor o reprovou.

Depois dessas situações ocorridas e as circunstancias atuais da nossa sociedade volto a perguntar: que adultos teremos no futuro?

Joabson João

sábado, 30 de novembro de 2013

CDH debaterá as consequências da tragédia na boate Kiss



Dez meses depois do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou 242 mortos e 116 feridos, as consequências da tragédia serão debatidas por representantes do poder público, parentes das vítimas e outros convidados, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na segunda-feira (2).
Considerado o segundo maior incêndio no Brasil em número de vítimas, o acidente foi causado pelo uso de um sinalizador aceso dentro da casa noturna. A imprudência e as más condições de segurança foram apontadas como as principais causas da morte de centenas de jovens estudantes na madrugada de 27 de janeiro de 2013.
O inquérito policial chegou a indiciar 17 pessoas por homicídio doloso, homicídio culposo e fraude processual. Entre elas os sócios da boate, os músicos da banda - que se apresentou naquela noite e fez uso do sinalizador - e autoridades municipais. O Ministério Público, por sua vez, denunciou oito pessoas.

Audiência
Um dos participantes da audiência pública, Sérgio da Silva, representante da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da boate Kiss, informou que uma comitiva irá a Brasília pedir apoio da CDH no acompanhamento dos desdobramentos do caso na Justiça. Eles reclamam que diversas entidades, que apoiavam as famílias, abandonaram o caso. Também vão sugerir a criação de um banco de antídotos para o cianeto no Brasil. Na época do acidente, o Ministério da Saúde teve que solicitar apoio do governo americano para a doação de kits do medicamento Hidroxicobalamina (vitamina B12 injetável), indicado para o tratamento de intoxicação por cianeto - gás tóxico - ao sistema respiratório. A maior parte das vítimas morreu em razão da intoxicação pelo gás, que rapidamente tomou a boate.
Os outros convidados para o debate são Paulo de Tarso Monteiro Abrahão, coordenador-Geral da Força Nacional do SUS do Ministério da Saúde;  Luis Antonio Camargo de Melo, procurador-geral do Trabalho do Ministério Público do Trabalho; Adherbal Alves Ferreira, presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia na Boate Kiss; Alex Monaiar, coordenador geral do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (RS);  além de representantes do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Resultado de requerimento do senador gaúcho Paulo Paim (PT), a audiência pública será às 9h, na sala 2 da Ala Senador Nilo coelho. O debate terá caráter interativo com a possibilidade da participação popular por meio do Portal e-Cidadania (http://bit.ly/CDHBoateKiss) e do Alô Senado (08000 6122 11).




Fonte: Agencia Senado

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cristãos enfrentam extinção no Oriente Médio


A oficial britânica Warsi disse que a situação é sombria para muitas minorias religiosas, mas, especialmente, para os cristãos. Segundo ela, a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global e, a solução é que os políticos de países com uma minoria cristã falem contra esta discriminação

A ministra das relações exteriores do Reino Unido advertiu que, em algumas partes do mundo, os cristãos correm risco de extinção por conta da violência dirigida contra eles. Em seu discurso na Universidade de Georgetown, em Washington, Warsi disse à BBC que a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global.


"Estou preocupada, assim como outros membros da sociedade, com a significativa quantidade de correspondência que recebemos alertando que o berço do cristianismo - partes do mundo onde o cristianismo se propagou primeiro - está vendo uma grande parte da comunidade cristã indo embora e os que restam sendo perseguidos", disse ela.


"Há enormes vantagens em se ter sociedades pluralistas – tudo, desde a economia à maneira pela qual as pessoas se desenvolvem educacionalmente – e, portanto, todos nós queremos ter certeza de que as comunidades cristãs continuem se sentindo parte desta sociedade e não sendo perseguidas nos lugares onde a religião nasceu."


"É [particularmente ruim para os cristãos]", disse ela. "Um em cada dez cristãos vive em situação de minoria e, um grande número de pessoas que vive em situação de minoria em todo o mundo é perseguido. Eles estão sendo vistos como os recém-chegados, estão sendo tratados como 'o outro' dentro dessa sociedade, apesar de estarem ali por muitos e muitos séculos", afirmou.


"Eu tenho responsabilidade com relação ao Paquistão", disse ela. "Uma das coisas que temos feito é conversar francamente com o primeiro-ministro, com o ministro das relações exteriores e com o ministro responsável pelos assuntos religiosos, dizendo que os políticos têm o dever de se posicionar quando este tipo de perseguição acontece e estabelecer os padrões que eles esperam que a sociedade siga."


Warsi continuou: "Os políticos precisam definir um padrão. Uma pesquisa interessante, divulgada nos EUA, relatou que a maneira como uma comunidade é tratada depois de um incidente – especialmente quando uma comunidade minoritária é tratada depois de um incidente extremista – depende muito do tom que os políticos definem. E, portanto, os políticos têm a responsabilidade de definir o tom. Eles têm a responsabilidade de estabelecer os parâmetros legais do que será ou não tolerado. É uma tragédia o fato de 83% dos países não respeitarem suas próprias constituições, nas quais a liberdade de religião é definida como protegida."


A ministra também exortou os políticos a manterem sua palavra garantindo que suas constituições nacionais sejam cumpridas e que as leis internacionais de direitos humanos sejam seguidas. "Há muito mais a fazer", disse ela. "Há um consenso internacional na forma de uma resolução do conselho de direitos humanos sobre o tratamento das minorias e a tolerância para com outras religiões, mas nós precisamos construir uma vontade política por trás disso."


"Temos artigos internacionais amplamente traduzidos sobre a liberdade de religião, mas eles não estão implementados, portanto, não se trata apenas de existirem leis, e sim da vontade política para implementar tais leis", conclui.









Fonte: Portas Abertas

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A coisa no Brasil está séria


Vi em alguns sites sobre a questão do nosso Ministro Joaquim Barbosa está sendo ameaçado de morte.
Quer dizer que colocar a justiça em prática é errado?
Ou só pode ir para a cadeia quem é pobre?
Quer dizer se o político for preso à corja que os defende como vingança quer matar o juiz responsável pela emissão das ordens de prisão?
Que País é esse que estamos vivendo atualmente?
Um ladrão de galinha vai para a cadeia, enfrenta a superlotação dos presídios, vivem em condições sub-humanas (quero deixar claro aqui que não estou defendendo ninguém). E os indivíduos são acusados de roubar a nação é condenado pelo supremo e depois de tudo isso o presidente o Supremo fica sendo ameaçado por fazer valer a justiça nesse País.
Então quer dizer que se estamos fazendo a coisa certa estamos errados?
Está ficando cada vez mais difícil de entender esse País


Joabson João

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Quem é Quem

A transparência, afinal! 

Depois de cinco anos de tramitação e uma longa temporada na gaveta, finalmente deputados e senadores aprovaram a PEC do voto aberto nas duas casas. 

Antes tarde do que nunca! Afinal, é como dizem: “Quem não deve, não teme. 

Com o fim do anonimato por trás dos votos, os eleitores poderão saber o que pensam e como votam seus representantes. 

Agora, poderão descobrir se o discurso no palanque corresponde às ações no parlamento. 

Agora, e só agora, saberão se os eleitos são capacho do governo ou parlamentares independentes; se defendem as causas do povo ou seus próprios interesses; se são patronos da ética ou cúmplices da corrupção.

Para não ser enganado (mais uma vez) nas próximas eleições, o povo quer saber: 

Quem vai aposentar o "coitadinho" do Genoíno?

Quem vai defender os mandatos dos mensaleiros?

Quem é quem por trás das máscaras da hipocrisia?




terça-feira, 26 de novembro de 2013

CONTA CENSURA NAS BIOGRAFIAS

Reunidos em Fortaleza, os principais escritores brasileiros de biografias divulgaram manifesto pedindo ao Supremo que julgue a questão da censura prévia nessas obras literárias. Para os intelectuais, os dispositivos do Código Civil que autorizam essa restrição estão em conflito com a Constituição e, mais, transformaram nosso país “na única grande democracia a consagrar a censura prévia”.
Também a Academia Brasileira de Letras - em manifestação durante audiência convocada pelo Supremo Tribunal Federal para esclarecimentos sobre o processo -, pediu que sejam revogados os artigos polêmicos da legislação civil por não se ajustarem à ordem constitucional vigente. Ana Maria Machado, presidente da ABL, afirmou que a necessidade de autorização prévia (para lidar com fatos relacionados a pessoas) “pode abrir as portas para a instalação da censura à imprensa”.
Fonte: Boletim Cultural da API (Associação Paranaense de Imprensa) do dia: 26/11/2013

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Uma análise perfeita

Nelson Motta - O Estado de S.Paulo

Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heróico: "Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu".

Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o
candidato natural à sua sucessão. E passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no máximo, sua chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobrás.

Com uma campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o grito de guerra ecoando na esplanada: "Dirceu guerreiro/do povo brasileiro". Ufa!

A Jefferson também devemos a criação do termo "mensalão". Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu instinto
marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de "mensaleiro", que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos.

O que poderia expressar melhor a idéia de uma conspiração para
controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto, juntos, criariam uma marca mais forte e eficiente.

Mas, antes de qualquer motivação política, a explosão do maior
escândalo do Brasil moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais primitivos, entre Jefferson e Dirceu. Como Nina e Carminha da política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta do mal contra o mal, num choque de titãs em que se confundem o épico e o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um para o outro.

O "chefe" sempre foi José Dirceu. Combativo, inteligente,
universitário - não sei se completou o curso - fala vários idiomas,
treinado em Cuba e na Antiga União Soviética, entre outras coisas. E
com uma fé cega em implantar a Ditadura do Proletariado a "La Cuba".

Para isso usou e abusou de várias pessoas e, a mais importante - pelos resultados alcançados - era Lula. Ignorante, iletrado, desonesto, sem ideais, mas um grande manipulador de pessoas, era o joguete ideal para o inspirado José Dirceu.

Lula não tinha caráter nem ética, e até contava, entre risos, que sua
família só comia carne quando seu irmão "roubava" mortadela no mercado onde trabalhava. Ou seja, o padrão ético era frágil. E ele, o Dirceu, que fizera tudo direitinho, estava na hora de colher os frutos e implantar seu sonho no país.

Aí surgiu Roberto Jefferson... e deu no que deu.

domingo, 24 de novembro de 2013

A questão da Saúde de Bayeux

Antes de tudo quero deixar claro aqui que não sou filiado a nenhum partido político, não tenho cargo de confiança nem no governo do Estado nem na prefeitura e muito menos quero defender nem acusar ninguém. Quem quiser analisar minha vida analise trabalho no meio público, mas entrei por concurso, ou seja, não devo favor a seu ninguém.
Realmente a saúde do nosso município tá complicada, até assinei um abaixo assinado online pedindo a reabertura do pronto atendimento dou parabéns pela iniciativa da pessoa que está à frente desses abaixo assinado.
Agora cada um quer apontar um culpado, mas se formos analisar bem o principal culpado mesmo aparecendo o culpado não vai adiantar muita coisa.
 Só espero que a administração atual resolva essa situação. E uma coisa que está chamando a atenção é que as pessoas estão levando familiares para o pronto atendimento mesmo sabendo que não serão atendidos e o pior ainda aparecem uns oportunistas na frente do hospital para mostrar que tem gente que não está sendo atendido sem se preocupa com o lado humano. Até entendo que realmente temos que mostrar a situação real do município e temos que protestar, isso é fato. Mas o que sou contra é pessoas querendo se promover politicamente com esse problema que estamos passando.
Todos se lembram da questão do São Domingos quem quis se promover falando que reabriria o mesmo conseguiu ganhar a eleição, mas nada de abrir o hospital.
Espero não ser mal interpretado e alguém até pode pensar que uso plano de saúde, mas meu plano de saúde é SUS. Alguém pode pensar que tenho carro para me levar em hospital da região metropolitana, mas também ando de ônibus.
Volto a falar: sou a favor de protesto em relação ao fechamento do pronto atendimento, mas sou contra ver gente querendo se promover politicamente com o caos da saúde do nosso município.


Joabson João

sábado, 23 de novembro de 2013

A palavra homofobia tem sido banalizada em nosso país, diz Magno Malta


O parlamentar evangélico agradeceu as lideranças católicas e evangélicas que foram até Brasília se manifestar contra o PL 122
O senador Magno Malta (PR-ES) usou o plenário do Senado para falar sobre o novo texto do Projeto de Lei Complementar 122/2006. O polêmico projeto que tentar criminalizar a homofobia.
A proposta seria votada nesta quarta-feira (20) na Comissão de Direitos Humanos do Senado, mas acabou sendo arquivada diante da pressão de parlamentares católicos e evangélicos.
Além dos políticos as lideranças religiosas também se manifestaram e foram até Brasília mostrar que são contra o projeto. O Instituto Plínio Correia de Oliveira protocolou mais de 3 milhões de e-mails contra o projeto. O instituto tem relações com a Igreja Católica.
O PL 122/2006 sofreu outra alteração e o relator, o senador Paulo Paim (PT-RS) retirou a expressão “homofobia” incluindo a identidade de gênero e opção sexual no crime de discriminação ao lado de negros, idosos, deficientes físicos, índios e outros.
“Ninguém faz opção para ser idoso, ninguém faz opção para ser deficiente físico, para nascer índio, para ser negro para nascer branco. Mas homossexualismo é opção, não dá para misturar alhos com bugalhos”, disse.
“Ele conseguiu banir a palavra homofobia que tem sido banalizada nesse país e aqueles que não comungam, mas respeitam mesmo assim são criminosos e qualquer gesto é um gesto homofóbico”.
Em outra parte do discurso Magno Malta falou sobre o termo “gênero” que substitui a ideia de sexo masculino e feminino. Ele lembra que recentemente parlamentares ligados ao movimento homossexual quiseram colocar essa mesma ideia para autorizar o ensino do homossexualismo nas escolas.
“Eu quero chamar a atenção das famílias, prestem atenção nos políticos que querem destruir os valores de família”, alertou. O senador do PR lembrou que os senadores só conseguem ser eleitos com o voto de católicos e evangélicos que juntos são maioria no país.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Votação do PLC 122 adiada


A votação do PLC 122 que seria votada no dia 20/11/2013 foi adiada.
O Senador Magno Malta fez um discurso firme contra tal projeto e conseguiu adiar esse projeto. Mas para os defensores da família seria melhor que fosse votada e derrotada, para mostrar que não há necessidade desse projeto. Agora não se sabe quando esse projeto será votado.
O mesmo tramita no congresso desde 2006 e mais uma vez convoco a você defensor da família tradicional e defensor da constituição para lutar contra. Vamos ficar atentos para que dias antes da próxima votação possamos mostrar nossa força contra tal projeto. E no dia quem puder está em Brasília esteja e aos demais que não puderem vamos usas nossas redes sociais para manifestar nossa vontade e falarmos que somos contra o PLC 122.
Ganhamos uma batalha, mas não a guerra.
Ainda não acabou e só vai acabar quando esse projeto for reprovado fiquemos em alerta para não surgir outro projeto maquiado substituindo o mesmo.


Joabson João